sexta-feira, julho 24, 2026

Agro

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Previsão indica chuva de forte intensidade em 2 regiões; saiba quais



Saiba como o clima irá se comportar nesta quinta-feira (7) em todo o Brasil:

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Sul

A chuva aumenta em boa parte da faixa sul. A previsão é de muita nebulosidade e chuva de moderada a forte intensidade nos três estados da região. A única área que fica fora da rota da chuva é o sul do Rio Grande do Sul, onde o sol predomina.

Sudeste

A chuva avança novamente sobre o estado de São Paulo e a faixa oeste de Minas Gerais, com muita nebulosidade e chuva ao longo do dia. Nas demais áreas, incluindo a faixa central e leste de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, o sol aparece entre muitas nuvens, com previsão de pancadas isoladas de chuva.

Centro-Oeste

A chuva continuará presente nos quatro estados da região, com muita nebulosidade e fortes pancadas de chuva em Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e no Distrito Federal.

Nordeste

O tempo permanece instável na faixa sul do Maranhão, Piauí e oeste da Bahia, com previsão de pancadas de chuva de forte intensidade. Nas demais áreas, o sol predomina, com previsão de pancadas isoladas de chuva apenas entre o litoral da Bahia e o litoral do Rio Grande do Norte.

Norte

A chuva estará presente sobre o Amazonas, sul do Pará, Tocantins, leste do Acre, Rondônia e Roraima, com previsão de pancadas de chuva de forte intensidade ao longo do dia. Nas demais áreas, o sol aparece, mas há previsão de pancadas isoladas de chuva à tarde, devido ao calor e à umidade da região.



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governo acena com nova MP para socorro a agricultores



O governo acenou com novas medidas para socorrer agricultores gaúchos endividados por sucessivas secas e cuja situação se agravou após as inundações históricas de abril e maio.

O anúncio foi feito durante audiência pública conjunta de duas comissões da Câmara: a Comissão de Agricultura e a Comissão Externa sobre Danos Causados pelas Enchentes no Rio Grande do Sul. O debate durou mais de seis horas e mobilizou uma caravana de produtores rurais do Rio Grande do Sul nesta terça-feira (5).

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Coordenadora do Movimento SOS AGRO, Graziele de Camargo apontou dificuldade de acesso a créditos já disponibilizados e demora na implantação da Medida Provisória 1247/24, editada em julho, para repactuar as dívidas do setor. “Nós precisamos urgentemente de mais recursos e da retirada de toda a burocracia envolvida, para que aqueles que ainda estão aguardando também possam ter uma solução e continuem na atividade”, disse.

O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Wilson de Araújo, admitiu o aumento das linhas de financiamento via recursos do Fundo Social. As negociações para a edição de uma nova medida provisória já começaram com os Ministérios da Fazenda e da Casa Civil.

“Nós recebemos demandas do Banco do Brasil, do Sicredi, do Banrisul, dos demais agentes financeiros e do BNDES. O ministro Fávaro está fazendo um encaminhamento ao ministro Haddad e ao ministro Rui Costa, pedindo esse adicional no Fundo Social. Não tem outra forma de alocar esses recursos no momento”.

Assessor da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), Luís Pires citou a necessidade de liberação novas linhas de crédito, sobretudo do BNDES, para financiar novas safras ainda dentro do período apropriado de plantio. “Até agora, R$ 3,3 bilhões chegaram aos produtores, mas precisamos de R$ 19,5 bilhões a R$ 20 bilhões.”

Lérida Pavanelo, da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag-RS), criticou a exigência de validação dos prejuízos dos agricultores por meio de conselhos municipais, como prevê a atual medida provisória.

Um dos responsáveis pela política agrícola do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt listou uma série de medidas do governo para ajudar os produtores rurais gaúchos, como os descontos nas linhas de crédito do Pronaf e do Pronampe, beneficiando agricultores rurais e microempresários.

Porém, Bittencourt admitiu que nem todos foram atendidos, inclusive por causa de amarras impostas pela legislação mesmo diante da decretação de estado de emergência ou de calamidade.

“Ou você pensa numa medida que vai abrir para todo mundo – e, quando se abre para todo mundo, quem menos precisa é o mais beneficiado – ou você faz uma medida que é muito restritiva, apertando e dificultando o acesso. A Lei de Responsabilidade Fiscal não me deixa propor uma ação se não tiver uma estimativa, por mais que você tenha um decreto (de calamidade ou emergência)”.

