segunda-feira, julho 27, 2026

Agro

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confira as notícias que afetam o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca o impacto positivo da reunião entre Lula e os banqueiros, que trouxe alívio momentâneo ao mercado. Real oscila e fecha em leve desvalorização, refletindo a valorização global do dólar. No cenário internacional, expectativa de corte de juros pelo BCE e bons resultados das empresas nos EUA dão suporte aos mercados. Na China, PIB do terceiro trimestre deve crescer mais de 4,5%.



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Intensa seca compromete plantio de soja no MT


O ano de 2024 tem sido difícil para os produtores




“Temos uma perspectiva de 1,5 milhão de hectares para a cultura de algodão"
“Temos uma perspectiva de 1,5 milhão de hectares para a cultura de algodão” – Foto: USDA

Nesta semana, Mato Grosso completa 150 dias sem chuva, resultando em uma seca severa que impacta o plantio da soja (1ª safra) e a futura cultura de algodão. A viabilidade produtiva destes cultivos está ligada ao período de semeadura, que é afetado pela colheita da soja, programada para se encerrar até o fim de janeiro. Essa situação preocupa os produtores locais, que temem não apenas os efeitos imediatos sobre a soja, mas também as consequências na segunda safra.

Rodrigo Pasqualli, diretor executivo da Fundação Rio Verde e do evento Show Safra, afirma: “Temos uma perspectiva de 1,5 milhão de hectares para a cultura de algodão. A falta de chuva para a soja promete influenciar a implantação dessa área, com riscos de viabilidade de cultivo.” A área agricultável do estado para o plantio de soja é de cerca de 12,4 milhões de hectares, mas o progresso do cultivo não se compara a anos anteriores.

Pasqualli ressalta que, apesar das particularidades do solo e clima, essa seca é inédita e está tornando o momento desafiador para os agricultores, que ainda enfrentaram queimadas recentemente. “Estamos mobilizando nossa equipe de pesquisa para entender estratégias que podem ser adotadas para reduzir o impacto da seca.”

O ano de 2024 tem sido difícil para os produtores, que já lidaram com rendimentos baixos na safra anterior. A Fundação Rio Verde investe em soluções inovadoras para mitigar esses problemas. “Ansiamos colher resultados antes do início da segunda safra”, conclui Pasqualli. A situação destaca a necessidade de estratégias eficazes para enfrentar os desafios climáticos em Mato Grosso.
 





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Aeroporto Salgado Filho retoma operações na segunda (21)


Voos ocorrerão entre 8h e 22h





Foto: Nadia Borges

Após as enchentes ocorridas em maio em Porto Alegre-RS, o Aeroporto Salgado Filho retomará suas operações na próxima segunda-feira, dia 21 de outubro. O retorno será gradual, com 1.800 metros de pista reabertos inicialmente, permitindo a realização de 128 voos diários e 900 voos semanais. O volume representa cerca de 70% dos voos que ocorriam antes da enchente que forçou o fechamento do terminal em maio. Apesar da reabertura, os voos que vinham sendo operados temporariamente pela Base Aérea de Canoas não serão interrompidos de imediato. A transição completa para o Salgado Filho ocorrerá de forma gradual nos próximos três meses.

Durante as Reuniões Extraordinárias da Comissão de Segurança Operacional da Fraport Brasil, realizadas no último dia 8, foram discutidos os protocolos de segurança e operação para garantir a reabertura segura. “O compromisso com a Segurança Operacional de todos os elos da comunidade aeroportuária é fundamental para a retomada segura”, afirmou José Carlos Saraiva, coordenador de segurança operacional do aeroporto.

As operações domésticas ocorrerão entre 8h e 22h, com funcionamento parcial da infraestrutura até o dia 16 de dezembro, quando a pista será ampliada para 1.500 metros adicionais. O comandante do Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de Canoas (DTCEA-CO), Capitão Aviador Carlos Emilião Pinto, destacou a importância da retomada para a população gaúcha e assegurou que o foco na segurança está garantido.

 





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Dia será marcado por chuva forte em 4 regiões brasileiras



O início da segunda quinzena de outubro tem sido marcado por chuva mais distribuída no país. Confira a previsão do tempo para as cinco regiões brasileiras:

Sul

Novas áreas de instabilidade avançam do interior do continente provocando chuva entre o noroeste gaúcho, metade oeste de Santa Catarina e sul do Paraná. Nas demais áreas da Região Sul, o dia será de sol entre muitas nuvens. As temperaturas ficam elevadas, principalmente no norte paranaense.

