sábado, julho 25, 2026

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Soja: preços encerram outubro próximos da estabilidade



Levantamento do Cepea mostra que os preços da soja estiveram praticamente estáveis ao longo da última semana. 

De um lado, pesquisadores do Cepea explicam que a firme demanda por óleo de soja e a valorização cambial deram suporte às cotações do grão.

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De outro, as recentes chuvas na América do Sul e a maior oferta nos Estados Unidos interromperam as altas. 

De setembro para outubro, os Indicadores ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá e CEPEA/ESALQ – Paraná subiram 1,4% e 2,2%, respectivamente, ainda conforme pesquisas do Cepea.



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indicador sobe 13,4% no mês



O Indicador do milho Esalq/BM&FBovespa (Campinas – SP) encerrou outubro a R$ 72,94/saca de kg, acumulando valorização de 13,4% no mês e atingindo o maior patamar desde 18 de abril de 2023. 

Segundo pesquisadores do Cepea, o movimento de alta foi sustentado pela demanda interna aquecida e pela retração de vendedores no decorrer de outubro. 

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Compradores indicam ter dificuldades em adquirir novos lotes, alegando baixa disponibilidade no spot nacional e altos valores pedidos por produtores. 

Do lado da oferta, colaboradores do Cepea apontam que a expectativa de que os preços sigam avançando mantém produtores afastados dos negócios e atentos ao andamento da atual safra verão. 

O retorno das chuvas nas principais regiões favoreceu a semeadura da safra verão, o que, conforme pesquisadores do Cepea, ameniza em partes as recentes preocupações relacionadas a possíveis atrasos na segunda safra de 2025.



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Safra de citros finaliza com rendimento abaixo do esperado


A Emater/RS-Ascar informou, em seu boletim semanal divulgado nesta quinta-feira (31), que a colheita de citros na região de Frederico Westphalen está praticamente concluída, com cerca de 98% da área já colhida. No entanto, as produtividades de laranjas de suco e de mesa ficaram abaixo das expectativas iniciais. As variedades Valência, Folha Murcha, Iapar 73, Salustiana e Rubi alcançaram cerca de 15 toneladas por hectare, abaixo da expectativa de 18 t/ha. Já as variedades de laranja-de-umbigo Bahia e Bahia Monte Parnaso registraram 12 t/ha, em contraste com a previsão de 15 t/ha. Para as variedades de bergamota Ponkan, Murcott e Montenegrina, a produtividade final foi de 12 t/ha, acima do esperado, enquanto o limão Tahiti ficou em 20 t/ha, abaixo da projeção de 26 t/ha.

Com o fim da colheita, inicia-se um novo ciclo de desenvolvimento dos frutos, que conta com o clima favorável para o pegamento e crescimento saudável. O manejo dos pomares segue com adubação e aplicação de tratamentos fitossanitários para controle de pragas e doenças, com foco nas ocorrências de clorose variegada dos citros (CVC) e leprose.

Os preços da laranja suco variam entre R$ 2.250 e R$ 2.350 por tonelada para a indústria e R$ 2.800 a R$ 3.000 para o mercado de frutas frescas. Para a laranja de umbigo e a bergamota Murcott, os valores de mercado estão entre R$ 2,50 e R$ 2,80 por quilo, enquanto a Montenegrina é comercializada entre R$ 2,50 e R$ 3,00/kg.

Na região de Lajeado, incluindo Montenegro, Brochier, Maratá e São José do Sul, a colheita foi encerrada, mas a comercialização de bergamotas armazenadas em câmaras frias continua. Apesar das adversidades climáticas, a safra foi avaliada de forma positiva pelos produtores, que obtiveram bons preços. O foco atual está nas práticas de poda, monitoramento e controle fitossanitário para a nova safra, que promete um bom rendimento devido às condições climáticas favoráveis e uma floração robusta. O limão, comercializado em caixas de 20 kg, alcança valores entre R$ 95 e R$ 100.





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Eleição e juros nos EUA, agenda fiscal no Brasil; saiba o que esperar



https://www.youtube.com/watch?v=r6ji6NGihv0

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

No morning call de hoje, o economista do PicPay Igor Cadilhac destaca a alta do dólar a R$ 5,87 e o impacto da agenda fiscal no Brasil.

Nos EUA, o foco é a eleição presidencial na terça-feira (5) e a possível redução dos juros pelo Fed na quinta-feira (7).

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!



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Semana inicia com chuvas no Sul



Áreas de maior altitude podem registrar temperaturas próximas de 10°C




Foto: Pixabay

A semana inicia com chuvas na Região Sul e deve ser marcada pelas instabilidades e mudanças de temperatura. O impacto deve ser nas colheitas em andamento.  Gabriel Rodrigues, meteorologista do Portal Agrolink, informou que uma frente fria se formará na costa do Rio Grande do Sul.

