segunda-feira, julho 27, 2026

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Seca ameaça colheitas de trigo na Rússia e Ucrânia


Metade ocidental da Ucrânia e Rússia se recupera com chuvas





Foto: Canva

Segundo o boletim “Weekly Weather and Crop Bulletin”, divulgado nesta quarta-feira (16) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), um bloqueio atmosférico de alta pressão, que havia persistido por semanas no oeste da Rússia, começou a se deslocar para o leste, mantendo a seca em áreas orientais, mas permitindo que chuvas atingissem a metade ocidental da região. Pouca ou nenhuma precipitação foi observada no leste da Ucrânia e no oeste da Rússia, exceto por leves chuvas de 2 a 12 mm ao longo da costa russa do Mar Negro, no final do período de monitoramento.

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A seca severa e extrema continua a impactar as principais áreas de cultivo de trigo de inverno no oeste da Rússia e no leste da Ucrânia, onde as precipitações dos últimos 90 dias somam menos de 25% do esperado. O trigo de inverno, normalmente plantado entre o final de agosto e setembro, tem sido severamente afetado, com muitos produtores optando por pulverizar as safras ou adiar o plantio para a primavera, mudando para cultivos de verão.

De acordo com o “Weekly Weather and Crop Bulletin”, por outro lado, as chuvas se intensificaram e se expandiram nas regiões ocidentais, com volumes variando de 10 a 100 mm, beneficiando a Moldávia, o sudoeste da Ucrânia e o noroeste da Rússia. Com isso, as perspectivas para as colheitas de inverno são mais otimistas nessas áreas.

Ainda assim, o Índice de Saúde da Vegetação (VHI), obtido por satélite, continua mostrando condições ruins a péssimas no leste da Ucrânia e em grande parte da Rússia. Já na Moldávia e no oeste da Ucrânia, as recentes e contínuas chuvas contribuíram para uma recuperação no vigor das culturas, conforme os dados do USDA.





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Banco do Brasil libera R$ 1,5 bilhão pelo RenovAgro no 1º trimestre da safra



Desde o lançamento do Plano Safra 2024/2025, no início de julho, o Banco do Brasil somou R$ 1,5 bilhão em financiamento por meio do RenovAgro – Programa de Financiamento a Sistemas de Produção Agropecuária Sustentáveis.

O montante representa aproximadamente 80% de todo o volume contratado pelo sistema financeiro nessa modalidade nos três primeiros meses da atual safra.

O RenovAgro oferece juros a partir de 7% ao ano, prazo de até 12 anos para reembolso e carência de até três anos, a depender do item financiado, e é destinado a produtores rurais e cooperativas de produção. O programa abrange investimentos sustentáveis para redução das emissões de gases de efeito estufa, contribuindo para a recuperação de pastagens, lavouras e áreas degradadas, implantação e melhoramento de planos de manejo florestal sustentável e plantio direto, além de regularização ambiental de propriedades rurais.

A modalidade apoia também os produtores que tiveram suas propriedades impactadas pelos recentes incêndios em vários estados, possibilitando a recuperação de áreas e correção de solos e a retomada das atividades e produção.

“Com essa atuação, em alinhamento com os programas do governo federal, o Banco do Brasil reforça sua proximidade com os produtores rurais e a sua posição de liderança e de maior parceiro da agricultura familiar e empresarial, apoiando as melhores práticas no campo e o aumento da produção agropecuária em bases sustentáveis, impulsionando o desenvolvimento socioeconômico e ambiental”, afirma o vice-presidente de Agronegócio e Agricultura Familiar do Banco do Brasil, Luiz Gustavo Braz Lage.

Para contratar, o produtor deve procurar uma agência do Banco do Brasil.



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setor agrícola ainda dependente de rodovias



A oferta ferroviária no Brasil não tem acompanhado o crescimento acelerado da produção agrícola, mantendo o setor dependente principalmente do transporte rodoviário. Em 2023, apenas 18,5% dos produtos movimentados pelas ferrovias foram de origem agrícola, destacando a urgência de investimentos e modernização da malha ferroviária no país.

