quarta-feira, julho 22, 2026

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Milho deve se manter em alta nas próximas semanas



Cenário é impulsionado pela forte demanda interna




Foto: Divulgação

Conforme dados divulgados pelo boletim informativo do Cepea, os preços domésticos do milho estão em uma tendência de alta no início do mês de novembro. O cenário é impulsionado pela forte demanda interna, já que muitos consumidores buscam recompor seus estoques, o que contribui para a valorização do cereal no mercado brasileiro. A expectativa é de que essa situação permaneça nas próximas semanas, considerando a necessidade de reposição de estoques por parte de compradores.

Os vendedores por sua vez, estão adotando uuma postura de maior cautela nas negociações, priorizando o trabalho no campo e o avanço da semeadura da safra de verão. Ainda conforme o Cepea, essa estratégia permite que os produtores aguardem condições mais favoráveis de comercialização e evitem vendas precipitadas, especialmente em um cenário de alta demanda. O plantio da safra de verão está ocorrendo em boas condições climáticas, o que reduz as preocupações com possíveis atrasos para a segunda safra de milho em 2025, que precisa ser plantada dentro de uma janela ideal para garantir melhores resultados produtivos.

Conforme informações da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), até o dia 3 de novembro, cerca de 42,1% da área destinada ao milho na safra de verão já havia sido semeada no Brasil, representando um avanço de 5,3 pontos percentuais em relação à semana anterior e 1,9 pontos percentuais acima do índice registrado no mesmo período de 2023. 





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França eleva nível de risco com aumento de casos gripe aviária na Europa



O governo francês aumentou o grau de risco para a gripe aviária de alta patogenicidade de “moderado” para “alto”, desde o sábado (9), segundo decreto publicado na sexta-feira (8). O Ministério da Agricultura atribuiu a mudança à evolução de casos na pecuária e em animais selvagens na Europa.

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Com a atualização, o ministério reforça medidas de prevenção em criações, como o isolamento de aves mantidas em estabelecimentos com menos de 50 animais e a proibição de aglomerações entre aves domésticas e aves de cativeiro.

De acordo com o comunicado do ministério, na temporada 2024/25, os primeiros surtos da doença foram detectados na França em agosto.

Até o momento, o país registrou seis surtos de gripe aviária na temporada, segundo atualização da Organização Mundial da Saúde Animal (OMSA).



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com menor safra dos EUA, Chicago apresenta ganhos



Nesta segunda-feira (11), a sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja apresenta preços mais altos para o grão e farelo, enquanto o óleo registra uma leve queda.

Segundo a Safras & Mercado, o mercado encontra suporte na revisão para baixo da safra de soja nos Estados Unidos, conforme o relatório de novembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado na última sexta-feira.

USDA

O USDA projetou a safra de soja norte-americana para o ciclo 2024/25 em 4,461 bilhões de bushels (121,4 milhões de toneladas), número abaixo das expectativas do mercado, que estimava 4,553 bilhões de bushels (123,9 milhões de toneladas).

Em comparação, a estimativa de outubro era de 4,582 bilhões de bushels (124,7 milhões de toneladas). Esse ajuste para baixo reforçou as preocupações sobre a produção de soja nos EUA, especialmente após os impactos climáticos adversos durante a temporada.

Os estoques finais da soja também foram revistos para baixo, com projeção de 470 milhões de bushels (12,8 milhões de toneladas), em comparação aos 535 milhões de bushels (14,56 milhões de toneladas) que o mercado esperava. Em outubro, os estoques finais estavam estimados em 550 milhões de bushels (14,97 milhões de toneladas).

Preços

Com a redução da safra projetada e os estoques em níveis mais baixos, os preços do grão e do farelo avançaram na CBOT. O contrato de soja com vencimento em janeiro de 2025 registrou preço de US$ 10,35 por bushel, alta de 4,75 centavos de dólar por bushel, ou 0,46%. Já a posição para março de 2025 foi cotada a US$ 10,47 por bushel, com ganho de 3,50 centavos de dólar por bushel, ou 0,33%.

No mercado do farelo de soja, o contrato de dezembro de 2024 foi negociado a US$ 299,70 por tonelada, avançando US$ 3,50 por tonelada, ou 1,18%. Por outro lado, o contrato de óleo de soja para dezembro de 2024 registrou queda, sendo cotado a 48,56 centavos de dólar por libra-peso, retração de 0,29 centavo de dólar por libra-peso, ou -0,59%.



