terça-feira, julho 21, 2026

Agro

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Brasil é segundo país a entregar meta de emissões na COP29


O Brasil foi o segundo país a apresentar a terceira geração da Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC, na sigla em inglês), que define a redução de emissões de gases do efeito estufa de 59% até 67%, em 2035.

O plano, que já havia sido apresentado no Brasil, foi oficialmente entregue ao secretário-executivo do clima das Nações Unidas, Simon Stiell, na 29ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP29), em Baku, no Azerbaijão.

“O Brasil sai de um modelo negacionista, para a liderança e protagonismo no combate às mudanças climáticas. O presidente Lula tem total compromisso em o Brasil ser o exemplo de grande protagonista”, afirmou o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin.

Futuro de baixo carbono

O documento entregue reassume a meta de neutralidade climática até 2050 e traz na sua apresentação “uma visão de um país que reconhece a crise climática, assume a urgência da construção de resiliência e desenha um roteiro para um futuro de baixo carbono para sua sociedade, sua economia e seus ecossistemas”.

Além de reunir um resumo de políticas públicas que se somam para viabilizar as metas propostas na NDC, como o Plano de Transformação Ecológica, o documento também detalha por setor da economia brasileira as ações que vêm sendo implementadas no país para que as emissões de gases do efeito estufa sejam mitigadas.

De acordo com a NDC brasileira os Planos Setoriais de Mitigação, que estão em elaboração na Estratégia Nacional de Mitigação, que integra o Plano Clima, são orientados pela nova meta e estabelecerão valores absolutos de redução de emissões de todos os gases de efeito estufa e metas para todas as áreas da economia brasileira.

A previsão é que esta etapa da política pública esteja concluída no primeiro semestre de 2025.

Pelas redes sociais, Stiell falou da liderança brasileira na entrega da geração 3.0 de NDC. “A mensagem está clara: a ação climática está aumentando porque é a passagem de todas as nações para a segurança e a prosperidade”, destacou.

Marina Silva, SenadoMarina Silva, Senado
Foto Lula Marques/ Agência Brasil

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, destacou que a opção da entrega da meta com uma margem variável ocorreu por se tratar de um prazo de mais de dez anos, e que considera possíveis alterações nos cenários econômicos, de cooperação internacional e de avanços tecnológicos.

“O foco é termos um número absoluto que saia de mais de 2 bilhões de toneladas de CO² para 850 milhões e, lastreando essa decisão, nós temos o Plano Clima, temos o Plano de Transformação Ecológica, que é o novo paradigma para o modelo de desenvolvimento do Brasil, com seis eixos estratégicos”, diz

O primeiro país a entregar a NDC à Organização das Nações Unidas foi os Emirados Árabes Unidos, como já havia sido acordado anteriormente na formação da Troika, o pacto multilateral firmado pelas três presidências das COPs 28, 29 e 30, respectivamente Emirados Árabes Unidos, Azerbaijão e Brasil, para o cumprimento da Missão 1,5 °C.

As diretrizes estabelecidas no Plano Clima são resultado de um processo de consulta da sociedade, setor privado, academia, estados e municípios.



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Área do Paraná tem plantio da soja finalizado



O plantio de soja foi concluído nas áreas de atuação da Cooperativa Coopavel, localizada no oeste e sudoeste do Paraná. Segundo a Safras & Mercado, na semana passada, o avanço da semeadura estava em 99% e o plantio foi finalizado conforme o esperado.

As informações relatam que o clima tem favorecido as semeaduras na região, com algumas precipitações recentes que contribuíram para o bom desenvolvimento das plantas, além de proporcionar uma umidade ideal para o início da safra.

No último relatório divulgado, em 11 de novembro, foi informado que 6% das lavouras estão na fase de emergência, 60% no estágio de desenvolvimento vegetativo, 33% na floração e 1% na formação de grãos. A produtividade média da soja na região segue estimada em 4.000 quilos por hectare, mantendo-se dentro das expectativas para o ciclo.

Para 2024, a previsão de área cultivada na região é de 411,6 mil hectares, um aumento em relação aos 405 mil hectares plantados em 2023. O crescimento da área reflete a confiança dos produtores na safra deste ano, impulsionada pelas boas condições climáticas e pela adoção de práticas agrícolas eficientes.



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Imóveis rurais de grandes devedores podem ser usados para reforma agrária


Portaria publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (13) regulamenta a possibilidade de imóveis rurais de grandes devedores da União serem destinados à reforma agrária.

De acordo com o texto, a adjudicação em favor da Política Nacional de Reforma Agrária vale para imóveis penhorados em ações judiciais da União ou de autarquias e fundações públicas.

