sexta-feira, julho 24, 2026

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cereal recua em outubro, mas segue em níveis acima dos de um ano atrás



Os preços domésticos do trigo caíram em outubro, refletindo os avanços da colheita e, consequentemente, da disponibilidade do cereal no mercado brasileiro.

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Pesquisadores do Cepea explicam que esse cenário foi verificado mesmo com o valor interno do trigo operando abaixo do de importação – a maior paridade de importação tem sido sustentada pelo dólar valorizado frente ao Real.

Ainda assim, as cotações domésticas do cereal estão acima das registradas em outubro do ano passado, em termos reais, também conforme apontam levantamentos do Cepea.



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Milho fecha em alta na B3: Confira


De acordo com dados da TF Agroeconômica, os principais contratos de milho encerraram a sexta-feira com alta na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), impulsionados pela demanda interna e pelo suporte do dólar e do mercado de Chicago. O contrato para novembro acumulou um ganho semanal de 0,59%, enquanto o contrato de janeiro subiu 1,43%. A demanda interna elevada e as incertezas em torno do plantio da safra safrinha deram suporte adicional aos preços, embora tenham surgido alertas no mercado em função da redução nas previsões de exportação pela Anec.

A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) ajustou sua previsão de exportação de milho para outubro de 6,24 milhões de toneladas (MMT) para 5,93 MMT, representando uma queda de 4,97% em relação a setembro e de 26,70% em comparação com o mesmo período de 2023. Até o final de setembro, o acumulado de exportação de milho no Brasil em 2024 estava 28% menor do que em 2023, refletindo um cenário de menor escoamento do produto para o exterior.

Além disso, a Consultoria Agro do Itaú BBA indicou uma possível pressão sobre os preços do milho nos próximos meses devido à necessidade de liberar espaço para a soja que será colhida, considerando o atraso na comercialização do grão. Para a safra 2023/24, apenas 60% do volume de milho foi negociado até o início de outubro, enquanto a média histórica para o período é de 67%. Já para a safra 2024/25, a venda antecipada em Mato Grosso atingiu apenas 15,5%, abaixo da média de 31,2%, conforme dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

No fechamento do dia, os contratos futuros registraram alta: o vencimento de novembro/24 fechou em R$ 72,99, com elevação de R$ 0,05 no dia e R$ 0,43 na semana. O contrato de janeiro/25 foi negociado a R$ 76,73, subindo R$ 0,16 no dia e R$ 1,08 na semana, enquanto o contrato para março/25 alcançou R$ 77,15, com alta de R$ 0,52 no dia e R$ 1,24 na semana.

 





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Cabeça de porco é arremessada em campo durante partida do Brasileirão



Uma cena polêmica marcou o clássico entre Corinthians e Palmeiras nesta segunda-feira (4). Durante o primeiro tempo da partida, uma cabeça de porco foi atirada ao campo da Neo Química Arena, em São Paulo, por torcedores do Corinthians. O objeto, rapidamente removido pelo atacante Yuri Alberto, foi lançado aos 27 minutos enquanto o Palmeiras se preparava para uma cobrança de escanteio.

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O incidente levantou debates sobre comportamentos inadequados de torcida e a possibilidade de sanções ao clube alvinegro. De acordo com o Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), o arremesso de objetos em campo pode render ao clube uma multa de R$ 100 a R$ 100 mil, conforme estipulado no artigo 213. No entanto, o Corinthians poderá evitar a punição caso consiga identificar os responsáveis e encaminhar um boletim de ocorrência à autoridade policial.

Além da multa, o Corinthians também corre o risco de perder o mando de campo por uma a dez partidas, caso o ato seja classificado como de “elevada gravidade” ou comprovadamente tenha afetado o andamento do jogo. Contudo, o incidente não interferiu diretamente na continuidade da partida, o que pode pesar na análise do caso.

O clube ainda não se pronunciou oficialmente sobre o ocorrido, mas a expectativa é que adote medidas para identificar os torcedores envolvidos, a fim de evitar sanções que poderiam prejudicar o time no restante da competição.



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liquidez diminui, mas preços continuam firmes



Apesar da queda no ritmo de negócios, os preços dos etanóis seguiram firmes na última semana, no mercado spot do estado de São Paulo.

Para o hidratado, o Indicador Cepea/Esalq fechou em R$ 2,6023/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), de 28 de outubro a 1º novembro, avanço de 1,66% frente à semana anterior.

