segunda-feira, julho 27, 2026

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Porteira Aberta Empreender é lançado no Canal Rural



Para ampliar o aprendizado dos micro e pequenos produtores rurais, bem como impulsionar os seus negócios, o Sebrae em parceria com o Canal Rural lança hoje o projeto Porteira Aberta Empreender

De acordo com o Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem mais de cinco milhões de propriedades rurais e 77% delas são de agricultura familiar. 

Comunidade composta principalmente por micro e pequenos produtores rurais que fazem o agronegócio nacional cada dia mais forte. Prova disso é que 70% da comida que chega na mesa do brasileiro vem da agricultura familiar.

Todas as dicas, análises e temas serão conectados na TV e no digital. O programa Porteira Aberta Empreender, vai contar com transmissão na TV e no  youtube.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Já no site, a editoria Empreendedorismo foi lançada para trazer mais detalhes, histórias e informações, com todas as dicas necessárias para que o micro e pequeno produtor continue a produzir mais, com menos recursos e maior rentabilidade. 

Nas redes sociais, conteúdos inéditos com curiosidades, ideias, novidades e tendências sobre o mundo do empreendedorismo rural, tudo de forma dinâmica e clara.

A iniciativa multiplataforma vai ajudar a identificar e melhorar os negócios dos que querem empreender para além da porteira. Participe enviando a sua história ou dúvida pelo canal do WhatsApp.

Projeto Porteira Aberta Empreender. Abra as porteiras do seu negócio e venha empreender com a gente!



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Presidente do Sebrae fala sobre incentivo ao micro e pequeno produtor rural



O Presidente do Sebrae, Décio Lima, esteve em São Paulo para diversos compromissos, dentre eles, o lançamento do projeto Porteira Aberta Empreender, parceria entre Sebrae e Canal Rural, que visa impulsionar os negócios de micro e pequenos produtores rurais.

O presidente da entidade ressaltou a importância em atuar junto a um veículo de comunicação segmentado do agronegócio, para se aproximar e levar informações aos trabalhadores rurais que buscam empreender da porteira para fora.

Confira a entrevista, na qual ele conta as expectativas para este novo projeto multiplataforma.



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previsão de 250 mm de chuva em 24h para estado brasileiro



A Defesa Civil do Estado de São Paulo atualizou a previsão para tempestades entre sexta-feira (18) e domingo (20) com previsão de aumento no volume de chuvas.

O alerta é motivado pela passagem de uma frente fria, que trará precipitações significativas, acompanhadas de raios, rajadas de vento de mais de 60km/h e possíveis quedas de granizo em pontos isolados.

O acumulado de chuvas no final de semana, que era de 200 mm, pode chegar a 250 mm em diversas regiões do estado. Outra alteração é o período do acumulado que era de 72 horas e passou para 24 horas.

“Essa atualização está relacionada principalmente à mudança em relação ao período dos acumulados de chuva. No alerta anterior que emitimos de sexta até domingo tinha acumulados para 72 horas. Ou seja, essa chuva persistia durante três dias. Agora, o que nós temos é um acumulado mais denso em 24 horas”, explica o capitão Roberto Farina, diretor de comunicação da Defesa Civil.

O Governo de São Paulo instalou nesta sexta-feira um gabinete de crise no Palácio dos Bandeirantes para monitorar a situação. O governador Tarcísio de Freitas acompanhou os trabalhos no início da tarde.

As empresas de energia elétrica também participam do gabinete, com um representante de cada concessionária.

Previsão de chuva

Há previsão de pancadas de chuva forte e condições para temporais com raios e rajadas de vento em todas as regiões do estado, com destaque para a Serra da Mantiqueira:

  • Serra da Mantiqueira: 250 mm
  • Araçatuba, Bauru, Campinas, São José do Rio Preto, Sorocaba, Franca, Barretos, Ribeirão Preto: 200mm
  • Litoral Norte: 150 mm
  • Baixada Santista e Vale do Paraíba: 100 mm
  • Região Metropolitana de São Paulo: 95 mm
  • Presidente Prudente: 90 mm
  • Vale do Ribeira e Itapeva: 60 mm

“É importante que as pessoas se atentem aos alertas e tenham a percepção de risco em caso de chuva e ventos fortes. Evitem áreas abertas, encostas, tomem cuidado com quedas de árvores e busquem abrigo e um local seguro”, afirmou o secretário-chefe da Casa Militar e Coordenador Estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Henguel Ricardo Pereira.



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EUA deixam de exigir certificação sanitária para exportação do Brasil



Os Estados Unidos deixaram de exigir do Brasil a Certificação Sanitária Internacional (CSI) para o setor de piscicultura, o que deve acelerar a exportação de pescados do país.

