sábado, julho 25, 2026

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FDC Repórter – Mapeamento da citricultura



3ª edição do FDC Repórter fala sobre o mapeamento


Foto: Fundecitrus

 

A 3ª edição do FDC Repórter fala sobre o mapeamento, também conhecido como censo da citricultura. O objetivo desse trabalho, realizado em todo o cinturão citrícola e em regiões de expansão, é estimar o número de plantas produtivas e não produtivas de laranjeiras no cinturão citrícola. Confira mais detalhes na reportagem.





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Produtores de soja seguem focados no plantio, mas preços preocupam; confira


Os preços da soja no mercado brasileiro ficaram de estáveis a mais baixos nesta segunda-feira (28). No entanto, segundo a consultoria Safras & Mercado consultoria, no contexto atual, estão firmes e bem acima da paridade de exportação.

As cotações perderam força nos portos devido à menor disponibilidade do produto no momento. Assim, o dia não teve registro de negócios, salvo uma ou outra movimentação pontual.

No momento, os produtores estão focados no plantio da safra nova. A Bolsa de Chicago caiu e o dólar variou pouco.

Preços médios da saca de soja

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 136 para R$ 134
  • Região das Missões: recuou de R$ 135 para R$ 133
  • Porto de Rio Grande: baixou de R$ 144 para R$ 142
  • Cascavel (PR): desvalorizou de R$ 140 para R$ 139
  • Porto de Paranaguá (PR): decresceu de R$ 145 para R$ 144
  • Rondonópolis (MT): estabilizou em R$ 149
  • Dourados (MS): permaneceu em R$ 140
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 135 para R$ 134

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços significativamente mais baixos. O grão e o óleo tiveram forte queda.

Os contratos acentuaram a retração, pressionados pela derrocada do petróleo em Londres e Nova York. O andamento da colheita de uma safra cheia nos Estados Unidos completa o quadro baixista aos preços.

O plantio da safra de soja 2024/25 do Brasil está em 36,1% da área total esperada até o dia 25 de outubro, conforme levantamento de Safras & Mercado.

Na semana anterior, o total semeado era de 16,8%. A semeadura está atrasada em relação a igual período do ano passado, quando o número era de 37,1%. A média dos últimos cinco anos é de 33,3%.

Contratos futuros da soja

soja preço baixosoja preço baixo
Foto: Pixabay/ Arte Canal Rural

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 13,75 centavos ou 1,39% a US$ 9,74 por bushel. A posição janeiro/25 teve cotação de US$ 9,86 por bushel, com recuo de 11,50 centavos ou 1,15%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 1,00 ou 0,32% a US$ 304,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 42,69 centavos de dólar, com recuo de 1,46 centavo ou 3,3%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em alta de 0,03%, sendo negociado a R$ 5,7077 para venda e a R$ 5,7058 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6864 e a máxima de R$ 5,7209.



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Etanol continua mais competitivo em relação à gasolina em 8 estados e no DF



O etanol mostrou-se mais competitivo em relação à gasolina em 8 estados e no Distrito Federal (DF) na semana passada, como na anterior. Na média dos postos pesquisados no país, o etanol tinha paridade de 66,28% ante a gasolina no período, portanto, favorável em comparação com o derivado do petróleo, conforme levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas.

Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.

O etanol era mais competitivo em relação à gasolina nos seguintes estados:

  • Acre (69,72%),
  • Espírito Santo (69,68%),
  • Goiás (67,79%),
  • Mato Grosso (61,18%),
  • Mato Grosso do Sul (64,97%),
  • Minas Gerais (68,46%),
  • Paraná (68,82%) e
  • São Paulo (65,20%), além do Distrito Federal (66,08%).

No restante dos estados, continua mais vantajoso abastecer o carro com gasolina.



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Congresso pode permitir revolução no país, diz ministro



O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, destacou a importância da transição para uma agricultura de base biológica no Brasil durante participação no Fórum Brasil de Investimentos (BIF, na sigla em inglês). Segundo o ministro, apesar do avanço do setor em direção a práticas mais sustentáveis, ainda há barreiras para a adoção dos bioinsumos. “Há no Congresso Nacional uma tentativa de engessar essa mudança, dando aos bioinsumos o mesmo status dos agrotóxicos”, afirmou.

Teixeira apelou para que o Congresso Nacional apoie a expansão do uso de bioinsumos no país. “É importante que o Congresso legisle no sentido de permitir essa revolução dos bioinsumos no Brasil, para que possamos garantir uma alimentação mais saudável para a população”, declarou.

O ministro também mencionou o papel da agricultura familiar no desenvolvimento sustentável, observando que as oportunidades de integração produtiva são fundamentais para a recuperação de áreas degradadas e o fortalecimento da pecuária sustentável. “Empresas nos procuram para trabalhar em assentamentos, em parcerias para que esses locais ajudem na recuperação de áreas e promovam a criação de gado de forma sustentável”, comentou.

