sexta-feira, julho 24, 2026

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preço do feijão preto cai para produtores e atacadistas, mas sobe no varejo



Movimento de queda ocorre após aumentos registrados em setembro




Foto: Canva

Segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária do Departamento de Economia Rural (Deral), publicado nesta quinta-feira (7), em outubro, os preços do feijão preto tiveram comportamento misto no mercado. Enquanto a remuneração para produtores e os valores no atacado recuaram, o preço no varejo registrou alta. A média do valor recebido pelos produtores no Paraná foi de R$ 267,79 por saca, uma queda de 13% em relação a setembro, quando o valor era de R$ 306,88. No atacado, o preço do fardo de 30 kg recuou 2%, de R$ 182,33 para R$ 179,12. Já no varejo, o pacote de 1 kg subiu 4%, passando de R$ 7,38 para R$ 7,68.

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Esse movimento de queda ocorre após aumentos expressivos registrados em setembro, impulsionados pela entressafra e exportações em alta. No mês passado, o preço ao produtor chegou a subir 30%, enquanto o atacado aumentou 11% e o varejo, 3%. Essa alta foi especialmente sentida no Paraná, principal estado produtor de feijão no Brasil, onde o período de entressafra e a baixa disponibilidade pressionaram os preços.

Outro fator relevante foi a chegada do feijão carioca vindo de outros estados, o que ajudou a frear novos aumentos no atacado e no varejo. Além disso, o feijão preto ainda está com preço superior ao carioca, uma situação incomum que também reflete o ajuste de mercado. Para as próximas safras, as condições climáticas têm favorecido o plantio no Paraná, o que promete uma boa colheita, com área cultivada em expansão, fator que pode contribuir para uma queda nos preços.





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em dia de USDA e realizando lucros, Chicago recua; semana ainda é positiva



Os contratos da soja em grão registram preços mais baixos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado realiza parte dos lucros acumulados ao longo da semana, após ter alcançado seu maior nível em quase um mês na sessão anterior, impulsionado pela recuperação nos mercados de óleo vegetal.

Até o momento, os contratos com vencimento em janeiro/25 ainda registram um ganho semanal de 2,7%.

De acordo com a Reuters, outro fator que influencia as cotações é a diminuição das preocupações de que uma guerra comercial com a China, desencadeada pelo novo presidente eleito Donald Trump, possa prejudicar as exportações agrícolas dos Estados Unidos. Traders apontam que as vendas provavelmente não serão afetadas até as colheitas do próximo verão e que os importadores podem, inclusive, aumentar as compras antes da posse de Trump em janeiro.

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Os investidores estão atentos à expectativa de que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reduza suas estimativas para a safra e os estoques finais de soja do ciclo 2024/25. O relatório mensal de oferta e demanda dos EUA e global será publicado nesta sexta-feira (08), às 14h.

Analistas consultados pelas agências internacionais apostam em estoques americanos de 535 milhões de bushels em 2024/25. Em outubro, a previsão do USDA foi de 550 milhões.

Para a produção, o mercado espera um número de 4,553 bilhões de bushels para 2024/25. Em outubro, o Departamento apontou safra de 4,582 bilhões de bushels.

Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2024/25 de 134 milhões de toneladas. Em outubro, o número ficou em 134,7 milhões. Para 2023/24, a expectativa do mercado é de número de 112,3 milhões, levemente abaixo dos 112,4 milhões indicados no mês passado.

Os contratos com vencimento em janeiro de 2025 operam cotados a US$ 10,20 1/4 por bushel, baixa de 6,00 centavos de dólar, ou 0,58%, em relação ao fechamento anterior.

Ontem (07), a soja fechou em forte alta, liderados pelos ganhos acima de 4% do óleo. Informações de menor produção de óleo de palma na Malásia e aquecimento na demanda por parte da Indonésia impulsionara as cotações do óleo. Além disso, há o sentimento de a vitória de Trump resultará em tarifas adicionais ao óleo recuperado da China, com maior procura doméstica nos Estados Unidos para fabricação de biodiesel.

A alta do óleo ajudou na recuperação do grão, também lastreada pela boa demanda por grãos americanos.

