quarta-feira, julho 22, 2026

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Aquisição de couro sobe 15,1% no 3º tri ante o 3º tri de 2023, diz prévia do IBGE



A aquisição de couro cru no país somou 10,34 milhões de peças inteiras de couro cru bovino no terceiro trimestre de 2024, segundo os resultados preliminares das Pesquisas Trimestrais do Abate de Animais, do Leite, do Couro e da Produção de Ovos de Galinha, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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O resultado representa uma alta de 15,1% em relação ao terceiro trimestre de 2023. Na comparação com o segundo trimestre de 2024, houve aumento de 2,6%.

A pesquisa do IBGE investiga apenas os curtumes que efetuam curtimento de pelo menos 5 mil unidades inteiras de couro cru bovino por ano.



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Vitória de Trump deixa agricultores dos EUA com muitas perguntas



Agricultores dos Estados Unidos estão cautelosos, aguardando o presidente eleito Donald Trump assumir o cargo em janeiro para ver quais políticas sobre comércio, tarifas, financiamento e energia serão implementadas durante seu mandato. Enquanto aguardam, especialistas e analistas expressam preocupação com assuntos como possíveis guerras comerciais e seguro agrícola.

A China é o maior comprador de produtos agrícolas dos EUA, o que torna as propostas de Trump de instituir novas tarifas sobre produtos chineses a maior incógnita. “Produtores de grãos têm más lembranças da última guerra comercial”, disse o analista sênior Phil Flynn, do Price Futures Group.

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Se uma guerra comercial semelhante ocorrer, com a China redirecionando suas compras de commodities agrícolas para outros grandes fornecedores como o Brasil, o mercado teme danos econômicos significativos. A primeira disputa comercial entre os EUA e a China, em 2018, resultou em perdas de mais de US$ 27 bilhões para as exportações agrícolas dos EUA, segundo um relatório divulgado em outubro pela Associação Nacional dos Produtores de Milho e pela Associação Americana da Soja.

No entanto, Flynn acredita que uma segunda guerra comercial pode não ser prolongada. “A China está em uma situação financeira muito mais frágil do que na primeira vez, então acho que estarão mais dispostos a negociar”, disse.

Ainda não se sabe quando Trump poderá iniciar a implementação de novas tarifas. “Acredito que as tarifas serão utilizadas nos primeiros 100 dias de seu segundo mandato – provavelmente mais cedo do que tarde”, disse o economista-chefe de commodities do StoneX Group, Arlan Suderman.

Internamente, o que preocupa muitos agricultores e traders é como a nova administração, juntamente com um Congresso republicano previsto, lidará com a lei agrícola americana, conhecida como Farm Bill. A Farm Bill é uma legislação abrangente com mais de 100 anos, geralmente revisada e aprovada pelo Congresso a cada cinco ou seis anos. Ela inclui uma série de programas que beneficiam agricultores, como termos para seguro agrícola.

No entanto, nenhuma nova Farm Bill foi aprovada desde 2018, com o Congresso em um impasse. A legislação expirou em 30 de setembro deste ano, após uma extensão de um ano assinada pelo presidente Joe Biden no ano passado, sem que um novo projeto de lei fosse implementado. Como resultado, agricultores estão com termos desatualizados para seguro agrícola, enquanto os preços de grãos se mantêm no menor nível em vários anos.

Apesar das preocupações relacionadas a possíveis novas tarifas, também há expectativa de que uma nova administração Trump possa ser mais benéfica para a crescente indústria de biocombustíveis. No ano passado, a Agência de Proteção Ambiental dos EUA divulgou novas regras para reduzir em 7 bilhões de toneladas as emissões de dióxido de carbono de novos carros até 2032.

Para atingir essa meta, o governo Biden impulsionou regras favoráveis a veículos elétricos, com menos atenção aos biocombustíveis como solução. O setor agrícola espera que a oposição declarada de Trump aos veículos elétricos leve a mudanças nas regulamentações que direcionem mais investimentos para o crescimento do uso de biocombustíveis, como o etanol de milho e o biodiesel, comumente feito com óleos vegetais como o óleo de soja.

