segunda-feira, julho 27, 2026

Agro

News

governo toma decisão definitiva; saiba aqui



O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, anunciou nesta quarta-feira (16) em coletiva de imprensa que o governo decidiu não adotar o horário de verão em 2024.

De acordo com o titular da pasta, a definição foi baseada em novos estudos apresentados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

“Chegamos à conclusão de que não há necessidade de implementar o horário de verão neste período. A segurança energética está garantida”, afirmou.

Horário de verão pode voltar em 2025

Embora a medida não seja adotada em 2024, Silveira não descartou a possibilidade de retomar o horário de verão em anos futuros. Ele ressaltou que a política pode ser reavaliada, especialmente em momentos de crise energética.

“Podemos, após o verão, considerar o retorno dessa política para 2025. Defendo a implementação do horário de verão no Brasil”, destacou o ministro.

A decisão de não implementar o horário de verão ocorre após a extinção da medida em 2019, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Desde então, a política tem sido avaliada de acordo com as necessidades energéticas do país.



Source link

News

Mapa abre consulta pública para modernizar operações aeroagrícolas com drones



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) lançou uma consulta pública para revisar as regras que regem as operações aeroagrícolas no Brasil, abrangendo tanto drones quanto aeronaves tripuladas. A iniciativa, formalizada pela Portaria SDA nº 1.187, ficará disponível por 60 dias, permitindo que interessados contribuam com sugestões para aprimorar as normas. A nova regulamentação visa desburocratizar o processo de registro de operadores e credenciamento de entidades de ensino, além de alinhar as regras às tecnologias mais recentes.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

A proposta de revisão substituirá as normativas atuais — a Instrução Normativa Mapa nº 2/2008 (para aeronaves tripuladas) e a Portaria nº 298/2021 (para drones). Segundo Uéllen Colatto, chefe da Divisão de Aviação Agrícola, o objetivo é simplificar exigências e melhorar a eficiência na gestão e fiscalização das operações aeroagrícolas.

A revisão das normas estará em conformidade com o novo Decreto da Aviação Agrícola, que deve ser publicado em breve, e com a Lei 14.515/2022, conhecida como Lei do Autocontrole. O coordenador José Victor Torres destacou a importância da participação de diversos setores, uma vez que as mudanças terão impacto significativo nas operações e no ensino voltado para o setor.

As contribuições poderão ser enviadas por meio do Sistema de Monitoramento de Atos Normativos (Sisman) até o término do prazo de consulta, com a deliberação final ocorrendo após a consolidação das sugestões.



Source link

News

Não se deixe enganar! Conheça 10 motivos para comer carne vermelha



É consenso entre historiadores que a carne entrou para a dieta dos seres pré-humanos há cerca de 2,6 milhões de anos. De lá para cá, o alimento teve um papel fundamental no desenvolvimento das pessoas, em especial do cérebro.

O segredo é que a proteína, abundante no produto, foi essencial para fornecer mais calorias (com menos esforço) ao corpo, favorecendo o crescimento do mais importante órgão humano, que exige muitos nutrientes.

Mesmo acompanhando homens e mulheres desde a Idade da Pedra, ainda existe muita desinformação sobre o consumo de carne, especialmente a bovina.

Para explicar o que é verdade e o que é mentira, a nutricionista Letícia Moreira, especializada em dietas low carb e cofundadora da Primal Endurance, desvenda 10 mitos associados ao alimento.

De acordo com ela, que acompanha a dieta do primeiro Ultraman carnívoro do mundo, Alessandro Medeiros, o importante é adotar uma alimentação “baseada em comida de verdade, optando por ingredientes frescos, naturais e com mínimo de processamento para manter uma boa saúde”.

