domingo, julho 26, 2026

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Longevidade traz robustez aos negócios de família



Responsável por 70% da comida que chega na mesa do brasileiro, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a agricultura familiar é composta majoritariamente por micro e pequenos produtores rurais. 

Empresas de pequeno porte constituem gerações empreendedoras que cuidam e melhoram a qualidade das lavouras e das criações, trazendo mais eficiência e produtividade, a partir da inovação somada aos legados de pais e avôs.

Para resistir às adversidades climáticas, tecnológicas e financeiras, cada vez mais esses micro e pequenos produtores que fazem parte da sucessão familiar buscam conhecimento e técnicas assertivas, por meio de cursos promovidos por instituições como o Sebrae e o Senar

Esse é o caso da família do produtor rural José Durigon, que iniciou seu negócio junto ao seu pai, em Campos Novos, Oeste Catarinense (SC), na década de 1960. Hoje atua ao lado dos filhos Leandro e Leonardo Durigon, parte da terceira geração de empreendedores.

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José conta que a qualidade do negócio da família foi evoluindo e ampliando simultaneamente à modernização do agro no Brasil. “Eu vim seguindo os passos do meu pai e hoje os meus filhos tocam a propriedade com bastante eficiência”, se orgulha.

A família é adepta do sistema Integração Lavoura Pecuária (ILP) estratégia para recuperar a capacidade produtiva dos solos e intensificar a produção de grãos, silagem e pastagens. 

Leonardo Durigon explica que a Integração ainda permite a rotação de culturas. “No verão, o gado fica nos sistemas de pastagem com gramas perenes e, no inverno, entram nas lavouras pós-soja. Assim, nós iniciamos o plantio de aveia e azevém”, detalha.

Já Leandro Durigon ressalta que além do conhecimento e atualização é preciso ouvir a voz da experiência. “A gente trabalha sempre em conjunto porque a experiência do meu pai e do meu avô nos leva a caminhos melhores. Quando bate uma insegurança a gente sabe a quem recorrer”, confessa.

Mas a história da família Durigon não é a realidade de todos. Estudo do Instituto Brasileiro Governança Corporativa (IBGC), identificou que 72% das empresas familiares no Brasil não têm um plano de continuidade para os cargos-chave voltado aos descendentes. Apenas 30% das empresas familiares sobrevivem à transição, da primeira para a segunda geração, e essa taxa diminui ainda mais nas sucessões subsequentes, como apontado em pesquisa da PwC.



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Propaganda eleitoral em carros pode inviabilizar cobertura de seguro automotivo



Com a aproximação do segundo turno das eleições municipais, que acontece no próximo domingo (27), os candidatos intensificam suas campanhas nas ruas, e o uso de veículos para propaganda eleitoral torna-se uma prática comum. No entanto, proprietários de automóveis que utilizam seus carros com essa finalidade precisam estar atentos a um fator importante: o impacto dessa ação na cobertura do seguro automotivo.

De acordo com André Costa, CEO da Touareg Seguros, usar o veículo para propaganda eleitoral pode alterar as condições da apólice. “Quando um carro é utilizado para fins publicitários, como nas campanhas políticas, ele pode ser classificado como um veículo comercial, o que geralmente não está coberto pelos seguros de uso pessoal”, explica Costa.

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Essa situação pode inviabilizar a indenização em caso de sinistro, como furtos, acidentes ou vandalismo, já que muitas apólices não preveem cobertura para veículos utilizados para propaganda. “Cada seguradora possui critérios próprios para análise de risco. Portanto, é fundamental que o segurado consulte seu corretor de seguros antes de adesivar ou realizar modificações no veículo”, alerta Costa.

Além das questões contratuais, a legislação eleitoral impõe normas específicas para veículos de propaganda, como a limitação de poluição visual e sonora. O descumprimento dessas regras pode não só resultar em multas, como também levar ao cancelamento da cobertura pela seguradora, que pode considerar o veículo fora das conformidades.

Para evitar surpresas desagradáveis, Costa recomenda que o proprietário verifique com antecedência as políticas de sua seguradora e, se necessário, faça ajustes na apólice. “Algumas empresas oferecem coberturas adicionais que podem evitar prejuízos muito maiores em caso de sinistro”, destaca o executivo, citando o exemplo de um segurado que, por não pagar uma taxa extra de R$ 80,00, acabou perdendo uma indenização de R$ 350 mil após um acidente.

Com o segundo turno das eleições se aproximando, é essencial que quem pretenda utilizar veículos em campanhas eleitorais tome todas as precauções necessárias para garantir que o seguro automotivo cubra qualquer eventualidade.