“A história dos biocombustíveis é de esperança e otimismo a longo prazo”, disse o estrategista-chefe da Allendale, Rich Nelson.

No entanto, há questões em aberto que complicam uma simples transição dos veículos elétricos para os biocombustíveis. Uma delas é o papel do magnata da Tesla e SpaceX, Elon Musk, em um futuro governo Trump. A expectativa é de que a presença de Musk possa limitar a disposição do governo de se afastar dos veículos elétricos.

Também não se sabe se as importações norte-americanas de óleo usado de cozinha da China serão afetadas por tarifas. Isso pode exigir que a produção de óleo de soja e outros óleos vegetais nos EUA aumente significativamente. Fabricantes de biocombustíveis atualmente recorrem à importação de óleo vegetal e gordura animal para sustentar a produção.

Em um relatório de junho, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) estimou que a capacidade de produção de diesel renovável em 2025 será mais que o dobro de 2022, para quase 23 bilhões de litros por ano.

“No entanto, a taxa de crescimento da produção dependerá muito das políticas federais e estaduais, da disponibilidade de matéria-prima e do crescimento sustentado das exportações de farelo de soja dos EUA”, disse o USDA no relatório.



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Soja: Chicago estende perdas com valorização do dólar e oferta dos EUA



Nesta terça-feira (12), os contratos da soja em grão seguem apresentando preços mais baixos nas negociações da sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), com a tendência negativa observada no pregão anterior. A principal influência no mercado continua sendo a valorização do dólar em relação a outras moedas, que pressiona os preços da oleaginosa.

O cenário é agravado pela reavaliação do relatório de oferta e demanda de novembro divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Embora os números sobre a safra e os estoques de soja nos EUA tenham ficado abaixo das expectativas do mercado, o relatório ainda indica uma oferta abundante de soja americana, o que contribui para um ambiente de baixa no mercado.

Além disso, o movimento de queda no mercado de soja é acompanhado por perdas nas bolsas de valores da Europa e da Ásia, que também impactam negativamente o sentimento do mercado global.

Contratos futuros da soja

Os contratos de soja com vencimento em janeiro de 2025 estão cotados a US$ 10,14 3/4 por bushel, com uma queda de 7,50 centavos de dólar, ou 0,73%, em relação ao fechamento anterior.

Na sessão do dia anterior (11), a soja já havia encerrado o dia em baixa, pressionada pela queda do petróleo e pela valorização do dólar. O mercado também reagiu à reavaliação do relatório de oferta e demanda do USDA.

Os contratos de soja para entrega em janeiro fecharam com uma perda de 8,00 centavos de dólar, ou 0,77%, a US$ 10,22 1/4 por bushel. A posição para março de 2025 teve uma cotação de US$ 10,35 1/4 por bushel, registrando uma perda de 8,25 centavos, ou 0,79%.

O cenário de pressão sobre os preços da soja deve seguir atento à evolução da relação entre o dólar, os indicadores macroeconômicos globais e as estimativas de oferta nos Estados Unidos, principais fatores que continuam a moldar as expectativas para o mercado nos próximos meses.



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Gados são encontrados mortos; raio caiu duas vezes no mesmo lugar, diz pecuarista



Dois gados foram encontrados mortos na zona rural de Cristópolis, no Oeste da Bahia. Segundo pecuarista, um raio teria sido a causa da morte dos animais, após descarga elétrica ser conduzida por um cabo de aço que sustenta um poste que fica na propriedade.

O caso aconteceu na manhã do último domingo (10), na Fazenda Vaquejada II, há cerca de 2 quilômetros do centro da cidade.

No vídeo, o pecuarista, Jeová Pereira, narra o que teria acontecido. Ele mostra um bezerro e um boi já sem vida no local.

Segundo ele, não é a primeira vez que um raio cai no mesmo poste da Neoenergia Coelba que fica dentro da propriedade.

