sábado, julho 25, 2026

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Qual é o improvável futuro do agro?



Atualmente, a produtividade agrícola cresce entre 1,5% a 2% ao ano



Atualmente, a produtividade agrícola cresce entre 1,5% a 2% ao ano
Atualmente, a produtividade agrícola cresce entre 1,5% a 2% ao ano – Foto: USDA

Marcos Rubin, fundador da Veeries, reflete sobre o futuro da agricultura inspirado por Vinod Khosla, um renomado investidor em tecnologia. Em um podcast, Khosla afirmou que “apenas o improvável é importante para avaliar o futuro”, ressaltando que os especialistas frequentemente olham para o passado ao projetar o futuro, o que limita a inovação. Rubin se questiona sobre o impacto que um aumento de 3%  na produtividade agrícola poderia ter, desafiando as expectativas atuais.

Atualmente, a produtividade agrícola cresce entre 1,5% a 2% ao ano, e a área plantada aumenta de 1% a 2% anualmente, com o Brasil liderando essa expansão. O consumo de proteína deve crescer com a renda, e a indústria de ração continua dependente de soja e milho. Tecnologias inovadoras estão otimizando a eficiência operacional na agropecuária, enquanto o comércio global de grãos segue em ascensão.

Contudo, Rubin sugere que devemos considerar cenários improváveis. Entre eles, uma revolução na produtividade agrícola com ganhos superiores a 3% ao ano poderia reduzir a necessidade de expansão de áreas cultivadas. Avanços genéticos poderiam permitir o cultivo em regiões antes inadequadas, e a indústria de ração poderia se reinventar com produtos sintéticos mais eficientes. Além disso, alternativas sintéticas para algodão, café e açúcar podem transformar o mercado, enquanto o combate à obesidade pode mudar hábitos alimentares globais. Essas considerações não são meras especulações; muitas inovações estão em andamento. Rubin convida todos a imaginar fatores improváveis que possam impactar a produção de commodities e o consumo de alimentos.





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10 filmes de terror no campo para assistir no Halloween



Nada como o cenário de uma fazenda ou uma vila rural para ambientar filmes de terror que exploram o medo de forma única. Com personagens inusitados e cenários isolados, essa lista traz clássicos e obras cult do terror no campo, onde o sobrenatural encontra o agrícola. Confira a lista para maratonar neste Halloween:

A Noite dos Mortos-Vivos (1968)

George Romero usa o campo para o clássico dos zumbis. Em uma fazenda na Pensilvânia, um casal enfrenta hordas de mortos-vivos. Romero fez história com uma trama de baixa produção e altas doses de horror, onde a sobrevivência é testada ao limite.

A Noite dos Coelhos (1972)

Quando uma experiência dá errado, coelhinhos fofos se transformam em monstros gigantes. Eles destroem uma cidadezinha nos EUA e mostram que, no campo, até os coelhos podem aterrorizar!

Colheita Maldita (1986)

Adaptado de Stephen King, crianças de uma vila usam sangue humano para fertilizar os campos. Este é um clássico onde o campo vira um cenário macabro para o terror psicológico.

Vampiros se refugiam em uma fazenda de escravos nos EUA. Com Tom Cruise e Brad Pitt, o filme traz uma elegância gótica ao campo, transformando a fazenda em um covil noturno.

O Pacto dos Lobos (2002)

Inspirado na França do século XVIII, o filme conta a história da Besta de Gévaudan, que aterrorizava uma vila rural. Um biólogo e aliados tentam deter a criatura mítica em meio à paisagem bucólica.

Maldição (2005)

Baseado em eventos reais, este filme narra a história da família Bell, que vive assombrada por um espírito em sua fazenda. Barulhos estranhos e visões fantasmagóricas levam a família à beira da loucura.



