sábado, julho 25, 2026

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Plantio de milho avança na Argentina



Chuva beneficiou as culturas de inverno




Foto: Canva

As áreas agrícolas de maior rendimento da Argentina receberam chuvas intensas nos últimos dias, de acordo com o Weekly Weather and Crop Bulletin divulgado nesta terça-feira (29) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A precipitação beneficiou as culturas imaturas de inverno e as lavouras de verão em estágio inicial de desenvolvimento.

As chuvas mais intensas, variando entre 50 e 125 mm, concentraram-se nas regiões centrais e sul de Córdoba, noroeste de Buenos Aires e áreas próximas em La Pampa, Santa Fé e Entre Rios. Outras áreas registraram precipitações entre 10 e 50 mm, enquanto a seca se manteve restrita ao extremo norte do país, abrangendo uma ampla região de Santiago del Estero até o Paraguai, além de alguns pontos no sul de Buenos Aires.

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O período chuvoso veio acompanhado de temperaturas acima da média para esta época do ano, com elevações de 2 a 4 °C em relação ao normal. As temperaturas diurnas oscilaram entre 30 °C nas áreas agrícolas mais secas do norte e 20 a 30 °C no sul de Buenos Aires.

Segundo o governo argentino, o plantio de girassol avançou para 35% da área prevista até 24 de outubro, 9 pontos percentuais à frente do ritmo registrado no ano passado. O milho, por sua vez, alcançou 24% da área plantada, comparado a 20% no mesmo período de 2023. Já o plantio de algodão segue em andamento no norte de Santa Fé e regiões vizinhas.





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Servidores da Funai, do Ibama e do ICMBio terão direito a porte de arma


Os funcionários da Funai, do Ibama e do ICMBio que realizem atividades de fiscalização poderão ter direito ao porte de armas. Foi o que decidiu a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) nesta quarta-feira (30), ao aprovar projeto com essa finalidade.

A proposta, apresentada pela Comissão Temporária Externa para investigar o aumento da criminalidade na Região Norte, recebeu parecer favorável do relator, senador Fabiano Contarato (PT-ES), com emendas. O texto agora será analisado no plenário do Senado.

Inicialmente voltada apenas aos servidores da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), a proposta, por meio de emenda, passou a contemplar também os funcionários públicos que integram o Ibama e o ICMBio. 

O PL 2.326/2022 modifica o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826, de 2003) para que servidores designados para atividades de fiscalização tenham o direito ao porte de arma, desde que esteja comprovada a aptidão técnica e psicológica para o uso de armamentos.

Caso Bruno Pereira e Dom Phillips

Uma das motivações da proposta, ressaltou Contarato, foi o assassinato do indigenista Bruno Pereira – então afastado de suas funções na Funai – e do jornalista inglês Dom Phillips na região do Vale do Javari, no município de Atalaia do Norte, Amazonas, em junho de 2022.

Entre os objetivos da comissão externa estava a fiscalização das medidas adotadas pelas autoridades diante desses homicídios.

“Esse projeto de lei se deu pela morte do indigenista Bruno e do Dom Phillips, que foram mortos com requintes de crueldade, inclusive com ocultação de cadáver. Olha, nós não podemos admitir que infelizmente no Brasil os grileiros estejam armados e esses funcionários estejam lá pagando com a vida […] lá no meio da Floresta Amazônica, e eles não tenham a possibilidade disso”, afirmou Contarato, que também foi o relator da proposta na Comissão e Meio Ambiente (CMA).

Contarato manteve no parecer emenda da CMA que concede o porte de arma, nas mesmas condições, aos integrantes do Ibama e do Instituto Chico Mendes. Ele explica que dispositivos do Código Florestal (Lei 12.651, 2012) e do Código de Pesca (Decreto-Lei 221, de 1967), que concediam o porte de armas aos fiscais ambientais, foram revogados.

Atualmente, de acordo com o Estatuto do Desarmamento, é vedado ao menor de 25 anos adquirir arma de fogo. Emenda do senador exclui os fiscais dos três institutos dessa regra. Ele também adicionou esses servidores entre os isentos do pagamento de taxas de registro e manutenção dos armamentos.

