domingo, julho 26, 2026

Agro

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Barra AgroShow quer ampliar e fomentar fruticultura no Médio São Francisco


Lançada no primeiro Seminário da Fruticultura Irrigada do município de Barra, no Oeste da Bahia, a nova feira agropecuária do estado, a Barra AgroShow quer ampliar e fomentar a fruticultura irrigada do Médio São Francisco, uma demanda do setor produtivo regional que agora marca presença no calendário de eventos do agro do estado.

Com a presença de um público de quase 500 pessoas do seminário, a Barra AgroShow foi apresentada para produtores, empresários, investidores e representantes de instituições ligadas ao agro nacional.

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Foto: Maiara Luz/Marca Comunicação

Além disso, o lançamento da primeira feira de agronegócio a ser realizada na região do Médio São Francisco, foi transmitida ao vivo pelo YouTube do Canal Rural.

A realização do evento acontecerá entre os dias 16 a 18 de outubro de 2025. Mais de 60 expositores são esperados em uma estrutura moderna e tecnológica de mais de 22 mil m².

A feira também deve contar com parque de diversões, setor da agricultura familiar, auditório para palestras, restaurante e praça de alimentação, Espaço Barra Frutos, localizado na BR-161.

Expectativa

A Barra Agro Show é realizada pelo Sindicato dos Produtores Rurais de Barra (SindBarra), entidade com 70 agricultores associados.

Para Marco Caviola, presidente da instituição, a feira é vista com muito otimismo, sobretudo para o desenvolvimento da economia local.

“Temos certeza que esta será a porta de entrada do Brasil e do mundo para o universo de possibilidades que temos em Barra e em todo o Médio São Francisco”, conta Marco Caviola.

A produtora rural Gleise Melo resolveu apostar na região em 2013 e atualmente cultiva coco e cacau, carro-chefe da produção altamente tecnificada e acredita nas possibilidades de verticalização.

“A nossa ideia é montar a agroindústria para a gente continuar com o processamento do coco, somando aos nossos resultados e agregando com a comunidade local que a gente encontrou aqui”, afirma a produtora rural.

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Foto: Maiara Luz/Marca Comunicação

Para Carminha Missio, vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia e produtora rural, os olhares do setor devem se voltar para a atração de recursos na região.

“Estamos visualizando uma oportunidade única de embarcarmos pequenos, médios ou grandes produtores, investidores ou profissionais que atuem nessa área para contribuir com a geração de emprego, de renda para a população, não apenas do Estado, como de todo o Brasil”, disse Carminha.

Fruticultura baiana

Com diversos polos produtivos, a fruticultura baiana gerou R$ 5,7 bilhões em 2023, representando 19% das exportações nacionais de frutas, com um aumento de 55% em relação ao ano anterior.

O estado é o maior produtor de manga do Brasil e o quarto maior produtor de uva, despontando ainda como referência internacional na produção de cacau e liderança na produção da amêndoa no Brasil.

A região do Médio São Francisco, banhada pelos rios São Francisco e Rio Grande, abriga abundância de recursos hídricos, localização estratégica para logística e transporte de produtos e insumos.

Além disso, o clima possibilita a produção irrigada, que desponta com tecnologia e aplicação de técnicas sustentáveis.


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Conab dobra investimentos em sua rede de armazenagem



Com a retomada das políticas de abastecimento e segurança alimentar no Brasil, o Orçamento Geral da União destinado à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para investimentos, recuperação e manutenção da Rede de Armazéns da estatal dobrou de 2022 para 2024, passando de R$ 7,4 milhões para R$ 14,8 milhões. 

“Recentemente, aprovamos o Plano Nacional de Abastecimento Alimentar e os nossos armazéns são peças fundamentais para diversas políticas, como a de estoques reguladores, o Programa de Venda em Balcão (milho), o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), também para o armazenamento das cestas de alimentos destinadas às populações vulneráveis”, afirma o diretor de Operações e Abastecimento da Conab, Arnoldo de Campos. 

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Apenas nos últimos dois anos, o investimento chega a 26,8 milhões ao considerarmos os recursos empenhados e também os direcionados pela Lei Orçamentária Anual (LOA), uma vez que apenas no ano passado foram destinados para a manutenção das unidades armazenadoras da Companhia R$12 milhões.

