sábado, julho 25, 2026

Agro

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‘É importante governo defender o agro brasileiro, diferenciando desmatamento ilegal’, diz Pacheco



O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta terça-feira (29), que o governo brasileiro precisa defender o agronegócio do país de embargos que possam ocorrer “por interesses outros (…) a pretexto de desmatamento florestal”.

Apesar de não citar de imediato em sua fala, Pacheco mencionou, em seguida, a União Europeia.

“Algo que nos gera alguma preocupação é o fato de que nesta produção do agronegócio, por interesses outros, venha algum tipo de embargo a pretexto de desmatamento florestal. É muito importante o governo defender o agronegócio do Brasil, estabelecendo a diferença entre desmatamento ilegal, que existe no Brasil infelizmente, com a supressão vegetal, que é permitida pelo Código Florestal”, disse Pacheco.

A declaração foi dada em evento organizado pelo Lide em Londres.

Segundo o presidente do Senado, “não há essa separação ainda desses conceitos por parte da União Europeia, o que impõe certo sacrifício ao Brasil nas suas commodities e certa preocupação dos produtores do Brasil”.



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Brasil deve superar recorde de importação de fertilizantes em 2024


A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 699/23, que institui o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert).

O objetivo é que a proposta beneficie a indústria de adubos a partir dos próximos meses e reduza os custos de produção, visto que o aumento da tensão no Oriente Médio levam o Brasil a aumentar as importações dos produtos.

De acordo com as Estatísticas de Comércio Exterio (Comex/Stat), de janeiro até a primeira quinzena de outubro, o país já comprou 35 milhões de toneladas de fertilizantes. Ao longo de todo o ano de 2023, este número foi de 40,9 milhões de toneladas.

importação de fertilizantesimportação de fertilizantes
Arte: Canal Rural

Segundo o diretor do Canal Rural Sul, Giovani Ferreira, a tendência para 2024 é que o país supere a quantidade de adubo importada do ano passado e, também, ultrapasse o recorde de 2021 (41,55 milhões de toneladas), superando a marca de 42 milhões de toneladas.

Quanto à aquisição da matéria-prima, este ano o país já desembolsou US$ 10,84 bilhões. Em 2023, de janeiro a dezembro, a quantia foi de US$ 14,62 bilhões.

Ferreira atenta para o ano de 2022, quando a guerra entre Rússia e Ucrânia impactou diretamente na oferta de fertilizantes, levando os preços a atingirem a média de US$ 649 por tonelada. Em 2023, já era possível adquirir a tonelada a US$ 357. Neste ano, até o momento, o preço caiu ainda mais, chegando a US$ 309 por tonelada.

desembolso por tonelada de adubodesembolso por tonelada de adubo
Arte: Canal Rural

O diretor lembra que ao mesmo tempo em que a quantia desembolsada pelo adubo reduz, o Brasil necessita cada vez mais do produto, uma vez que deve aumentar a área produtiva de 79,6 milhões de hectares da safra 2023/24 para 81,5 milhões de hectares na temporada 2024/25.



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AgroNewsPolítica & Agro

Agro brasileiro deve crescer 15,5% em área plantada até 2034


A produção agropecuária brasileira está projetada para crescer de forma consistente nos próximos dez anos, segundo o estudo Projeções do Agronegócio 2023/2024 a 2033/2034, divulgado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com apoio da Embrapa. A expansão abrange tanto as culturas de grãos — como soja, milho de inverno, arroz, feijão e trigo — quanto as culturas perenes, como café, cacau e frutas.

O levantamento prevê que a área plantada aumentará 15,5%, atingindo 92,2 milhões de hectares em 2034. A produtividade será um dos principais impulsionadores do crescimento. O diretor de Análise Econômica e Políticas Públicas do Mapa, Silvio Farnese, destaca que a ampliação será alavancada pelo Programa de Recuperação de Áreas Degradadas, que oferece linhas de crédito para regeneração de terras com baixa produtividade.

A soja continuará sendo o carro-chefe da produção agrícola, com previsão de atingir 199,4 milhões de toneladas, um aumento de 52 milhões de toneladas. O milho, especialmente o de safra de inverno, terá uma alta de 32,3%, chegando a 153,1 milhões de toneladas. A prática de plantio em sucessão com a soja se consolidará como estratégica para maximizar a produção.

Além disso, o arroz deve crescer 20,3% na área plantada, atingindo 13,7 milhões de toneladas, permitindo atender à demanda doméstica e garantir exportações de até 1,3 milhão de toneladas. O trigo e o feijão também devem apresentar forte expansão, com aumentos de 18,4% e 38,1% nas respectivas áreas de cultivo.

