quarta-feira, julho 22, 2026

Agro

AgroNewsPolítica & Agro

abacaxi e banana têm alta nos preços; laranja apresenta queda



A laranja foi a única entre as frutas analisadas que registrou queda




Foto: Pixabay

De acordo com o monitoramento de preços do CeasaMinas, entreposto de Contagem da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (SEAPA), os preços das principais frutas comercializadas oscilaram na semana de 28 de outubro a 1º de novembro e de 4 a 8 de novembro. Entre os produtos analisados, coco verde, maçã, melancia e uva apresentaram estabilidade nos valores. Já abacaxi, banana, limão, mamão e manga registraram aumento nas cotações, impulsionados principalmente por fatores sazonais e climáticos.

O aumento dos preços foi significativo para algumas frutas devido a fatores como entressafra e condições climáticas. O período de entressafra de banana e limão resultou na diminuição da oferta, elevando os preços. No caso do mamão, o volume de chuvas dificultou a colheita, o que impactou o mercado. Já a manga teve seu preço ajustado pela redução de oferta nos pomares.

A laranja foi a única entre as frutas analisadas que registrou queda, influenciada pela baixa qualidade do produto, o que pressionou os valores de mercado.

Entre os destaques específicos:

  • O abacaxi pérola, originário da Paraíba, teve uma elevação de preço, chegando a R$80,00 por dúzia no final do período analisado.
  • A banana prata sofreu aumentos, passando de R$3,50 para R$4,00/kg, com uma variação semanal de 11,9%.
  • O preço do coco verde se manteve estável a R$2,60 por unidade.
  • A laranja pera registrou queda, com o preço médio caindo de R$5,50 para R$5,08/kg, uma variação semanal de -7,6%.
  • O limão tahiti teve alta, subindo para R$8,17/kg, com aumento médio de 8,9%.
  • O mamão formosa apresentou variação de 29%, passando de R$3,51 para R$4,53/kg devido a aumentos sucessivos.
  • A manga tommy variou de R$2,40 para R$2,59/kg, após oscilações ao longo das semanas.
  • Melancia graúda e uva Itália se mantiveram estáveis, com preços de R$1,40/kg e R$15,00/kg, respectivamente.

     






Source link

News

Embrapa Soja é parceira do evento Giro Técnico na Soja



Com o compromisso de promover boas práticas e tecnologias no cultivo da soja, com foco em sustentabilidade e aumento de produtividade, o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), em parceria com a coordenadora técnica do projeto Soja Brasil, Embrapa Soja, realiza o Giro Técnico na Soja. Neste ano, o evento chega à 12ª edição e, entre 21 de novembro e 5 de dezembro, percorrerá doze cidades do Paraná.

Os temas abordados são essenciais para a produção de soja, como manejo integrado de pragas, o sistema Alerta Ferrugem, fixação biológica de nutrientes, manejo de doenças, tecnologia de aplicação de insumos, manejo de solos e controle de plantas daninhas.

Esses tópicos são fundamentais para garantir uma produção de soja sustentável, com equilíbrio da produtividade, rentabilidade e impacto ambiental. O coordenador estadual do Programa Grãos Sustentáveis do IDR-Paraná, Edivan José Possamai, destaca que as boas práticas promovidas pelo evento ajudam os produtores a racionalizarem o uso de insumos como fertilizantes, fungicidas, inseticidas e herbicidas, sem comprometer a produtividade. Isso resulta em maior lucratividade e benefícios ambientais.

Outro destaque do evento é a coinoculação de Bradyrhizobium e Azospirillum, que pode aumentar em até 8% a produtividade da soja a um baixo custo. Segundo o pesquisador da Embrapa Soja, André Prando, o Giro Técnico facilita a troca de conhecimentos entre agricultores, técnicos e pesquisadores, comprovando os benefícios das boas práticas agrícolas. A parceria entre a Embrapa e o IDR-Paraná tem gerado resultados concretos no campo.

O trabalho conjunto entre pesquisa e extensão tem posicionado o Paraná como referência nacional em tecnologias sustentáveis e produtividade na soja. Estima-se que, com a adoção dessas boas práticas, os produtores podem aumentar a produção em até 17 sacas por hectare, seja pela redução de custos ou pelo aumento da produtividade.

