quinta-feira, julho 23, 2026

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Milho brasileiro é o mais caro entre os países concorrentes; e agora, o que esperar dos preços?


O último relatório de Oferta e Demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado na sexta-feira (8), trouxe cortes à produção norte-americana do cereal, de 386,1 para 384,6 milhões de toneladas, em área de 36,7 milhões de hectares.

Outro fato internacional que chamou a atenção do mercado na semana passada foi a vitória de Donald Trump nas eleições estadunidenses, o que aumentou as expectativas de uma nova guerra comercial entre o país e a China.

Tal fato, de acordo com analistas, incluindo os da plataforma Grão Direto, pode favorecer o preço do milho no Brasil, com os asiáticos direcionando mais suas compras para o mercado brasileiro.

Preços do milho

Em termos de preços, o cereal finalizou a semana cotado a US$ 4,31 por bushel em Chicago, registrando uma alta de 3,86% para o contrato com vencimento em dezembro de 2024.

Já no Brasil, na B3, o preço do milho também apresentou valorização, com um aumento de 1,11%, fechando a R$ 73,86 por saca no contrato de novembro de 2024. No mercado físico, os preços variaram, com uma combinação de altas e baixas ao longo do país, predominando as altas.

E agora, o que esperar do mercado?

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Foto: Adelino Vargas/Canal Rural Mato Grosso
  • Exportações brasileiras: atualmente, o milho brasileiro é o mais caro entre os países concorrentes, o que justifica o ritmo lento das exportações até o momento, avalia a Grão Direto. O acumulado até outubro está cerca de 30% abaixo do registrado no mesmo período do ano anterior. “Se esse ritmo persistir, o Brasil poderá encerrar o ano com pouco mais de 40 milhões de toneladas exportadas, ficando abaixo do volume da safra 2020/21. Apesar dessa queda considerável, o total ainda deve superar a média dos últimos cinco anos, que foi de aproximadamente 40 milhões de toneladas”.
  • Exportações norte-americanas: embora o milho brasileiro esteja com pouca atratividade comercial, o cereal dos Estados Unidos é, atualmente, um dos mais baratos do mercado mundial. De acordo com a Grão Direto, essa vantagem de preço tem impulsionado as exportações do país, conforme o relatório semanal do USDA. Segundo o órgão, os norte-americanos já comprometeram cerca de 28,5 milhões de toneladas para o ano-safra atual, em comparação com 19,2 milhões no mesmo período do ano passado, representando um crescimento de 40%. “A expectativa é que os Estados Unidos encerrem a safra com 59 milhões de toneladas, reforçando sua liderança global no setor”.

Com base nesses indicativos, a plataforma acredita que o mercado do milho terá mais uma semana positiva no Brasil, seguindo a tendência da última semana.



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confira as expectativas e projeções atualizadas para a safra 24/25



A safra de soja dos EUA foi revista para 121,4 milhões de toneladas, uma redução de 3,3 milhões em relação à estimativa anterior de 124,7 milhões. Isso gerou um impacto nos estoques finais e aumentou a volatilidade nas cotações da soja, afetando também os preços no Brasil.

Segundo a plataforma Grão Direto, nos contratos futuros de Chicago, o contrato para novembro de 2024 subiu 3,35%, fechando a US$ 10,17 por bushel. Já o contrato com vencimento em março de 2025 teve alta de 3,47%, encerrando a US$ 10,44 por bushel. No Brasil, a valorização foi mais moderada devido à queda de 2,21% do dólar, que fechou a R$ 5,74.

O Brasil elevou a taxa Selic para 11,25% ao ano, enquanto os EUA reduziram a taxa em 0,25 ponto percentual, para uma faixa entre 4,50% e 4,75%. A queda no valor do dólar frente ao real impactou as cotações da soja brasileira, limitando as valorizações observadas em Chicago.

Eleições nos EUA

A vitória de Donald Trump nas eleições norte-americanas gerou incertezas no mercado, especialmente pela possibilidade de agravamento da guerra comercial com a China. Se isso ocorrer, o Brasil pode ser beneficiado com um aumento das exportações de soja e milho, caso a China reduza suas compras dos EUA, mas isso também pode pressionar para baixo as cotações em Chicago.

Perspectivas do mercado do grão

O plantio da safra 2024/25 está em ritmo acelerado no Brasil. Até o início de novembro, 53,3% da área foi semeada, avanço superior ao registrado no mesmo período de 2023. Em Mato Grosso, aproximadamente 90% da área foi plantada.

