sexta-feira, julho 24, 2026

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Prêmios sobem para o milho



No mercado chinês, o milho encerrou um ciclo de três dias consecutivos de alta



No mercado chinês, o milho encerrou um ciclo de três dias consecutivos de alta
No mercado chinês, o milho encerrou um ciclo de três dias consecutivos de alta – Foto: Canva

Os prêmios de exportação de milho em Paranaguá subiram nesta quinta-feira, refletindo um movimento dos vendedores que ajustaram os valores para embarques previstos entre novembro e janeiro. No entanto, compradores mantiveram suas ofertas inalteradas ou optaram por não participar das negociações para esse período, demonstrando interesse apenas nos embarques da próxima Safrinha, que ainda não foi plantada. Nos prêmios para o milho em Paranaguá, a cotação para novembro e dezembro foi de 135 centavos, com uma leve elevação para 150 centavos em janeiro, enquanto a posição para fevereiro se manteve estável. 

No mercado chinês, o milho encerrou um ciclo de três dias consecutivos de alta e registrou queda, fechando em baixa de 4 CNY/t para novembro e 5 CNY/t para janeiro. O preço do amido de milho também caiu, recuando 7 CNY/t em novembro e 6 CNY/t para janeiro, enquanto o mercado de ovos apresentou valorização de 31 CNY/500kg para novembro e de 5 CNY/500kg para dezembro. Em sentido oposto, o mercado de suínos continuou em baixa pelo terceiro dia consecutivo, caindo 320 CNY/t para novembro, mas com aumento de 125 CNY/t para janeiro, refletindo a volatilidade no mercado de commodities agrícolas na China.

Na Argentina, o mercado de milho para entrega a partir do dia 5 deste mês foi cotado a A$ 180 mil por tonelada, enquanto os preços de contratos e fixações se mantiveram em A$ 175 mil/t. Para entregas de novembro, houve um aumento de A$ 3 mil/t, atingindo A$ 178 mil/t, e os descarregamentos programados entre dezembro e janeiro de 2025 subiram para A$ 180 mil/t. No mercado de futuros MATBA, o milho para abril foi cotado a US$ 186,50 no porto, uma leve alta em comparação com os US$ 185,50 anteriores, enquanto em Chicago o preço fechou a US$ 163,19.

 





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Arroba do boi gordo tem nova alta; veja tendência no curto prazo


O mercado físico do boi gordo iniciou a semana com preços de estáveis a mais altos. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o cenário ainda aponta para continuidade do movimento de alta no curto prazo.

“As escalas de abate seguem encurtadas, com as indústrias, em especial as exportadoras, atuando de maneira agressiva na compra de gado. Ao mesmo tempo, as exportações de carne bovina seguem contundentes, com o país caminhando para um recorde histórico de embarques na atual temporada”.

Preços médios do boi gordo

  • São Paulo: R$ 322,33
  • Goiás: R$ 318,75
  • Minas Gerais: R$ 318,53
  • Mato Grosso do Sul: R$ 318,07
  • Mato Grosso: R$ 309,53

Mercado atacadista

carne bovinacarne bovina
Foto: Freepik

O mercado atacadista apresentou alta dos preços para a carne bovina. Segundo a Safras, a tendência ainda é de continuidade do movimento de alta no curto prazo, em linha com a entrada dos salários na economia motivando a reposição entre atacado e varejo.

“Por outro lado, a carne de frango segue mais competitiva se comparada às proteínas concorrentes, o que ganha importância enquanto sobem os preços da carne bovina para o consumidor final”, ponderou Iglesias.

O quarto traseiro foi precificado a R$ 23,50 por quilo, alta de 0,10 por quilo. O quarto dianteiro segue cotado a R$ 18,25 por quilo. A ponta de agulha segue no patamar de R$ 17,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 1,47%, sendo negociado a R$ 5,7830 para venda e a R$ 5,7810 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7561 e a máxima de R$ 5,8384.



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Inmet publica alerta de chuva intensa para Sudeste, Centro-Oeste e Norte; veja estados


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou aviso de perigo de chuvas intensas em estados das regiões Sudeste, Centro-Oeste e Norte (confira mapa abaixo).

O alerta laranja tem validade até as 10h desta terça-feira (5). A previsão é de chuva entre 30 e 60 mm por hora, ou de 50 a 100 mm por dia, com ventos que podem chegar a 100 km/h.