Em contato com o Canal Rural, o filho, Jeová Junior, disse que no domingo choveu pouco, porém com muitos raios e trovoadas na região e que os pais encontraram os animais mortos ao retornarem da feira.

“Como é domingo de feira, ele foi na cidade com minha mãe e ao retornar percebeu que estava sem energia e o gado berrando. Aí ele foi ver, um dos dois bois era de parelha, aí ao chegar próximo viu dois animais caídos e um pouco de fumaça”, conta.

“Na fazenda passa uma rede de alta tensão da Coelba. Ano passado um raio caiu no mesmo poste. Percorreu um dos fios que está preso no chão (que serve de apoio para o poste não tombar) e pegou fogo no capim, queimando boa parte do morro onde o poste está. Esse ano não queimou por conta da chuva que caía junto”, ressalta.

De acordo com Júnior, dos gados mortos, um boi pesava aproximadamente 32 arrobas e o bezerro de 6.


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AgroNewsPolítica & Agro

Soja fecha em baixa com falta de relatórios nos EUA



A expectativa de uma safra recorde no Brasil contribuiu para esse cenário



A expectativa de uma safra recorde no Brasil contribuiu para esse cenário
A expectativa de uma safra recorde no Brasil contribuiu para esse cenário – Foto: Nadia Borges

Segundo dados da TF Agroeconômica, o mercado de soja na Bolsa de Chicago (CBOT) registrou queda na última segunda-feira, refletindo uma falta de referência de relatórios regulares que impulsionam decisões de compra e venda. Com a soja para novembro/24, que serve de referência para a safra brasileira, fechando em baixa de 0,49%, a $ 1011,75 por bushel, o mercado viu uma realização de lucros após acumular alta de 3,49% na semana anterior. A cotação de janeiro/25 também fechou em baixa de 0,78%, a $ 1022,25 por bushel, enquanto o farelo e o óleo de soja registraram recuos de 0,39% e 1,29%, respectivamente.

O feriado do Dia dos Veteranos de Guerra nos Estados Unidos foi um dos fatores que influenciaram essa queda, já que atrasou a divulgação de relatórios importantes como o Crop Progress e os dados semanais de exportação, programados para a terça-feira. Sem essas informações, o mercado optou pela estratégia de lucro, interrompendo a sequência de ganhos da semana anterior.

A expectativa de uma safra recorde no Brasil contribuiu para esse cenário de ajuste nos preços, pois os atrasos no plantio da soja no país praticamente desapareceram. Dessa forma, as previsões de uma colheita robusta mantêm-se firmes, tranquilizando o mercado em relação ao fornecimento futuro e impactando a competitividade das exportações brasileiras. Com a volatilidade gerada pela falta de referências do mercado norte-americano e o desempenho esperado da safra brasileira, a CBOT continua a observar o comportamento dos traders que aproveitam para reequilibrar suas posições.





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com valorização do dólar e oferta dos EUA, Chicago estende perdas



Os contratos da soja em grão registram preços mais baixos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado prolonga a tendência negativa do pregão anterior, influenciado pela valorização do dólar em relação a outras moedas.

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Os investidores reavaliam o relatório de oferta e demanda de novembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Embora os números da safra e dos estoques americanos tenham ficado abaixo das expectativas, o cenário ainda indica uma oferta abundante da oleaginosa nos EUA. Contribuindo para o panorama desfavorável, as bolsas de valores da Europa e da Ásia também recuam.

Os contratos com vencimento em janeiro de 2025 operam cotados a US$ 10,14 3/4 por bushel, baixa de 7,50 centavos de dólar, ou 0,73%, em relação ao fechamento anterior.

Ontem (11), a soja fechou em baixa. O mercado sentiu a pressão da queda consistente do petróleo e da valorização do dólar frente a outras moedas. O dia também foi de reavaliação do relatório do USDA.

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 8,00 centavos de dólar, ou 0,77%, a US$ 10,22 1/4 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 10,35 1/4 por bushel, com perda de 8,25 centavos, ou 0,79%.