Sudeste

Áreas de instabilidade seguem se espalhando pelo Sudeste do país, provocando chuva no centro-norte, Triângulo Mineiro e Espírito Santo. Na metade oeste de Minas Gerais não se descarta chuva forte e alguns temporais localizados, enquanto o norte de São Paulo e áreas mais centrais do estado do Rio de Janeiro continuam com previsão de pancadas de chuva. Nas demais áreas paulistas, sul mineiro e norte fluminense, predomínio de tempo firme.

Centro-Oeste

Áreas de instabilidade seguem se espalhando pelo Centro-Oeste, provocando chuva a qualquer hora entre Mato Grosso e Goiás. A precipitação pode vir com forte intensidade e acompanhada por trovoadas, assim como no norte de Mato Grosso do Sul. Na metade oeste e sudoeste sul-matogrossense, pancadas de chuva isolada. As temperaturas ficam elevadas em toda a Região.

Nordeste

Tempo instável e com precipitações a qualquer momento entre o oeste da Bahia, centro-sul do Piauí e do Maranhão, onde não se descartam alguns temporais localizados. Nas demais áreas desses estados, pancadas de chuva com trovoadas. Entre Sergipe e Rio Grande do Norte, a chuva acontece de forma mais isolada, enquanto no norte do Ceará e interior do Rio Grande do Norte o sol aparece entre algumas nuvens passageiras.

Norte

Previsão de pancadas de chuva a qualquer hora, entre moderada a forte e até com alguns temporais localizados entre o Tocantins e sudeste do Pará. No Amazonas e em Roraima, pancadas de chuva isolada alternadas com períodos de melhoria, assim como no norte e leste do Amapá. Em Rondônia, dia mais nublado e com precipitações que podem vir a qualquer momento. Só não chove no norte paraense e na capital Belém.



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Os desafios do agro na América Latina


O setor agrícola na América Latina, especialmente no Brasil, enfrentou desafios significativos em 2023, com impactos diretos nas principais empresas do agronegócio. A combinação de altos estoques de canais e a redução da demanda resultou em menores volumes de vendas. As condições climáticas adversas, como a seca no Brasil, prejudicaram ainda mais a produção agrícola. No contexto econômico, a Argentina continuou enfrentando problemas, como hiperinflação e restrições cambiais, o que limitou a disponibilidade de crédito em várias regiões. Apesar desses desafios, a América Latina continua a ser um mercado crucial para as empresas agroquímicas, oferecendo oportunidades de crescimento e inovação.

O mercado latino-americano de proteção de cultivos, que representa 29% do mercado global, experimentou um leve declínio. Embora os preços de agroquímicos como glifosato e glufosinato tenham caído, eles permaneceram robustos durante as janelas de compra. O crescimento do mercado foi impulsionado pela expansão das áreas plantadas e pela pressão de pragas nas regiões do norte. Enquanto países como Chile, Colômbia e Bolívia tiveram desempenhos positivos, o Paraguai e o México enfrentaram condições secas.

Analisando o desempenho das seis principais multinacionais do setor, observou-se que todas relataram queda na receita em 2023. Exceto a Bayer Crop Science, que teve uma redução de apenas 4,9%, as demais empresas apresentaram declínios de dois dígitos. A Syngenta viu uma queda de 14% nas vendas, impactada pela diminuição dos volumes de produtos herbicidas, enquanto a FMC sofreu uma queda de 35% devido à desestocagem e à seca. No entanto, a região ainda representa uma parte significativa das receitas globais dessas empresas.

Para enfrentar os desafios, as multinacionais estão se concentrando em inovações. A Syngenta e a UPL, por exemplo, lançaram novos produtos biológicos e tecnologias, apostando na demanda por soluções sustentáveis. A UPL, por sua vez, está investindo fortemente em bioinseticidas e bionematicidas, como o Nimaxxa, que promete revolucionar a proteção contra nematoides. A adoção de estratégias digitais, como as plataformas Climate FieldView da Bayer e xarvio FIELD MANAGER da BASF, está permitindo uma agricultura mais eficiente e informada, enquanto parcerias estratégicas estão fortalecendo a distribuição e a pesquisa no setor.
 





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Futuros de soja dos EUA sobem


Os futuros de soja nos Estados Unidos registraram alta durante o pregão noturno desta quarta-feira, 16 de outubro de 2024. O movimento foi impulsionado por compras técnicas e pela expectativa de que a produção brasileira, o maior exportador global da oleaginosa, fique abaixo das estimativas divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA).

De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil, a produção do país deve alcançar pouco mais de 166 milhões de toneladas. Em contraste, o USDA havia projetado, na semana passada, uma colheita de 169 milhões de toneladas para o Brasil. Mesmo que as previsões da Conab se confirmem, o volume ainda representaria um aumento de 13% em relação ao ano anterior.

