sábado, julho 25, 2026

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Aprosoja MT segue com a agenda de compromissos sustentáveis na China



Nesta quinta-feira (31), a delegação da Aprosoja Mato Grosso, que segue na missão China, participou de uma reunião na cidade de Hailun com representantes de empresas, indústrias, governo e comércios locais. O encontro foi conduzido pelo diretor do governo local, Sun Keyan, que apresentou a Hailun como um dos principais centros de produção de soja do país, com mais de 5 milhões de hectares dedicados a essa cultura.

Durante a apresentação, Sun destacou a qualidade do solo negro da região, rico em nutrientes, e a capacidade de pesquisa das indústrias locais para aprimorar a seleção de grãos, resultando em uma soja reconhecida por sua excelência, inclusive pelo Ministério da Agricultura da China.

“A cidade tem a qualidade de solo e ar, assim o campo de produção de soja foi reconhecido pela boa condição de ambiente, fazendo da cidade ser reconhecida por toda China. Por isso, um dos nossos objetivos é ser uma cidade exemplar na produção de soja no mundo”, disse Sun Keyan.

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O presidente da Aprosoja MT, Lucas Costa Beber, aproveitou a oportunidade para compartilhar o modelo brasileiro de produção sustentável, enfatizando o plantio direto e os projetos de sustentabilidade implementados na entidade mato-grossense. A reunião também foi um espaço para discutir temas como sucessão familiar, rentabilidade e sistemas de produção, fortalecendo a troca de conhecimentos entre as nações.

Fernando Cadore que é conselheiro consultivo da Aprosoja MT e presidente da Cooprosoja, ressaltou a importância da reunião para estabelecer novas parcerias e intercâmbios. “É importante para que a gente entenda o processo chinês de produção, a maneira que eles fazem o processamento e a importância que eles dão ao grão de soja. Essa é uma troca de experiências muito útil à associação e para os rumos que levamos a nossa entidade”, pontuou Cadore.

A delegação também visitou Zhong Qiang, uma empresa de processamento de soja, e outras duas fábricas, a Dongxue Biotechnology e Pengxiang Industry and Trade, onde puderam observar de perto a industrialização dos derivados da soja.

Para o diretor financeiro da Aprosoja MT, Nathan Belusso, foi interessante perceber como a população da cidade valoriza os produtores e a cultura da soja. “A soja está muito presente no cotidiano da população por aqui e eles valorizam isso. Eles dão a devida importância a cultura que está muito presente na refeição direta dos locais”, destacou o diretor.

A missão da Aprosoja MT na China representa um passo significativo em direção a colaborações internacionais e ao fortalecimento da produção de soja, alinhando as melhores práticas do Brasil e da China.



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projeto autoriza produtor a participar de ganhos dos créditos de carbono



A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que garante ao produtor de cana-de-açúcar destinada à produção de biocombustível, participação nas receitas obtidas com a negociação de créditos de descarbonização emitidos pelos produtores e importadores de biocombustível. A proposta será enviada ao Senado.

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De autoria do ex-deputado e atual senador Efraim Filho (União-PB), o Projeto de Lei 3149/20 foi aprovado com substitutivo do relator, deputado Benes Leocádio (União-RN).

Pelo texto, a participação será proporcional à biomassa entregue às usinas produtoras de etanol, conforme sua nota de eficiência energético-ambiental.

Em princípio, a participação será de 60% das receitas geradas com a venda de créditos obtidos pela produção de biocombustível com a cana-de-açúcar entregue. A mudança ocorre no âmbito da Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio), que prevê mecanismo de incentivo à produção desse tipo de combustível renovável.

Essa política determina às distribuidoras de combustíveis o cumprimento de metas anuais de compra de Crédito de Descarbonização (CBIO) para ajudar no alcance de metas assumidas pelo Brasil no Acordo de Paris sobre redução de gases do efeito estufa.

Crédito de Descarbonização

Cada CBIO representa uma tonelada de carbono equivalente que deixou de ser emitida para a atmosfera ao substituir o combustível fóssil por um renovável.

