segunda-feira, julho 27, 2026

Agro

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semana deve terminar com transtornos; veja onde



A chuva que atingia quase toda a Região Sul dá uma trégua no Rio Grande do Sul. Em outros estados, pancadas intensas fecham a semana. Confira a previsão:

Sul

Tempo instável com condições de chuva forte no oeste e leste de Santa Catarina, no centro-sul e sudoeste do Paraná, enquanto diminui na maior parte do Rio Grande do Sul. Pode chover apenas no litoral norte e extremo norte gaúcho de manhã. As pancadas ganham força no norte do Paraná com risco de trovoadas.

Sudeste

A chuva se espalha mais na Região. Dia de sol com pancadas fortes em São Paulo, podendo gerar novos transtornos e apagões. Sul e leste de Minas Gerais, interior e norte do Rio de Janeiro e sul do Espírito Santo também serão afetados por precipitações. Norte e noroeste mineiros com potencial de temporais isolados.

Centro-Oeste

Chove em todo o Centro-Oeste do Brasil nesta sexta-feira. A condição é de temporais entre Goiás e Mato Grosso com eventual queda de granizo, raios e ventos moderados a forte. Chove em forma de pancadas em Mato Grosso do Sul e na região de Campo Grande.

Nordeste

Pancadas de chuva no sul do Maranhão e centro-sul do Piauí. Tempo mais instável no Recôncavo Baiano, no oeste e norte da Bahia também. Nessas áreas, a chuva pode vir forte com raios e ventos. O sol aparece mais no interior da Região; chove com moderada intensidade entre Paraíba e Pernambuco.

Norte

Tempo instável e risco de temporais no Tocantins, sul do Pará e centro-norte de Rondônia. O sol aparece em toda a Região. Só não chove em Boa Vista, Roraima, mas, há previsão de pancadas mais irregulares no Amazonas, Amapá e no litoral do Pará.



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“Boi China”, fêmea e boi gordo registram nova alta


Mercado de bovinos registra forte alta nas cotações





Foto: Canva

Segundo dados do informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria, a primeira quinzena de outubro foi marcada por expressivas elevações nos preços da arroba bovina em diversas praças pecuárias paulistas, com o movimento de alta permaneceu nesta quinta-feira (17). O mercado abriu o dia com ofertas maiores para todas as categorias destinadas ao abate. A arroba do “boi China” e do boi gordo registrou um aumento de R$ 5,00, enquanto a arroba das fêmeas subiu R$ 3,00.

No Mato Grosso, as cotações também seguiram em alta em todas as regiões monitoradas, impulsionadas por escalas de abate mais curtas. No Nortão do estado, a valorização foi de R$ 10,00 por arroba para o boi gordo, vaca e novilha. Situação semelhante foi observada na região Sudeste, com o boi gordo e a novilha registrando alta de R$ 10,00 por arroba, enquanto a vaca teve aumento de R$ 5,00, conforme aponta o Informativo.

Em Cuiabá, o boi gordo também subiu R$ 10,00 por arroba, e a vaca, R$ 5,00, com a novilha mantendo os preços estáveis. No Sudoeste do estado, as cotações permaneceram inalteradas. A arroba do “boi China” acompanhou a tendência de alta, com aumento de R$ 5,00. No Acre, os preços permaneceram estáveis em comparação ao dia anterior.





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Mercado de açúcar fecha em queda semanal


Ao fim da sessão, o contrato H25 foi precificado a US¢ 22,24/lb




Assim, o mercado de açúcar e etanol segue influenciado por fatores climáticos e especulativos
Assim, o mercado de açúcar e etanol segue influenciado por fatores climáticos e especulativos – Foto: Pixabay

De acordo com a StoneX, a semana foi marcada por um direcionamento pouco claro para o mercado futuro de açúcar. Nesta sexta-feira (11), o açúcar bruto em Nova York registrou uma alta moderada pelo terceiro pregão consecutivo, porém insuficiente para evitar que o contrato de março/25 fechasse em queda em relação à semana anterior. 

Ao fim da sessão, o contrato H25 foi precificado a US¢ 22,24/lb, apresentando uma queda de 3,3% em comparação com a semana passada, quando os preços ainda superavam o nível de US¢ 23,00/lb. O relatório da UNICA, que trouxe dados alinhados às expectativas, contribuiu para os ajustes observados ao longo da semana. Até terça-feira, a queda acumulada em quatro pregões chegou a atingir níveis abaixo de US¢ 22,00/lb, alcançando US¢ 21,80/lb, mas com recuperação posterior.

