domingo, julho 26, 2026

Agro

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Chuva predomina no Sul e Sudeste com alerta para temporais



Saiba como o clima irá se comportar nesta sexta-feira (25) em todo o Brasil:

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Sul

O tempo continua instável, com destaque para a faixa entre o norte do Paraná e o norte do Rio Grande do Sul, onde são previstas pancadas de chuva. No sul do Rio Grande do Sul, também há previsão de chuva ao longo do dia.

Sudeste

A condição não muda, e o tempo segue instável, com previsão de chuva para os quatro estados da região. Destaque para a faixa oeste de São Paulo e o centro-oeste de Minas Gerais, onde há alerta para temporais.

Centro-Oeste

A chuva continua presente na região central do Brasil, abrangendo os quatro estados. Destaque para Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, onde há alerta para temporais.

Nordeste

O tempo segue instável na Bahia, com previsão de pancadas de chuva. No restante da região, o sol predomina e não há expectativa de chuvas significativas.

Norte

Pancadas de chuva permanecem sobre o Amazonas, Acre, Rondônia, sul do Pará e extremo sul do Tocantins. No restante da região, o tempo se mantém firme e sem chuvas.



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News

Empresa anuncia construção de nova usina de bioetanol no Oeste da Bahia


A Bahia receberá mais um investimento industrial com a construção de uma usina de bioetanol a partir do processamento de milho e sorgo em Santa Rita de Cássia, no Oeste do estado.

O alvará de construção foi assinado pelo prefeito Zezo Aragão no último dia 18 de outubro com representantes do empreendimento.

O Grupo Lida informou que o processo terá um baixo consumo de água contemplando a tecnologia ZLD (Zero Liquid Discharge) e que a bioindústria será autossuficiente em geração de energia elétrica, através da queima de capim, produzido dentro da própria operação.

Além do bioetanol, a usina também produzirá dois coprodutos com alto valor agregado o DDGS – em português, grãos secos de destilaria com solúveis – e o óleo bruto de milho.

O DDGS se destaca como um produto altamente palatável e com alto teor de proteína atingindo excelentes resultados na nutrição animal.

prefeito Zezo Aragão, representantes Lida Bioenergia, bioetanol, santa rita de cássia, oeste da Bahiaprefeito Zezo Aragão, representantes Lida Bioenergia, bioetanol, santa rita de cássia, oeste da Bahia
Prefeito Zezo Aragão e representantes da empresa | Foto: Divulgação/ Lida Bioenergia

O prefeito, Zezo Aragão, escreveu em seu Instagram que a usina representa grande marco de desenvolvimento para o município.

“O alvará de construção para o início desse grande projeto que vai revolucionar nossa cidade, já está assinado”, comemorou Aragão.

Geração de empregos

De acordo com o Grupo Lida, na fase de construção e implementação, a expectativa é que a empresa movimente indiretamente em torno de 300 vagas de empregos, envolvendo diversas áreas, como construção civil, logística, montagem mecânica, elétrica e automação.

Em fase de operação, a Lida Bioenergia gerará aproximadamente 80 empregos diretos e em torno de 20 indiretos, como prestadores de serviços.

Investimentos em bioenergia

Também na região Oeste, a Inpasa anunciou que vai investir R$ 1,3 bilhão em uma usina em Luís Eduardo Magalhães.

A planta utilizará milho e sorgo como matérias-primas de seus produtos, além de diversas biomassas como fonte de energia na geração de vapor e de bioeletricidade. 

Na última segunda-feira (21), a empresa lançou a pedra fundamental da nova unidade do grupo na presença de autoridades municipais e estaduais.

Lançamento pedra Fundamental Inpasa, Luís Eduardo Magalhães, BahiaLançamento pedra Fundamental Inpasa, Luís Eduardo Magalhães, Bahia
Foto: Divulgação/ Inpasa Brasil

O empreendimento terá capacidade de processamento anual de 1 milhão de toneladas de grãos, prevendo a produção de 460 milhões de litros de etanol, 230 mil toneladas de DDGS, 23 mil toneladas de óleo vegetal e 200 GWh de energia elétrica por ano.

Durante a fase de construção, a unidade deverá gerar cerca de 2.500 postos de trabalho. Após o início das operações, previsto para o primeiro trimestre de 2026, serão originados mais de 450 empregos diretos e 1.500 indiretos. 