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frente fria traz chuva no Sul e calor no Norte



Saiba como o clima irá se comportar nesta terça-feira (12) em todo o Brasil:

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Sul

A frente fria segue avançando pela região, favorecendo céu nublado e pancadas de chuva no decorrer do dia entre o centro-norte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e centro-sul do Paraná. Em áreas no norte, noroeste e nordeste paranaense, as pancadas de chuva ocorrem de forma mais isolada, enquanto no oeste e campanha gaúcha o predomínio é de tempo firme. A temperatura começa a diminuir no estado gaúcho.

Sudeste

Os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo terão sol e não há previsão de chuva. Algumas instabilidades ainda podem se formar sobre as regiões norte, oeste, sul e Triângulo Mineiro, além do sul, faixa leste e nordeste de São Paulo. A sensação será de tempo abafado.

Centro-Oeste

Mato Grosso, Goiás e norte e noroeste de Mato Grosso do Sul terão tempo nublado e chuva a qualquer hora, podendo ser forte. No centro-sul de Mato Grosso do Sul e faixa leste de Goiás, as pancadas de chuva serão mais isoladas, mas podem vir acompanhadas de trovoadas. A sensação será de tempo mais abafado.

Nordeste

Chuva continua no interior da Região com até forte intensidade, a maior quantidade de água deve cair sobre o interior dos estados do Piauí e Maranhão. Entre as capitais Salvador e Natal, previsão de chuva passageira e tempo abafado.

Norte

Há previsão de pancadas de chuva em praticamente toda a região. O calor e a alta umidade, juntos, formam essas nuvens carregadas. À tarde, o risco de chuva forte é maior. O tempo continuará abafado e quente.



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Previsão de alta do PIB de 2024 segue em 3,10% no Focus do BC



A mediana das projeções do mercado financeiro no relatório Focus do Banco Central para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2024 se manteve em 3,10%, ainda aquém das estimativas do Banco Central e do Ministério da Fazenda, de 3,20%. Considerando apenas as 111 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a mediana passou de 3,10% para 3,12%.

A estimativa intermediária para 2025 passou de 1,93% para 1,94%, de 1,93% de um mês antes, apesar da expectativa de um ciclo maior de aumento de juros. Considerando apenas as 107 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a mediana passou de 1,97% para 1,95%.

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Os economistas do mercado não alteraram as projeções de crescimento da economia em 2026 e 2027. Ambas permaneceram em 2,0%, como já estão há 66 e 68 semanas, respectivamente.



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Exportação de milho: Comportamento de prêmios



Essa dinâmica de preços e oferta continua a influenciar os mercados internacionais



Em relação ao mercado argentino, o preço do milho disponível se manteve em A$ 180 mil/t
Em relação ao mercado argentino, o preço do milho disponível se manteve em A$ 180 mil/t – Foto: Freepik

Segundo a TF Agroeconômica, o mercado de milho no Brasil continua com compradores focados nas exportações de janeiro e julho. Os vendedores mantiveram seus preços de prêmio, enquanto os compradores mostraram interesse em melhorar os preços para janeiro. No Paraná, os prêmios de venda para o milho de Paranaguá se mantiveram estáveis, com exceção de um aumento de 5 pontos no prêmio de janeiro, que passou para 135 (+0) SC, enquanto o prêmio de julho/agosto ficou em 88 (+0).

No mercado chinês, o preço do milho caiu 25 CNY/t para novembro e 24 CNY/t para janeiro, refletindo uma retração no mercado de grãos. Já os preços do amido de milho mostraram uma queda de 31 CNY/t para novembro, mas uma leve alta de 13 CNY/t para janeiro. Por outro lado, o preço dos ovos teve um aumento de 12 CNY/500kg para novembro e de 8 CNY/500kg para dezembro. No entanto, as cotações de suíno apresentaram uma queda de 45 CNY/t para novembro e 56 CNY/t para janeiro, indicando uma pressão no setor de proteína animal.

Em relação ao mercado argentino, o preço do milho disponível se manteve em A$ 180 mil/t, enquanto a oferta para entrega contratual aumentou para A$ 185 mil/t, com algumas negociações específicas atingindo até A$ 190 mil/t. O preço do milho no MATBA (Mercado a Término de Buenos Aires) também subiu, passando para US$ 189,30 para abril, um aumento em relação aos US$ 188,00 anteriores, mas ainda abaixo do valor registrado em Chicago, que foi de US$ 169,68.

Essa dinâmica de preços e oferta continua a influenciar os mercados internacionais, especialmente com as variações nos preços do milho e seus derivados, refletindo as condições do mercado interno e as expectativas para os próximos meses.