No entanto, Edivan Possamai observa que ainda há desafios, como a erosão do solo e a deriva de agrotóxicos, que exigem mais atenção para garantir uma agricultura sustentável no futuro.

O Giro Técnico na Soja conta com o apoio de diversas instituições, como o Sistema FAEP/SENAR-PR, ITAIPU Binacional, universidades e colégios agrícolas, com a importância da parceria entre pesquisa, extensão e os produtores rurais.

Cronograma do evento

  • 21/novembro – 09:00 – Astorga (Maringá)
  • 21/novembro – 14:00 – Doutor Camargo (Maringá)
  • 22/novembro – 09:00 – Luiziana (Maringá)
  • 25/novembro – 14:00 – Céu Azul (Cascavel)
  • 26/novembro – 14:00 – Palotina (Toledo)
  • 27/novembro – 09:00 – Capanema (Francisco Beltrão)
  • 27/novembro – 14:00 – Salto do Lontra (Dois Vizinhos)
  • 28/novembro – 09:00 – Coronel Vivida (Pato Branco)
  • 28/novembro – 14:00 – Virmond (Laranjeiras do Sul)
  • 03/dezembro – 14:00 – Primeiro de Maio (Londrina)
  • 04/dezembro – 14:00 – Santa Mariana (Cornélio Procópio)
  • 05/dezembro – 14:00 – Rio Bom (Apucarana)



Source link

News

semeadura é lenta em Goiatuba (GO)



O plantio da soja da safra 2024/25 em Goiatuba, no sul de Goiás, segue em ritmo mais lento devido às intensas precipitações que afetaram a região nos últimos dias. Até o momento, os dados da semeadura apontam que 85% dos 75 mil hectares previstos para a safra foram plantados, segundo informações da Emater local.

Os volumes de chuva registrados entre o início de novembro e a segunda-feira (11) foram expressivos, com volumes entre 70 e 100 milímetros por dia. Em algumas lavouras, o excesso de precipitação causou assoreamentos, dificultando o avanço do plantio e o desenvolvimento das culturas.

Apesar das condições climáticas adversas, Alceu ressalta que as lavouras de soja estão se desenvolvendo de forma razoável. A soja que foi plantada primeiro já entrou na fase de floração, com mais de 30 dias de cultivo. As lavouras mais recentes, por sua vez, estão entre as fases de crescimento vegetativo e germinação.

Com a amenização das chuvas a partir de segunda-feira (11), alguns produtores retomaram o plantio e os trabalhos culturais. No entanto, a previsão é de mais precipitações nos próximos dias, o que pode continuar afetando o ritmo das atividades. A expectativa, no entanto, é de que o plantio seja concluído ainda em novembro, desde que as condições climáticas se estabilizem.

Expectativa

Se o clima favorecer o desenvolvimento da semeadura, a produtividade média da soja em Goiatuba pode atingir até 3.600 quilos por hectare, um bom desempenho para a região. Esse rendimento está em linha com as expectativas de crescimento da produção de soja no estado de Goiás.

De acordo com levantamento da consultoria Safras & Mercado, a área plantada de soja em Goiás para a safra 2024/25 deverá somar 4,85 milhões de hectares, um aumento de 2,1% em relação aos 4,75 milhões de hectares plantados na safra anterior (2023/24).

Até o dia 11 de outubro, o estado já havia plantado 83% da área prevista, um avanço significativo em relação aos 63% registrados na semana anterior e aos 52% no mesmo período de 2023. A média histórica para a data é de 60,6%.

A produção de soja no estado de Goiás também deve crescer. Já a expectativa é que a safra 2024/25 produza 18,531 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 7,1% em relação aos 17,298 milhões de toneladas da safra anterior. O rendimento médio nas lavouras de soja em Goiás deve ser de 3.840 quilos por hectare, superando os 3.660 quilos por hectare obtidos na safra passada.



Source link

News

Soja: semeadura é lenta em Goiatuba (GO)


soja goiás
Foto: Pedro Silvestre

O plantio da soja da safra 2024/25 em Goiatuba, no sul de Goiás, segue em ritmo mais lento devido às intensas precipitações que afetaram a região nos últimos dias. Até o momento, os dados da semeadura apontam que 85% dos 75 mil hectares previstos para a safra foram plantados, segundo informações da Emater local.