Um dos organizadores da audiência, o deputado Afonso Hamm (PP-RS) identificou uma das falhas que devem ser corrigidas. “Os que tiveram maior prejuízo ficaram para o fim. Quando você deixa quem perdeu mais de 60% para o fim, está aí o grande problema. Por isso essa gritaria. Então, nós temos que fazer uma operação de guerra”.

A audiência também ouviu representantes de instituições financeiras que oferecem crédito emergencial no Rio Grande do Sul, como BNDES e Banrisul.

Paula Costa, da diretoria de agronegócios e agricultura familiar do Banco do Brasil, admitiu dificuldades operacionais, mas garantiu que a instituição já atendeu mais de 50 mil produtores rurais por meio das regras da medida provisória de julho.

“Na safra 24/25, a gente já desembolsou R$ 9 bilhões no estado: somos a primeira instituição financeira em desembolso no estado. E o potencial para atendimento aos produtores é de cerca de R$ 20 bilhões.”

O deputado Marcel van Hattem (Novo-RS), outro organizador do debate, apresentou o Projeto de Lei 4253/24, que regulamenta a concessão de desconto nas operações de crédito rural de custeio, investimento e industrialização para os gaúchos que tiveram perdas com os eventos climáticos extremos.



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projeto de lei inclui produto na merenda escolar



A Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) aprovou, nesta terça-feira (5), o Projeto de Lei nº 82/2023, que propõe a inclusão de mel na merenda escolar da rede estadual. A iniciativa, de autoria do deputado Armando Neto (PL), visa fornecer uma opção mais saudável para os alunos e fomentar a apicultura local..

O projeto determina que o mel seja adquirido por meio de apicultores locais, reforçando o apoio aos pequenos apicultores, agricultura familiar, economia popular solidária e por empreendimentos familiares rurais do estado. 

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Durante a sessão, o deputado Armando Neto explicou que a medida beneficia tanto os estudantes quanto os pequenos produtores, promovendo emprego e renda. “Esse projeto de lei será de grande valia, tanto para os pequenos produtores da agricultura familiar que produzem mel nesse estado quanto para servir nossa rede de ensino, seja na oportunidade de produzir o mel ou de ter para quem fornecer esse produto, gerando renda, emprego e receita para sua família e para o nosso Estado”, afirmou o parlamentar.

A proposta também destaca os benefícios nutricionais do mel, recomendado por nutricionistas como alternativa ao açúcar.

“A introdução do mel na alimentação escolar ganha especial importância pelo fato de ele ser adequado para a fase de crescimento de crianças e adolescentes e, além disso, poder ser utilizado para a substituição do açúcar em sucos e outros alimentos” acrescentou Armando Neto. Ainda de acordo com o parlamentar, o alimento também fortalece o sistema imunológico e a previne doenças como obesidade e diabetes.

O deputado Dr. Cláudio Cirurgião (União) também destacou que o mel, por ser rico em vitaminas e antioxidantes, pode ter efeitos preventivos a longo prazo, incluindo a redução do risco de doenças cardíacas e oncológicas. Segundo o parlamentar, introduzir o mel desde a infância contribui para a saúde futura dos alunos.

O presidente da ALE-RR, deputado Soldado Sampaio (Republicanos), parabenizou a iniciativa e ressaltou as vantagens econômicas da apicultura para o estado. 

“Enquanto uma colmeia produz em média cinco safras no Nordeste, aqui em Roraima produz oito. Além disso, uma pesquisa recente feita no Piauí classificou o mel roraimense como o primeiro em qualidade, justamente pela diversidade da nossa flora. Então nós precisamos incentivar essa produção e comercialização, agregando valor. Inclusive, já estamos negociando o mel do Estado com Suriname e Caribe, e despertamos o interesse da União Europeia também”, detalhou Sampaio.

Com a aprovação do Projeto de Lei nº 82/2023, a matéria segue para sanção pelo Poder Executivo.



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AgroNewsPolítica & Agro

Preços do trigo registraram queda



Movimento foi influenciado pela expansão da colheita e pelo aumento da oferta do grão




Foto: Canva

O mês de outubro foi marcado pelas quedas nos preços do trigo no mercado brasileiro. Segundo dados divulgados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o movimento foi influenciado pela expansão da colheita e pelo aumento da oferta do grão no mercado interno. Ainda com a elevação na disponibilidade do trigo nacional, os valores internos ainda estão acima dos de outubro de 2023, em termos reais.

