Os preços do milho continuam subindo, com o Indicador Esalq/BM&FBovespa (Campinas – SP) se aproximando dos R$ 70/saca de 60 kg, patamar verificado pela última vez no dia 9 de janeiro deste ano.
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Pesquisadores do Cepea atribuem o movimento de alta à retração de vendedores e à necessidade de parte dos compradores recompor os estoques.
Ressaltam também que os aumentos de preços ocorrem mesmo diante do avanço da semeadura da safra verão e de previsões indicando chuvas na maior parte das regiões produtoras.
Relatório divulgado nesta semana pela Conab apontou a produção agregada de milho para 2024/25 em 119,74 milhões de toneladas, o que representaria um crescimento de 3,5% em relação ao volume de 2023/24.
O alerta climático da Safras & Mercado destaca que as chuvas desta semana no Brasil estarão mais concentradas nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, beneficiando o plantio da soja.
O início da semana apresenta tempo aberto na Região Sul, mas há previsão de precipitações em grande parte da região central e norte, afetando estados como Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e partes de São Paulo.
Na terça-feira (22), a previsão aponta chuvas para as regiões central e norte, incluindo Amazonas, Acre, Roraima, Mato Grosso, Pará e Tocantins, enquanto Maranhão e Piauí devem apresentar um clima mais seco.
Na quarta-feira (23), uma nova frente fria avançará pelo Sul, trazendo chuvas para Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, além de afetar partes do Sudeste e do Centro-Oeste. Apesar de os volumes de chuvas esperados serem regulares, a distribuição pode ser irregular, com regiões como o norte do Maranhão, Tocantins, Piauí e oeste da Bahia mantendo tempo seco ao longo da semana.
Na faixa central do Brasil, as chuvas são importantes para o plantio do grão, mas podem causar interrupções na colheita de cana-de-açúcar. Na sexta-feira (26), o Sul deve retornar a um clima firme, facilitando a colheita do trigo e o plantio de arroz e soja. Além disso, há previsão de chuvas irregulares no Matopiba na virada do mês.
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Paraguai
No Paraguai, as chuvas da semana passada afetaram várias regiões produtoras, com volumes variados. A previsão indica tempo aberto até quarta-feira, quando uma nova frente fria deverá provocar chuvas. Esse sistema deve se mover rapidamente, permitindo que o tempo volte a ficar firme na sexta-feira (25).
Modelos meteorológicos indicam um retorno das chuvas entre os dias 29 e 30, embora de forma irregular. O modelo europeu sugere um clima mais aberto no país nos próximos sete a dez dias, com temperaturas possivelmente elevadas.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a lei 15.008/24, que regulamenta o rodeio crioulo como atividade da cultura popular. A nova norma teve origem no projeto de lei 213/15, do deputado Giovani Cherini (PL-RS), aprovado na Câmara e pelo Senado.
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Rodeio crioulo é o evento que envolve animais nas atividades de montaria, provas de laço, vaquejada, gineteada, pealo, chasque, cura de terneiro, provas de rédeas e outras.
A nova lei traz dispositivos sobre defesa sanitária animal, exigindo atestados de vacinação contra a febre aftosa e de controle de anemia infecciosa equina; e de proteção à saúde e à integridade física dos animais, compreendendo o transporte e a acomodação deles.
O texto também obriga os organizadores de rodeio a contratar seguro de vida e invalidez permanente para as pessoas envolvidas diretamente com as provas, como peões, laçadores, juízes e narradores.
A oferta global recorde e os estoques elevados pressionaram as cotações da soja no spot brasileiro na última semana, segundo levantamentos do Cepea. Por outro lado, a valorização do dólar frente ao real limitou o movimento de baixa.
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Além disso, conforme colaboradores do Cepea, chuvas irregulares seguem deixando sojicultores nacionais em alerta e recuados nas comercializações.
Dados divulgados pelo USDA apontam produção mundial da oleaginosa na temporada 2024/25 em 428,9 milhões de toneladas, 8,6% superior às 394,7 milhões de toneladas colhidas na safra 2023/24.
O esmagamento global é projetado em 346,3 milhões de toneladas e as transações globais, em 181,5 milhões de toneladas, respectivos aumentos de 4,8% e de 2,6% frente à temporada anterior; o estoque mundial também pode ser recorde, previsto em 134,6 milhões de toneladas.