No setor de etanol hidratado, o indicador da StoneX para Ribeirão Preto (SP), incluindo impostos, fechou a semana em R$ 3,02/litro, refletindo uma alta semanal de 2%. Esse aumento pode estar relacionado ao retorno das compras das usinas ao mercado doméstico, especialmente na segunda quinzena de setembro, diferente do cenário observado no início daquele mês, quando a demanda caiu, pressionando os preços para baixo. Atualmente, a normalização dos estoques nas usinas sugere que outubro poderá registrar um pico de estocagem no Centro-Sul e, eventualmente, uma queda do indicador a partir deste ponto.

Assim, o mercado de açúcar e etanol segue influenciado por fatores climáticos e especulativos. A atenção às condições no Centro-Sul e aos estoques das usinas será essencial para determinar a direção dos preços nas próximas semanas, acompanhando possíveis ajustes e oportunidades.
 





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soja supera a média de 5 anos; Plantio de trigo de inverno atrasa


USDA aponta progresso das colheita de soja e trigo





Foto: Canva

O boletim “Weekly Weather and Crop Bulletin”, divulgado nesta quarta-feira (16) pela NOAA e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), destacou o avanço da colheita de soja e o progresso do plantio de trigo de inverno em todo o país. No caso da soja, 95% das áreas plantadas já registraram a queda das folhas até 13 de outubro, número ligeiramente inferior ao do ano passado, mas 3 pontos percentuais à frente da média de 5 anos. A colheita de soja está 67% concluída, superando em 10 pontos percentuais o resultado do mesmo período do ano passado e 16 pontos à frente da média de 5 anos.

O ritmo da colheita de soja foi especialmente acelerado em 11 dos 18 estados monitorados, com avanços de 20 pontos percentuais ou mais em uma semana.

Já o plantio do trigo de inverno de 2025 atingiu 64% da área prevista até o dia 13 de outubro, ligeiramente atrás do desempenho do ano passado e da média histórica de 5 anos. Apesar disso, 12 estados registraram um progresso no plantio, com aumentos de 10 pontos percentuais ou mais, conforme os dados do USDA.

De acordo com o “Weekly Weather and Crop Bulletin”, quanto à emergência do trigo de inverno, 35% das áreas plantadas já apresentam brotos, ritmo que também ficou atrás do registrado no ano passado e da média de 5 anos. Nos estados de Idaho e Nebraska, o progresso foi ainda mais notável, com avanço de 25 e 32 pontos percentuais, respectivamente, na última semana.





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Produtores semearam 30% do arroz no RS, diz Irga


A Fronteira Oeste (FO), a regional mais adiantada





Foto: USDA

ORio Grande do Sul semeou até agora 29,97% do arroz da safra 2024/2025. Foram registrados nesta semana 284.235 hectares dos 948.356 ha previstos pelo Irga para o Estado.

A Fronteira Oeste (FO), a regional mais adiantada, está com 155.442 hectares semeados (55,21% dos 281.542 ha estimados). A Planície Costeira Interna é a segunda mais avançada, com 46.383 ha (32,25% dos 143.825 ha projetados).

O gerente da Extensão Rural (Dater) do Irga, Luiz Fernando Siqueira, destaca o avanço na FO, que já ultrapassou os 50%. “Alguns municípios já estão bem adiantados na Fronteira Oeste. As demais regiões também avançaram em relação ao último levantamento, mas o grande destaque continua sendo a FO. Nas próximas semanas, pela previsão do clima, possivelmente tenhamos mais janelas, possibilitando que no mês de outubro o Estado inteiro atinja um percentual bem satisfatório da semeadura”, acrescenta.

O levantamento da semeadura de arroz no RS é coordenado pela Dater, a partir de informações fornecidas pelos produtores para os núcleos da autarquia localizados no interior do Estado.





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HF Brasil/Cepea: Balança comercial de frutas e hortaliças está negativa, mas…


A balança comercial brasileira de frutas e hortaliças frescas de 2024 está negativa na parcial de 2024 (até agosto), resultado bastante atípico, conforme avaliação da equipe da revista Hortifruti Brasil, publicação do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP.