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No caso do anidro, o Indicador Cepea/Esalq subiu 1,4% em igual comparativo, a R$ 2,9151/litro, valor líquido de impostos (PIS/Cofins).

Segundo pesquisadores do Cepea, vendedores seguem firmes nas cotações pedidas nas negociações envolvendo novos lotes, fundamentados no possível período de entressafra mais longo nos próximos meses em boa parte das unidades produtoras, no consumo doméstico aquecido e na boa paridade de preços na ponta varejista.



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confira as notícias que vão mexer com o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca o cenário de volatilidade global com as eleições americanas entre Trump e Harris. No Brasil, expectativas em torno do pacote fiscal e o cancelamento da viagem de Haddad ajudam a baixar o dólar e os juros futuros.



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Como o milho fechou a semana?


Os preços do milho se encontram estáveis no estado do Rio Grande do Sul, segundo informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Preços de compra da indústria. Santa Rosa a R$ 73,00; Não-Me-Toque a R$ 74,00; Marau e Gaurama R$ 74;00 Arroio do  Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 75,00 e Montenegro a R$ 77,00. Preços de pedra em Panambi, R$ 64,00”, comenta.

O estado de Santa Catarina registrou negócios. “Produtores com pedidas a partir de R$ 72,00 FON interior, e em preços tributados, a partir de R$ 75,00, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 70,00 no interior e R$ 72,00/73,00 CIF fábricas. Negócios a R$ 704,00/75,00 no CIF meio oeste mais impostos. Ao oeste, preços de 74/75/75,50, a depender do prazo”, completa.

Já o Paraná viu aumento nos preços do milho. “Em Ponta Grossa, o milho subiu R$ 3 ao longo da semana e fechou estável a R$ 75 FOB, sem contraofertas, e com baixa liquidez. Em Maringá, no mercado spot vendedores pediam R$ 70 por saca FOB, com embarque e pagamento em novembro, mas compradores indicavam R$ 64 por saca”, indica.

O Mato Grosso do Sul teve uma valorização nos preços. “Em Campo Verde, o mercado de milho no spot se enfraqueceu, com preço estável em R$ 60 por saca FOB, embarque em novembro e pagamento em dezembro. Após forte demanda recente, compradores reduziram as compras”, informa.

Já em Goiás não tivemos informações de negócios acontecendo. “Tradings indicando safrinha a R$ 55,00 setembro e R$ 56,00 novembro. Indicações em Rio Verde a 60,00; Jataí a R$ 59,00; Cristalina a R$ 58,00 e Montividiu R$ 61,00. Produtores têm pedidas a partir de R$ 55,00 ao sul, R$ 56,00 em Itumbiara, R$ 56,00 Rio Verde. Não ouvimos sobre negócios no dia de hoje”, conclui.

 





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Milho encerra mês de outubro com alta nos preços



Movimento de alta foi sustentado pela demanda interna aquecida




Foto: USDA

O mês de outubro chegou ao fim com valorização do milho. De acordo com o boletim informativo do Cepea, o Indicador do milho ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) chegou a R$ 72,94/saca de kg, acumulando valorização de 13,4% no mês e atingindo o maior patamar desde 18 de abril de 2023.

Ainda segundo dados informados no boletim, o movimento de alta foi sustentado pela demanda interna aquecida e pela retração de vendedores no decorrer de outubro. Compradores indicam ter dificuldades em adquirir novos lotes, alegando baixa disponibilidade no spot nacional e altos valores pedidos por produtores.

Já em relação a oferta, a expectativa é de que os preços sigam avançando mantém produtores afastados dos negócios e atentos ao andamento da atual safra verão. O retorno das chuvas nas principais regiões favoreceu a semeadura da safra verão, o que, conforme pesquisadores do Cepea, ameniza em partes as recentes preocupações relacionadas a possíveis atrasos na segunda safra de 2025. 





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Frente fria traz chuva forte; veja previsão do tempo para hoje



A chegada de uma frente fria impacta ao Sul do país, enquanto as instabilidades continuam levando pancadas de chuva às demais Regiões. Acompanhe:

Sul

O deslocamento de uma frente fria aumenta as instabilidades em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, trazendo tempo mais instável e condições de pancadas de chuva forte. Assim, as temperaturas diminuem um pouco em território gaúcho. No Paraná, o sol deve aparecer um pouco mais no oeste, sudoeste e noroeste do estado, com possibilidade de pancadas de chuva; enquanto o leste e o litoral terão tempo mais fechado e chuvoso.