A lógica da política é que as usinas são incentivadas a produzir biocombustíveis para poder gerar CBIOs, títulos negociáveis no mercado secundário de valores, e assim contar com uma fonte adicional de receita.

Na outra ponta, as distribuidoras são obrigadas a comprar esses créditos de descarbonização, em quantidade definida para cada uma anualmente pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) com base no volume de combustíveis fósseis vendido no ano anterior.

A expectativa é que as distribuidoras repassem o preço dos créditos comprados aos combustíveis fósseis e que esses se tornem menos atrativos para os consumidores.

As regras permitem às usinas emitirem mais créditos quanto mais conseguem ser eficientes no seu processo de produção e se comprovarem a origem ambientalmente correta da matéria-prima (de área com vegetação nativa não desmatada e de imóvel constante do Cadastro Ambiental Rural – CAR). Isso é aferido por meio da Nota de Eficiência Energético-Ambiental.

Participação maior

Além dos 60% previstos para o perfil agrícola padrão, o produtor de cana-de-açúcar poderá contar com uma participação maior se fornecer dados ao produtor de biocombustível para este preencher o perfil específico relativo à matéria-prima, etapa para obter nota de eficiência maior.

Esse adicional será de 85% da diferença entre o valor dos créditos vendidos com base na nota de eficiência a partir do perfil específico e o valor que os créditos gerariam com base no perfil padrão.

O projeto permite o acesso do produtor de cana somente se ele atender aos critérios de elegibilidade da RenovaBio.

Regulamento da ANP, entretanto, determina o uso do perfil padrão apenas para o etanol produzido a partir de milho e de matéria importada, devendo ser utilizado o perfil específico nas demais situações (matéria-prima brasileira vinda da cana-de-açúcar, por exemplo).

Quanto aos tributos e demais custos envolvidos na venda dos CBIOs, eles serão descontados proporcionalmente do montante a ser partilhado com os produtores de cana-de-açúcar.

O texto impede o produtor de biocombustível de emitir novos CBIOs relacionados à biomassa entregue pelo respectivo produtor de cana-de-açúcar se descumprir o pagamento da participação. No entanto, o produtor de cana poderá ceder contratualmente ao produtor de biocombustível sua participação nas receitas.

Multas

Benes Leocádio define ainda multa para o produtor de biocombustível que não repassar ao produtor de cana os valores da participação. O valor varia de R$ 100 mil a R$ 50 milhões.

Outras biomassas

Para os fornecedores de outras biomassas utilizadas na produção de biocombustíveis, o projeto garante participação na venda dos créditos de descarbonização, segundo índices pactuados livremente entre esses agentes privados, podendo inclusive ser repassada sob a forma de prêmio ao produtor de biomassa.

Esse repasse a título de prêmio será isento de tributação.

Estoque de diesel

O Projeto de Lei 3149/20 também fixa regras para o distribuidor em contratos de fornecimento de biodiesel ou de transação por mercado a vista.

Nessas situações, o distribuidor deverá comprovar, por meio de balanço mensal, que possui estoque próprio e compras e retiradas de biodiesel compatíveis com o volume de diesel B comercializado, nos termos de um regulamento.

Enquanto não comprovar que possui acesso ao volume compatível com o comercializado, o distribuidor não poderá comercializar diesel dos tipos A, B ou C com os seguintes agentes econômicos:

  • produtor, importador ou distribuidor;
  • formulador, cooperativa de produtores, empresa de comercialização e demais fornecedores.

O diesel B é aquele resultado da mistura de biodiesel ao diesel de origem fóssil (diesel A). Já o diesel C é obtido por meio do coprocessamento, na mesma refinaria, de matéria-prima fóssil e de origem renovável, resultando em um diesel que, por assim dizer, já “nasce” misturado.

O texto do deputado Benes Leocádio propõe ainda considerar crime ambiental o descumprimento de metas individuais de redução de emissões de gases do efeito estufa na comercialização de combustíveis. A pena é de detenção de 1 a 3 anos e multa.

Será aumentada a multa por esse descumprimento, cujo valor máximo passa de R$ 50 milhões para R$ 500 milhões. O parâmetro a ser adotado para calcular a multa será uma proporção do maior preço médio mensal do crédito de descarbonização aferido no período previsto para o cumprimento da respectiva meta individual.