Ele também destacou a crescente demanda por florestas produtivas, uma iniciativa que produtores de cacau, açaí e café já estão explorando para fortalecer seus negócios e atender ao mercado de bioativos.

Ele reforçou a necessidade de inclusão tecnológica para o agricultor familiar “O agricultor quer ter acesso a tecnologias: internet, drones, estufas, sistemas modernos de irrigação e novas sementes”, disse o ministro, ressaltando o “desafio brasileiro de integrar o que há de mais avançado com aqueles que ainda lutam pela sobrevivência”.



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Como o brasileiro percebe o glúten?



Esses debates mostram a necessidade de uma comunicação eficaz da indústria



Esses debates mostram a necessidade de uma comunicação eficaz da indústria
Esses debates mostram a necessidade de uma comunicação eficaz da indústria – Foto: Pixabay

A percepção sobre o glúten entre os brasileiros e sua abordagem na mídia foram temas centrais do painel “O trigo e a Mídia”, ocorrido durante o Congresso Internacional da Indústria do trigo, promovido pela Associação Brasileira da Indústria do trigo (Abitrigo) em Foz do Iguaçu (PR). Um levantamento da Buzzmonitor monitorou o termo “glúten” nas redes sociais e sites de informação entre abril e outubro de 2024, revelando o contexto de discussão e a predominância de visões positivas ou negativas. 

Erick Garcia, gerente de Negócios da Buzzmonitor, apresentou os resultados, enfatizando a relevância de entender como o glúten é discutido digitalmente. Ele apontou que 46,6% das publicações sobre o tema têm uma perspectiva positiva, enquanto 31,4% são negativas e 22% neutras. O público feminino foi o mais engajado, representando 63,5% das interações. Para a indústria do trigo, compreender essas dinâmicas é vital, pois as percepções públicas podem influenciar diretamente a aceitação e as vendas de produtos à base de trigo.

Rogério Tondo, presidente do Conselho Deliberativo da Abitrigo, destacou que, excluindo pessoas celíacas ou com problemas médicos, a maioria da população pode consumir derivados de trigo normalmente. O pesquisador Gilberto Igrejas reforçou que o trigo é um alimento nutritivo, alertando sobre os riscos de dietas sem glúten adotadas sem necessidade médica, que podem levar a deficiências nutricionais. Vanderli Marchiori, vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrição em Saúde Mental, acrescentou que a saúde é resultado de um conjunto de decisões e não da exclusão de carboidratos.

Esses debates mostram a necessidade de uma comunicação eficaz da indústria, promovendo informações corretas para combater a desinformação e atender à demanda crescente por produtos saudáveis.

 





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Incêndio florestal atinge área de quase 3 mil ha no Anel da Soja


Um incêndio florestal de grandes proporções atinge uma área de cerca de 3 mil hectares na zona rural de Barreiras, no Oeste da Bahia. O local fica numa região conhecida como Anel da Soja, próximo a Luís Eduardo Magalhães e a Cachoeira do Acaba Vida.

De acordo com a Base Florestal Oeste, do Corpo de Bombeiros, até às 13h desta segunda-feira (28), as chamas consumiram aproximadamente 2.950 hectares.

O trabalho de combate ao fogo conta com 19 bombeiros militares, 4 viaturas e um drone.

Incêndio florestal atinge área de quase 3 mil ha no Anel da Soja, fogo, oeste da bahiaIncêndio florestal atinge área de quase 3 mil ha no Anel da Soja, fogo, oeste da bahia
Foto: Corpo de Bombeiros/ Base Florestal Oeste

As equipes iniciaram os trabalhos de extinção das chamas às cinco da manhã do último domingo (27).

Por conta do grau de dificuldade intensificado pelo calor, baixa umidade do ar e terreno, as equipes retornarão aos trabalhos nesta terça (29), no mesmo horário.

Os bombeiros estão utilizando como base a Fazenda Miragem, situada próxima a área atingida.

Cerrado Sem Fogo

Em setembro, o Canal Rural BA, exibiu a segunda temporada do especial Cerrado Sem Fogo.

A série de quatro reportagens, produzidas pela equipe de jornalismo da afiliada, liderada pelo repórter, Vinicius Ramos, com imagens de Guilherme Soares e produção de Carla Letícia, abordou um dos assuntos mais sensíveis e prejudiciais a toda sociedade nos últimos meses.


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Chicago registra baixa influenciada pela desvalorização do petróleo



Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram a segunda-feira com preços mais baixos. Segundo a Safras & Mercado, o grão e o óleo sofreram uma forte queda, com os preços sendo pressionados pela derrocada do petróleo em Londres e Nova York. O andamento da colheita de uma safra cheia nos Estados Unidos também contribuiu para o cenário baixista.