Fatos sobre a carne bovina

  1. Carne não aumenta o colesterol: a carne vermelha não está associada ao aumento do colesterol. O seu consumo não impacta negativamente esses níveis em indivíduos saudáveis. “O mito de que a carne vermelha eleva o colesterol é desmistificado quando analisamos a dieta como um todo. A qualidade das gorduras e a presença de carboidratos processados têm um impacto muito maior na saúde cardiovascular”, afirma a nutricionista.
  2. Carne não apodrece no intestino: ela é digerida de forma eficiente no sistema digestivo humano, e o tempo de digestão é semelhante ao de outros alimentos proteicos, como ovos e laticínios. “O processo digestivo humano é bastante eficiente. O que realmente importa é a saúde intestinal e a composição da dieta. A carne não apodrece no intestino, mas sim contribui para a saúde do organismo”, diz Letícia.
  3. Não aumenta o ácido úrico: embora a carne vermelha contenha purinas, que podem aumentar os níveis de ácido úrico em algumas pessoas, o seu consumo moderado não é um fator determinante no desenvolvimento de gota. “O consumo de carne vermelha em quantidades adequadas não causa aumento do ácido úrico. É essencial considerar o contexto geral da dieta, a genética e os hábitos de vida do indivíduo”.
  4. Carne não aumenta a ferritina: a carne vermelha é uma fonte rica de ferro heme, que é melhor absorvido pelo organismo. No entanto, para a maioria das pessoas saudáveis, o consumo regular do alimento não causa aumento excessivo nos níveis de ferritina, que é a proteína que armazena ferro no corpo. De acordo com Letícia, a excreção de ferro é regulada pelo organismo e os excessos são raros. “A ferritina é uma proteína de armazenamento de ferro, e sua elevação não está ligada ao consumo de carne, mas sim a processos inflamatórios e se deve investigar o estado de saúde geral do indivíduo”.
  5. Não causa doenças renais: não há evidências conclusivas que demonstrem que o consumo moderado de carne vermelha cause doenças renais em indivíduos saudáveis. Estudo da National Kidney Foundation sugere que o risco de doença renal é mais associado a fatores como hipertensão e diabetes do que ao consumo de carne. “A carne é uma fonte de proteína de alta qualidade, e em pessoas saudáveis não causa doenças renais. A questão é individual, ou seja, cada pessoa deve observar, junto de um profissional, suas necessidades e condições de saúde”, considera a nutricionista.
  6. Carne pode fazer parte de uma alimentação saudável: a profissional afirma que a carne vermelha deve ser parte de uma dieta saudável, fornecendo proteínas de alta qualidade e nutrientes essenciais, como ferro, zinco e vitaminas do complexo B. “Ela é um componente valioso na dieta, especialmente quando equilibrada com comida de verdade. Fornece nutrientes essenciais que são difíceis de obter de outras fontes”.
  7. Não engorda: o ganho de peso é resultado de um balanço calórico positivo, não apenas do consumo de carne. Quando integrada a uma dieta saudável e a um estilo de vida ativo, a carne vermelha não é um fator isolado que leva ao ganho de peso. Além disso, a proteína encontrada na carne pode ajudar na saciedade, reduzindo a ingestão total de calorias. “A carne em si não é a vilã da balança. O que realmente importa é a quantidade total de calorias consumidas e a qualidade da dieta como um todo”.
  8. Carne é grande aliada dos exercícios: Letícia destaca que por ser uma excelente fonte de proteína, a carne é fundamental para a recuperação e construção muscular. Pesquisas indicam que a proteína da carne é eficaz na promoção da síntese proteica muscular. “Para atletas e praticantes de atividades físicas, a carne é um aliado indispensável. Ela fornece os nutrientes necessários para a recuperação e o desenvolvimento muscular”.
  9. Rica em nutrientes: a carne vermelha é uma fonte concentrada de nutrientes que são essenciais para a saúde. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), 100 gramas do alimento contêm uma quantidade significativa desses nutrientes. “A carne é uma verdadeira fonte de nutrientes, incluindo proteínas, gordura, ferro, zinco e vitaminas B12 e B6, oferecendo uma variedade de vitaminas e minerais que são fundamentais para a saúde e o bem-estar geral”.
  10. Não causa diabetes: não há relação direta entre o consumo da proteína e o desenvolvimento de diabetes tipo 2. Estudos mostram que a dieta como um todo, incluindo a quantidade de carboidratos e a qualidade da alimentação, é mais influente no risco de diabetes do que a carne em si. “O importante é focar na qualidade da carne e na variedade da dieta. O consumo, quando integrado a uma dieta saudável, não é um fator de risco para diabetes. O importante é reduzir açúcares e carboidratos processados”.