Assinada de forma conjunta pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, e pelos ministros da Fazenda, Fernando Haddad; e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Paulo Teixeira, a Portaria Interministerial nº 4 estabelece os procedimentos a serem adotados pelos órgãos envolvidos no processo, bem como os ritos a serem seguidos a cada etapa.

Entre os procedimentos previstos na portaria está a preparação de laudos e estudos técnicos sobre a viabilidade de uso do imóvel para fins de reforma agrária. Abrange também avaliações compatíveis com os valores de mercado.

Eficácia na cobrança

Em nota, a Advocacia-Geral da União (AGU) informa já ter se manifestado por meio de parecer, em fevereiro deste ano, com relação ao procedimento de entrega de imóvel penhorado à União, sem a necessidade de leilões, como forma de pagamento de dívidas.

Sobre a portaria publicada hoje, Jorge Messias explica que ela servirá de “instrumento para a realização da reforma agrária de modo pacífico”, dando “maior eficácia na cobrança da dívida pública e mais celeridade na incorporação de imóveis rurais ao programa, encurtando caminho na implementação da política pública e levando pacificação no campo”.

Imóveis rurais disponíveis

propriedade ruralpropriedade rural
Foto: Arquivo

As informações fornecidas semestralmente pela AGU sobre a disponibilidade de imóveis rurais penhorados em ações judiciais ficarão centralizadas no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária e no MDA.

“Da mesma forma, os órgãos federais serão informados sobre os devedores inscritos em dívida ativa para que possam checar a existência de imóveis rurais passíveis de penhora”, complementa a AGU.

Em nota, o ministro Paulo Teixeira disse que a portaria possibilitará, ao mesmo tempo, o assentamento de famílias acampadas; e que a União recupere créditos até então considerados perdidos.

“E o devedor vai poder abater sua dívida ativa”, acrescentou o ministro ao lembrar que, por fim, as novas regras vão colaborar para que o governo federal cumpra o equilíbrio fiscal.



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PEC avança com o apoio de 194 parlamentares



A proposta de Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que busca acabar com a escala 6×1 e adotar uma jornada de trabalho de quatro dias semanais, com três de descanso, avançou no Congresso. A deputada Erika Hilton (PSOL-SP) conseguiu o apoio necessário para que a proposta pudesse seguir sua tramitação. Com 194 assinaturas já garantidas, muito além das 171 necessárias, a PEC agora tem o caminho livre para ser discutida e votada na Câmara dos Deputados.

O objetivo da proposta é reduzir a jornada semanal de trabalho para 36 horas, sem alterar a carga máxima diária de oito horas, promovendo um equilíbrio maior entre vida profissional e pessoal. “A escala 6×1 é prejudicial à saúde dos trabalhadores, afetando o equilíbrio entre trabalho e lazer”, destacou a deputada, que também mencionou os benefícios em termos de saúde mental para os trabalhadores.

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Embora o tema tenha ganhado apoio expressivo entre os parlamentares, o debate continua acirrado. Enquanto a base do governo defende a redução da jornada, parlamentares da oposição alertam para os impactos econômicos, sugerindo que a mudança pode aumentar os custos em setores de intensa mão de obra, como o agropecuário e o de serviços. Além disso, setores empresariais levantam preocupações sobre a viabilidade de implementar a mudança em setores com alta dependência de horas trabalhadas.

O tema ainda deverá ser amplamente discutido no Congresso, onde outros modelos de jornada, como a redução para 36 horas semanais ao longo de uma década, também estão sendo analisados.

Desvio de foco

Em entrevista, o analista político Miguel Daoud comentou sobre o impacto da PEC e a discussão em torno da jornada de trabalho. Para Daoud, a proposta é uma tentativa do governo de desviar o foco das dificuldades fiscais e do corte de gastos que estão sendo discutidos no Congresso.

“A PEC sobre a escala 6×1 está funcionando como uma cortina de fumaça, uma distração para as pressões econômicas que o governo enfrenta. A mudança tem uma argumentação válida, mas o impacto na produtividade e nos custos para setores como o agropecuário pode ser significativo”, afirmou.

Daoud também destacou que, embora a proposta seja positiva para a saúde dos trabalhadores, especialmente nas grandes cidades, a realidade de setores intensivos em mão de obra, como os frigoríficos e setores agrícolas, pode enfrentar dificuldades com os novos custos de operação. “Reduzir a jornada pode aumentar os custos de folha salarial, e isso não pode ser ignorado, principalmente quando a produtividade do trabalhador brasileiro já está abaixo da média mundial”, acrescentou.

Segundo Daoud, o governo está usando o tema como uma forma de desviar a atenção de outras questões econômicas mais urgentes, como o rombo da Previdência e os ajustes necessários nas áreas de saúde e educação. “O governo precisa controlar os gastos públicos, e a proposta de jornada reduzida pode ser uma maneira de ganhar tempo e manter a popularidade enquanto outras reformas são discutidas”, concluiu.