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O que o agro tem a ver com o Halloween? Entenda


Foto: Pixabay

O Halloween, muito popular nos Estados Unidos e em outros países, tem suas origens em uma antiga celebração agrícola celta chamada Samhain, realizada há mais de dois mil anos. Esse festival marcava o fim da colheita e o início das estações frias no hemisfério norte, sendo um momento de preparação para o inverno rigoroso.

Com o significado de “fim do verão”, o Samhain também era visto como o Ano Novo Celta e envolvia a colheita de grãos e vegetais, além do preparo de animais para o inverno. O festival era celebrado com banquetes, fogueiras e rituais para proteger as comunidades e garantir uma boa safra no ano seguinte.

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O Samhain, entretanto, não estava ligado apenas à agricultura, mas também a aspectos espirituais. Na tradição celta, acreditava-se que durante o Samhain o mundo dos vivos e dos mortos se tornava mais próximo, permitindo que as almas dos antepassados visitassem suas antigas casas. Para afastar maus espíritos, os celtas usavam máscaras e acendiam fogueiras.

Com a migração de irlandeses para os Estados Unidos no século 19, a celebração celta do Samhain se transformou, gradualmente, no Halloween moderno, que incorporou elementos típicos da cultura agrícola americana.

Nos Estados Unidos, abóboras, espantalhos e milho passaram a simbolizar a celebração. A famosa “Jack-o’-lantern” — abóbora esculpida com rosto assustador — substituiu o nabo, um vegetal utilizado originalmente na Irlanda para simbolizar a lenda de Jack, um personagem que enganou o diabo.

Foto: Pixabay

O espantalho, uma figura comum nas plantações de milho americanas, também se tornou parte das decorações de Halloween, refletindo a importância da agricultura na festa.

Assim, mesmo com o passar dos séculos, o Halloween moderno mantém uma forte conexão com suas origens agrícolas, celebrando a colheita e a conexão simbólica entre a vida e a morte.

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Chuvas não aliviam seca prolongada na Ucrânia e Rússia



Chuvas insuficientes agravam situação de seca




Foto: Divulgação

O Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (29) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), indica que, após um breve período de chuvas, o clima seco voltou a prevalecer no leste da Ucrânia e no oeste da Rússia. Embora tenham ocorrido chuvas leves e esparsas, entre 2 e 10 mm, esses volumes não foram suficientes para aliviar a seca prolongada na região. O mais recente Índice de Saúde da Vegetação (VHI), obtido por satélite, revelou que a condição das colheitas permanece ruim a crítica em muitas dessas áreas, mesmo após a precipitação isolada na semana anterior.

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Em contraste, a Moldávia, o oeste e o centro da Ucrânia, e a Bielorrússia registraram condições completamente secas, favorecendo o trabalho de campo sazonal e o desenvolvimento das culturas de inverno após um setembro e uma primeira quinzena de outubro muito chuvosos. Nessas áreas, o VHI apontou uma saúde das colheitas variando de razoável a boa.

Ao longo da costa do Mar Negro, as temperaturas permaneceram próximas ou ligeiramente abaixo do normal, mas, mais ao norte, registraram-se leituras de até 4°C acima da média. O relatório também destaca que as culturas de inverno na região tendem a entrar em dormência do início de novembro nos distritos central e do Volga, na Rússia, até o final do mês ao longo da costa do Mar Negro.





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Dólar sobe em linha com emergentes com China e Oriente Médio em foco


Logotipo Reuters

Por Fernando Cardoso

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar subia frente ao real nesta quarta-feira, em linha com a força da moeda dos EUA no exterior, à medida que investidores analisavam dados do IPCA de setembro, que vieram praticamente em linha com o esperado, e avaliavam os efeitos de fatores externos sobre as divisas de países emergentes.

Às 9h46, o dólar à vista subia 0,51%, a 5,5614 reais na venda. Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento tinha alta de 0,37%, a 5,571 reais na venda.