Para Letícia, os brasileiros têm uma vantagem a mais ao consumir o alimento. “A carne brasileira é reconhecida mundialmente por sua qualidade. O manejo e os padrões de produção atendem às exigências do mercado externo, e isso se reflete na qualidade que o consumidor brasileiro também recebe”.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Preços da soja registram alta em Santa Catarina


De acordo com o Boletim Agropecuário de outubro, produzido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) e divulgado pelo Observatório Agro Catarinense, o mercado de soja em Santa Catarina registrou uma leve alta de 2,6% nos preços pagos ao produtor em setembro, após dois meses consecutivos de queda. O movimento de alta continua em outubro, com um aumento de 2,2% nos primeiros 10 dias do mês, em comparação com o preço médio de setembro.

A elevação das cotações é atribuída à menor oferta interna do produto, aliada às condições climáticas desfavoráveis, como a estiagem que afeta o início da safra 2024/25 na região Centro-Oeste do Brasil. Apesar desse movimento positivo nos preços, os fatores predominantes no mercado indicam uma estabilização e até uma possível queda das cotações, em função da oferta e demanda global de soja, principalmente pela incerteza sobre o volume de compras da China até o final do ano.

Nos Estados Unidos, o clima favoreceu uma safra recorde em 2024. No Brasil, embora o clima tenha se mostrado irregular no início do plantio, o país, maior produtor mundial de soja, ainda se encontra na janela ideal para semeadura, conforme o zoneamento agroclimático. A oscilação do mercado também tem sido influenciada por investimentos na Bolsa de Chicago e por iniciativas do governo brasileiro, como a sanção da Lei do Combustível do Futuro, que aumenta a demanda pelo biodiesel, feito a partir de óleo de soja.

Em Santa Catarina, a safra 2024/25 de soja está sendo plantada com maior intensidade em outubro. A área plantada deve crescer 1,78%, atingindo 768 mil hectares, com uma expectativa de aumento significativo na produtividade. A projeção indica um incremento de 10,8% na produtividade média, que deve alcançar 3.837 quilos por hectare. Com isso, a produção catarinense de soja da primeira safra deve crescer 13,5%, chegando a aproximadamente 2,94 milhões de toneladas.

As regiões de Chapecó e São Miguel do Oeste registraram o maior avanço no plantio até o início de outubro, com 8% a 12% da área prevista já semeada. As chuvas intensas no estado, que chegaram a acumular mais de 180 mm até o dia 10 de outubro, atrasaram o ritmo do plantio, mas os produtores ainda estão dentro da janela ideal para a semeadura.

Entre janeiro e setembro de 2024, as exportações catarinenses de soja somaram 1,22 milhão de toneladas. A expectativa é de que o volume total exportado seja inferior ao de 2023, devido à queda na produção da safra 2023/24. As exportações atingiram seu pico em abril e mantiveram uma média entre 119 mil e 158 mil toneladas mensais. Em setembro, o volume exportado foi de 129 mil toneladas, com a China sendo o principal destino, absorvendo 78% das vendas externas do estado. No entanto, houve uma redução de 6% nas exportações para o mercado chinês, enquanto outros destinos mostraram crescimento.

O mercado global de soja e outras oleaginosas tem mostrado volatilidade. Enquanto os preços da soja subiram devido às condições climáticas adversas na América do Sul, eles recuaram ligeiramente com a chegada das chuvas no Brasil em outubro. Produtos derivados, como o farelo de soja, acompanharam as oscilações de preço da commodity. Já os óleos vegetais, incluindo óleo de soja nos EUA e óleo de palma, registraram alta de preços, impulsionados pela menor oferta esperada de outros óleos, como palma, colza e girassol.





