sexta-feira, julho 24, 2026

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Mercados em alta com vitória de Donald Trump nos EUA



Os índices futuros de Nova York registraram forte alta após a eleição de Donald Trump como o 47º presidente dos Estados Unidos. No início da manhã de hoje (6), os contratos futuros do Dow Jones subiam 2,87%, enquanto o S&P 500 avançava 2,21% e o Nasdaq 1,66%.

A possível maioria republicana no Senado e na Câmara dos Deputados reforça o otimismo do mercado, visto que uma base de apoio legislativa pode facilitar a implementação de políticas de redução de impostos corporativos, estimulando ainda mais o ambiente de negócios.

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Outro ponto que impulsiona a confiança dos investidores é a conclusão rápida do processo eleitoral. Diferente das disputas anteriores, a eleição de 2024 trouxe uma resposta imediata, afastando as incertezas que haviam gerado volatilidade nos mercados em 2020.

Com um cenário político mais previsível, as expectativas apontam para um ciclo econômico favorável à recuperação e ao crescimento, fortalecendo a confiança no mercado de ações e atraindo novos investimentos nos setores corporativo e tecnológico.



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Líderes globais parabenizam Trump por retorno à presidência dos EUA



Após a confirmação de Donald Trump como vencedor nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, líderes de várias partes do mundo expressaram congratulações ao republicano. A vitória, consolidada com a projeção de Wisconsin e garantindo os votos necessários no Colégio Eleitoral, marcou o retorno de Trump à Casa Branca.

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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, parabenizou Trump pelo “maior retorno da história” e celebrou a retomada da “grande aliança entre Israel e os Estados Unidos”. Viktor Orbán, da Hungria, também exaltou a vitória, chamando-a de uma “recuperação histórica”.

Na América Latina, o presidente argentino Javier Milei expressou apoio e desejou sucesso ao presidente eleito. Ele ainda ressaltou que a Argentina estará à disposição dos EUA para futuras cooperações. Nayib Bukele, de El Salvador, enviou bênçãos e o presidente egípcio Al-Sisi reforçou a importância da cooperação entre Egito e Estados Unidos.

Na Europa, Emmanuel Macron, da França, e Olaf Scholz, da Alemanha, demonstraram disposição para continuar colaborando com o governo norte-americano. Macron destacou seu compromisso em trabalhar com Trump “com respeito e ambição”, enquanto Scholz enfatizou a longa parceria transatlântica.

Entre outros líderes, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky celebrou a abordagem de Trump e afirmou estar confiante no apoio contínuo dos EUA à Ucrânia. No Reino Unido, o primeiro-ministro Keir Starmer classificou a eleição de Trump como uma “vitória histórica” e ressaltou os valores compartilhados entre os países.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o primeiro-ministro indiano Narendra Modi também enviaram felicitações, sinalizando o desejo de fortalecer as parcerias em prol da estabilidade e prosperidade globais.



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Donald Trump vence eleições dos EUA



Donald Trump foi eleito o 47º presidente dos Estados Unidos, conquistando um segundo mandato após vencer a candidata democrata Kamala Harris. O resultado marca um retorno à Casa Branca para o ex-presidente, quatro anos após sua derrota para Joe Biden. Trump, agora com 78 anos, se torna o primeiro condenado criminalmente a assumir a presidência e também o mais velho a ser eleito para o cargo.

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Com a vitória assegurada na manhã de hoje (6), quando Wisconsin confirmou seus votos, Trump alcançou 277 votos no colégio eleitoral, ultrapassando o necessário para ganhar. A disputa foi acirrada, refletindo uma divisão intensa no cenário político americano.

A eleição de Trump reacende preocupações globais, especialmente em relação à sua postura assertiva e polêmica sobre política externa. Durante a campanha, ele prometeu medidas rigorosas na política imigratória e adotou um discurso voltado para “retribuição” contra adversários, incluindo possíveis indultos para envolvidos na invasão ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021.

Kamala Harris, candidata derrotada e ex-vice-presidente, buscava fazer história como a primeira mulher e a primeira afro-americana a liderar o país. Sua campanha focou em direitos reprodutivos e liberdades civis, mas acabou não sendo suficiente para deter a base de apoio fiel a Trump.

Analistas consideram que o apoio a Trump permaneceu sólido, impulsionado por uma retórica populista e o respaldo de figuras influentes. A vitória de Trump traz à memória a presidência de Grover Cleveland, o único presidente americano a governar em dois mandatos não consecutivos, entre 1885-1889 e 1893-1897.



