sábado, julho 25, 2026

Agro

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confira os preços do grão



Os preços da soja nas principais praças de comercialização do Brasil apresentaram variações nesta quinta-feira (31). Foram registrados apenas lotes pequenos de soja comercializados, com disparidade entre as ofertas de compradores e vendedores.

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Preços por região

  • Passo Fundo (RS): de R$ 135,00 para R$ 136,00
  • Missões (RS): de R$ 134,00 para R$ 135,00
  • Porto de Rio Grande (RS): de R$ 143,00 para R$ 145,00
  • Cascavel (PR): de R$ 141,00 para R$ 140,00
  • Porto de Paranaguá (PR): segue em R$ 145,00
  • Rondonópolis (MT): permanece em R$ 150,00
  • Dourados (MS): segue em R$ 140,00
  • Rio Verde (GO): de R$ 135,00 para R$ 136,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com altas para o grão, quedas para o farelo e acentuadas altas para o óleo. Em outubro, a posição novembro/24 acumulou uma queda de 7,05%.

O mercado continuou a apresentar ganhos, impulsionado pela forte demanda pela soja norte-americana. No entanto, a ampla oferta nos Estados Unidos e na América do Sul limitou a reação, impactando negativamente o farelo.

USDA

Os exportadores privados dos EUA reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 150.000 toneladas de farelo e torta de soja para destinos não revelados, com entrega prevista para a temporada 2024/25.

As exportações líquidas norte-americanas de soja para a temporada 2024/25, que começou em 1º de setembro, totalizaram 2.273.300 toneladas na semana encerrada em 24 de outubro, com a China liderando as importações, adquirindo 715.000 toneladas. As previsões dos analistas variavam entre 1,6 milhão e 2,95 milhões de toneladas, conforme dados divulgados pelo USDA.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 6,00 centavos, ou 0,61%, a US$ 9,82 1/2 por bushel. A posição janeiro/25 teve cotação de US$ 9,94 1/2 por bushel, com um ganho de 3,25 centavos, ou 0,32%.

Nos subprodutos, a posição de dezembro do farelo fechou com queda de US$ 2,10, ou 0,69%, a US$ 299,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 45,14 centavos de dólar, com um ganho de 1,33 centavo, ou 3,03%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em alta de 0,30%, sendo negociado a R$ 5,7813 para venda e R$ 5,7793 para compra. Durante o dia, a moeda oscilou entre a mínima de R$ 5,7537 e a máxima de R$ 5,7938. No acumulado do mês, a divisa subiu 6,12%.



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Projeto de lei propõe fim de financiamento público a atividades que geram desmatamento


Apresentado pelo deputado federal Nilto Tatto (PT-SP) nesta quinta-feira (31), o projeto de lei complementar PLP 176/2024 propõe que, até 2045, 100% dos recursos das carteiras de financiamento dos bancos públicos, incluindo o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), sejam destinados a atividades sustentáveis.

A proposta também prevê uma revisão nos recursos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), administrados pelo Banco da Amazônia (Basa), Banco do Nordeste (BNB) e Banco do Brasil.

O texto do parlamentar, elaborado com apoio do Instituto Escolhas, prioriza o investimento em atividades e cadeias produtivas sustentáveis, restringindo o financiamento para setores que promovem desmatamento ou uso intensivo de combustíveis fósseis.

O projeto também condiciona a concessão de crédito com recursos dos Fundos Constitucionais à análise prévia do perfil socioambiental do solicitante, gerenciado em um banco de dados do Banco Central, proibindo financiamentos para perfis de médio ou alto risco.

De acordo com o deputado, o PLP propõe, ainda, uma conexão entre o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e instituições financeiras, que passariam a receber relatórios de desmatamento para avaliar financiamentos em áreas críticas.

Segundo Tatto, nos municípios com maior índice de desmatamento, a concessão de crédito dependerá de autorização expressa do presidente do banco.

“Esse projeto de lei complementar é um passo essencial para redirecionar recursos e gerenciar riscos socioambientais e climáticos, proporcionando ao Brasil uma economia de baixo carbono. Para isso, precisamos de uma mudança ousada nas políticas de financiamento. Queremos debater com o parlamento e a sociedade a construção de um marco legal nesse sentido”, afirma o parlamentar.