Nos Estados Unidos, a colheita de soja segue avançando, com 67% da safra já armazenada, conforme dados recentes do USDA. Esse índice está acima dos 47% registrados na semana anterior e supera a média de cinco anos, que é de 51%. O milho, por sua vez, também mostra avanço significativo, com 47% da colheita concluída, comparado aos 30% da semana passada e à média de 39% para o período. O plantio de trigo de inverno progrediu, com 64% das áreas plantadas, contra 51% na semana anterior e uma média histórica de 66%. Cerca de 35% das plantas já emergiram, superando os 25% registrados anteriormente e a média de 38%.

Na Bolsa de Chicago, os futuros de soja para entrega em novembro subiram 4½¢, fechando a US$ 10,08 por bushel. O farelo de soja teve alta de US$ 2,60, chegando a US$ 314,40 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja subiu 0,2¢, cotado a 42,65¢ por libra. Os contratos futuros de milho também apresentaram elevação, subindo 2¼¢, para US$ 4,03½ por bushel. Em contrapartida, os futuros de trigo para entrega em dezembro recuaram 3¢, para US$ 5,76½ por bushel, e os contratos de trigo de Kansas City caíram 2¼¢, para US$ 5,80¾ por bushel.





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as 10 maiores somam R$ 12 bilhões; veja lista



Os pedidos de Recuperação Judicial (RJ) do agronegócio brasileiro atingiram o maior nível em quase 20 anos.

Entre as 10 maiores empresas devedoras do setor, os débitos já somam mais de R$ 12 bilhões, aumento de 150% em comparação a maio deste ano, quando o montante atingia R$ 5 bilhões. O dado provém de levantamento do escritório Diamantino Advogados Associados.

10 maiores recuperações judiciais do agro

  1. Agrogalaxy Participações – R$ 4,67 bi – Goiânia (GO)
  2. Grupo Patense – R$ 2,15 bi – Patos de Minas (MG)
  3. Sperafico Agroindustrial – R$ 1,07 bi – Toledo (PR)
  4. Usina Maringá e Indústria Comércio – R$ 1,02 bi – Santa Rita do Passa Quatro (SP)
  5. Elisa Agro Sustentável – R$ 679,6 mi – Aruanã (GO)
  6. Usina Açucareira Ester – R$ 651,7 mi – Cosmópolis (SP)
  7. Grupo AFG – R$ 648,5 mi – Cuiabá (MT)
  8. Grupo Portal Agro – R$ 548,8 mi – Paragominas (PA)
  9. Grupo Libra Bioenergia – R$ 534,7 mi – Cuiabá (MT)
  10. Grupo Cella – R$ 327,6 mi – Cuiabá (MT)

De acordo com o advogado Eduardo Diamantino, apesar de empresas de outros setores terem dívidas em RJ muito maiores, a crise no agronegócio é mais grave do que nos ramos da indústria e do comércio.

“Acredito que hoje o agro capitaneia a crise máxima. Isso acontece porque temos a ‘tempestade perfeita’: estoques de alimentos sobrando no mundo, a questão climática, com secas e incêndios e, também, os custos que aumentaram e a baixa no valor das commodities”.

Dados da Serasa apontam que apenas 25% das empresas em RJ conseguem, de fato, se recuperar financeiramente.



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Arroz registrou alta em setembro


Já na parcial do ano os valores ao produtor acumulam queda


Foto: Pixabay

O arroz teve alta em todos os segmentos no mês de setembro, segundo dados do Cepea na parcial do ano os valores ao produtor acumulam queda, as cotações no atacado e varejo registram altas. 

Conforme dados do  Instituto Rio Grandense do arroz (Irga), a média do arroz beneficiado em setembro foi de R$ 160,05/sc de 30 kg, elevação de 11,4% frente à de ago/24. Já, no mesmo período, os preços ao produtor subiram 1,1%, segundo o Cepea, e no mercado varejista, 0,44%, conforme o IBGE.

Pesquisadores do Cepea chamam a atenção ao fato de os valores do arroz beneficiado no atacado seguirem próximas às variações do arroz beneficiado no mercado externo. Em 12 meses, a média nominal do arroz importado, já em Reais, subiu 38,4%, sendo 27,3% apenas em 2024.





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JBS expande hub de serviços a produtores de todo o Brasil



Uma das maiores empresas de alimentos do mundo, a JBS está ampliando o serviço de atendimentos a produtores do programa Escritórios Verdes JBS para todo o Brasil, por meio de um novo canal de atendimento virtual.

O lançamento do EV Virtual é uma ampliação do bem-sucedido programa Escritórios Verdes, criado em 2021 e que já permitiu que 13 mil imóveis rurais voltassem a participar da cadeia de fornecimento com a regularização de documentações e de passivos socioambientais, com 5 mil hectares destinados a recuperação ambiental.