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Essa realidade foi tema de discussão recente no Senado, com foco na necessidade de expansão e modernização das ferrovias para atender à crescente demanda do agronegócio. A assessora técnica da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Elisângela Pereira Lopes, ressaltou que, apesar do crescimento da produção agrícola, a participação do setor nas ferrovias permanece estagnada. “Desde 2010, a movimentação de produtos agropecuários nas linhas férreas representa apenas 19% do total transportado”, afirmou.

Uma das grandes esperanças para melhorar essa logística está no Centro-Oeste, onde a Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico) e a Ferrovia Norte-Sul prometem facilitar o escoamento da produção de grãos até os portos. Outro destaque é a Ferrogrão, com 933 km de extensão, que conectará o Mato Grosso aos terminais de Santarém, no Pará. Segundo especialistas, essa nova ferrovia pode reduzir o custo do frete em até 40%, otimizando o transporte de grãos em uma das regiões mais produtivas do país.

A expectativa é que, até 2034, o Mato Grosso atinja uma produção de 149 milhões de toneladas de grãos, tornando inviável a dependência exclusiva do transporte rodoviário. “Precisamos de um transporte de grande capacidade, e a Ferrogrão se apresenta como uma solução promissora”, destacou Elisângela.



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Tomate industrial deve recuperar 10% da produção após perdas por chuvas e pragas


Com a fase de colheita do tomate industrial praticamente concluída, a Tomate BR divulga novo balanço da safra esperada para 2024.

De acordo com a entidade, a produção do alimento deve se recuperar em 10% neste ano, retomando os patamares registrados em 2022.

Isso acontece após as adversidades climáticas vividas pelo setor no início deste ano, como chuvas intensas durante a etapa de transplante das mudas e a proliferação de pragas, acelerada pelas altas temperaturas.

Área de tomate em 2024

Com uma área cultivada de 18,7 mil hectares, a safra de 2024 pode totalizar quase 1,7 milhão de toneladas, de acordo com o levantamento realizado pela associação em outubro.

O diretor da Tomate BR, Vlamir Breternitz, já considera o período como mais um ano desafiador aos produtores, embora tenha sido um pouco melhor que 2023.

“O ano passado representou um cenário sem precedentes, por isso, quando falamos que a safra de 2024 vai se recuperar em 10%, não podemos afirmar como algo tão positivo. É na verdade um pequeno fôlego a este mercado”.

Segundo ele, assim como em outros tipos de lavoura, as mudanças climáticas se tornaram um complicador à produtividade.

“No início do ano tivemos chuvas intensas que interferiram no transplante das mudas, atrasando o cronograma e reduzindo algumas áreas. Junto a isso, a proliferação de pragas, como a mosca branca, ganhou força em virtude das altas temperaturas e algumas lavouras tiveram que ser erradicadas”, conta.

Impacto dos incêndios florestais

MPF aciona justiça para contratação de brigadistas contra incêndiosMPF aciona justiça para contratação de brigadistas contra incêndios
Foto: Valter Campanato

Embora os incêndios florestais não tenham afetado diretamente as áreas de cultivo do tomate industrial, Breternitz aponta uma preocupação de como essas ocorrências podem impactar a produtividade da safra prevista para 2025.

“Sem dúvida é um cenário alarmante, mas pensando no tomate industrial, o maior impacto ainda pode estar por vir. As secas e o calor já estão interferindo nas lavouras e as maiores preocupações são referentes ao armazenamento de água, à preservação da mata ciliar e ao abastecimento dos lençóis freáticos”.

De acordo com o diretor, se as chuvas não vierem em quantidade significativa nos próximos meses, o suficiente para repor os reservatórios, pode não ser possível cultivar em certas áreas e as pragas podem vir de forma ainda mais intensa do que o registrado no início deste ano.



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Chuvas no estado do Piauí: o plantio da soja já começou?



O plantio da safra da soja 2024/25 já começou em diversas áreas do sul e sudoeste do Piauí, impulsionado pelas primeiras chuvas na região, que ocorreram entre terça (15) e quarta-feira (16). As informações são da Safras & Mercado.