O distribuidor inadimplente com sua meta individual, enquanto estiver em lista de sanções a ser publicada pela ANP, não poderá importar diretamente quaisquer combustíveis e não poderá comercializá-los com:

  • produtor, central petroquímica, formulador de combustíveis fósseis;
  • cooperativa de produtores, empresa comercializadora de etanol, produtor e demais fornecedores de biocombustíveis; ou
  • importador, empresa de comércio exterior e distribuidor de combustíveis.

A multa será a mesma citada se descumprir as proibições e, se descumprir a meta individual por mais de um exercício, poderá ter revogada sua autorização de funcionamento.

Caso outra empresa assuma o negócio enquanto o distribuidor estiver com a autorização revogada, o grupo comprador será obrigado a cumprir a meta individual que está pendente previamente à emissão de nova autorização de atividade pela ANP.



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AgroNewsPolítica & Agro

Seca gera preocupações para colheita de inverno no sudeste da Europa



Chuvas causam atrasos na colheita de verão




Foto: Pixabay

Segundo o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (29) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a Europa Ocidental enfrentou uma semana de chuvas moderadas a intensas, com precipitações variando entre 2 e 100 mm, afetando principalmente Inglaterra, França, Espanha e Itália. Esse cenário garantiu umidade adequada a excessiva para as culturas de inverno, mas atrasou a colheita de safras de verão. No entanto, chuvas mais intensas, variando de 100 a 320 mm, causaram inundações em áreas localizadas do leste da Espanha, sul da França e partes da Itália, especialmente no norte e oeste do país.

De acordo com o boletim, na Alemanha, as precipitações foram mais leves, abaixo de 5 mm, após um mês com chuvas acima do normal (200 a 300% da média), o que facilitou o trabalho de campo. Em contraste, o sudeste da Europa experimentou condições climáticas secas, agravando preocupações com a seca na Hungria e no Vale Central do Rio Danúbio, áreas críticas para o estabelecimento das culturas de inverno.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

Enquanto isso, o tempo seco e ensolarado favoreceu as operações agrícolas na Polônia e nos Estados Bálticos. No entanto, a falta de chuva nos últimos 30 dias reduziu a umidade superficial em partes da Lituânia e Letônia, com precipitações chegando a menos de 50% do normal.

As temperaturas na maior parte da Europa permaneceram entre 2 a 5°C acima da média, exceto pelo oeste da Espanha e o baixo Vale do Danúbio, que registraram temperaturas até 2°C abaixo do normal. O relatório também destaca que as culturas de inverno europeias entram em dormência geralmente a partir de novembro, em uma faixa que vai do nordeste ao sudoeste do continente.





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Chicago sobe com a valorização do petróleo e demanda americana



Os contratos de soja em grão na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam em alta na sessão eletrônica, com o otimismo da quarta-feira (30). A recuperação busca compensar as perdas acumuladas na semana, impulsionada pela valorização do petróleo em Nova York e pela forte demanda pelo produto norte-americano.

Por outro lado, apesar do movimento positivo, os ganhos do grão enfrentam limitações devido à oferta global, favorecida pela colheita avançada nos Estados Unidos e pelo clima propício para a semeadura no Brasil.

Além disso, a incerteza em relação à oferta chinesa também pressiona os preços, especialmente após declarações do Ministério da Agricultura da China sobre uma possível cooperação mais estreita com a Rússia no setor.

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Contratos futuros da soja

Os contratos de soja com vencimento em novembro foram cotados a US$ 9,81 3/4 por bushel, com uma queda de 5,25 centavos de dólar, ou 0,53%, em comparação ao fechamento anterior.

No dia anterior, os preços da soja registraram alta, tanto para grão quanto para óleo, enquanto as cotações do farelo mostraram comportamento misto. A recuperação foi alimentada pela diminuição das exportações brasileiras e pela demanda aquecida pela soja dos Estados Unidos.

O aumento do petróleo e a queda do dólar em relação a outras moedas também contribuíram para o cenário altista. Contudo, em determinados momentos, os preços recuaram, refletindo as pressões da colheita nos EUA.