A informação foi divulgada em nota nesta sexta-feira (18) pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

O Brasil é o segundo país que mais vende pescados aos norte-americanos. Segundo dados do Informativo de Comércio Exterior da Piscicultura, da PeixeBr, associação que reúne o setor de pescados no país, a exportação de pescados do Brasil aumentou 72% no segundo trimestre em comparação ao primeiro trimestre deste ano.

O acumulado neste semestre foi de US$ 23,7 milhões, que representa 96% do valor total exportado em 2023. O principal produto é a tilápia, que representa 92% do montante total, sendo que 87% deste volume tem como destino os Estados Unidos.

Para o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, o fato de os norte-americanos decidirem deixar de exigir o CSI para o Brasil reflete uma confiança no controle sanitário do país.

“Essa desburocratização do processo de exportação não significa a falta de controle, é o contrário, os empresários brasileiros vão seguir as regras da Administração Federal de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos, o que vai simplificando, desburocratizando o processo e aumentando a competitividade do setor”.



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AgroNewsPolítica & Agro

Produção de cevada pode crescer no Paraná, mas clima preocupa agricultores


Colheita de cevada se intensifica





Foto: Canva

De acordo com o Boletim de Conjuntura Agropecuária da semana de 11 a 17 de outubro, divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), a produção de cevada no Paraná para 2024 pode atingir 291 mil toneladas, superando a colheita de 2023, que foi de 278 mil toneladas. No entanto, esse aumento está diretamente condicionado às condições climáticas nas próximas semanas, e há grande preocupação com o período chuvoso previsto para os próximos 10 dias.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

Até o dia 14 de outubro, 24% da área plantada de 78 mil hectares já havia sido colhida, e o ritmo da colheita se intensificou nos dias seguintes. A região dos Campos Gerais, onde as lavouras estão mais adiantadas, lidera a colheita, enquanto o entorno de Guarapuava, que possui lavouras mais tardias, deve estender a colheita até dezembro.

No ano passado, as chuvas durante o período de colheita, especialmente na região de Guarapuava, prejudicaram os produtores, afetando tanto a produtividade quanto a qualidade da cevada. Esse fator desanimou muitos agricultores em relação ao cultivo. Entretanto, se as condições climáticas forem mais favoráveis em 2024, a participação da cevada nacional na produção de malte pode crescer, em contraste com o cenário observado no ano anterior, conforme o boletim.





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Chuvas intensas chegam às regiões produtoras da soja; expectativa é de avanço na semeadura



Com a aproximação da próxima semana, a previsão do tempo para as áreas produtoras de soja no Brasil é animadora. A chuva continua a se espalhar, trazendo melhorias, especialmente no Centro-Norte de Mato Grosso, onde a umidade do solo já ultrapassa 80%. Essa situação também é positiva para Goiás e regiões do Triângulo Mineiro.

A tendência é que as precipitações se intensifiquem, com destaque para Minas Gerais, onde o acumulado nos próximos dias pode ultrapassar 100 a 150 mm. Essa quantidade de chuva, no entanto, pode causar atrasos nos trabalhos em campo.

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Além de Minas Gerais, o interior de São Paulo e o Triângulo Mineiro também devem receber chuvas volumosas. Em Goiás, os volumes esperados variam entre 40 a 50 mm, especialmente no Mato Grosso, onde a situação hídrica é esperada para o bp, desenvolvimento das lavouras.

O Matopiba é outra região que será beneficiada, com previsões de chuvas entre 30 a 40 mm no sul do Tocantins e no interior da Bahia. Assim, a chuva está ajudando os produtores de soja de norte a sul do país.

Entre os dias 24 e 28 de outubro, a previsão é de que as chuvas continuem em todas as áreas produtoras, com volumes que não devem prejudicar os trabalhos em campo. Essa umidade adicional é essencial para o desenvolvimento inicial das lavouras recém-semeadas, contribuindo para uma safra promissora.



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MT: falta de manutenção e condições precárias da rede elétrica afetam produção da soja



A situação dos produtores de soja no Mato Grosso é preocupante. Fiações antigas, postes caídos e interrupções frequentes no fornecimento de energia geram insatisfação entre os sojicultores, que estão ainda mais preocupados com a chegada do período de chuvas.

Segundo a Aprosoja Mato Grosso, os problemas comprometem o funcionamento de equipamentos essenciais para a produção agrícola, como sistemas de irrigação e armazenagem, além de representar riscos para a segurança dos trabalhadores.

Muitos produtores, como Adalberto Grando, delegado coordenador da Aprosoja MT, relatam que a falta de resposta da concessionária de energia os obriga a contratar serviços particulares para evitar paralisações.