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AgroNewsPolítica & Agro

Boi gordo e “boi China” registram alta em São Paulo


Preços da vaca e da novilha mantiveram estabilidade





Foto: Sheila Flores

De acordo com os dados do informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria desta quarta-feira 23, com a oferta reduzida de gado, especialmente de novilhas, o mercado abriu o dia com alta na cotação do boi gordo em São Paulo, enquanto os preços da vaca e da novilha mantiveram estabilidade. Segundo análises do setor, os frigoríficos têm enfrentado dificuldades para formar escalas de abate, que, em média, estão curtas para seis dias, além de relatarem um escoamento mais lento da carne, o que é comum no final do mês.

Em São Paulo, o preço da arroba do boi gordo subiu R$ 2,00, enquanto as cotações da vaca e da novilha permaneceram inalteradas em relação ao dia anterior (22/10). Já o valor do “boi China” apresentou um aumento mais expressivo, subindo R$ 5,00 por arroba.

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Segundo o informativo, em Paragominas (PA), o mercado local continua registrando altas consecutivas nos preços. A arroba do boi gordo subiu R$ 5,00, enquanto o preço das fêmeas, após os ajustes de ontem, permaneceu estável.

Na região do oeste do Maranhão, o boi gordo também teve alta de R$ 5,00 na cotação da arroba, mas os preços das fêmeas não apresentaram variação.

Já no sul de Minas Gerais, a indústria frigorífica da região reportou estabilidade nos preços e nas escalas de abate. No entanto, há um aumento dos estoques de carne, o que reflete o período de final de mês.





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‘A mulher sempre foi essencial na família, por que não no campo?’, questiona produtora de soja do RS


O contato com animais e vivências no campo moldaram a trajetória de Eliane Bervian, produtora da soja no município de Tapera, Rio Grande do Sul. Há mais de 20 anos na atividade agrícola, ela atua com companheirismo junto a seu marido, Carlos.

”Eu e meu marido tomamos decisões conjuntas, mas o olhar da mulher é muito mais técnico, mais detalhista. Além do trabalho maquinário, também discutimos questões relacionadas às finanças”, diz a produtora do grão. Eliane questiona: “O papel da mulher sempre foi essencial na família, então por que não no campo?”

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Trilhando a produtividade

Foto: lavoura da soja de Eliane

Conforme a produtora, no Rio Grande do Sul a busca por melhores tecnologias é constante. “Durante o plantio da soja, adotamos sistemas de plantio direto, adubação adequada e correção do solo. A escolha da variedade é outro diferencial, sempre buscando alta produtividade associada à sanidade das plantas”, explica.

A sojicultora comenta que a cultura do grão tem trazido mudanças ano após ano. ”Pragas, doenças e ervas daninhas cada vez mais resistentes impactam diretamente na produção”, afirma. Ela reforça que, diante desse cenário, a assistência técnica se torna uma ferramenta imprescindível para os agricultores. Manter-se bem informado e adaptar-se a essas transformações é fundamental para o sucesso na atividade.

Como mulher no campo, percebo que estamos enfrentando menos dificuldades do que antes. Os homens têm aberto mais espaço para as mulheres, e isso é um sinal positivo de mudança. Embora ainda exista algum preconceito, essa realidade está evoluindo de maneira significativa.

Máquinas à frente dos desafios

Entretanto, as maiores dificuldades que enfrentamos estão ligadas ao clima e à falta de subsídios do governo. É fundamental reconhecer que a agricultura sustenta o Brasil e o apoio governamental é crucial para o desenvolvimento desse setor vital.

“Você já imaginou o impacto se os agricultores do Brasil decidissem não plantar por um ano? O resultado seria devastador ara a economia, mas também para a segurança alimentar do país. Essa reflexão é essencial ao discutirmos o futuro da agricultura no Brasil”, conclui.



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Tecnologia e inovação no Fórum SC e o Agro. Inscreva-se!



No dia 31 de outubro, Criciúma recebe o Fórum Santa Catarina e o Agro 5.0. Uma iniciativa do Canal Rural com as principais entidades do agronegócio catarinense, o evento colocará em debate a transformação digital e o futuro do setor no estado.

Com transmissão ao vivo para todo o Brasil, pelo Canal Rural, o encontro será a partir das 14h no auditório da ACIC, a Associação Empresarial de Criciúma. A inscrição é gratuita e deve ser feita através do link abaixo.

