quarta-feira, julho 22, 2026

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Milho na B3 sobe com dólar forte


Segundo a TF Agroeconômica, os contratos futuros de milho na B3 registraram alta nesta segunda-feira, impulsionados pela valorização do dólar, que atingiu o valor de R$ 5,816 durante o dia, fechando a R$ 5,770, uma alta de 0,56% em relação à última sexta-feira. Esse fortalecimento do dólar aumentou a atratividade das exportações brasileiras, refletindo diretamente nos preços dos contratos de milho na B3. Já nos Estados Unidos, o milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou o dia em queda, com o contrato de dezembro/24 cotado a US$ 4,30 (-1 ponto), em um movimento de realização de lucros após uma semana de ganhos.

No Brasil, os contratos futuros de milho para novembro/24 fecharam em R$ 74,44, subindo R$ 0,64 no dia e R$ 1,58 na semana. Já o contrato para janeiro/25 alcançou R$ 77,59, com aumento de R$ 0,83 no dia e R$ 0,86 na semana. O contrato de março/25 encerrou a R$ 77,25, registrando alta marginal de R$ 0,01 tanto no dia quanto na semana. Esse comportamento positivo reflete a pressão de um dólar elevado, que favorece os preços internos e a demanda externa.

Enquanto isso, a CBOT seguiu em baixa. O milho para dezembro/24, que serve de referência para a safra brasileira de inverno, caiu 0,23%, fechando a US$ 430,00 por bushel. O contrato para março/25 recuou 0,34%, fechando em US$ 442,75 por bushel. Esse movimento reflete uma pausa no ciclo de alta anterior, com investidores optando por realizar lucros após uma semana de valorização acumulada de quase 4%.

O cenário climático também chama atenção: modelos de previsão apontam tempestades para os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás e sudoeste de Minas Gerais, com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitindo um alerta laranja. Essa possibilidade de chuvas intensas gera apreensão quanto ao impacto no plantio e desenvolvimento das lavouras, um fator que pode influenciar os preços no mercado interno nas próximas semanas.





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Plantio da soja no Paraná ultrapassa 90% de área das lavouras



O plantio da safra de soja 2024/25 no Paraná alcançou 92% de área das lavouras, conforme informações divulgadas nesta segunda-feira (12) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura do Paraná. Na semana anterior, a cobertura estava em 85%, o que comprova um ritmo acelerado nas atividades de semeadura.

Segundo a Safras & Mercado, a estimativa é de que a área total destinada ao cultivo do grão nesta safra atinja 5,805 milhões de hectares, ligeiramente superior aos 5,785 milhões de hectares da safra anterior (2023/24). Se confirmada, a produção para o Paraná deverá somar 22,399 milhões de toneladas, um aumento de 21% em comparação com a safra passada.

Condições das lavouras

O Deral destaca que 99% das lavouras estão em boas condições, com apenas 1% em situação média, uma leve queda em relação à semana anterior, quando todas as lavouras estavam classificadas como boas. As plantas se encontram em diferentes estágios de desenvolvimento: 8% das lavouras estão na fase de germinação, 72% em crescimento vegetativo e 20% em floração. Em comparação com a semana anterior, houve uma redução na área em germinação (16%) e um aumento nas lavouras em floração (4%).

Expectativa para a safra

A expectativa para a produtividade da soja na safra 2024/25 é de 3.858 quilos por hectare, um aumento de cerca de 21% em relação à safra 2023/24. Esse otimismo é sustentado pelas boas condições climáticas até o momento e pelo avanço acelerado do plantio, que favorece o desenvolvimento saudável e uniforme das lavouras.



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Exportadores dos EUA relatam venda de 110,5 mil t de milho ao México



Exportadores dos Estados Unidos relataram venda de 110,5 mil toneladas de milho para o México, com entrega em 2024/25, informou nesta terça-feira (12), o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

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O ano comercial 2024/25 começou em 1º de setembro de 2024.

Os exportadores dos EUA são obrigados a relatar qualquer venda de 100 mil toneladas ou mais de uma commodity feita em um único dia ou vendas de 200 mil toneladas ou mais para um mesmo destino até o dia seguinte.