Nesta sessão, o real acompanhava o movimento de seus pares emergentes, que ampliavam as perdas frente à moeda norte-americana diante de um cenário de incertezas para ativos de maior risco, com investidores aguardando notícias de China e Oriente Médio.

O governo chinês anunciou nesta quarta que o Ministério das Finanças realizará uma entrevista coletiva de imprensa no sábado para detalhar as medidas fiscais de estímulo que adotará para impulsionar a economia do país, um dia depois de os mercados se decepcionarem com a apresentação de um planejador estatal.

O otimismo pelas medidas de estímulo na China se dissipou na sessão de terça-feira, derrubando moedas de países emergentes, cujas exportações de diversas mercadorias, principalmente commodities, estão atreladas ao grande mercado consumidor da segunda maior economia do mundo.

“O pacote da China pode mexer bastante no mercado se for razoável ou até estimulador. Se houver um incentivo bem relevante, a tendência é que as commodities venham a subir, favorecendo exportadores de commodities como o Brasil”, disse Thiago Avallone, especialista em câmbio da Manchester Investimentos.

A aversão ao risco em mercados emergentes se mantinha nesta sessão, com o dólar avançando sobre divisas como o peso chileno, o rand sul-africano e o peso mexicano.

A moeda dos EUA ainda era beneficiada pelo cenário incerto no Oriente Médio, com investidores avaliando se a recente escalada nas tensões geopolíticas pode provocar uma guerra ampla entre Israel e Irã.

Por outro lado, os rendimentos dos Treasuries estavam praticamente estáveis, após forte avanço recente na esteira de movimento de reavaliação de expectativas sobre o ciclo de afrouxamento monetário do Federal Reserve.

O índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas — subia 0,21%, a 102,700.

Todas as atenções na quinta-feira se voltarão à divulgação de novos dados de inflação ao consumidor nos Estados Unidos, com agentes financeiros em busca de sinais sobre a trajetória de juros do Fed.

Mais tarde nesta sessão, os mercados avaliarão a ata da mais recente reunião do banco central dos EUA, quando as autoridades decidiram reduzir a taxa de juros em 50 pontos-base a fim de enfrentar o enfraquecimento do mercado de trabalho.

No cenário doméstico, o foco estava nos dados do IPCA de setembro, divulgados na abertura da sessão. O índice acelerou para uma alta de 0,44% no mês, ante queda de 0,02% em agosto. Em 12 meses, a inflação brasileira chegou a 4,42%. Economistas esperavam alta de 0,46% no mês, segundo pesquisa da Reuters.

Após os dados, houve movimentação na curva de juros brasileira, com juros futuros subindo, à medida que a alta dos preços se aproximou do teto da meta de inflação de 4,50%, provocando consolidação de apostas de aumento da taxa Selic em novembro.





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mercado no aguardo do corte de gastos



Ouça o Diário Econômico, o podcast que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas do Pic Pay.

No morning call de hoje, o economista do PicPay Igor Cadilhac destaca as declarações de ministros sobre o compromisso fiscal, enquanto o mercado aguarda o anúncio do pacote de cortes.

No Brasil, destaque para a criação de 248 mil vagas formais em setembro e o avanço do IGP-M. Nos EUA, dados de emprego e PIB reforçam a resiliência econômica.



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Outubro se despede com pancadas de chuva até mesmo onde o tempo estava seco; confira a previsão



O final de outubro no Brasil tem se resumido em tempo instável com pancadas de chuva. Até mesmo no Nordeste as precipitações devem ser mais uniformes nesta quinta-feira (31).

Veja a previsão do tempo para as cinco regiões brasileiras:

Sul

Uma infiltração marítima favorece pancadas de chuva entre as regiões leste de Santa Catarina e do Paraná, além de no litoral norte do Rio Grande do Sul. No interior da Região e nas demais áreas do território gaúcho, predomínio de sol e temperaturas mais elevadas.

