quarta-feira, julho 22, 2026

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Especialista em Alimentadores Automáticos, aborda eficiência produtiva na Carcinicultura


A 20ª edição da Feira Nacional do Camarão (FENACAM) será palco da palestra  “Eficiência produtiva: como alcançar em tempos de desafios”, ministrada por Marita Monserrate Vite, Diretora Técnica da Skretting no Equador. A palestra acontecerá no dia 21 de novembro, às 8h30, e abordará práticas e inovações que podem elevar a eficiência na produção de camarões no Brasil.

Vite, especialista em produção de camarão, trabalha na Skretting, líder global em alimentos para aquicultura, que oferece soluções nutricionais sustentáveis. Na FENACAM, ela abordará tecnologias de ponta como a utilização de hidrofones – equipamentos que captam o som emitido durante a alimentação dos camarões. Esses dispositivos integram os alimentadores automáticos da Eruvaka, permitindo um controle preciso da quantidade de ração, o que reduz desperdícios, melhora o crescimento dos camarões e evita a poluição ambiental.

A tecnologia da Eruvaka tem sido amplamente adotada no Equador, onde ocupa 60% do mercado de alimentadores automáticos. “Essas inovações são fundamentais para enfrentar os desafios da produção de camarão em tempos de pressão econômica e ambiental”, explica Vite, destacando o impacto positivo na eficiência produtiva e sustentabilidade das operações.

Marita Monserrate Vite é especialista em produção de camarão, com ampla experiência no setor. Sua atuação na Skretting é voltada para o desenvolvimento de soluções que impulsionam a eficiência e sustentabilidade na aquicultura. A Skretting, parte do grupo Nutreco, é reconhecida globalmente por sua abordagem inovadora e sustentável na nutrição de espécies aquáticas, alimentando mais de 60 espécies em diferentes fases de crescimento.

FENACAM 2024

A FENACAM, que ocorre de 19 a 22 de novembro no Centro de Convenções de Natal, reforça o compromisso com o desenvolvimento sustentável da aquicultura e carcinicultura. O evento reunirá especialistas, produtores e empresários em uma série de palestras e simpósios sobre as tendências e avanços do setor, incluindo o XX Simpósio Internacional de Carcinicultura e a Feira Internacional de Produtos para a Aquicultura. Ao longo dos anos, a FENACAM se consolidou como um centro de referência para a troca de conhecimento e o estabelecimento de contatos no setor.

A Feira deste ano conta com 8.000 m² de exposição, com mais de 200 estandes que vão de empresas de tecnologia a fornecedores de equipamentos e insumos para aquicultura. A programação inclui sessões técnicas e científicas, onde serão apresentados estudos recentes sobre práticas sustentáveis e avanços em sanidade e genética para camarões, peixes e outros organismos aquáticos.

Produção de camarão no Brasil em crescimento

O cenário brasileiro da carcinicultura registrou números recordes em 2023. De acordo com o IBGE, a produção de camarão em cativeiro atingiu 127,5 mil toneladas, com um crescimento de 13% em relação ao ano anterior e uma valorização de R$ 2,63 bilhões. O Ceará e o Rio Grande do Norte lideram a produção nacional, com destaque para os municípios de Aracati e Pendências.





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Mercado da soja: poucos negócios e baixa oferta disponível



O mercado brasileiro de soja teve um dia de poucos negócios nesta terça-feira (12), com preços variáveis entre estáveis e mais baixos. A baixa oferta da soja nas praças produtoras foi o principal fator que manteve o mercado com pouca movimentação e os preços em patamares nominais.

As informações são da Safras & Mercado.

Preços do grão

  • Passo Fundo (RS): queda de R$ 137,00 para R$ 135,00 a saca de 60 quilos
  • Missões (RS): queda de R$ 136,00 para R$ 134,00 a saca
  • Porto de Rio Grande (RS): queda de R$ 146,00 para R$ 144,00 a saca
  • Cascavel (PR): queda de R$ 141,00 para R$ 140,00 a saca
  • Porto de Paranaguá (PR): queda de R$ 147,00 para R$ 145,00 a saca
  • Rondonópolis (MT): queda de R$ 156,00 para R$ 154,00 a saca
  • Dourados (MS): queda de R$ 144,00 para R$ 142,00 a saca
  • Rio Verde (GO): preço estável a R$ 138,00 a saca

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam com queda, pressionados por vendas técnicas e realização de lucros. A soja atingiu o maior patamar em um mês na semana passada, mas a correção de preços foi necessária nesta terça-feira. Um dos principais destaques foi a queda de mais de 4% no óleo de soja, que puxou para baixo as cotações do grão e do farelo.

