domingo, julho 26, 2026

Agro

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Série sobre Chitãozinho e Xororó estreia na TV aberta nesta terça-feira


A partir desta terça-feira (22), os fãs de Chitãozinho e Xororó terão a oportunidade de acompanhar a trajetória da dupla sertaneja na nova série As Aventuras de José e Durval, exibida na TV Globo. Originalmente lançada no Globoplay, a produção de oito episódios será transmitida às terças e quintas na TV aberta, trazendo uma dramatização da vida dos irmãos que se tornaram ícones da música sertaneja.

Os papéis principais são interpretados pelos irmãos Rodrigo Simas e Felipe Simas, enquanto Pedro Tirolli e Pedro Lucas vivem Chitãozinho e Xororó na infância. A série retrata desde os primeiros passos da dupla no mundo da música, aos 8 e 10 anos, até o auge do sucesso nos anos 1980 e 1990. O elenco ainda conta com nomes como Andréia Horta e Marco Ricca, que interpretam os pais da dupla, fundamentais no despertar do talento musical dos filhos.

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Além das apresentações musicais, As Aventuras de José e Durval traz uma narrativa que explora os desafios e conquistas dos irmãos ao longo de sua carreira, incluindo momentos emblemáticos como suas primeiras apresentações em quermesses e bares. A trilha sonora é composta por sucessos da dupla, cuidadosamente selecionados para destacar cada fase de suas vidas.

Foto: Divulgação/Globo

Com direção de Hugo Prata e ambientação que remete ao interior de São Paulo, a série promete uma imersão nostálgica para os fãs de longa data e uma emocionante jornada para novos admiradores.



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AgroNewsPolítica & Agro

Chuvas em excesso podem prejudicar o trigo


O excesso de água pode atrasar o ciclo de desenvolvimento





Foto: Divulgação

A escassez de chuvas pode causar prejuízos às lavouras de trigo, comprometendo todas as fases do ciclo produtivo. Sem umidade suficiente no solo, as sementes encontram dificuldades para germinar, e o crescimento vegetativo das plantas é limitado, afetando sua capacidade fotossintética. Contudo, o excesso de chuvas também representa um desafio para a produção de trigo, causando encharcamento do solo e prejudicando a oxigenação das raízes, o que limita a absorção de nutrientes e o crescimento das plantas. Além disso, a alta umidade favorece doenças fúngicas, como ferrugem e giberela, que comprometem a sanidade e a produtividade. O excesso de água pode atrasar o ciclo de desenvolvimento e dificultar a maturação, expondo a lavoura a riscos climáticos tardios, como geadas. Na colheita, solos saturados dificultam o uso de máquinas e aumentam o risco de perdas, além de favorecer a germinação de grãos na espiga, reduzindo a qualidade e o valor comercial. 

Há alguns meses se os triticultores enfrentavam o problema do baixo volume de chuvas, atualmente o excesso pode estar causando prejuizos nas lavouras do Paraná, que estão em fase final de ciclo. Vale lembrar que,  em 2023, o Paraná foi o maior estado produtor do cereal do Brasil e, neste ano, deve se configurar como segundo maior. Até o momento, a Seab/Deral aponta que 79% da área de trigo do Paraná já foi colhida.

Pesquisadores do Cepea indicam que a expectativa ainda é de que o restante das lavouras do estado apresente trigo de melhor qualidade, com rendimentos no campo superior ao do cereal que já foi colhido, mas as recentes chuvas já preocupam. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, produtores também estão atentos ao clima, e as atividades de campo estão no início – em ambos estados, a colheita soma apenas 1% da área.

 





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iniciativa busca aproximar prefeitos das pautas do agro



Com o segundo turno das eleições municipais de 2024 se aproximando, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) busca intensificar a mobilização junto aos candidatos a prefeitos para garantir que as pautas do setor agropecuário tenham protagonismo nas próximas gestões. A iniciativa, chamada “Prefeito Amigo do Agro“, tem como objetivo aproximar os candidatos das demandas do campo, buscando comprometimento com a implementação de políticas que favoreçam o setor.

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A ação é liderada pelos sindicatos rurais ligados ao Sistema Faesp/Senar-SP, que, por meio de encontros com os candidatos, entregam um documento contendo propostas do agronegócio. “É fundamental essa aproximação dos candidatos com o agro, para que as gestões municipais estejam atentas às necessidades do produtor rural. Os presidentes dos sindicatos são nossos porta-vozes diretos nesse processo”, afirma Tirso Meirelles, presidente da Faesp.

