segunda-feira, julho 27, 2026

Agro

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Mercado do boi gordo segue em alta graças à intensa demanda de exportação; veja cotações



O mercado físico do boi gordo volta a apresentar alta em seus preços. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo.

“Isso acontece em linha com a atual posição das escalas de abate, que permanecem apertadas em grande parte do país”.

Segundo ele, as exportações seguem como uma variável determinante na atual temporada, ocupando um papel relevante na formação dos preços da arroba do boi gordo.

Preços médio da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 306,48

Mercado atacadista

O mercado atacadista segue com preços firmes, ainda em perspectiva de alta no curto prazo. O quarto dianteiro é precificado a R$ 18,20 por quilo. O quarto traseiro permanece cotado a R$ 23,20 por quilo. A ponta de agulha segue no patamar de R$ 17,25 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial fechou em queda de 0,14%, cotado a R$ 5,6923. A moeda refletiu, ao longo da sessão, a falta de indicadores tanto aqui quanto lá fora, e certa percepção de melhora no fiscal doméstico.



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Valor médio de exportação de carne bovina dá salto de 42%



As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 811,956 milhões nos primeiros 14 dias úteis de outubro, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A quantidade total exportada pelo país chegou a 176,399 mil toneladas, com média diária de 12,599 mil toneladas. Assim, os embarques renderam uma média diária de US$ 57,996 milhões, com o preço médio da tonelada apontado em US$ 4.603,00.

Em relação a outubro de 2023, houve alta de 42,3% no valor médio diário da exportação, ganho de 42,1% na quantidade média diária exportada e avanço de 0,1% no preço médio.

Carne suína

As exportações de carne suína “in natura” do Brasil renderam US$ 187,856 milhões também nos primeiros 14 dias úteis do mês, com média diária de US$ 13,418 milhões.

Segundo a Secex, a quantidade total exportada pelo país no período chegou a 74,922 mil toneladas, com média diária de 5,351 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.507,3.

Em relação a outubro de 2023, houve alta de 49,3% no valor médio diário, avanço de 36,2% na quantidade média diária e alta de 9,6% no preço médio.



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AgroNewsPolítica & Agro

Exportação de milho em alta demanda


Na China, o mercado de milho teve queda pelo quarto dia consecutivo




De acordo com a consultoria, no mercado argentino, o milho para entrega imediata foi cotado a 175 mil pesos por tonelada
De acordo com a consultoria, no mercado argentino, o milho para entrega imediata foi cotado a 175 mil pesos por tonelada – Foto: Freepik

Os prêmios de exportação de milho em Paranaguá registraram aumento na demanda, com compradores se mostrando ativos para entregas em dezembro e janeiro, conforme informa a TF Agroeconômica. No entanto, a oferta de vendedores segue escassa, evidenciando um desequilíbrio no mercado. Para novembro, os prêmios base para Paranaguá variaram de 127 SC a 140 SV, enquanto para dezembro e janeiro os valores foram de 108 SC e 95 SV, respectivamente. Já para julho/agosto, as cotações se mantiveram em 95 SV.

Na China, o mercado de milho teve queda pelo quarto dia consecutivo, com as cotações recuando 8 CNY/t para novembro e 5 CNY/t para janeiro. O amido de milho seguiu a mesma tendência, registrando baixa de 5 CNY/t em novembro e 8 CNY/t em janeiro. Em contrapartida, os preços dos ovos apresentaram alta de 63 CNY/500kg para outubro, mas caíram 2 CNY/500kg para novembro. No mercado de suínos, houve um recuo de 15 CNY/t para novembro, refletindo a tendência geral de queda nos preços de commodities.

De acordo com a consultoria, no mercado argentino, o milho para entrega imediata foi cotado a 175 mil pesos por tonelada, uma redução de 5 mil pesos em comparação à rodada anterior. Apesar dessa queda, há expectativa de melhora nos preços. Para entregas entre novembro e dezembro, os valores subiram 3 mil pesos, alcançando 178 mil pesos por tonelada. No mercado futuro, o MATBA registrou uma oscilação para US$ 186,00 por tonelada no porto para abril, uma leve queda em relação ao valor anterior de US$ 187,00. Em Chicago, as cotações fecharam em US$ 160,53 por tonelada.
 





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Como o mercado da soja fechou nesta segunda-feira?



O mercado brasileiro da soja apresentou preços firmes na maioria das praças de comercialização nesta segunda-feira, mas os negócios foram pouco expressivos. A maior parte das movimentações ocorreu no mercado interno, com a exportação apresentando baixo movimento. Embora tenham sido registrados negócios com soja disponível, não foram apresentadas transações significativas, uma vez que os produtores estão focados no plantio.