A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,39% para 4,5% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (21), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.
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Para 2025, a projeção da inflação também subiu de 3,96% para 3,99%. Para 2026 e 2027, as previsões são de 3,6% e 3,5%, respectivamente.
A estimativa para 2024 está no teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.
A partir de 2025, entrará em vigor o sistema de meta contínua e, assim, o CMN não precisará mais definir uma meta de inflação a cada ano. O colegiado fixou o centro da meta contínua em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
Em setembro, puxado principalmente pela conta de energia elétrica das residências, a inflação no país foi de 0,44% após o IPCA ter registrado deflação de 0,02% em agosto. De acordo com o IBGE, em 12 meses o IPCA acumula 4,42%.
Juros básicos
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 10,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação fizeram o colegiado elevar os juros pela primeira vez em mais de dois anos.
A última alta dos juros ocorreu em agosto de 2022, quando a taxa subiu de 13,25% para 13,75% ao ano. Após passar um ano nesse nível, a taxa teve seis cortes de 0,5 ponto e um corte de 0,25 ponto, entre agosto do ano passado e maio deste ano. Nas reuniões de junho e julho, o Copom decidiu manter a taxa em 10,5% ao ano.
A próxima reunião do Copom está marcada para 5 e 6 de novembro, quando os analistas esperam um novo aumento da taxa básica. Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 11,75% ao ano.
Para o fim de 2025, a estimativa é que a taxa básica caia para 11,25% ao ano. Para 2026 e 2027, a previsão é que ela seja reduzida, novamente, para 9,5% ao ano e 9% ao ano, respectivamente.
Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.
Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.
PIB e câmbio
A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano subiu de 3,01% para 3,05%. No segundo trimestre do ano, o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) surpreendeu e subiu 1,4% em comparação com o primeiro trimestre. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com o segundo trimestre de 2023, a alta foi de 3,3%.
Para 2025, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 1,93%. Para 2026 e 2027, o mercado financeiro estima expansão do PIB também em 2%, para os dois anos.
Em 2023, também superando as projeções, a economia brasileira cresceu 2,9%, com um valor total de R$ 10,9 trilhões, de acordo com o IBGE. Em 2022, a taxa de crescimento havia sido de 3%.
A previsão de cotação do dólar está em R$ 5,42 para o fim deste ano. No fim de 2025, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,40.
Saiba como o clima irá se comportar nesta terça-feira (22) em todo o Brasil:
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Sul
Pancadas de chuva isoladas na região metropolitana de Curitiba, litoral e centro-sul do Paraná, e no litoral norte de Santa Catarina. Nas demais áreas, o sol aparece entre algumas nuvens e as temperaturas chegam até os 30 ºC.
Sudeste
Ainda há pancadas de chuva no interior de São Paulo e no Triângulo Mineiro, e não se descarta a possibilidade de temporais localizados. O estado do Rio de Janeiro terá tempo estável, com sol predominando entre algumas nuvens.
Centro-Oeste
A condição de tempo mais instável persiste em todo o Centro-Oeste. No Mato Grosso, a chuva pode ser de forte intensidade, acompanhada de trovoadas e raios. Em Goiás e no Distrito Federal, a chuva será mais isolada, mas com potencial para temporais. No Mato Grosso do Sul, o céu estará mais nublado, e, se houver chuva, será passageira.
Nordeste
A chuva se concentra no interior da Bahia e entre as capitais Salvador e Natal. O interior da região volta a ter tempo ensolarado e quente, com a umidade à tarde atingindo índices em torno de 30%.
Norte
Chove em grande parte da região. No Amazonas, Acre, Rondônia, Tocantins, Roraima e sul do Pará, a previsão é de pancadas de chuva com raios e trovoadas. As temperaturas sobem e a sensação à tarde será de abafado. Nas demais regiões do Pará e no Amapá, o tempo permanece ensolarado.
O aumento das temperaturas e a irregularidade das chuvas têm intensificado a presença de pragas nas lavouras brasileiras, exigindo dos agricultores novas estratégias de manejo. Segundo Felipe Biazola, gerente de produtos biológicos, esses fenômenos encurtam o ciclo de vida das pragas, aumentando o número de gerações dentro de uma mesma safra e provocando uma expansão geográfica significativa. “Regiões que antes não enfrentavam certos problemas, como a cigarrinha-do-milho, agora precisam lidar com essas ameaças, mesmo em climas mais frios”, alerta Biazola.