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com alta de 22,50 centavos de dólar, ou 2,24%, a US$ 10,26 1/4 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 10,37 1/2 por bushel, com ganho de 22,75 centavos, ou 2,24%.



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exportações de outubro são as maiores para o período



Apesar de terem caído em relação a setembro, as exportações brasileiras de carne de frango atingiram, em outubro, recordes tanto em volume como em receita para o mês, de acordo com a série histórica da Secex, iniciada em 1997. 

Foram 463,5 mil toneladas (incluindo produtos in natura e processados) embarcadas em outubro, queda de 4,4% frente ao mês anterior, mas expressivo aumento de 15,4% sobre outubro/23, segundo dados da Secex compilados pelo Cepea.

De janeiro a outubro, a quantidade escoada soma 4,38 milhões de toneladas, avanço de 2% em relação ao mesmo período de 2023. 

Além do bom desempenho das exportações, a demanda doméstica aquecida típica de início do mês (recebimento de salário) tem contribuído para elevar os preços internos da carne de frango, conforme apontam levantamentos do Cepea



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com novas quedas, preços voltam aos níveis de 2022



Em outubro, os preços da tilápia continuaram em queda em quase todas as praças acompanhadas pelo Cepea, voltando aos patamares observados em 2022. 

Pesquisadores do Cepea explicam que esse cenário é reflexo da oferta elevada de peixes e da demanda enfraquecida.

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Diante da alta disponibilidade interna, as exportações brasileiras de tilápia (filés e produtos secundários) aumentaram de forma expressiva. Segundo dados da Secex compilados pelo Cepea, foram 1,7 mil toneladas embarcadas em outubro, elevação de 8,1% frente ao mês anterior. Em relação ao mesmo período de 2023, o volume quase dobrou.



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IBPecan pede redução de impostos em reunião da Câmara Setorial da Noz Pecã


Uma proposta de redução no ICMS para a cadeia produtiva da noz pecã foi apresentada em reunião da Câmara Setorial da Noz Pecã, pelo Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan). Também foi encaminhado para debate, o pedido de padronização por parte do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para uniformização da pecan, com base nos padrões norte-americanos.

O presidente do IBPecan, Eduardo Basso, explicou que, quanto ao ICMS, o ideal é que fosse zerado, até para dar fôlego aos produtores e indústrias que sofreram severas perdas após o evento climático que assolou o Rio Grande do Sul. Contudo, a redução para 4%, conforme foi feito para a olivicultura, já satisfaz a cadeia. “Eu acho que é um bom exemplo para nós, já seria uma arrancada. E se a Câmara estiver de acordo, então essa é uma proposta objetiva. Daqui a 15 dias, se entendermos que os 4% é um caminho para nós, só iremos esperar a aprovação. Enquanto isso, esse documento que foi elaborado, que tem o estudo sobre o ICMS, também pode ser avaliado por todos no encaminhamento (à Secretaria Estadual da Fazenda), mas que seja uma proposta objetiva. Acredito que a redução para 4% já responde em grande parte o benefício que estamos buscando”, ponderou o presidente.

O instituto também apresentou, na reunião, solicitação quanto ao encaminhamento junto ao Ministério da Agricultura para uma padronização da pecan. A justificativa são as exigências de mercados internacionais e até mesmo o atendimento à crescente demanda por produtos de melhor qualidade pelo mercado interno. “Nós temos que começar a fazer com que esses padrões sejam conhecidos por todos. E na medida que conseguirmos essa disciplina, vamos poder organizar a qualidade, mesmo tendo pequenos produtores, e aqueles que, para a indústria, podem entregar nozes mal conservadas, mal secas, não atendendo a essas normas, a própria indústria tem dificuldade de dialogar com as pessoas. Então isso tem que ser conhecido e a forma que eu vejo de lentamente de melhorar o padrão internacional e nacional de qualidade”, disse Eduardo Basso. Ele lembrou que o México utiliza um sistema de pagamento que remunera melhor quem atinge determinado padrão de qualidade e que o mesmo pode ser aplicado no Brasil.