O aumento da paridade de importação devido à valorização do dólar sobre o real também afeta o mercado, ainda conforme dados do Cepea, isso faz com que o preço de importação se mantenha em patamar elevado. No entanto, essa condição não foi suficiente para impedir a retração nos preços do trigo doméstico. Especialistas destacam que essa diferença entre o custo do produto importado e o doméstico pode gerar um cenário de maior competitividade para o trigo nacional.

A combinação entre a maior oferta interna e a alta do dólar sobre o real aponta para uma possível estabilidade nos preços ao consumidor nos próximos meses, enquanto o mercado absorve a nova safra.

 





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Vitória de Trump nas eleições presidenciais derruba preços da soja em Chicago; confira a análise



Os contratos da soja em grão registram preços mais baixos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado é pressionado pela vitória do republicano Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos e, como resultado, o dólar dispara frente a outras moedas, com a máxima de quatro meses. Essa valorização da moeda norte-americana é impulsionada pelo nacionalismo econômico defendido pelo novo presidente.

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Grão nos EUA

Um dólar mais forte torna o grão dos EUA mais caro no mercado externo, enquanto as tarifas propostas por Trump podem afetar o comércio agrícola do país. A soja, em particular, é sensível a esse cenário, pois depende das vendas para a China, seu maior importador.

Taxas de juros

Além disso, os investidores aguardam a decisão sobre a taxa de juros norte-americana desta quinta-feira (06) e as previsões de safra do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), que serão divulgadas na sexta-feira (08).

Contratos futuros da soja

Os contratos com vencimento em janeiro de 2025 operam cotados a US$ 9,85 3/4 por bushel, uma baixa de 16,00 centavos de dólar, ou 1,59%, em relação ao fechamento anterior.

Ontem (05), a soja fechou em alta para o grão e o farelo, mas registrou queda para o óleo. O mercado operava lentamente à espera das eleições presidenciais nos Estados Unidos.

A boa demanda pelo produto e a fraqueza do dólar frente a outras moedas atuaram como fatores de suporte. Além disso, os investidores se posicionaram diante do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura norte-americano, que será divulgado na sexta-feira.

Por fim, os contratos da soja em grão com entrega em janeiro de 2025 fecharam com alta de 4,50 centavos, ou 0,45%, a US$ 10,01 3/4 por bushel. A posição março/2025 teve cotação de US$ 10,14 3/4 por bushel, com ganho de 3,00 centavos, ou 0,29%.



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confira as notícias que afetam o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, explora os possíveis impactos econômicos das eleições nos EUA, avaliando cenários de vitória para Trump ou Kamala e como cada um pode afetar o comércio global e os mercados. Além disso, comenta as expectativas para o mercado brasileiro, que acompanha de perto a decisão do Copom sobre a Selic e o avanço das discussões fiscais no governo.



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Lula parabeniza Trump pela vitória e destaca importância do diálogo global


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva parabenizou Donald Trump nesta quarta-feira (6) por sua vitória nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, reconhecendo o resultado como “a voz do povo” e reforçando a importância do diálogo e da cooperação internacional.

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Em uma publicação nas redes sociais, Lula desejou sucesso ao presidente eleito, destacando a necessidade de trabalho conjunto para alcançar mais paz e prosperidade mundial. “Meus parabéns ao presidente Donald Trump pela vitória eleitoral e retorno à presidência dos Estados Unidos. A democracia é a voz do povo e ela deve ser sempre respeitada. O mundo precisa de diálogo e trabalho conjunto para termos mais paz, desenvolvimento e prosperidade”, escreveu o presidente brasileiro.

A declaração ocorre dias após Lula afirmar que sua preferência era pela candidata democrata Kamala Harris, por considerá-la uma escolha mais alinhada com a defesa da democracia global. No entanto, o presidente brasileiro enfatizou que respeita o processo democrático americano.

A vitória de Trump foi confirmada após ele garantir uma margem de votos suficientes no Colégio Eleitoral, consolidando seu retorno à Casa Branca. Em discurso para apoiadores na Flórida, Trump afirmou que seu novo mandato será “a era de ouro da América”, acompanhado por sua família e pelo vice-presidente eleito, o senador JD Vance.



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Chicago recua após eleições nos EUA, acompanhando valorização do dólar



Os contratos do trigo operam com preços significativamente mais baixos nas negociações da sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado é pressionado pela alta expressiva do dólar em relação a outras moedas, atingindo seu maior patamar em quatro meses, reflexo do resultado das eleições presidenciais dos Estados Unidos.

