sábado, julho 25, 2026

Agro

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volume exportado da Argentina pode ser 2º maior já registrado, diz bolsa



A Argentina poderá exportar 13,3 milhões de toneladas de trigo na temporada 2024/25, estimou a Bolsa de Comércio de Rosário. O volume seria o segundo maior já registrado, ficando atrás apenas dos 15,4 milhões de toneladas do ciclo 2021/22, quando a colheita foi recorde.

A bolsa está otimista, apesar de ter cortado neste mês sua estimativa de produção, de 20,5 milhões para 19,5 milhões de toneladas.

“Esses 13,3 milhões de toneladas representariam um crescimento de 73% ante a temporada atual, na qual se estima que as exportações alcancem 7,7 milhões de toneladas”, disse a bolsa em nota, acrescentando, porém, que “tudo dependerá dos números finais de produção, do nível de vendas domésticas e da competitividade da Argentina no mercado internacional”.

Em seu mais recente relatório mensal de oferta e demanda, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) projetou os embarques argentinos na temporada 2024/25 em 11,5 milhões de toneladas.



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AgroNewsPolítica & Agro

A transformação do varejo na era digital



“Não dá mais para usar as mesmas formas do passado”



"Não dá mais para usar as mesmas formas do passado"
“Não dá mais para usar as mesmas formas do passado” – Foto: Pixabay

Na era digital atual, os padrões de consumo estão passando por uma transformação radical, especialmente no setor de varejo. Para sobreviver, as empresas precisam entender essas mudanças, que vão muito além das vendas online. Edison Tamascia, presidente da Febrafar e da Farmarcas, enfatiza a evolução nos modelos de relacionamento entre varejistas e consumidores como crucial para o sucesso dos negócios. “Não dá mais para usar as mesmas formas do passado”, afirma.

Segundo Tamascia, a indústria passou de um modelo relacional tradicional, que focava no atendimento direto e personalizado, para um modelo transacional centrado em preços e promoções. Hoje, estamos na era do modelo relacional digitalizado, onde a personalização por meio da tecnologia é essencial. Essa nova interação com o consumidor deve ser profundamente personalizada e avançada. “A abordagem superficial já não é mais suficiente”, destaca.

A diversidade geracional também marca esse novo cenário, com consumidores de diferentes faixas etárias apresentando comportamentos distintos. A Geração Silenciosa valoriza a estabilidade e prefere lojas físicas, enquanto a Geração Z faz a maioria de suas compras online, priorizando personalização e inclusão.

Tamascia alerta que é fundamental investir em tecnologia e adotar estratégias diferenciadas para manter a relevância no mercado. A adaptação ao modelo Omnichannel, que integra diversos canais de atendimento, é necessária. Para empresas independentes, a união em redes associativistas pode ser uma alternativa viável para enfrentar os desafios da nova realidade. Assim, entender a jornada do consumidor e enfatizar a digitalização será essencial para a prosperidade do varejo.

 





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preços das flores tem variação de até 574%



O comércio de flores em buquês e em coroas fica tradicionalmente aquecido no Dia de Finados, sempre a cada 2 de novembro.

Para auxiliar o consumidor, o Procon Goiás realizou pesquisa de preços com os produtos mais procurados e encontrou diferenças de até 574,16% nos valores.

O levantamento, realizado entre os dias 15 e 21 de outubro, contemplou 34 itens de 18 estabelecimentos comerciais situados em várias regiões de Goiânia.

A maior variação ocorreu no vaso de Bola Belga, encontrado de R$ 8,90 a R$ 60. Outro item com grande variação, de mais de 495%, foi a dúzia de rosas brancas, com menor preço de R$ 16,80 e maior de R$ 100.

A dúzia de rosas vermelhas, item bastante procurado nesse período, apresentou oscilação de pouco mais de 375%, vendida de R$ 16,80 a R$ 100.