“Aqui, a oscilação é constante e causa queima de equipamentos. Quando o sistema de irrigação falha, precisamos correr atrás de peças para consertá-lo, e isso tem ocorrido com frequência”, explica Adalberto.

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Em busca de soluções

Com a insatisfação com o fornecimento de energia elétrica no estado, a Aprosoja MT se reuniu com a Energisa para discutir a urgência de melhorias na infraestrutura elétrica do estado. A situação atual, marcada por fiações antigas e interrupções frequentes, tem causado sérios impactos na produção agrícola, e os produtores estão em busca de soluções que garantam um fornecimento mais confiável e eficiente.

Diego Bertuol, diretor administrativo da Aprosoja MT, enfatiza a necessidade de adequar a infraestrutura energética ao avanço tecnológico que ocorre no campo. “Mato Grosso está em expansão, mas a rede de energia não acompanha esse crescimento. Precisamos de maior capacidade e de manutenção adequada. A falta de energia afeta armazéns, sistemas de irrigação e o desenvolvimento sustentável das fazendas”, destaca. Para ele, é fundamental que a energia elétrica se torne um suporte robusto para o crescimento do agronegócio, e não um obstáculo.

Os problemas no fornecimento de energia vão além da irrigação. Eles afetam também o trabalho administrativo e o tratamento de sementes, comprometendo diretamente o plantio. “O serviço energético é de péssima qualidade e vergonhoso”, critica Bertuol, refletindo a frustração de muitos produtores que enfrentam essas dificuldades diariamente.

Luiz Pedro Bier, vice-presidente da Aprosoja MT, acrescenta que a má qualidade na distribuição de energia também prejudica a instalação de novas empresas no agronegócio. Ele alerta que regiões como a Gaúcha do Norte enfrentam dificuldades devido à insuficiência de energia, o que inviabiliza novos investimentos e limita o potencial de crescimento econômico na área.

Na reunião, os representantes da Energisa se comprometeram a buscar soluções rápidas para minimizar os prejuízos dos produtores. Eles também anunciaram a realização de um estudo para identificar os pontos que mais necessitam de melhorias na oferta de energia elétrica, com a expectativa de que as ações propostas tragam resultados concretos.

Diego Dallasta, vice-presidente leste da Aprosoja-MT, destaca as dificuldades enfrentadas pelos produtores: “Constantes quedas de energia e oscilações que causam queima de aparelhos.” Ele ressalta a importância de expandir a capacidade para armazéns e irrigação, acelerar a aprovação de projetos e melhorar o tempo de execução das obras.

Fonte: Aprosoja Mato Grosso.



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AgroNewsPolítica & Agro

Chuvas beneficiam milho no sul do México


Seca persiste no noroeste do país





Foto: Pixabay

Segundo o boletim semanal de clima e safras (Weekly Weather and Crop Bulletin) divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na quarta-feira (16), as chuvas de fim de temporada foram benéficas para o milho e outras culturas de verão em regiões-chave de sequeiro no sul do México.

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A precipitação variou entre 10 e 50 mm nas áreas do planalto sul, abrangendo de Jalisco a Puebla, além da costa sul do Pacífico, de Guerrero a Oaxaca. Essas chuvas também atingiram distritos agrícolas no sudeste, de Veracruz a Chiapas e Campeche, favorecendo o desenvolvimento das lavouras de verão e auxiliando na reposição das reservas de água para a agricultura de inverno.

Embora as condições secas tenham prevalecido no norte do país, algumas regiões, como Nayarit e partes do nordeste (Tamaulipas e Nuevo León), registraram chuvas com volumes entre 25 e 50 mm. Já nas bacias hidrográficas do noroeste, as chuvas com volumes superiores a 10 mm, ficaram concentradas em Sinaloa e no sul de Sonora. No entanto, as temperaturas acima da média, com máximas diurnas chegando a 40°C em algumas localidades, aumentaram as perdas por evaporação, agravando a seca nessa região.





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Centro-Oeste e Norte têm risco de temporais no fim de semana: veja previsão detalhada



Saiba como o clima irá se comportar neste fim de semana em todo o Brasil:

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Sábado (19)

Sul

A chuva diminui no Rio Grande do Sul e aumenta entre Santa Catarina e o Paraná; o dia será mais encoberto, com condições de pancadas moderadas a fortes e alto risco de rajadas de ventos intensos, especialmente no litoral de Santa Catarina e no leste e norte paranaense.