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Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): passou de R$ 133,00 para R$ 134,00
  • Região das Missões (RS): passou de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • Porto de Rio Grande (RS): manteve em R$ 141,00
  • Cascavel (PR): passou de R$ 136,00 para R$ 139,00
  • Porto de Paranaguá (PR): passou de R$ 141,00 para R$ 143,00
  • Rondonópolis (MT): passou de R$ 135,00 para R$ 139,00
  • Dourados (MS): passou de R$ 134,00 para R$ 138,00
  • Rio Verde (GO): passou de R$ 131,00 para R$ 132,50

Chicago

Os contratos futuros da soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam em alta, recuperando parte das perdas recentes. A demanda robusta pelo produto norte-americano e a alta do petróleo em Nova York impulsionaram os preços, além de novos estímulos econômicos na China que contribuíram para o cenário positivo.

Exportadores dos Estados Unidos relataram ao Departamento de Agricultura norte-americano a venda de 264.000 toneladas de soja para destinos não revelados na temporada 2024/25, além de mais 116.000 toneladas em outra operação. As inspeções de exportação de soja chegaram a 2.433.530 toneladas na semana encerrada em 17 de outubro, superando os 1.907.464 toneladas da semana anterior, embora ainda abaixo do total do ano passado.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam a US$ 9,81 por bushel, com alta de 11 centavos (1,13%). A posição de janeiro/25 foi cotada a US$ 9,89 ¾ por bushel, subindo 7 centavos (0,71%). No segmento de subprodutos, o farelo de soja em dezembro fechou a US$ 318,30 por tonelada, com alta de US$ 2,70 (0,85%) e o óleo em 42,39 centavos, aumentando 0,57 centavo (1,36%).

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,14%, cotado a R$ 5,6923 para venda e R$ 5,6903 para compra, com variações durante o dia entre R$ 5,6873 e R$ 5,7351.



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Marcação de bovinos a fogo deixa de ser obrigatória em São Paulo


O governo do estado de São Paulo eliminou a obrigatoriedade da marcação a fogo em bovinos vacinados.

O novo modelo de identificação, aprovado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), é o primeiro do Brasil e se aplica à vacinação contra brucelose em fêmeas bovinas e bubalinas de três a oito meses de idade.

A nova medida, publicada no Diário Oficial do Estado, por meio da Resolução SAA nº 78/24 e das Portarias 33/24 e 34/24, permite que animais vacinados sejam identificados por um bottom na orelha, em vez da tradicional marcação a fogo. Essa iniciativa é da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento.

Melhorias no bem-estar animal

A medida tende a colaborar com a redução de estresse nos animais e na eficiência no manejo. Segundo o secretário de Agricultura e Abastecimento do estado, Guilherme Piai, a mudança valoriza a pecuária paulista, promovendo boas práticas e abrindo novas oportunidades no mercado internacional.

Para o órgao, a substituição pela identificação via bottom proporciona uma abordagem mais humanizada e segura para os profissionais que realizam a vacinação. Além disso, facilita o manejo e agiliza o processo de registro, já que o sistema informatizado de defesa animal, o Gedave, permite o cadastro rápido da vacinação.

Prazos de vacinação de bovinos

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Foto: Faep

Os prazos de vacinação de bovinos e bubalinos foram ajustados para dois períodos:

  • De 1º de janeiro a 30 de junho
  • De 1º de julho a 31 de dezembro

A desburocratização também é parte do novo pacote de medidas anunciados pela secretaria. O proprietário não precisa mais declarar a vacinação; basta que o médico-veterinário registre o atestado de vacinação no Gedave, dentro de até quatro dias após a imunização.

Em caso de diferença entre o número de animais vacinados e o saldo do rebanho declarado, o médico-veterinário e o produtor serão notificados por meio de mensagem eletrônica, enviada ao e-mail cadastrado junto ao sistema. Neste caso, o proprietário deverá regularizar a pendência para a efetivação da declaração.

Identificação de animais vacinados

O modelo alternativo de identificação de vacinação contra a Brucelose é uma alternativa não obrigatória à marcação a fogo.

As publicações do Governo de São Paulo estabelecem a seguinte classificação:

  • Bottom amarelo: para vacinas B19
  • Bottom azul: para vacinas RB51

Anteriormente, a identificação era feita com marcação a fogo indicando o algorismo do ano corrente ou a marca em “V”, a depender da vacina utilizada.