Lei quer incluir trabalhadores rurais no BNDES

BNDES anuncia concurso com salário inicial de R$ 20,9 mil e 150 vagas, cooperativasBNDES anuncia concurso com salário inicial de R$ 20,9 mil e 150 vagas, cooperativas
Foto: Agência Brasil

Em 2024, o orçamento dos Fundos Constitucionais de Financiamento atingiu R$ 60 bilhões, de acordo com o diretor executivo do Instituto Escolhas, Sergio Leitão.

“Esse montante deve ser canalizado para as prioridades socioambientais urgentes, apoiando o desenvolvimento de uma economia baseada na restauração da natureza, com geração de emprego, renda e mitigação climática”, argumenta.

Segundo ele, outro aspecto relevante do projeto é a inclusão de indígenas, quilombolas e trabalhadores rurais no Conselho de Administração do BNDES, bem como nos conselhos deliberativos da Sudam, Sudene e Sudeco. Assim, espera-se ampliar a representatividade dessas comunidades na tomada de decisões sobre o destino dos recursos públicos.

“Esse projeto visa interromper o financiamento ao desmatamento e às atividades que impulsionam as mudanças climáticas, além de dar voz aos setores mais vulneráveis da sociedade na definição do uso dos recursos públicos”, diz Leitão.



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AgroNewsPolítica & Agro

Atraso no plantio de soja em MT preocupa



Esse início seco da safra cria um ambiente propício à proliferação de pragas



Esse início seco da safra cria um ambiente propício à proliferação de pragas e doenças
Esse início seco da safra cria um ambiente propício à proliferação de pragas e doenças – Foto: Pixabay

O atraso no plantio de soja em Mato Grosso representa um desafio significativo, exigindo dos produtores planejamento cuidadoso e práticas de manejo adequadas. Segundo o boletim do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), o plantio apresenta um atraso de 14,32 pontos percentuais em relação ao mesmo período da safra anterior e de 6,59 pontos na comparação com a média dos últimos cinco anos. A irregularidade das chuvas impediu o cumprimento do calendário da safra 2024/25, resultando em apenas 55,73% dos 12,66 milhões de hectares previstos semeados até meados de outubro, em comparação aos 65% do ano anterior.

Esse início seco da safra cria um ambiente propício à proliferação de pragas e doenças, devido às plantas debilitadas. A orientação de consultorias técnicas é fundamental nesse contexto. A Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária de Mato Grosso (Fundação MT) disponibiliza ferramentas para auxiliar na tomada de decisões. A Dra. Lucia Vivan, especialista em entomologia da Fundação, alerta que a seca pode acelerar a colonização da mosca branca, ocasionando danos em estágios iniciais da soja, como fumagina e queda de folhas.

Além disso, a falta de água provoca estresse nas plantas, tornando-as mais vulneráveis ao ataque de nematoides. Segundo a Dra. Tania Santos, especialista em nematologia da Fundação, a falta de conhecimento sobre a infestação pode agravar problemas, especialmente em anos de seca. Diagnosticar precocemente a presença desses parasitas é crucial para adotar estratégias eficazes, como o uso de cultivares resistentes e rotação de culturas. Essas medidas são essenciais para garantir a sustentabilidade da produção agrícola em Mato Grosso diante de condições climáticas adversas.





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Plantio de soja no RS avança; confira os dados da semeadura



O plantio de soja no Rio Grande do Sul avançou para 10% da área total estimada, segundo informações da Emater/RS. Na semana passada, o percentual estava em 3%, o mesmo observado no mesmo período do ano passado. A média dos últimos cinco anos para essa época do ano é de 16%.

A expansão das atividades de plantio foi especialmente notada em grandes propriedades e em regiões onde não há colheita de trigo ou semeadura de arroz no momento. As lavouras semeadas até agora mostram uma emergência rápida e uniforme, com um estande de plantas considerado satisfatório. Essas condições são resultados das boas taxas de umidade e temperatura do solo.

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A maior parte dos agricultores continua concentrada na colheita e na dessecação das restevas de trigo, aveia, canola e pastagens, com o preparo do terreno para o plantio de soja previsto para continuar ao longo de novembro.