Já os contratos de soja com entrega em novembro de 2024 encerraram o dia com alta de 11,25 centavos de dólar por bushel, ou 1,16%, a US$ 9,76 1/2 por bushel. Para a posição de janeiro de 2025, a cotação foi de US$9,91 1/4 por bushel, um avanço de 12,25 centavos de dólar, ou 1,25%.

As informações são da Safras & Mercado.



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Inovação e tecnologia reduzem custos e aumentam produtividade no agro


Reduzir custos em todas as etapas da cadeia produtiva, em especial nas operações de campo, como plantio, colheita e tratos culturais é uma busca eterna do produtor rural. Por maior rentabilidade, o setor aposta em soluções que possam tornar a atividade mais competitiva, como forma de preservar as margens do negócio.

Cada vez mais, o foco está nos grupos de despesas que têm mais peso nas contas, como nos gastos com combustível, por exemplo, que no caso da soja representam em torno de 10% do custo operacional de produção. Garantir mais eficiência no consumo do diesel, com melhor rendimento do maquinário, pode representar um ganho robusto no custo médio de produção.

Nesse sentido, com ajuda da tecnologia e inovação, a manutenção das máquinas, com a devida regulagem dos equipamentos, ganha um aliado determinante, o primeiro combustível desenvolvido especificamente para o agronegócio brasileiro. Com especificações técnicas e características singulares no mercado, que permitem melhor desempenho com menor consumo, o novo diesel Agritop da Vibra traz para o mercado uma solução completa em aditivação avançada que garante alta eficiência e proteção para motores e sistemas de injeção.

“A melhora na eficiência da queima do diesel proporciona melhor performance e economia operacional de até 5% no combustível. Além disso, o alto teor de cetano em sua composição garante melhor combustão, trazendo comprovados 10% em maior potência e resposta do motor. Outro benefício é a eliminação de 100% de depósitos em injetores, com 70% menos bloqueio dos filtros”, explica Juliano Prado, vice-presidente executivo Comercial B2B e Aviação da Vibra. Conforme os testes e validações de campo, o Agritop evita em até 80% as paradas repentinas do maquinário pelo acúmulo desses resíduos.

O diesel Agritop atua de maneira preventiva em relação a biocomponentes, fator importante diante do recente aumento da porcentagem de biodiesel no diesel. O novo diesel apresenta melhor desempenho, inclusive nos casos em que o teor de biodiesel é mais alto, minimizando assim possíveis impactos na operação do maquinário. Na prática, com sua aditivação premium e composição com agentes antioxidantes, o novo Agritop garante um aumento seguro do teor de biodiesel, reduzindo em 100% a formação de borra e sujeira, o que garante uma melhor performance de tratores, colheitadeiras e pulverizadores para o produtor rural.

Com atuação em todo o território nacional, a Vibra é a única distribuidora presente em todos os estados brasileiros. E a primeira com um diesel, também único no mercado, formulado especificamente para as necessidades do campo e das máquinas agrícolas.

“Nosso objetivo é melhorar a qualidade de vida do agricultor, otimizar e reduzir custos na operação de campo. Seja pelo menor desembolso operacional, seja com a manutenção do maquinário”, acrescenta Vanessa Gordilho, vice-presidente de Produtos e Marketing da Vibra.

O novo diesel Agritop atua de maneira preventiva, diante da sazonalidade natural da atividade, evitando que máquinas paradas por meses na entressafra causem degradação no sistema de combustão, o que inevitavelmente gera altos custos de manutenção.

Quer saber mais? Acesse www.vibraenergia.com.br/vibra-agritop



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Produção de carnes do Brasil deve crescer 22% em dez anos



A produção brasileira de carnes deve crescer 22,21% nos próximos dez anos, passando de 30,776 milhões de toneladas previstas para este ano para 37,597 milhões de toneladas de carne de frango, bovina e suína em 2034.

A estimativa consta no estudo anual “Projeções do Agronegócio” da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). De acordo com o ministério, a produção deve crescer a uma taxa anual de 2,4% para carne de frango e suína e de 1,1% para a proteína bovina.