O mercado segue pressionado por uma das maiores safras de soja da história dos Estados Unidos, apesar de um relatório do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) ter indicado números abaixo das expectativas do mercado. Além disso, a possibilidade de uma guerra comercial entre os EUA e a China, em função da eleição de Donald Trump, gera incertezas adicionais.

O óleo de soja foi o grande responsável pela queda, seguindo a tendência de desvalorização do óleo de palma na Malásia. Outro fator que tem gerado apreensão é a possível adoção gradual do B40 na Indonésia, o que reduziria a demanda pelo óleo de soja.

Expectativa em Chicago A especulação em torno da postura do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, em relação à indústria de biocombustíveis, também tem sido um fator de pressão, principalmente após o nome do ex-deputado Lee Zeldin para a direção da Agência de Proteção Ambiental (EPA), o que poderia significar uma postura menos favorável ao setor de biocombustíveis.

Contratos futuros da soja

Os contratos futuros da soja negociados em Chicago fecharam com queda. O contrato para entrega em janeiro de 2024 recuou 11,75 centavos, ou 1,14%, encerrando a US$ 10,10 1/2 por bushel.

A posição de março de 2024 teve uma perda de 12,75 centavos, ou 1,23%, fechando a US$ 10,22 1/2 por bushel. No mercado de subprodutos, o farelo de soja com vencimento em dezembro caiu US$ 2,20, ou 0,74%, para US$ 295,20 por tonelada, enquanto o óleo de soja, também para entrega em dezembro, perdeu 1,91 centavo, ou 3,96%, fechando a 46,23 centavos por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,05%, negociado a R$ 5,7730 para venda e R$ 5,7710 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana variou entre a mínima de R$ 5,7534 e a máxima de R$ 5,7980.



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Pressão de inseto capaz de destruir 90% das lavouras de algodão será maior em 24/25



O monitoramento digital de pragas feito pela FMC abrange mais de 6 milhões de hectares de lavouras brasileiras. Em levantamento recente, a ferramenta detectou aumento na pressão de Spodoptera frugiperda em todas as regiões analisadas nesta safra 2024/25, assim como do bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis), no Cerrado.

“Com mais de 3 mil armadilhas espalhadas pelo Brasil, recentemente, observamos um pico de até seis mariposas por dia por armadilha, sendo que na safra 2022/23, no mesmo período, o máximo identificado era de dois insetos”, conta o gerente de agricultura de precisão da empresa Piero Castro.

De acordo com ele, essa informação confirma a tendência do aumento da pressão de Spodoptera frugiperda entre outubro e dezembro, período com altas temperaturas, chuvas e de início da safra. “Isso deixa o produtor em alerta e preparado para um manejo mais eficiente em campo”.

Bicudo-do-algodoeiro no Cerrado

Outro dado importante monitorado pela ferramenta da FMC foi o aumento do bicudo-do-algodoeiro no Cerrado.

“Esse inseto é capaz de dizimar até 90% de uma área de plantio e as armadilhas demonstraram que nesta safra 24/25, a pressão já está maior do que a do ano anterior e a tendência, caso o manejo não seja efetivo nesse período, é aumentar ainda mais em novembro”, diz Castro.

O gerente lembra que a proliferação desse inseto é intensa e um único casal pode gerar milhões de descendentes do início ao final da safra. Isso porque entre as fases de ovo e inseto adulto são necessários apenas 20 dias, em média.

Por isso, Castro destaca que o monitoramento diário por plataformas inteligentes é uma das melhores estratégias para o manejo do algodão, já que é possível prever quais áreas sofrerão a maior pressão da praga.

Para abranger a identificação de pressão dessas e outras pragas no território brasileiro agrícola, o gerente conta que o monitoramento digital da empresa foi expandido nos estados de Mato Grosso, nas regiões do Vale do Araguaia e BR-163, Maranhão, Tocantins, Piauí e São Paulo.



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Haddad é um dos 100 líderes climáticos mais influentes nos negócios, segundo a Time



O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, figura na lista dos 100 líderes climáticos mais influentes em negócios de 2024, publicada nesta terça-feira (12), pela revista Time.