O meteorologista ainda diz que, ainda que as chuvas sejam benéficas para a reposição da umidade do solo, deve interromper as atividades de colheita e plantio. 

Clique aqui e acesse AGROTEMPO.

Áreas de maior altitude podem registrar temperaturas próximas de 10°C, mas sem frio intenso, garantindo condições favoráveis para as lavouras que ainda estão em fase inicial. A expectativa é de que os acumulados desta semana mantenham o solo hidratado e impulsionem a produtividade para a temporada.

 





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Risco de temporais em algumas regiões; veja previsão do tempo para hoje



Confira como ficam as condições do tempo em todo o Brasil nesta segunda-feira (4), de acordo com as informações da Climatempo.

Sul

Dia de sol e pancadas à tarde no oeste e sudoeste do Rio Grande do Sul, no litoral e no meio-oeste de Santa Catarina, assim como em cidades do sul, centro e leste do Paraná, de maneira mal distribuída.

As demais áreas da região têm mais aberturas de sol e tempo firme.

Sudeste

O tempo segue instável em São Paulo, Minas Gerais e norte do Espírito Santo. Nessas áreas,pode chover em vários momentos, intercalando alguns períodos de melhora.

O risco é alto para temporais no interior mineiro e no norte paulista.

Há chance de pouca chuva no centro-norte do Rio de Janeiro. A capital do estado, assim como Vitória (ES), começam a segunda com um pouco mais de sol e tempo abafado.

Centro-Oeste

A semana na região começa ainda com muitas nuvens e chuva intensa. Fortes pancadas podem ocorrer em Mato Grosso, área central de Goiás, Distrito Federal e nordeste e norte de Mato Grosso do Sul.

O sol aparece mais no oeste e sul de Mato Grosso do Sul, onde há risco de pancadas irregulares à tarde.

Nordeste

Pancadas de chuva devem ser registradas no oeste e sul da Bahia, com alto risco de temporais em cidades como Ilhéus e Barreiras.

Chove a qualquer momento do dia, mas de maneira irregular, no sul do Maranhão e no Piauí. O tempo fica firme nas capitais dos dois estados e em Fortaleza (CE).

Deve haver chuva moderada no litoral de Alagoas, Pernambuco e Rio Grande do Norte.

Norte

Dia abafado e com chance para temporais no Amazonas, Acre, Rondônia, Tocantins e sul do Pará.

Chuva mais irregular pode ocorrer no sul de Roraima, assim como pancadas isoladas no norte do Amapá. Não chove no litoral do Pará, onde faz calor à tarde.



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Como foi a semana da soja? Outubro tem aumento de preços no Brasil; confira detalhes



O mês de outubro foi positivo para a soja no Brasil, com a força do dólar em relação ao real como um dos principais fatores de suporte para a oleaginosa. A moeda norte-americana está próxima de R$ 5,80. Além disso, no fim do mês, a Bolsa de Mercadorias de Chicago apresentou uma leve reação, impulsionada pela boa demanda pelo produto americano.

Na última semana de outubro, foram anunciadas várias vendas por parte de exportadores privados dos Estados Unidos. As exportações semanais do país, divulgadas na quinta-feira (31), também se mostraram consistentes. No entanto, o acumulado do mês registrou perdas de 7,05% para a posição novembro/24 do grão em Chicago, reflexo da entrada de uma safra cheia nos EUA.

No Porto de Rio Grande (CIF), a saca de 60 quilos para compra valia R$ 145 no dia 31 de outubro, comparado a R$ 142 um mês antes. Em Paranaguá (CIF), a saca também era cotada a R$ 145, ante R$ 142 há 30 dias. Já em Rondonópolis, o preço alcançou R$ 150, em comparação a R$ 133 há um mês.

Um outro destaque é a produção de soja da Argentina, divulgada nesta semana pelo adido do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A safra do país vizinho é estimada em 52 milhões de toneladas para 2024/25, um aumento em relação ao número de 49,5 milhões na temporada anterior. A área total cultivada com o cereal deve atingir 17,8 milhões de hectares em 2024/25, contra 16,5 milhões em 2023/24.

As exportações argentinas devem somar 7,3 milhões de toneladas em 2024/25, frente a 5,3 milhões no ano anterior. As importações do país devem cair de 6 milhões em 2023/24 para 5 milhões em 2024/25, enquanto os estoques finais devem aumentar de 9,415 milhões para 10,815 milhões de toneladas no mesmo período.

Segundo relatório semanal do Ministério da Agricultura da Argentina, em 23 de outubro havia um total de 30,975 milhões de toneladas adquiridas da safra 2023/24. Para a safra 2024/25, o total adquirido era de 1,514 milhão de toneladas.



