O etanol mostrou-se mais competitivo em relação à gasolina em oito estados e no Distrito Federal na semana passada, assim como na anterior, conforme levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas.
Na média dos postos pesquisados no país, o etanol tinha paridade de 66,34% ante a gasolina no período, portanto, favorável em comparação com o derivado do petróleo.
Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.
Assim, o etanol era mais competitivo em relação à gasolina nos seguintes estados:
Acre (67,07%);
Espírito Santo (69,43%);
Goiás (67,79%);
Mato Grosso (62,38%);
Mato Grosso do Sul (64,75%);
Minas Gerais (68,58%);
Paraná (68,71%);
São Paulo (65,31%); e
Distrito Federal (65,97%)
No restante dos estados, continua mais vantajoso abastecer o veículo com gasolina.
Recentemente, Mato Grosso tem chamado a atenção pela quantidade de anúncios de fazendas à venda. Assim, há aumento na oferta de áreas tradicionalmente voltadas à pecuária de corte.
Essa tendência foi verificada pela agrotech Chaozão, portal especializado em anúncios de propriedades rurais. De acordo com levantamento da empresa, alguns municípios do estado exibem um número elevado de ofertas.
Entre eles, se destaca Cocalinho, no leste mato-grossense, que conta com 16.538,832 km² e está com 30% do seu território anunciado na plataforma para venda. Por lá, as fazendas disponíveis são de aptidão para pecuária de corte. Veja outros dois lugares do estado com ampla desocupação:
Primavera do Leste (sudeste de MT): 23% do município de 5.472,207 km², está pronto para receber novos proprietários
Paranatinga (centro-sul de MT): 13% dos seus 24.177,568 Km² estão na mesma situação. Neste caso, as propriedades são de pecuária e/ou lavoura.
Mercado de terras em Mato Grosso
“Este movimento está relacionado às significativas mudanças na dinâmica do mercado de terras no estado, sejam por conta dos tipos e formas de explorações agropecuárias, do movimento de sucessões familiares a até da ‘saúde’ da propriedade rural”, afirma a engenheira agrônoma Renata Apolinário, diretora operacional do Chaozão e responsável pela pesquisa.
Segundo ela, nessas regiões, as características de solo, a regularidade de chuvas, aptidão e as questões ambientais limitam o uso da propriedade rural.
“Mato Grosso possui diversos tipos de solo e perfis de exploração para a agropecuária. Existem ótimas regiões em termos de produtividade e desenvolvimento, mas também outras com muita areia e mais isoladas, com poucos recursos e estrutura”, observa.
Renata conta que, no caso do Pantanal, a compra e venda de propriedades rurais se limita ao povo local, que já conhece o sistema e o manejo.
Falta de competitividade
A diretora do Chaozão destaca que com a pressão por aumento de produtividade diante de um mercado cada vez mais competitivo, não há mais espaço para terras de pastagens degradadas ou mal manejadas, ainda mais diante da crescente concentração de terras nas mãos de grandes grupos e fundos de investimento, buscando explorar o potencial da agricultura em escala.
“Assim, a tendência é de que terras de pecuária menos produtivas sejam vendidas por pequenos e médios pecuaristas que não conseguem competir com esses grandes investidores, ou que preferem capitalizar suas propriedades para outros fins”.
Para ela, a agricultura, especialmente a produção de grãos, tem avançado sobre áreas antes dedicadas exclusivamente à pecuária. “Aquelas que apresentam menor capacidade de suporte animal e baixo retorno financeiro, são colocadas à venda por proprietários que não conseguem ou não querem investir na recuperação dessas áreas”.
De acordo com Rostyner Pereira Costa, especialista em pecuária, terras que não têm viabilidade imediata para esse tipo de transição, ou que requerem altos custos para adequação, acabam sendo colocadas à venda por valores mais acessíveis.