De acordo com o alerta, há risco de corte de energia elétrica, queda de galho de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

O Inmet recomenda às pessoas que, em caso de rajada de ventos, não se abriguem sob árvores e não estacionem veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda (outdoors). 

Também recomenda, se possível, que sejam desligados aparelhos elétricos e quadro geral de energia. Mais informações podem ser obtidas junto à Defesa Civil do estado (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (193).

Fonte: Inmet

Confira as áreas contidas no alerta de chuva intensa

Goiás

  • Centro
  • Leste
  • Sul
  • Norte
  • Noroeste



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Arroz com irregularidade é retirado de supermercado



Irregularidade se caracteriza como fraude ao consumidor




Foto: Mapa

No dia 28 de outubro uma fiscalização realizada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) apreendeu  2.119 pacotes de 5 quilos de arroz em uma rede de supermercados de Araraquara, em São Paulo. Segundo informações divulgadas pelo Mapa, o alimento é empacotado por uma empresa do Rio Grande do Sul e estava completamente fora da classificação. Na embalagem, constava que o produto era arroz classe longo fino e tipo 1, mas em análise fiscal, o produto apresentou-se como tipo 3. Os fiscais afirmam que a irregularidade se caracteriza como fraude ao consumidor.

O limite total de quebrados e quireras é de 7,5% do peso, segundo anexo VII da Instrução Normativa Ministerial nº 06/2009 de 6 de fevereiro de 2009. Porém, nos lotes do produto fiscalizado o resultado encontrado foi de 24,59% do peso, ou seja, mais de três vezes o permitido para o tipo 1 declarado nas embalagens. Os lotes de produtos foram apreendidos com base no inciso I e II artigo 102 do Decreto Federal 6.268/2007 e no inciso I do artigo 26 da lei federal 14.515/2022, conhecida como lei do autocontrole. A empresa fica sujeita às penalidades previstas no artigo 27 desta lei.

 

Os fiscais ainda afirmam que, a responsabilidade, no caso, é do embalador. A empresa, que distribui seus produtos nos principais Estados brasileiros, é reincidente no registro de infrações. O Mapa pontuou que todos os direitos de defesa serão concedidos à empresa, cujas irregularidades serão apuradas em processo administrativo fiscal. O Mapa só divulga o nome da infratora após o encerramento do processo.

 

 





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Produtores de óleos comestíveis tentam reverter benefícios fiscais limitados à soja e ao milho


Óleos vegetais de algodão, canola, girassol, coco, palma, dendê, linhaça, amendoim, além do azeite foram excluídos da lista de produtos que vão compor a cesta básica. A decisão provém do PLP 68/2024, aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados.

Com isso, líderes setoriais têm pressionado o Senado para reverter a medida, que confere alíquota zero apenas aos óleos de soja, babaçu e milho.

“O Projeto de Lei original incluía o termo ‘óleos vegetais comestíveis’, permitindo ao consumidor escolher o produto conforme sua preferência e cultura regional”, explica Hilton Lima, presidente do Sindicato da Indústria da Extração de Óleos Vegetais e Animais e de Produtos de Cacau e Balas no Estado da Bahia (Sincaol), Hilton Lima.

Segundo ele, ao considerar o óleo de apenas três produtos, o PLP causou estranheza em todo o setor. “Isso porque o babaçu é cosmético e a soja é quase toda usada na produção de combustível. A mudança restringe o consumidor a duas opções, mesmo com o Brasil sendo produtor de diversos óleos com benefícios variados. Além disso, nossa proposta não altera a alíquota final, apenas amplia a escolha do consumidor,” completa.

Elevação de preços dos óleos

Segundo o economista da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb) Ricardo Kawabe, a decisão dos deputados impactará o mercado de óleos vegetais, elevando o preço ao consumidor e na indústria alimentícia.

“O óleo de algodão, por exemplo, amplamente usado na indústria alimentícia baiana, terá preço elevado, afetando todos os produtos que o utilizam como ingrediente. Com a restrição, o próprio óleo de soja pode subir, devido ao aumento da demanda, impactando o biodiesel”, observa.

Emendas ao texto

Para a tributarista Rosany Nunes de Mello, a decisão contraria a meta de estabelecer alíquotas reduzidas para a cesta básica, incentivando uma alimentação saudável.

“Além de a soja ser hoje a cultura notoriamente mais beneficiada com isenções tributárias, até mesmo como uma política de incentivo à produção de biocombustíveis, agora ela será soberana sobre todas as demais culturas de óleos vegetais comestíveis, o que é extremamente controverso pois ela está longe de ser o alimento mais saudável”, completou.