Ressalvas à proposta

A matéria não foi aprovada por unanimidade. Durante a discussão, os senadores Mecias de Jesus (Republicanos-RR), Dr. Hiran (PP-RR) e Omar Aziz (PSD-AM) sugeriram, através de emenda, que o projeto apresentasse dispositivo concedendo o porte para “uso extremamente criterioso e controlado”,  limitando-o a casos de necessidade “comprovada e temporária”. 

Na avaliação deles, não se justificaria o porte de arma para os servidores do ICMBio, do Ibama e da Funai, por exemplo, “dentro de um prédio da Funai”, como alegou Dr. Hiran. 

Já o senador Omar Aziz questionou a efetividade desse porte já que, conforme o senador, esses mesmo servidores, quando em ações de fiscalização, atuam com reforço de órgãos de segurança, como a Polícia Federal. Ele disse também que o enfrentamento da insegurança e das ilegalidades como o garimpo ilegal, na Amazônia, só será efetivo a partir da regulamentação da extração do ouro na região. 

“Quando a Funai ou o Ibama, principalmente o Ibama, vai tocar fogo nas balsas [do garimpo ilegal ou dos desmatadores], vai a Polícia Federal ao lado deles para tocar fogo, até porque, para explodir uma balsa daquela, você tem que colocar pólvora, dinamite ou coisa parecida, e tem que ser especialistas, não é qualquer um […]. Só [permitir o porte] em ação é uma emenda que cabe neste momento, porque eles têm apoio da Polícia Militar quando sugerem, quando pedem, e têm feito isso sistematicamente na minha região, e o governo não se mexe para regulamentar [o garimpo]”, continuou Aziz.

No entanto, a emenda não foi acatada pelo relator. Contarato considerou que é preciso partir da presunção da legitimidade e da boa fé desses servidores que, observou, atuam sob risco de morte. 

“Nós não podemos inverter a lógica. Olha, se o próprio Tribunal de Contas da União já recomendava isso e se hoje nós temos a concessão de porte de arma para funcionários do Ibama e do ICMBio por decreto ou por uma legislação antiga, o que nós estamos colocando é simplesmente na lei. Nós não podemos inverter a lógica da utilização pela má-fé. A presunção é de legitimidade dos atos praticados pela administração pública, e o projeto de lei fala que só nos casos de fiscalização efetivamente. Então, não está aqui para conceder… ‘Ah, porque ele vai andar no restaurante, no bar ou na padaria’. Não é isso, nós temos aqui a atividade típica da polícia como nas instituições que compõem lá no art. 144, seja polícia civil, polícia militar, guarda municipal, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal”, argumentou o relator. 

Defesa do porte de arma

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Foto: Divulgação/Ibama

Os senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Sérgio Moro (União-PR) concordaram com o porte de arma para esses servidores. 

“Esse negócio de conceder porte de arma só para quem está em serviço não existe. Um fiscal ambiental toma uma determinada medida dentro da lei, e um marginal que quer atentar contra a vida desse fiscal vai tentar fazer com ele de serviço e principalmente com ele fora de serviço. Na hora em que ele vai a um restaurante, que ele vai a uma igreja, que ele vai a uma missa, que ele está andando na rua com a sua família, é um momento em que ele pode ser, sim, vítima de violência desses marginais que foram fiscalizados. E não é porque é fiscal do Ibama ou do ICMBio ou porque eu não concordo com a atuação daquele órgão que a gente vai negar um direito dessa pessoa a ter o mínimo de instrumento para defender a própria vida”, disse Flávio Bolsonaro.



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Exportação de tabaco pode alcançar US$ 3 bilhões em 2024



A produção de tabaco na safra 2024/25 deve ter queda de 15% a 10,1% no volume, mas aumento entre 20,1% e 25% no valor das vendas externas, projeta a consultoria Deloitte.