Compra mais seletiva
Outro ponto importante, de acordo com Renata, é que assim como a oferta tem sido crescente, a demanda tem se tornado mais seletiva, já que os investidores e possíveis compradores de terras estão cada vez melhor assessorados na escolha de uma propriedade rural.
“Antes de definir a compra, eles estudam todos os fatores do imóvel, como o solo, clima, as benfeitorias, a região, o tipo de exploração, a logística e valorização do patrimônio imobilizado”, observa a diretora.
Renata acredita que solo saudável, com água disponível, com aptidão estruturada e pronta para produzir são os principais fatores observados pelos produtores. “Em cenário ideal, por exemplo, os agricultores querem solo com 40% para mais de argila, índice pluviométrico de 1.800 mm para mais e regularidade nas chuvas, topografia plana e alta produtividade, o que não está tão disponível no mercado”, alerta.
Já Costa salienta a questão da sucessão no agronegócio e a necessidade de reestruturações financeiras que intensificam a onda de vendas, visto que as terras de pecuária de qualidade mais baixa são as primeiras a serem negociadas.
Estimado usuário. Preencha o formulário abaixo para remeter a página.
Os nomes do jogo são praticidade e conveniência – Foto: Impossible Foods
Durante o BTG Pactual AgroForum, realizado nesta segunda-feira, 4, em São Paulo, o empresário Wesley Batista, conselheiro e acionista da JBS e da Pilgrim’s Pride, ressaltou a capacidade do Brasil em ampliar sua produção para atender a crescente demanda global por alimentos. “Atualmente, poucos lugares no mundo têm a capacidade de ampliar a produção como o Brasil”, afirmou, destacando que o aumento da população mundial, que deve alcançar aproximadamente 10 bilhões de pessoas até 2050, implicará em um crescimento significativo no consumo de alimentos.
Batista participou do painel “A Expansão Internacional do Agronegócio Brasileiro”, onde discutiu os principais desafios e oportunidades para as empresas brasileiras no cenário internacional. Ele enfatizou a necessidade de o Brasil continuar expandindo seus mercados de exportação, afirmando que, independentemente do contexto, a demanda por produtos alimentícios existe e a questão é quem estará preparado para atendê-la. “Estou confiante de que podemos continuar investindo em aumento de produção, porque a demanda não vai diminuir”, disse.
O executivo também abordou as tendências emergentes no setor alimentício, afirmando que a praticidade e a conveniência são fundamentais para o futuro. “Os nomes do jogo são praticidade e conveniência. Quando olhamos para trás e para frente, percebemos que as pessoas não vão ficar mais com o fogão ligado, como era antes”, observou. Essa mudança no comportamento do consumidor está fazendo com que empresas como a JBS se adaptem e busquem atender a essa nova demanda por produtos de qualidade e valor agregado.
O painel contou ainda com a participação de Ricardo Faria, Chairman da Granja Faria, e foi moderado por Thiago Duarte, sócio do BTG Pactual. Juntos, eles debateram como o Brasil pode não apenas atender à demanda interna, mas também se posicionar de forma competitiva no mercado internacional.
O décimo voo da Força Aérea Brasileira (FAB) que resgatou brasileiros no Líbano pousou às 4h06 desta terça-feira (5) na Base Aérea de São Paulo (BASP), em Guarulhos. Estavam a bordo 213 repatriados e quatro animais de estimação no voo que integra a Operação Raízes do Cedro, iniciada em 2 de outubro e coordenada pelo governo federal.
Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo:siga o Canal Rural no WhatsApp!
A operação atingiu a marca de 2.072 brasileiros e 24 animais de estimação repatriados. A aeronave KC-30, utilizada nas repatriações, também transportou ao Líbano 27,3 toneladas de doações essenciais.
Articulação
A logística de repatriação envolve o uso de avião e de servidores da Força Aérea Brasileira (FAB) e um intenso trabalho de articulação do Itamaraty. Segundo o governo federal, a comunidade brasileira no Líbano tem cerca de 20 mil pessoas.