A colheita será quase simultânea nas principais regiões, o que pode gerar congestionamento nos armazéns e portos, pressionando negativamente os prêmios, como ocorreu na safra 2020/21.

Além disso, a relação entre EUA e China continua sendo um fundamental. Se Trump intensificar as tensões comerciais com Pequim, o Brasil pode aproveitar a redução das compras chinesas da soja americana. Isso abriria oportunidades para o Brasil, mas, ao mesmo tempo poderia pressionar os preços na Bolsa de Chicago, com a valorização do câmbio e dos prêmios de exportação compensando a queda nos preços de Chicago.

O clima favorável para o desenvolvimento da safra 2024/25, especialmente no Centro-Oeste, deve continuar favorecendo o crescimento da soja. No entanto, a região Sul pode enfrentar chuvas menos frequentes nas próximas semanas, sem, contudo, gerar grandes preocupações até o momento.

Análise gráfica

A semana passada foi marcada pela volatilidade nos preços da soja. Após a redução das estimativas de safra dos EUA, o contrato para janeiro de 2025 (F25) alcançou US$ 10,44 por bushel, mas fechou em US$ 10,30. Esse nível de US$ 10,30 é importante tecnicamente. Caso o preço continue acima deste patamar, pode testar resistências nos níveis de US$ 10,55, US$ 10,77 e US$ 11,07 por bushel. Se o preço cair abaixo de US$ 10,30, pode buscar suportes em US$ 10,06, US$ 9,93, US$ 9,83 e US$ 9,70 por bushel.

O mercado de soja continuará sendo influenciado por fatores internos e externos, incluindo a evolução das tensões comerciais entre os EUA e a China, o ritmo do plantio da soja no Brasil e as previsões climáticas.

Com a possibilidade de uma ampliação das exportações brasileiras para a China devido a uma eventual redução das compras de soja dos EUA, o Brasil segue bem posicionado, mas desafios logísticos, como o congestionamento de portos, podem impactar a exportação. Além disso, a relação entre o dólar e o real, e as cotações na Bolsa de Chicago, serão importantes para os preços da soja no Brasil.



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AgroNewsPolítica & Agro

Negociações da soja brasileira estão em alta



Movimentação facilitou a competitividade do produto brasileiro




Foto: Pixabay

Segundo o boletim informativo do Cepea, as negociações com soja no Brasil permanecem aquecidas, em função da forte demanda das indústrias esmagadoras locais. A intensa movimentação elevou os prêmios de exportação da oleaginosa, e assim  facilitou a crescente competitividade do produto brasileiro no mercado internacional.

Os Pesquisadores do Cepea ainda destacam que, embora os preços internos estejam em alta, a valorização foi limitada por alguns fatores. Como o progresso na semeadura da safra 2024/25 na América do Sul, a proximidade do término da colheita no Hemisfério Norte e a recente desvalorização do dólar em relação ao real, que torna os produtos brasileiros relativamente mais caros para o mercado externo.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou quue, a semeadura da soja no Brasil já atingiu 53,3% da área total prevista, até o dia 3 de novembro, um avanço significativo em comparação aos 48,4% registrados no mesmo período do ano passado. Esse ritmo acelerado de plantio reflete as condições climáticas favoráveis e a busca dos produtores por aproveitar janelas ideais de cultivo, o que pode ter impactos diretos na produtividade e no preço futuro da soja brasileira.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Milho deve se manter em alta nas próximas semanas



Cenário é impulsionado pela forte demanda interna




Foto: Divulgação

Conforme dados divulgados pelo boletim informativo do Cepea, os preços domésticos do milho estão em uma tendência de alta no início do mês de novembro. O cenário é impulsionado pela forte demanda interna, já que muitos consumidores buscam recompor seus estoques, o que contribui para a valorização do cereal no mercado brasileiro. A expectativa é de que essa situação permaneça nas próximas semanas, considerando a necessidade de reposição de estoques por parte de compradores.

Os vendedores por sua vez, estão adotando uuma postura de maior cautela nas negociações, priorizando o trabalho no campo e o avanço da semeadura da safra de verão. Ainda conforme o Cepea, essa estratégia permite que os produtores aguardem condições mais favoráveis de comercialização e evitem vendas precipitadas, especialmente em um cenário de alta demanda. O plantio da safra de verão está ocorrendo em boas condições climáticas, o que reduz as preocupações com possíveis atrasos para a segunda safra de milho em 2025, que precisa ser plantada dentro de uma janela ideal para garantir melhores resultados produtivos.