Senadores como Luis Carlos Heinze (PP/RS), Mecias de Jesus (Republicanos/RR) e Zequinha Marinho (Podemos/PA) apresentaram emendas para restaurar o termo “óleos vegetais comestíveis” ao texto original.

Desoneração fiscal da soja

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Foto: Freepik

Estudo realizado por seis entidades, como a o Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS) e o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), destaca que a renúncia fiscal da produção de soja no Brasil foi de R$ 57 bilhões em 2022, o dobro da desoneração estimada para todos os produtos da cesta básica.

O relatório aponta que só o ICMS desonerado da soja em Mato Grosso representou quase R$ 8 bilhões anuais, podendo a desoneração total nos estados atingir R$ 25 bilhões, já que o Mato Grosso responde por quase 1/3 da produção nacional.

Para as organizações envolvidas no levantamento, o Estado brasileiro já cumpriu seu papel em apoiar a estruturação do setor da soja e, com a reforma tributária, tem a oportunidade de repensar prioridades, considerando o enfrentamento à fome com alimentos saudáveis e produzidos de modo sustentável, bem como a necessidade de diversos outros investimentos possíveis a partir destes recursos públicos atualmente destinados ao setor produtivo da oleaginosa.



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Mercado da soja no Brasil: dia é lento e tem recuo nos preços; veja detalhes


soja e dinheiro
Foto: Ascom Famasul

O mercado brasileiro da soja registrou uma segunda-feira de lentidão, com recuos nos preços na maioria das praças de comercialização. Os valores foram pressionados pelo câmbio, mas ainda refletem uma firmeza em função da baixa disponibilidade do produto.

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Preços no Brasil

  • Passo Fundo (RS): preço caiu de R$ 136,00 para R$ 135,00
  • Missões (RS): preço caiu de R$ 135,00 para R$ 134,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço caiu de R$ 145,50 para R$ 144,00
  • Cascavel (PR): preço caiu de R$ 140,00 para R$ 139,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço caiu de R$ 146,50 para R$ 145,00
  • Rondonópolis (MT): preço subiu de R$ 150,00 para R$ 151,00
  • Dourados (MS): preço subiu de R$ 140,00 para R$ 142,00
  • Rio Verde (GO): preço caiu de R$ 137,00 para R$ 136,00

Chicago

Os contratos futuros de soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram a segunda-feira em alta, embora abaixo das máximas do dia. A demanda aquecida nos Estados Unidos, a alta do petróleo e a desvalorização do dólar contribuíram para essa sustentação nos preços.

USDA

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reportou que as inspeções de exportação de soja chegaram a 2.158.646 toneladas na semana encerrada em 31 de outubro, uma queda em relação às 2.628.439 toneladas da semana anterior. Além disso, exportadores privados informaram a venda de 132.000 toneladas de soja para destinos não revelados, a serem entregues na temporada 2024/25.

O mercado está atento ao relatório de novembro do USDA, que será divulgado na próxima sexta-feira, além de acompanhar o progresso do plantio no Brasil.

Contratos futuros da soja

Os contratos de soja em grão com entrega em janeiro fecharam com alta de 3,50 centavos de dólar, ou 0,35%, a US$ 9,97 1/4 por bushel. Para a posição de março, a cotação foi de US$ 10,11 3/4 por bushel, com ganho de 3,50 centavos ou 0,34%.

Nos subprodutos, o farelo com vencimento em dezembro fechou com alta de US$ 4,30, ou 1,45%, a US$ 299,60 por tonelada, enquanto os contratos de óleo para dezembro encerraram a 45,56 centavos de dólar, com uma queda de 0,74 centavo, ou 1,59%.

Câmbio

O dólar comercial finalizou a sessão em queda de 1,47%, negociado a R$ 5,7830 para venda e a R$ 5,7810 para compra. Durante o dia, a moeda oscilou entre a mínima de R$ 5,7561 e a máxima de R$ 5,8384.

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Pacote de corte de gastos deve ser anunciado nesta semana, diz Haddad



O pacote de revisão de gastos públicos obrigatórios deve ser anunciado ainda nesta semana, disse nesta segunda-feira (4) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Segundo ele, o governo está pronto para apresentar as medidas, faltando apenas alguns detalhes técnicos e jurídicos antes do envio do pacote ao Congresso.

A pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Haddad cancelou a viagem à Europa prevista para esta semana. Oficialmente, a pasta informou que o ministro permanecerá em Brasília, “dedicado a temas domésticos”. Nesta segunda, Haddad confirmou que a viagem foi adiada por causa do anúncio do pacote.

“Minha ida [à Europa] estava dependendo dessa definição – se, nesta semana ou na semana que vem, seriam feitos os anúncios. Como o presidente [Lula] pediu para eu ficar, e como as coisas estão muito adiantadas do ponto de vista técnico, eu acredito que nós estejamos prontos nesta semana para anunciar [as medidas de corte de gastos]”, disse Haddad a jornalistas após voltar do Palácio do Planalto.

Balanço do G20

Das 9h às 11h, Haddad e vários ministros reuniram-se com o presidente Lula para fazer o balanço das ações do G20, grupo das 19 maiores economias do planeta, mais União Europeia e União Africana, presidido pelo Brasil neste ano.

Além de Haddad e Lula, o encontro reuniu os ministros Rui Costa (Casa Civil), Mauro Vieira (Relações Exteriores) e Márcio Macêdo (Secretaria-Geral).

“O presidente Lula não quis desmarcar as reuniões que já estavam agendadas em função da reunião de cúpula, com o Itamaraty e com a Fazenda. Fizemos essa reunião. Ele agora tem uns telefonemas internacionais que também já estavam agendados. E aí, com mais calma, a gente conversa para finalizar [as medidas da revisão de gastos]”, explicou Haddad.

Alívio ao mercado

Nesta tarde, Haddad retornou ao Palácio do Planalto para conversar com Lula sobre o pacote. As ministras do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, e da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, e o ministro da Casa Civil, Rui Costa, estão participando do encontro.

Haddad também informou que, durante o fim de semana, Lula pediu que técnicos da equipe econômica lhe apresentassem os detalhes das medidas de corte de gastos obrigatórios. Segundo o ministro, os pontos que cabem ao Ministério da Fazenda estão com as definições bastante adiantadas.

O adiamento da viagem e a previsão do anúncio do pacote ainda nesta semana trouxeram alívio ao mercado financeiro. O dólar, que fechou a R$ 5,87 na última sexta-feira (1º), fechou a R$ 5,77. A bolsa de valores subiu 1,7%.



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Frente fria traz chuva intensa e risco de alagamentos em SP, alerta Defesa Civil; veja quando



A Defesa Civil de São Paulo alerta que as chuvas que atingem o estado desde o fim de semana vão persistir pelos próximos dias. A primeira semana de novembro começa com variação de nebulosidade em todo o território paulista, ocasionando pancadas de chuva isoladas, de fraca a moderada intensidade, em praticamente todas as regiões.

Na quarta-feira (6), o céu seguirá nublado, mas as chuvas perderão intensidade. Os acumulados no fim do dia e as rajadas de vento serão menores que nos primeiros dias da semana. A temperatura máxima nas cidades ficará mais alta e aumentará a sensação de abafamento. É justamente esse cenário que indica a chegada de uma nova frente fria entre quinta (7) e sexta-feira (8).

A frente fria avançará pelo Sul do país e chegará em São Paulo no fim da quinta-feira, trazendo instabilidade para todas as regiões do estado. Ao longo de toda noite de quinta-feira e durante a sexta-feira, haverá condição para pancadas de chuva de forte intensidade, principalmente nos municípios da faixa leste do estado. As rajadas de vento poderão atingir os 70 km/h. A temperatura cairá e, na sexta-feira, a máxima não passará dos 21 °C na capital.

No sábado (9), com o afastamento da frente fria, ainda haverá momentos com pancadas de chuva isoladas, no entanto os acumulados serão menores. No domingo (10), o céu ficará com poucas nuvens e choverá de modo isolado, principalmente nos municípios da região norte e faixa leste. As temperaturas subirão mais em relação aos dias anteriores.

A condição de chuva ao longo de toda semana aumenta o risco para alagamentos, enxurradas e deslizamentos de terra. Além disso, poderá haver queda de raio e granizo, principalmente na quinta e sexta. Desse modo, o Centro de Gerenciamento de Emergências da Defesa Civil (CGE) manterá plantão ininterrupto ao longo de todos estes dias.