Ao final da reunião, que também elegeu Carlos Scheibe como novo coordenador e Demian Costa como subcoordenador por um período de dois anos, houve o encaminhamento das propostas debatidas. A Câmara Setorial deu prazo de 15 dias para as manifestações de produtores e indústria para depois disso elaborarem os documentos que serão encaminhados à Secretaria da Fazenda, para tratar do ICMS e ao Mapa, referente à padronização da pecan.





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Termine a semana sabendo as principais notícias econômicas do Brasil e do mundo


podcast PicPay diário econômico

No morning call desta sexta (8), o economista do PicPay Igor Cadilhac, destaca o corte de juros pelo Fed e a postura cautelosa de Powell.

No Brasil, as incertezas fiscais elevam a volatilidade, enquanto o mercado aguarda o IPCA de outubro e possíveis impactos na Selic em dezembro.

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Fórum de IA aborda inovação sustentável em Goiás



“Discutir a sustentabilidade energética na inteligência artificial é essencial”



“Discutir a sustentabilidade energética na inteligência artificial é essencial"
“Discutir a sustentabilidade energética na inteligência artificial é essencial” – Foto: Divulgação

A Campus Party Goiás (CPGoiás4), entre 27 de novembro e 1º de dezembro, receberá o primeiro Fórum do Marco Regulatório de Inteligência Artificial, abordando temas urgentes como sustentabilidade energética, educação e inovação. Em parceria com o Governo de Goiás, o fórum discutirá a importância de equilibrar a transformação digital com a preservação ambiental, reunindo especialistas para traçar diretrizes que integrem IA e sustentabilidade.

No dia 29, debates sobre o impacto da IA na geração e consumo de energia destacarão o painel “O Brasil pode ser protagonista no desenvolvimento de energias renováveis?”, com Ronaldo Lemos, Adriano da Rocha Lima e Igor Marchesini. Segundo Francesco Farruggia, presidente do Instituto Campus Party, é essencial buscar soluções que equilibrem inovação e preservação dos recursos naturais, pensando no futuro da tecnologia e do planeta.

O evento terá ainda oficinas na Sala do Futuro da IA, com o Cappra Institute e o ITS Rio, que trarão discussões sobre o desenvolvimento ético da IA. Em 30 de novembro, o painel “Inteligência Artificial na Educação” debaterá o impacto da IA no ensino, com a professora Débora Garofalo e representantes da educação em Goiás, explorando como a tecnologia pode transformar o aprendizado e a avaliação dos estudantes.

“Discutir a sustentabilidade energética na inteligência artificial é essencial para o futuro da tecnologia e do planeta. À medida que as aplicações de IA se expandem, o consumo de energia cresce na mesma proporção. É nosso dever buscar soluções que equilibrem inovação e preservação dos recursos naturais. No Fórum do Marco Regulatório de IA na Campus Party Goiás, queremos não só entender esses desafios, mas também traçar caminhos para um desenvolvimento mais consciente e sustentável da IA”, explica Francesco Farruggia, presidente do Instituto Campus Party.

 





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Inseticida amplia controle de pragas no setor sucroenergético



“A extensão da bula de Porcel fortalece o já robusto portfólio da companhia”



 Ele explicou ainda que o Porcel age na fase larval da broca
Ele explicou ainda que o Porcel age na fase larval da broca – Foto: Canva

O inseticida Porcel, da Albaugh, ampliou seu registro para incluir o combate à broca-da-cana (Diatraea saccharalis), além da cigarrinha-das-raízes (Mahanarva fimbriolata). A broca-da-cana é considerada uma das principais pragas da cana-de-açúcar, causando quebra dos colmos e permitindo a entrada de fungos que reduzem o rendimento da matéria-prima.

Nesse contexto, Nelson Azevedo, diretor de marketing da Albaugh, destaca que a extensão da bula fortalece o portfólio da empresa e amplia o espectro de controle de pragas importantes para a cana. Ele explicou ainda que o Porcel age na fase larval da broca, impedindo o desenvolvimento das pragas e reduzindo a postura de ovos e a fertilidade das fêmeas. O inseticida também se destaca pela carência de 30 dias, comparado aos 210 dias de outros produtos.