Agora, além do atendimento presencial em 20 unidades da JBS, o produtor poderá buscar atendimento por e-mail, por telefone e por WhatsApp.

O Escritório Verde Virtual será responsável por realizar os atendimentos iniciais, filtrar e categorizar as demandas para gerar as ações de solução aos produtores ou direcionar o atendimento presencial do Escritório Verde da região mais próximo do produtor.

Regularização ambiental

O objetivo do novo canal de atendimento é fortalecer a relação de parceria com os produtores e possibilitar o acesso de novos produtores que buscam a regularização ambiental de suas propriedades.

Deste modo, as equipes dos Escritórios Verdes poderão se dedicar a atender demandas específicas, de forma ainda mais personalizada e próxima de produtores parceiros.

“É muito gratificante participar ativamente da construção de elos produtivos mais sustentáveis por meio do apoio efetivo e com recursos práticos, seguros e tecnológicos a produtores e produtoras rurais. Agora, eles podem contar com um modelo mais completo de atendimento do Escritório Verde, nosso programa de extensão rural que se confirma de grande utilidade para o setor dia após dia”, explica Liège Correia, diretora de Sustentabilidade da JBS Brasil.

Atendimento do Escritório Verde

O atendimento do Escritório Verde Virtual é realizado de segunda a sexta-feira, das 08h às 20h, com ligações gratuitas pelo número 0800 018 0033, os interessados também poderão solicitar atendimento pelo e-mail [email protected] ou por meio do WhatsApp (11) 3777-4375.

“O Escritório Verde Virtual é uma forma nova de atender aos produtores com mais flexibilidade e maior abrangência. A partir desse lançamento, portanto, a gente pretende ampliar ainda mais o acesso ao programa de forma prática e eficiente”, pontua Fábio Dias, diretor de Pecuária da Friboi e líder de Agricultura Regenerativa da JBS Brasil.

Plataforma Pecuária Transparente da JBS

O lançamento do Escritório Verde Virtual integra a estratégia da JBS de seguir avançando em uma cadeia de fornecimento sustentável com a expansão de plataformas de apoio a produtores, investindo em produtividade, inovação e sustentabilidade.

Como exemplo disso, desde 2021, a companhia conta com a Plataforma Pecuária Transparente, um sistema que permite que os fornecedores da JBS apliquem os mesmos critérios socioambientais aos seus próprios fornecedores.

Além disso, recentemente a empresa lançou a ferramenta ‘Cowbot’, que permite aos pecuaristas realizar consultas gratuitas sobre a situação socioambiental da sua cadeia de fornecimento, por meio de um chatbot e os dados de localização da propriedade com a qual está negociando.

Neste ano, a JBS também iniciou a operação dos Escritórios Verdes 2.0, um hub de prestação de serviços socioambientais a pequenos produtores rurais, que oferece assistência em três frentes distintas:

  • Escritório Verde Ambiental, para regularização ambiental e requalificação comercial de fazendas na cadeia produtiva;
  • Escritório Verde Assistência Técnica, para suporte à melhoria da qualidade do solo, visando a recuperação de pastagem, visando o aumento da produtividade e rentabilidade das fazendas de produção familiar; e
  • Escritório Verde Assistência Gerencial, que fornece capacitação e ferramentas que visam melhoria na gestão e produtividade para produtores aperfeiçoarem a administração de sua produção e propriedades, por meio do programa Fazenda Nota Dez.



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Mercado do boi continua superaquecido; veja as cotações



O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com preços mais altos nesta quarta-feira (16).

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, considerando a atual posição das escalas de abate, que continuam na pior posição da atual temporada.

“Sob o prisma da demanda, o mercado ainda convive com sintomas de superaquecimento, com exportações muito agressivas na atual temporada, caminhando para um recorde histórico”, disse o analista da empresa, Fernando Henrique Iglesias.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 306,75
  • Goiás: R$ 299,29
  • Minas Gerais: R$ 302,94
  • Mato Grosso do Sul: R$ 304,89
  • Mato Grosso: R$ 276,96.

Mercado atacadista

O mercado atacadista voltou a apresentar alta em seus preços e o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo.

“Vale o destaque para as proteínas concorrentes, que também devem apresentar elevação em seus preços em função do atual movimento delimitado na carne bovina, com grande destaque para a de frango”, alerta Iglesias.

O quarto dianteiro foi precificado a R$ 18,20 por quilo, alta de R$ 0,20. O quarto traseiro foi cotado a R$ 23,20, por quilo, alta de R$ 0,20. Ponta de agulha segue no patamar de R$ 17,25, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,05%, sendo negociado a R$ 5,6639 para venda e a R$ 5,6619 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6314 e a máxima de R$ 5,6993.



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