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abate de bovinos sobe 14,8% no 3º tri ante 3º tri de 2023



Os produtores brasileiros abateram 10,33 milhões de cabeças de bovinos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária no terceiro trimestre de 2024, uma alta de 14,8% em relação ao terceiro trimestre de 2023, segundo os resultados preliminares das Pesquisas Trimestrais do Abate de Animais, do Leite, do Couro e da Produção de Ovos de Galinha, divulgados nesta terça-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Em relação ao segundo trimestre de 2024, houve aumento de 3,7%.

O montante resultou numa produção de 2,74 milhões de toneladas de carcaças bovinas no terceiro trimestre de 2024, alta de 14,3% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Na comparação com o segundo trimestre de 2024, houve elevação de 6,3%.

Suínos

Os produtores brasileiros abateram 14,92 milhões de cabeças de suínos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária no terceiro trimestre de 2024, uma alta de 1,9% em relação ao terceiro trimestre de 2024, segundo os resultados preliminares das Pesquisas Trimestrais do Abate de Animais, do Leite, do Couro e da Produção de Ovos de Galinha, divulgados pelo IBGE.

Em relação ao segundo trimestre de 2024, houve alta de 2,4%.

O montante resultou numa produção de 1,40 milhão de toneladas de carcaças suínas no terceiro trimestre de 2024, elevação de 1,7% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Na comparação com o segundo trimestre de 2024, houve alta de 4,1%.

Frango

Os produtores brasileiros abateram 1,62 bilhão de frangos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária no terceiro trimestre de 2024, uma alta de 2,7% em relação ao terceiro trimestre de 2023, segundo os resultados preliminares das Pesquisas Trimestrais do Abate de Animais, do Leite, do Couro e da Produção de Ovos de Galinha do IBGE.

Em relação ao segundo trimestre de 2024, houve crescimento de 0,9%.

O montante resultou numa produção de 3,47 milhões de toneladas de carcaças de frangos no terceiro trimestre de 2024, aumento 4,7% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Na comparação com o segundo trimestre de 2024, houve elevação de 1,1%.

Ovos

A produção de ovos de galinha no país somou 1,18 bilhão de dúzias no terceiro trimestre de 2024, segundo os resultados preliminares das Pesquisas Trimestrais do Abate de Animais, do Leite, do Couro e da Produção de Ovos de Galinha do IBGE.

O resultado representa uma alta de 9,0% em relação ao terceiro trimestre de 2023. Na comparação com o segundo trimestre de 2024, houve elevação de 2,0%.

Leite

A aquisição de leite cru feita pelos estabelecimentos que atuam sob algum tipo de inspeção sanitária (federal, estadual ou municipal) no país somou 6,28 bilhões de litros no terceiro trimestre de 2024, segundo os resultados preliminares das Pesquisas Trimestrais do Abate de Animais, do Leite, do Couro e da Produção de Ovos de Galinha do IBGE.

O resultado representa uma alta de 0,6% em relação ao terceiro trimestre de 2023. Na comparação com o segundo trimestre de 2027, houve aumento de 7,7%.



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PF desarticula contrabando de combustível no Pantanal



A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Waterworld com o objetivo de desarticular uma organização criminosa envolvida no contrabando de combustível pelo Rio Paraguai, na região do Pantanal.

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A ação teve como alvo a rede de tráfico ilegal, que abastecia fazendeiros locais com combustível contrabandeado e realizava trocas por serviços de prostituição, incluindo a exploração de menores de idade, além de carne de animais silvestres do bioma.

Durante a operação, os agentes cumpriram oito mandados de busca e apreensão em Corumbá e um em Campo Grande (MS). A intenção era coletar provas adicionais sobre as práticas criminosas, incluindo a apreensão de embarcações, veículos e mídias digitais como celulares, HDs e outros materiais.

Todos os itens apreendidos “serão submetidos a análise pericial para aprofundamento das investigações e identificação de outros membros da rede criminosa”, contou a PF em nota.

Entre os itens apreendidos, estavam três armas longas, com munições, localizadas em uma fazenda durante a operação, além de três embarcações de grande porte, uma embarcação pequena, um caminhão e uma Fiat Toro.