Embora a maioria dos produtores tenha aguardado um aumento nas precipitações antes de iniciar o plantio, a situação se mostra favorável, com chuvas previstas para continuar ao longo da semana.

O presidente da Aprosoja Piauí, Alzir Aguiar, afirmou que tudo indica que o nível de precipitação necessário está sendo alcançado, permitindo que os produtores sigam com suas atividades.

“Na região, as práticas como o plantio direto levam os produtores a adotar uma abordagem cautelosa, garantindo um plantio seguro. As chuvas tendem a se intensificar em novembro, momento em que o ritmo do plantio realmente acelera”, destaca Alzir Aguiar.

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Quais as projeções da Aprosoja-PI?

A Aprosoja Piauí projeta um crescimento na área destinada à soja entre 2% e 4% em relação aos 1,087 milhão de hectares plantados na temporada 2023/24. Na safra anterior, o rendimento médio foi de 3.848 quilos por hectare. Para este ano, embora exista a possibilidade de redução nos investimentos, as condições climáticas favoráveis podem levar a uma colheita de cerca de 3.600 quilos por hectare.

Conforme levantamento da Safras & Mercado, a área dedicada ao cultivo de soja no Piauí deve atingir 1,15 milhão de hectares, representando um aumento de 5,5% em relação aos 1,090 milhão de hectares da safra 2023/24. A produção estimada para 2024/25 é de 4,257 milhões de toneladas, o que significa um crescimento de 9% em relação à safra anterior, que foi de 3,904 milhões de toneladas. O rendimento médio previsto é de 3.720 quilos por hectare, superando os 3.600 quilos obtidos na temporada passada.



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Das passarelas para o agro: Gisele Bündchen investe em rancho na Flórida


A supermodelo Gisele Bündchen, mundialmente conhecida por sua carreira nas passarelas, está agora ampliando seus horizontes no setor agrícola. A top model brasileira adquiriu recentemente um rancho na Flórida, reforçando a tendência de celebridades que buscam investimentos no agronegócio e em propriedades rurais nos Estados Unidos.

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A propriedade rural de Gisele está localizada na região de Southwest Ranches, uma área conhecida por atrair investidores do agro devido à sua proximidade com centros urbanos, clima favorável e infraestrutura robusta. Além de ser um refúgio para quem busca uma vida mais próxima à natureza, a área oferece oportunidades para diversas atividades agrícolas, como cultivo e criação de animais.

A Flórida tem se destacado como um destino atrativo para investidores no setor agropecuário, especialmente devido à sua posição como maior produtora de laranjas dos Estados Unidos e segunda maior do mundo, atrás apenas de São Paulo, no Brasil. A produção de açúcar também é significativa, com o estado representando 22% da produção nacional. Outros cultivos importantes na região incluem algodão, tomate, batata e cana-de-açúcar, além da pecuária.

A propriedade rural de Gisele está localizada na região de Southwest Ranches. (Foto: Divulgação)A propriedade rural de Gisele está localizada na região de Southwest Ranches. (Foto: Divulgação)

O clima subtropical da Flórida, com mais de 300 dias de sol por ano, cria condições propícias para a agricultura. Este ambiente torna o estado uma opção para aqueles que desejam investir em um negócio rural de sucesso, como Gisele, que parece estar abraçando essa nova fase de sua vida, buscando o equilíbrio entre a vida no campo e a proximidade com centros urbanos.



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Conheça o Porteira Aberta Empreender



Organização dos serviços, controle de estoque, gestão administrativa, financeira, tributária e contábil. Esses são apenas alguns dos itens da grande lista diária de um micro ou pequeno produtor rural. Tarefa árdua para quem empreende e que, por vezes, pode não ser compreendida na sua totalidade, diminuindo a rentabilidade e gerando até mesmo mais burocracia. Para auxiliar e levar conhecimento descomplicado a micro e pequenos empreendedores brasileiros que realizam tarefas como estas, o Canal Rural, em parceria com o Sebrae, lança o projeto Porteira Aberta Empreender.

