O mercado físico do boi gordo volta a apresentar elevação em seus preços. De acordo com a consultoria Safras & Mercado, o movimento acontece de maneira uniforme nos principais estados produtores do Brasil.
“A expectativa ainda é de continuidade, considerando a demanda extremamente aquecida, em especial para as exportações, somado ao atual posicionamento das escalas de abate, que permanecem encurtadas”, disse o analista da empresa Fernando Henrique Iglesias.
Segundo ele, os frigoríficos que atuam apenas no mercado interno seguem acusando problemas de margem. “Neste sentido é evidenciado aumento da capacidade ociosa, com abates mais irregulares durante o mês de outubro”.
Preços médios da arroba do boi
São Paulo: R$ 318,58
Goiás: R$ 314,29
Minas Gerais: R$ 314,41
Mato Grosso do Sul: R$ 314,55
Mato Grosso: R$ 307,03
Mercado atacadista
Foto: Freepik
O mercado atacadista apresenta alta em seus preços no decorrer da semana. O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade do movimento de alta no curto prazo, em linha com a entrada dos salários na economia durante a primeira quinzena do mês.
“Importante destacar que a carne de frango ainda conta com a preferência de importante parcela da população brasileira, ainda mais em um momento de elevação dos preços da carne bovina no varejo”, ponderou Iglesias.
O quarto traseiro foi precificado a R$ 23,40 por quilo, alta de R$ 0,10. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 18,20 por quilo. A ponta de agulha está no patamar de R$ 17,50 por quilo, alta de R$ 0,20.
Câmbio
O dólar comercial encerrou em alta de 0,95%, sendo negociado a R$ 5,7622 para venda e a R$ 5,7602 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6979 e a máxima de R$ 5,7669.
A região central do Brasil deve receber grandes acumulados de chuva nesta semana e no início da próxima, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Segundo o órgão, os volumes podem ultrapassar os 100 mm em algumas localidades do Amazonas, Mato Grosso, centro-sul de Mato Grosso do Sul e oeste de São Paulo (tons de vermelho e rosa no mapa abaixo):
Previsão de chuva (29 de outubro a 04 de novembro de 2024). Foto: Reprodução Inmet
Confira a previsão do tempo para as cinco regiões entre esta terça-feira (29) e a próxima segunda (4 de novembro):
Sul
A semana começa com tempo firme em grande parte da Região Sul. Porém, entre quarta (30) e quinta (31), podem ocorrer chuvas isoladas no Paraná e leste de Santa Catarina.
Já a partir do dia 3 de novembro, áreas de instabilidade se intensificam no Paraná e, posteriormente, em Santa Catarina, favorecendo pancadas de chuva com precipitação entre 20 e 70 mm. Contudo, a tendência é de tempo firme em grande parte do Rio Grande do Sul nos próximos dias.
Centro-Oeste e Sudeste
Um canal de umidade associado à Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) provocará acumulados significativos na faixa que vai de Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e Espírito Santo, com acumulados entre 30 e 80 mm.
Segundo o Inmet, a partir do dia 2 de novembro, áreas de instabilidade se intensificam e devem provocar pancadas de chuva em Mato Grosso do Sul e centro-oeste de São Paulo, com volumes que devem ultrapassar os 80 mm (tons de vermelho e rosa).
Já no leste de São Paulo e Rio de Janeiro, áreas de instabilidade podem provocar chuvas de até 40 mm.
Norte
Os acumulados de chuva são esperados principalmente na porção oeste e sul do Amazonas, sul do Tocantins e Rondônia, com volumes entre 30 e 80 mm (tons de verde e amarelo no mapa).
De acordo com o Inmet, em algumas localidades, os acumulados podem ultrapassar 80 mm (tons de vermelho). As áreas mais ao norte, como o Amapá, centro-norte do Pará e partes de Roraima, mostram acumulados menores, abaixo de 10 mm (tons de azul).
Nordeste
A previsão é de tempo quente e seco em grande parte da Região Nordeste, conforme o boletim do Inmet. No entanto, na quinta-feira (31), há tendência de aumento da nebulosidade, especialmente no oeste e sul da Bahia, sul do Piauí e Maranhão, o que pode gerar instabilidades, resultando em pancadas de chuva isoladas.
