sábado, julho 25, 2026

Agro

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Frente fria traz chuva forte ao Sul e instabilidades se espalham; saiba onde



Saiba como o clima irá se comportar em todas as regiões do Brasil nesta terça-feira (5):

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Sul

O deslocamento de uma frente fria aumenta as instabilidades em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, trazendo um clima mais instável e condições para pancadas de chuva fortes. As temperaturas diminuem um pouco no estado gaúcho. No Paraná, o sol deve aparecer um pouco mais nas regiões oeste, sudoeste e noroeste, com possibilidade de pancadas de chuva. Já o leste e o litoral do estado terão um tempo mais fechado e chuvoso.

Sudeste

O tempo permanece instável no estado de São Paulo, no Triângulo Mineiro e no sul de Minas Gerais, com previsão de chuva persistente e risco de temporais. Há muitas nuvens no Rio de Janeiro, no Espírito Santo, no leste e nordeste de Minas Gerais, com pancadas de chuva mais irregulares.

Centro-Oeste

A terça-feira continuará com clima bastante instável na região. Previsão de chuva forte em Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso e no norte e nordeste de Mato Grosso do Sul. O sol deve aparecer um pouco mais no centro-sul de Mato Grosso do Sul, mas há possibilidade de chuva a qualquer momento, com risco de trovoadas.

Nordeste

A chuva deve continuar entre o oeste e o sul da Bahia, com previsão de pancadas irregulares e possibilidade de chuva forte em Salvador, Aracaju e Recife. Tempo firme nas demais áreas, incluindo Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte e no interior de Pernambuco.

Norte

Na terça-feira, há previsão de pancadas de chuva entre o Amazonas, Acre, Rondônia, sul do Pará e Tocantins, com chance de alguns temporais localizados e risco de raios e trovoadas. O tempo se mantém firme na maior parte do interior e norte do Pará, oeste e sul do Amapá e leste de Roraima.



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Plantio da soja em Rio Verde (GO) avança e atinge mais de 80% de área



O plantio da safra 2024/25 da soja em Rio Verde, no sudoeste de Goiás, está em andamento e já atingiu mais de 85% da área estimada de 400 mil hectares, segundo informações da Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano (Comigo).

De acordo com o departamento técnico da cooperativa, o plantio nas regiões de alta altitude foi concluído na semana passada, enquanto nas áreas de baixa altitude o cultivo deve ser finalizado nos próximos dias. As chuvas têm sido regulares, o que tem contribuído para um bom desenvolvimento das lavouras.

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Projeções para o estado

Segundo um levantamento da Safras & Mercado, Goiás deverá plantar cerca de 4,85 milhões de hectares de soja na safra 2024/25, um aumento de 2,1% em relação aos 4,75 milhões de hectares da safra anterior. Até 1 de novembro, o plantio no estado atingia 63% da área total, um avanço em comparação aos 35% registrados na semana anterior e aos 44% do mesmo período em 2023. A média dos últimos cinco anos é de 46%.

As expectativas para a produção de soja são promissoras, com uma estimativa de 18,531 milhões de toneladas para a safra 2024/25, com um aumento de 7,1% em relação às 17,298 milhões de toneladas colhidas na safra 2023/24. O rendimento médio das lavouras deve alcançar 3.840 quilos por hectare, superior aos 3.660 quilos por hectare do ano anterior.

Com as condições climáticas favoráveis e a boa gestão nas lavouras, a safra 2024/25 de soja em Goiás promete ser uma das melhores dos últimos anos, trazendo otimismo aos produtores da região.



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poder de compra avança sobre o farelo, mas cai frente ao milho



Os preços dos ovos encerraram outubro em alta em relação ao mês anterior, de acordo com levantamentos do Cepea.

Quanto aos principais insumos utilizados na avicultura de postura, o comportamento dos valores foi distinto: enquanto o milho teve valorização mais intensa, o farelo de soja apresentou leve queda de setembro para outubro, também conforme pesquisas do Cepea. 

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Assim, o poder de compra do avicultor de postura paulista caiu frente ao cereal pelo quarto mês consecutivo, mas avançou na comparação com o derivado da oleaginosa, interrompendo o movimento de queda que vinha sendo observado há seis meses. 