Variação anual das flores

A pesquisa do Procon Goiás também mostra a variação anual dos produtos. Em relação a 2023, alguns tiveram aumento, como o vaso de margarida campestre, que oscilou mais de 88%. Ano passado, a flor tinha preço médio de R$ 19,13 e este ano de R$ 36.

No entanto, alguns itens apresentaram queda nos preços se comparados a 2023, como a dúzia de gérbera, que ano passado tinha preço médio de R$ 86,67 e, em 2024, de R$ 46,38, queda de mais de 45%.

O órgão de defesa orienta que o consumidor pesquise antes da compra de qualquer produto, visto que a variação dos preços é significativa. Com relação às flores, a orientação é que, se possível, sejam adquiridas com antecedência.



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Noiva chega à igreja de trator e bota e declara: ‘Amor pelo agro’



Em 2013, no Colégio Agrícola de Pinhalzinho, oeste de Santa Catarina, Cauana Capelesso e Dalvan Girardi se conheceram. Tempos depois, foram cursar agronomia e no segundo ano da faculdade, a amizade virou namoro. As informações partem de reportagem do G1.

Onze anos após o primeiro encontro, resolveram se casar e além do amor um pelo outro, decidiram declarar a paixão de ambos pelo agro. Resultado: a noiva chegou à igreja no trator da família e usando bota.

“Eu e Dalvan somos agrônomos, trabalhamos diariamente com a produção leiteira, motivo que me inspirou em ir de trator. O trator é usado pela família na produção de pré-secados”, contou a noiva.

Segundo ela, o veículo não serviu apenas para levá-la ao altar. “Ao término da celebração, eu e meu marido fomos até o local da festa de trator, acompanhados de padrinhos e demais convidados”.

Atualmente, o casal vive na linha Pio Décimo, no interior de Pinhalzinho. A noiva conta que não tinha ideia de que o trator chamaria tanta atenção.

“Não esperávamos tamanha repercussão, mas ficamos muito felizes, pois temos muito orgulho e muito amor pelo agro”.



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Chuvas devem beneficiar o plantio da soja no Brasil em novembro


A previsão do tempo para as áreas produtoras de soja no país indica que a umidade do solo está em boas condições na maior parte do Centro-Oeste e do Sudeste. Entretanto, no Matopiba, a situação é diferente, com índices de umidade abaixo do ideal e solos mais secos.

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Nos próximos cinco dias, as chuvas estarão concentradas em Goiás, Minas Gerais e no sul de Mato Grosso, com acumulados que podem chegar a até 80 milímetros. Por outro lado, o sul do país enfrentará uma semana de tempo mais firme, o que favorece os trabalhos em campo. No Matopiba, as chuvas devem ser escassas, com acumulados que não superam 10 mm.

O que os produtores podem esperar?

Foto: Canal Rural/Reprodução

Entre 3 e 7 de novembro, há previsão de aumento nas chuvas em Mato Grosso do Sul e no interior de São Paulo, responsável pela reposição hídrica do solo. Também são esperadas chuvas em Rondônia e no Pará, mas no Matopiba a situação continua crítica, com precipitações que não devem passar de 10 a 15 milímetros.

A partir da segunda quinzena de novembro, a expectativa é de que a situação melhore. Os acumulados no Tocantins podem alcançar 80 milímetros, enquanto o interior da Bahia deve registrar cerca de 50 milímetros. No Piauí e Maranhão, os acumulados podem ultrapassar de 20 a 30 milímetros. Com isso, os produtores terão a umidade necessária para iniciar a semeadura da safra 2024/25.



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De memórias da infância à paixão pelo agro: a produtora da soja de MS que honra o legado familiar



Natural de Tupã, no interior de São Paulo, Maira Cristina Britto Fernandes, de 57 anos, segue o legado deixado por seu pai na produção agrícola. Hoje, como produtora de soja na região de Rio Brilhante (MS), ela iniciou sua trajetória após se formar em administração de empresas e combinou sua paixão pelo agronegócio com o desejo de adquirir conhecimento.

