Com a aproximação da próxima semana, a previsão do tempo para as áreas produtoras de soja no Brasil é animadora. A chuva continua a se espalhar, trazendo melhorias, especialmente no Centro-Norte de Mato Grosso, onde a umidade do solo já ultrapassa 80%. Essa situação também é positiva para Goiás e regiões do Triângulo Mineiro.
A tendência é que as precipitações se intensifiquem, com destaque para Minas Gerais, onde o acumulado nos próximos dias pode ultrapassar 100 a 150 mm. Essa quantidade de chuva, no entanto, pode causar atrasos nos trabalhos em campo.
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Além de Minas Gerais, o interior de São Paulo e o Triângulo Mineiro também devem receber chuvas volumosas. Em Goiás, os volumes esperados variam entre 40 a 50 mm, especialmente no Mato Grosso, onde a situação hídrica é esperada para o bp, desenvolvimento das lavouras.
O Matopiba é outra região que será beneficiada, com previsões de chuvas entre 30 a 40 mm no sul do Tocantins e no interior da Bahia. Assim, a chuva está ajudando os produtores de soja de norte a sul do país.
Entre os dias 24 e 28 de outubro, a previsão é de que as chuvas continuem em todas as áreas produtoras, com volumes que não devem prejudicar os trabalhos em campo. Essa umidade adicional é essencial para o desenvolvimento inicial das lavouras recém-semeadas, contribuindo para uma safra promissora.
A situação dos produtores de soja no Mato Grosso é preocupante. Fiações antigas, postes caídos e interrupções frequentes no fornecimento de energia geram insatisfação entre os sojicultores, que estão ainda mais preocupados com a chegada do período de chuvas.
Segundo a Aprosoja Mato Grosso, os problemas comprometem o funcionamento de equipamentos essenciais para a produção agrícola, como sistemas de irrigação e armazenagem, além de representar riscos para a segurança dos trabalhadores.
Muitos produtores, como Adalberto Grando, delegado coordenador da Aprosoja MT, relatam que a falta de resposta da concessionária de energia os obriga a contratar serviços particulares para evitar paralisações.
“Aqui, a oscilação é constante e causa queima de equipamentos. Quando o sistema de irrigação falha, precisamos correr atrás de peças para consertá-lo, e isso tem ocorrido com frequência”, explica Adalberto.
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Em busca de soluções
Com a insatisfação com o fornecimento de energia elétrica no estado, a Aprosoja MT se reuniu com a Energisa para discutir a urgência de melhorias na infraestrutura elétrica do estado. A situação atual, marcada por fiações antigas e interrupções frequentes, tem causado sérios impactos na produção agrícola, e os produtores estão em busca de soluções que garantam um fornecimento mais confiável e eficiente.
Diego Bertuol, diretor administrativo da Aprosoja MT, enfatiza a necessidade de adequar a infraestrutura energética ao avanço tecnológico que ocorre no campo. “Mato Grosso está em expansão, mas a rede de energia não acompanha esse crescimento. Precisamos de maior capacidade e de manutenção adequada. A falta de energia afeta armazéns, sistemas de irrigação e o desenvolvimento sustentável das fazendas”, destaca. Para ele, é fundamental que a energia elétrica se torne um suporte robusto para o crescimento do agronegócio, e não um obstáculo.
Os problemas no fornecimento de energia vão além da irrigação. Eles afetam também o trabalho administrativo e o tratamento de sementes, comprometendo diretamente o plantio. “O serviço energético é de péssima qualidade e vergonhoso”, critica Bertuol, refletindo a frustração de muitos produtores que enfrentam essas dificuldades diariamente.
Luiz Pedro Bier, vice-presidente da Aprosoja MT, acrescenta que a má qualidade na distribuição de energia também prejudica a instalação de novas empresas no agronegócio. Ele alerta que regiões como a Gaúcha do Norte enfrentam dificuldades devido à insuficiência de energia, o que inviabiliza novos investimentos e limita o potencial de crescimento econômico na área.
Na reunião, os representantes da Energisa se comprometeram a buscar soluções rápidas para minimizar os prejuízos dos produtores. Eles também anunciaram a realização de um estudo para identificar os pontos que mais necessitam de melhorias na oferta de energia elétrica, com a expectativa de que as ações propostas tragam resultados concretos.
Diego Dallasta, vice-presidente leste da Aprosoja-MT, destaca as dificuldades enfrentadas pelos produtores: “Constantes quedas de energia e oscilações que causam queima de aparelhos.” Ele ressalta a importância de expandir a capacidade para armazéns e irrigação, acelerar a aprovação de projetos e melhorar o tempo de execução das obras.