Além disso, há condições de pancadas de chuva isoladas no litoral da faixa leste do Nordeste, com acumulados que podem superar 20 mm, principalmente no sul da Bahia.
Temperaturas mínimas e máximas
O boletim do Inmet prevê, ainda, temperaturas elevadas em grande parte do Norte e Nordeste do país nos próximos dias. Assim, as máximas podem superar os 38°C em algumas localidades do interior das duas Regiões.
Segundo o órgão, a convergência de umidade entre as Regiões Sudeste e Centro-Oeste do Brasil mantém as temperaturas máximas entre 22°C e 28°C ao longo da semana. Em Mato Grosso do Sul, norte de Mato Grosso e Goiás, os termômetros podem registrar valores acima de 30°C, enquanto na Região Sul são previstas máximas entre 22°C e 34°C.
Em áreas do Norte e Nordeste, as máximas podem variar entre 30°C e 38°C, podendo ultrapassar os 38°C em algumas localidades do norte da Região Norte e interior do Nordeste.
No Sul, o Inmet aponta que as temperaturas podem ultrapassar os 30°C na faixa oeste e podem variar entre 22°C e 28°C na faixa leste.
As temperaturas mínimas poderão superar 26°C em áreas da Região Norte, Piauí e Maranhão. Nas Regiões Sul e Sudeste, as mínimas podem variar entre 8°C e 18°C, enquanto no Centro-Oeste as temperaturas mínimas ficarão entre 20°C e 26°C em algumas localidades.
O mercado brasileiro da soja não teve grandes negócios nesta terça-feira (29), com variações mistas nos preços internos. A disponibilidade do produto continua escassa, enquanto os produtores permanecem focados no plantio.
Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo:siga o Canal Rural no WhatsApp!
Preços da soja pelo Brasil
Passo Fundo (RS): R$ 134,00
Missões (RS): R$ 133,00
Porto de Rio Grande (RS): R$ 142,00
Cascavel (PR): R$ 139,00
Porto de Paranaguá (PR): R$ 144,00
Rondonópolis (MT): R$ 147,00 (baixou de R$ 149,00)
Dourados (MS): R$ 140,00
Rio Verde (GO): R$ 134,00
Chicago
Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja fecharam com preços mais baixos para o grão, o farelo e o óleo. Apesar de uma leve recuperação pela manhã, impulsionada por compras de barganha, a tendência não se sustentou. O avanço da colheita nos Estados Unidos e a melhora das condições climáticas no Brasil pressionaram os preços.
Relatório do USDA
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou que, até 27 de outubro, 89% da área plantada havia sido colhida, abaixo da expectativa de 91%. Na semana anterior, a colheita estava em 81%, e no mesmo período do ano passado, em 82%. A média histórica para essa época é de 78%.
Contratos futuros da soja
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com uma queda de 8,75 centavos, ou 0,89%, a US$ 9,65 1/4 por bushel. A posição para janeiro de 2025 teve cotação de US$ 9,79 por bushel, com recuo de 7,00 centavos, ou 0,7%.
Subprodutos
Nos subprodutos, a posição de dezembro do farelo fechou com uma queda de US$ 3,00, ou 0,98%, a US$ 301,80 por tonelada. Por outro lado, os contratos de óleo com vencimento em dezembro fecharam a 42,80 centavos de dólar, com um leve ganho de 0,11 centavo, ou 0,25%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou o dia com alta de 0,95%, sendo negociado a R$ 5,7622 para venda e a R$ 5,7602 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6979 e a máxima de R$ 5,7669.
A continuidade de implantação da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados (UFN-III) da Petrobrás, situada em Três Lagoas, em Mato Grosso do Sul, foi aprovada pelo Conselho de Administração da empresa na última sexta-feira (25).
De acordo com a companhia, a decisão é fundamentada com base no Plano Estratégico 2024-2028, tendo sua atratividade econômica confirmada.