De acordo com a publicação, o tema das finanças se mostrou inescapável em se tratando do clima, em um momento em que tomadores de decisão, executivos, pesquisadores e inovadores estão trabalhando para ajudar a desbloquear o financiamento e os recursos para impulsionar ações na área.

No texto dedicado a Haddad, a Time classifica o ministro como a “força” por trás da missão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em transformar o Brasil em um líder climático global. À publicação, o ministro afirmou que o objetivo do plano de transformação ecológica do governo é mostrar que o planeta é capaz de conciliar uma agenda ambiciosa de sustentabilidade com uma agenda econômica e produtiva ambiciosa.

A revista também cita a emissão dos títulos soberanos sustentáveis promovida pelo governo brasileiro, uma das políticas que, para a Time, colocaria o Brasil apenas na mesma página de seus vizinhos, após a presidência de Jair Bolsonaro. Já a criação de um mercado de carbono, como discutido no Congresso, deixaria o País entre as nações que estão na vanguarda das finanças verdes.

Líder de mais destaque

Para a capa da edição que traz a lista dos 100 líderes mais influentes nas áreas climáticas e de finanças, a Time escolheu o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, que assumiu o cargo com a “aspiração de tornar menos arriscado para o setor privado investir na transição energética no Sul Global”, descreveu a publicação.

Banga recentemente assinou um artigo com Haddad e a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, no qual deram destaque para o projeto Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, Tropical Forest Forever Facility), iniciativa lançada pelo governo brasileiro durante a COP28 nos Emirados Árabes.

A ação busca viabilizar um mecanismo financeiro atrelado a uma recompensa para países manterem suas florestas protegidas.

O artigo foi publicado em outubro, enquanto os três estavam reunidos em Washington, durante os encontros anuais do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial.



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confira a projeção de exportação de soja para novembro



As exportações brasileiras de soja em grão devem totalizar 2,813 milhões de toneladas no mês de novembro, segundo levantamento semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC).

O volume projetado para este mês está abaixo do registrado no mesmo período de 2023, quando o Brasil embarcou 4,599 milhões de toneladas. Em outubro deste ano, o país exportou 4,444 milhões de toneladas de soja, o que também demonstra uma redução nas vendas externas.

Na semana entre 3 e 9 de novembro, o Brasil exportou 464,771 mil toneladas de soja, com uma previsão de 809,935 mil toneladas para o período de 10 a 16 de novembro. Esse desempenho reflete as dificuldades logísticas enfrentadas e as também condições de mercado mais desafiadoras em relação ao ano passado. Em comparação com 2023, quando o Brasil registrou exportações muito mais expressivas, o atual cenário mostra uma desaceleração no volume embarcado.

No caso do farelo de soja, o Brasil deverá exportar 1,868 milhão de toneladas em novembro, o que representa um aumento em relação ao mesmo mês de 2023, quando o volume exportado foi de 1,652 milhão de toneladas.

No entanto, o volume de embarques também apresentou uma queda quando comparado a outubro de 2024, quando o Brasil exportou 2,462 milhões de toneladas. Durante a semana de 3 a 9 de novembro, o país enviou 346,739 mil toneladas de farelo de soja, e para o período de 10 a 16 de novembro, a previsão é de 702,074 mil toneladas.



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alta de preços foi maior para famílias de renda mais baixa


A inflação acelerou em outubro para quase todas as faixas de renda, na comparação com o mês de setembro. A exceção foi para as famílias de renda alta.

Já para os domicílios com renda muito baixa, a taxa de inflação avançou de 0,58%, em setembro, para 0,75%, em outubro, enquanto as famílias de renda mais alta passaram de 0,33% para 0,27% no mesmo período.

Os dados são do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, divulgado nesta terça-feira (12) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Famílias de renda baixa

A faixa de renda baixa é a que registrrou a maior alta inflacionária no acumulado do ano (4,17%), enquanto o segmento de renda alta tem a taxa menos elevada (3,20%).

Já no acumulado em 12 meses, as famílias de renda alta apresentam a menor taxa de inflação (4,44%), ao passo que a faixa de renda muito baixa aponta a taxa mais elevada (4,99%).

“Embora os grupos alimentos e bebidas e habitação tenham sido os principais pontos de descompressão inflacionária para todos os estratos de renda, o impacto de alta vindo destes dois segmentos foi proporcionalmente mais forte nas classes de rendas mais baixas, dado o maior percentual do gasto com esses bens e serviços no orçamento dessas famílias”, diz a nota do Ipea.