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Açúcar segue pressionado e cai entre os principais contratos de NY e Londres


Queda do petróleo e desvalorização do real pressionam cotações

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Os preços futuros do açúcar iniciaram esta quarta-feira (09) com novas baixas nas bolsas e Nova York e Londres. Segundo o Barchart, o adoçante segue pressionado por conta da redução acentuadas nos valores do petróleo, que na última terça-feira (08) caíram mais de 4%, e pela desvalorização do real diante do dólar, o que incentiva vendas para exportação pelos produtores brasileiros.

Nesta manhã, por volta das 8h40 (horário de Brasília), o contrato março/25 perdia 0,31 cents, cotado em 22,18 cents/lbp. O maio/25 tinha queda de 0,26 cents, com valor de 20,68 cents/lbp. O julho/25 caía 0,24 cents, negociado em 19,75 cents/lbp. O outubro/25 tinha redução de 0,21 cents, com preço de 19,55 cents/lbp.

Em Londres, o dezembro/24 era negociado em US$ 563,20/tonelada, com baixa de US$ 11,90. O março/25 tinha preço de US$ 569,30/tonelada. O maio/25 estava cotado em 566,10/tonelada, redução de US$ 9,80. O agosto/25 caía US$ 8,00, com valor de US$ 552,10/tonelada.

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Fonte:

Notícias Agrícolas





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Comissão aprova inclusão de pescadores artesanais em programa de apoio financeiro



A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei 2232/24, que inclui os pescadores artesanais de baixa renda entre os beneficiários do Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais.

Para o relator, deputado Albuquerque (Republicanos-RR), “a proposta representa o reconhecimento do papel fundamental exercido pelos pescadores artesanais na segurança alimentar das comunidades”.

Criado pela lei 12.512/11, esse programa consiste na transferência de recursos financeiros não reembolsáveis para aplicação em projeto de estruturação da unidade produtiva familiar, elaborado em conjunto com a família beneficiária.

O programa inclui a disponibilização de serviços de assistência técnica para o acompanhamento social e produtivo dessas famílias e, no caso de atividades produtivas realizadas coletivamente, poderá contemplar mais de uma família.

“A ideia é melhorar a condição de trabalho dos pescadores artesanais e assegurar que esse grupo continue a contribuir para a economia das localidades em que atuam”, disse o autor da proposta, deputado Henderson Pinto (MDB-PA).

Próximos passos

O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.



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Miniarroz produzido em São Paulo é destaque na gastronomia



Cultivado no Vale do Paraíba (SP), o miniarroz 100% brasileiro é a nova aposta na gastronomia, sendo valorizado em pratos como risotos e sobremesas. Além de sua aparência atraente, o produto tem cozimento rápido e uma consistência mais cremosa, com sabor marcante, textura macia e aroma suave.

O arroz é um dos grãos mais cultivados e consumidos no mundo. O Brasil configura entre os maiores produtores mundiais, com média de 10 milhões de toneladas por safra, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

No estado de São Paulo, a área destinada a produção do grão gira em torno de 5,6 mil hectares, com uma produtividade média de 32 mil toneladas/hectare, segundo levantamento do Instituto de Economia Agrícola (IEA – Apta). A produção está concentrada principalmente em Guaratinguetá (47,4%), Pindamonhangaba (29,6%) e Registro (16,7%), que juntos representam 93,7% do cultivo paulista.

De acordo com Sizele Rodrigues, nutricionista do Departamento de Segurança Alimentar da da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, o miniarroz é uma excelente fonte de energia por seu alto teor de carboidratos, além de oferecer proteínas e quantidades significativas de vitaminas B1, B2 e B3, fósforo, zinco, ferro e fibras.

A empresa Ruzene, localizada em Guaratinguetá (SP), possui uma cultivar exclusiva do miniarroz, obtida por meio de seleção massal e cruzamentos conduzidos em seu centro de pesquisa. Em sua linha, contam com diferentes variedades, com diferencial de cores e sabores que atendem à demanda do mercado.

“No momento possuímos três tipos de miniarroz: o preto e o vermelho, resultado de cruzamentos e com sabor acastanhado; e o branco, resultante do cruzamento com arroz aromático, com aroma floral e sabor levemente adocicado”, destaca a engenheira agrônoma responsável pelo centro de pesquisa da empresa, Maria Oséas.

A Ruzene produz cerca de 70 toneladas de miniarroz por ano. Atualmente, também vem multiplicando sementes para poder enviar 50 toneladas a Angola, na África, por meio de uma parceria. “A venda é voltada para um público particular, que aprecia pratos diferenciados da culinária gourmet. Por essa razão, o volume ainda é reduzido, uma vez que o Brasil começou a se familiarizar com esses tipos de arrozes especiais há apenas uma década. No entanto, as vendas têm crescido a cada ano”, diz Maria Oséas.


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