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Memórias à tona

A paixão de Maira pelo grão começou desde muito cedo. Durante as férias, ela ia para a fazenda de seu pai em Mato Grosso do Sul. ”Minhas memórias de infância são muito fortes aqui. Quando ele comprou a propriedade, eu tinha apenas nove anos. Eu adorava o bosque, que já era uma reserva legal, local onde tinha um riacho que eu descansava”, diz.

Em meio às árvores e às águas do riacho, Maira acompanhava seu pai nas fazendas, que inicialmente eram voltadas para a pecuária, com um pouco de cultivo de cana-de-açúcar. “Vim para o Mato Grosso do Sul aos seis anos, quando tudo era fogão a lenha, lamparina e luz a motor. Sempre gostei de explorar as matas e os pequenos rios, que eu chamava de ‘minha florestinha’, acompanhada por meus irmãos e primos”, conta.

De acordo com a sojicultora, seu pai sempre se preocupou com o meio ambiente e deixou um legado importante. “Nós buscamos viver em harmonia com a natureza, com respeito ao solo e proteção dos mananciais, sempre com o apoio de nossos colaboradores”, complementa.

Caminho de adaptações

Na década de 1980, a separação da empresa familiar trouxe mudanças à vida de Maira. Seu pai ficou com as terras em Mato Grosso do Sul, mas enfrentou dificuldades financeiras, o que o levou a arrendar parte da propriedade. Nesse período, seu irmão mais velho, que decidiu não continuar os estudos, começou a trabalhar na fazenda, abrindo novos negócios, enquanto sua mãe assumiu a administração da empresa.

Por outro lado, Maira e seu irmão mais novo focaram na educação. Maira se mudou para São Paulo para ampliar seus conhecimentos, enquanto seu irmão se formou em agronomia, em Dourados.

Safra atual

A sojicultora destaca que a safra atual está com 80% das áreas plantadas e 60% das sementes germinadas, no entanto, enfrenta desafios, especialmente relacionados à dessecação das plantas. Ela menciona que o problema vai além de questões específicas da propriedade, o que reflete na ineficiência nos manejos adotados. Quanto às pragas, a situação está controlada na maior parte das áreas, embora em regiões mais úmidas tenha sido notado o surgimento de caramujos.

Para lidar com as adversidades, os produtores da região têm adotado um manejo cauteloso, com a rotação de culturas e gramas. Além disso, buscam diversificar as moléculas e princípios ativos nos fungicidas e inseticidas para evitar a resistência. “Algumas áreas, como aquelas onde o ciclo da cana-de-açúcar é interrompido pela soja, apresentam uma infestação maior de pragas, o que é esperado”, detalha Maira.

Ela explica que, atualmente, foram realizadas coberturas com crotalária e braquiária na propriedade, e há expectativas de que essa mistura melhore a fertilidade do solo e, consequentemente, a produção da próxima safra de soja. A equipe segue atenta e avalia os resultados ao longo da temporada, com o objetivo de garantir tanto a produtividade quanto a saúde do solo.

Tecnologias e estratégias

Maira destaca a importância da tecnologia no manejo agrícola: ”Investimos em rotação de culturas, manejo da fertilidade do solo e controle de pragas. Nossas análises de solo estão bem equilibradas, sem toxicidade de alumínio, graças às correções que realizamos anualmente.”

Ela ressalta que os mixes de sementes para cobertura, como a braquiária combinada com crotalária, têm mostrado resultados positivos na produção de soja. ”O plantio do milho safrinha é realizado com cobertura, a fim de garantir que o solo permaneça protegido, inibindo o crescimento de mato e mantendo a umidade do solo”, conclui Maira.