Para as frutas, dados do Comex Stat compilados e avaliados pela equipe do Cepea mostram que as exportações deste ano de boa parte delas apresentam bom desempenho, mas as importações estão ainda mais intensas – mesmo diante do dólar valorizado frente ao Real –, contexto que vem resultando em um déficit significativo. Esse cenário é distinto, tendo em vista que, quando analisada a série histórica do Comex Stat, iniciada em 1997, foram poucos os anos em que a balança comercial foi negativa – houve déficit apenas em 1997, 1998 e 2014 (considerando-se o código SH08, que inclui frutas, cascas de frutos cítricos e de melões).

Segundo a equipe da revista Hortifruti Brasil, o impulso às importações vem das grandes aquisições externas de frutas que não são muito produzidas no Brasil, como pera, kiwi e frutas de caroço (ameixa, pêssego e nectarina), mas também das compras de algumas que já são fortemente produzidas por aqui, como maçã, uvas e laranja. Nestes casos, as importações aconteceram como forma de complementar a reduzida produção doméstica.

Quanto às hortaliças, segundo o Comex Stat (considerando-se o código SH07, que inclui produtos hortícolas, plantas, raízes e tubérculos, comestíveis), a balança continua deficitária, já que o Brasil é “importador líquido” desses produtos, ou seja, o País comumente compra mais fora do que exporta.

O CENÁRIO PODE MUDAR – Considerando-se o desempenho da parcial deste ano (de janeiro a agosto) e uma média dos resultados dos últimos cinco anos para os meses restantes (setembro a dezembro), espera-se que a balança comercial de frutas frescas feche 2024 positiva, sustentada pelas boas perspectivas com as exportações de manga, melão, melancia e lima ácida tahiti. Ainda assim, o possível superávit de 2024 deve ser baixo. Os gastos com as importações estão aumentando de forma expressiva, e os volumes adquiridos devem seguir intensos até o fim do ano.

 

Você também encontra nesta edição:

ALFACE – Clima desafia planejamento de produtores; consumo está limitado

BATATA – Calor acelera colheita em setembro

CEBOLA – Produtividade em alta mantém preço em queda

TOMATE – Preços reagem, mas seguem em baixos patamares

CENOURA – Custos seguem acima dos preços em setembro

CITROS – Preço da pera in natura renova recorde

MELANCIA – Oferta elevada impede aumento de preços em setembro

MELÃO – Oferta intensa restrita eleva preços

UVA – Colheita aumenta no Vale, mas em menor proporção que em anos anteriores

MANGA – Alta oferta de tommy pressiona cotações em setembro

MAÇÃ – Fruta importada tem boa qualidade e preço atrativo; importações crescem

BANANA – Apesar da queda em setembro, valor da prata avança em um ano

MAMÃO – Volume colhido de havaí aumenta, e preços caem





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Reduzir emissão de carbono pode render descontos na apólice de seguro rural


Por meio de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) firmado entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o Conselho Nacional do Café (CNC) e a ONG ProNatura Internacional, começa a ser desenvolvido o projeto Cafeicultura Brasileira Sustentável – Sistema de Compensação de Crédito de Carbono na Apólice de Seguro Rural no Brasil.

A proposta tem como objetivo promover práticas agrícolas sustentáveis na produção de café no Brasil, bem como integrar o sistema de compensação de crédito de carbono na apólice de seguro rural como incentivo para que os produtores possam alcançar benefícios socioeconômicos e ambientais.

Execução do projeto

Nesta quinta-feira (17) foi dado o primeiro passo para a execução do projeto. Após análise e visitas in loco, a Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Três Pontas (Cocatrel), de Minas Gerais, foi selecionada como piloto da proposta.

Conforme previsto, a partir da adoção de práticas sustentáveis que reduzam a emissão de carbono na atmosfera, conforme métricas a serem estabelecidas, produtores cooperados da Cocatrel poderão utilizar seus créditos de carbono para bonificação na apólice do seguro rural. A operação será feita junto a instituições financeiras internacionais.

A escolha da cooperativa foi feita após análise do perfil dos produtores. Atualmente, a Cocatrel conta com cerca de 8,5 mil cooperados, sendo que, aproximadamente 80% deles atuam em propriedades com área entre 5 e 12 hectares.

Como aderir

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Foto: Divulgação/Seagri

Produtores cooperados interessados em aderir ao projeto deverão aplicar as práticas estabelecidas pelas instituições parceiras.

Trata-se de atividades que já são realizadas pelos cafeicultores, como a adubação verde, utilizando plantas de cobertura que evitam a erosão do solo, possibilitam maior reserva de água e da biodiversidade, ampliação do uso de compostos orgânicos, entre outros.