A unidade estava hibernada desde 2015 e o processo de reavaliação do projeto começou no ano passado, em função da aprovação do retorno da companhia ao segmento de fertilizantes.
Assim, a Petrobrás dará início aos processos de contratação para retomada das obras da unidade. O investimento estimado para conclusão é de, aproximadamente, R$ 3,5 bilhões. A companhia prevê que a fábrica comece a operar em 2028.
“O setor de fertilizantes tem importância estratégica para a Petrobras. Estamos retomando os investimentos nesse segmento, a partir de estudos de viabilidade técnica e econômica, com o objetivo de ampliar nosso mercado de gás e contribuir para a redução da dependência da importação de fertilizantes no Brasil”, afirma a presidente da Petrobras, Magda Chambriard.
De acordo com o diretor de Processos Industriais da empresa, William França, “com o aumento da oferta dos produtos gerados na UFN-III e a sua localização privilegiada, próxima aos principais consumidores do Centro-Oeste, Sul e Sudeste, estamos seguros da importância da unidade para a região e o país”.
Produção de fertilizantes da unidade
Foto: Reprodução
O projeto da UFN III prevê a produção anual de cerca de 1,2 milhão de toneladas de ureia e 70 mil de toneladas de amônia.
A unidade atenderá, majoritariamente, os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná e São Paulo. Segundo a empresa, a localização estratégica da fábrica traz confiabilidade quanto ao abastecimento dos produtos, uma vez que a demanda mostra tendência de crescimento.
Atualmente, a ureia é o fertilizante nitrogenado mais utilizado no Brasil, cuja demanda nacional é estimada em cerca de 7 milhões de toneladas para 2024, sendo integralmente importada atualmente.
O milho é cultura que mais demanda esse tipo de adubo no Brasil, mas o produto também é utilizado no cultivo de cana-de-açúcar, café, trigo e algodão, entre outros.
A Petrobrás espera que a ureia fabricada na UFN-III também seja destinada ao segmento da pecuária, utilizada como complemento alimentar para animais ruminantes.
A decisão da Petrobrás vem na esteira da aprovação do Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert), aprovado pela Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados na semana passada.
O objetivo é que a proposta beneficie a indústria de adubos a partir dos próximos meses e reduza os custos de produção, visto que o aumento da tensão no Oriente Médio leva o Brasil a aumentar as importações dos produtos.
O rebanho bovino baiano alcançou a marca de 13.180.904 cabeças de gado, consolidando o estado como o sétimo maior produtor de bovinos do Brasil e o líder absoluto da região Nordeste.
Os dados foram divulgados pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), nesta terça-feira (29).
O levantamento, feito durante a última campanha de vacinação, realizada em abril deste ano pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), detalha a distribuição do rebanho entre os territórios de identidade do estado, destacando os três mais produtivos.
De acordo com a Adab, a Bacia do Rio Grande, na região Oeste, se sobressai com 1.294.905 cabeças, seguida pelo Extremo Sul com 1.109.709, e o Médio Sudoeste da Bahia, com 1.084.478.
Rebanhos mais expressivos
Segundo levantamento, a Bacia do Rio Grande, no Oeste da Bahia, possui os três municípios com rebanhos mais expressivos: Santa Rita de Cassia, Wanderley e Cotegipe.
No Extremo Sul, os destaques são os municípios de Itamaraju, Itanhém e Medeiros Neto. Já no Médio Sudoeste da Bahia, os municípios de Itarantim, Itambé e Itapetinga figuram como regiões com grande rebanho bovino.
A Adab, órgão vinculado à Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), ressaltou que tem desempenhado um papel fundamental nesse cenário, ao garantir a sanidade do rebanho e a qualidade dos produtos de origem animal.
A agência informou que tem intensificado ações de fiscalização e de orientação técnica, o que contribui para a melhoria dos índices produtivos e sanitários dos rebanhos.
Indicador positivo
A avaliação da Adab aponta que essa elevação no número do rebanho é um indicador positivo para a economia baiana, especialmente em um momento em que a cadeia produtiva da carne bovina busca consolidar sua competitividade no mercado nacional e internacional.