Clima e a aceleração dos ciclos de pragas
Segundo Biazola, o aumento das temperaturas e a irregularidade das chuvas são os principais responsáveis pela intensificação do problema. “As temperaturas elevadas encurtam o ciclo de vida das pragas, gerando mais gerações por safra e aumentando a população ao longo do ano”, explica. Em condições normais, o frio funciona como uma barreira natural, limitando a proliferação de muitas pragas.
Além disso, a expansão geográfica das pragas é outro fenômeno preocupante: “Regiões que antes não enfrentavam certas pragas agora estão suscetíveis devido ao aumento das médias térmicas”, comenta. Um exemplo citado foi a cigarrinha-do-milho, que, antes restrita a algumas áreas do Brasil, agora se espalha por todo o território, inclusive em regiões mais frias.
Chuvas irregulares e estresse das plantas
A escassez ou excesso de chuvas também interfere na resistência das culturas. “Com o estresse hídrico, as plantas se tornam mais vulneráveis a ataques de pragas, já que precisam dividir seus recursos entre o crescimento e a defesa”, destaca Biazola. Por outro lado, períodos de chuvas excessivas seguidos por estiagens afetam os predadores naturais das pragas, comprometendo o equilíbrio ecológico. “Esse desequilíbrio pode transformar pragas secundárias em problemas primários”, acrescenta.
Cigarrinha-do-Milho e Mosca-Branca: vetores de doenças
Entre as pragas emergentes, Felipe Biazola ressalta a importância de controlar a cigarrinha-do-milho e a mosca-branca. Ambas, além de causarem danos diretos, são vetores de doenças que impactam significativamente a produtividade. No caso da mosca-branca, a situação é mais complexa devido à sua capacidade de se hospedar em diversas culturas e plantas daninhas, o que facilita sua persistência entre safras.
Controle biológico como ferramenta fundamental
Questionado sobre as medidas preventivas, Biazola enfatiza a importância do manejo integrado e destaca o papel do controle biológico. “O controle biológico ajuda a manter as populações de pragas em níveis baixos, permitindo que o controle químico seja mais eficiente quando necessário”, esclarece. Ele também menciona a relevância do planejamento fitossanitário, desde a escolha de sementes até o escalonamento das janelas de plantio, para reduzir o impacto das condições adversas.
Felipe explica que a introdução de agentes biológicos no início do ciclo das pragas é uma estratégia eficaz. “Produtos biológicos à base de fungos, por exemplo, têm alta persistência no ambiente, agindo sobre as pragas adultas e inibindo a eclosão de novas gerações”, observa. Essa abordagem não apenas reduz a pressão inicial das pragas, mas também cria um ambiente favorável para o controle químico nos momentos críticos.
Pesquisa e inovação: o futuro do manejo agrícola
Para Felipe Biazola, a pesquisa é essencial para desenvolver soluções inovadoras diante das mudanças climáticas. “Estamos trabalhando na seleção de cepas de microrganismos mais resistentes a estresses térmicos e hídricos, além de aprimorar as formulações dos produtos para aumentar sua eficácia”, explica. A inovação também se estende à tecnologia de aplicação, com o objetivo de maximizar a exposição das pragas aos produtos biológicos e químicos.
“É fundamental integrar diferentes ferramentas e disciplinas, desde a biotecnologia das culturas até a tecnologia de aplicação, para alcançar um controle eficaz”, ressalta Biazola. A pesquisa, portanto, busca alinhar essas inovações para oferecer soluções mais resilientes e sustentáveis ao setor agropecuário.
A Abertura Nacional da Colheita da Soja 2024/25 foi anunciada durante o evento da Abertura Nacional do Plantio da Soja, que aconteceu em Açailândia (MA), há dez dias. Com a data marcada para o dia 7 de fevereiro de 2025, Sinop, no Mato Grosso, será o município anfitrião do evento que celebrará o potencial do agronegócio brasileiro.