Sudeste

O tempo continua instável no estado de São Paulo, no Triângulo Mineiro e no sul de Minas Gerais, com condição de chuva persistente e risco de temporais. Muitas nuvens entre Rio de Janeiro, Espírito Santo, leste e nordeste mineiros, com previsão de pancadas mais irregulares.

Centro-Oeste

A terça-feira ainda terá tempo bem instável na região. Previsão de chuva forte em Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso e no norte e nordeste de Mato Grosso do Sul. O sol deve aparecer mais no centro-sul do território sul-matogrossense, mas há possibilidade de chuva a qualquer momento, com risco de trovoadas.

Nordeste

A chuva continuará entre o oeste e sul da Bahia, com previsão de pancadas irregulares e possibilidade de força em Salvador, Aracaju e Recife. Tempo firme nas demais áreas, incluindo Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte e no interior de Pernambuco.

Norte

Pancadas de chuva entre Amazonas, Acre, Rondônia, sul do Pará e Tocantins, com chance de alguns temporais localizados e risco de raios e trovoadas. Tempo firme na maior parte do interior e norte paraense, oeste e sul do Amapá e leste de Roraima.



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Cerca de 35% da carne brasileira será exportada até o fim do ano, diz analista



A redução massiva da oferta de gado, principalmente de fêmeas que foram para abate ao longo de 2023 e primeiro semestre deste ano, é o principal motivador da alta da arroba do boi gordo nos últimos meses. Essa é a avaliação do analista de mercado da Scot Consultoria Alcides Torres.

“Agora, a expectativa é de mercado firme até o final do ano. Nos últimos 90 dias, a cotação da arroba do boi gordo subiu R$ 93”, lembra. O patamar representa uma alta de 40% no período.

De acordo com ele, a tendência é que cerca de 35% da carne produzida no país seja destinada ao mercado exterior. “A exportação de carne foi um alívio porque levou para fora o excedente de produto que tínhamos no Brasil”.

Assista a análise completa acima.



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Prêmios sobem para o milho



No mercado chinês, o milho encerrou um ciclo de três dias consecutivos de alta



No mercado chinês, o milho encerrou um ciclo de três dias consecutivos de alta
No mercado chinês, o milho encerrou um ciclo de três dias consecutivos de alta – Foto: Canva

Os prêmios de exportação de milho em Paranaguá subiram nesta quinta-feira, refletindo um movimento dos vendedores que ajustaram os valores para embarques previstos entre novembro e janeiro. No entanto, compradores mantiveram suas ofertas inalteradas ou optaram por não participar das negociações para esse período, demonstrando interesse apenas nos embarques da próxima Safrinha, que ainda não foi plantada. Nos prêmios para o milho em Paranaguá, a cotação para novembro e dezembro foi de 135 centavos, com uma leve elevação para 150 centavos em janeiro, enquanto a posição para fevereiro se manteve estável. 

No mercado chinês, o milho encerrou um ciclo de três dias consecutivos de alta e registrou queda, fechando em baixa de 4 CNY/t para novembro e 5 CNY/t para janeiro. O preço do amido de milho também caiu, recuando 7 CNY/t em novembro e 6 CNY/t para janeiro, enquanto o mercado de ovos apresentou valorização de 31 CNY/500kg para novembro e de 5 CNY/500kg para dezembro. Em sentido oposto, o mercado de suínos continuou em baixa pelo terceiro dia consecutivo, caindo 320 CNY/t para novembro, mas com aumento de 125 CNY/t para janeiro, refletindo a volatilidade no mercado de commodities agrícolas na China.

Na Argentina, o mercado de milho para entrega a partir do dia 5 deste mês foi cotado a A$ 180 mil por tonelada, enquanto os preços de contratos e fixações se mantiveram em A$ 175 mil/t. Para entregas de novembro, houve um aumento de A$ 3 mil/t, atingindo A$ 178 mil/t, e os descarregamentos programados entre dezembro e janeiro de 2025 subiram para A$ 180 mil/t. No mercado de futuros MATBA, o milho para abril foi cotado a US$ 186,50 no porto, uma leve alta em comparação com os US$ 185,50 anteriores, enquanto em Chicago o preço fechou a US$ 163,19.

 





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