O aumento na produção de grãos também vai impactar diretamente a produção de proteínas animais. A demanda por milho e farelo de soja — essenciais para a nutrição animal — garantirá o crescimento da oferta de carne. A produção de aves deve aumentar 28,4%, enquanto a de suínos e bovinos crescerá 27,5% e 10,2%, respectivamente.

Segundo o Mapa, a projeção é que o Brasil exporte 24,7 milhões de toneladas de proteínas até 2034, fortalecendo sua posição como um dos maiores fornecedores globais de carne. Esse desempenho será impulsionado por novos acordos comerciais e pela ampliação de mercados internacionais já consolidados.

O café ganhará destaque entre as culturas perenes, com produção prevista de 72 milhões de sacas — um aumento de 31,9%. O consumo interno subirá para 27 milhões de sacas, enquanto as exportações alcançarão 45 milhões de sacas, consolidando a liderança brasileira no mercado global. O estudo do Mapa indica que o crescimento do setor será amparado por estratégias sustentáveis e avanços tecnológicos, promovendo o equilíbrio entre produtividade e preservação ambiental. 





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Aprosoja MT firma parcerias sustentáveis com a China; cooperação segue em andamento



Nesta terça-feira (29), a delegação da Aprosoja MT deu continuidade à agenda de compromissos na China. O dia começou com uma reunião entre os representantes brasileiros e três pesquisadores chineses, com o foco na troca de conhecimentos e experiências no setor agrícola. Yan Hui, diretor do departamento de reforma e pesquisa do Ministério da Agricultura da China, apresentou suas pesquisas sobre soja e milho, além de discutir políticas agrícolas nas áreas rurais do país.

Yan destacou que a agricultura na China é majoritariamente conduzida por pequenos produtores, com uma média de um hectare por propriedade. “Esses agricultores estão integrados ao mercado com o apoio do governo, já que o país enfrenta um significativo déficit alimentar devido ao seu grande número de habitantes”, explicou. Ele também ressaltou a relevância de culturas como soja e milho para garantir a segurança alimentar chinesa.

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Em seguida, Lucas Costa Beber, presidente da Aprosoja MT, apresentou as iniciativas de sustentabilidade dos produtores brasileiros, com ênfase nos centros de pesquisa da entidade, Ctecno Parecis e Araguaia, que desenvolvem tecnologias voltadas para solos arenosos e siltosos. “Convido todos a conhecerem nossos sistemas de produção no Brasil, que priorizam a preservação da água, o cuidado com o solo e o sequestro de carbono”, afirmou Lucas.

Luiz Otávio Tatim, vice-presidente oeste da Aprosoja MT, também destacou a importância da agenda para abordar a falta de informações que os chineses possuem sobre a produtividade e os sistemas de produção brasileiros. “Esperamos recebê-los em Mato Grosso para mostrar como produzimos soja e, principalmente, milho, permitindo que vejam de perto nossa qualidade, sustentabilidade e resultados”, enfatizou Tatim.

Maquinário e exportação

A segunda reunião do dia ocorreu com a Sinomach, onde foram discutidos temas como a importação de maquinário e a exportação de produtos agrícolas. Cai Jibo, presidente da Sinomach Haina, compartilhou a história da empresa e as inovações tecnológicas presentes em suas máquinas. Fernando Cadore, presidente da Cooprosoja, também participou da reunião, e destacou a importância dessa parceria para o setor.

A delegação agora se dirige a Harbin, a maior região produtora da China, localizada no nordeste do país, onde continuará a fortalecer laços e promover práticas agrícolas sustentáveis.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Minério de ferro despenca em Dalian com menor otimismo quanto a estímulos da…


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CINGAPURA (Reuters) – Os preços dos contratos futuros de minério de ferro na bolsa de Dalian despencaram nesta quarta-feira, já que a ausência de novas medidas fiscais da China após o amplo pacote de estímulos divulgado decepcionou os investidores e fez com que desaparecesse o frenesi do mercado.

O contrato de janeiro do minério de ferro mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) da China encerrou a sessão do dia com queda de 3,6%, a 777,5 iuanes (110,12 dólares) a tonelada, depois de cair mais de 4% no início das negociações.

O minério de ferro de referência para novembro na Bolsa de Cingapura, no entanto, subiu 0,2%, para 105,2 dólares a tonelada.

Os contratos futuros de metais caíram depois que Pequim deixou de apresentar medidas significativas de estímulo para impulsionar o crescimento econômico, disseram os analistas do ANZ em nota.

A expectativa era de que uma coletiva de imprensa realizada pelo planejador econômico da China trouxesse detalhes sobre as medidas de estímulo fiscal que o Politburo havia solicitado. Mas, em vez disso, foram reiterados os planos para impulsionar o investimento, disse o ANZ.

“Os preços recuaram devido às expectativas claramente exageradas em relação ao estímulo chinês”, disseram os analistas do Westpac.