Segundo pesquisadores do Cepea, o aumento nos preços dos ovos foi influenciado pela demanda, que se recuperou no início de outubro, elevando as cotações na primeira quinzena e, consequentemente, a média mensal, e pela redução da oferta, devido ao descarte das poedeiras mais velhas.



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média de preços em outubro é a maior em 14 meses



Os preços da mandioca seguem em alta em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. A média de outubro para a raiz posta fecularia subiu 10,1% em relação ao mês anterior, para R$ 632,37/t (R$ 1,0998 por grama de amido), o maior valor, em termos nominais, desde agosto/23. 

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Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso sobre os preços da mandioca continua vindo sobretudo da oferta restrita, uma vez que a maior parte dos produtores tem postergado a comercialização, seja pela baixa rentabilidade ou por priorizar plantio e/ou tratos culturais em outras atividades agrícolas. 

A demanda, por sua vez, segue maior que a oferta, tanto por parte da indústria de fécula como, mais recentemente, pelas farinheiras do Paraná e do estado de São Paulo, ainda conforme o Cepea.



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AgroNewsPolítica & Agro

Impactos das eleições americanas nas commodities



Outro ponto discutido foi a nova fase de crescimento da economia chinesa



Outro ponto discutido foi a nova fase de crescimento da economia chinesa
Outro ponto discutido foi a nova fase de crescimento da economia chinesa – Foto: Pixabay

Na semana passada, a Veeries, liderada por Marcos Rubin, esteve na China para discutir temas importantes relacionados à economia e ao setor agrícola. Entre os tópicos abordados, a possibilidade de Donald Trump retornar à presidência dos Estados Unidos e o impacto que isso poderia ter nas relações comerciais entre os EUA e a China se destacaram. O receio de uma nova guerra comercial poderia ter consequências diretas nas negociações bilaterais, especialmente nas commodities agrícolas. 

A primeira fase do conflito, iniciada em 2018, já resultou em uma queda nas importações de soja americana pela China, o que permitiu ao Brasil preencher parte desse espaço. Com as eleições americanas se aproximando, agendadas para o dia 5 de novembro, as pesquisas indicam uma disputa acirrada entre Trump e a atual vice-presidente, Kamala Harris.

Outro ponto discutido foi a nova fase de crescimento da economia chinesa, que está se acomodando em níveis mais baixos, se comparados aos padrões anteriores. A infraestrutura do país já está amplamente consolidada, e setores como a construção civil estão enfrentando os desafios de uma expansão acelerada. Esse novo cenário exige uma adaptação das estratégias econômicas, uma vez que o crescimento robusto do passado não será mais uma realidade.

Além disso, o governo chinês tem demonstrado um compromisso contínuo em aumentar a segurança alimentar e a produção de alimentos, o que se traduz em investimentos em tecnologia e na expansão da área agrícola. Uma mudança relevante que vem sendo observada é a tendência de aumento no tamanho médio das propriedades agrícolas, o que pode, teoricamente, proporcionar ganhos de escala e produtividade. Essas transformações estruturais na agricultura chinesa podem ter implicações significativas tanto para a produção local quanto para o comércio internacional de commodities.

 





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Previsão de alta do PIB de 2024 sobe de 3,08% para 3,10% no Focus do BC



A mediana das previsões dos economistas do mercado financeiro no relatório Focus do Banco Central para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2024 aumentou pela quarta semana seguida, de 3,08% para 3,10%, aproximando-se das estimativas do BC e do Ministério da Fazenda, de 3,20%. Considerando apenas as 64 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a mediana passou de 3,07% para 3,10%.

A estimativa intermediária para 2025 se manteve em 1,93%, estável há quatro semanas, apesar da expectativa de um ciclo maior de aumento de juros – que, tudo mais constante, deveria esfriar a atividade.

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Considerando apenas as 108 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a mediana passou de 1,90% para 1,97%.

Os economistas do mercado não alteraram as projeções de crescimento da economia em 2026 e 2027. Ambas permaneceram em 2,0%, como já estão há 65 e 67 semanas, respectivamente.



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Ibama apreende 24 t de camarão-rosa sem origem legal e doa para o Fome Zero



Em uma operação realizada esta semana em Belém, no Pará, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) apreendeu cerca de 24 toneladas de camarão-rosa (farfantepenaeus brasiliensis) congelado. A ação ocorreu com o apoio do Batalhão de Polícia Ambiental do Pará após uma empresa pesqueira não apresentar a documentação exigida que comprovasse a origem legal do pescado.