Source link

News

JBS amplia alcance de programa de regularização ambiental do produtor



A JBS ampliou o alcance do seu programa de auxílio ao produtor rural na regularização de passivos socioambientais de imóveis rurais. A companhia lançou o Escritório Verde Virtual, uma ampliação do programa Escritórios Verdes JBS, que já contribuiu para a regularização de 13 mil imóveis rurais desde 2021. Com a iniciativa, a JBS permitirá que produtores de todo o Brasil acessem serviços por e-mail, telefone e WhatsApp, facilitando a regularização ambiental de suas propriedades.

O Escritório Verde Virtual complementa o atendimento presencial realizado em 20 unidades da JBS e tem como objetivo fortalecer a parceria com os produtores. A nova plataforma também filtrará e categorizará demandas, agilizando o atendimento e permitindo que as equipes dos Escritórios Verdes presenciais possam focar em questões mais específicas, explicou a companhia.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

O atendimento virtual funcionará de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, por meio de ligações gratuitas, e-mail e WhatsApp. Segundo o diretor de Pecuária da Friboi, Fábio Dias, a novidade garante maior flexibilidade e abrangência no atendimento aos produtores. “A partir desse lançamento, portanto, a gente pretende ampliar ainda mais o acesso ao programa de forma prática e eficiente”, afirmou.

O Escritório Verde Virtual faz parte de uma estratégia maior da JBS, que inclui ferramentas como a Plataforma Pecuária Transparente e o Cowbot, para promover uma cadeia de fornecimento sustentável.



Source link

News

Governo lança programa de R$ 1 bilhão para produção e compra de arroz



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou o Programa Arroz da Gente nesta quarta-feira (16) para incentivar a produção e formar estoques de arroz no país.

O programa contará com um investimento de aproximadamente R$ 1 bilhão, destinado à compra de até 500 mil toneladas do grão.

Pequenos e médios produtores de arroz

A iniciativa tem como objetivo permitir que pequenos e médios produtores assinem contratos de opção com o governo federal, garantindo a compra de sua produção a preços previamente estabelecidos.

Durante a cerimônia no Palácio do Planalto, o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, destacou que os parâmetros dos contratos foram definidos em parceria com os ministérios da Fazenda e da Agricultura.

“O programa visa estimular a produção de até 500 mil toneladas de arroz, ajudando a mitigar as perdas das safras de 2023 e 2024 devido à seca e enchentes na Região Sul”, disse Teixeira.

Plano Nacional de Abastecimento Alimentar

O Programa Arroz da Gente faz parte do Plano Nacional de Abastecimento Alimentar (Planaab), lançado após um leilão fracassado de arroz importado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em maio.

A medida visa garantir o abastecimento e estabilizar os preços, que tiveram um aumento de até 100% em algumas regiões após as inundações no Rio Grande do Sul, estado responsável por cerca de 70% da produção de arroz no Brasil.

No evento, o presidente Lula reafirmou seu compromisso de tirar o Brasil do Mapa da Fome, elaborado pela FAO. Ele destacou que, desde o início de seu governo, 24,5 milhões de brasileiros já saíram da situação de fome, e a meta é erradicar esse problema até 2026.

Lula ressaltou que o combate à fome é uma escolha política dos governantes e que o Brasil vai lançar a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza na Cúpula de Líderes do G20 em novembro.

Segurança alimentar

Além do Programa Arroz da Gente, o governo também está lançando medidas para ampliar os sacolões populares e as centrais de abastecimento em todo o país, com a criação de seis novas unidades na Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, Sergipe e São Paulo.

Essas iniciativas visam melhorar o acesso a alimentos saudáveis e frescos, principalmente para as populações mais vulneráveis.

O governo também lançou o Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo), com 197 iniciativas para fortalecer as cadeias produtivas de alimentos orgânicos e agroecológicos.

O programa contará com R$ 6 bilhões em crédito do Pronaf para apoiar a transição agroecológica e a sustentabilidade ambiental, além de incentivar a substituição de agrotóxicos por insumos biológicos.

O ministro Paulo Teixeira destacou que muitos defensivos agrícolas proibidos na Europa e nos Estados Unidos ainda são usados no Brasil, mas o governo busca promover a substituição por alternativas mais seguras e sustentáveis.