O plantio da safra de soja 2024/25 do Brasil alcançou 36,1% da área total esperada até o dia 25 de outubro. Na semana anterior, o total semeado era de apenas 16,8%. No entanto, essa semeadura está atrasada em relação ao mesmo período do ano passado, quando a área plantada era de 37,1%. A média dos últimos cinco anos é de 33,3%.

Cotação da soja

  • Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com uma queda de 13,75 centavos, ou 1,39%, a US$ 9,74 por bushel.
  • A posição para janeiro de 2025 teve uma cotação de US$ 9,86 por bushel, com um recuo de 11,50 centavos, ou 1,15%.
  • Nos subprodutos, a posição de dezembro do farelo encerrou com baixa de US$ 1, ou 0,32%, a US$ 304,80 por tonelada.
  • Os contratos de óleo com vencimento em dezembro fecharam a 42,69 centavos de dólar, com um recuo de 1,46 centavo, ou 3,3%.



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Firme demanda e retração na oferta elevam preço da soja



Valorização da soja no mercado brasileiro ganhou força




Foto: United Soybean Board

A valorização da soja no mercado brasileiro ganhou força ao longo da última semana, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). A alta nos preços reflete a firme demanda por parte das indústrias esmagadoras, ao mesmo tempo que os sojicultores mantêm uma postura cautelosa, reduzindo a oferta no mercado spot nacional.

Os pesquisadores do Cepea destacam que essa retração dos produtores está diretamente relacionada ao foco nas operações de campo para a safra 2024/25, cujas atividades vêm apresentando um ritmo mais lento do que em anos anteriores. A hesitação dos agricultores em negociar grandes volumes neste momento contribui para a pressão nos preços.

Como resultado, os Indicadores ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá e CEPEA/ESALQ – Paraná alcançaram os maiores níveis nominais de 2024, consolidando a valorização da oleaginosa no mercado interno. A movimentação sugere que, enquanto a demanda por matéria-prima segue intensa, o avanço das atividades agrícolas pode determinar a dinâmica dos preços nas próximas semanas.

Essa tendência reforça a expectativa de que o desempenho da colheita da safra 2024/25 será decisivo para regular a oferta e atender às necessidades da indústria, especialmente diante da forte demanda por farelo e óleo de soja, produtos estratégicos no mercado doméstico e para exportação.





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Plantio da safra de soja 2024/25 atinge 36%, diz consultoria



O plantio da safra brasileira de soja 2024/25 atingiu 36% da área estimada para o país, na quinta-feira passada (24), em comparação com 18% uma semana antes e 40% no mesmo período do ano passado, de acordo com levantamento da AgRural, “favorecido pela melhora da umidade em diversos estados do Brasil”.

Embora ainda haja um pequeno atraso em relação à safra anterior, o plantio avançou mais de 8 milhões de hectares em apenas uma semana, destacou a AgRural.

Metade do avanço registrado no Brasil ocorreu em Mato Grosso, que foi beneficiado durante a semana pela chegada de chuvas mais regulares. Mas quem ainda está na frente entre os estados é o Paraná, que teve mais uma semana de avanço forte em virtude dos bons níveis de umidade no solo.

Nos demais estados, o plantio também andou bem por causa do aumento das chuvas ou, no caso do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, da redução dos volumes registrados.

Milho

O plantio do milho verão 2024/25 alcançou 52% da área estimada para o Centro-Sul, na quinta passada, em comparação com 48% uma semana antes e 53% no mesmo período do ano passado, segundo dados da AgRural.

Com os trabalhos praticamente finalizados no Sul do país, o foco agora está no desenvolvimento das lavouras, que até o momento é muito bom.

“Nos outros estados, as chuvas permitiram o avanço da semeadura, mas ainda de forma lenta, já que o foco do produtor está no plantio da soja”, disse a AgRural.



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volume exportado da Argentina pode ser 2º maior já registrado, diz bolsa



A Argentina poderá exportar 13,3 milhões de toneladas de trigo na temporada 2024/25, estimou a Bolsa de Comércio de Rosário. O volume seria o segundo maior já registrado, ficando atrás apenas dos 15,4 milhões de toneladas do ciclo 2021/22, quando a colheita foi recorde.

A bolsa está otimista, apesar de ter cortado neste mês sua estimativa de produção, de 20,5 milhões para 19,5 milhões de toneladas.

“Esses 13,3 milhões de toneladas representariam um crescimento de 73% ante a temporada atual, na qual se estima que as exportações alcancem 7,7 milhões de toneladas”, disse a bolsa em nota, acrescentando, porém, que “tudo dependerá dos números finais de produção, do nível de vendas domésticas e da competitividade da Argentina no mercado internacional”.

Em seu mais recente relatório mensal de oferta e demanda, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) projetou os embarques argentinos na temporada 2024/25 em 11,5 milhões de toneladas.



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