“Passamos muitos anos sem investir adequadamente em nossos equipamentos de armazenagem. Agora, precisamos melhorar e integrar a gestão da nossa rede, assim como recuperá-la e atualizá-la frente aos novos desafios postos pela Política de Abastecimento estabelecida pelo Governo Federal”, reforça o diretor.

A fim de fortalecer a rede armazenadora e melhorar a gestão dos armazéns, a Companhia reúne, a partir de hoje (22) até esta quinta-feira (24) em Brasília, os gerentes das suas 64 Unidades Armazenadoras (UAs) para debater as operações atualmente desempenhadas, promover a troca de experiências, além de buscar iniciativas visando o aprimoramento da gestão e da integração entre as UAs.

Por meio da rede armazenadora, a Companhia comercializou em 2023 cerca de 57,3 mil toneladas de milho a pequenos criadores e criadoras do país a partir do Programa de Venda em Balcão (ProVB). Os armazéns da Conab também prestaram suporte de guarda e conservação das cestas de alimentos destinadas à população em insegurança alimentar.

No ano passado, aproximadamente 198,2 mil cestas de alimentos passaram pelas unidades da estatal. Foram 4,33 milhões de quilos que beneficiaram 83,6 mil famílias.

Além das ações de abastecimento realizadas pelo Governo Federal, a Companhia também apoia as políticas e ações sociais realizadas por demais instituições, por meio de abono tarifário para diferentes órgãos públicos e instituições. “

Esse apoio viabiliza, também, o suporte para distribuição de alimentos, sementes, equipamentos e ferramentas para fomento da agricultura familiar em diversos estados, além de propiciar apoio logístico em diversas ações de entes públicos ao setor agropecuário nacional”, ressalta o superintendente de Armazenagem da Companhia, Stelito dos Reis Neto. Ao todo foram 12 pedidos de abonos tarifários concedidos pela estatal.

Atualmente a rede de armazéns da Conab estoca grãos, como milho, trigo e soja, além de outros produtos como leite em pó, feijão, derivados de milho e cestas de alimentos destinados às populações em situação de insegurança alimentar ou afetados por eventos climáticos extremos.



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AgroNewsPolítica & Agro

Oferta reduzida valoriza feijão-carioca


Em termos de comportamento do consumidor, há um cenário de incerteza




Já em Minas Gerais, o mercado de feijão mostra sinais de valorização para o produtor
Já em Minas Gerais, o mercado de feijão mostra sinais de valorização para o produtor – Foto: Ibrafe

Segundo o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE), os produtores de feijão-carioca no interior de São Paulo enfrentam desafios devido ao aumento das chuvas nesta semana. As condições climáticas adversas estão previstas para continuar, o que pode atrapalhar a colheita e afetar a qualidade dos grãos. Esse cenário tem gerado maior pressão sobre os preços, já que a oferta tende a diminuir com a colheita atrasada. Em resposta, muitos produtores elevaram suas ofertas, buscando aproveitar o momento de menor disponibilidade no mercado e assegurar margens mais atraentes.

Já em Minas Gerais, o mercado de feijão mostra sinais de valorização para o produtor, apesar do baixo volume de negócios registrados. De acordo com o IBRAFE, os preços subiram em média R$ 10 por saca para feijões com nota entre 8 e 8,5 e com baixa umidade. Esse aumento está diretamente ligado à redução da oferta local, o que beneficia os produtores da região que conseguem comercializar feijões de melhor qualidade. A expectativa é que esse movimento de alta se mantenha caso as condições de oferta não melhorem nas próximas semanas, pressionando ainda mais o mercado mineiro.

Em termos de comportamento do consumidor, há um cenário de incerteza. Com a alta dos preços, especialmente dos lotes de feijão-carioca de maior qualidade vindos de São Paulo, a demanda por feijões premium continua firme, mas é incerto se essa tendência se sustentará. A evolução do mercado nas próximas semanas será crucial para determinar a reação dos compradores e se os preços continuarão a subir ou se irão se estabilizar com o avanço da colheita e normalização das condições climáticas. Dessa forma, o comportamento da oferta e demanda será fundamental para definir a direção do mercado a curto prazo.
 





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Barra Agro Show 2025 já conta com 60 expositores confirmados para impulsionar fruticultura


O I Seminário da Fruticultura Irrigada, realizado na última sexta e sábado no município de Barra, no oeste da Bahia, consolidou a região do Médio São Francisco como uma nova fronteira agrícola promissora. Com cerca de 500 participantes, o evento destacou o alto potencial de produtividade da região, com foco na diversificação de culturas e na expansão da agroindústria.