Conforme informações da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), até o dia 3 de novembro, cerca de 42,1% da área destinada ao milho na safra de verão já havia sido semeada no Brasil, representando um avanço de 5,3 pontos percentuais em relação à semana anterior e 1,9 pontos percentuais acima do índice registrado no mesmo período de 2023. 





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França eleva nível de risco com aumento de casos gripe aviária na Europa



O governo francês aumentou o grau de risco para a gripe aviária de alta patogenicidade de “moderado” para “alto”, desde o sábado (9), segundo decreto publicado na sexta-feira (8). O Ministério da Agricultura atribuiu a mudança à evolução de casos na pecuária e em animais selvagens na Europa.

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Com a atualização, o ministério reforça medidas de prevenção em criações, como o isolamento de aves mantidas em estabelecimentos com menos de 50 animais e a proibição de aglomerações entre aves domésticas e aves de cativeiro.

De acordo com o comunicado do ministério, na temporada 2024/25, os primeiros surtos da doença foram detectados na França em agosto.

Até o momento, o país registrou seis surtos de gripe aviária na temporada, segundo atualização da Organização Mundial da Saúde Animal (OMSA).



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com menor safra dos EUA, Chicago apresenta ganhos



Nesta segunda-feira (11), a sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja apresenta preços mais altos para o grão e farelo, enquanto o óleo registra uma leve queda.

Segundo a Safras & Mercado, o mercado encontra suporte na revisão para baixo da safra de soja nos Estados Unidos, conforme o relatório de novembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado na última sexta-feira.

USDA

O USDA projetou a safra de soja norte-americana para o ciclo 2024/25 em 4,461 bilhões de bushels (121,4 milhões de toneladas), número abaixo das expectativas do mercado, que estimava 4,553 bilhões de bushels (123,9 milhões de toneladas).

Em comparação, a estimativa de outubro era de 4,582 bilhões de bushels (124,7 milhões de toneladas). Esse ajuste para baixo reforçou as preocupações sobre a produção de soja nos EUA, especialmente após os impactos climáticos adversos durante a temporada.

Os estoques finais da soja também foram revistos para baixo, com projeção de 470 milhões de bushels (12,8 milhões de toneladas), em comparação aos 535 milhões de bushels (14,56 milhões de toneladas) que o mercado esperava. Em outubro, os estoques finais estavam estimados em 550 milhões de bushels (14,97 milhões de toneladas).

Preços

Com a redução da safra projetada e os estoques em níveis mais baixos, os preços do grão e do farelo avançaram na CBOT. O contrato de soja com vencimento em janeiro de 2025 registrou preço de US$ 10,35 por bushel, alta de 4,75 centavos de dólar por bushel, ou 0,46%. Já a posição para março de 2025 foi cotada a US$ 10,47 por bushel, com ganho de 3,50 centavos de dólar por bushel, ou 0,33%.

No mercado do farelo de soja, o contrato de dezembro de 2024 foi negociado a US$ 299,70 por tonelada, avançando US$ 3,50 por tonelada, ou 1,18%. Por outro lado, o contrato de óleo de soja para dezembro de 2024 registrou queda, sendo cotado a 48,56 centavos de dólar por libra-peso, retração de 0,29 centavo de dólar por libra-peso, ou -0,59%.



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frente fria traz chuva no Sul e calor no Norte



Saiba como o clima irá se comportar nesta terça-feira (12) em todo o Brasil:

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Sul

A frente fria segue avançando pela região, favorecendo céu nublado e pancadas de chuva no decorrer do dia entre o centro-norte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e centro-sul do Paraná. Em áreas no norte, noroeste e nordeste paranaense, as pancadas de chuva ocorrem de forma mais isolada, enquanto no oeste e campanha gaúcha o predomínio é de tempo firme. A temperatura começa a diminuir no estado gaúcho.

Sudeste

Os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo terão sol e não há previsão de chuva. Algumas instabilidades ainda podem se formar sobre as regiões norte, oeste, sul e Triângulo Mineiro, além do sul, faixa leste e nordeste de São Paulo. A sensação será de tempo abafado.