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Com a presença de lideranças, produtores, técnicos e comunidade acadêmica, especialistas vão tratar sobre uso das novas tecnologias e as boas práticas que devem ser adotadas em um mundo cada vez mais conectado. A agenda contempla ainda uma mesa redonda com dirigentes e representantes da iniciativa pública e privada para tratar de desafios como sucessão, infraestrutura, eficiência e competitividade.

Com o tema “A jornada do agro rumo à conectividade e inovação tecnológica“, Fernando Gomes de Oliveira, especialista em inovação disruptiva e transformação digital, vai falar sobre a tomada de decisão na era e na velocidade da tecnologia e inovação. “Estamos à beira de uma revolução no agronegócio. A conectividade, ainda em processo de implementação, é a pista de decolagem que permitirá ao agro acelerar sua eficiência e inovação como nunca antes”, defende Fernando, ao ressaltar a importância dessa discussão.

Em um segundo painel, Valder Zacarkim, diretor da vertical agritech da Acate, a Associação Catarinense de Tecnologia vai falar sobre “Tecnologia e inovação que desafiam as novas gerações“. Ele ressalta que a discussão não se resume a tecnologia digital, mas precisa considerar uma transformação cultural, de forma que o produtor rural possa de alguma forma, se conectar. Um ambiente, de acordo com Zacarkim, que tem a ver com as novas gerações e com tecnologias pensadas para as diferentes realidades do campo.

Em sua 7ª edição, o projeto é uma realização do Canal Rural em parceria com as principais de entidades de representação do agronegócio catarinense, como Fecoagro, Ocesc/Sescoop, Faesc/Senar, Sindicarne/ACAV, governo do estado e apoio da Epagri.

Para se inscrever, acesse: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeV-dM8kkCsBH3le29RYtuPtHaqwHkvEo_dW9YV-ZKcfxzR0g/viewform



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Prévia da inflação oficial fica em 0,54% em outubro


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, ficou em 0,54% em outubro deste ano. A taxa é superior às observadas nas prévias de setembro deste ano (0,13%) e de outubro do ano passado (0,21%).

Segundo dados divulgados nesta quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA-15 acumula taxa de 3,71% no ano. Em 12 meses, a taxa acumulada chega a 4,47%, acima dos 4,12% apurados na prévia de setembro.

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Na prévia de outubro, a alta do IPCA-15 foi puxada principalmente pelo grupo de despesas habitação, que teve inflação de de 1,72%, puxado principalmente pelo aumento de 5,29% na energia elétrica residencial. O motivo é a vigência da bandeira tarifária vermelha patamar 2, a partir de 1º de outubro.

Os alimentos também tiveram impacto importante na taxa do IPCA-15, com um aumento de preços de 0,87%, devido a altas de produtos como do contrafilé (5,42%), do café moído (4,58%) e do leite longa vida (2%), além da alimentação fora do domicílio (0,66%).

Outros grupos de despesa com alta de preços foram saúde e cuidados pessoais (0,49%), despesas pessoais (0,35%), comunicação (0,40%), artigos de residência (0,41%), vestuário (0,43%) e educação (0,05%).

Apenas o grupo de despesas transportes apresentou deflação (queda de preços), de 0,33%. O resultado foi influenciado principalmente pelas passagens aéreas (-11,40%), ônibus urbano (-2,49%), trem (-1,59%) e metrô (-1,28%).



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Associação recupera 100ª nascente no Oeste da Bahia


A Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), concluiu nesta semana a recuperação da 100ª nascente no Oeste da Bahia, recurso natural importante para a preservação e conservação dos ecossistemas e rios.

O ato simbóloco foi celebrado na manhã desta terça-feira (22), em Angical e contou com a presença do presidente da Aiba, Odacil Ranzi, colaboradores da entidade agrícola, moradores, representantes de órgãos ambientais e do município.

A nascente recuperada através do projeto ‘Nascentes do Oeste’, foi a da Vereda de Siriema, localizada a cerca de 25 km da sede do município.

Projeto, recuparação de nascentes, Nascentes do Oeste, Bahia, Aiba, meio ambiente
Foto: Divulgação/Aiba

“Esse trabalho da Aiba é muito importante, e eu fico muito feliz com isso, pois vai me ajudar muito também, na idade que eu estou hoje, com 73 anos, e preciso dessa água, e as pessoas que consomem essa água na comunidade”, comemora um dos antigos moradores da localidade, Joaquim Ferreira Barros.

O gerente de Sustentabilidade da Aiba, Eneas Porto, destaca a importância das parcerias firmadas com instituições governamentais e não governamentais e o legado do projeto.