Embora o ano tenha sido marcado por um regime de chuvas tardias, a estratégia de irrigação em algumas áreas proporciona segurança adicional. Maira enfatiza que a equipe é fundamental para o sucesso da produção: ”Priorizamos a qualificação dos trabalhadores e a aquisição de equipamentos, pois são eles que fazem a diferença.”

Ela conclui que o cuidado com a fertilidade do solo e a sustentabilidade das práticas agrícolas são essenciais. ”Devolvemos ao solo o que ele utiliza, em um equilíbrio que nos proporciona estabilidade na produção, mesmo em anos secos. A gestão adequada das coberturas e a proteção contra incêndios são igualmente importantes para manter a saúde dos mananciais e das reservas naturais.”



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AgroNewsPolítica & Agro

Chuvas impulsionam semeadura, e preço do milho sobe com oferta restrita



Produtores negociam o cereal apenas para necessidades pontuais




Foto: Divulgação

As cotações do milho registraram alta em todas as regiões monitoradas pelo Cepea, refletindo a postura estratégica dos produtores, que estão limitando as vendas no mercado spot. Com o retorno das chuvas, os agricultores intensificaram a semeadura da safra de verão 2024/25, negociando o cereal apenas para atender necessidades pontuais, o que tem reduzido a oferta disponível e impulsionado os preços.

Por outro lado, consumidores do mercado interno estão ativos na tentativa de recompor estoques, intensificando a demanda e reforçando a valorização do milho. A combinação de oferta limitada e procura aquecida tem sustentado as altas nas cotações nas últimas semanas.

Segundo o levantamento da Conab, até o dia 20 de outubro, 32% da área estimada para o milho da safra 2024/25 já havia sido semeada. A regularização das chuvas tem favorecido o avanço dos trabalhos no campo, especialmente nas regiões produtoras do Centro-Sul.

A expectativa é que, à medida que a semeadura avance e o mercado se ajuste, a disponibilidade do grão aumente, podendo influenciar os preços nas próximas semanas. Entretanto, a cautela dos produtores e a movimentação dos consumidores seguem como fatores-chave na definição das cotações no curto prazo.





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Fábrica de biometano e biogás recebe quase R$ 40 milhões do BNDES para ampliação



O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou nesta segunda-feira (28), ter aprovado um financiamento de R$ 37,6 milhões para a fábrica da Geo bio gas&carbon.

Os recursos serão investidos em projeto para a ampliação da produção de biometano e de biogás na unidade fabril de Tamboara, no noroeste do Paraná.

“O apoio do BNDES foi determinante para essa usina ser implementada, assim como está sendo este novo financiamento, que permite à Geo dar um grande passo na ampliação de sua carteira de projetos para produção de biometano”, declarou Alessandro Gardemann, CEO da Geo, em nota.

Segundo ele, o aporte contribui, principalmente, para a transição energética e a implementação das metas de descarbonização determinadas pela Lei do Combustível do Futuro. “O aumento da oferta de biometano também vai permitir interiorizar a oferta de gás, de origem renovável no país”.

Inauguração da fábrica

O BNDES apoiou a fábrica de Tamboara ainda no início do projeto, em 2010, por meio de uma linha de financiamento à inovação. A unidade foi inaugurada em 2012, tornando-se a primeira fábrica de produção comercial de biogás em larga escala no Brasil a processar resíduos da produção sucroenergética (torta de filtro, vinhaça e palha), informou o banco.

O novo crédito aprovado contará com R$ 33,6 milhões do Fundo Clima e R$ 3,9 milhões do Finem Padrão B, linha destinada à aquisição de máquinas e equipamentos importados novos que não tenham similar nacional. O projeto prevê um investimento total de R$ 41 milhões.



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Três fatores devem influenciar os preços do milho nesta semana



O plantio do milho alcançou 32,3% da área projetada para a safra 2024/25, de acordo com os últimos dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgados na semana passada. O número está em linha com o mesmo período do ano passado, que estava com 33%.