As ações de repatriação foram determinadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva desde o agravamento do conflito naquele país, com bombardeios aéreos intensos de Israel contra cidades libanesas. Os bombardeios significam um desdobramento da campanha militar israelense na Faixa de Gaza, território palestino ocupado por Tel-Aviv.
Assim como as milícias do Iêmen e do Iraque têm lançado ataques contra Israel ou aliados de Tel-Aviv em represália aos bombardeios em Gaza, a chamada resistência libanesa – coalizão de sete grupos político-militares liderados pelo Hezbollah – tem promovido ataques contra Israel desde o dia 7 de outubro, também em solidariedade a Gaza.
Queda está relacionada à maior entrada do tubérculo do Sul de Minas
Estimado usuário. Preencha o formulário abaixo para remeter a página.
Foto: Pixabay
Levantamento da equipe Hortifrúti/Cepea mostra que os preços da batata caíram pela terceira semana consecutiva. Entre 28 de outubro e 1º de novembro, a média da batata tipo ágata especial foi de R$ 89,87/sc de 25 kg no atacado de São Paulo (SP), queda de 7,79% em relação ao período anterior; de R$ 76,86/sc em Belo Horizonte (MG), decréscimo de 2,29%, e de R$ 81,00/sc no Rio de Janeiro (RJ), recuo de 11,23%.
Pesquisadores do Hortifrúti/Cepea explicam que, no entreposto carioca, a queda está relacionada à maior entrada do tubérculo do Sul de Minas, onde a colheita está com ritmo acelerado, visto a proximidade do calendário de plantio de soja e milho.
Nas praças paulistas e mineiras, apesar da menor entrada do Triângulo Mineiro no início da semana – reflexo do fim e do início da semana chuvoso –, houve um aumento da oferta do Sul de Minas e do Cerrado Mineiro, ainda conforme pesquisas do Hortifrúti/Cepea.
A Polícia Militar de São Paulo (PM) apreendeu 3 toneladas de maconha escondidas em caixotes de frutas no compartimento de carga de um caminhão. O caso ocorreu nesta terça (5), na rodovia Assis Chateaubriand, em Olímpia, na região de São José do Rio Preto, interior do estado. O motorista, que tentou fugir, foi preso em flagrante.
Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo:siga o Canal Rural no WhatsApp!
Uma equipe da Força Tática realizava patrulhamento ostensivo e fiscalização em caminhões, com o objetivo de prevenir roubos de carga e combater outros crimes. Os agentes abordavam veículos suspeitos, quando o motorista de um caminhão tentou escapar em alta velocidade, ignorando o cerco policial.
Após ser interceptado no km 156, os policiais revistaram os caixotes de frutas e encontraram 219 fardos de maconha. Além da droga, a PM apreendeu um celular, um cartão bancário e R$ 200 em espécie.
Em nota, os agentes afirmaram que o suspeito, de 33 anos, havia recebido a carga de entorpecentes em Maringá, no Paraná, e pretendia transportá-la até Montes Claros, em Minas Gerais, percorrendo uma rota de 1,3 mil km. O caso foi registrado como tráfico de drogas na Delegacia de Barretos, onde o suspeito permanece preso e à disposição da Justiça.
A arroba do boi gordo em São Paulo atingiu o valor de R$ 325 no início desta semana. Segundo o analista de mercado Alcides Torres, da Scot Consultoria, a alta reflete uma significativa redução na oferta de gado, especialmente de matrizes e fêmeas, que foi intensificada ao longo de 2023 e no primeiro semestre de 2024.
Nos últimos três meses, o preço da arroba registrou um aumento de R$ 90, ou cerca de 30%, resultado que, segundo Torres, deve se manter firme até o fim do ano, impulsionado também pela proximidade da entressafra.