Os volumes de chuva registrados entre o início de novembro e a segunda-feira (11) foram expressivos, com volumes entre 70 e 100 milímetros por dia. Em algumas lavouras, o excesso de precipitação causou assoreamentos, dificultando o avanço do plantio e o desenvolvimento das culturas.

Apesar das condições climáticas adversas, Alceu ressalta que as lavouras de soja estão se desenvolvendo de forma razoável. A soja que foi plantada primeiro já entrou na fase de floração, com mais de 30 dias de cultivo. As lavouras mais recentes, por sua vez, estão entre as fases de crescimento vegetativo e germinação.

Com a amenização das chuvas a partir de segunda-feira (11), alguns produtores retomaram o plantio e os trabalhos culturais. No entanto, a previsão é de mais precipitações nos próximos dias, o que pode continuar afetando o ritmo das atividades. A expectativa, no entanto, é de que o plantio seja concluído ainda em novembro, desde que as condições climáticas se estabilizem.

Expectativa

Se o clima favorecer o desenvolvimento da semeadura, a produtividade média da soja em Goiatuba pode atingir até 3.600 quilos por hectare, um bom desempenho para a região. Esse rendimento está em linha com as expectativas de crescimento da produção de soja no estado de Goiás.

De acordo com levantamento da consultoria Safras & Mercado, a área plantada de soja em Goiás para a safra 2024/25 deverá somar 4,85 milhões de hectares, um aumento de 2,1% em relação aos 4,75 milhões de hectares plantados na safra anterior (2023/24).

Até o dia 11 de outubro, o estado já havia plantado 83% da área prevista, um avanço significativo em relação aos 63% registrados na semana anterior e aos 52% no mesmo período de 2023. A média histórica para a data é de 60,6%.

A produção de soja no estado de Goiás também deve crescer. Já a expectativa é que a safra 2024/25 produza 18,531 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 7,1% em relação aos 17,298 milhões de toneladas da safra anterior. O rendimento médio nas lavouras de soja em Goiás deve ser de 3.840 quilos por hectare, superando os 3.660 quilos por hectare obtidos na safra passada.

O post Soja: semeadura é lenta em Goiatuba (GO) apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Agricultores franceses protestam contra acordo Mercosul-UE


Mercosul-UE, união europeia e mercosul, acordo
Foto: Camex

Agricultores franceses protestaram na terça-feira (12), contra o acordo comercial entre União Europeia (UE) e Mercosul, que aumentaria as importações agrícolas da América do Sul. A UE e o bloco comercial, composto por Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia, chegaram a um acordo inicial em 2019. No entanto, as negociações enfrentam resistência de agricultores e governos europeus.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

O protesto em Aurillac, no sul da França, marcou o início de uma nova onda de manifestações, que deve se espalhar pela comunidade agrícola europeia, em meio ao receio de que o acordo possa ser finalizado na cúpula do G20 no Brasil, nos dias 18 e 19 de novembro, apesar de a ministra da agricultura francesa, Annie Genevard, afirmar ser “altamente improvável”.

Em entrevista à TF1, ela disse: “Não queremos esse acordo porque ele é prejudicial. Ele trará produtos, incluindo substâncias proibidas na Europa, ao custo do desmatamento, e competirá de forma injusta com nossa produção doméstica.”

Contudo, grupos agrícolas não se convenceram com a declaração da ministra. Na semana passada, manifestantes franceses bloquearam o edifício estatal na comuna de Niort, enquanto na segunda-feira, as duas principais organizações agrícolas do bloco Copa-Cogeca enviaram uma carta à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, pedindo que rejeitasse o acordo Mercosul e adotasse “uma política comercial coerente”. Além disso, mais de 600 parlamentares franceses publicaram uma carta aberta à von der Leyen, no jornal Le Monde, dizendo que as condições para o acordo “não foram atendidas”.

As preocupações dos agricultores europeus consideram que as normas ambientais são excessivamente rigorosas na UE, enquanto o acordo com o Mercosul poderia inundar o mercado com importações da América do Sul produzidas com padrões ambientais e trabalhistas inferiores, segundo Véronique Le Floch, presidente da Coordination Rurale, segundo maior sindicato de agricultores da França. “Se o acordo Mercosul for assinado, será o fim da nossa agricultura”, disse.

