domingo, julho 26, 2026

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No Rio Grande do Sul, produtores seguem otimistas durante o plantio da soja



O plantio da soja na região de Bagé, no Rio Grande do Sul (RS), foi iniciado com um ritmo mais lento, no entanto, os produtores permanecem otimistas em relação ao progresso recente. Antes da chuva na última terça-feira (22), houve um período de oito dias com clima favorável, o que permitiu o avanço das atividades no campo. As informações são da Safras & Mercado.

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Na fronteira oeste, municípios como Manuel Viana e São Borja já iniciaram o plantio, com taxas que variam entre 2% e 15%. Embora esteja em estágio inicial, esse avanço está dentro do esperado para a segunda quinzena de outubro.

As condições atuais são consideradas ideais, com a umidade do solo propícia para a germinação das sementes e temperaturas adequadas. A área projetada para a semeadura é de 1,121 milhão de hectares.

O plantio segue conforme o cronograma ideal, sem atrasos significativos. A expectativa é que, nos próximos dias, mais áreas sejam ocupadas à medida que as condições climáticas permitam.



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Eleição de Trump deve elevar prêmios da soja no Brasil, diz consultoria


Com a proximidade das eleições presidenciais norte-americanas, acende-se o alerta sobre a possível escolha por Donald Trump ao posto da Casa Branca, visto as tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China que interferem, diretamente, no mercado global de soja.

Em 2018, o Brasil se beneficiou amplamente da guerra tarifária entre essas duas potências, conquistando maior protagonismo nas exportações para o gigante asiático.

Para o líder de inteligência e estratégia da consultoria Biond Agro, Felipe Jordy, atualmente consolidado como o maior produtor e exportador de soja do mundo, o impacto de um novo embate entre norte-americanos e chineses pode ser relevante ao país, mas não tão intenso quanto no passado.

Safra 24/25 de soja

A safra 2024/25 de soja no Brasil deve atingir 164,8 milhões de toneladas, consolidando ainda mais o país como o principal fornecedor de soja para a China, de acordo com projeção da Biond Agro.

“Ao contrário de 2018, o Brasil agora ocupa uma posição dominante no mercado de soja. Mesmo com uma nova guerra comercial, o impacto nos prêmios será mais contido, já que a China já vê o Brasil como seu principal parceiro”.

Contudo, diante de mais uma safra recorde, com grande parte da produção destinada à exportação (cerca de 65%), o mercado brasileiro depende fortemente das compras chinesas para manter a liquidez dos produtores.

Assim, se o consumo asiático não absorver a produção, os prêmios poderão sofrer pressão negativa, especialmente durante a colheita.

“Com uma oferta abundante de soja, a China pode negociar prêmios mais baixos, afetando diretamente a rentabilidade dos produtores. Uma safra recorde, somada ao poder de barganha da China, cria um cenário desafiador para os prêmios brasileiros”, explica Jordy.

Prêmios em 2018

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Foto: Agência Brasil

Em 2018, a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China deslocou a demanda de soja chinesa para o Brasil, elevando os prêmios de exportação. Na época, os prêmios nos portos brasileiros chegaram a mais de US$ 2,5 por saca, impulsionados pela alta demanda.

Porém, o cenário atual é diferente: o Brasil já é o maior fornecedor global de soja e qualquer novo confronto tarifário entre os norte-americanos e os chineses terá um impacto mais moderado.

Segundo a Biond Agro, o Brasil já ocupa uma posição dominante no mercado e enfrenta desafios logísticos e de armazenagem que podem aumentar a pressão sobre os preços.



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recentes chuvas trazem certo alívio a produtores



Chuvas têm sido registradas em praticamente todas as regiões produtoras de café do Brasil nestes últimos dias, cenário que traz certo alívio aos cafeicultores, que estavam preocupados com o clima desfavorável. 

Segundo pesquisadores do Cepea, como precipitações também haviam sido observadas na segunda semana de outubro, proporcionando a abertura de flores, as recentes chuvas devem ajudar no pegamento e na abertura de novas flores. 