“Nesta nascente foi feito um processo de restauração, assim como em outros municípios do Oeste e que hoje alcança a nascente de número 100 já recuperada, o que reforça o compromisso do produtor rural com o meio ambiente e os recursos hídricos”, disse Eneas.

Eneas também ressalta a importância de parcerias: “Os resultados obtidos no projeto hoje é também graças as parcerias firmadas com a Abapa, o Prodeagro, Fundeagro e as Prefeituras dos municípios, um resultado que vai ficar para as futuras gerações, que irão continuar usufruindo dessa água”, pontuou.

Projeto, recuparação de nascentes, Nascentes do Oeste, Bahia, Aiba, meio ambiente
Foto: Divulgação/Aiba

“Estou muito feliz em testemunhar a recuperação dessa nascente, uma contribuição da Aiba através do cercamento e reflorestamento dessa área, e realmente a gente fica satisfeito com a iniciativa desse projeto, o trabalho do Núcleo de Sustentabilidade e o envolvimento da comunidade que contribuiu para preservar essa maravilha da natureza que é a água”, declara o presidente da Aiba, Odacil Ranzi.

O projeto

Essa é a quarta etapa do projeto Nascentes do Oeste que desde 2017 já contemplou os municípios de Cocos, Jaborandi, Correntina, São Desidério, Barreiras, Luís Eduardo Magalhães, Baianópolis, Cristópolis, Angical, Tabocas do Brejo Velho, Cotegipe, Wanderley, Riachão das Neves, Formosa do Rio Preto, Santa Rita de Cássia e Mansidão.

“Parabenizo a todos pelo projeto, a iniciativa da Aiba, da prefeitura e todos os órgãos envolvidos, e a comunidade, pois se a comunidade não estiver envolvida nesse trabalho, a tendência é não ter sucesso, mas o que observo é que realmente foi um trabalho muito eficiente e de sucesso, importantíssimo para a atual e as futuras gerações daqui da região”, afirmou Saul Reis, coordenador da unidade regional do Inema de Barreiras, que estava representando o Governo do Estado da Bahia que também vem participando ativamente das ações.


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Salário de até R$ 60 mil no agro: veja quais regiões oferecem os melhores ganhos



O agronegócio brasileiro continua a mostrar força como um dos principais motores da economia nacional, empregando um recorde de 8,6 milhões de pessoas no segundo trimestre deste ano, conforme o boletim “Mercado de Trabalho Do Agronegócio Brasileiro”, elaborado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

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Com esse cenário positivo, o Guia Salarial de Agro 2024, lançado pela Fox Human Capital, traz uma análise detalhada das médias salariais e das principais tendências de contratação no setor.

Crescimento em gestão e governança

De acordo com o guia, a demanda por profissionais qualificados em áreas de gestão e governança está em alta. Ana Carolina Cavalcanti, gerente da Fox Agro, destaca que “ao longo de 2024, a gestão e a governança se tornaram cada vez mais valorizadas no agronegócio. Áreas como suprimentos, comercial e financeira, diretamente ligadas a esses temas, têm sido as mais demandadas.”

Cargos como Diretor de Operações podem receber salários de até R$ 60 mil, especialmente em grandes empresas agroindustriais. Já o Diretor Financeiro, essencial para a governança corporativa, pode ter remunerações que variam entre R$ 35 mil e R$ 55 mil, dependendo da região e do porte da empresa.

Expectativas de contratação e remuneração

O guia também revela que a área comercial se mantém aquecida, independentemente das flutuações no mercado. Henrique Dallo, headhunter da Fox Agro, reforça que, apesar dos desafios que o setor enfrenta em 2024, como baixos estoques e queda nos preços das commodities, a demanda por profissionais na área comercial continua forte. “A área comercial é a única que sempre tem demanda, independentemente do momento e segmento”, explica Dallo.

Cargos de Gerente Comercial, por exemplo, podem receber entre R$ 25 mil e R$ 40 mil, com maiores ofertas nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, que são polos de grandes operações agrícolas. Já o Gerente de Suprimentos pode alcançar salários de R$ 30 mil, refletindo a importância estratégica dessa função no controle e gestão de insumos.

Desafios regionais e subsegmentos

Além de mapear a média salarial nacional, o guia traz uma análise regional, mostrando que as regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste têm maior expressividade nos volumes salariais, enquanto estados como Tocantins e Pará se destacam no Norte e Nordeste. Ana Carolina Cavalcanti ressalta que “as médias salariais apresentadas retratam uma visão nacional, mas sabemos que a remuneração pode variar de estado para estado e de subsegmento dentro do agronegócio.”