Enquanto isso, os maiores sindicatos prometeram ação. A Federação Nacional dos Sindicatos de Agricultores da França (FNSEA, na sigla em francês), o maior sindicato do país, convocou protestos nacionais assim que a temporada de plantio de inverno terminar, em meados de novembro. A Coordination Rurale prometeu “uma revolta agrícola” a partir de 19 de novembro em Auch e Agen, duas cidades no sudoeste da França, enquanto a Confédération Paysanne, conhecido por sua postura anti-globalização, também planeja ações contra “acordos de livre comércio.”

Agricultores na Bélgica também convocaram manifestações próximas à sede da UE em Bruxelas nesta quarta-feira. 

O post Agricultores franceses protestam contra acordo Mercosul-UE apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Soja: Chicago recua leve com oferta e indicação para Agência de Proteção Ambiental dos EUA


soja preço baixo
Foto: Pixabay/ Arte Canal Rural

Os contratos da soja em grão registram preços levemente mais baixos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado opera sem uma direção clara, influenciado por fatores contraditórios.

Por um lado, a pressão sobre a oleaginosa é intensificada pela indicação do ex-congressista Lee Zeldin, escolhido pelo presidente eleito Donald Trump, para comandar a Agência de ProteçãoAmbiental dos Estados Unidos (EPA). Zeldin é amplamente visto como um cético em relação à indústria de biocombustíveis, o que traz preocupações ao setor. Além disso, a maior oferta nacional, resultado da consolidação da maior safra da história, agrava ainda mais o cenário desfavorável.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

No entanto, o mercado encontra algum suporte em um movimento de recuperação técnica após as significativas perdas dos últimos dois pregões, além do avanço dos preços do petróleo em Nova York, fatores que ajudam a limitar um direcionamento mais definido para os preços.

Os contratos com vencimento em janeiro de 2025 operam cotados a US$ 10,10 1/4 por bushel, baixa de 0,25 centavo de dólar, ou 0,02%, em relação ao fechamento anterior.

Ontem (13), a soja fechou em baixa. O mercado foi pressionado por um movimento de vendas técnicas e realização de lucros, após ter atingido o maior patamar em um mês na semana passada. Destaque para a queda de mais de 4% do óleo, que acentuou as perdas do grão e do farelo.

Em termos fundamentais, o mercado segue pressionado pela consolidação de uma das maiores safras da história dos Estados Unidos, mesmo que o relatório de novembro do Departamento de Agricultura norte-americano tenha indicado número abaixo do esperado. Ainda há certa apreensão com uma possível guerra comercial entre EUA e China com a eleição de Donald Trump. O óleo liderou as perdas, acompanhando a queda dos preços do óleo de palma na Malásia.

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 11,75 centavos de dólar, ou 1,14%, a US$ 10,10 1/2 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 10,22 1/2 por bushel, com perda de 12,75 centavos, ou 1,23%.

O post Soja: Chicago recua leve com oferta e indicação para Agência de Proteção Ambiental dos EUA apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Produção de aveia branca cresce 50% no RS



No entanto, a colheita enfrenta variações regionais significativas




Foto: Canva

A nova estimativa para a safra de aveia branca no Rio Grande do Sul, realiazada pela Emater/RS-Ascar, aponta crescimento expressivo na produção, mesmo em meio a desafios climáticos e problemas no manejo. Conforme os dados atualizados da segunda quinzena de outubro, a área cultivada foi de 354.987 hectares, o que representa uma redução de 2,74% em comparação aos 364.989 hectares de 2023, segundo as informações do Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar.

De acordo com informativo, ainda assim, a produção estimada aumentou para 878.166 toneladas, uma alta de 50,39% em relação às 583.912 toneladas colhidas no ano anterior. Esse salto positivo deve-se, em parte, ao aumento de 3% na produtividade média, que passou de 2.402 kg/ha para 2.474 kg/ha.

Clique para seguir o canal do Agrolink no WhatsApp

No entanto, a colheita enfrenta variações regionais significativas. Na região de Frederico Westphalen, 90% da área de aveia branca já foi colhida, com o restante em fase de maturação. Na área de Ijuí, a produtividade média tem se mantido pouco acima de 2.500 kg/ha, mas a qualidade do grão está abaixo do exigido para consumo humano. Em Passo Fundo, a produtividade está abaixo da média, em torno de 2.000 kg/ha, com 60% da área já colhida. Em Soledade, cerca de 80% da área foi colhida, com níveis produtivos considerados satisfatórios, embora temporais tenham causado acamamento das plantas, gerando perdas.