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Ressalta-se, contudo, que o déficit hídrico ainda é muito grande, e que, por isso, a constância das chuvas é necessária para a sequência da safra 2025/26. 

Na maioria das praças de arábica, por exemplo, o volume de chuva ainda é muito baixo. Assim, ainda é cedo para estimar a influência no pegamento das floradas, assim como a redução do estresse hídrico das plantas.



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AgroNewsPolítica & Agro

Clima favorece do trigo e cevada na Austrália


Clima seco permitiu que o plantio da safra de verão avançasse em ritmo acelerado





Foto: Canva

De acordo com o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na terça-feira (22), as condições climáticas no sul de Queensland, Austrália, têm favorecido a maturação do trigo de inverno e impulsionado a colheita antecipada. O clima relativamente seco na região também permitiu que o plantio da safra de verão avançasse em ritmo acelerado.

Mais ao sul, em Nova Gales do Sul, chuvas generalizadas de 10 a 30 mm podem ter causado algumas interrupções temporárias na semeadura da safra de verão, mas, por outro lado, essas precipitações mantiveram as expectativas de bom rendimento para grãos e sementes oleaginosas de inverno, que ainda não atingiram a maturidade.

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Essas chuvas também se espalharam pelo sul da Austrália e Victoria, contribuindo para evitar maiores perdas no potencial de rendimento das culturas de inverno, que enfrentaram secas frequentes. As safras, agora em estágio de enchimento de grãos, continuam a se desenvolver de maneira satisfatória.

Na Austrália Ocidental, o clima quente e seco predominante favoreceu a secagem das colheitas de inverno e permitiu a aceleração da colheita no norte. Além disso, as condições climáticas ajudaram a maturação das culturas de trigo, cevada e canola no sul da região. As temperaturas médias variaram de 1 a 3°C acima do normal em grande parte do cinturão de trigo australiano, com máximas entre 20°C e 30°C.





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a trajetória do prefeito e produtor da soja de Silvânia (GO)



Com 35 anos de experiência como agrônomo, o produtor de soja e recém-eleito prefeito da cidade de Silvânia (GO), Carlos Mayer, acompanhou de perto a transformação do setor agrícola, desde o plantio convencional até a adoção de tecnologias avançadas. Ele conversou com o Soja Brasil sobre sua trajetória, desafios, perspectivas e o futuro da produção do grão na região em que atua.

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Passado e presente

A trajetória de Carlos representa evolução na produtividade das lavouras de soja em Goiás. ”Nos anos 80, as médias de produção giravam em torno de 20 a 25 sacas por hectare. Hoje, essa média ultrapassa 70 sacas, com recordes que chegam até 100 sacas por hectare”, explica Mayer.

Essa transformação é resultado da adoção de novas técnicas e tecnologias, além da diversificação das culturas, como a rotação entre soja e milho safrinha, que otimiza o uso do solo. A experiência do produtor abrange a venda de insumos, assistência técnica e o acompanhamento das práticas agrícolas locais.

Estratégias

A região de Silvânia, embora menos favorecida em chuvas nos meses de maio e junho, tem se destacado na utilização de biotecnologia e insumos biológicos. Carlos enfatiza a importância desses recursos no manejo de pragas e doenças, permitindo uma agricultura mais sustentável e eficiente.

”Recentemente, a antecipação do plantio trouxe resultados positivos, com um estabelecimento uniforme das lavouras e até o momento sem a ocorrência de pragas. Essa estratégia se alinha com as práticas do sudoeste do estado, onde cidades como Rio Verde e Montividiu alcançam colheitas de sucesso”, aponta o prefeito.

Muito além da soja

Além da soja, a região também se destaca na produção de tomate rasteiro para a indústria, cultivado principalmente entre março e outubro. A presença de pivôs centrais de irrigação permite que os produtores otimizem suas safras, garantindo produtividade mesmo em condições climáticas desafiadoras. Essa diversidade de culturas fortalece a economia local e proporciona segurança alimentar à comunidade.



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Surto de bactéria mortal pode estar relacionado a sanduíche do McDonald’s



Uma pessoa morreu e 10 foram hospitalizadas nos Estados Unidos após o consumo do sanduíche Quarteirão com Queijo, da mundialmente famosa rede de fast food McDonald’s.