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O maior aumento previsto é para carne de frango, de 28,4%, com a produção podendo alcançar 19,497 milhões de toneladas em 2034 ante 15,189 milhões de toneladas estimados para este ano. A produção de carne suína deve crescer 27,5% em dez anos, de 5,366 milhões de toneladas para 6,840 milhões de toneladas. Já a produção de carne bovina tende a aumentar 10,2%, de 10,221 milhões de toneladas para 11,260 milhões de toneladas.

O consumo doméstico de carnes deve crescer 18,15% nos próximos dez anos, estima o ministério, passando de 20,954 milhões de toneladas neste ano para 24,758 milhões de toneladas. A maior alta projetada é no consumo de carne de frango, de 26,9%, para 12,799 milhões de toneladas. Na sequência, vem a carne suína com aumento de 25,4% projetado no consumo, para 5,206 milhões de toneladas. Por último, a demanda interna por carne bovina tende a subir 0,6% em dez anos, para 6,753 milhões de toneladas.

As exportações de carne bovina devem somar 12,671 milhões de toneladas em 2034, aumento de 27,9% ante a previsão de 9,907 milhões de toneladas para este ano. “Quanto às exportações, as projeções indicam elevadas taxas de crescimento para os três tipos de carnes analisados. As exportações representam a variável mais relevante no crescimento das carnes. As estimativas projetam um quadro favorável para as exportações brasileiras”, destacou o ministério no estudo.

As vendas externas de carne de frango tendem a aumentar 29,7% nos próximos anos, para 6,620 milhões de toneladas em 2034, enquanto as exportações de carne bovina devem subir 27,1%, para 4,540 milhões de toneladas em 2034, e os embarques de carne suína devem avançar 22,5%, para 1,511 milhão de toneladas em 2034.

De acordo com o ministério, conforme projeções do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o Brasil deve se tornar o maior exportador mundial de carne bovina em 2033, respondendo por 27,5% dos embarques globais, líder também em embarques de frango com 41% das exportações mundiais, e terceiro de carne suína.

“Este cenário está sendo fortalecido pelos diversos acordos feitos pelo governo brasileiro com países consumidores, representando fortalecimento de mercados já sedimentados e, novos países que importarão carnes brasileiras, garantindo a posição de destaque no mercado internacional”, avaliou a pasta.

Para o leite, o ministério calcula aumento de 19% na produção em dez anos, saindo de 36,2 bilhões de litros em 2024 para 43,1 bilhões ao fim de 2034. O consumo deve ficar em 46,079 bilhões de litros e as exportações em 168 milhões de litros, enquanto a importação pode alcançar 1,322 bilhões de litros em 2034.



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Período de defeso da piracema começa em 1º de novembro em São Paulo



A partir do dia 1º de novembro, terá início o período de defeso da piracema nas principais bacias hidrográficas de São Paulo, abrangendo os rios das bacias do Paraná e do Atlântico Sudeste.

A medida, que se estenderá até 28 de fevereiro de 2025, visa a preservação das espécies nativas durante a fase de reprodução, permitindo a pesca apenas de espécies alóctones e exóticas.

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Durante o defeso, os pescadores poderão capturar espécies como a tilápia, carpa, tucunaré, e o bagre americano, mas devem observar restrições de método e local de pesca.

Na Bacia do Paraná, a pesca é permitida apenas de forma desembarcada e com equipamentos específicos, como linha de mão, caniço, vara com molinete ou carretilha, enquanto na Bacia do Atlântico Sudeste, incluindo o rio Juquiá, a pesca pode ser tanto embarcada quanto desembarcada.

Para garantir a conformidade, o Instituto de Pesca orienta os pescadores a seguirem as normas do Ibama (IN 25/2009 para a Bacia do Paraná e IN 195/2008 para a Bacia do Atlântico Sudeste).

Aqueles que se dedicam à pesca artesanal podem solicitar o Seguro Defeso, um benefício temporário destinado aos pescadores durante o período de proibição, disponível online no site do governo federal.



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Viracopos recebe carros da F1 e despacha frutas no voo de volta



O setor exportador aproveitou as aeronaves que, no domingo (27), trouxeram para Viracopos, em Campinas, os carros da disputa do Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, para carregá-las com frutas destinadas ao exterior.