A Emater/RS-Ascar reforça a importância da atenção ao ciclo de maturação das cultivares e à classificação dos solos em relação à água disponível. Essas orientações visam garantir que o plantio ocorra dentro da janela preferencial, com baixos riscos e atendendo às exigências do Proagro, que oferece cobertura contra eventuais prejuízos.

A área total projetada para cultivo de soja é de aproximadamente 6.811.344 hectares, com uma produtividade média estimada em 3.179 kg/ha. A expectativa é que, com as condições climáticas favoráveis, a safra deste ano possa ser promissora para os produtores do estado.

As informações são da Safras & Mercado.



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Queda na exportação de manga faz preço da fruta cair na Bahia, diz Seagri


A redução na exportação da manga é um dos motivos apontados pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura da Bahia (Seagri) para a queda do preço da fruta que agrava crise na produção no Vale do São Francisco.

De acordo com a Seagri, os produtores enfrentam um cenário de preços historicamente baixos, comprometendo a viabilidade de suas atividades.

Na semana passada, a variedade Palmer foi comercializada a apenas R$ 0,90/kg, enquanto a manga Tommy atingiu R$ 0,62/kg, representando quedas de até 30% em relação à semana anterior, de acordo com a cotação de preços diária feita pela Secretaria.

A principal causa desse desequilíbrio no mercado é a oferta excessiva da fruta, resultado da baixa demanda externa.

Segundo a pasta, a exportação para os Estados Unidos, principal destino da manga brasileira, foi significativamente reduzida nos últimos meses devido a problemas logísticos, como a greve nos portos norte-americanos.

Contudo, a análise aponta que o excesso do produto no mercado interno, fez os preços entrarem em queda livre, pressionando as margens dos produtores.

Em baixa

A perspectiva para as próximas semanas não é animadora, avaliam os técnicos da Seagri. A expectativa é de que os preços da fruta continuem baixos até o fim do ano, uma vez que a demanda interna não é suficiente para absorver toda a produção.

A recuperação dos preços dependerá da normalização das exportações para os Estados Unidos, o que pode ocorrer gradualmente com o fim da greve nos portos.

MangaManga
Foto: Marcelino Ribeiro

Diante desse cenário desafiador, os produtores de manga do Vale do São Francisco buscam alternativas para minimizar os prejuízos e garantir a sustentabilidade da atividade.

Além disso, entre as medidas adotadas estão a redução dos custos de produção, a diversificação da produção e a busca por novos mercados consumidores.


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Informações sobre a qualidade da carne brasileira serão distribuídas na China



Para fortalecer laços com o mercado chinês, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), participará da China International Import Expo (CIIE), a ser realizada entre os dias 5 e 10 de novembro, em Xangai, na China.

Com o foco no reforço da imagem do Brasil no mercado chinês, serão distribuídos materiais promocionais com informações sobre a qualidade, o status sanitário e a sustentabilidade da avicultura e da suinocultura do Brasil, além de contatos das empresas exportadoras que fornecem ao país asiático.

“Temos boas expectativas quanto à qualificação do público presente, exatamente pelo perfil oficial do evento. Nesta ação, vamos focar no fortalecimento institucional setorial que gerarão boas oportunidades de negócios futuros para os exportadores de proteína animal do Brasil”, avalia a coordenadora de promoção da ABPA, Nayara Dalmolin, que representará a Associação brasileira no encontro.

Paralelamente, o presidente da entidade, Ricardo Santin, participará por vídeo do 15º China International Meat Conference 2024, evento paralelo ao CIEE com a participação de autoridades governamentais e stakeholders do mercado chinês.

Organizado pelo Governo da China, o CIIE é o maior evento do país asiático voltado para setores fornecedores de diversos segmentos para este mercado, incluindo alimentos, indústria automobilística, tecnologia, inovação, saúde e outros.

Principal destino da carne

A China é o principal destino das exportações de carne suína e de frango do Brasil. Apenas nos nove primeiros meses de 2024, o país adquiriu 408 mil toneladas de carne de frango e 180 mil toneladas de carne suína.

De acordo com a ABPA, essas importações geraram no período uma receita de US$ 1,3 bilhão ao Brasil.