Com formulação mais amigável ao meio ambiente, o inseticida Porcel pode ser aplicado de forma terrestre ou aérea, proporcionando flexibilidade e economia de tempo aos produtores. A Albaugh, fundada em 1979, é uma empresa global com presença no Brasil e em diversos países, garantindo a qualidade e o fornecimento de soluções para o agronegócio.

“A extensão da bula de Porcel fortalece o já robusto portfólio da companhia e confere ao inseticida a condição de amplo espectro sobre pragas relevantes da cana-de-açúcar. Conta com registro para aplicação terrestre e aérea, devido à sua composição mais amigável, seletiva a polinizadores, Cotesia flavipes e outros inimigos naturais importantes de pragas da cana-de-açúcar”, conclui o diretor Azevedo.

 





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Empresas brasileiras estão presentes em feira internacional


A EIMA 2024, uma das maiores feiras de tecnologia agrícola do mundo, está acontecendo  em Bolonha, na Itália. O evento, considerado uma vitrine global para inovações no setor agro, contará com a participação de sete empresas brasileiras apoiadas pelo projeto Brazil Machinery Solutions (BMS). 

Esta iniciativa, fruto de uma parceria entre a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), visa fortalecer a imagem internacional das indústrias brasileiras e expandir suas oportunidades no competitivo mercado europeu.

Na EIMA 2024, empresas brasileiras como Globus, IBS Comex, Indústrias Colombo, J.Assy, Magnojet, São José Industrial e Vence Tudo apresentarão seus produtos para mais de 300 mil visitantes de 80 países, com o objetivo de fortalecer a imagem internacional e ampliar negócios na Europa. A EIMA, segunda maior feira agro da Europa, ocorrerá em Bolonha, com 1.700 expositores de 42 países e mais de 60 mil modelos de máquinas e equipamentos em exposição.

“A participação das fabricantes brasileiras de máquinas e equipamentos na EIMA 2024 reforça o papel fundamental que o Brasil desempenha no cenário global da tecnologia agrícola. A EIMA, uma das principais vitrines mundiais para as inovações no setor, oferece uma plataforma estratégica para que nossas empresas possam apresentar suas soluções avançadas, promovendo o desenvolvimento da cadeia produtiva agrícola”, comenta Paulo Guerra, Gerente de Relações Institucionais e Promoção Comercial da ABIMAQ.

A presença brasileira neste evento internacional destaca a competitividade e a capacidade de inovação das nossas indústrias, além de fortalecer parcerias globais e abrir novas oportunidades de negócios em mercados-chave como a Itália, o norte do continente africano e o leste europeu”, conclui.

 





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Imea mantém estimativa de produção em 45,54 milhões de toneladas



Área destinada ao cultivo do milho está estimada em 6,79 milhões de hc




Foto: Divulgação

A segunda estimativa de safra do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), indica a manutenção das projeções para a área plantada e produção de milho em Mato Grosso para o ciclo 2024/25. De acordo com o levantamento, a área destinada ao cultivo do milho está estimada em 6,79 milhões de hectares, refletindo as incertezas climáticas que impactaram a semeadura da soja e devem postergar sua colheita.

Atrasos na semeadura da soja estão entre os fatores que levaram o Imea a manter suas estimativas. Com a colheita da soja sendo adiada, espera-se que uma menor área de milho seja semeada dentro do período ideal, o que pode afetar o rendimento. Mesmo com a alta recente nos preços do milho, o Instituto destacou que as margens continuam apertadas para os produtores. Em algumas regiões, os preços futuros ainda não são suficientes para cobrir o custo operacional efetivo, o que gera apreensão no setor.

No que se refere à produtividade, o Imea manteve a projeção em 111,74 sacas por hectare. As condições climáticas, a possível incidência de pragas e doenças, além dos investimentos necessários em sementes e adubação, são apontados como fatores que podem impactar o rendimento final da safra. Diante desse cenário, a estimativa de produção de milho para Mato Grosso segue estável, com projeção de 45,54 milhões de toneladas para o ciclo.





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