Com base nesses dados, o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, projeta que os embarques serão acima da média dos últimos anos. “Se a tendência se confirmar, podemos superar a marca dos US$ 3 bilhões. É uma demonstração de que nosso sistema integrado está plenamente ativo, gerando renda, empregos e divisas”.

A fala do executivo foi feita durante a última reunião ordinária de 2024 da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco, realizada na manhã desta quarta-feira (30).

O evento também teve como destaque os dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC/ComexStat), que apontam que entre janeiro e setembro deste ano foram embarcadas 316 mil toneladas de tabaco, redução de 14% em relação ao mesmo período de 2023.

Contudo, em dólares, foram US$ 2,03 bilhões em receita, variação positiva de 3,44% se comparado com o ano anterior.

Até o momento, Bélgica, China, Estados Unidos, Indonésia e Egito estão entre os maiores importadores. No ano passado, o Brasil exportou 512 mil toneladas com ganho de US$ 2,729 bilhões para 107 países, com destaque para a União Europeia (42%).

Resultados da safra 23/24 de tabaco

O presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Marcílio Drescher, compartilhou no evento o resultado final da safra 2023/24 e as perspectivas para a temporada 2024/25.

Segundo a entidade, a produção de tabaco do último ciclo teve o envolvimento de 133 mil famílias da Região Sul do Brasil, um incremento de 6,62% em relação ao período 2022/23. Aumento semelhante observou-se, também, na área plantada: 284,1 mil hectares, incremento de 8,57%.

“Nas últimas safras tivemos uma remuneração média mais satisfatória para os produtores, o que acaba estimulando o aumento de área e de produtores que aderem ao cultivo”, explicou Drescher.

De acordo com Drescher, o excesso de chuvas foi a principal causa da redução do volume da safra 2023/24, que teve como resultado final 508.041 toneladas, redução de 16,12% em comparação com o ciclo 2023/2022.

“Também por conta desta redução, o preço médio do tabaco aumentou quase 28%”, comentou.

De acordo com ele, o cultivo de tabaco está em fase final em quase todas as áreas produtoras, com 8,5% de avanço na colheita.

“Temos percebido um aumento de área, estimulada pela última remuneração. Em meados de novembro devemos ter alguma previsão sobre a área cultivada e o número de famílias produtoras envolvidas na atividade”, disse Drescher.



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Chuvas impulsionam o plantio de soja e outras culturas de verão no Brasil



Chuvas beneficiam culturas de verão no Sul e interrompem colheita de trigo




Foto: Divulgação

Segundo os dados do Weekly Weather and Crop Bulletin divulgado nesta terça-feira (29) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o início contínuo das chuvas sazonais tem melhorado as condições para a soja e outras culturas de verão em grande parte do Brasil. As precipitações, variando entre 10 e 100 mm, cobriram áreas anteriormente secas na região Centro-Oeste, especialmente em Goiás e partes vizinhas do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. No entanto, em regiões como o oeste da Bahia e outras áreas produtivas do Nordeste, as chuvas permaneceram esparsas, com volumes inferiores a 25 mm.

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Apesar da recuperação parcial das chuvas, as temperaturas altas, com máximas próximas a 40 °C, mantiveram elevadas as taxas de evaporação em áreas mais quentes do Norte do país. Mesmo com essas adversidades climáticas, o governo do Mato Grosso informou que o plantio da soja avançou para 56% até 25 de outubro, um salto de 31 pontos percentuais em relação à semana anterior, ficando apenas seis pontos atrás da média dos últimos cinco anos.

No Sul do país, as chuvas, variando entre 10 e 50 mm, e pontualmente mais intensas, favoreceram o desenvolvimento das culturas de verão, como a cana-de-açúcar, mas também causaram interrupções localizadas na colheita do trigo. O calor, com máximas na faixa dos 30 °C, manteve o crescimento acelerado das lavouras em estágio inicial.

No Paraná, o governo estadual informou que a colheita de trigo atingiu 87% até 21 de outubro. O plantio do milho de primeira safra e da soja no estado avançou para 95% e 62%, respectivamente. No Rio Grande do Sul, até 24 de outubro, o plantio de milho e soja chegou a 68% e 3%, respectivamente, enquanto a colheita do trigo foi concluída em 29%.