Os preços médios para a saca de 60 kg variam entre as regiões: R$ 60,00 em Ijuí, R$ 78,00 em Passo Fundo e R$ 69,00 em Frederico Westphalen.





Source link

News

Proposta de redução da jornada de trabalho gera divisão no Plenário da Câmara



A proposta de redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1 têm gerado intensos debates no Plenário da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (12). A deputada Érika Hilton (SP), do PSOL, busca reunir 171 assinaturas para apresentar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que estabelece uma jornada de trabalho de quatro dias por semana, com três dias de descanso, limitando o tempo de trabalho a 36 horas semanais.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

A proposta foi defendida por parlamentares da base governista, como o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), que afirmou que a escala 6×1 é “muito pesada, injusta e explorativa”, destacando que o descanso e o lazer são fundamentais para o bem-estar dos trabalhadores. “A vida não é só o exercício pesado do trabalho, mas também o descanso”, completou Alencar.

Por outro lado, parlamentares da oposição criticaram a proposta, defendendo negociações diretas entre empregador e empregado. O deputado Luiz Lima (PL-RJ), por exemplo, sugeriu que a mudança na jornada deve ser discutida “caso a caso”, levando em consideração as diferentes realidades dos trabalhadores. Já o deputado Zé Trovão (PL-SC) chamou a proposta de “demagógica”, argumentando que ela poderia prejudicar o setor produtivo e a geração de empregos.

Outra proposta que já está em tramitação, a PEC 221/19, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), propõe a redução gradual da jornada semanal de 44 para 36 horas ao longo de dez anos. Essa proposta também gerou divergências, com alguns parlamentares apontando os possíveis impactos financeiros e previdenciários para o país.

O vice-presidente Geraldo Alckmin, durante a COP29 no Azerbaijão, comentou a tendência mundial de redução de jornadas, destacando que é um tema relevante para a sociedade e o Congresso. “É uma tendência no mundo inteiro, impulsionada pelo avanço tecnológico”, afirmou o vice-presidente.

Com a tramitação de propostas conflitantes e uma ampla discussão no Congresso, a redução da jornada de trabalho continua a ser um tema divisivo no Brasil, com diferentes setores e parlamentares apresentando argumentos sobre os benefícios e desafios dessa mudança. A PEC de Érika Hilton ainda precisa de apoio para avançar nas discussões legislativas.



Source link

News

Podcast: confira as notícias que afetam o mercado hoje


podcast PicPay diário econômico

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca que o Banco Central pode prolongar o ciclo de alta de juros diante das incertezas econômicas e da necessidade de manter uma política monetária confiável e alinhada com a disciplina fiscal. O mercado segue atento às tensões com o governo e às pressões externas.

O post Podcast: confira as notícias que afetam o mercado hoje apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Mato Grosso alcança novo recorde em exportação de carne bovina



A China segue como o principal destino da carne bovina mato-grossense




Foto: Pixbay

As exportações de carne bovina de Mato Grosso registraram um novo recorde em outubro, com o maior volume mensal da história do estado, segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Foram enviadas ao exterior 79,83 mil toneladas equivalente carcaça (TEC) durante o mês, consolidando um total acumulado de 628,84 mil TEC entre janeiro e outubro de 2024. Esse volume supera o recorde anterior, de 605,35 mil TEC, alcançado em 2022.

Clique para seguir o canal do Agrolink no WhatsApp

Apesar do crescimento no volume exportado, a receita das exportações de 2024 apresentou queda de 20,6% em comparação a 2022. Essa retração é atribuída ao menor preço médio por tonelada, que foi de US$ 3.468,20 até agora. A China segue como o principal destino da carne bovina mato-grossense, representando 42,2% das exportações estaduais, seguida pelos Emirados Árabes Unidos (9,92%) e pelo Egito (5,02%).

O cenário de demanda aquecida pela proteína de Mato Grosso tem ajudado a absorver a alta oferta de animais no estado, contribuindo para a manutenção dos preços do boi gordo.





Source link