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Gleise Melo, produtora rural que cultiva coco e cacau na área desde 2013, vê o evento como um marco para o desenvolvimento local. “Nossa ideia é montar uma agroindústria para processar o coco e agregar valor à comunidade local”, afirmou. Assim como ela, os 70 agricultores do Sindicato dos Produtores Rurais de Barra (SindBarra) enxergam oportunidades de crescimento, com destaque para a fruticultura, o cultivo de grãos e a pecuária.

O presidente da Associação Brasileira de Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), Guilherme Coelho, elogiou a riqueza hídrica e a força de trabalho local, ressaltando a importância da irrigação como modelo de transformação agrícola. O vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia, Carminha Míssio, reforçou a necessidade de atrair investimentos para a região, destacando o impacto positivo na geração de empregos e renda.

A fruticultura baiana movimentou R$ 5,7 bilhões em 2023, com destaque para a produção de manga e uva, e deve crescer ainda mais com a realização da Barra Agro Show em 2025, evento esperado para impulsionar a agricultura irrigada e atrair cerca de 60 expositores.



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receita cresce 43% no 1ºtri da safra 2024/25



A receita cambial com exportação de suco de laranja alcançou US$ 850,4 milhões no acumulado de julho a setembro de 2024 (primeiro trimestre da safra 2024/25), o que corresponde a uma alta de 43,23% em relação a igual período da temporada anterior 2023/24 (US$ 593,7 milhões).

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Já o volume alcançou 198.107 toneladas (FCOJ equivalente a 66 Brix) no período, representando queda de 26,73% em comparação com as 270.361 toneladas acumuladas na safra 2023/2024. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior, compilados pela CitrusBR.

Os resultados refletem os problemas climáticos ao longo de cinco safras consecutivas de produção abaixo da média.

“Vivemos um período de restrição de oferta de suco de laranja que tem causado a valorização do produto e gerado preocupação no mercado quanto ao impacto desse cenário no consumo da bebida”, disse em comunicado o diretor-executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto.

Na semana passada, entre os dias 16 e 17 de outubro, Netto acompanhou o Juice Summit, maior evento europeu da cadeia de sucos, que ocorreu na cidade de Antuérpia, na Bélgica.

“A queda no consumo foi o assunto mais debatido ao longo do evento, e isso ficou claro ao longo de uma série de apresentações que mostraram a dificuldade das empresas europeias em mitigar o efeito do aumento de custo de matéria-prima, principalmente suco de laranja”, comentou.



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Soja: ‘Nosso estado está vivendo um dos melhores momentos da sua história’, comenta o governador do Maranhão



Recentemente, durante a Abertura Nacional do Plantio da Soja, o governador do Maranhão, Carlos Orleans Brandão Júnior, destacou que o estado vive um dos melhores momentos de sua história, com avanços não apenas no agronegócio. De acordo com Brandão, o Maranhão é o estado que mais gerou empregos no Nordeste e ocupa a quarta posição no Brasil.

Dados apresentados durante o evento indicam que a produção de soja no estado cresceu 12%, alcançando aproximadamente 4,5 milhões de toneladas na última temporada, com uma área plantada de 1,6 milhão de hectares. Para 2025, espera-se um novo crescimento de 12% e um aumento de 3% na área cultivada.

Avanços no agro

O governador enfatizou a importância da qualificação profissional, apontando que o Maranhão é um dos estados que mais reduziu o analfabetismo no Brasil. Isso, combinado com parcerias com governadores de outras regiões, fortalece a capacidade do estado de dialogar e trocar experiências que beneficiem o agronegócio.

Entretanto, ele expressou preocupação com a moratória proposta por grandes empresas, que, segundo ele, prioriza interesses europeus em detrimento dos nossos. Para enfrentar esses desafios, o governador defendeu uma união do setor agro, elogiando a nova geração que já se destaca na agricultura moderna.

Investimentos e iniciativas

O governo também tem se esforçado para acelerar processos de licenciamento ambiental, reduzindo de cerca de 3.000 para 150 a 200 licenças em menos de dois anos. Isso demonstra um compromisso com a legalidade e a atração de investidores. “Isso fez com que o estado do Maranhão se tornasse mais avançado no agronegócio, permitindo a construção de um ambiente jurídico favorável”, complementou.