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Atirador mata 2 pessoas e fere outras 10 em Novo Hamburgo



Na noite desta terça-feira (22), um homem armado abriu fogo em sua residência na cidade de Novo Hamburgo, na região metropolitana de Porto Alegre, resultando na morte de duas pessoas e ferindo outras dez. As vítimas fatais foram identificadas como o policial militar Everton Raniere Kirsch Junior e o pai do atirador.

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De acordo com a Brigada Militar, o ataque ocorreu por volta das 23h, após um desentendimento familiar. Entre os feridos estão seis policiais e três familiares do suspeito, incluindo sua mãe, irmã e cunhada. Dos feridos, sete foram encaminhados ao Hospital Municipal de Novo Hamburgo, sendo três em estado grave:

  • Everton Luciano Crippa, 49 anos, irmão do atirador
  • João Paulo Farias, 26 anos, policial militar, ferido com um tiro na cabeça
  • Rodrigo Weber Volz, 31 anos, policial militar

O Guarda Municipal Volmir de Souza, de 54 anos, que foi atingido por três disparos, está estabilizado.

Outras vítimas que estão fora de risco incluem:

  • Eduardo de Brida Geiger, 32 anos, policial militar, ferido no tornozelo
  • Joseane Muller, 38 anos, policial militar, ferida no ombro
  • Leonardo Valadão Alves, 26 anos, ferido de raspão no supercílio

A ação foi desencadeada por um conflito dentro da casa do suspeito, que permanece armado e atirando em quem tenta se aproximar. O local foi isolado por segurança, e moradores das proximidades foram retirados da área.

De acordo com o relato de Gilson Amaral, da Guarda Civil Municipal, o atirador está usando um fuzil calibre .40 e chegou a derrubar dois drones das autoridades que estavam monitorando a situação. “A ação exige cautela para que seja cirúrgica”, afirmou Amaral.

Até a manhã desta quarta-feira (23), a situação seguia em andamento. Não há reféns na residência, mas o homem continua realizando disparos em direção às autoridades que tentam cercá-lo.



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Mercado da soja pautado pelo plantio


Os negócios da soja praticamente não ocorreram no Rio Grande do Sul, porque o estado está focado no plantio, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “R$ 142,50 para entrega em novembro, e pagamento 14/11, no Porto. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 135,00 Cruz Alta – Pagamento em 14/11. R$ 135,00 Passo Fundo – Pagamento em 14/11. R$ 134,50 Ijuí – Pagamento em 14/11. R$ 134,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento em 14/11. Preços de pedra, em Panambi, subiram para R$ 125,00 a saca, para o produtor”, comenta.

Em Santa Catarina o plantio está atrasado. “A semeadura no estado de Santa Catarina está atrasada em relação a 2023, apontou a Conab nesta segunda-feira. Até o momento o plantio está em 8%, ante 3% da semana anterior e 12% da mesma época do ano passado.  O preço no porto foi de R$ 140,00, Chapecó a R$ 120,00”, completa.

No Paraná, o plantio arrancou bem. “No Porto de Paranaguá, a soja subiu R$ 0,50, para R$ 143,50 por saca CIF, com pagamento no fim do mês. No interior, em Maringá, compradores ofereceram R$ 137 por saca FOB, com retirada imediata e pagamento em novembro, mas produtores pedem R$ 140. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 132,00”, indica.

O Mato Grosso do Sul está com o plantio acima do visto no ano anterior. “O preço da soja no spot subiu nesta terça-feira, para R$ 141 por saca FOB em Dourados, com embarque e
pagamento em novembro, representando um aumento e R$ 2 em relação ao início da semana, com poucos volumes negociados. Dourados R$ 136,50. Campo Grande: R$ 136,50. Maracaju: R$ 130,00. Chapadão do Sul: R$ 131,50. Sidrolândia: R$ 135,50”, informa.

Enquanto isso, a semeadura avança no Mato Grosso, mas o ritmo é menor que do ano passado. “O mercado na região está descolado de Chicago, com compradores da indústria local pagando mais pelo que restou da safra 2023/24, mas ninguém tem vendido devido à escassez. Campo Verde: R$ 129,00, Lucas do Rio Verde: R$ 129,50. Nova Mutum: R$ 129,50. Primavera do Leste: R$ 129,50. Rondonópolis: R$ 129,00. Sorriso: R$ 128,50”, conclui.
 