A análise indica que o Brasil exportou aproximadamente 35% da carne bovina produzida, o que ajudou a reduzir o excesso de carne no mercado interno. No entanto, o impacto do aumento no preço da arroba ainda não se refletiu plenamente nos preços ao consumidor, avalia Alcides Torres. Enquanto a arroba subiu 40% nos últimos 90 dias, o valor da carne teve uma alta menor. O contrafilé, por exemplo, passou de R$ 44 para R$ 54, representando um aumento de 21%, enquanto o patinho subiu de R$ 36 para R$ 43, uma alta de 20%.
A proximidade do período de festas de fim de ano e o pagamento do 13º salário devem aumentar a demanda por carne bovina no mercado interno, embora o cenário possa mudar em janeiro devido à retração de consumo causada pelas férias escolares.
O mercado prevê que os preços do boi gordo continuem elevados nos próximos meses, beneficiando as exportações brasileiras de carne. A proteína bovina brasileira continua competitiva no mercado externo, incluindo nos Estados Unidos, onde é vendida por um valor relativamente baixo em comparação ao mercado local.
Essa conjuntura, de acordo com Torrer, cria uma expectativa de preços firmes até a transição para a entressafra do próximo ano, especialmente com a previsão de maior consumo no mercado interno e a demanda externa fortalecida.
O plantio da safra de soja 2024/25 em Mafra, no Planalto Médio de Santa Catarina, tem avançado nos últimos dias, beneficiado pelo tempo mais firme na região. Até a última sexta-feira (1º), cerca de 40% da área estimada de 10 mil hectares havia sido semeada, conforme informou a Cooperativa de Produção e Consumo Concórdia (Copérdia).
Segundo o departamento técnico da Copérdia, a última chuva registrada na região ocorreu em 26 de outubro, mas as previsões indicam que novas precipitações devem ocorrer ainda nesta semana. Com isso, a expectativa é que as condições climáticas se mantenham favoráveis para o andamento da lavoura.
Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo:siga o Canal Rural no WhatsApp!
A cooperativa projeta uma produtividade média de 4.020 quilos por hectare para a safra de soja 2024/25 em Mafra, um aumento em relação aos 3.600 quilos por hectare registrados na temporada passada, que foi prejudicada pela estiagem na região.
Em relação à área plantada, o levantamento da Safras & Mercado indica que a safra de soja de 2024/25 em Santa Catarina deve ocupar 830 mil hectares, um crescimento de 2,5% em comparação aos 810 mil hectares cultivados na safra anterior.
Até a última sexta-feira (1º), o plantio no estado atingia 30% da área prevista, um avanço considerável em relação aos 7% registrados na semana anterior e aos 23% do mesmo período do ano passado. A média histórica para o plantio nesta data nos últimos cinco anos é de 22,4%.
A produção estimada para a safra de soja 2023/24 é de 3,171 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 5,8% em relação ao número de 2,998 milhões de toneladas colhidas na temporada passada. O rendimento médio das lavouras também deve ser superior, alcançando 3.840 quilos por hectare, contra 3.720 quilos por hectare na safra anterior.
Pancadas de chuva fortes e volumosas voltaram a ocorrer em diversas áreas do Centro-Oeste no início desta semana. Segundo a Climatempo, em algumas áreas da região choveu mais de 100 mm em 24 horas, o que é um volume de água excepcional e que pode causar grandes transtornos.
No fim da noite desta segunda-feira (4), a região de Brasilândia, no Distrito Federal, teve um temporal que deixou 55 mm acumulados em apenas uma hora de chuva. Na região de Gama choveu 77,4 mm ao longo do dia.
Em Mato Grosso, a região de Sinop acumulou 72,2 mm, sendo que 52 mm caíram em apenas duas horas. A região de Querência acumulou quase 68 mm de chuva nesta segunda-feira.
Já em Goiás, fortes pancadas de chuva voltaram a acontecer na região de Goiânia, onde choveu cerca de 41 mm ao longo do dia. Uma forte pancada caiu no fim da noite, com cerca de 24 mm em apenas uma hora. A região de Aragarças recebeu quase 37 mm em 2 horas.