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Foto: Pixabay
Segundo o boletim semanal de clima e safras (Weekly Weather and Crop Bulletin) divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na quarta-feira (16), as chuvas de fim de temporada foram benéficas para o milho e outras culturas de verão em regiões-chave de sequeiro no sul do México.
A precipitação variou entre 10 e 50 mm nas áreas do planalto sul, abrangendo de Jalisco a Puebla, além da costa sul do Pacífico, de Guerrero a Oaxaca. Essas chuvas também atingiram distritos agrícolas no sudeste, de Veracruz a Chiapas e Campeche, favorecendo o desenvolvimento das lavouras de verão e auxiliando na reposição das reservas de água para a agricultura de inverno.
Embora as condições secas tenham prevalecido no norte do país, algumas regiões, como Nayarit e partes do nordeste (Tamaulipas e Nuevo León), registraram chuvas com volumes entre 25 e 50 mm. Já nas bacias hidrográficas do noroeste, as chuvas com volumes superiores a 10 mm, ficaram concentradas em Sinaloa e no sul de Sonora. No entanto, as temperaturas acima da média, com máximas diurnas chegando a 40°C em algumas localidades, aumentaram as perdas por evaporação, agravando a seca nessa região.
Saiba como o clima irá se comportar neste fim de semana em todo o Brasil:
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Sábado (19)
Sul
A chuva diminui no Rio Grande do Sul e aumenta entre Santa Catarina e o Paraná; o dia será mais encoberto, com condições de pancadas moderadas a fortes e alto risco de rajadas de ventos intensos, especialmente no litoral de Santa Catarina e no leste e norte paranaense.
Sudeste
Grande parte da região terá chance de pancadas de chuva forte. O tempo permanece abafado no interior de Minas Gerais e São Paulo, com possibilidade de chuvas acompanhadas por raios e trovoadas, além de risco elevado de temporais com fortes rajadas de vento. Chove intensamente na cidade de São Paulo e no Rio de Janeiro. Em Vitória, o dia será de sol, intercalado com pancadas de chuva.
Centro-Oeste
Dia instável devido à circulação de ventos nos níveis médios e altos da atmosfera, estimulando a formação de nuvens carregadas. Chove em forma de pancadas em todos os estados da região e no Distrito Federal, com potencial para temporais isolados.
Nordeste
O sol aparece com variação de nebulosidade no interior do Nordeste, no leste e litoral da Bahia e no sul do Ceará. Pode chover em forma de pancadas moderadas a fortes, com risco de trovoadas. Chove moderadamente na costa leste da região.
Norte
Muitas nuvens e chuva a qualquer momento no Acre, Rondônia, Amazonas, sul do Pará e no estado do Tocantins. O tempo continua abafado, com possibilidade de chuvas fortes e potencial para temporais isolados.
Domingo (20)
Sul
Pancadas de chuva mais irregulares no litoral norte de Santa Catarina, no leste e litoral do Paraná e no norte do estado. O tempo fica firme desde o oeste de Santa Catarina até o Rio Grande do Sul.
Sudeste
Chove em toda a região, com atenção voltada para São Paulo, centro-sul de Minas Gerais, litoral e centro-norte do Rio de Janeiro e o leste do Espírito Santo, com potencial para chuvas persistentes e volumes elevados.
Centro-Oeste
O tempo permanece abafado, com possibilidade de pancadas fortes de chuva em toda a região. Dia mais nublado e com pancadas frequentes no interior de Goiás, leste e norte de Mato Grosso, com risco de trovoadas em Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.
Nordeste
A chuva continua em várias áreas do interior da região, com intensidade maior no sul do Maranhão e Piauí, além do norte, oeste e sul da Bahia. Chove de forma moderada no litoral de Alagoas, Pernambuco e Rio Grande do Norte. O tempo permanece firme no Ceará e no litoral do Piauí.
Norte
Pancadas de chuva continuam concentradas no Acre, Rondônia, Amazonas, oeste e noroeste do Pará e no estado do Tocantins. O tempo permanece firme apenas no litoral do Pará e no sul e leste do Amapá.
O Valor Bruto da Produção (VBP) agropecuária deve recuar 2,2% neste ano, alcançando R$ 1,265 trilhão, estimou a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Em 2023, o VBP da agropecuária foi de R$ 1,293 trilhão, informou a CNA em nota técnica. O VBP é o faturamento bruto dos estabelecimentos rurais, considerando a produção agrícola e pecuária e a média de preços recebidos pelos produtores rurais de todo o país.
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Em setembro, a confederação previa uma queda maior no VBP do setor, de 3,2% para R$ 1,239 trilhão. De acordo com a CNA, a revisão na produção pecuária minimizou a retração prevista para o VBP anual, mas não foi suficiente para reverter a queda.