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o produtor que se reinventou na dificuldade


Tudo começou com o café. A trajetória de Paulo Dalto Neto, produtor de soja na Fazenda Chapada do Céu, no Piauí, é marcada pela busca constante por inovação. Natural de Cambé, cidade do Paraná, ele cresceu em uma família de cafeeiros, mas foi a geada de 1975 que, de forma inesperada, o levou a trilhar um novo caminho: a soja.

“Eu costumo dizer que nasci debaixo de um pé de café. Mas, quando a geada destruiu nossa produção, foi aí que meu tio me ensinou a plantar soja, e desde então comecei a trabalhar com o grão”, conta.

A transição para a soja

Após o desastre causado pela geada, Paulo Dalto Neto e sua família começaram a plantar soja em terras arrendadas no Paraná, em 1976. Foi em 1982 que uma nova oportunidade surgiu.

“Fomos para Goiás em 1984, arrendamos terras e ficamos por lá cerca de 12 anos. Plantávamos soja em áreas arrendadas, mas a chance de comprar terras no Piauí apareceu, e viemos conferir,” conta Paulo.

Ao conhecer o estado, ele viu o potencial da região e decidiu investir na compra de terras em Sebastião Leal, no sul do Piauí, onde está localizada a Fazenda Chapada do Céu.

Fazenda Chapada do Céu e a tecnologia

Foto: Arquivo Paulo Dalto Neto

Hoje, a Fazenda Chapada do Céu é um exemplo de agricultura moderna e sustentável no Piauí. Paulo Dalto Neto afirma que 70% da área já está plantada e que as chuvas têm sido regulares para a região. Ele acredita que a tecnologia desempenhou um papel importante no crescimento da propriedade, permitindo a adoção de práticas mais eficientes e sustentáveis.

“As máquinas hoje são de última geração. No sul do Piauí, temos tratores e colheitadeiras tão avançados que fazem o trabalho praticamente sozinhas. O operador só precisa monitorar”, afirma Paulo.

Com o uso de máquinas altamente automatizadas, o conforto e a eficiência para os trabalhadores são notáveis. “As máquinas têm um nível de automação tão alto que o operador mal precisa interagir com elas. Se quiser, pode até colocar um saco de areia no banco, e elas vão continuar trabalhando o dia todo”, brinca o produtor.

No entanto, ele enfatiza que, apesar do avanço tecnológico, o manejo responsável é essencial. “É muito importante não exagerar no uso de insumos. Fazemos a análise do solo anualmente para entender o que ele precisa. A partir dessa análise, ajustamos o uso de fertilizantes, potássio e outros nutrientes, evitando o desequilíbrio e a degradação”, explica.

Ele também destaca a importância de práticas que ajudem a manter a saúde do solo e reduzir riscos ambientais. “Aqui na fazenda, adotamos técnicas como o cultivo de capim brachiaria que ajuda a proteger o solo. Mesmo enfrentando períodos de seca, conseguimos manter a produtividade com menos impacto ambiental.”

Sustentabilidade e biológicos

A Fazenda Chapada do Céu também é pioneira na adoção de práticas sustentáveis e biológicas no manejo das lavouras. O que tem nos ajudado no plantio é a fábrica de biológicos que temos na fazenda. São produtos naturais, como se fosse ‘iogurte’ para as plantas, que ajudam no controle de doenças e no desenvolvimento das lavouras,” explica Paulo.

A produção de biológicos na fazenda é uma das inovações que o produtor tem investido, contribuindo para o controle de pragas e doenças de maneira mais ecológica, sem depender tanto de produtos químicos. A sustentabilidade tem sido uma das marcas registradas da Fazenda Chapada do Céu, e a inovação é vista como fundamental para o futuro da agricultura.

Piauí: terra de oportunidades

O produtor é otimista quanto ao futuro da agricultura no Piauí, especialmente no sul do estado. “O Piauí ainda tem terras com preços muito acessíveis, principalmente nas áreas de fronteira. Mas é o agricultor quem vai valorizar a terra, investindo nela com boas práticas agrícolas e usando tecnologias,” afirma.

Com uma visão voltada para o futuro, Paulo acredita que a chave para o sucesso na agricultura está na adaptação às mudanças e no uso inteligente da tecnologia. “A tecnologia, a sustentabilidade e a adaptação às mudanças climáticas são os principais fatores que irão definir o futuro da agricultura no Brasil e no Piauí. Estamos preparados para seguir investindo e garantindo que a nossa produção seja cada vez mais eficiente e sustentável,” conclui Paulo Dalto Neto.