 





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demanda firme mantém negócios aquecidos



Impulsionadas pela firme demanda por parte de indústrias esmagadoras domésticas, as negociações envolvendo a soja seguem aquecidas no Brasil.

Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário elevou os prêmios de exportação da oleaginosa no país na última semana.

Por outro lado, a alta no preço doméstico foi limitada pelo avanço na semeadura da safra 2024/25 na América do Sul, pela proximidade da finalização da colheita no Hemisfério Norte e pela desvalorização do dólar frente ao Real.

De acordo com a Conab, 53,3% da área nacional havia sido semeada até 3 de novembro, acima dos 48,4% há um ano.



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COP29 começa no Azerbaijão em meio a incertezas sobre financiamento



Começa hoje (11), em Baku, no Azerbaijão, a 29ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP29), dando início à nova rodada de negociações globais em busca de manter o aumento da temperatura do planeta abaixo de 1,5 grau Celsius (ºC), conforme o Acordo de Paris.

A COP29 prossegue até o dia 22 de novembro. Este ano, o encontro, que já é considerado a “COP do financiamento”, tem como um dos principais objetivos estabelecer uma Nova Meta Quantificada Global de Finanças (NCQG, na sigla em inglês). Na prática, significa definir um novo valor e de onde virão os recursos em substituição ao último acordo, que previa US$ 100 bilhões anuais entre 2020 e 2025.

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Na análise do presidente da instituição de pesquisa World Resources Institute (WRI), Aniruddha Dasgupta, o que já está claro é que há uma demanda por US$ 1 trilhão ao ano, que precisa ser transferida dos países mais ricos aos menos ricos, para que ocorra uma transição global em busca da segurança climática. A ideia é que metade, US$ 500 bilhões, tenha financiamento público internacional e a outra metade, financiamento privado.

“Os países em desenvolvimento não conseguem atender à meta de transição se não receberem financiamento externo. Isso é crítico. E, se esses países não fizerem essa transição, há um impacto direto para todos no mundo, não somente para esses países”, explica.

Segundo Dasgupta, embora a cifra pareça alta, representa menos de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) global. Ele acrescenta que o repasse aos países menos desenvolvidos não é caridade e sim algo que precisa ser feito pela humanidade e pelo planeta. “Na verdade, os países do Sul Global [menos desenvolvidos] gastaram US$ 1,4 trilhão em mudanças climáticas de recursos próprios.”

Os debates acerca desse valor apontam que a demanda pelo recurso ocorrerá por camadas, e o sucesso das negociações em Baku será apenas o início de um ciclo. Segundo a diretora global de Programa de Clima Economia e Finanças da WRI, Melanie Robinson, existe uma lacuna entre a necessidade e a realidade, o que leva à condução de uma estratégia que prevê o desenho do financiamento climático com as seguintes etapas: US$ 200 bilhões até 2030 e US$ 400 bilhões até 2035.

Para ser efetivo, esse desenho precisaria ainda do comprometimento sólido dos países com medidas de adaptação e que parte desse financiamento seja “concessional”, com taxas e condições atrativas, explica a diretora. “Maior vontade política e disposição para ação serão necessárias para continuar expandindo esse ciclo, se quisermos encontrar as metas de segurança climática que estabelecemos no Acordo de Paris.”

Ambições

Nas análises dos especialistas, o avanço nas negociações financeiras deverá refletir na entrega das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês), pelos países. O prazo para a terceira atualização das ambições dos países, em relação à redução das emissões de gases do efeito estufa, encerra-se em fevereiro de 2025, nove meses antes da COP30, em Belém, no Brasil.

“As ambições e o financiamento são interligados. Não dá para ter ambições maiores sem financiamento e, se você não tem financiamento, não vai se comprometer com ambições maiores”, afirma Dasgupta.

Segundo o diretor de Iniciativa Climática Internacional da WRI, David Waskow, até o momento, Brasil, Reino Unido, Emirados Árabes Unidos e Azerbaijão prometeram antecipar suas metas de emissões para 2035, com entrega prevista ainda na COP29. Os Estados Unidos pretendem concluir até o fim do ano, antes da troca de governo. “A cúpula em Baku é um momento crítico para estabelecer as expectativas de qual vai ser a próxima geração de NDCs, quais devem ser as aspirações”, explica.

Para o especialista, isso dará indícios da trajetória de cada país até as emissões chamadas de net zero – em que há neutralidade líquida com equilíbrio entre a remoção e a emissão de gases do efeito estufa. De acordo com Waskow, mais de 100 países estão comprometidos com essa meta a ser alcançada seja em 2050 ou em 2060.