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Brasil é 2º país com mais fluxo de investimento estrangeiro direto, diz OCDE



A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) informou que o Brasil é o segundo país que mais recebeu fluxos de investimento estrangeiro direto (IED), atrás apenas dos Estados Unidos nos primeiros seis meses do ano, segundo relatório publicado nesta quinta-feira (31).

Na perspectiva global, o fluxo de IED se recuperou para US$ 802 bilhões no primeiro semestre de 2024.

“Os fluxos de IED no Brasil permaneceram estáveis, pois os movimentos em empréstimos intraempresariais e maiores lucros reinvestidos compensaram uma diminuição nos fluxos de capital”, explica a OCDE.

No documento, a OCDE menciona que os fluxos de IED para a China continuaram diminuindo, isso por conta do contexto de risco geopolítico e pela incerteza econômica do país.

Na visão da organização, esses fatores impactam a confiança dos investidores estrangeiros.



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Avanços em biotecnologia da soja e a transformação do grão no Brasil



Desde o lançamento da primeira biotecnologia para a soja na safra 2002/2003, a produção no Brasil cresceu de 41 milhões para 150 milhões de toneladas anuais, responsável por tornar o país como o maior produtor e exportador do grão. Nos últimos 10 anos, as biotecnologias contribuíram com 21,2 milhões de toneladas adicionais, segundo a Agroconsult.

De acordo com a consultoria, o aumento resultou em um impacto econômico de R$ 114 bilhões, com o benefício em diversos setores. A adoção de biotecnologias que controlam pragas e são tolerantes a herbicidas revolucionou a agricultura tropical, com aumento da produtividade e redução de custos.

Em 2024, o PIB da cadeia produtiva da soja e biodiesel está estimado em R$ 422 bilhões, o que representa 18% do PIB do agronegócio e 3,9% do PIB nacional. O aumento na produção também beneficiou a balança comercial, com 12,8 milhões de toneladas exportadas a mais nos últimos 10 anos, com um acréscimo de US$ 8,3 bilhões em reservas.

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Cada vez mais produtores

A confiança dos produtores nas biotecnologias é evidente: a adoção das biotecnologias Bt saltou de 4% na safra de 2013/2014 para mais de 90% em 2023/2024. A terceira geração de biotecnologia de soja tem permitido produtividades superiores a 100 sacas por hectare, graças à colaboração entre agricultores e pesquisadores.

O desenvolvimento de biotecnologias leva de 12 a 14 anos, mas um ambiente favorável à inovação tem gerado impactos positivos na agricultura. As biotecnologias otimizam o uso de defensivos e diminuem a necessidade de novas áreas cultiváveis, reduzindo custos. Nos últimos 10 anos, os investimentos em sementes totalizaram R$ 68,6 bilhões, com uma economia de R$ 72,3 bilhões em defensivos e um ganho de R$ 54,8 bilhões em rentabilidade.

Além disso, houve uma redução de 834 mil toneladas no uso de defensivos e diminuições no consumo de combustível (183 milhões de litros) e água (6,2 bilhões de litros), contribuindo para a redução de 24,8 milhões de toneladas de CO2.

O futuro e o avanço em biotecnologias

O futuro da agricultura é promissor, com avanços em biotecnologia previstos para a próxima década, com o foco em uma produção mais eficiente e sustentável. A Intacta 2 Xtend® é uma inovação que permite produtividades superiores a 100 sacas por hectare.

A colaboração estreita com agricultores, distribuidores e pesquisadores tem sido essencial para o desenvolvimento de biotecnologias que atendam aos desafios do setor. Ao cocriar soluções, é possível identificar e monitorar problemas como pragas e adversidades climáticas, garantindo uma resposta mais eficaz às necessidades dos produtores.



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Como fica o tempo no fim de semana de Finados



O tempo vai ficar instável no Brasil neste sábado (2), Dia de Finados. De acordo com a Climatempo, muitos estados poderão ter fortes pancadas de chuva, que poderão causar transtornos nos centros urbanos e também dificultar o deslocamento das pessoas.

Confira agora como fica a previsão do tempo para o fim de semana de 2 e 3 de novembro de 2024, para todas as regiões do Brasil.