Compromisso firmado em diferentes regiões

A ação tem mobilizado candidatos em diversas cidades do interior paulista. Em Itararé, por exemplo, os quatro principais candidatos participaram de um evento organizado pelo sindicato rural local, no qual tiveram a oportunidade de expor suas propostas e assinar o termo de compromisso com o setor agropecuário.

O presidente do Sindicato Rural de Monte Aprazível, Antônio Ginack Junior, também relatou a importância da iniciativa. Segundo ele, a assinatura do documento pelos candidatos garante que o sindicato terá um canal direto com a futura gestão municipal, fortalecendo o diálogo entre o poder público e os produtores rurais.

Em Pindamonhangaba, Carlos Alberto Faria Raposo Lopes, presidente do sindicato local, entregou a cartilha “Prefeito Amigo do Agro” aos candidatos durante um evento no auditório da entidade. A ação foi bem recebida por todos os candidatos, que se comprometeram a trabalhar pelas pautas do campo.

Mobilização em todo o estado

A campanha “Prefeito Amigo do Agro” tem alcançado candidatos em diferentes regiões do estado, incluindo cidades como Mirante do Paranapanema, Flórida Paulista, Bernardino de Campos e Itapetininga. Em cada localidade, os presidentes dos sindicatos têm organizado eventos e reuniões para garantir que os futuros prefeitos estejam comprometidos com o desenvolvimento da agropecuária.



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Podcast: veja o que vai impactar o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

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No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca que os mercados começaram a semana reagindo ao fortalecimento de Donald Trump para as eleições da presidência dos Estados Unidos, com o dólar se valorizando contra a maioria das moedas e os rendimentos dos Treasuries subindo consideravelmente.

Para mais conteúdos de Mercado Financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!



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Recomendações para fixação do milho na B3


Por outro lado, os fatores de baixa incluem o rápido progresso da colheita nos EUA




Entre os fatores de alta, destaca-se no mercado internacional a importante venda de 1.623.060 toneladas de milho dos EUA para o México
Entre os fatores de alta, destaca-se no mercado internacional a importante venda de 1.623.060 toneladas de milho dos EUA para o México – Foto: Divulgação

De acordo com a TF Agroeconômica, os preços do milho ainda não cobrem integralmente os custos de produção da safra atual, que foram estimados pelo Deral-PR em R$ 73,60 por saca para produtores que alcançam 80 sacas por hectare. A análise da consultoria aponta que há mais fatores indicando queda do que alta nos preços e recomenda que os produtores aproveitem os valores futuros da B3 para os próximos meses, como os R$ 73,44 para janeiro, para fixar tanto a produção restante da última safra quanto a colheita futura, incluindo a safra de verão e a safrinha.

Entre os fatores de alta, destaca-se no mercado internacional a importante venda de 1.623.060 toneladas de milho dos EUA para o México, confirmada pelo USDA. Além disso, o relatório semanal das exportações dos EUA foi positivo, superando as expectativas. No Brasil, o aperto no suprimento da última safra e a alta demanda das indústrias também sustentam os preços.

Por outro lado, os fatores de baixa incluem o rápido progresso da colheita nos EUA, favorecido pelas condições climáticas secas, o que reduz a demanda por milho brasileiro e pressiona os preços internos. Além disso, a normalização das chuvas no Centro-Oeste brasileiro aumenta as chances de uma safrinha normal, o que poderia estabilizar ainda mais o mercado.

Com a colheita americana em ritmo acelerado e prêmios no Brasil zerados, a tendência é que os preços domésticos caiam no curto e médio prazos. Segundo a Conab, 80% da produção de milho na safra 2024/2025 dependerá da safrinha, o que torna o monitoramento das condições climáticas essencial para as próximas semanas.
 





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dia será marcado por pancadas e tempo encoberto



As pancadas de chuva ainda se fazem presentes em grande parte do Brasil nesta terça-feira (22). Acompanhe a previsão do tempo para as cinco regiões na parceria entre Climatempo e Canal Rural.

Sul

Pancadas de chuva isoladas na Região Metropolitana de Curitiba, litoral e centro-sul paranaense, e no litoral norte de Santa Catarina. Nas demais áreas, o sol aparece entre algumas nuvens e as temperaturas sobem até os 30 graus.