De acordo com a Prefeitura Municipal de Sinop, o município se destaca entre os 141 de Mato Grosso, ocupando a quarta posição no ranking de economia, desenvolvimento e prestação de serviços, além de ser a principal cidade do Norte mato-grossense.
A divulgação da abertura ocorreu durante o segundo painel do evento, onde foram discutidos temas importantes para cerca de 1.200 participantes, como a Moratória da Soja e a Lei Antidesmatamento da União Europeia. A discussão teve a presença de Luiz Pedro Bier, vice-presidente da Aprosoja-MT, Maurício Buffon, presidente da Aprosoja Brasil, e Fabrício Rosa.
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A soja no Mato Grosso
Foto: Pedro Silvestre/ Canal Rural MT
O estado se consolidou como um dos principais polos produtores de soja do Brasil, recebendo pela sétima vez o evento. O estado, o maior produtor de soja do país, contribuiu com 26,5% da produção nacional na safra 2023/24, segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).
Conforme a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), o estado é responsável por 24,9% da produção de milho e 27,2% da produção de soja em todo o país. A expectativa é de expansão da área de grãos na próxima década; um estudo aponta que os 58,2 milhões de hectares atualmente utilizados para o plantio devem aumentar para 65,6 milhões em 2026.
Apesar da falta de chuvas que tem afetado a região, as previsões para a safra 2024/25 são otimistas. Dados do Imea apontam que a colheita deve alcançar 44 milhões de toneladas de soja, representando um aumento de aproximadamente 12,8% em relação à safra anterior, que registrou cerca de 39 milhões de toneladas.
O cenário de produtividade também é promissor: nesta safra, os produtores poderão cultivar cerca de 57,9 milhões de hectares, um crescimento em comparação aos 52,1 milhões de hectares cultivados em 2023.
Produtores rurais e artesãos de diversas regiões do estado de São Paulo comemoram o sucesso de suas participações na Feira do Empreendedor Sebrae 2024. Durante os quatro dias de evento, realizado entre 15 e 18 de outubro, os expositores que estiveram no estande do Sistema Faesp/Senar-SP e sindicato rural de São Paulo alcançaram um faturamento total de quase R$ 50 mil, superando as expectativas.
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Participação que fez a diferença
Bruna Machado, da Brumel, comentou que as vendas na feira foram equivalentes a um mês inteiro de trabalho em feiras regionais. “Foi uma experiência rica, tanto pela troca com outros apicultores quanto pelas vendas”, afirmou. A Feira do Empreendedor atraiu mais de 102 mil visitantes, e apenas o estande da Faesp/Senar-SP recebeu mais de 7 mil pessoas.
O presidente da Faesp, Tirso Meirelles, destacou a importância do evento para fomentar o empreendedorismo no campo e fortalecer as cadeias produtivas. “A feira é uma oportunidade única de integração e de gerar emprego e renda para os produtores”, disse Tirso.
Saúde e empreendedorismo feminino em destaque
A Comissão Semeadoras do Agro, que também marcou presença no estande, recebeu cerca de 1.300 visitantes, oferecendo serviços de aferição de pressão, exames de glicemia e sessões de massagem. Juliana Farah, vice-presidente da Comissão, destacou o foco na saúde da mulher e na criação de uma rede de apoio às produtoras rurais.
Depoimentos de sucesso
Diversos expositores relataram experiências positivas com o público da feira. Marina Santos, da Cabanha Campestre 53, celebrou as conexões feitas: “Foi incrível participar e conhecer tantas pessoas, trocamos ideias e fizemos boas conexões.” Já Suzana Araújo, da Suzana Shitake, comemorou não apenas o sucesso financeiro, mas também a oportunidade de espalhar o conhecimento sobre fungicultura: “Foi super rentável e gratificante.”
Oportunidade de crescimento
O evento também surpreendeu pela estrutura e pela recepção calorosa do público. Tania Nagase, do Orquidário Nagase, elogiou a organização e a decoração do estande: “A feira foi muito boa, superou nossas expectativas.” Para muitos, a Feira do Empreendedor representou um marco no desenvolvimento de suas atividades e na expansão de seus negócios.
Com essas iniciativas, o Sistema Faesp/Senar-SP segue cumprindo seu papel de apoiar o crescimento e a inovação no setor agropecuário paulista, promovendo oportunidades para produtores de diferentes segmentos.