A respeito das exportações, o volume exportado em outubro alcançou 3,9 milhões de toneladas, conforme a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Esse número representa 46% do mesmo período do ano passado. De acordo com a plataforma Grão Direto, essa diferença tem acontecido, principalmente, por conta de outros países terem, no momento, preços mais competitivos.

O milho encerrou a semana cotado a U$ 4,16 o bushel (+2,97%) em Chicago, para o contrato com vencimento em dezembro de 2024. No Brasil, na B3, o cereal seguiu a mesma tendência, com alta expressiva de 4,77%, fechando a R$ 72,55 por saca no contrato de novembro deste ano.

O que esperar do mercado agora?

  • Demanda norte-americana: nas últimas semanas, o milho dos Estados Unidos tem registrado alta demanda, com preços mais competitivos que os de outros países. O menor volume exportado pelo Brasil, comparado ao ano passado, reforça essa competitividade. O México tem se destacado como o principal comprador do cereal norte-americano, representando cerca de 42% das vendas de milho para 2024/25. Além disso, o Japão também é um importante importador, e já alcançou seu maior volume em quatro anos.
  • Demanda interna: o consumo interno de milho tem se mostrado bastante forte e em crescimento nas últimas semanas, em oposição ao menor ritmo das exportações. Esse cenário tem dado suporte e até impulsionado os preços do cereal, que estão sendo negociados acima da paridade internacional. De acordo com a Grão Direto, a alta no valor da arroba do boi, junto com a crescente demanda de milho para a produção de etanol, são os principais fatores por trás dessa valorização.
  • Safra da Argentina: de acordo com a Bolsa de Cereales, o plantio de milho argentino já cobriu cerca de 24% da área projetada. Esse ritmo é superior ao do ano passado e está em linha com a média dos últimos cinco anos. A ameaça da cigarrinha, uma praga que causou muitos prejuízos no ano passado, está no radar dos produtores, que buscam mitigar riscos realizando uma semeadura mais antecipada. Para a Grão Direto, um atraso nos trabalhos pode levar os agricultores a reduzirem a área dedicada ao milho, o que afetaria negativamente a oferta mundial do grão.
  • Análise Gráfica: o milho cotado em Chicago se mantém acima dos US$ 4,10/bushel (contrato Z – Dezembro), trazendo expectativas de alta. Regiões que podem impactar o andamento dos preços: considerando um cenário de alta: US$4.24, US$ 4.28 e US$4.34 são regiões que o grão pode sentir dificuldades de rompimento para manter um movimento de alta. Cenário de baixa: caso o milho cotado em Chicago venha perder a região dos US$ 4,10, os US$ 4,03, US$ 3,97 e US$ 3,90 são patamares que podem segurar a queda inicial do grão.

De acordo com a plataforma Grão Direto, diante do cenário apontado, a semana poderá ser de correções nas cotações da BM&F, principalmente pela possível correção do dólar. O cenário não deve refletir diretamente no mercado físico do milho, que ainda possui pressão compradora em algumas regiões.



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Confira como está o plantio da soja pelo país; Paraná lidera


O plantio da safra brasileira 2024/25 da soja avança pelo Brasil. Conforme dados fornecidos pela Safras & Mercado, a semeadura está em 36,1% da área total até o dia 25 de outubro. Na semana anterior, o total semeado era de 16,8%.

A semeadura da commodity apresenta um atraso em relação ao mesmo período do ano passado, quando a área era de 37,1%. Já a média dos últimos cinco anos é de 33,3%.

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Foto: Safras & Mercado

No Rio Grande do Sul, o plantio está em 4%, enquanto o Paraná se destaca como líder, com 65% da área semeada. Outros estados apresentam os seguintes percentuais: Mato Grosso (56%), Mato Grosso do Sul (50%), Goiás (35%), São Paulo (34%), Minas Gerais (26%), Bahia (15%), Maranhão (14%), Tocantins (10%), e Santa Catarina (7%). Os demais estados somam 9% da área plantada.



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