A iniciativa tem como objetivo incentivar empreendedores do campo a atuarem de  forma consciente na tomada de decisão, gerar mudanças propositivas que garantam mais organização, produtividade e rentabilidade, enquanto aprendem, se atualizam e encontram novas soluções de acordo com as necessidades diárias. Tudo isso feito por meio de histórias reais, soluções de dúvidas, dicas práticas e exemplos mostrados de produtor para produtor.  Para isso, técnicos do Sebrae e especialistas de áreas diversas estarão presentes nos canais multiplataforma compostos pela editoria Empreendedorismo, neste site, nas redes sociais, programas de Youtube e na TV.

O Porteira Aberta Empreender rodará por todas as regiões do Brasil para acompanhar os desafios e oportunidades dos micro e pequenos empreendedores rurais em todos os momentos das suas jornadas. Desta forma, além de impulsionar esses negócios e suas capacidades produtivas, indiretamente também ajuda a alavancar as economias locais e desenvolvê-las socialmente. 

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Com conteúdos inéditos, mas conectados entre si, o projeto atuará para que o micro e pequeno produtor rural entenda por completo os temas abordados, opine sobre os assuntos que quer aprender e tire suas dúvidas. Semanalmente as plataformas trarão ideias, dicas, informações e curiosidades sobre o mundo do empreendedorismo rural de forma complementar para que o tema abordado seja compreendido em sua totalidade. 

Confira:

  • Vídeos com curiosidades e dicas práticas para Tv e Redes Sociais: com linguagem fácil e informações rápidas com foco no produtor que está sempre no campo, mas não deixa de estar conectado.
  • Site do Canal Rural: a editoria Empreendedorismo será composta por análises e opiniões mais aprofundadas, além de histórias e exemplos inspiradores para trazer mais detalhes e conhecimento sobre o mundo do empreendedorismo. 
  • Programa na TV: programa com os principais temas para ajudar na gestão, organização e rentabilidade do micro e pequeno produtor. 
  • Programa no YouTube: conversas, histórias, análises e dicas mais aprofundadas sobre o mundo do empreendedorismo. 
  • Você na Porteira: o canal direto para interagir via WhatsApp, sugerir assuntos, enviar perguntas e contar sua história pelo (11) 93279-6720.

Porteira Aberta Empreender. Abra as porteiras do seu negócio e venha empreender com a gente!



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Dupla é presa no Porto de Santos após cocaína ser encontrada em carga de café



Dois homens foram presos em flagrante na segunda-feira (14) no Porto de Santos, São Paulo, após a Polícia Federal, junto com a Polícia Militar Rodoviária e a Receita Federal, localizar cerca de 800 kg de cocaína escondidos em um contêiner de café. A carga, que tinha como destino a Turquia, foi interceptada em um terminal da área retroportuária, localizado na marginal da Via Anchieta.

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As prisões ocorreram após uma investigação que levou os agentes a um dos suspeitos, que foi flagrado dirigindo o caminhão que transportava o contêiner. Durante a abordagem, foram encontradas 20 sacas contendo cocaína, totalizando 792 kg. Outro envolvido no esquema também foi detido, embora a Polícia Federal não tenha detalhado as circunstâncias de sua captura.

Ambos os suspeitos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Federal de Santos, onde foi aberto um inquérito para investigar o caso. A droga apreendida será submetida a perícia.



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Bioinsumo com vespa parasitoide pode controlar percevejo da soja


A cultura da soja vem expandido ao longo dos anos, e a projeção é de que a área plantada deve  crescer 3%, para históricos 47,4 milhões de hectares, de acordo com os dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Assim como a cultura, a utilização de defensivos biológicos acompanha a evolução, hoje o Brasil possui 36% de áreas cultivadas com algum tipo de insumo biológico, que além de suustentável são aliados no combate a  doenças foliares e pragas, como os percevejos. 