O crescimento do rebanho ao longo dos últimos anos resulta em maiores volumes de carne produzida e, consequentemente, em um aumento da carcaça para os pecuaristas e geração de divisas para o estado.
Fotos: Mairinco de Pauda/Semadesc
“Não só a forte atuação e fiscalização da Adab, mas também o compromisso do pecuarista baiano com a qualidade dos seus rebanhos, nessa parceria público-privada, com o rigoroso cumprimento das medidas sanitárias adotadas pela Adab, necessárias para evitar ou combater doenças, o que garante o crescimento e o melhoramento do nosso rebanho”, pontua Paulo Sérgio Luz, diretor-geral.
Segundo a agência, a liderança da Bahia no Nordeste é reforçada pela capacidade de suas explorações pecuárias e pela eficiência na gestão dos produtores ao seu rebanho, com médias de bovinos por exploração pecuária que variam significativamente entre os territórios, refletindo tanto o porte das propriedades quanto a especialização em diferentes tipos de produção.
Em 2024, o estado conquistou o status de área livre de febre aftosa sem vacinação, concedido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp!
Os contratos futuros da soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam esta terça-feira (29) com preços mais baixos para o grão, o farelo e o óleo. Apesar de uma leve recuperação pela manhã, impulsionada por compras de barganha, a tendência não se sustentou.
Após o intervalo, o avanço da colheita nos Estados Unidos e a melhora das condições climáticas no Brasil dominaram as negociações, pressionando os preços. Confira mais detalhes:
Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo:siga o Canal Rural no WhatsApp!
Relatório do USDA
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou um relatório sobre a evolução da colheita de soja, indicando que, até 27 de outubro, 89% da área plantada havia sido colhida. O mercado esperava que esse percentual chegasse a 91%. Na semana anterior, a colheita estava em 81%, e, no mesmo período do ano passado, era de 82%. A média histórica para essa época do ano é de 78%.
Cotações do grão
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com uma queda de 8,75 centavos, ou 0,89%, a US$ 9,65 1/4 por bushel. A posição para janeiro de 2025 teve cotação de US$ 9,79 por bushel, recuando 7,00 centavos, ou 0,7%.
Nos subprodutos, a posição de dezembro do farelo fechou com uma queda de US$ 3,00, ou 0,98%, a US$ 301,80 por tonelada. Por outro lado, os contratos de óleo com vencimento em dezembro fecharam a 42,80 centavos de dólar, com um leve ganho de 0,11 centavo, ou 0,25%.
O Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF – Tropical Forest Finance Facility, em inglês) recebeu a adesão da Alemanha, Colômbia, Emirados Árabes Unidos, Malásia e Noruega durante a 16ª Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade (COP16), em Cali. Os países se comprometeram a contribuir com o mecanismo financeiro que vai compensar financeiramente a conservação dos ecossistemas.
A confirmação dos países veio nesta segunda-feira (28), durante a apresentação do fundo pela ministra brasileira do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva.
“O TFFF oferece incentivos financeiros inovadores em grande escala para que os países em desenvolvimento conservem suas florestas tropicais úmidas, pagando anualmente um valor fixo por hectare de floresta conservada ou restaurada”, disse a ministra.
Além de simplificar o cálculo da área conservada por hectare e não por captura de carbono, como é feito nos financiamentos climáticos, o fundo simplifica a forma de monitoramento com verificação por imagens de satélite, respeitando os critérios pré-definidos em cada país.
Os aportes serão proporcionais às áreas protegidas e terão origem em recursos aplicados pelos países desenvolvidos. Também haverá a possibilidade do pagamento de recursos adicionais por programas nacionais de prevenção e combate ao desmatamento, promoção de bioeconomia e a garantias de direitos aos povos indígenas e comunidades locais que conservam florestas tropicais.
A ministra de Meio Ambiente da Colômbia, Susana Mohammad, considerou o instrumento financeiro “um caminho para colocar valor na natureza sem fazer dela uma commodity”.