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confira as notícias que afetam o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca que a arrecadação federal atingiu mais de R$ 203 bilhões em setembro, o maior valor da história para o mês, registrando uma alta real de 11,6% frente ao ano passado. Nos mercados locais, o viés de dólar forte globalmente segue pressionando o real, que desvalorizou um pouco.



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Milho tem nova alta na B3


O milho registrou nova alta na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), com dados de exportação, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os principais contratos de milho encerraram o dia com preços em alta nesta terça-feira (22). O milho na B3 subiu acompanhando a alta de Chicago (1,71%) e do dólar (0,11%). A Conab indicou um pequeno atraso no plantio da primeira safra no Brasil”, comenta.

“A Anec elevou suas projeções de exportações de milho. A estimativa para os embarques do cereal foi atualizada para 6,24 milhões de toneladas, acima dos 6,22 milhões previstos na semana anterior. A Anec projeta embarques de 1,308 milhão de toneladas de milho na semana de 20 a 26 de outubro. O Brasil figurou entre os cinco principais países de originação de milho para União Europeia no atual ciclo comercial. Até o momento o bloco importou 7% a mais de milho que no ano comercial anterior”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em preços em alta no dia. “O vencimento de novembro/24 foi de R$ 70,88, apresentando alta de R$ 0,85 no dia, alta de R$ 2,27 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 73,40, alta de R$ 0,54 no dia, baixa de R$ 1,53 na semana; o vencimento março/25 fechou a R$ 74,48, alta de R$ 0,49, no dia e alta de R$ 1,52 na semana”, indica.

Na Bolsa de Chicago o milho fechou em alta com o quinto dia consecutivo de vendas volumosas. “A cotação de dezembro24, referência para a nossa safra de inverno, fechou em alta de 1,71% ou $ 7,00 cents/bushel a $ 416,50. A cotação para março25, fechou em alta de 1,42% ou $ 6,00 cents/bushel a $ 429,25”, informa.

“Mais uma vez, a força das vendas externas se sobressaiu ao forte ritmo de colheita nos EUA. A perspectiva era de baixa para o dia, com a colheita da segunda maior safra americana de milho em 65% a área semeada, acima dos 55% do ano anterior (a maior) e dos 52% da média histórica”, conclui.





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dia é marcado por clima severo



A semana permanece sendo marcada por chuva. Contudo, à medida que os dias passam, o tempo vai ficando mais severo.

A formação de um ciclone extratropical deve afetar a Região Sul e demais áreas do país em breve. Confira a previsão para esta quarta-feira (23):

Sul

O tempo fica mais instável em toda a região. Na Campanha Gaúcha, no litoral do Paraná e no litoral norte de Santa Catarina, a chuva será acompanhada por trovoadas e raios. Nas demais áreas, ocorrem pancadas isoladas de chuva, concentradas à tarde.

Sudeste

O tempo permanece instável em todo o estado de São Paulo, no Triângulo Mineiro e nas regiões sul e oeste de Minas Gerais, com previsão de pancadas de chuva acompanhadas por raios e trovoadas. No Rio de Janeiro, Espírito Santo e nas demais áreas de Minas Gerais, o dia será ensolarado, com predomínio de sol.

Centro-Oeste

A condição de chuva isolada continua em Mato Grosso do Sul e Goiás. Em Mato Grosso, as pancadas de chuva são esperadas apenas no noroeste do estado. Nas demais áreas, o dia será ensolarado, mas com sensação de abafamento devido às altas temperaturas.

Nordeste

O tempo firme predomina em quase toda a região. Caso chova, será de forma isolada e passageira nos litorais da Bahia, do Sergipe, de Alagoas e Pernambuco.

Norte

A condição para pancadas de chuva e trovoadas continua nos estados do Amazonas, Acre, Rondônia e sudoeste do Pará. Nas demais áreas, o sol aparece entre algumas nuvens, sem previsão de chuva.



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Clima úmido eleva riscos na produção de uvas


Produtores de uva intensificam controle de doenças fúngicas em meio a chuvas no RS





Foto: Arquivo Agrolink

No Rio Grande do Sul, os produtores de uva estão enfrentando desafios climáticos que ameaçam o desenvolvimento da safra. Na região administrativa de Caxias do Sul, as condições meteorológicas recentes, marcadas por dias seguidos de chuva, alta umidade e baixa insolação, não favoreceram o desenvolvimento adequado das vinhas, nem a manutenção da sanidade dos pomares, conforme aponta o Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (17) pela Emater/RS-Ascar.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

Somente no final do período, houve melhora nas condições para que os viticultores pudessem realizar as práticas e os tratos culturais nos vinhedos. A fase atual é considerada delicada, especialmente porque muitas variedades estão em fase de antese, um momento extremamente sensível a condições climáticas adversas e crucial para o sucesso da vindima. Apesar das preocupações, as vinhas têm apresentado bom vigor e sanidade, além de uma boa diversidade de cachos, tanto em quantidade quanto em tamanho.