A China disse na terça-feira que estava “totalmente confiante” que atingiria sua meta de crescimento para o ano inteiro, mas não introduziu medidas fiscais mais fortes, decepcionando os investidores que haviam apostado em mais apoio político para colocar a economia de volta nos trilhos.

O mercado precisa ver sinais de recuperação chinesa sustentável e crescimento econômico antes que o complexo de metais industriais possa obter ganhos de longo prazo, disse o ING.

(Reportagem de Gabrielle Ng)

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Instabilidade no Sudeste traz risco de chuva intensa e trovoadas



Saiba como o clima irá se comportar nesta quarta-feira (30) em todo o Brasil:

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Sul

O sol predomina entre poucas nuvens no oeste e noroeste do Paraná e no oeste e região das Missões, no Rio Grande do Sul. Em toda a faixa leste dos três estados, há condições para pancadas de chuva, assim como no oeste de Santa Catarina. As temperaturas se elevam durante a tarde no interior da região, especialmente no norte e oeste do Paraná, onde faz calor.

Sudeste

Áreas de instabilidade seguem favorecendo pancadas de chuva entre o centro-leste e norte de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais, com possibilidade de chuva forte no norte e litoral norte fluminense, sul capixaba e em áreas da faixa central mineira. O tempo fica firme com predomínio de sol no oeste paulista.

Centro-Oeste

O dia será nublado com possibilidade de chuva a qualquer momento no centro-norte de Mato Grosso. Em Goiás, o sol aparece entre nuvens, e podem ocorrer pancadas de chuva com trovoadas, com possibilidade de chuva forte nos dois estados. No norte e oeste de Mato Grosso do Sul, são esperadas pancadas de chuva isolada, enquanto o sol predomina ao longo do dia no sul, leste e oeste do estado.

Nordeste

O dia será ensolarado com temperaturas elevadas no interior da região. Pode chover isoladamente na costa leste, entre Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. No litoral e sul da Bahia, são previstas pancadas de chuva de intensidade moderada, enquanto no centro-sul e norte do Maranhão pode ocorrer chuva isolada.

Norte

Pancadas de chuva se espalham por Tocantins e Pará, e também atingem Rondônia, podendo ser de forte intensidade. Estão previstas pancadas de chuva no Acre e no Amazonas, enquanto o tempo se mantém firme no Amapá, Roraima e no noroeste do Pará.



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Brasília discute aumento de conflitos agrários e nova lei de demarcação de terras indígenas



O aumento das invasões de terras e os conflitos agrários, principalmente no Paraná e em Mato Grosso do Sul, foram destaque na reunião da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) desta terça-feira (29), em Brasília.

O deputado federal Sérgio Souza (MDB-PR) alertou sobre a insegurança jurídica enfrentada pelos produtores e anunciou que a bancada protocolou um projeto de lei (PL) visando garantir o devido processo legal nas demarcações de terras indígenas.

“Estamos assistindo a uma verdadeira invasão de propriedades rurais. É um atentado contra o direito à propriedade,” enfatizou Souza, citando que a situação no Paraná e em outros estados exige respostas imediatas. Segundo o parlamentar, o projeto busca regularizar a proteção ao produtor e cobrar do estado uma atuação mais célere em casos de invasão.

“Se o governo não age, cabe ao Parlamento agir. Este projeto visa garantir que, quando houver esbulho possessório e o estado não atuar, o produtor seja compensado pelos prejuízos,” afirmou.

Souza também mencionou a falta de retorno nas conversas com o Ministério da Justiça sobre o tema. “Buscamos o diálogo, mas parece que falamos com uma parede,” criticou o deputado. Ele destacou que o projeto será tratado com urgência na Câmara dos Deputados, com o objetivo de garantir sua aprovação ainda este ano e posterior encaminhamento ao Senado.



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Preços do café no atacado devem aumentar 25% ainda em 2024



A alta procura externa fez os preços do café registrarem um aumento significativo ao longo de 2024 tanto no Brasil quanto no exterior. Contudo, questões climáticas resultaram em um recuo da produção.

A economista Isabela Araújo, da plataforma de inteligência GEP Costdrivers destaca que enquanto a produção brasileira deve registrar queda de 0,5% em 2024, o volume das exportações do país subiu 40,1% entre janeiro e agosto em relação ao ano anterior, o que evidencia o desequilibro entre oferta e demanda.

Segundo ela, diante deste cenário de desequilíbrio, espera-se que o preço continue em alta, com o valor internacional do atacado crescendo 24,67% este ano.

As condições climáticas, como estiagem, chuvas dispersas e altas temperaturas justificam a redução de produção interna, puxada pelas regiões que mais produzem o café:

  • Minas Gerais deve registrar queda de 3,27% no ano;
  • Rondônia e Bahia devem ter recuos de 16,73% e 13,05%, respectivamente, no café robusta.