Após o caso, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) emitiu alerta de segurança alimentar por conta do surto da bactéria E. coli, que estaria relacionada ao lanche.

De acordo com a entidade, a maioria das pessoas infectadas eram do estado do Colorado (27) e de Nebraska (9).

O CDC informou ainda que uma criança está internada com complicações provocadas pela síndrome hemolítico-urêmica, doença considerada grave e comumente relacionada ao consumo de água e alimentos contaminados.

“Todos os entrevistados reportaram ter se alimentado em um McDonald’s antes do quadro de sintomas ter início, e a maioria mencionou especificamente ter comido um sanduíche Quarteirão”, destacou o CDC.

Bactéria na cebolas ou no hambúrguer

O ingrediente específico relacionado à contaminação ainda não foi identificado, conforme informações do Centro. Contudo, os investigadores trabalham com duas possibilidades: as cebolas frescas fatiadas e os hambúrgueres de carne bovina.

Em nota, o diretor de Cadeia de Suprimentos do McDonald’s na América do Norte, Cesar Piña, disse que as primeiras descobertas vinculam as cebolas fatiadas aos casos.

Segundo ele, o ingrediente é proveniente de um único fornecedor que atende a três centros de distribuição da rede.

“Como resultado e em conformidade com os nossos protocolos de segurança, todos os restaurantes locais foram instruídos a retirar esse produto de seus estoques e suspendemos a distribuição de todos os lotes de cebolas em rodelas na área impactada.”

Em nota, o McDonald’s informou que, por precaução, está removendo temporariamente o Quarteirão de restaurantes localizados na área afetada: Colorado, Kansas, Utah e Wyoming, além de partes de Idaho, Iowa, Missouri, Montana, Nebraska, Nevada, Novo México e Oklahoma.

Síntomas da infecção

Em casos de infecção por E. coli, a maioria dos pacientes apresenta cólicas estomacais intensas, diarreia (geralmente com sangue) e vômitos. Na maior parte das vezes, os sintomas começam de três a quatro dias após o contato com a bactéria.

Drande parte dos pacientes se recupera sem necessidade de tratamento hospitalar no prazo de cinco a sete dias, de acordo com o CDC. Entretanto, algumas pessoas podem desenvolver sérios problemas renais, como a síndrome hemolítico-urêmica, e precisam de internação.

Diante da repercussão do caso, as ações da rede de lanchonetes caíram quase 7% na Bolsa de Valores de Nova York antes da abertura do mercado financeiro nesta quarta-feira (23). Por volta das 10h, eram negociados a US$ 314,69.



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Friboi é eleita a marca de carne e churrasco mais lembrada pelos brasileiros



A Friboi foi novamente reconhecida como a marca de carne mais lembrada pelos consumidores no Brasil, conquistando o selo Top of Mind 2024, em pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha. Este é o quarto ano consecutivo que a marca recebe esse título, e pela primeira vez também foi eleita a marca de churrasco mais lembrada pelos brasileiros, uma nova categoria introduzida nesta edição da pesquisa.

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O levantamento, que já está em sua 34ª edição, entrevistou cerca de 8 mil pessoas em todo o país, reforçando a importância da marca no cotidiano dos consumidores. A pesquisa é considerada uma das mais abrangentes da América Latina e avalia os produtos e serviços mais presentes na memória dos brasileiros.

Anne Napoli, diretora de marketing da Friboi, atribui o sucesso ao compromisso da empresa com a qualidade e a procedência dos produtos. “O forte vínculo entre os brasileiros e a Friboi é resultado da confiança dos consumidores. Temos evoluído em termos de tecnologia, genética e processos para garantir um padrão de excelência”, afirmou Napoli.

Além da marca Friboi, o portfólio da empresa conta com outras linhas, como a Maturatta, focada em cortes especiais para churrasco, e a 1953 Friboi, destinada a ocasiões especiais, com carnes selecionadas de raças europeias.