Veja mais informações sobre fitossanidade no Agrolinkfito

Na região de Santa Rosa, as videiras estão em plena brotação e fase reprodutiva, com as cultivares de ciclo precoce já em floração. O desenvolvimento das videiras é considerado adequado, porém, o clima úmido e chuvoso favoreceu o surgimento de doenças fúngicas e a baixa luminosidade prejudicou o crescimento das novas brotações. Para combater doenças como antracnose e escoriose, que são comuns neste período, os produtores intensificaram o manejo e o controle fitossanitário.

Na região de Soledade, as condições de alta umidade do ar combinadas com temperaturas elevadas aumentaram a incidência de míldio, doença fúngica que afeta o desenvolvimento das videiras. O vigoroso crescimento das brotações também exigiu que os produtores realizassem o amarrio das plantas para evitar a quebra dos ramos pelo vento.





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Pancadas de chuva favorecem soja e milho, mas irregularidade preocupa


Maior parte do território nacional deve enfrentar pancadas de chuva isoladas





Foto: Pixabay

Nesta terça-feira, o clima no Brasil apresenta cenários variados. De acordo com Gabriel Rodrigues, meteorologista do Portal Agrolink, a maior parte do território nacional deve enfrentar pancadas de chuva isoladas e mal distribuídas. Regiões centrais como Mato Grosso, Goiás e o oeste de São Paulo estarão mais sujeitas às precipitações, com acumulados podendo ultrapassar 50 mm, o que é essencial para o avanço do plantio da soja e outras culturas

Por outro lado, áreas do Nordeste e do extremo norte permanecem fora dos corredores de umidade, com o plantio sob risco de atrasos devido à escassez de chuvas. A previsão destaca que as pancadas de hoje terão comportamento típico da primavera, originadas principalmente pela combinação de calor e umidade, mas sua irregularidade pode comprometer a umidade do solo e afetar a produtividade de culturas como milho e algodão

Para os próximos dias, o alerta de Rodrigues inclui a possibilidade de um ciclone extratropical se formando entre a Argentina e o Uruguai. Esse sistema pode influenciar o clima nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, trazendo chuvas mais intensas e ventos fortes, com rajadas que podem alcançar até 90 km/h. Essas condições são esperadas a partir de quarta-feira e podem impactar o manejo agrícola nas lavouras de trigo e cana-de-açúcar.

 





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Demanda eleva preço da soja em Chicago


Essa alta foi sustentada pelas vendas significativas relatadas pelo USDA




Já o contrato para janeiro de 2025 teve alta de 0,71%
Já o contrato para janeiro de 2025 teve alta de 0,71% – Foto: Pixabay

De acordo com a TF Agroeconômica, a soja negociada em Chicago (CBOT) registrou uma alta nesta segunda-feira, impulsionada pela boa demanda pelo grão americano e pela valorização do óleo de soja. O contrato de novembro de 2024, referência para a safra brasileira, subiu 1,13%, encerrando o dia cotado a $ 981,00 por bushel. 

Já o contrato para janeiro de 2025 teve alta de 0,71%, fechando a $ 989,75 por bushel. O farelo de soja para dezembro também acompanhou a tendência de alta, com valorização de 0,86%, atingindo $ 318,30 por tonelada curta. O óleo de soja para dezembro, por sua vez, subiu 1,36%, sendo negociado a $ 42,39 por libra-peso.

Essa alta foi sustentada pelas vendas significativas relatadas pelo USDA, que anunciou duas transações adicionais no início da semana, totalizando 380 mil toneladas de soja para destinos não revelados. Além disso, o volume de embarques de exportação apresentou um aumento de 27,58% em relação à semana anterior, com 2.433.530 toneladas de soja inspecionadas para exportação. A China se destacou como o principal destino, recebendo 1,687 milhão de toneladas.

A crescente demanda pela soja americana está relacionada a vários fatores, incluindo o receio de uma nova guerra comercial entre China e Estados Unidos, os preços competitivos do grão americano e o grande volume disponível, favorecido pela rápida colheita nos EUA. No entanto, especialistas alertam que essa pressão sobre os preços pode se intensificar no curto e médio prazo, à medida que o plantio avança no Brasil e a safra americana continua a contribuir com um alto volume de oferta no mercado internacional.
 





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