A partir da metodologia de aferição definida, os créditos de carbono poderão ser utilizados para compensação do valor da apólice do seguro rural. Além do benefício para que pequenos e médios produtores possam ter acesso ao Seguro Rural, a medida ainda agrega valor ao produto oferecido.

O Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo – responsável por cerca de 38% da produção global – e tem a União Europeia, um dos mercados consumidores mais exigentes, como seu principal destino.

Para esta primeira etapa do projeto Cafeicultura Brasileira Sustentável, a expectativa é abranger uma área de 60 mil hectares. A Cocatrel atende 125 municípios.

Objetivos do projeto de redução de carbono

O projeto propõe o incentivo a práticas agrícolas sustentáveis, encorajando as seguintes ações:

  • Adoção de técnicas de cultivo que minimizem o impacto ambiental e promovam a preservação de recursos naturais;
  • Compensação financeira de créditos de carbono por meio de um sistema de geração e comercialização dos créditos para os produtores que adotarem práticas sustentáveis;
  • Redução das emissões de carbono na produção de café, implementando ações para diminuir as emissões de gases de efeito estufa ao longo do processo produtivo do café;
  • Apoio à segurança e estabilidade no setor agrícola, garantindo a proteção e a viabilidade financeira dos produtores de café por meio da integração dos créditos de carbono à apólice do seguro rural.



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Preços do boi gordo continuam em disparada; veja cotações


O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com preços mais altos nesta quinta-feira (17).

O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com a atual posição das escalas de abate, que seguem sem apresentar avanços consideráveis mesmo com altas sequenciais dos preços da arroba.

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a demanda superaquecida é outro elemento de alta que precisa ser mencionado, com as exportações ocupando um papel fundamental para a agressiva alta dos preços no decorrer do semestre.

Preços médios da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 305,80

Mercado atacadista

carne bovinacarne bovina
Foto: Freepik

O mercado atacadista ainda se depara com preços firmes. O ambiente de negócios ainda sugere por novos reajustes no curto prazo, mesmo que isso ocorra de maneira moderada.

“Importante mencionar que a carne bovina tende a perder competitividade no mercado doméstico em relação as proteínas concorrentes, especialmente se comparar à carne de frango”, disse Iglesias.

O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 18,20 por quilo. Quarto traseiro permanece cotado a R$ 23,20 por quilo. A ponta de agulha segue no patamar de R$ 17,25 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,6594 para venda e a R$ 5,6574 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6580 e a máxima de R$ 5,6880.



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Veja a lista dos 100 municípios mais ricos do agronegócio brasileiro



O Ministério da Agricultura e Pecuária mapeou os 100 municípios mais ricos do Brasil no agronegócio. A análise se baseia nos dados da pesquisa anual do IBGE sobre a Produção Agrícola Municipal (PAM).

Em 2023, esse índice alcançou um valor total de R$ 814,5 bilhões, sendo que a centena mais produtiva contribuiu com 31,9% desse montante, totalizando R$ 260 bilhões.

Ao todo, a lista é integrada com por municípios localizados em 14 estados brasileiros: Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantis.

Centro-Oeste se destaca

A região Centro-Oeste se destacou, com o estado de Mato Grosso à frente, abrigando 36 dos municípios mais produtivos do país, de acordo com o Mapa.

Sorriso, em Mato Grosso, ocupou a primeira posição, com uma produção de R$ 8,3 bilhões, seguido por São Desidério, na Bahia, com R$ 7,8 bilhões.

Os 100 municípios mais ricos em valor de produção ocupam uma área colhida de 33,1 milhões de hectares, representando 34,5% da área total de 95,8 milhões de hectares do Brasil.

A base das informações abrange 70 produtos das lavouras temporárias e permanentes produzidas nos 5.563 municípios brasileiros. Entre os produtos, a soja permanece no topo, representando R$ 348,6 bilhões, ou 42,8% do valor total da produção agrícola.