O Porto do Itaqui é um diferencial que conecta o Maranhão ao agronegócio nacional e internacional. “É o porto que todos os anos é reconhecido pela sua qualidade”, afirmou.

Além disso, com três ferrovias interligadas, o estado se posiciona como um ponto estratégico para a logística agrícola.

Futuro

O foco em transformar a produção de milho em ração e proteína animal, como frangos e suínos, é um passo importante para agregar valor e gerar mais empregos no estado. A abertura de mercados internacionais, especialmente para a carne bovina, também promete aumentar a competitividade e o preço dos produtos maranhenses.

Para finalizar, o governador reafirmou seu compromisso com o agronegócio, destacando a importância do setor para a geração de emprego e renda. Ele chamou a atenção para a necessidade de os produtores estarem atentos às oportunidades do mercado, especialmente em um cenário que pode trazer desafios e novas conquistas.

Ação

À medida que o Maranhão avança, é essencial que todos os envolvidos no setor agrícola unam forças para garantir a prosperidade do estado. O futuro é promissor e juntos, podemos transformar as potencialidades do Maranhão em realidade. O governador destacou que espera uma safra excelente e resultados positivos para todos os produtores.



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Ibama flagra morte de 62 aves em rede de pesca em propriedade no Amazonas



Em uma ação realizada no município de Itacoatiara, a 270 km de Manaus, fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em parceria com o Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), identificaram um crime ambiental que resultou na morte de 62 aves. A operação, denominada Safari Amazônico, encontrou redes de pesca ilegais instaladas em torno de uma propriedade rural, utilizadas para impedir que as aves se alimentassem dos frutos das palmeiras de açaí cultivadas no local.

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Entre as aves mortas estavam espécies como curicas-verdes, maracanãs-do-buriti, maitacas roxas, periquitos, tucanos, araçaris, sanhaços e bem-te-vis. Até morcegos foram encontrados presos nas redes. Um funcionário da propriedade admitiu que as redes foram colocadas a mando do proprietário. O Ibama retirou e apreendeu as redes para evitar novos incidentes, enquanto o responsável pela área foi multado em R$ 242.500,00 por matar espécimes da fauna silvestre, conforme prevê o art. 24 do Decreto 6.514/2008.

A operação também encontrou outras irregularidades. Em uma residência na cidade de Itacoatiara, nove aves mantidas ilegalmente em cativeiro foram apreendidas, incluindo passeriformes e psitacídeos. A mulher responsável pelas aves foi multada em R$ 18.000,00. Além disso, em um restaurante na orla da cidade, o uso de fogos de artifício para espantar aves abrigadas em uma palmeira resultou na destruição do abrigo de 20 psitacídeos. O proprietário do estabelecimento foi multado em R$ 100.000,00.

As ações da Operação Safari Amazônico totalizaram apreensões e multas que somam R$ 370.500, reforçando a importância da fiscalização e da preservação ambiental na região.



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AgroNewsPolítica & Agro

Ascensão nas exportações de milho


Os dados históricos de exportação revelam a evolução do milho nos exportadores




Os dados indicam que, nos quatro anos seguintes, o Brasil conseguiu dobrar sua participação internacional
Os dados indicam que, nos quatro anos seguintes, o Brasil conseguiu dobrar sua participação internacional – Foto: Divulgação

José Carlos de Lima Júnior, sócio do Marketrat Group e cofundador da Harven Agribusiness school, destacou em suas análises a notável evolução do Brasil como exportador de milho. Segundo informações organizadas por Kevin Van Trump, CEO da Farmcon, os volumes exportados de milho por país foram monitorados desde a década de 1990, revelando uma transformação significativa na posição do Brasil no mercado global. Durante a década de 1990 e início de 2000, o Brasil nem aparecia no ranking de exportadores, enquanto na década de 2010 a 2020 já ocupava a segunda posição como produtor e exportador mundial do cereal.

Os dados indicam que, nos quatro anos seguintes, o Brasil conseguiu dobrar sua participação internacional na oferta de milho, superando os Estados Unidos, que haviam dominado o setor nas três décadas anteriores. Essa mudança representa não apenas um crescimento em volume, mas também uma alteração nas dinâmicas de mercado global. Nos anos de 2022 e 2023, o Brasil se consolidou com uma média de exportação anual significativa, desafiando a liderança histórica dos EUA.