A maior retração tende a ser registrada na agricultura, com redução prevista de 3,7% no VBP, passando de R$ 878,6 bilhões para R$ 846 bilhões neste ano. Na pecuária, o VBP é projetado pela CNA em R$ 418,6 bilhões ao fim deste ano, alta de 1% ante 2023, quando o setor registrou R$ 414,4 bilhões de VBP.
Na agricultura, a soja, que deve representar 37,5% do VBP, com maior participação entre as culturas, tende a registrar um resultado 16,4% menor que o de 2023. “A soja segue registrando queda nos preços de 12,3%, acompanhada pela queda da produção de 4,7%”, observou a CNA, na nota. O milho, que também tem preços 8,3% menores e produção 12,3% inferior, tende a apresentar queda de 19,6% no VBP, prevê a CNA. O cereal é a segunda cultura com maior participação no VBP agrícola. Em contrapartida, o aumento de 4,9% dos preços e de 0,9% da produção pode impulsionar o VBP da cana-de-açúcar em 5,4% neste ano. A cultura tem a terceira maior participação no VBP da agricultura.
Na pecuária, o melhor desempenho da carne suína, de frango e do leite devem compensar a queda de 2% no VBP da carne bovina – que representa 44,3% do VBP da pecuária. O resultado negativo da bovinocultura de corte deve-se à combinação do aumento de 6,6% na produção com preços 8,1% menores que no último ano. Já a cadeira leiteira, que é responsável por 21,5% do VBP do setor, apresenta queda de 0,8% nos preços, que é compensada por uma produção 3,4% superior, devendo resultar em alta de 2,5% do VBP.
O Programa Acredita, iniciativa do Sebrae com o Governo Federal, foi lançado em São Paulo nesta sexta-feira, 18, com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do presidente do Sebrae, Décio Lima.
“O que nós estamos fazendo aqui é apenas confirmando a ideia de que é preciso fazer com que o dinheiro circule. O dinheiro não pode ficar concentrado na mão de poucos. É para circular na mão de muitos porque é isso que faz a economia funcionar”, afirmou Lula durante o lançamento do Acredita.
O programa de microcrédito tem como foco pequenos negócios incluindo os micro e pequenos produtores rurais, pessoas inscritas no CadÚnico, trabalhadores informais ou que fazem parte do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).
O Sebrae vai expandir as linhas de crédito do Fundo de Aval para a Micro e Pequena Empresa. São R$30 bilhões que devem ser disponibilizados nos próximos três anos.
Em 2024, até o momento, o Acredita viabilizou R$2 bilhões de crédito. Junto com o BNDES devem ampliar o acesso ao crédito com a criação de um fundo garantidor no valor de R$625 milhões.
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Entre as vantagens do programa estão a garantia de até 80% do valor do empréstimo com aval do FAMPE, oferta de linhas de crédito com condições melhores de taxas de juros e acesso a ferramentas práticas para gestão financeira.
“É um grande programa para ajudar quem geralmente tem dificuldade de acesso ao crédito. Precisamos comunicar todo este trabalho que levou seis meses para ser estruturado. Vamos conversar com todos os estados para que disseminem o programa e explicar a eles como funciona”, sinalizou Décio Lima.
O 10º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado nesta sexta-feira (18), mostra que os preços da batata, da cebola e da cenoura caíram em setembro na maior parte das centrais de abastecimento (Ceasas) pesquisadas.
Por outro lado, a alface e o tomate apresentaram um leve movimento de alta nas cotações. A pesquisa considera as cinco hortaliças (batata, cenoura, cebola, tomate e alface) e as cinco frutas (laranja, banana, mamão, maçã e melancia) com maior representatividade na comercialização e que registram maior destaque no cálculo do índice de inflação oficial (IPCA).
Segundo o estudo, a cebola continua com uma queda expressiva de preços em todas as Ceasas. No entanto, em comparação com agosto, o preço teve queda de 22,27%, menor que no mês anterior (-31,64%).
“A sequência de quedas é determinada pela oferta em ascensão e em altos níveis, além da origem do produto em várias regiões do país”, afirmou a Conab.
Batata e cenoura
Para a batata, o movimento declinante dos preços continuou em setembro, com queda de 1,59%, mas menor do que em agosto e julho. Na comparação mensal, a oferta desceu apenas 2,7% para o tubérculo. Assim, a oferta declinou em relação a agosto, mas não o bastante para reverter por inteiro a tendência de queda nos preços.
Já no caso da cenoura, a queda foi bem maior, ficando em 15,02%. A derrubada de preço foi provocada pela oferta em níveis elevados e pela produção satisfatória em todas as áreas produtoras.