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Crescimento da soja na argentina enfrenta desafios



Temperaturas médias mais altas que o normal podem reduzir a umidade do solo



Temperaturas médias mais altas que o normal podem reduzir a umidade do soloTemperaturas médias mais altas que o normal podem reduzir a umidade do solo
Temperaturas médias mais altas que o normal podem reduzir a umidade do soloTemperaturas médias mais altas que o normal podem reduzir a umidade do solo – Foto: United Soybean Board

A produção de soja na Argentina deve crescer em 2024-25, mas enfrenta “desafios e oportunidades complexas moldadas pelo clima, pressões econômicas e práticas de cultivo”, conforme relatório do Serviço Agrícola Estrangeiro (FAS) do Departamento de Agricultura dos EUA. A safra é estimada em 52 milhões de toneladas, acima das 49,5 milhões da colheita anterior. Agricultores estão optando por mais soja em detrimento do milho, motivados por preocupações com o nanismo do milho, preços baixos e condições secas previstas, segundo o FAS.

Temperaturas médias mais altas que o normal podem reduzir a umidade do solo e impactar a produtividade, situação agravada por déficits hídricos que atrasaram o plantio inicial em algumas áreas. A escolha pela soja também é incentivada pelos custos de produção, que são significativamente menores em comparação com outras culturas, influenciando a decisão dos produtores.

No entanto, uma recente escassez de sementes de alta qualidade levou os agricultores a diminuir as densidades de plantio, dando mais espaço para cada semente germinar, mas potencialmente limitando os rendimentos totais, segundo o FAS. “A combinação de desafios ambientais, econômicos e técnicos configura um cenário complexo para o setor de soja argentino em 2024-25”, comentou o FAS, acrescentando que, embora o aumento da área plantada e avanços tecnológicos sustentem a produção, o clima adverso e a baixa qualidade das sementes podem restringir os rendimentos ao seu máximo potencial, enquanto a pressão financeira sobre os produtores permanece alta.

Espera-se ainda que a moagem aumente levemente, de 41,5 para 42 milhões de toneladas. “A indústria de esmagamento de soja na Argentina teve um crescimento na atividade este ano devido ao aumento da produção nacional e a um fluxo contínuo de importações, principalmente do Paraguai”, afirmou o FAS.

 





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Sol começa a aparecer onde só chovia; veja previsão para hoje



Em grande parte do país, tempo permanece instável, com pancadas de chuva a qualquer hora. Contudo, em parte do Sul e no Sudeste, os raios de sol voltam a dar as caras. Confira:

Sul

O tempo seguirá instável em boa parte do Sul do Brasil, de acordo com a Climatempo. O destaque vai para o leste do Paraná e de Santa Catarina, além de todo o Rio Grande do Sul. Em território gaúcho, há previsão de pancadas de chuva intercaladas com breves aberturas de sol. Já na faixa central e no oeste paranaense, a condição será de muita nebulosidade, mas com possibilidade de precipitações isoladas.

Sudeste

O tempo começa a melhorar em boa parte do Sudeste; a chuva perde intensidade, mas ainda será um dia de muita nebulosidade sobre São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo. Por outro lado, o sol aparece mais no Rio de Janeiro. Destaque para a faixa oeste paulista, onde há previsão de chuva.

Centro-Oeste

O tempo permanece instável sobre Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e a faixa centro-norte de Mato Grosso do Sul. Segundo a Climatempo, o forte transporte de umidade da faixa norte do Brasil favorece o tempo instável, com poucas aberturas de sol. No sul de Mato Grosso do Sul, o dia será de muita nebulosidade e pancadas isoladas de chuva.

Nordeste

O sol predomina na maior parte da Região. No sul do Maranhão e do Piauí, oeste e sul da Bahia, há previsão de pancadas de chuva forte. Também existe a chance de precipitações pancadas isoladas entre o litoral da Bahia e o Rio Grande do Norte.

Norte

A chuva seguirá presente na faixa norte do Brasil. Destaque para Amazonas, Acre, Rondônia, Tocantins e sul do Pará, onde há previsão de pancadas de chuva com breves aberturas de sol. Nas demais áreas da faixa norte, o sol predomina, sem previsão de chuva.



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Soja e trigo sobem com demanda nos EUA


Os contratos futuros de soja e trigo registraram uma leve alta nas negociações da madrugada nos Estados Unidos, impulsionados pela demanda por suprimentos. O mercado, no entanto, permanece com baixa volatilidade devido à cautela dos investidores antes das eleições americanas que ocorrem hoje.

O milho apresentou pouca variação. Segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), exportadores relataram vendas de 150.000 toneladas de milho para o México, com entrega prevista para o ano comercial de 2024-2025, iniciado em 1º de setembro. O USDA também informou que um país não identificado comprou 120.000 toneladas de milho, e um destino desconhecido adquiriu 132.000 toneladas de soja.