Sudeste

Pancadas de chuva ainda ocorrem no interior de São Paulo e no Triângulo Mineiro, áreas onde não se descartam a possibilidade de temporais localizados. O Rio de Janeiro terá tempo estável, com o sol predominando entre algumas nuvens.

Centro-Oeste

Condição de tempo mais instável em todo o Centro-Oeste. Em Mato Grosso, a chuva vem com até forte intensidade e acompanhada por trovoadas e raios. Em Goiás e no Distrito Federal, chuva mais isolada, mas com potencial para ter temporais. Em Mato Grosso do Sul, céu mais nublado; se chover, será passageiro.

Nordeste

Chuva concentrada sobre o interior da Bahia e entre as capitais Salvador e Natal. O interior da Região volta a ter tempo ensolarado e quente. A umidade à tarde pode atingir índices em torno dos 30%.

Norte

Chove em grande parte da Região Norte. No Amazonas, Acre, em Rondônia, Tocantins, Roraima e no sul do Pará, a previsão é de pancadas de chuva com raios e trovoadas. As temperaturas sobem e a sensação à tarde é de abafado. Nas demais regiões do Pará e no Amapá, tempo ensolarado.



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Pressão nas cotações da soja


Valorização do dólar frente ao Real limitou o movimento de baixa





Foto: Leonardo Gottems

A oferta global elevada e os altos estoques seguem pressionando os preços da soja no mercado spot brasileiro. De acordo com as informações que foram divulgadas pelo boletim informativo do Cepea, a valorização do dólar frente ao Real limitou o movimento de baixa. Essa dinâmica tem sido observada nas últimas semanas e reflete um desequilíbrio entre a produção e o consumo global, aumentando a disponibilidade do grão nos mercados. Segundo o boletim informativo do Cepea, a valorização do dólar em relação ao Real atuou como um fator compensatório, evitando uma queda mais acentuada nos preços domésticos. A moeda norte-americana mais forte favorece a competitividade da soja brasileira no mercado internacional, incentivando exportações, embora o impacto não tenha sido suficiente para reverter totalmente a pressão negativa nas cotações internas.

Ainda há influência do clima, o boletim informa que as chuvas irregulares acenderam alerta aos sojicultores nacionais, isto que estão recuando nas comercializações. Dados divulgados pelo USDA apontam produção mundial da oleaginosa na temporada 2024/25 em 428,9 milhões de toneladas, 8,6% superior às 394,7 milhões de toneladas colhidas na safra 2023/24.  Esse cenário adverso tem levado muitos produtores a adotarem uma postura mais cautelosa, reduzindo o ritmo das vendas e aguardando uma definição mais clara das condições climáticas. A incerteza quanto ao desenvolvimento da safra pode alterar as expectativas de oferta futura, o que aumenta a hesitação em negociar o produto no mercado spot.

Já em relação ao esmagamento global é projetado em 346,3 milhões de toneladas e as transações globais, em 181,5 milhões de toneladas, respectivos aumentos de 4,8% e de 2,6% frente à temporada anterior; o estoque mundial também pode ser recorde, previsto em 134,6 milhões de toneladas. As transações globais da oleaginosa devem atingir 181,5 milhões de toneladas, um avanço de 2,6% em comparação com o ciclo anterior. Como resultado, os estoques finais também devem atingir um patamar recorde, projetados em 134,6 milhões de toneladas, evidenciando um acúmulo significativo que poderá continuar impactando os preços e a dinâmica do mercado nos próximos meses.





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171 dias depois, Salgado Filho recebe primeiro voo comercial


Voo chegou ao aeroporto às 08h03





Foto: Fraport

Após passar cerca de 170 dias fechado devido aos estragos causados pelas enchentes de maio, às 08h03 desta segunda-feira (21.10), o primeiro voo comercial pousou no Aeroporto Salgado Filho de Porto Alegre.

O retorno será gradual, com 1.800 metros de pista reabertos inicialmente, permitindo a realização de 128 voos diários e 900 voos semanais. O volume representa cerca de 70% dos voos que ocorriam antes da enchente que forçou o fechamento do terminal em maio. Apesar da reabertura, os voos que vinham sendo operados temporariamente pela Base Aérea de Canoas não serão interrompidos de imediato. A transição completa para o Salgado Filho ocorrerá de forma gradual nos próximos três meses.