Com mais de seis décadas de história e presença em mais de 150 países, a Friboi segue inovando e ampliando sua atuação no mercado de carne bovina, mantendo práticas de sustentabilidade e monitoramento de seus fornecedores.



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ciclone se aproxima com risco de temporais e vento de até 100 km/h



Nesta quinta-feira (24), uma área de baixa pressão se intensifica sobre o Rio Grande do Sul e se desloca em direção ao oceano, formando um ciclone extratropical e uma nova frente fria.

Esse fenômeno deve causar impactos significativos no estado, com previsão de fortes temporais em todas as regiões ao longo do dia e da noite.

A chuva mais intensa começa pela Fronteira Oeste e avança para outras áreas do estado, incluindo a Região Metropolitana de Porto Alegre, a região dos vales e a serra. Nessas localidades, os temporais ocorrem entre a tarde e a noite, com possibilidade de volumes elevados de chuva em curto período, além de raios e granizo.

Ventos fortes, mesmo durante períodos sem chuva, são esperados. As rajadas variam entre 60 e 80 km/h, podendo atingir até 100 km/h em áreas isoladas durante os temporais.

Há também risco de fenômenos graves, como tornados e microexplosões, além de problemas com alagamentos, enxurradas e queda de árvores e de energia

Santa Catarina e Paraná

Os estados de Santa Catarina e Paraná também estão sob alerta para temporais, com maior risco para o extremo sudoeste paranaense e meio-oeste e sul de Santa Catarina. Nessas áreas, há possibilidade de chuvas intensas, ventos de até 90 km/h e granizo localizado.

A Climatempo recomenda que os moradores dessas áreas fiquem atentos às condições climáticas e sigam orientações das autoridades para minimizar os riscos.



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CNA e Cepea lançam indicador nacional de preço de feijão



A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) lançam nesta quarta-feira (23), o indicador de preços nacional para feijão. Os valores médios pagos pelo grão nos mercados do Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e oeste da Bahia serão publicados diariamente pelo Cepea. O indicador trará os preços médios do feijão preto e carioca.

De acordo com a CNA, o indicador poderá ser utilizado pelos produtores rurais para conferência se o preço pago pela empresa compradora está de acordo com a média.

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“O objetivo da iniciativa é trazer informações confiáveis para mitigar a tensão e a volatilidade que ainda dominam o mercado de feijão, bem como fomentar a organização setorial e ter cada vez mais transparência na comercialização”, afirmou o assessor técnico da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da CNA, Tiago Pereira.

O indicador foi construído entre CNA e Cepea após levantamento de informações sobre a cadeia produtiva com federações estaduais de agricultura e pecuária, sindicatos, entidades do setor e pesquisadores.



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AgroNewsPolítica & Agro

Ciclone está em formação no Sul do Brasil


Impacto será direto nas operações em campo





Foto: Arquivo

De acordo com o meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Rodrigues, a formação de um ciclone deve alterar o clima no Sul do Brasil nos próximos dias, com impacto direto nas operações em campo. O sistema de baixa pressão, que já atua no Paraguai, vai intensificar as instabilidades e organizar corredores de umidade que se estenderão pelo Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste do país.

Rodrigues alerta que, além da chuva irregular típica dessa época, as precipitações provocadas pelo ciclone devem ocorrer em forma de tempestades, especialmente entre quarta e quinta-feira. Regiões como Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná são as mais vulneráveis a chuvas intensas, granizo e ventos fortes que podem chegar a 90 km/h.

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No campo, o excesso de umidade pode dificultar atividades como a colheita de trigo e os preparativos para a safra de verão, especialmente a soja e o milho. Por outro lado, essas chuvas ajudam a manter a umidade do solo, essencial para o desenvolvimento inicial das culturas recém-semeadas. Já nas áreas mais ao norte, como o Tocantins e o Pará, espera-se uma redução nas chuvas devido ao redirecionamento dos fluxos de umidade.

Esse evento climático deve se deslocar rapidamente para o oceano até o final de quinta-feira, trazendo uma leve massa de ar frio que ajudará a reduzir as temperaturas na região Sul e parte do Sudeste, beneficiando o manejo de culturas que demandam menor temperatura.





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