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Cruzamento de vacas leiteiras com angus impulsiona carne premium no Brasil



A técnica de cruzamento conhecida como “Beef on Dairy” que une vacas leiteiras com touros angus para produzir carne premium, tem ganhado espaço no Brasil devido ao crescente interesse pelo mercado de carne de alta qualidade.

A Associação Brasileira de Angus promove um encontro em Carambeí, no Paraná, para debater as vantagens e o potencial dessa técnica na agropecuária nacional.

De acordo com a coordenadora do Programa Carne Angus Certificada, Ana Doralina Menezes, essa prática, além de aumentar a rentabilidade dos produtores de leite, oferece ao mercado um produto diferenciado, com grande aceitação internacional.

Menezes destacou que o cruzamento de vacas leiteiras com genética Angus permite uma oferta maior e padronizada de carne premium, especialmente para exportação.

No entanto, para expandir o modelo Beef on Dairy, é fundamental que os produtores de leite vejam as vantagens e contem com suporte técnico para realizar o cruzamento de forma direcionada, visando conformidade com os padrões de qualidade da Carne Angus Certificada.

A técnica já é amplamente adotada em países como os Estados Unidos e tem potencial para impulsionar as exportações brasileiras, que vêm crescendo ano a ano, com destaque para o aumento de 8% nas vendas de carne premium no primeiro semestre de 2024.



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Variação de até 119% nos preços das carnes é encontrada pelo Procon



Em uma pesquisa realizada na última terça-feira (29), o Procon Tocantins identificou variações significativas nos preços de 35 cortes de carnes em dez estabelecimentos comerciais de Palmas, incluindo sete açougues de supermercados e três casas de carnes.

O item que apresentou a maior variação foi a linguiça calabresa, com uma diferença de 119,17% entre o menor preço, R$ 17,99, e o maior, R$ 38,99.

Em seguida, a costela bovina dianteira registrou uma variação de 107,22%, com preços variando de R$ 13,99 a R$ 28,99. O chambari apresentou uma variação de 85,78%, sendo encontrado entre R$ 13,99 e R$ 25,99.

Carnes suína, de frango e peixes

Entre as carnes de frango, o peito foi o corte com maior variação, de 67,79%, com preços entre R$ 15,49 e R$ 25,99.

Já entre os cortes suínos, o lombo apresentou uma disparidade de 25,94%, sendo comercializado entre R$ 26,99 e R$ 33,99.

Entre os peixes, o pintado foi o item com maior diferença de valores, de 39,30%, com preços variando de R$ 27,99 a R$ 38,99.

“Comparar os preços entre diferentes fornecedores pode resultar em economia significativa para o bolso, permitindo que os consumidores aproveitem descontos e promoções”, destaca o superintendente interino do Procon Tocantins, Magno Silva.

O órgão também orienta que qualquer irregularidade quanto à produção, manuseio, armazenamento ou comercialização das carnes seja denunciada por meio do Disque Procon 151.



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Clima beneficia cinturão do milho na África do Sul



Chuvas intensas em KwaZulu-Natal e Rio Orange beneficiam cana-de-açúcar




Foto: Canva

Segundo o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (29) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), as chuvas moderadas a intensas que atingiram a África do Sul recentemente trouxeram uma melhoria na umidade do solo, favorecendo as safras de verão que dependem das chuvas. As precipitações variaram entre 25 e 100 mm em áreas como Mpumalanga, estendendo-se para o sul até a Costa Indiana e avançando a oeste pelo Cabo Oriental.

Em Mpumalanga, onde o plantio das safras de verão já estava em andamento, as chuvas foram especialmente benéficas. As regiões ocidentais e centrais do cinturão do milho, abrangendo o Noroeste, Estado Livre e Gauteng, também receberam volumes consideráveis de precipitações, chegando localmente a 25 mm. Embora as chuvas tenham chegado cedo em algumas áreas mais a oeste, a umidade acumulada ajudará a preparar os campos para o início do plantio, previsto para novembro e dezembro, período tradicional para essas lavouras.