Os dados históricos de exportação revelam a evolução do milho nos principais exportadores ao longo das décadas. Na média de 1990 a 1999, os Estados Unidos exportaram cerca de 45,54 milhões de toneladas métricas por ano, seguidos pela Argentina com 7,51 milhões e o Brasil com apenas 5,99 milhões. Já entre 2010 e 2020, os números mudaram drasticamente, com os Estados Unidos mantendo uma média de 46,65 milhões de toneladas, mas com o Brasil subindo para 25,76 milhões de toneladas, e a Argentina também aumentando sua participação para 23,19 milhões. Este crescimento contínuo e a posição emergente do Brasil ressaltam a importância do setor agrícola no desenvolvimento econômico do país e sua crescente influência no mercado internacional.





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Mapa divulga lista de 12 marcas de azeite fraudadas e impróprias para consumo



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) emitiu um novo alerta para os consumidores sobre a comercialização de 12 marcas de azeite de oliva desclassificadas por fraude. As marcas envolvidas foram consideradas impróprias para consumo após análises detectarem a presença de óleos vegetais não identificados em sua composição, comprometendo a qualidade e a segurança dos produtos.

Entre as marcas desclassificadas estão Grego Santorini, La Ventosa, Alonso, Quintas D’Oliveira, Olivas Del Tango, Vila Real, entre outras. A presença de outros óleos vegetais, sem a devida identificação, coloca em risco a saúde dos consumidores, e algumas das empresas responsáveis por esses produtos possuem CNPJs suspensos ou baixados pela Receita Federal, o que reforça a suspeita de fraude.

Confira as informações completas:

  • Grego Santorini — todos os lotes;
  • La Ventosa — todos os lotes;
  • Alonso — todos os lotes;
  • Quintas D’Oliveira — todos os lotes;
  • Olivas Del Tango — lote 24014;
  • Vila Real — EV07095, VR03559, VR04191, VR04234, VR04245, VR04257, EV07100, EV07111, EV07139, EV07145;
  • Quinta de Aveiro — lote 272/08/2023;
  • Vincenzo — lote 19227;
  • Don Alejandro — 19224;
  • Almazara — todos os lotes;
  • Escarpas das Oliveira — todos os lotes;
  • Garcia Torres — lote 24013.

Os consumidores que adquiriram as marcas listadas devem interromper o uso imediatamente. O Mapa destaca que qualquer estabelecimento que continuar a vender esses produtos poderá ser responsabilizado. As denúncias sobre a venda desses produtos fraudulentos podem ser feitas por meio do canal oficial Fala.BR.

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A operação faz parte de um esforço contínuo do Mapa para combater fraudes no mercado de azeites, que é apontado como o segundo produto alimentar mais fraudado no mundo, perdendo apenas para o leite.

Dicas para escolher um azeite confiável:

  • Desconfie de preços muito abaixo da média;
  • Verifique se a empresa está registrada no Mapa;
  • Confira a lista de produtos irregulares já apreendidos;
  • Não compre azeite a granel;
  • Revise a data de validade e os ingredientes no rótulo;
  • Prefira produtos com a data de envase mais recente.



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Eleitores não podem ser presos a partir desta terça


Os eleitores não poderão ser presos a partir desta terça-feira (22). A proibição está na legislação eleitoral e é aplicada cinco dias antes do segundo turno das eleições, que será realizado no próximo domingo (27).

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A regra exclui prisões em flagrante ou casos de prisões determinadas a partir de sentença criminal condenatória por crime inafiançável ou desrespeito a salvo-conduto.

A restrição seguirá válida até 29 de outubro, dois dias após a votação.

No próximo domingo, 33,9 milhões de eleitores de 15 capitais e 36 municípios voltam às urnas para eleger os prefeitos que disputam os cargos. Não há segundo turno para a disputa ao cargo de vereador. 

Justificativa

Os eleitores que não puderem comparecer ao pleito deverão fazer a justificativa de ausência na votação. Assim como ocorreu no primeiro turno, não há possibilidade de voto em trânsito no segundo.

No dia da eleição, o cidadão pode fazer sua justificativa de ausência por meio do aplicativo E-título, da Justiça Eleitoral, ou por meio de pontos físicos montados pelos tribunais regionais eleitorais (TREs) no dia do pleito. 

O app pode ser baixado gratuitamente nas lojas virtuais Apple e Android até sábado (26), véspera da eleição.



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