Source link

News

Governo lança programa para agroecologia



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira (16) que muitas pessoas não gostariam que o governo lançasse o Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica, agora anunciado, e reclamou que jornais e o mercado tratam política social sempre como gasto. Ele deu as declarações em discurso que ainda estava em andamento pouco antes das 11h no lançamento do programa.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

“Está cheio de gente que não gostaria que a gente estivesse fazendo isso, e essa gente vai estar notando para ver se estamos fazendo direito”, declarou o presidente da República. “É um problema que repercute nas manchetes de jornais, nos editoriais de jornais, no chamado mercado. Toda vez que a gente está cuidando de fazer política social é tratado como gasto. Isso não é à toa. Essa foi uma doutrina de palavras criadas para induzir a gente a determinados erro”, disse o petista.

Lula também deu como exemplo as vezes em que seu governo destina dinheiro para educação, e citou o exemplo dos professores: “Salário merreca para pessoa que toma conta de 40 crianças na sala de aula, ou de 50.” Lula também disse que será necessário um programa para incentivar estudantes a se tornarem professores.

O presidente também criticou a descontinuidade de programas lançados na gestão do PT nos governos de Michel Temer e Jair Bolsonaro. “Historicamente a gente semeia, a gente aduba, a gente joga água, e quando a gente sai vem alguém e destrói tudo com a maior desfaçatez. E mais incrível é que não há reação do movimento contra a destruição”, disse Lula.



Source link

News

Fortes pancadas de chuva atingem várias regiões do Brasil com temporais localizados



Saiba como clima irá se comportar nesta quinta-feira (17) em todas as regiões do país:

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Sul

Novas áreas de instabilidade avançam do interior do continente, provocando chuva entre o noroeste do Rio Grande do Sul, metade oeste de Santa Catarina e sul do Paraná. Nas demais áreas da região, o dia será de sol entre muitas nuvens. As temperaturas ficam elevadas, principalmente no norte paranaense.

Sudeste

Áreas de instabilidade continuam se espalhando pelo Sudeste do país, provocando chuva no centro-norte e Triângulo Mineiro, além do Espírito Santo. Na metade oeste de Minas Gerais, não se descarta chuva forte e alguns temporais localizados. Já no norte de São Paulo e áreas mais centrais do estado do Rio de Janeiro, a previsão é de pancadas de chuva. Nas demais áreas paulistas, no sul mineiro e no norte fluminense, predomínio de tempo firme.

Centro-Oeste

Áreas de instabilidade se espalham pelo Centro-Oeste, provocando chuva a qualquer momento entre Mato Grosso e Goiás. A chuva pode ser forte e acompanhada por trovoadas, especialmente no norte do Mato Grosso do Sul. Na metade oeste e sudoeste do Mato Grosso do Sul, há pancadas de chuva isolada. As temperaturas permanecem elevadas, e faz calor em toda a região.

Nordeste

Tempo instável e com chuva a qualquer momento no oeste da Bahia, centro-sul do Piauí e do Maranhão, onde não se descartam temporais localizados. Nas demais áreas desses estados, há pancadas de chuva com trovoadas. Entre Sergipe e Rio Grande do Norte, a chuva ocorre de forma mais isolada, enquanto no norte do Ceará e no interior do Rio Grande do Norte, o sol aparece entre algumas nuvens passageiras.

Norte

Previsão de pancadas de chuva a qualquer hora, de moderada a forte, com possibilidade de temporais localizados entre o Tocantins e o sudeste do Pará. No Amazonas e em Roraima, há pancadas de chuva isolada, alternadas com períodos de melhora, assim como no norte e leste do Amapá. Em Rondônia, o dia será mais nublado, com possibilidade de chuva a qualquer momento. Não há previsão de chuva no norte do Pará e na capital, Belém.