Em KwaZulu-Natal, foram registradas as maiores precipitações da temporada até o momento, alcançando localmente 100 mm. Essas chuvas têm grande importância para o desenvolvimento da cana-de-açúcar. Já na região oeste, precipitações acima de 25 mm ocorreram nas bacias hidrográficas superiores do Rio Orange, o que eventualmente beneficiará as safras irrigadas de verão, especialmente milho e algodão, em áreas mais baixas do rio.

As temperaturas médias nas principais regiões de cultivo de milho mantiveram-se dentro de 1°C da média histórica, com máximas diurnas variando de 20°C em Mpumalanga a 30°C em áreas mais ao norte e oeste.





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Chuvas beneficiam o plantio da soja em Guarapuava (PR); quanto a semeadura já alcançou?



Atualmente, o plantio da soja na região de Guarapuava (PR) alcançou 39% da área total de aproximadamente 315,84 mil hectares. O avanço é atribuído às chuvas regulares, que variaram entre 150 e 180 milímetros durante outubro, responsáveis por favorecer o crescimento da commodity.

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O outro lado

Entretanto, há preocupação com temperaturas abaixo da média, que podem impactar o desempenho da cultura. O plantio deve se estender até o final de novembro, dependendo da colheita das culturas de inverno em alguns municípios. Apesar do bom progresso, interrupções causadas pelas chuvas exigem ajustes no ritmo de trabalho para aproveitar as janelas climáticas favoráveis.

Atualmente, as lavouras estão nas fases de germinação e desenvolvimento vegetativo, com 97% das áreas em boas condições e 3% em condições médias.

As informações são da Safras & Mercado.



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Governo francês segue mobilizado para bloquear acordo UE-Mercosul, diz ministra



O governo francês continua mobilizado para bloquear a ratificação do acordo entre União Europeia e Mercosul, disse a ministra do Comércio do país, Sophie Primas, durante sessão de perguntas de parlamentares ao governo.

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“Se este acordo é bom para o comércio, não é bom para a agricultura e o ambiente”, afirmou ela, notando que é preciso convencer os legisladores europeus de que há outro arranjo possível.



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Infiltração marítima leva chuva ao Sul, mas interior mantém sol e calor



Saiba como o clima irá se comportar nesta quinta-feira (31) em todo o Brasil:

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Sul

A infiltração marítima favorece pancadas de chuva entre o leste de Santa Catarina e do Paraná, e no litoral norte do Rio Grande do Sul. No interior da região e nas demais áreas do estado gaúcho, o sol predomina, com temperaturas mais elevadas.

Sudeste

O tempo instável persiste em boa parte da região. Há previsão de pancadas de chuva com trovoadas entre o Espírito Santo e o centro-norte de Minas Gerais, onde não se descarta chuva forte em alguns períodos do dia. Na metade sul de Minas Gerais, no Rio de Janeiro e na faixa leste e litoral paulista, são esperadas pancadas de chuva isoladas. No interior de São Paulo e em parte do Triângulo Mineiro, o tempo permanece firme.

Centro-Oeste

O tempo segue firme, com sol entre poucas nuvens em Mato Grosso do Sul e no sul de Goiás. Em Mato Grosso e na metade norte de Goiás, o sol aparece entre nuvens e há previsão de chuva a qualquer hora, que pode ser forte, principalmente sobre Mato Grosso. As temperaturas permanecem altas, com sensação de calor, especialmente em Mato Grosso do Sul.

Nordeste

Áreas de instabilidade provocam pancadas de chuva no sul, sudoeste e oeste da Bahia, sul do Piauí e do Maranhão. No litoral de Pernambuco e da Paraíba pode chover de forma isolada, enquanto nas demais áreas da região o tempo se mantém firme.

Norte

O tempo estará mais fechado, com possibilidade de chuva forte em alguns períodos na metade leste do Amazonas, Rondônia, centro-sul do Pará e em Tocantins. Não há previsão de chuva em Belém, no Pará, e em Macapá, no Amapá.



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