Por exemplo, um Diretor de Produção no Mato Grosso pode receber até R$ 55 mil, enquanto no Sul, essa função pode variar de R$ 35 mil a R$ 45 mil, refletindo as diferentes realidades econômicas e produtivas de cada região.

Perspectivas para o futuro

Com as tendências de crescimento e inovação no setor, o agronegócio brasileiro deve continuar a expandir suas oportunidades de contratação e valorização salarial. Cargos relacionados à sustentabilidade e inovação tecnológica também estão em alta, com salários que podem chegar a R$ 40 mil para líderes de projetos nessas áreas.

A capacidade de adaptação às novas exigências de governança e sustentabilidade, aliada ao investimento em inovação, será fundamental para o desenvolvimento contínuo do setor.



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AgroNewsPolítica & Agro

Olifeira impulsiona setor gastronômico


A 3ª Olifeira foi momento de negócios e muito sabor em Guaíba


Foto: Gabriel Corralero

A 3ª Olifeira foi momento de negócios e muito sabor em Guaíba. Participando pela primeira vez da feira, o empresário Gabriel Corralero, da Corralero Arte em Ferro, responsável pela gastronomia do evento, colheu novos clientes interessados na aquisição de parrillas. Nos quatro dias da feira, entre 17 e 20 de outubro, todo o menu, especialmente desenvolvido para explorar a versatilidade do azeite de oliva e as variedades de azeitonas produzidas no Rio Grande do Sul, foi preparado no modelo de parrilla móvel Gran Asador em aço inox.

Ao todo, mais de 1,5 mil pessoas saborearam o menu composto por entradas, prato feito e sobremesas, que encantou o público e estrelas como os cantores da dupla Marcos & Belutti. “Eles provaram nosso cardápio e adoraram”, destaca Corralero.  Entre os preparos, a provoleta da Olifeira, o bolo de azeite de oliva e o pudim Dos Leches foram os queridinhos do cardápio, assim como a carne de primeira. Segundo ele, houve grande aceitação do menu na brasa, o que sinaliza o potencial da região para uma opção gourmet. Entre os planos do empreender, está um restaurante temático em Guaíba (RS). “Ficamos muito felizes com a receptividade de todos que frequentaram o restaurante. Choveu elogios para o cardápio”, conta o empresário.





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CMN autoriza renegociação de crédito rural no Rio Grande do Sul


Os produtores rurais dos municípios afetados pelas enchentes no Rio Grande do Sul terão mais tempo para voltar a pagar as parcelas do crédito rural. Em reunião extraordinária nesta quarta-feira (23), o Conselho Monetário Nacional (CMN) prorrogou para 27 de novembro o vencimento das operações beneficiadas pelos descontos previstos pelo Decreto 12.138, editado em agosto.

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Em nota, o Ministério da Fazenda informou que a prorrogação poderá beneficiar cerca de 2,2 mil operações de crédito, no total de R$ 430 milhões. A extensão do prazo vale para os produtores que encaminharam, até 3 de outubro, os pedidos de renegociação à Comissão Especial de Análise de Operações de Crédito Rural do Rio Grande do Sul. O comitê verifica a perda de renda e de produção decorrente das enchentes no estado.

A prorrogação beneficia as operações de crédito rural de custeio, investimento e industrialização com vencimento de 1º de maio a 26 de novembro. O produtor, no entanto, precisa estar com as parcelas em dia até 30 de abril, pouco depois do início das fortes chuvas no Rio Grande do Sul.

Para receber o desconto e ter direito à prorrogação, o mutuário precisa comprovar perda na renda igual ou superior a 60% em linhas de crédito individuais, grupais ou coletivas, desde que em decorrência de deslizamento de terras ou pela força das águas na inundação. Em operações contratadas por cooperativas de produção agropecuária, a perda precisa ser igual ou superior a 30%.

Na reunião desta quarta-feira, o CMN também autorizou os mutuários que não tiveram os pedidos de renegociação aprovados pela comissão especial a prorrogar os débitos sem desconto. O benefício vale para quem pedir, até 26 de novembro, a prorrogação ao banco que opera a linha de crédito.

O CMN é um órgão colegiado presidido pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e composto pelo presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, e pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet. Por causa da viagem dos dois ministros e do presidente do BC aos Estados Unidos nesta semana, a reunião do Conselho Monetário foi realizada de forma virtual.



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