Essa trajetória dependerá das metas setoriais desenhadas pelos países, como as políticas nacionais de transição dos combustíveis fósseis para essa década e os comprometimentos com os objetivos de triplicar energia renovável nos países, dobrar a eficiência energética global, fortalecer as ações contra as emissões de transportes e qualificar a gestão florestal.

Incertezas

Com o retorno de Donald Trump, que já abandonou o Acordo de Paris em 2017 na sua primeira gestão, à Presidência dos Estados Unidos, o sucesso da COP em Baku ganha mais uma incerteza em relação a um dos principais impasses nas negociações. Quem pagará pelo financiamento climático?

Até agora, a regra é países desenvolvidos pagam aos países em desenvolvimento. Mas a ideia de ampliação do grupo de pagadores tem ganhado força entre as partes mais ricas do acordo.

De acordo com Melanie Robinson, esse grupo defende a necessidade de incluir os países que agora têm mais riqueza e mais capacidade de contribuir para que a conta feche. Entre os países cotados para reforçar o orçamento estão a China, Singapura, Coreia e os países do Golfo – Barém, Kuwait, Omã, Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos.

A capacidade de esses países contribuírem é confirmada pelos montantes de investimentos feitos nas iniciativas climáticas de forma voluntária. Segundo a especialista, a China, por exemplo, já fornece US$ 4,5 bilhões ao ano aos países em desenvolvimento para as mudanças climáticas.

Um possível caminho apontado pelos especialistas é garantir que esses aportes continuem ocorrendo, mesmo que não haja mudança nas classificações de desenvolvimento. Também seriam necessárias mais transparência e responsabilização das partes, com a definição dos fluxos financeiros.

Na visão de Melanie, alguns caminhos possíveis seriam o fortalecimento dos bancos multilaterais de desenvolvimento (MDB, na sigla em inglês), a construção de impostos internacionais e a realocação de subsídios de combustíveis fósseis para financiamentos internacionais.

Também seria necessário tornar mais atrativo o investimento de capital privado em países em desenvolvimento. “Para que isso seja efetivo precisariam [ser feitas] reformas das políticas públicas nos países em desenvolvimento”, conclui.

Saída

De acordo com David Waskow, uma nova saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris ainda não se refletiria nos resultados desta COP29, já que o processo de retirada de apoio de uma parte junto às Nações Unidas leva um ano. Ainda assim, restariam os compromissos dos Estados Unidos em relação a própria convenção sobre a mudança climática (UNFCCC, na sigla em inglês).

Antes mesmo do resultado das eleições presidenciais nos Estados Unidos, o atual chefe de Estado norte-americano, Joe Biden, e sua vice, Kamala Harris, já haviam anunciado a ausência em Baku. De acordo com comunicado oficial do Departamento de Estado, uma delegação liderada pelo conselheiro para política climática internacional, John Podesta, representará o país nas negociações.

Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também estará ausente, por recomendações médicas após um acidente doméstico. Em seu lugar, o vice-presidente Geraldo Alckmin vai liderar a delegação brasileira, composta ainda pela ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, e pelo embaixador do Ministério das Relações Exteriores, André Corrêa do Lago.

Entre os outros líderes que já confirmaram a ausência estão o presidente da China, Xi Jinping, o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, e a presidente da União Europeia, Ursula von der Leyen.



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Lula diz que não é mais considerado o inimigo da bancada do agro no Congresso



O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, disse que não é mais considerado o inimigo da bancada ruralista no Congresso. “Eles estão ficando mais sustentáveis e ambientalistas. Correm o risco de não conseguir vender sua soja, vender sua carne”, afirmou o petista, ao podcast PODK Liberados, apresentado pelos senadores Jorge Kajuru (PSB-GO) e Leila Barros (PDT-DF).

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A entrevista foi gravada na quarta-feira (6) e exibida pela RedeTV! e no YouTube na noite deste domingo (10).

“O agronegócio nunca recebeu tanto dinheiro quanto no governo desse ‘comunista’, que eles tratam assim”, disse Lula.

Além da bancada do agronegócio, a relação com o Congresso como um todo melhorou, segundo o presidente. “Vocês nos ajudaram a chegar onde chegamos”, disse Lula, aos dois senadores. “Estamos aprovando tudo.”

O presidente ressaltou ainda que vê como normal o fato de algumas propostas serem rejeitadas pelos parlamentares.



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Podcast: veja o que vai impactar o mercado hoje


podcast PicPay diário econômico

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca o corte de juros do Fed e a cautela de Powell com a política econômica dos EUA. No Brasil, expectativa de novas altas na Selic e atenção aos resultados fiscais e ao IPCA de outubro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

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