Aumentos no mercado doméstico

Nos últimos 12 meses, Isadora calcula que o preço doméstico do café registrou aumento de 119,30%, enquanto o arábica teve uma variação de 78,43%. No mercado internacional, a oscilação também foi relevante: 63,42%.

A economista lembra que a demanda externa se encontra aquecida e cria uma realidade favorável à alta dos valores. “Além disso, a elevação da commodity no mercado internacional junto ao aumento do dólar no Brasil colaboram ainda mais para esse crescimento”, destaca.

Altas anuais

Diante da atual conjuntura do mercado, a GEP Costdrivers projeta aumentos anuais acumulados em 2024 para os preços domésticos em atacado do café:

  • 52,21% para o café arábica
  • 87,79% para o café robusta

De acordo com a empresa, o preço internacional indica valorização de 24,67% no ano, sendo impulsionado, principalmente, pela situação do café robusta, que vem acumulando perdas na produção mundial total desde a safra 2022/23 e 2023/24, em -1,64% e -4,10%, respectivamente, puxadas pela contração da produção vietnamita, brasileira e indonésia.

Safra global de café

Para Isabela, as estimativas de safra global 2024/25 são positivas, uma vez que projetam melhora de 4,17%. Contudo, o consumo deve crescer em ritmo menor, a 1,85%. Já os estoques finais, na avaliação da GEP Costdrivers, têm aumento previsto de 7,73%, indo na contramão dos futuros do item na Bolsa de Nova Iorque, que precifica queda acumulada em 2025 em torno de -4,88%.

“É importante ressaltar que a projeção da bolsa se altera diariamente, já que considerada os preços negociados pelos agentes para as datas futuras; portanto, conforme a expectativa muda, o preço futuro também deve ser alterado”, aponta a economista.

De acordo com ela, a expectativa é que os agentes alterem a projeção por conta do La Niña, que ocorrerá na época de plantio do grão no Brasil – neste último trimestre – e que deve afetar negativamente a safra.

Apesar disso, de acordo com Isabela, “a alta deve ser contida, tendo em vista que há perspectiva de safra crescente, suprindo o esperado para o consumo total. Também se espera que os Estados Unidos, principal destino das exportações brasileiras de café, cresça menos em comparação a 2024, o que deve desacelerar a demanda externa pelo item, contendo as possíveis altas”.



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Plantio da soja no Paraná atinge 74%; quanto a semeadura evoluiu?



O plantio da safra de soja 2024/25 no Paraná alcançou 74% da área total, conforme informações do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura do Paraná. Na semana passada, o percentual era de 62%.

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Como está a semeadura?

Atualmente, 99% das lavouras estão em boas condições, enquanto 1% apresenta situação média. Na semana anterior, todas as lavouras eram consideradas boas. O desenvolvimento das plantas está distribuído entre as fases de germinação (22%), crescimento vegetativo (76%) e floração, refletindo uma mudança em relação à semana passada, quando 33% estavam na fase de germinação e 67% no crescimento vegetativo.

A área destinada ao cultivo deve totalizar 5,805 milhões de hectares, um leve aumento em relação aos 5,785 milhões de hectares cultivados na safra 2023/24. Já a produção projetada para 2024/25 é de 22,399 milhões de toneladas, um crescimento de 21% em comparação ao ano anterior. A produtividade esperada é de 3.858 quilos por hectare.



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Danone desmente informação de que não estaria comprando soja brasileira



A Danone Brasil divulgou uma nota oficial desmentindo a informação de que teria interrompido a compra de soja brasileira devido a questões ambientais.

Nesta terça-feira (29), a Aprosoja Brasil se pronunciou acusando a multinacional de discriminação e desconhecimento das práticas agrícolas do país. A Danone reforçou seu compromisso com a compra de soja produzida de forma sustentável e alinhada às regulamentações nacionais e internacionais.

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A empresa destacou que “continua comprando soja brasileira em conformidade com as regulamentações locais e internacionais” e que sua aquisição passa por processos de verificação de origem e rastreabilidade, assegurando que o insumo não venha de áreas desmatadas.

A Danone também ressaltou seu apoio aos produtores locais, reforçando o vínculo de mais de 50 anos com o Brasil e o incentivo a práticas sustentáveis em toda a sua cadeia de fornecimento.

A manifestação da Aprosoja havia criticado a alegação de boicote, classificando-a como punitiva e desatualizada, visto que a legislação antidesmatamento da União Europeia ainda aguarda aprovação final no Parlamento Europeu e pode ter sua aplicação adiada. Segundo a associação, essa restrição poderia causar prejuízos à cadeia produtiva brasileira, sugerindo medidas de compensação junto à União Europeia e até uma ação na Organização Mundial do Comércio (OMC).



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