Sudeste

Tempo instável persiste em boa parte da Região Sudeste. Previsão de pancadas de chuva com trovoadas entre o Espírito Santo e o centro-norte de Minas Gerais, onde não se descarta precipitações intensas em alguns períodos do dia. Em áreas da metade sul mineira, no Rio de Janeiro e na faixa leste e litoral paulista, chuva isolada. Já no interior de São Paulo e parte do Triângulo mineiro, predomínio de tempo firme.

Centro-Oeste

Tempo firme com sol aparecendo entre poucas nuvens em Mato Grosso do Sul e no sul de Goiás. Em Mato Grosso e na metade norte de Goiás, sol entre nuvens e chuva a qualquer hora, que podem ser intensas, principalmente sobre o estado mato-grossense. As temperaturas permanecem altas e faz calor, principalmente em território sul-matogrossense.

Nordeste

Áreas de instabilidade provocam pancadas de chuva no sul, sudoeste e oeste da Bahia, bem como no sul do Piauí e do Maranhão. No litoral de Pernambuco e da Paraíba, pode chover de forma bastante isolada, enquanto as demais áreas da Região têm tempo firme.

Norte

Tempo mais fechado e com possibilidade de chuva forte em alguns períodos na metade leste do Amazonas e de Rondônia, bem como no centro-sul do Pará e no Tocantins. Só não chove em Belém (PA) e em Macapá (AP).



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Alta dos preços da arroba do boi continua, mas de maneira mais morna; veja as cotações



O mercado físico do boi gordo segue apresentando alta em seus preços. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, mesmo que de forma mais comedida.

“As indústrias ainda contam com grande dificuldade na composição de suas escalas de abate, que estão na pior posição da atual temporada. Ao mesmo tempo, a demanda de carne bovina segue bastante aquecida, em especial no que diz respeito às exportações, que ajudam a enxugar mercado interno”, avalia.

Preços médios da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 316,93

Mercado atacadista

O mercado atacadista se depara com preços firmes, e o ambiente de negócios ainda sugere por alguma elevação das cotações durante a primeira quinzena de novembro, período pautado por maior apelo ao consumo.

“Importante mencionar que diante do recente movimento de alta é provável que a carne de boi acabe perdendo competitividade em relação às proteínas concorrentes, em especial a carne de frango”, pontuou Iglesias.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,40 por quilo. O quarto dianteiro segue cotado a R$ 18,25 por quilo. A ponta de agulha segue no patamar de R$ 17,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em alta de 0,03%, sendo negociado a R$ 5,7640 para venda e a R$ 5,7620 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7545 e a máxima de R$ 5,7926.



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Quantas toneladas de grãos o Brasil produzirá em 2033/34? Estudo do Mapa traz respostas


Área plantada de 92,2 milhões de hectares na safra 2033/34 no Brasil, um aumento de 15,5% em comparação ao ciclo 2023/24. A estimativa acima faz parte do estudo “Projeções do Agronegócio – Brasil 2023/2024 a 2033/2034”, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com apoio da Embrapa.

Segundo o documento, os próximos dez anos serão de importante crescimento das principais culturas do país, como soja, milho da safra de inverno, arroz, feijão, sorgo e trigo. Cultivos perenes, como café, cacau e frutas também sinalizam um crescimento sustentável no período.

Para o diretor de Análise Econômica e Políticas Públicas do Mapa, Silvio Farnese, “é relevante considerar que parte importante do crescimento da área plantada será apoiada pelo Programa de Recuperação de Áreas Degradadas, com linhas de crédito favorecidas para regeneração produtivas de superfícies, atualmente com baixa produtividade”, enfatizou.

O estudo indica que as culturas que terão maior crescimento nas áreas plantadas são:

  • Soja (25,1%);
  • Milho da safra de inverno (24,9%);
  • Trigo (18,4%);
  • Arroz (+20,3%); e
  • Feijão (+38,1%)

O documento do Mapa lembra que a participação do consumo interno de milho, farelo e óleo de soja sustentam o crescimento da produção de proteína de origem animal, mantendo o consumo interno e garantindo as exportações de carnes, de 24,7 milhões de toneladas.