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Diante da irregularidade, o Ibama destinou o camarão apreendido ao programa Mesa Brasil, do Serviço Social do Comércio (Sesc), vinculado ao Fome Zero. O camarão-rosa será distribuído a instituições que atendem pessoas em situação de insegurança alimentar, convertendo o produto apreendido em um benefício social para a população vulnerável.



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Mapa apreende 10,5 t de arroz com fraude em supermercados



Em uma operação de rotina realizada no dia 28 de outubro, fiscais do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) apreenderam 10,5 toneladas de arroz em uma rede de supermercados em Araraquara, São Paulo. A irregularidade foi identificada após a análise de 2.119 pacotes de 5 quilos cada, produzidos por uma empresa do Rio Grande do Sul. O rótulo do produto indicava que o arroz era de classe longo fino e tipo 1, mas a análise fiscal classificou o alimento como tipo 3, caracterizado por um maior percentual de grãos quebrados e quirera.

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Conforme a Instrução Normativa Ministerial nº 06/2009, o arroz tipo 1 deve conter, no máximo, 7,5% de grãos quebrados e quirera. No entanto, os lotes analisados apresentavam 24,59% desses fragmentos, mais que o triplo do permitido. A discrepância representa uma fraude ao consumidor, pois o produto vendido não corresponde à qualidade anunciada na embalagem.

A empresa envolvida, com sede no Rio Grande do Sul e distribuição nacional, é reincidente em infrações desse tipo. O Mapa iniciará um processo administrativo fiscal contra a empresa, garantindo seu direito de defesa. Se confirmada a irregularidade, a empresa será obrigada a substituir os lotes apreendidos por produtos conformes. Além disso, os produtos recolhidos serão encaminhados para reprocesso na indústria, sob supervisão de agentes fiscais, para que sejam reenquadrados na classificação correta.

A apreensão foi realizada com base no Decreto Federal 6.268/2007 e na lei federal 14.515/2022, conhecida como Lei do Autocontrole, que estabelece sanções em casos de não conformidade. O Mapa reforça que o nome da empresa só será divulgado após o fim do processo administrativo.



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com cenário externo favorável e maior demanda, Chicago opera em alta



Os contratos da soja em grão registram preços significativamente mais altos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado recupera as perdas registradas na semana anterior, impulsionado pela crescente demanda pelo grão dos Estados Unidos. Os preços baixos atraem compradores, enquanto os agricultores norte-americanos seguem com uma das maiores colheitas da história.

O cenário externo também favorece a alta das cotações, com a significativa desvalorização do dólar frente a outras moedas e a alta expressiva do petróleo em Nova York, que já ultrapassa 3%.

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Os contratos com vencimento em novembro operam cotados a US$ 9,95 por bushel, alta de 12,50 centavos de dólar, ou 1,27%, em relação ao fechamento anterior.

Na sexta-feira (01), a soja fechou com preços mais baixos para o grão, acentuadamente mais baixos para o farelo e fortemente mais altos para o óleo. Na semana, a posição janeiro/25 do grão acumulou queda de 0,38%.

O mercado, que vinha sendo sustentado pela forte demanda pela soja norte-americana, perdeu força e reverteu para o território negativo. O final da sessão foi bastante volátil. Preponderou a previsão de clima benéfico ao plantio e ao desenvolvimento das lavouras no Brasil. A força do dólar frente a outras moedas também pressionou as cotações.

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro de 2025 fecharam com baixa de 0,75 centavo ou 0,07% a US$ 9,93 3/4 por bushel. A posição março/25 teve cotação de US$ 10,08 1/4 por bushel, com recuo de 1,25 centavo ou 0,12%.



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Soja: preços encerram outubro próximos da estabilidade



Levantamento do Cepea mostra que os preços da soja estiveram praticamente estáveis ao longo da última semana. 

De um lado, pesquisadores do Cepea explicam que a firme demanda por óleo de soja e a valorização cambial deram suporte às cotações do grão.

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De outro, as recentes chuvas na América do Sul e a maior oferta nos Estados Unidos interromperam as altas. 

De setembro para outubro, os Indicadores ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá e CEPEA/ESALQ – Paraná subiram 1,4% e 2,2%, respectivamente, ainda conforme pesquisas do Cepea.



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