Fornecimento dos bottoms

Os bottons são produzidos dentro de especificações indicadas na portaria. Depois são fornecidos a estabelecimentos de insumos e produtos veterinários, que farão a venda e fornecimento dos identificadores juntamente com as vacinas aos médicos-veterinários ou aos produtores, mediante informação no receituário.

Para o caso de perda, dano ou qualquer alteração que prejudique a identificação, uma nova aplicação deverá ser solicitada ao médico-veterinário ou à Defesa Agropecuária.

Havendo a impossibilidade da aquisição do botton, o animal deverá ser identificado conforme as normativas vigentes do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT).

A Defesa Agropecuária informa ainda que o uso do botton só é válido dentro do estado de São Paulo, não sendo permitido o trânsito de animais identificados de forma alternativa para demais estados da federação.



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Precipitação prevista deve contribuir para a semeadura da soja; onde bons volumes chegam?


Com as chuvas previstas para o final de semana, o produtor da soja pode esperar boa umidade do solo, especialmente nas regiões do Centro-Oeste. Entretanto, a situação no Matopiba é oposta, já que a precipitação apresenta distribuição irregular.

Além disso, regiões do Noroeste e de Mato Grosso do Sul também enfrentam dificuldades, com volumes pluviométricos que mal chegam a 10 a 15 milímetros nos próximos cinco dias. Essa falta de umidade pode impactar negativamente as plantações.

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Quais são os pontos de atenção no clima?

Foto: Canal Rural/Reprodução

Observando a previsão para os próximos dias, um ciclone extratropical se formará na região Sul, gerando alerta para temporais na quarta e quinta-feira. Esse fenômeno poderá resultar em uma frente fria que afetará o Sudeste e o Centro-Oeste, trazendo chuvas volumosas. No entanto, o acumulado de chuva esperado não deverá interferir nos trabalhos agrícolas em campo e sim ajudar a manter a umidade do solo.

Na última semana de outubro, as perspectivas se tornam mais otimistas para Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais, onde são esperados bons volumes de chuva, especialmente no norte de Minas, que pode ultrapassar os 100 milímetros.

O Mato Grosso do Sul deve viver uma semana de clima mais estável, favorecendo a manutenção da umidade do solo. São Paulo e o norte do Paraná também poderão se beneficiar dessas condições, criando uma janela ideal para que os produtores avancem com suas atividades agrícolas.

Diante dessas previsões climáticas, é essencial que os agricultores se preparem para aproveitar a umidade disponível, garantindo assim uma colheita produtiva na próxima safra de soja.



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Polícia desarticula grupo criminoso que contrabandeava defensivos do Paraguai


A Polícia Federal iniciou a Operação Circe nesta segunda-feira (21) em Guaíra, no Paraná. O objetivo da ação é reprimir e desarticular organização criminosa que atua na importação, no transporte e na comercialização de defensivos agrícolas contrabandeados do Paraguai.

Ao todo, os oficiais cumpriram oito mandados de busca e apreensão e cinco de prisão preventiva, expedidos pela 1ª Vara Federal de Umuarama (PR), nos municípios paranaenses de Terra Roxa, Iporã, Palotina e Jesuítas.

Defensivos reembalados

embalagens de defensivos apreendidosembalagens de defensivos apreendidos
Foto: Divulgação PF

A investigação descobriu que os defensivos proibidos eram retirados de sua embalagem original e reembalados em invólucros de outros produtos. Assim, os contrabandistas buscavam enganar a fiscalização brasileira, transportando-os até outros estados do país, como Mato Grosso e Bahia.

A PF identificou uma elevada movimentação financeira nas transações da organização criminosa. Assim, para descapitalizar o grupo, foi determinado o sequestro de bens móveis e imóveis, além do bloqueio de contas bancárias no valor de até R$ 10 milhões vinculadas a quatro investigados.

Os suspeitos devem responder pelos crimes de organização criminosa, importação, comércio e transporte de defendsivos agrícolas em desacordo com as exigências da legislação vigente, além do crime de lavagem de dinheiro.

A operação da PF contou com o apoio do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron) da Polícia Militar do Paraná.