Os percevejos podem causar danos severos na cultura da soja. O estrago pode ser direto ou indireto e tudo depende do período Da fase vegetativa à maturação, o percevejo afeta a qualidade das sementes, além do rendimento. O sugador consegue reduzir o potencial germinativo e de vigor. A época mais crítica e que precisa da atenção do sojicultor é a reprodutiva. Como os percevejos atacam as vagens, os insetos podem comprometer todo o resultado da safra Há perda de produtividade por conta do abortamento dos grãos, que perdem massa e teor de óleo. Os danos na lavoura podem ser severos e podem reduzir de 30 a 40% a produtividade da soja em grão e, se o plantio for para multiplicação da semente (sementeiras) esse número aumenta para a queda de até 50% da produção.

A utilização de insumos biológicos podem minimizar os impactos, como reduzir as perdas em até 30% na produtividade, além de trazer benefícios como o controle dos ovos, manejo da população resistente, perda de vagem e redução da quantidade de adultos da praga no final do ciclo da soja, como explica a CEO da Life Biological Control, Cristiane Tibola. 

“As microvespas parasitam os ovos dos percevejos no campo, sendo um dos únicos produtos que controlam os ovos, isso é um diferencial muito importante, pois não deixa que esses novos percevejos eclodam e causem danos, evitando assim que a praga se instale nas plantas, ou seja, ao invés de nascer percevejo, nasce uma microvespa que vai continuar o ciclo de controle biológico na lavoura”, afirma a especialista em controle biológico de pragas.

No Brasil, apenas 0,3% do controle de percevejos é realizado com ferramenta biológica, o que causa resistência a inseticida químico e aumenta o custo de controle, pois traz a necessidade de mais aplicações no ciclo. Para auxiliar no controle desta praga de fácil propagação e muito resistente aos inseticidas químicos, a Life Biological Control acaba de lançar no mercado o Defender Soy, produzido a base da vespa parasitoide (Telenomus podisi).

A aplicação de insumos biológicos com o Defender Soy, pode reduzir as perdas em até 30% na produtividade, além de trazer benefícios como o controle dos ovos, manejo da população resistente, perda de vagem e redução da quantidade de adultos da praga no final do ciclo da soja, como explica a CEO da Life Biological Control, Cristiane Tibola

“As microvespas parasitam os ovos dos percevejos no campo, sendo um dos únicos produtos que controlam os ovos, isso é um diferencial muito importante, pois não deixa que esses novos percevejos eclodam e causem danos, evitando assim que a praga se instale nas plantas, ou seja, ao invés de nascer percevejo, nasce uma microvespa que vai continuar o ciclo de controle biológico na lavoura”, afirma a especialista em controle biológico de pragas.

Segundo pesquisa feita pela Embrapa Soja, as espécies de percevejos encontradas com mais frequência na cultura da soja são o percevejo-marrom e o percevejo-verde-pequeno, sendo o principal alvo na aplicação de inseticida químico. Estima-se que para o controle do percevejo na soja sejam realizadas, em média, de quatro a oito pulverizações de inseticidas por ciclo da cultura. Porém, o uso frequente de inseticidas tem favorecido a seleção de indivíduos resistentes, e falhas de controle no campo têm sido reportadas com frequência. Diante desse cenário, o uso da microvespa Telenomus podisi como um defensivo biológico tem se mostrado, cada vez mais, uma estratégia eficaz no controle de pragas, especialmente do percevejos-marrom, ressalta a pesquisadora.

“O Defender Soy apresenta controle acima dos 95% na cultura da soja. É o único produto no mercado que elimina o ovo do percevejo. O resultado é um grão com melhor qualidade e peso, melhorando muito o vigor da semente”, enfatiza Cristiane. Apresentado ao mercado para a safra 2024/2025, o Defender Soy possui registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e está à disposição dos agricultores nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Mato Grosso do Sul, num raio próximo à fábrica que fica no município de Piracicaba, interior paulista.





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confira as notícias que afetam o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca o impacto positivo da reunião entre Lula e os banqueiros, que trouxe alívio momentâneo ao mercado. Real oscila e fecha em leve desvalorização, refletindo a valorização global do dólar. No cenário internacional, expectativa de corte de juros pelo BCE e bons resultados das empresas nos EUA dão suporte aos mercados. Na China, PIB do terceiro trimestre deve crescer mais de 4,5%.



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