Sudeste

Grande parte da região terá chance de pancadas de chuva forte. O tempo permanece abafado no interior de Minas Gerais e São Paulo, com possibilidade de chuvas acompanhadas por raios e trovoadas, além de risco elevado de temporais com fortes rajadas de vento. Chove intensamente na cidade de São Paulo e no Rio de Janeiro. Em Vitória, o dia será de sol, intercalado com pancadas de chuva.

Centro-Oeste

Dia instável devido à circulação de ventos nos níveis médios e altos da atmosfera, estimulando a formação de nuvens carregadas. Chove em forma de pancadas em todos os estados da região e no Distrito Federal, com potencial para temporais isolados.

Nordeste

O sol aparece com variação de nebulosidade no interior do Nordeste, no leste e litoral da Bahia e no sul do Ceará. Pode chover em forma de pancadas moderadas a fortes, com risco de trovoadas. Chove moderadamente na costa leste da região.

Norte

Muitas nuvens e chuva a qualquer momento no Acre, Rondônia, Amazonas, sul do Pará e no estado do Tocantins. O tempo continua abafado, com possibilidade de chuvas fortes e potencial para temporais isolados.

Domingo (20)

Sul

Pancadas de chuva mais irregulares no litoral norte de Santa Catarina, no leste e litoral do Paraná e no norte do estado. O tempo fica firme desde o oeste de Santa Catarina até o Rio Grande do Sul.

Sudeste

Chove em toda a região, com atenção voltada para São Paulo, centro-sul de Minas Gerais, litoral e centro-norte do Rio de Janeiro e o leste do Espírito Santo, com potencial para chuvas persistentes e volumes elevados.

Centro-Oeste

O tempo permanece abafado, com possibilidade de pancadas fortes de chuva em toda a região. Dia mais nublado e com pancadas frequentes no interior de Goiás, leste e norte de Mato Grosso, com risco de trovoadas em Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.

Nordeste

A chuva continua em várias áreas do interior da região, com intensidade maior no sul do Maranhão e Piauí, além do norte, oeste e sul da Bahia. Chove de forma moderada no litoral de Alagoas, Pernambuco e Rio Grande do Norte. O tempo permanece firme no Ceará e no litoral do Piauí.

Norte

Pancadas de chuva continuam concentradas no Acre, Rondônia, Amazonas, oeste e noroeste do Pará e no estado do Tocantins. O tempo permanece firme apenas no litoral do Pará e no sul e leste do Amapá.



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Valor Bruto da Produção agropecuária deve recuar 2,2% neste ano, para R$ 1,26 tri



O Valor Bruto da Produção (VBP) agropecuária deve recuar 2,2% neste ano, alcançando R$ 1,265 trilhão, estimou a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Em 2023, o VBP da agropecuária foi de R$ 1,293 trilhão, informou a CNA em nota técnica. O VBP é o faturamento bruto dos estabelecimentos rurais, considerando a produção agrícola e pecuária e a média de preços recebidos pelos produtores rurais de todo o país.

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Em setembro, a confederação previa uma queda maior no VBP do setor, de 3,2% para R$ 1,239 trilhão. De acordo com a CNA, a revisão na produção pecuária minimizou a retração prevista para o VBP anual, mas não foi suficiente para reverter a queda.

A maior retração tende a ser registrada na agricultura, com redução prevista de 3,7% no VBP, passando de R$ 878,6 bilhões para R$ 846 bilhões neste ano. Na pecuária, o VBP é projetado pela CNA em R$ 418,6 bilhões ao fim deste ano, alta de 1% ante 2023, quando o setor registrou R$ 414,4 bilhões de VBP.

Na agricultura, a soja, que deve representar 37,5% do VBP, com maior participação entre as culturas, tende a registrar um resultado 16,4% menor que o de 2023. “A soja segue registrando queda nos preços de 12,3%, acompanhada pela queda da produção de 4,7%”, observou a CNA, na nota. O milho, que também tem preços 8,3% menores e produção 12,3% inferior, tende a apresentar queda de 19,6% no VBP, prevê a CNA. O cereal é a segunda cultura com maior participação no VBP agrícola. Em contrapartida, o aumento de 4,9% dos preços e de 0,9% da produção pode impulsionar o VBP da cana-de-açúcar em 5,4% neste ano. A cultura tem a terceira maior participação no VBP da agricultura.

Na pecuária, o melhor desempenho da carne suína, de frango e do leite devem compensar a queda de 2% no VBP da carne bovina – que representa 44,3% do VBP da pecuária. O resultado negativo da bovinocultura de corte deve-se à combinação do aumento de 6,6% na produção com preços 8,1% menores que no último ano. Já a cadeira leiteira, que é responsável por 21,5% do VBP do setor, apresenta queda de 0,8% nos preços, que é compensada por uma produção 3,4% superior, devendo resultar em alta de 2,5% do VBP.



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