Culturas em destaque

culturas que mais vão crescerculturas que mais vão crescer

A produção de arroz deverá aumentar em 3,1 milhões de toneladas, atingindo 13,7 milhões de toneladas em 2033/34, de acordo com o Ministério da Agricultura.

Esse aporte permitirá o atendimento ao consumo, que está estimado 10,8 milhões de toneladas, “havendo espaço para os compromissos de exportação do setor produtivo, atualmente da ordem de 1,3 milhão de toneladas”, destaca o estudo.

Já a cultura do milho atingirá 153,1 milhões de toneladas, com crescimento de 32,3%, e aumento de 37,4 milhões de toneladas principalmente na safra de inverno, seguindo a prática adotada pelos produtores de plantio em sucessão à soja.

“O consumo estimado em 109,8 milhões de toneladas, crescendo 30,4%, está sintonizado com a crescente utilização do grão para a produção de etanol que, atualmente, processa 17 milhões de toneladas”.

Mapa aponta: soja ainda reinará

O estudo “Projeções do Agronegócio – Brasil 2023/2024 a 2033/2034” destaca que a soja continuará com maior produção entre os grãos, com estimativa de atingir 199,4 milhões de toneladas, aumento de 52 milhões de toneladas. Já o farelo de soja atingirá 48,5 milhões de toneladas, aumentando 8,36 milhões de toneladas nos próximos 10 anos.

Quanto ao café, as estimativas mostram aumento de produção de 31,9%, atingindo 72 milhões de sacos, ou seja, uma maior oferta de 17 milhões de sacos que cobrirão o aumento no consumo, crescendo para 27 milhões de sacos e, as exportações, que estão estimadas em 45 milhões de sacos.

Estimativas para o complexo carne

Na estimativa da produção de proteína animal, o maior crescimento será de aves (+28,4%), seguido por suínos (+27,5%) e bovina (+10,2%).

“O consumo terá um crescimento menor em relação à produção, com aves crescendo 26,9%, suíno com 25,4% e bovina com 0,6%.

Já quanto às exportações destas proteínas, o crescimento estimado é de 29,7% para aves, 22,5% para suínos e 27,1% para bovinos.



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AgroNewsPolítica & Agro

“Boi China” registra com nova alta em São Paulo



Cotação segue subindo em São Paulo




Foto: Kadijah Suleiman

De acordo com o informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria desta quarta-feira (30), o mercado de carne bovina iniciou o dia com valorização nos preços, impulsionado pela oferta restrita de animais e pela crescente demanda internacional. O preço da arroba do “boi China” e da vaca gorda teve um acréscimo de R$5,00. Já para o boi comum, a alta foi de R$3,00/@.

No Sul da Bahia, o mercado abriu com aumento generalizado de R$5,00/@ para todas as categorias destinadas ao abate, refletindo o cenário de oferta limitada.

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No Tocantins, tanto na região Sul quanto na região Norte, o valor da arroba do boi gordo subiu R$5,00, acompanhando a tendência de alta demanda e baixa oferta. Na região Sul, a cotação da vaca e da novilha também apresentou alta, com reajuste de R$3,00/@. Entretanto, o preço do “boi China” permaneceu estável no estado.

Até a quarta semana de outubro, o volume exportado de carne bovina in natura alcançou 236,2 mil toneladas, com uma média diária de 12,4 mil toneladas. Esse resultado representa um crescimento de 40,2% em relação ao mesmo período de 2023.

O preço médio por tonelada foi de US$4,6 mil, gerando um faturamento 0,9% superior ao mesmo período do ano anterior. A expectativa é que o volume exportado em outubro ultrapasse o recorde de setembro de 2024, consolidando um novo marco para as exportações mensais de carne bovina.





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