Em nota, o Ministério da Agricultura disse que foram enviadas mangas, mamões, limões e gengibre para Amsterdã, na Holanda, em um cargueiro, e também mamão para Lisboa, em Portugal, e manga para Paris, na França, em aeronaves de passageiros.

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As cargas foram inspecionadas pelo Vigiagro, vinculado à Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária.



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Qual é o improvável futuro do agro?



Atualmente, a produtividade agrícola cresce entre 1,5% a 2% ao ano



Atualmente, a produtividade agrícola cresce entre 1,5% a 2% ao ano
Atualmente, a produtividade agrícola cresce entre 1,5% a 2% ao ano – Foto: USDA

Marcos Rubin, fundador da Veeries, reflete sobre o futuro da agricultura inspirado por Vinod Khosla, um renomado investidor em tecnologia. Em um podcast, Khosla afirmou que “apenas o improvável é importante para avaliar o futuro”, ressaltando que os especialistas frequentemente olham para o passado ao projetar o futuro, o que limita a inovação. Rubin se questiona sobre o impacto que um aumento de 3%  na produtividade agrícola poderia ter, desafiando as expectativas atuais.

Atualmente, a produtividade agrícola cresce entre 1,5% a 2% ao ano, e a área plantada aumenta de 1% a 2% anualmente, com o Brasil liderando essa expansão. O consumo de proteína deve crescer com a renda, e a indústria de ração continua dependente de soja e milho. Tecnologias inovadoras estão otimizando a eficiência operacional na agropecuária, enquanto o comércio global de grãos segue em ascensão.

Contudo, Rubin sugere que devemos considerar cenários improváveis. Entre eles, uma revolução na produtividade agrícola com ganhos superiores a 3% ao ano poderia reduzir a necessidade de expansão de áreas cultivadas. Avanços genéticos poderiam permitir o cultivo em regiões antes inadequadas, e a indústria de ração poderia se reinventar com produtos sintéticos mais eficientes. Além disso, alternativas sintéticas para algodão, café e açúcar podem transformar o mercado, enquanto o combate à obesidade pode mudar hábitos alimentares globais. Essas considerações não são meras especulações; muitas inovações estão em andamento. Rubin convida todos a imaginar fatores improváveis que possam impactar a produção de commodities e o consumo de alimentos.





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10 filmes de terror no campo para assistir no Halloween



Nada como o cenário de uma fazenda ou uma vila rural para ambientar filmes de terror que exploram o medo de forma única. Com personagens inusitados e cenários isolados, essa lista traz clássicos e obras cult do terror no campo, onde o sobrenatural encontra o agrícola. Confira a lista para maratonar neste Halloween:

A Noite dos Mortos-Vivos (1968)

George Romero usa o campo para o clássico dos zumbis. Em uma fazenda na Pensilvânia, um casal enfrenta hordas de mortos-vivos. Romero fez história com uma trama de baixa produção e altas doses de horror, onde a sobrevivência é testada ao limite.

A Noite dos Coelhos (1972)

Quando uma experiência dá errado, coelhinhos fofos se transformam em monstros gigantes. Eles destroem uma cidadezinha nos EUA e mostram que, no campo, até os coelhos podem aterrorizar!

Colheita Maldita (1986)

Adaptado de Stephen King, crianças de uma vila usam sangue humano para fertilizar os campos. Este é um clássico onde o campo vira um cenário macabro para o terror psicológico.

Vampiros se refugiam em uma fazenda de escravos nos EUA. Com Tom Cruise e Brad Pitt, o filme traz uma elegância gótica ao campo, transformando a fazenda em um covil noturno.

O Pacto dos Lobos (2002)

Inspirado na França do século XVIII, o filme conta a história da Besta de Gévaudan, que aterrorizava uma vila rural. Um biólogo e aliados tentam deter a criatura mítica em meio à paisagem bucólica.

Maldição (2005)

Baseado em eventos reais, este filme narra a história da família Bell, que vive assombrada por um espírito em sua fazenda. Barulhos estranhos e visões fantasmagóricas levam a família à beira da loucura.



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