Inflação dos alimentos

Corte de carne especial, Picanha fatiada., carne vermelha, abatesCorte de carne especial, Picanha fatiada., carne vermelha, abates
Foto: CNA

A contribuição positiva dos alimentos à elevação inflacionária em outubro é explicada pelos seguintes produtos:

  • Carnes (5,8%);
  • Óleo de soja (5,1%);
  • Café (4%)
  • Leite (2,0%)
  • Frango (1,0%)

A alta não foi contida nem mesmo com as deflações registradas em diversos alimentos in natura, como tubérculos (-2,5%), hortaliças (-1,4%) e frutas (-1,1%).

“Já o baixo nível dos reservatórios fez com que fosse adotada a bandeira vermelha patamar 2 nas tarifas de energia elétrica em outubro, gerando um reajuste de 4,7% e contribuindo para a pressão do grupo habitação”.

Em contrapartida, houve melhora no desempenho do grupo transportes, refletida principalmente pelas quedas das tarifas de transporte público, como ônibus urbano (-3,5%), trem (-4,8%) e metrô (-4,6%), além da deflação de 0,17% dos combustíveis. Com isso, houve um alívio inflacionário para todas as classes em outubro.

As famílias de renda alta sentiram uma descompressão inflacionária ainda mais forte da inflação dada a queda de 11,5% das passagens aéreas e de 1,5% no transporte por aplicativo, anulando, inclusive, a pressão exercida pelo grupo despesas pessoais, refletindo, especialmente, os reajustes de 1,4% dos serviços de recreação e lazer.



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Pequenos produtores investem em empreendedorismo sustentável 


Já imaginou o sabor de um morango fresquinho, cem por cento natural, produzido com todo o carinho? Ou uma colherada de mel puro, colhido artesanalmente, acompanhada de uma geleia caseira e queijo de cabra

É essa experiência de sabores naturais que Marília Orantas, Isaías Pasqualini e Pedro Presti, micro e pequenos produtores de São Roque, interior de São Paulo, levam à mesa de seus clientes. Todos os dias, faça chuva ou faça sol, os três estão ali, plantando, cuidando e colhendo. 

 “O que falta e seria muito importante agora é uma visão de cooperativa, de associações, de fazer uma conexão entre os pequenos produtores para que a gente tenha troca de informação e fortalecimento, para não ficarmos sozinhos tentando nos salvar,” comenta Marília, que deixou a hotelaria para se dedicar ao cultivo de morangos, geleias e óleos essenciais, todos orgânicos.

Pedro Presti, por sua vez, trocou carreira em engenharia e o trabalho nos Estados Unidos para enfrentar os desafios do campo. Atualmente, ele cria galinhas poedeiras e cabras – vende o leite e ainda produz queijos. 

Além disso, mantém 80 canteiros entre hortaliças e frutas, tudo respeitando o ritmo do solo, e conta que vem novidades por aí:

 “São Roque é a terra da alcachofra e a gente começou a cultivar, mas de forma orgânica” explica Presti.

Pedro Presti cria galinhas poedeiras, cabras, hortaliças e frutas orgânicas.

Ele também admite a dificuldade de entrar no mercado: “Foi um pouco complicado porque não temos a certificação orgânica. Em alguns lugares, isso impede o negócio. Mas vendemos sob encomenda para restaurantes e clientes finais, que confiam que não usamos agrotóxicos e o boca a boca vai se espalhando.” finaliza.

Já Isaias Pasqualini, estudou administração de empresas, fez alguns cursos no Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e se especializou em apicultura. 

Desde 2016, ele se dedica à produção de mel e, recentemente, passou a cultivar morangos e a produzir geleias. Agora, o produtor entrou com processo para adquirir o certificado de produção de mel.

 “Legalizar junto aos órgãos competentes é essencial para poder envasar e vender o mel, já que produtos de origem animal exigem autorização”, explica Isaías. 

Isaias Pasqualini empreende com mel e morangos agroecológicos.

Ele destaca ainda, que a interação entre as abelhas e o morango é essencial: “Um complementa o outro. O morango precisa de polinização e as abelhas ajudam nisso”, afirma o especialista que colheu há pouco tempo um morango de 110 g, e que foi consumido por ele, pelo filho e a esposa. 

Na última colheita, Pasqualini colheu um morango de 110 g. Arquivo Pessoal.