Em algumas áreas do sul e leste de Mato Grosso do Sul, volumes de chuva extremamente elevados foram registradosdurante o fim de semana. Entre 9 horas do domingo (3) e 9 horas da segunda-feira choveu 165,2 mm em Jardim. Esse é um volume de chuva raro para um período de apenas 24 horas e superou a média de precipitação para novembro, que é de 149 mm.
A região de Bataguassu recebeu 83,4 mm entre a manhã do domingo e a manhã da segunda-feira.
Centro Oeste em alerta para temporais
Esses temporais observados no Centro-Oeste do Brasil são comuns nesta época, segundo avaliam os meteorologistas da Climatempo. A grande disponibilidade de calor e de umidade no ar facilita a formação das grandes nuvens que provocam essas tempestades. A previsão é de mais chuva para os próximos dias.
Nesta terça-feira (5), quase toda região fica em alerta para temporais. Além da chuva volumosa, há risco de raios e de fortes rajados de vento que podem variar de 71 a 90 km/h.
O alerta para temporais vale para Mato Grosso, Goiás e para o Distrito Federal. Mato Grosso do Sul fica em atenção nesta terça com risco de pancadas de chuva de moderada a forte intensidade, mas que podem acontecer em qualquer região do estado.
Atenção para nova frente fria esta semana
Após o longo período de estiagem, a chuva voltou com força para o Centro-Oeste no mês de outubro. Grandes acumulados foram observados em todos os estados e no Distrito Federal. Ao longo desta semana, as pancadas de chuva vão continuar frequentes em toda a região por causa da grande disponibilidade de calor e de umidade já existente. Mas a passagem de uma frente fria pela região Sudeste no fim desta semana vai reforçar as áreas de instabilidade especialmente em Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso, aumentando o risco de tempestades nessas áreas.
Entre julho e setembro, a produção de farinha de trigo integral nos EUA atingiu 4,681 milhões de cwts, um aumento de 69.000 cwts, ou 1,5%, em relação aos 4,612 milhões de cwts do mesmo período em 2023, conforme dados divulgados pelo National Agricultural Statistics Service (NASS) em 1º de novembro. Este foi o terceiro trimestre consecutivo em que a produção superou os números do ano anterior. O volume de 4,681 milhões de cwts também foi superior aos 4,63 milhões de cwts registrados em 2022, mas inferior aos dados de anos anteriores a 2022, desde que a NASS começou a coletar esses dados. O pico ocorreu em 2015, com 6,326 milhões de cwts.
A farinha de trigo integral representou 4,4% da produção total de farinha nos EUA entre julho e setembro, uma leve alta em relação aos 4,3% do ano anterior e aos 4,1% do segundo trimestre deste ano. No acumulado do ano, a produção alcançou 13,682 milhões de cwts, um crescimento de 278.000 cwts, ou 2,1%, em comparação aos 13,404 milhões de cwts de janeiro a setembro de 2023. Historicamente, a produção nos primeiros nove meses sempre foi superior a 14 milhões de cwts, com 14,416 milhões de cwts em 2022 e o máximo de 17,961 milhões de cwts em 2015.
A produção de sêmola de trigo integral no terceiro trimestre foi de 86.000 cwts, uma queda de 25.000 cwts, ou 23%, em relação aos 111.000 cwts do mesmo período do ano passado. A produção anual de sêmola integral somou 219.000 cwts, uma diminuição de 27% em relação aos 299.000 cwts de 2023. Excluindo a semolina, a produção de farinha de trigo integral no terceiro trimestre foi de 4,595 milhões de cwts, um aumento de 94.000 cwts, ou 2,1%, em relação aos 4,501 milhões de cwts de 2022. No acumulado do ano, essa produção totalizou 13,463 milhões de cwts, um aumento de 2,7% em comparação aos 13,105 milhões de cwts do ano anterior.