Centro-Oeste

Mato Grosso, Goiás e norte e noroeste de Mato Grosso do Sul terão tempo nublado e chuva a qualquer hora, podendo ser forte. No centro-sul de Mato Grosso do Sul e faixa leste de Goiás, as pancadas de chuva serão mais isoladas, mas podem vir acompanhadas de trovoadas. A sensação será de tempo mais abafado.

Nordeste

Chuva continua no interior da Região com até forte intensidade, a maior quantidade de água deve cair sobre o interior dos estados do Piauí e Maranhão. Entre as capitais Salvador e Natal, previsão de chuva passageira e tempo abafado.

Norte

Há previsão de pancadas de chuva em praticamente toda a região. O calor e a alta umidade, juntos, formam essas nuvens carregadas. À tarde, o risco de chuva forte é maior. O tempo continuará abafado e quente.



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Previsão de alta do PIB de 2024 segue em 3,10% no Focus do BC



A mediana das projeções do mercado financeiro no relatório Focus do Banco Central para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2024 se manteve em 3,10%, ainda aquém das estimativas do Banco Central e do Ministério da Fazenda, de 3,20%. Considerando apenas as 111 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a mediana passou de 3,10% para 3,12%.

A estimativa intermediária para 2025 passou de 1,93% para 1,94%, de 1,93% de um mês antes, apesar da expectativa de um ciclo maior de aumento de juros. Considerando apenas as 107 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a mediana passou de 1,97% para 1,95%.

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Os economistas do mercado não alteraram as projeções de crescimento da economia em 2026 e 2027. Ambas permaneceram em 2,0%, como já estão há 66 e 68 semanas, respectivamente.



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AgroNewsPolítica & Agro

Exportação de milho: Comportamento de prêmios



Essa dinâmica de preços e oferta continua a influenciar os mercados internacionais



Em relação ao mercado argentino, o preço do milho disponível se manteve em A$ 180 mil/t
Em relação ao mercado argentino, o preço do milho disponível se manteve em A$ 180 mil/t – Foto: Freepik

Segundo a TF Agroeconômica, o mercado de milho no Brasil continua com compradores focados nas exportações de janeiro e julho. Os vendedores mantiveram seus preços de prêmio, enquanto os compradores mostraram interesse em melhorar os preços para janeiro. No Paraná, os prêmios de venda para o milho de Paranaguá se mantiveram estáveis, com exceção de um aumento de 5 pontos no prêmio de janeiro, que passou para 135 (+0) SC, enquanto o prêmio de julho/agosto ficou em 88 (+0).

No mercado chinês, o preço do milho caiu 25 CNY/t para novembro e 24 CNY/t para janeiro, refletindo uma retração no mercado de grãos. Já os preços do amido de milho mostraram uma queda de 31 CNY/t para novembro, mas uma leve alta de 13 CNY/t para janeiro. Por outro lado, o preço dos ovos teve um aumento de 12 CNY/500kg para novembro e de 8 CNY/500kg para dezembro. No entanto, as cotações de suíno apresentaram uma queda de 45 CNY/t para novembro e 56 CNY/t para janeiro, indicando uma pressão no setor de proteína animal.

Em relação ao mercado argentino, o preço do milho disponível se manteve em A$ 180 mil/t, enquanto a oferta para entrega contratual aumentou para A$ 185 mil/t, com algumas negociações específicas atingindo até A$ 190 mil/t. O preço do milho no MATBA (Mercado a Término de Buenos Aires) também subiu, passando para US$ 189,30 para abril, um aumento em relação aos US$ 188,00 anteriores, mas ainda abaixo do valor registrado em Chicago, que foi de US$ 169,68.

Essa dinâmica de preços e oferta continua a influenciar os mercados internacionais, especialmente com as variações nos preços do milho e seus derivados, refletindo as condições do mercado interno e as expectativas para os próximos meses.

 





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demanda firme mantém negócios aquecidos



Impulsionadas pela firme demanda por parte de indústrias esmagadoras domésticas, as negociações envolvendo a soja seguem aquecidas no Brasil.

Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário elevou os prêmios de exportação da oleaginosa no país na última semana.

Por outro lado, a alta no preço doméstico foi limitada pelo avanço na semeadura da safra 2024/25 na América do Sul, pela proximidade da finalização da colheita no Hemisfério Norte e pela desvalorização do dólar frente ao Real.

De acordo com a Conab, 53,3% da área nacional havia sido semeada até 3 de novembro, acima dos 48,4% há um ano.



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