Alimentos em alta
Após vários meses de queda, o preço do tomate apresentou reversão desse movimento em setembro, com aumento de 2,6%, em comparação com a média de agosto. Porém, a alta não foi unânime entre as Ceasas, pois, dada a pulverização da produção do alimento, o preço muitas vezes é suscetível às lavouras próximas.
A alface também apresentou uma alta de pequena magnitude (2,03%). Desta forma, os preços continuam em baixos níveis, pois nos meses anteriores houve quedas significativas. Pelo lado da oferta, ocorreu diminuição de 4,5% em relação a agosto, quedas já observadas nos três últimos meses.
Cotação das frutas
Foto: Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo
No setor das frutas, em setembro, o movimento preponderante de preços da banana e do mamão foi de queda. “Ocorreu leve aumento da oferta da banana prata do norte mineiro e centro-sul baiano, além de diminuição considerável da oferta da banana nanica. Com isso, os preços em geral caíram para a primeira variedade e subiram para a segunda”, disse a Conab.
Para o mamão, ocorreu aumento da comercialização da variedade papaia no norte capixaba e sul baiano, que abasteceu principalmente as Ceasas do Sudeste, com queda de preços nesses locais.
No caso da maçã, ocorreu elevação da comercialização e pequenos aumentos dos preços, num contexto de diminuição cada vez mais intensa dos estoques das classificadoras, em meio à quebra de safra no Sul.
Já os preços da laranja continuaram elevados, alcançando novo recorde, por causa da elevada demanda para fabricação de suco e queda da comercialização na maior parte das Ceasas.
No mercado de melancia, ocorreu aumento da oferta na maioria das Ceasas, em virtude principalmente da boa oferta originária de Uruana (GO), que aumentou a área plantada e a produtividade das lavouras, da qualidade das frutas, situação que deve continuar em outubro.
Os contratos de soja em grão registraram preços levemente mais altos nas negociações da sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Segundo a Safras & Mercado, o mercado devolveu parte dos ganhos iniciais. A colheita nos Estados Unidos avança, enquanto chuvas favoráveis ao plantio na região central do Brasil pressionam os preços.
Os investidores estão avaliando os dados de exportações semanais dos EUA, que superaram as expectativas. As exportações líquidas de soja da temporada 2024/25 totalizaram 1.702.700 toneladas na semana encerrada em 10 de outubro, com a China liderando as importações, com 999.700 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 1,2 milhão e 1,8 milhão de toneladas.
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USDA
Além disso, os exportadores privados dos EUA informaram ao Departamento de Agricultura (USDA) a venda de 21 mil toneladas de óleo de soja ao México e 292.800 toneladas de soja destinadas a locais não revelados para a temporada 2024/25.
Os contratos com entrega em novembro estão cotados a US$ 9,98 1/2 por bushel, com alta de 0,75 centavo de dólar, ou 0,07%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em janeiro de 2025 operam com um avanço de 0,75 centavo de dólar, ou 0,07%, cotados a US$ 9,98 3/4 por bushel.
O Sebrae disponibiliza uma cartilha para apoiar empreendedores rurais. Em um mundo onde o acesso à informação é rápido e fácil, o Sebrae se destaca como uma instituição que oferece suporte essencial.
Por meio do projeto Porteira Aberta Empreender, em parceria com o Canal Rural, o Sebrae promove debates sobre temas fundamentais que todo empreendedor rural deve dominar. Os produtores são convidados a participar, enviando perguntas, dicas e compartilhando suas histórias.
Para interagir, entre em contato pelo WhatsApp: (11) 93279-6720. As reportagens e debates podem ser acompanhados na tela e nas redes sociais do Canal Rural.
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O campo apresenta oportunidades de crescimento, impulsionado pelo mercado interno e pela abertura de novos mercados para exportação. A demanda por produtos orgânicos e agroecológicos certificados valoriza a agricultura familiar e as tradições regionais.
Por isso, é importante estar atento às oportunidades e usar o conhecimento local para explorar negócios que agreguem valor aos seus produtos. Confira algumas oportunidades que podem ser implementadas:
Agricultura orgânica
Agricultura irrigada
Agroindústria
Apicultura
Produção de cachaça artesanal
Produção de cafés especiais
Produção de leite a pasto com controle zootécnico
Produção de queijos, salames e doces
Turismo rural
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O sucesso dos negócios vai depender não só da experiência somada à capacitação, mas da busca por informações e orientações sobre o mercado onde poderão comercializar os produtos. Além disso, é importante pensar em maneiras de diversificar as fontes de renda em sua propriedade.
Para empreender, é importante planejar. No campo, não é diferente. O passo mais importante é a elaboração de um plano de negócios, que vai direcionar o produtor a vencer os desafios da zona rural.
O Sebrae pode ser parceiro na estruturação do negócio por meio de capacitação ou assistência técnica.