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Aprosoja MT defende produção sustentável na COP29



A Aprosoja Mato Grosso acompanha de perto as discussões da COP29, que acontece de 11 a 22 de novembro em Baku, no Azerbaijão. O evento reúne líderes mundiais, representantes de governos e especialistas para discutir ações contra as mudanças climáticas.

Dentre os participantes estão o vice-presidente da Aprosoja-MT, Luiz Pedro Bier, e o diretor administrativo, Diego Bertuol, que têm se destacado nas discussões sobre os impactos das políticas ambientais na produção rural com foco na produção de alimentos e a transição das matrizes energéticas.

Durante o evento, os representantes da Aprosoja-MT participaram de palestras e painéis importantes. Um dos destaques foi o painel sobre a rastreabilidade da cadeia da pecuária, que contou com a presença do secretário de Desenvolvimento Econômico de MT, César Miranda, do consultor do Instituto mato-grossense da Carne (Imac), Giovane Castro, e do diretor de sustentabilidade da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Fernando Sampaio. 

Além disso, a professora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Vera Maquea, também esteve presente na COP29, e o tema foi aprofundado pela pergunta de Bertuol sobre os próximos passos da moratória da soja, recentemente aprovada no estado de Mato Grosso.

“O nosso objetivo na COP29 é acompanhar de perto tudo o que está sendo discutido, porque as decisões tomadas afetam diretamente o produtor rural de Mato Grosso e do Brasil. Estamos atentos ao que pode impactar a nossa forma de produzir alimentos e recursos para o mundo”, afirmou o vice-presidente da Aprosoja-MT, Luiz Pedro Bier.

”Nossa missão é mostrar que as necessidades do produtor brasileiro devem ser consideradas nas decisões globais que moldam o futuro da agricultura. Estamos em Baku para defender soluções sustentáveis e garantir que o agronegócio continue crescendo de forma responsável”, completa.

No segundo dia de eventos, os representantes da Aprosoja-MT também acompanharam um painel com o secretário do estado de Mato Grosso, César Miranda, sobre a sustentabilidade no setor agropecuário. Outro encontro ocorreu com o deputado federal Arnaldo Jardim, que destacou a importância do combustível verde, uma medida que pode oferecer maior segurança para a indústria e permitir que o produtor rural aumente a produção de matéria-prima de forma sustentável.

”Ouvimos o secretário do estado de Mato Grosso falando mais sobre a sustentabilidade e também o deputado federal Arnaldo Jardim destacando a importância do combustível verde, dando maior segurança para a indústria planejar o seu investimento e também para o produtor rural produzir mais matéria-prima”, comentou o diretor administrativo da Aprosoja-MT, Diego Bertuol.

A Aprosoja-MT também visitou os estandes do Consórcio Interestadual da Amazônia Brasileira e da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), e percorreu as zonas azul e verde do evento. A Zona Azul é dedicada às áreas onde o governo e a sociedade discutem como equilibrar a proteção ambiental e a produção sustentável, enquanto a Zona Verde reúne empresas privadas, especialistas e ONGs.



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aquisição sobe 15,1% no 3º tri ante o 3º tri de 2023



A aquisição de couro cru no país somou 10,34 milhões de peças inteiras de couro cru bovino no terceiro trimestre de 2024, segundo os resultados preliminares das Pesquisas Trimestrais do Abate de Animais, do Leite, do Couro e da Produção de Ovos de Galinha, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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O resultado representa uma alta de 15,1% em relação ao terceiro trimestre de 2023. Na comparação com o segundo trimestre de 2024, houve aumento de 2,6%.

A pesquisa do IBGE investiga apenas os curtumes que efetuam curtimento de pelo menos 5 mil unidades inteiras de couro cru bovino por ano.



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Na Ata, Copom reforça a necessidade de sustentabilidade das regras fiscais



O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central mencionou textualmente a necessidade de garantir sustentação ao arcabouço fiscal na ata da sua última reunião, divulgada nesta terça-feira. O colegiado disse que a percepção dos agentes de mercado sobre a dinâmica de gastos e a sustentabilidade do arcabouço tem impactado expectativas e preços de ativos.

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“O comitê incorpora em seus cenários uma desaceleração no ritmo de crescimento dos gastos públicos ao longo do tempo e reforça a necessidade da sustentabilidade das regras fiscais”, diz o colegiado, no 13º parágrafo da ata divulgada nesta terça-feira, 12. Na última quarta-feira, 6, o Copom elevou a Selic em 0,5 ponto porcentual, de 10,75% para 11,25%.