Na última sexta-feira, a agência já havia reportado diversas vendas para o mercado externo, incluindo 132.000 toneladas de soja para a China, 781.322 toneladas de milho para o México, 198.000 toneladas de soja para um comprador não identificado e 30.000 toneladas de óleo de soja para a Índia.

Hoje, os eleitores americanos vão às urnas para escolher o presidente, novos membros do Congresso e do Senado, além de votar em diversas questões locais. A disputa presidencial está acirrada em várias pesquisas, e o resultado influenciará as políticas comerciais e agrícolas nos próximos anos. Durante a madrugada, os contratos de soja para janeiro subiram 2 1/2¢, cotados a $9,99 3/4 por bushel. 

O farelo de soja teve leve alta para 45,58¢ por tonelada curta, e o óleo de soja subiu para 45,57¢ por libra. O trigo para dezembro subiu 1 1/2¢, alcançando US$ 5,70 1/4 por bushel, enquanto o trigo de Kansas City registrou alta de 3¢, atingindo US$ 5,74 por bushel. Já o milho teve uma variação de 1/4¢, cotado a US$ 4,16 3/4 por bushel.

 





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Glúten de trigo facilita produção de carne em laboratório



A pesquisa ainda está em estágio inicial



A pesquisa ainda está em estágio inicial
A pesquisa ainda está em estágio inicial – Foto: Pixabay

Pesquisadores da ACS Biomaterials Science & Engineering, vinculados à Sociedade Química Americana, estão avançando na produção de carne cultivada em laboratório, usando proteínas vegetais como base estrutural para células de músculo e gordura. Com o aumento da população mundial e a crescente demanda por proteínas, a carne cultivada, derivada de músculos e células de gordura produzidos em condições de laboratório, desponta como uma solução potencial para atender a essas necessidades de maneira mais sustentável.

Entre as descobertas recentes, destaca-se o uso de glúten de trigo, uma proteína não alergênica, como base para o crescimento de células musculares e adiposas. A pesquisa liderada por Ya Yao, John Yuen Jr., Chunmei Li, e David Kaplan demonstrou que o glúten pode formar camadas de músculo estriado e gordura, essenciais para imitar a textura da carne. As proteínas vegetais são consideradas uma escolha promissora para essas estruturas por serem abundantes, comestíveis e de baixo custo. Em testes iniciais, os pesquisadores usaram glúten para desenvolver filmes planos e com padrões de cristas, onde células de camundongo cresceram e formaram tecidos musculares com estrutura semelhante à das fibras musculares animais.

Além disso, o estudo incluiu o cultivo de células adiposas de camundongos em filmes de glúten, que geraram depósitos de lipídios e colágeno. Isso é crucial para reproduzir a composição de produtos cárneos tradicionais, pois a presença de gordura em estruturas tridimensionais é fundamental para replicar o sabor e a textura da carne convencional.

A pesquisa ainda está em estágio inicial, mas os resultados mostram que camadas de carne cultivada e gordura aderidas a películas comestíveis de glúten podem ser empilhadas para criar uma proteína alternativa com aparência, sabor e textura semelhantes aos da carne. Embora os filmes de glúten tenham apresentado um desempenho inferior em relação às bases de gelatina de origem animal, eles mostraram potencial suficiente para impulsionar a criação de alternativas viáveis e mais realistas no mercado de proteínas cultivadas.

 





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Brasil passa a vender maçã ao Peru, mas foca em rota portuária para a China



O ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, e o embaixador do Peru, Rómulo Acurio, assinaram nesta terça-feira (5) um acordo que firma o compromisso da abertura de mercado de maçã do Brasil ao Peru e de citros do Peru ao Brasil.

Até o momento, o país vizinho importava a fruta apenas do Chile, sendo o Brasil a segunda nação a acessar esse mercado.

“A boa relação comercial, e o presidente Lula fala isso todos os dias, é aquela que a gente vende e que também compra. Então, esse ato hoje nos mostra isso, que estamos sim vendendo nossos produtos, mas também comprando produtos peruanos”, iniciou o ministro Fávaro.

O embaixador Rómulo classificou o dia como histórico. “Faz três anos que o Brasil e o Peru não conseguiam assinar um acordo para acesso de produtos. Estamos muito felizes e agradecidos”, disse.

Uso de porto peruano pelo Brasil

Após a assinatura do acordo bilateral, o ministro conversou com toda delegação peruana sobre as relações entre ambas as nações. O Porto Chancay, construído pelo governo chinês no Peru e que também irá gerar oportunidades de escoação da produção brasileira, foi um dos tópicos abordados.