Para que Marília, Pedro e Isaias chegassem onde estão, abrindo as porteiras dos seus negócios, eles buscaram conhecimento por meio de cursos. Afinal, obter orientação de quem entende parece ser uma forma de encontrar uma solução e, claro, prosperar.

Foto: Arquivo Pessoal Isaias Pasqualini

Dica

No site do Sebrae, por exemplo, há diversas opções voltadas para micro e pequenos empreendedores, incluindo cursos gratuitos. Basta selecionar o estado em que você mora e conferir os cursos disponíveis. 

Acesse aqui e confira os cursos disponíveis no Sebrae. 

Produtor rural – Sebrae



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Brasil apresenta meta ambiciosa para redução de emissões de GEE



O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, esteve presente na abertura do estande brasileiro na COP29, em Baku, no Azerbaijão, para detalhar a nova meta climática do Brasil. O país se comprometeu a reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em 67% até 2035, equivalente a uma diminuição de 850 milhões de toneladas de CO2. A proposta foi comemorada, tanto no Brasil quanto internacionalmente, como um passo significativo no combate às mudanças climáticas.

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Durante sua participação, Alckmin destacou que o Brasil está se tornando mais audacioso em suas metas ambientais, reafirmando o compromisso do país com a sustentabilidade. “Esta meta é extremamente ousada e coloca o Brasil em uma posição de protagonismo nas discussões sobre mudanças climáticas”, afirmou o vice-presidente. O vice-presidente também foi acompanhado pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que ressaltou a redução de 22 a 25% no desmatamento da Amazônia, o que contribui para o sequestro de carbono e o equilíbrio ambiental.

Além disso, o Brasil apresentou outras propostas importantes, como a criação de um fundo para financiar a transição energética global, inspirado no fundo de Perdas e Danos, aprovado na COP28. Essas medidas visam não apenas atender aos objetivos do Acordo de Paris, mas também impulsionar a cooperação global na busca por soluções climáticas mais eficazes.

A participação do Brasil também inclui quatro estandes, que representam diferentes áreas e esforços do país na luta contra as mudanças climáticas. Entre eles, estão o estande do governo brasileiro, o Hub da Amazônia, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Ministério da Agricultura, que trazem à tona as ações do Brasil para promover a sustentabilidade, com foco na redução das emissões e no desenvolvimento de práticas sustentáveis.

A COP29, que reúne mais de 150 países, continua sendo um espaço importante para a definição de novas metas climáticas e para o debate sobre os desafios enfrentados pelas nações para cumprir os objetivos globais de combate às mudanças climáticas.



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Frente fria alcança o Sudeste e deixa chuva intensa em 2 estados



Saiba como o clima irá se comportar nesta quarta-feira (13) em todo o Brasil:

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Sul

O tempo fica mais nublado com chuva na faixa leste do Paraná, enquanto na metade norte do estado a chuva ocorre de forma isolada. O tempo permanece firme e sem chuva no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no sul e oeste do Paraná. As temperaturas ficam baixas, especialmente ao amanhecer.

Sudeste

Uma frente fria que avançou pela região Sul chega ao Sudeste, deixando o tempo nublado e com pancadas de chuva ao longo do dia em São Paulo, Rio de Janeiro e no centro-sul e Triângulo Mineiro, onde há possibilidade de chuva de moderada intensidade. No interior do estado do Rio de Janeiro, no Espírito Santo e nas regiões centro, leste e nordeste de Minas Gerais, pancadas de chuva isoladas, que podem ser acompanhadas de trovoadas.

Centro-Oeste

A frente fria na costa do Sudeste organiza a umidade sobre o Brasil Central. A previsão é de céu nublado e chuva a qualquer hora entre Goiás, Mato Grosso e extremo norte de Mato Grosso do Sul, onde a chuva pode ser forte, e não se descarta a ocorrência de temporais. No sul de Mato Grosso do Sul, a chuva é mais isolada, enquanto nas demais áreas do estado o tempo permanece firme com sol entre nuvens.

Nordeste

O tempo segue instável, com chuva a qualquer momento no oeste da Bahia, no Piauí e no Maranhão. Nas demais áreas da Bahia, pancadas de chuva isoladas com trovoadas, enquanto na faixa litorânea, desde Sergipe até o Rio Grande do Norte, a chuva também ocorre de forma isolada.

Norte

A combinação de calor com alta umidade continua favorecendo pancadas de chuva em toda a região, que podem ser fortes, e não se descarta a ocorrência de temporais localizados.



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