Os 100 municípios mais ricos do agro

  1. Sorriso (MT) – R$ 8,813 bilhões
  2. São Desidério (BA) – R$ 7,989 bilhões
  3. Sapezal (MT) – R$ 7,564 bilhões
  4. Campo Novo do Parecis (MT) – R$ 7,157 bilhões
  5. Rio Verde (GO) – R$ 6,924 bilhões
  6. Diamantino (MT) – R$ 5,695 bilhões
  7. Formosa do Rio Preto (BA) – R$ 5,692 bilhões
  8. Nova Ubiratã (MT) – R$ 5,387 bilhões
  9. Jaciara (MT) – R$ 4,806 bilhões
  10. Nova Mutum (MT) – R$ 4,582 bilhões
  11. Cristalina (GO) – R$ 4,435 bilhões
  12. Querência (MT) – R$ 4,320 bilhões
  13. Maracaju (MS) – R$ 4,083 bilhões
  14. Primavera do Leste (MT) – R$ 4,017 bilhões
  15. Paranatinga (MT) – R$ 3,495 bilhões
  16. Campo Verde (MT) – R$ 3,493 bilhões
  17. Luís Eduardo Magalhães (BA) – R$ 3,478 bilhões
  18. Balsas (MA) – R$ 3,672 bilhões
  19. Santo Antônio do Leverger (MT) – R$ 3,609 bilhões
  20. Ribeirão Cascalheira (MT) – R$ 3,372 bilhões
  21. Uruçuí (PI) – R$ 3,323 bilhões
  22. Rondonópolis (MT) – R$ 3,116 bilhões
  23. Porto Nacional (TO) – R$ 3,110 bilhões
  24. Montividiu (GO) – R$ 3,108 bilhões
  25. Nova Maringá (MT) – R$ 2,971 bilhões
  26. Barreiras (BA) – R$ 2,904 bilhões
  27. São Raimundo das Mangabeiras (MA) – R$ 2,881 bilhões
  28. Dueré (TO) – R$ 2,848 bilhões
  29. Santa Rita de Cássia (BA) – R$ 2,834 bilhões
  30. Tabaporã (MT) – R$ 2,758 bilhões
  31. Itiquira (MT) – R$ 2,744 bilhões
  32. Miracema do Tocantins (TO) – R$ 2,577 bilhões
  33. Sorriso (MT) – R$ 2,524 bilhões
  34. Formosa do Rio Preto (BA) – R$ 2,497 bilhões
  35. Santa Rita de Cássia (BA) – R$ 2,334 bilhões
  36. Luís Eduardo Magalhães (BA) – R$ 2,312 bilhões
  37. Canarana (MT) – R$ 2,258 bilhões
  38. Primavera do Leste (MT) – R$ 2,211 bilhões
  39. Alto Araguaia (MT) – R$ 2,201 bilhões
  40. Rio Brilhante (MS) – R$ 2,135 bilhões
  41. Itaquiraí (MS) – R$ 2,133 bilhões
  42. Santa Rita do Trivelato (MT) – R$ 2,120 bilhões
  43. Santo Antônio do Leverger (MT) – R$ 2,112 bilhões
  44. Itapirapuã (GO) – R$ 2,091 bilhões
  45. Petrolina (PE) – R$ 2,117 bilhões
  46. Riachão das Neves (BA) – R$ 2,098 bilhões
  47. Costa Rica (MS) – R$ 2,087 bilhões
  48. Perdizes (MG) – R$ 2,045 bilhões
  49. São José do Rio Claro (MT) – R$ 2,019 bilhões
  50. Jussara (GO) – R$ 2,014 bilhões
  51. Palmas (TO) – R$ 1,993 bilhões
  52. Sapezal (MT) – R$ 1,989 bilhões
  53. Diamantino (MT) – R$ 1,879 bilhões
  54. Pium (TO) – R$ 1,819 bilhões
  55. Abadiânia (GO) – R$ 1,808 bilhões
  56. Campo Verde (MT) – R$ 1,776 bilhões
  57. Santo Antônio do Leste (MT) – R$ 1,755 bilhões
  58. Abaeté (MG) – R$ 1,736 bilhões
  59. Sapezal (MT) – R$ 1,719 bilhões
  60. Diamantino (MT) – R$ 1,681 bilhões
  61. Nova Ubiratã (MT) – R$ 1,623 bilhões
  62. Rondonópolis (MT) – R$ 1,594 bilhões
  63. Gurupi (TO) – R$ 1,591 bilhões
  64. Nobres (MT) – R$ 1,580 bilhões
  65. Cáceres (MT) – R$ 1,578 bilhões
  66. Goiânia (GO) – R$ 1,560 bilhões
  67. Primavera do Leste (MT) – R$ 1,507 bilhões
  68. Chapadão do Céu (GO) – R$ 1,504 bilhões
  69. São José do Xingu (MT) – R$ 1,494 bilhões
  70. Formosa (GO) – R$ 1,468 bilhões
  71. São Félix do Xingu (PA) – R$ 1,451 bilhões
  72. Nova Maringá (MT) – R$ 1,445 bilhões
  73. Chapadão do Sul (MS) – R$ 1,432 bilhões
  74. Ribeirão Cascalheira (MT) – R$ 1,426 bilhões
  75. São José do Rio Pardo (SP) – R$ 1,374 bilhões
  76. Tocantínia (TO) – R$ 1,344 bilhões
  77. Santa Vitória do Palmar (RS) – R$ 1,337 bilhões
  78. Jataí (GO) – R$ 1,328 bilhões
  79. Formosa do Rio Preto (BA) – R$ 1,319 bilhões
  80. Cáceres (MT) – R$ 1,314 bilhões
  81. Itiquira (MT) – R$ 1,297 bilhões
  82. Rondonópolis (MT) – R$ 1,276 bilhões
  83. Acrelândia (AC) – R$ 1,252 bilhões
  84. Barra do Garças (MT) – R$ 1,239 bilhões
  85. Querência (MT) – R$ 1,237 bilhões
  86. Santa Rita do Trivelato (MT) – R$ 1,235 bilhões
  87. Monte Alegre (GO) – R$ 1,234 bilhões
  88. Dourados (MS) – R$ 1,221 bilhões
  89. Bom Jesus (PI) – R$ 1,204 bilhões
  90. Jussara (GO) – R$ 1,197 bilhões
  91. Nobres (MT) – R$ 1,191 bilhões
  92. Itapirapuã (GO) – R$ 1,187 bilhões
  93. Araputanga (MT) – R$ 1,184 bilhões
  94. Buritis (MG) – R$ 1,180 bilhões
  95. Bom Jesus (GO) – R$ 1,179 bilhões
  96. Santo Antônio do Leste (MT) – R$ 1,173 bilhões
  97. Jataí (GO) – R$ 1,171 bilhões
  98. Uberlândia (MG) – R$ 1,169 bilhões
  99. Formosa do Rio Preto (BA) – R$ 1,159 bilhões
  100. Jaciara (MT) – R$ 1,149 bilhões