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AgroNewsPolítica & Agro

Volatilidade no mercado de trigo: Oportunidades e riscos


Os fatores de baixa incluem a agressividade russa no mercad




Entre os fatores que podem elevar os preços do trigo, destacam-se as boas exportações americanas
Entre os fatores que podem elevar os preços do trigo, destacam-se as boas exportações americanas – Foto: Mateus Zardin

De acordo com informações da TF Agroeconômica, o mercado de trigo está passando por um período de volatilidade, influenciado por ações russas e condições climáticas. A recente intervenção do governo russo, que estabeleceu preços escalonados para o trigo exportado, gerou uma queda inicial nos preços, mas a expectativa é de que essa queda seja temporária, com efeito até, no máximo, novembro. A recomendação da TF Agroeconômica é que investidores aproveitem a oportunidade para estabelecer ordens de compra em níveis mais baixos, acreditando em um potencial de alta a médio e longo prazo, caso o mercado recupere após o impacto inicial.

Entre os fatores que podem elevar os preços do trigo, destacam-se as boas exportações americanas, que atingiram 504,1 mil toneladas na semana, superando as expectativas do mercado. No Brasil, os problemas de qualidade nos trigos do Paraná e Rio Grande do Sul também são motivo de atenção, pois podem aumentar a demanda por importações de trigo argentino na próxima safra. Além disso, as exportações do Rio Grande do Sul, que pode produzir cerca de 4,2 milhões de toneladas, são determinantes para o comportamento dos preços no mercado interno, especialmente se as condições climáticas adversas continuarem afetando a qualidade do produto.

Por outro lado, os fatores de baixa incluem a agressividade russa no mercado, onde as chuvas recentes têm favorecido o plantio de trigo de inverno, aumentando a oferta. No Brasil, a pressão de preços se intensifica com o início da colheita no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, levando a uma queda nos preços observada no Paraná e no Rio Grande do Sul. Adicionalmente, o trigo argentino, mesmo com uma produção menor do que o esperado, mantém o menor preço FOB de exportação devido ao aumento do dólar no Brasil, mantendo sua competitividade no mercado internacional.





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Fiscalização apreende carne de jacaré e 250 kg de peixe proibido


Fiscalização na área portuária de Santana, no Amapá, apreendeu 52 kg de carne de jacaré e 250 kg de peixe da espécie tambaqui, que está em período de defeso desde o dia 1º de outubro.

A operação foi realizada pelo Batalhão Ambiental da Polícia Militar (BA/PM) no domingo (20). Os animais estavam em cubas em uma embarcação no Porto Norte do município.

O proprietário dos produtos ilícitos foi localizado e apresentado no Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp), de Santana.

De acordo com o BA/PM, o pescado passará por inspeção da Vigilância Sanitária e, caso esteja em condições para o consumo humano, será doado às entidades cadastradas no Batalhão. Já a carne de jacaré será doada para consumo animal.

Período de defeso

peixes apreendidospeixes apreendidos
Foto: Divulgação/Batalhão Ambiental

O período de defeso, também chamado de piracema na Região Norte, serve para a preservação dos peixes que, nesta época, entram em época de reprodução.

A partir do dia 15 de novembro até 15 de março de 2025, além do Tambaqui, outras espécies ficam protegidas e as fiscalizações devem ser intensificadas em todo o estado.

Durante os quatro meses de suspensão, as espécies protegidas se reproduzem em igarapés e rios como Araguari, Flexal, Cassiporé, Calçoene, Cunani, Uaçá, Amazonas e afluentes.

  • Anujá
  • Apaiarí
  • Aracu
  • Aruanã
  • Branquinha
  • Cachorro de Padre
  • Cumaru
  • Curimatã
  • Curupeté
  • Gurijuba
  • Jatuarana
  • Jeju
  • Mapará
  • Matrinxã
  • Pacu (Pacu Ferro)
  • Pargo
  • Pescada Branca
  • Piau
  • Piramutaba
  • Piranha
  • Pirapema
  • Pirapitinga
  • Pirarucu
  • Sardinha
  • Tambaqui
  • Tamoatá
  • Traíra
  • Trairão



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Programa Acredita quer desburocratizar o crédito



Lançado na última sexta-feira (18), em São Paulo o Programa Acredita, parceria do Sebrae com o Governo Federal vai oferecer crédito, com taxas de juros diferenciadas, para micro e pequenos empreendedores de todos os setores da economia, do campo à cidade. 

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp

A estimativa do Governo é a de que o Programa tenha o potencial de destravar até R$30 bilhões em crédito. Lula afirmou em discurso que é necessário facilitar o acesso desses créditos nas instituições financeiras. 

O presidente do Sebrae, Décio Lima, também esteve presente no evento e pontuou que o crédito deixou de ser artigo de luxo. “Este é um momento marcante para a história da economia do nosso país: a popularização do crédito”.

Assista a reportagem completa:



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