As operações domésticas ocorrerão entre 8h e 22h, com funcionamento parcial da infraestrutura até o dia 16 de dezembro, quando a pista será ampliada para 1.500 metros adicionais. 





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Milho sobe na B3: Confira


No mercado de milho, a Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) pega o rumo oposto a Chicago e fecha a semana com saldo positivo, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O milho na B3 tomou o rumo contrário do grão negociado em Chicago fechou o dia e semana com saldo positivo. Enquanto a CBOT desvalorizou -0,49% para a cotação de dezembro, a B3 subiu 0,42% para novembro”, comenta.

“A demanda interna pelo produto, principalmente o vindo da indústria de ração e de etanol, tem dado a sustentação para o contrato do milho no Brasil. Nesta sexta-feira a alta do dólar de 0,68% também fez diferença na composição dos preços do cereal”, completa a consultoria.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em preços em alta no dia. “O vencimento de novembro/24 foi de R$ 69,26, apresentando alta de R$ 0,29 no dia, alta de R$ 0,77 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 71,87, alta de R$ 0,06 no dia, baixa de R$ 0,15 na semana; o vencimento março/25 fechou a R$ 73,56, alta de R$ 0,34, no dia e alta de R$ 0,21 na semana”, indica.

Em Chicago, o milho fechou em baixa apesar dos grandes volumes vendidos na semana. “A cotação de dezembro24, referência para a nossa safra de inverno, fechou em baixa de -0,49% ou $ -2,00 cents/bushel a $ 404,75 A cotação para março25, fechou em baixa de -0,53% ou $ -2,25 cents/bushel a $ 419,00”, informa.

“Com boa procura pelo grão americano esta semana, o milho forçou duas sessões positivas, em meio a forte pressão da colheita americana. O clima favorável para o avanço da coleta da volumosa safra americana de milho, que já se aproxima de 50%, é o principal fator de baixa no momento. A volta das chuvas no Brasil, ainda no tempo para o plantio do milho safrinha, é outro fator de baixa. No entanto as vendas extras anunciadas ao longo da semana e o relatório do USDA, apontando uma alta de 82,12% nas vendas para exportação no comparativo semanal, evitaram maiores quedas nas cotações do milho, como as que aconteceram com a soja e o trigo”, conclui.
 





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Como o milho encerrou a semana?


O mercado do milho do estado do Rio Grande do Sul permanece congelado, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 69,00; Não-Me-Toque a R$ 69,00; Marau e Gaurama R$ 70;00 Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 71,00 e Montenegro a R$ 72,00. Vendedores a partir de R$ 70,00 no FOB interior e R$ 72,00 CIF fábricas. Não ouvimos sobre negócios realizados no dia de hoje”, comenta.

Com altas no frango, frigoríficos se animam e saem às compras no oeste de Santa Catarina. “Produtores com pedidas a partir de R$ 72,00 FON interior, e em preços tributados, a partir de R$ 75,00, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 70,00 no interior e R$ 72,00/73,00 CIF fábricas. Negócios a R$ 704,00/75,00 no CIF meio oeste mais impostos, em pelo menos 10 mil tons. Ao oeste, ao menos 5 mil tons também foram relatadas por nossos correspondentes, entre preços de 74/75/75,50, a depender do prazo. Estima-se, entre rumores, que por aqui tenham rodado hoje 30 mil toneladas”, completa.

O Paraná viu preços de R$ 65,00 a saca CIF no norte do estado. “Mercado sem negócios. No porto, indicações a R$ 63,00 set/65,00 nov/64,00 dez. No norte, indicações a R$ 64,00 (+1,00); Cascavel a R$ 61,00; Campos Gerais R$ 69,00; Guarapuava a R$ 67,00; Londrina R$ 65,00 (+1,00). Preços balcão no sudoeste e oeste a R$ 54,00, e norte a R$ 57,00. Ao sudoeste, 3 mil tons saíram ao preço de R$ 57,00, na retirada imediata e pagamento em 30 dias, para uma fábrica de ração local”, indica.

O estado do Mato Grosso do Sul teve indicações entre R$ 52,00 a R$ 55,00. “Em Maracaju, indicações de R$53,00 (+1,00);Dourados aR$ 54,00 (+R$1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios em ritmo lento, com produtores iniciando pedidas a R$ 55,00 no FOB, e indicações nos portos a partir de R$ 70,00”, informa.
 





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