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Etanol: apesar de maior volume negociado, preços fecham estáveis



Levantamentos do Cepea mostram que os preços dos etanóis encerraram a última semana estáveis em relação ao período anterior. 

De 4 a 8 novembro, o Indicador Cepea/Esalq do hidratado fechou em R$ 2,6025/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), enquanto o Indicador Cepea/Esalq do anidro subiu ligeiro 0,12%, a R$ 2,9186/litro, valor líquido de impostos (sem PIS/Cofins). 

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Esse cenário de estabilidade ocorreu mesmo com o aumento no volume negociado. Entre 4 e 8 de novembro, a quantidade de etanol hidratado comercializada praticamente dobrou (alta de 94%) em relação ao intervalo anterior, conforme levantamento do Cepea. 

Segundo o Centro de Pesquisas, distribuidoras realizaram compras antecipadas ao longo da semana passada, se programando para atender à demanda do feriado de 15 de novembro (Proclamação da República), na próxima sexta-feira.



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oferta elevada mantém pressão sobre cotações



Pesquisas da equipe Hortifrúti/Cepea mostram que os preços do tomate seguem em queda, refletindo a oferta elevada em decorrência das altas produtividades na safra de inverno, que ainda está sendo colhida. Na última semana, a caixa do tomate salada 3A no atacado de São Paulo (SP) fechou à média de R$ 56, recuo de 16,4% frente ao período anterior.

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Em Belo Horizonte (MG), a baixa foi de 10,1%, para R$ 49/cx; em Campinas (SP), os valores fecharam na casa dos R$ 66/cx, com queda de 3,5%, e no Rio de Janeiro (RJ), em R$ 47/cx (-12,6%). 

Segundo pesquisadores do Hortifrúti/Cepea, as chuvas registradas nas regiões produtoras de São Paulo e Minas Gerais dificultaram um pouco a colheita na última semana, mas a oferta seguiu elevada. 

Além disso, devido às precipitações, houve perda de qualidade, com aparecimento de manchas nos frutos, reduzindo ainda mais o seu valor de comercialização.



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venda de café no varejo foi 0,7% maior em setembro



A venda de café no varejo registrou leve crescimento em setembro em relação ao ano anterior, de 0,70%, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic). O volume total vendido foi de 1.239.489 sacas de 60 kg, frente às 1.230.438 sacas registradas em setembro de 2023. Em relação ao mês anterior, as vendas de setembro subiram 3,5%. No acumulado entre janeiro e setembro de 2024, o setor registra crescimento de 1,1% nas vendas, totalizando 10.475.750 sacas, comparadas às 10.363.786 sacas do igual período de 2023.

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Os preços do café variaram entre as diferentes categorias, com destaque para o café tradicional/extraforte, com o maior aumento, de 26,20% na comparação anual, seguido pelo café solúvel, com alta de 15,80%. O café superior teve aumento de 14,81%, enquanto as cápsulas apresentaram queda de 3,71% no preço médio.

Em termos regionais, o Norte destacou-se com os preços mais altos para o café tradicional/extraforte e para o café especial, de R$ 47,17/kg e R$ 124,07/kg, respectivamente. Já o Sul teve o café superior com maior preço, de R$ 75,65/kg, enquanto o Centro-Oeste liderou no preço do café gourmet, de R$ 91,24/kg.

No canal de distribuição, o atacarejo consolidou-se como o principal ponto de venda, com presença de café em 18,90% das cestas básicas, em comparação aos 16% do ano anterior. A classe D, com 14,40%, foi a que mais destinou recursos ao café, seguida pela classe C, com 10,50%. As classes AB apresentaram o maior tíquete médio, de R$ 25,41.



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dívida e pacote fiscal ampliam necessidade de medidas; veja análise



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

No morning call de hoje, o economista do PicPay Igor Cadilhac destaca o “Trump trade” pressionando emergentes, com dólar e bolsas em alta e commodities em baixa.

No Brasil, a ausência de um pacote fiscal e a dívida crescente aumentam a necessidade de medidas para restaurar a confiança. Hoje, o foco são os dados de varejo de setembro.



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