Sul

Quase todas as áreas terão um fim de semana com predomínio de sol, com calor à tarde. Na região da Grande Curitiba, no litoral do Paraná e também no Vale do Itajaí e no litoral norte de Santa Catarina, uma névoa deve deixar o céu nublado no começo da manhã, mas depois o sol aparece.

A aproximação de uma frente fria no Rio Grande do Sul vai provocar pancadas de chuva com raios, já pela manhã, na fronteira com Uruguai e com a Argentina, e em áreas oeste e norte do Paraná.

O centro e o sul do Paraná e o oeste de Santa Catarina poderão ter algumas pancadas de chuva a partir da tarde.

No domingo (3), a frente fria se afasta em alto mar, mas o litoral sul gaúcho ainda poderá ter algumas pancadas de chuva.

O que vai chamar atenção no domingo é o grande aumento da instabilidade no Paraná. Pancadas de chuva com raios poderão acontecer por quase todo o estado, várias vezes ao longo do dia. A chance de chuva em Curitiba é baixa.

Em Florianópolis e Porto Alegre, o fim de semana será com predomínio de sol e algumas nuvens, mas não há expectativa de chuva.

Sudeste

O Dia de Finados terá períodos com sol pela manhã e, apesar da presença de nuvens, a maior parte da região não deve ter chuva no período da manhã. Áreas no norte e oeste de São Paulo, assim como no Triângulo Mineiro, poderão ter pancadas de chuva na manhã do sábado.

Com aquecimento ao longo do dia, a nebulosidade aumenta e pancadas de chuva com raios devem ser esperadas na tarde e noite do sábado em praticamente todas as áreas do Sudeste. Atenção também para fortes pancadas de chuva no centro-oeste norte de São Paulo e no centro-oeste de Minas Gerais.

Entre as capitais, as pancadas de chuva podem ter intensidade de moderada a forte em São Paulo e Belo Horizonte. Para o Rio de Janeiro, a previsão é de um sábado com alguns períodos de sol, sempre com algumas nuvens, mas a chance de alguma chuva é baixa. Na região de Vitória, assim como todo Espírito Santo, o feriado de Finados terá muita nebulosidade e condições para a chuva de fraca a moderada intensidade.

Já no domingo, a previsão é de que o tempo fique mais instável em toda a região , com maiores condições para chuva.

Em muitas áreas no centro, oeste e norte de São Paulo, na região do Triângulo Mineiro, Serra da Canastra, Grande Belo Horizonte e centro-oeste de Minas Gerais, o domingo já deve ter chuva na madrugada e pela manhã.

Ao longo do dia, essas áreas de instabilidade vão ganhando força e se espalhando pelo Sudeste. Por isso, para a tarde e noite no domingo, a previsão é de muitas pancadas de chuva em todas as áreas paulistas e mineiras.

Segundo a Climatempo, também há risco de pancadas de chuva no interior do Rio de Janeiro e no Espírito Santo. Há risco de chuva forte em São Paulo e Minas Gerais.

Nas capitais, atenção para pancadas de chuva que podem ser moderadas a fortes em São Paulo e Belo Horizonte. Na região de Vitória, a previsão é de chuvas moderadas. No Rio de Janeiro, a nebulosidade aumenta ao longo do dia, mas a possibilidade de chuva é pequena.

Centro-Oeste

A região é a que terá o tempo mais instável neste fim de semana. Na maioria das áreas, o sábado terá períodos com sol pela manhã, mas já com risco de pancadas de chuva de forte intensidade na fronteira com o Paraguai e no sul e leste de Mato Grosso do Sul.

No decorrer da tarde, as áreas de instabilidade se intensificam e se expandem em todo o território do Centro-Oeste.

A expectativa é de que a tarde do Dia de Finados tenha tempo muito instável, com pancadas de chuva e raios em todas as áreas do Centro-Oeste. Há risco de chuva forte.

Campo Grande, Goiânia, Cuiabá e Brasília poderão registrar pancadas intensas.

A previsão do tempo indica que essa instabilidade continue no domingo. Toda a região terá muita nebulosidade e condições para pancadas de chuva na madrugada e pela manhã. Novamente as áreas de instabilidade se intensificam durante a tarde, aumentando o risco para temporais, inclusive nas capitais.