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Apesar de desafios, Bahia inicia nova safra de grãos com projeção de crescimento



As áreas produtivas da Bahia para a safra 2024/25 já tiveram início do plantio da soja em caráter de excepcionalidade e apesar dos desafios, a safra de grãos no estado têm projeções de crescimento. A soja, a principal cultura baiana, deve ocupar uma área de 2,129 milhões hectares, 7,5% maior que a safra 2023/24.

Além disso, a produção estimada da oleaginosa é de 8,558 milhões de toneladas e produtividade média de 67 sc/ha.

O número é um pouco acima do ciclo anterior que foi de 63 sc/ha. De acordo com o último boletim de safra divulgado nesta semana pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), os destaques para no Oeste baiano são a expansão das áreas cultivadas de soja, algodão e sorgo.

Entre os dias 25/09/2024 e 07/10/2024 os produtores que tiveram autorização concedida pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), através da Portaria de Nº 056 de 31 de maio de 2024, puderam dar início à abertura da nova safra de grãos, no Oeste da Bahia.

Incremento de área

Para essa safra, houve um incremento de área semeada de soja durante o período de antecipação de plantio de 113.734 hectares, o que corresponde a um incremento de 87% de área, quando comparado com a safra anterior.

Ainda de acordo com o relatório da Aiba, até o momento, aproximadamente 134 mil ha foram plantados, o que representa 6,3% da área total estimada.

Além disso, o ritmo de semeadura está avançado em comparação à safra passada, beneficiado pela ampliação da janela de cultivo da safra 2024/25 no estado.

No entanto, apesar dos cenários otimistas, a Aiba destaca que as altas temperaturas influenciaram a decisão de alguns produtores em não semear toda a área irrigada.

Contudo, as previsões, indicam que a região deve receber chuvas em volumes consideráveis nos próximos dias, o que pode incentivar os produtores a intensificar a semeadura.

Outros grãos

O boletim informa ainda que o algodão também deve apresentar um crescimento significativo.

A área estimada é de 380 mil hectares, correspondendo a um aumento de 10% em relação à safra anterior.

Por outro lado, o milho deve registrar uma redução de 8,9% em área cultivada, atingindo 123 mil hectares. Essa queda é atribuída à desvalorização do preço do milho no mercado, desestimulando os produtores.

O que cresce é o sorgo. A expectativa é que a cultura apresente uma ampliação de 6,7%, com área estimada em 160 mil ha.


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