Essa menção explícita à importância das regras fiscais é uma novidade desta ata. No documento anterior, referente à reunião de setembro, o comitê já destacava que uma “política fiscal crível, embasada em regras previsíveis e com transparência nos seus resultados” era importante para ancorar expectativas e reduzir prêmios de risco, assim como repetiu no documento desta terça. Mas não citava textualmente essa necessidade da sustentabilidade.

O documento publicado nesta terça também mencionou o desafio de se estabilizar a dívida pública brasileira, devido a “elementos estruturais” do orçamento. “Mencionou-se que a redução de crescimento dos gastos, principalmente de forma mais estrutural, pode inclusive ser indutor de crescimento econômico no médio prazo por meio de seu impacto nas condições financeiras, no prêmio de risco e na melhor alocação de recursos”, diz o 14º parágrafo.

O comitê ainda afirmou que políticas monetária e fiscal contracíclicas contribuem para assegurar a estabilidade de preços, que é a missão do BC. Além disso, servem para suavizar flutuações da atividade econômica e fomentar o pleno emprego, afirmou.



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Confira como está o milho brasileiro


De acordo com a TF Agroeconômica, o mercado de milho segue lento em algumas regiões do Sul do Brasil, com produtores elevando as pedidas e negociações pontuais. No Rio Grande do Sul, os valores indicados nas principais praças permaneceram estáveis: Santa Rosa com R$ 73,00, Não-Me-Toque, Marau e Gaurama a R$ 74,00, enquanto Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen apresentam indicações de R$ 75,00. Montenegro mantém o maior preço, a R$ 77,00. Os vendedores, no entanto, estão pedindo valores a partir de R$ 80,00 no FOB interior e R$ 82,00 CIF fábricas, mas não houve registro de negócios na última sexta-feira.

Em Santa Catarina, a Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS) destacou o aumento nos preços do farelo de soja e milho, com produtores pedindo ao menos R$ 2,00 acima das indicações de compradores, que variam entre R$ 72,00 no interior e R$ 75,00 CIF fábricas. Negociações recentes envolveram 2 mil toneladas a R$ 76,00 mais ICMS para entrega em novembro no meio-oeste do estado. Nas praças, Chapecó apresenta indicação a R$ 74,00, Campos Novos a R$ 75,00 e Rio do Sul a R$ 76,00.

No Paraná, conforme dados do Deral, o milho teve valorização, e produtores elevaram as pedidas para venda. No porto, as indicações são de R$ 68,00 para novembro e R$ 69,00 para dezembro. Em regiões como Cascavel e Guarapuava, os preços variam de R$ 68,00 a R$ 70,00. O sudoeste e oeste do estado registram valores de balcão em torno de R$ 58,00, enquanto produtores no norte e Campos Gerais pedem entre R$ 77,00 e R$ 80,00 para o FOB interior.

Em Mato Grosso do Sul, o Valor Bruto da Produção (VBP) apresentou queda de 10%, refletindo o ritmo lento das negociações. Em Maracaju, Dourados e Naviraí, as indicações variam entre R$ 53,00 e R$ 54,00, com algumas pedidas FOB a partir de R$ 52,00, concentrando-se em R$ 55,00. Nos portos, as indicações iniciam em R$ 60,00, com vendedores adotando uma postura cautelosa devido ao cenário desfavorável.

 





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Aquisição de couro sobe 15,1% no 3º tri ante o 3º tri de 2023, diz prévia do IBGE



A aquisição de couro cru no país somou 10,34 milhões de peças inteiras de couro cru bovino no terceiro trimestre de 2024, segundo os resultados preliminares das Pesquisas Trimestrais do Abate de Animais, do Leite, do Couro e da Produção de Ovos de Galinha, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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O resultado representa uma alta de 15,1% em relação ao terceiro trimestre de 2023. Na comparação com o segundo trimestre de 2024, houve aumento de 2,6%.

A pesquisa do IBGE investiga apenas os curtumes que efetuam curtimento de pelo menos 5 mil unidades inteiras de couro cru bovino por ano.



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