Nordeste

De todas as regiões do país, o Nordeste é a que estará menos sujeita a chuva no Dia de Finados.

Tanto no sábado quanto no domingo, praticamente todo a região terá sol, calor e algumas nuvens. Chuvas fracas e passageiras poderão ocorrer no litoral leste, incluindo todas as capitais Natal, João Pessoa, Recife, Maceió, Aracaju e Salvador.

Atenção, no entanto, para pancadas de chuva frequentes no sábado e também no domingo no litoral sul baiano, com risco de chuva forte. Pancadas de chuva também devem ocorrer nas áreas da Bahia próximas a Minas Gerais.

Teresina deve ser a capital mais quente do Brasil neste fim de semana, com calor que pode chegar a 40 °C.

Norte

Haverá predomínio de sol e bastante calor em Roraima, Amapá e norte do Pará. Nessas áreas, a chance de alguma precipitação é pequena.

Áreas ao centro-oeste e sul do Amazonas, Acre, Rondônia, sul do Pará e Tocantins, por sua vez, terão muitas nuvens e pancadas de chuva frequentes no sábadoo. Alguns períodos com sol ocorrem durante o dia e as pancadas ficam mais fortes à tarde e à noite.

Entre as capitais, a Climatempo aponta risco alto de chuva no sábado em Rio Branco, Porto Velho e Palmas. Para Manaus, há possibilidade de chuva a partir da tarde. Em Belém, Macapá e Boa Vista, a chance de chuva é baixa no feriado de Finados.

Para o domingo, a previsão é de que as pancadas de chuva já comecem pela manhã no oeste e sul do Amazonas, no Acre, em Rondônia, no extremo sul do Pará e no Tocantins. Nas demais áreas da região, o sol deve aparecer forte pela manhã.

No decorrer do dia, as áreas de instabilidade se intensificam e há risco de chuva forte na maioria das áreas do Norte.

Em Roraima, no Amapá e no extremo norte do Pará, o sol predomina ao longo do domingo e não há expectativa de chuva. A região de Manaus deve ter pancadas de chuva a partir da tarde.



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Oferta global de suco de laranja deve cair 30%, com preços subindo no mesmo patamar, diz banco



Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), compilados pela Citrus BR, apontam que as exportações de suco de laranja caíram 26% no acumulado de julho a setembro deste ano, período que representa o primeiro trimestre da safra 2024/25.

No entanto, em receita, o resultado dos embarques da bebida foi positivo, com alta de 43% no período, somando mais de US$ 850 milhões.

Segundo o analista setorial do Rabobank Brasil Andrés Padilla, a oferta global do produto caiu significativamente na safra 2024/25 por conta de uma quebra estimada em 30% na produção brasileira, assim como problemas na Flórida e no México, dois outros importantes mercados.

“Isso significa que a oferta global de suco de laranja vai cair mais ou menos 30% também, então a demanda está se ajustando, o que explica o fato de, neste momento, os preços estarem em um patamar historicamente alto”.

Contratos do suco de laranja

De acordo com ele, a previsão é que o preço médio dos contratos futuros em Nova York sejam negociados na média de US$ 4,60. Na safra 23/24, o preço ficou mais ou menos entre US$ 3,50 e US$ 3,60, então uma alta bem relevante no preço internacional [está por vir], refletindo essa falta de oferta”.

Padilla ressalta que na produção brasileira da safra 24/25, ocorreu a chamada “tempestade perfeita”, visto que ondas de calor acentuadas atingiram a cultura durante a florada em 2023 e o estado de São Paulo, o maior produtor de suco de laranja do país, sofreu com a pior seca das últimas décadas em 2024, além do aumento de incidência de greening.

“Se essa ‘tempestade perfeita’ não se repetir em 2025 e o clima for mais ameno, São Paulo e o Triângulo Mineiro Minas têm condições de produzir mais, aproximando-se das 260 milhões de caixas. Já a Flórida [nos Estados Unidos] vem de um declínio irreversível e eles devem produzir apenas entre 10 e 12 milhões de caixas nesta safra”.

De acordo com ele, a tendência é que para safra 2024/25 a demanda global tenha queda de 18%.



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