Source link

News

Chicago reabre em alta com sinais de demanda aquecida nos EUA



Os contratos da soja em grão registram alta nas negociações da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) nesta manhã, buscando recuperação após quatro pregões consecutivos de baixa. Segundo a Safras & Mercado, essa recuperação é impulsionada pela forte demanda de esmagamento nos Estados Unidos, embora os ganhos sejam limitados pelo avanço da colheita americana e pelas previsões de chuvas no Brasil.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

A Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (Nopa) informou que o esmagamento de soja alcançou 177,320 milhões de bushels em setembro, um recorde para o mês e acima das expectativas de 170,331 milhões. O volume também supera os 158,008 milhões de agosto e os 165,456 milhões de setembro de 2023.

Além disso, exportadores privados dos EUA informaram ao USDA a venda de 175.000 toneladas de soja para destinos não revelados, com entrega programada para a temporada 2024/25.

Atualmente, os contratos com entrega em novembro estão cotados a US$ 9,97 por bushel, alta de 6 centavos, ou 0,60%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos para janeiro de 2025 operam com avanço de 4,75 centavos, ou 0,47%, cotados a US$ 10,08 1/4 por bushel.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

valorização do feijão se mantém em outubro


De acordo com os dados da edição de outubro do Boletim Agropecuário produzido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) divulgado pelo Observatório Agro Catarinense, o mercado de feijão em Santa Catarina apresentou forte valorização em setembro. O preço do feijão-carioca subiu 11,30% em comparação ao mês anterior, enquanto o feijão-preto teve uma alta de 25,05%. Na comparação anual, o feijão-preto está 25,52% mais caro, enquanto o feijão-carioca registrou aumento de 10,26%.

Nos primeiros 10 dias de outubro, a tendência de alta se manteve: o feijão-preto subiu 1,21% e o feijão-carioca 0,34%. Esses aumentos estão relacionados às condições climáticas adversas, que têm impactado diretamente a produção e a oferta do produto.

A variação nos preços do feijão está fortemente ligada à oferta, que sofre com oscilações causadas por fenômenos climáticos, como cheias, secas e geadas. Essas variações afetam as épocas de plantio, o desenvolvimento das lavouras e a colheita. As condições climáticas influenciam diretamente a produção, criando uma sazonalidade que também reflete nos preços, tanto para os produtores quanto para os consumidores.

Em setembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou suas estimativas para a safra 2024/25, apontando uma queda de 9,54% na produção nacional de feijão, resultado principalmente da seca nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. Enquanto a produção deve diminuir, o consumo deve crescer 1,64%, aumentando a necessidade de importação em 51,2% em relação ao ano anterior. A expectativa é de que o estoque final seja 17,43% maior ao término do ciclo.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), o início da safra 2024/25 de feijão pode ser influenciado pelo fenômeno La Niña, que tende a reduzir as chuvas na Região Sul do Brasil, afetando negativamente as plantações em Santa Catarina e Paraná. Por outro lado, o Rio Grande do Sul pode ser beneficiado por chuvas mais regulares, o que favoreceria as lavouras de inverno e o plantio da nova safra. Contudo, há o risco de uma redução na umidade do solo em dezembro, caso o fenômeno La Niña se intensifique.

Até o final de setembro, cerca de 17% da área destinada ao cultivo de feijão em Santa Catarina já havia sido plantada, com as condições climáticas sendo favoráveis ao desenvolvimento das lavouras. As regiões de Araranguá, Criciúma e Tubarão apresentaram 88% da área já semeada, e as plantas estão se desenvolvendo bem. Em Chapecó, Xanxerê e São Miguel do Oeste, 30% da área de cultivo foi semeada, com boa germinação e desenvolvimento das lavouras.

Nas regiões de Canoinhas, São Bento do Sul, Curitibanos, Joaçaba e Campos de Lages, o plantio comercial deverá começar na segunda quinzena de outubro, para evitar perdas causadas por possíveis geadas tardias. Em Curitibanos, muitos produtores preferem semear o feijão após a colheita do trigo, entre o final de novembro e o início de dezembro.

A estimativa para a safra 2024/25 de feijão em Santa Catarina é de um crescimento de 3,9% na área plantada, com uma produtividade média de 1.926 kg/ha, um aumento de 11,4% em relação ao ciclo anterior. A produção total deve atingir 55,6 mil toneladas, um crescimento de 15,8%.





Source link