De acordo com Marina Silva, o fundo será uma ferramenta de enfrentamento tanto à crise da biodiversidade, quanto à crise climática. “O TTFF promove a convergência entre as convenções, contribuindo ao mesmo tempo para as metas de Kunming-Montreal da Convenção de Biodiversidade e as metas do Acordo de Paris, mas sem estar diretamente vinculado a essas convenções”, destacou.
A proposta que partiu de um debate na Cúpula da Amazônia, realizada em Belém, no Pará, em agosto de 2023, já havia sido lançada em dezembro pelo governo brasileiro, durante a 28ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP28), nos Emirados Árabes Unidos.
O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse esperar que o “superapp” de finanças pensado pela autarquia seja lançado no fim de 2025. A ideia, ele vem repetindo, é produzir um agregador de serviços e “marketplace” de finanças, que possa gerar competição.
“Tem várias empresas trabalhando no ‘superapp’, já foi até anunciado, alguns bancos até anunciaram que estão trabalhando e já estão em estágio avançado. A minha previsão era no final de 2025, eu continuo com essa previsão”, ele disse, em um evento organizado pelo Lide, em Londres.
Segundo o executivo, houve um processo mais lento durante a segunda etapa do Open Finance, em parte pela greve de servidores do BC.
“Mas acho que as coisas continuam num ritmo bastante acelerado, e só um detalhe: a adoção do Open Finance tem sido mais rápida do que a gente tem imaginado, então talvez isso recupere o tempo perdido”, disse.
As autoridades francesas ordenaram o recolhimento de, aproximadamente, três milhões de ovos devido a uma possível contaminação por salmonela.
Lotes menores também foram recolhidos e as agências de saúde do país informaram que, até o momento, oito pessoas adoeceram com uma possível ligação à contaminação, mas nenhuma foi hospitalizada.
A distribuidora de ovos Ovalis anunciou a devolução de diversos lotes vendidos sob diferentes marcas nas principais redes de supermercados da França, como Carrefour, Auchan e Leclerc, além dos distribuídos pela rede de bancos de alimentos Restos du Coeur em várias regiões do país.
De acordo com a Ovalis, o recall preventivo é necessário devido à suspeita de contaminação por Salmonella Typhimurium. Os ovos afetados foram vendidos em embalagens de 12, 10 ou 6 unidades entre 29 de setembro e 10 de outubro, com validade até 31 de outubro.
Ovos misturados
Foto: Senar
A empresa ressaltou que, embora apenas um pequeno número de ovos possa ter sido contaminado, eles foram misturados durante o processo de embalagem com muitos outros, o que justifica a escala da reconvocação.
Entre as marcas afetadas estão Poitou Oeufs, Tout Frais tout Français e Douce France. Lotes menores incluem ovos das marcas Carrefour Original, Leclerc Eco+ e ovos vendidos nos supermercados Lidl França.
As autoridades recomendam não consumir ou usar esses ovos, orientando que sejam destruídos ou devolvidos ao supermercado para o devido reembolso.
Para quem ingeriu os ovos e apresenta sintomas, deve procurar atendimento médico imediato. A empresa disponibilizou uma linha de ajuda para pessoas com dúvidas ou preocupações.
As autoridades de segurança do produto estão investigando a cadeia de fornecimento dos ovos, incluindo a ração das aves. Até o momento, nenhuma conclusão foi divulgada.
O plantio de soja na região de Cornélio Procópio, no norte do Paraná, já alcançou 75% da área total estimada de 342,6 mil hectares. O avanço da semeadura deve prosseguir até o final da semana.
As chuvas da semana passada causaram alguns atrasos no plantio, mas também melhoraram as condições do solo. A umidade favoreceu uma germinação mais uniforme, o que deve impactar positivamente a qualidade das lavouras na fase inicial.
Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo:siga o Canal Rural no WhatsApp!
Como está a semeadura no estado?
Até o momento, dos 256,95 mil hectares já plantados, cerca de 85% apresentam boas condições, enquanto 15% estão em situação média. Não foram registradas áreas em condição ruim. A expectativa é que o ritmo de plantio continue acelerado nos próximos dias, desde que as condições climáticas permaneçam favoráveis.