A moeda norte-americana dispara, impulsionada pelo nacionalismo econômico promovido pelo novo presidente. Com o fortalecimento do dólar, os grãos dos EUA perdem competitividade no mercado internacional, e as tarifas propostas pelo republicano Donald Trump podem impactar o comércio agrícola do país.

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Analistas internacionais acreditam que o impacto sobre o grão dos EUA devido as eleições pode ser temporário, especialmente com o trigo ainda relativamente barato.

Os contratos com vencimento em dezembro operam cotados a US$ 5,65 1/4 por bushel, baixa de 7,25 centavos de dólar, ou 1,26%, em relação ao fechamento anterior.

Ontem (05), o trigo encerrou com preços mais altos. O mercado foi sustentado pelas condições das lavouras nos Estados Unidos, que, embora tenham melhorado em relação à semana passada, ainda apresentam o segundo pior desempenho desde o início dos registros, em 1986.

Um movimento de recuperação técnica sobre as perdas acumuladas, aliado ao bom desempenho do petróleo em Nova York e à desvalorização do dólar frente a outras moedas, também contribui para o avanço dos preços.

No fechamento, os contratos com entrega em dezembro de 2024 eram cotados a US$ 5,72 1/2 por bushel, alta de 3,75 centavos de dólar, ou 0,65% em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em março de 2025 eram negociados a US$ 5,91 por bushel, ganho de 3,50 centavos, ou 0,59% em relação ao fechamento anterior.



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refletindo resultado das eleições presidenciais dos EUA, Chicago opera no vermelho



Os contratos do milho operam com preços mais baixos nas negociações da sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado reage aos resultados das eleições presidenciais dos Estados Unidos, com a vitória do republicano Donald Trump.

Em resposta, o dólar dispara frente a outras moedas, atingindo seu maior nível em quatro meses, impulsionado pelo nacionalismo econômico defendido pelo novo presidente. A possibilidade de novas barreiras comerciais com a China também reduz as perspectivas de exportação e exerce pressão sobre os preços.

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Com o dólar mais forte, o grão norte-americano perde competitividade no mercado internacional, e as tarifas propostas por Trump podem afetar o comércio agrícola dos EUA. Analistas ainda alertam para o risco de prejuízos nas relações comerciais com o México, um dos principais compradores do milho estadunidense.

Os contratos com vencimento em dezembro operam cotados a US$ 4,17 1/4 por bushel, baixa de 1,25 centavo de dólar, ou 0,29%, em relação ao fechamento anterior.

Ontem (05), o milho fechou com alta nos preços. O mercado foi sustentado pelos sinais de um aumento na demanda pelo cereal dos Estados Unidos. Além disso, os investidores aguardaram o resultado das eleições estadunidenses, avaliando também o momento de fraqueza do dólar frente a outras moedas correntes, a alta dos preços do petróleo em Nova York e o foco na definição da taxa de juros norte-americana.

Os contratos com entrega em dezembro de 2024 fecharam com alta de 2,00 centavos, ou 0,48%, cotados a US$ 4,18 1/2 por bushel. Os contratos com entrega em março de 2025 fecharam com avanço de 2,00 centavos, ou 0,46%, cotados a US$ 4,32 por bushel.



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AgroNewsPolítica & Agro

Inmet emite alerta para chuvas intensas no Sul do Brasil



Chuvas devem vir acompanhadas de ventos de 40 a 60 km/h




Foto: Pixabay

Nesta terça-feira (05.11), o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu um alerta de Perigo Potencial para chuvas intensas em diversas regiões do Sul do Brasil. O aviso é válido até às 23h59, abrangendo áreas de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná.

Conforme o Inmet, as precipitações podem variar entre 20 e 30 mm por hora ou até 50 mm ao longo do dia, acompanhadas por ventos de 40 a 60 km/h. Em caso de rajadas de vento, o instituto orienta que a população evite se abrigar debaixo de árvores, dado o risco de queda de galhos e descargas elétricas, e que não estacione veículos próximos a torres de transmissão ou placas de propaganda. O uso de aparelhos eletrônicos conectados à tomada também deve ser evitado.

O alerta inclui municípios nas regiões Serrana, Oeste e Norte de Santa Catarina, Grande Florianópolis, Noroeste e Nordeste do Rio Grande do Sul, Metropolitana de Porto Alegre e diversas regiões do Paraná, incluindo as áreas metropolitanas de Curitiba e regiões Oeste e Sudoeste do estado.


 





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