Atualmente, o Brasil é o maior parceiro comercial da China na América Latina. Entre os principais produtos exportados estão soja, milho, açúcar, carne bovina, carne de frango, celulose, algodão e carne suína in natura.

“O Brasil que tem um grande volume de exportação para a Ásia, em especial para China, usa a rota via Atlântico, que é muito mais longe. Essa conexão direta com a China será benéfica para agilizarmos as exportações de produtos do agro brasileiro”, pontuou Fávaro.

O embaixador peruano ainda relatou ao ministro Carlos Fávaro que os dados que ele teve é que, nos sete primeiros meses deste ano, o comércio pelo Porto de Tabatinga foram maiores que os últimos seis anos, e que com o Porto Chancay essas exportações devem melhorar ainda mais.



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Tecnologia 4.0 já é aplicada nas fazendas



A gestão de recursos e de equipes baseada em dados melhora a eficiência



A gestão de recursos e de equipes baseada em dados melhora a eficiência e produtividade
A gestão de recursos e de equipes baseada em dados melhora a eficiência e produtividade – Foto: Divulgação

As seis fazendas da Agrex do Brasil, subsidiária da Mitsubishi Corporation no setor agro, são referência em tecnologia, produtividade e sustentabilidade na produção de soja e milho nos estados do Maranhão, Tocantins e Piauí. Em visita recente, o COO Rafael Villarroel conferiu práticas sustentáveis como o uso exclusivo de fertilizantes biológicos, reforçando o compromisso da empresa com uma agricultura de baixo impacto ambiental. 

As fazendas possuem certificação RTRS e adotam manejos específicos para cada região, levando em conta pragas, clima e tipo de solo. A Agrex também investe em biofábricas, consórcios de gramíneas para cobertura do solo e energia solar, destacando seu foco em preservação.

Além disso, a empresa aplica tecnologia digital 4.0, que integra automação e otimiza processos, com maquinários avançados que permitem monitoramento em tempo real. A gestão de recursos e de equipes baseada em dados melhora a eficiência e produtividade. A tecnologia de monitoramento georreferenciado permite operação 24 horas durante o plantio e a colheita, assegurando máxima produtividade em cada safra. Essas práticas posicionam a Agrex como um modelo em inovação e sustentabilidade no agronegócio brasileiro.

“Trata-se de uma ferramenta de gestão e uma estratégia sustentável reconhecida e aplicável globalmente”, explica diretor de operações da organização, Rafael Villarroel. “Usamos ainda maquinários de última geração, que permitem o acompanhamento da operação em tempo real, além da gestão de recursos e pessoas baseada em dados, o que garante maior eficiência das propriedades.Com isso, nossas fazendas trabalham 24 horas durante os períodos de plantio e colheita, o que assegura à Agrex do Brasil chegar à máxima produtividade de cada safra”, arremata o diretor.  

 





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Isenção de tributos para defensivos agrícolas é discutida no STF



A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) discutiu nesta terça-feira (5) a isenção de tributos para defensivos agrícolas em audiência pública no Supremo Tribunal Federal (STF).

A Suprema Corte ouviu diversas instituições públicas e privadas para obter informações técnicas para o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5553, de relatoria do ministro Edson Fachin, que trata do assunto.

O diretor técnico da CNA, Bruno Lucchi, falou da importância da capacitação e assistência técnica ao produtor rural para uso dos produtos e de se levar em consideração os avanços realizados pelo Congresso Nacional na aprovação da reforma tributária.

Segundo ele, foram mais de 25 audiências públicas, debates e estudos apresentados para que o agronegócio brasileiro tivesse alíquota diferenciada, de 60%, assim como seus insumos.

Prejuízo aos produtores

Lucchi destacou que o produtor rural é usuário dos agroquímicos e “não teria problema em substituir essa tecnologia, caso a pesquisa avance”.

Porém, conforme o diretor, qualquer medida que vise a retirada dos benefícios tributários desses defensivos impactaria no aumento de preço do alimento ao consumidor, “porque vai aumentar o custo de produção ou a redução do uso, principalmente, por parte dos pequenos produtores, causando prejuízos para eles.”

O representante da CNA citou, inclusive, o trabalho do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) na realização de capacitações e Assistência Técnica e Gerencial para produtores rurais de todo o país, ações que contribuem para um uso mais eficiente dos agroquímicos.

“Capacitação e assistência técnica são nossos principais pilares para trabalhar como política pública e corrigir todos os possíveis problemas que nós temos na utilização desses produtos.”

De acordo com ele, a reforma tributária foi aprovada no ano passado, inserindo na Constituição uma alíquota diferenciada para o agro, com desconto de 60%.



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