Através do monitoramento realizado por meio dos radares meteorológicos e satélites, os técnicos do CGE conseguem enviar os alertas em tempo real para os usuários cadastrados no sistema de alerta SMS 40199. Para se cadastrar basta enviar uma mensagem de texto para o número 40199 e digitar o CEP da área de interesse. Ao enviar a mensagem, a pessoa já estará cadastrada e passará a receber os alertas para àquela região.



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Mercado de trigo: Expectativa de alta



No Brasil, a pressão sobre a safra de trigo deve persistir



No Brasil, a pressão sobre a safra de trigo deve persistir
No Brasil, a pressão sobre a safra de trigo deve persistir – Foto: Pixabay

De acordo com a TF Agroeconômica, a alta dos preços do trigo, que foi temporariamente adiada pelo anúncio do governo russo sobre novos preços mínimos, deve se intensificar nos próximos meses. A medida da Rússia, que tornará o trigo local mais caro em comparação com os concorrentes internacionais, fez com que os exportadores se apressassem em vender seus estoques adquiridos dos agricultores. 

A aproximação do período sazonal de congelamento de rios e ferrovias no país deverá retardar os embarques, levando o mercado global a buscar trigo nos Estados Unidos. Além disso, a Europa enfrentará uma redução de 63% na disponibilidade de trigo da safra anterior, o que deve pressionar ainda mais os preços na bolsa de Chicago.

No Brasil, a pressão sobre a safra de trigo deve persistir durante os meses de novembro e dezembro. A expectativa é de que, quando os dados começarem a mostrar que a produção é significativamente menor do que a oficialmente prevista, os preços comecem a subir. Esse cenário reflete uma dinâmica de oferta e demanda que favorece uma elevação nos valores, especialmente considerando as dificuldades enfrentadas por outros países produtores.

Para mitigar o impacto da alta esperada, a recomendação para os moinhos é que aproveitem a atual baixa em Chicago e coloquem ordens de compra. Essa estratégia permitirá que eles estabeleçam um piso de aquisição de matéria-prima para o primeiro semestre de 2025, garantindo uma proteção contra as oscilações de preço. Atualmente, as cotações para março de 2025 estão em R$ 1.176 por tonelada, enquanto os valores para maio e julho são de R$ 1.199,07 e R$ 1.212,08, respectivamente.

 





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Semana chuvosa na maioria das áreas produtoras de soja no Brasil; veja onde


A previsão do tempo indica que esta será uma semana chuvosa na maioria das áreas produtoras da soja no Brasil. Por outro lado, no Matopiba, a chuva não chega com a mesma intensidade. Confira os detalhes do clima:

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Tempo na Bahia

Foto: Canal Rural

Em Luís Eduardo Magalhães, na Bahia, há expectativas positivas: a partir da próxima semana, chuvas volumosas são esperadas na região. Até o dia 8 ou 9 de novembro, as precipitações devem ser modestas, com acumulados que não devem ultrapassar 10 milímetros. Entre os dias 10 e 15, as chuvas poderão exceder 80 milímetros, podendo chegar até a 100 milímetros, o que facilitará a implementação da safra 2024/25.

Após esse período, uma janela de tempo firme está prevista entre os dias 16 e 20, seguida pelo retorno das chuvas no final da segunda quinzena de novembro, com mais de 200 milímetros em 30 dias. Embora a chuva tenha demorado, ela finalmente chega ao interior da Bahia, o que favorece o início da safra.

Como fica o tempo nos próximos dias?

Nos próximos cinco dias, as chuvas continuarão a se concentrar no Centro-Oeste e na região Sudeste, especialmente nas áreas onde os volumes podem ultrapassar 100 milímetros, o que resulta na boa umidade do solo. No entanto, no norte de Mato Grosso do Sul, no sul de Goiás e no interior de São Paulo, os trabalhos em campo podem ser comprometidos devido à alta umidade do solo.

De modo geral, o cenário é otimista para os produtores de norte a sul do país. Na semana seguinte, partes de Mato Grosso do Sul, São Paulo e a região Sul devem apresentar tempo mais firme, o que possibilitará a aceleração dos trabalhos em campo.

Além disso, a chuva avança em Mato Grosso e se dirige ao norte do Pará, atingindo Tocantins, sul da Bahia, sul do Piauí e sul do Maranhão, com acumulados de chuva superiores a 80 milímetros. Assim, a umidade também se tornará disponível para os produtores no Matopiba. Portanto, a previsão climática sugere que, além das temperaturas favoráveis, a umidade contribuirá para o sucesso da safra em todo o país.



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