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AgroNewsPolítica & Agro

Oeste da Bahia projeta aumento de 7,5% na área de soja


De acordo com as informações divulgada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri BA), a safra de grãos 2024/2025 no Oeste da Bahia segue em ritmo acelerado, com os agricultores concentrando esforços no plantio de soja, segundo dados recentes da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (AIBA). Desde o início do ciclo, em 8 de outubro, a semeadura vem avançando com rapidez, favorecida pela ampliação da janela de cultivo no estado.

Entretanto, a distribuição irregular das chuvas tem apresentado desafios, pois períodos de estiagem têm sido intercalados com chuvas intensas em diferentes microrregiões, exigindo um manejo detalhado. A presença de pragas como percevejos-barriga-verde e larvas-minadoras também tem demandado atenção, levando os produtores a reforçarem o monitoramento fitossanitário, conforme informou a Seagri BA.

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Segundo a Seagri BA, até o momento, aproximadamente 191 mil hectares de soja foram plantados, representando 9% da área total projetada para a cultura. Embora o ritmo seja acelerado, os produtores seguem atentos às condições climáticas para decidir o ritmo de expansão das áreas cultivadas. Com as previsões apontando aumento das precipitações, há uma expectativa de continuidade no plantio.

A projeção da AIBA indica que a soja ocupará 2,129 milhões de hectares nesta safra, um aumento de 7,5% em comparação à safra passada. O algodão, por sua vez, deve crescer 10%, alcançando uma área estimada de 380 mil hectares.

Por outro lado, a área de milho deve registrar queda de 8,9%, totalizando 123 mil hectares. Esse recuo reflete a desvalorização do milho no mercado, desestimulando o plantio. Já o sorgo deve crescer 6,7%, ocupando uma área projetada de 160 mil hectares.





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Aprosoja MT defende combustível do futuro



Na COP29, o vice-presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), Luiz Pedro Bier, e o deputado federal Arnaldo Jardim, que também é vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), se reuniram para discutir o papel do etanol como combustível do futuro e o avanço da produção sustentável no Brasil.

O evento proporcionou uma oportunidade de destacar o etanol como uma alternativa renovável que contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa e promove a independência energética do Brasil.

Mato Grosso como referência

Luiz Pedro Bier enfatizou a importância estratégica de Mato Grosso na produção de etanol a partir do milho, um dos estados que mais se destacam nesse segmento. Segundo ele, o estado tem dado um grande salto na produção de etanol de milho nos últimos quatro anos, reforçando seu compromisso com a sustentabilidade e com a produção de combustíveis limpos.

”Mato Grosso tem se destacado na produção do combustível de milho nos últimos quatro anos. Demos um grande salto na produção e é fundamental defender esses combustíveis, que são ambientalmente corretos, pois o milho e a soja de Mato Grosso desempenham um papel vital nesse processo”, afirmou Bier durante o encontro.

O deputado federal Arnaldo Jardim, que também é defensor da expansão do uso de etanol no Brasil, destacou o impacto positivo da produção agrícola na ampliação da demanda por biocombustíveis. Para ele, o aumento na produção de etanol está diretamente relacionado ao crescimento da produção de milho, soja e biodiesel.

”Nós vamos aumentar a produção de etanol, que tem entre suas fontes principais o milho, muito associado à produção de soja. Isso nos dá previsibilidade e confiança de que a demanda por biocombustíveis vai aumentar, o que, por sua vez, fecha o ciclo com a produção de proteína. A soja brasileira, com certeza, vai sair valorizada desse processo, o que beneficiará diretamente os produtores”, ressaltou o deputado.

Sustentabilidade como combustível no Brasil

O encontro entre Aprosoja MT e o deputado Arnaldo Jardim na COP29 reforça a missão de promover fontes de energia renováveis e sustentáveis, como o etanol, no Brasil. A Aprosoja MT tem se dedicado a estimular a transição para esses combustíveis, que não só ajudam a reduzir a emissão de poluentes, mas também contribuem para uma economia mais verde e forte.

A expansão da produção de etanol no Brasil, especialmente a partir do milho, representa uma importante oportunidade para agregar ainda mais valor às culturas agrícolas, beneficiando diretamente os produtores. Ao processar as matérias-primas internamente, o país fortalece sua posição no mercado global e garante o reconhecimento internacional por suas práticas agrícolas sustentáveis.



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calor no Sul e temporais no Sudeste e Centro-Oeste



Saiba como o clima irá se comportar nesta quinta-feira (14) em todo o Brasil:

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Sul

Tempo firme com predomínio de sol em grande parte da região; no leste do Paraná pode chover de forma fraca. As temperaturas voltam a subir, e o calor predomina especialmente no norte e noroeste do Paraná e na faixa oeste do Rio Grande do Sul.

Sudeste

Uma frente fria atua na costa, mantendo a umidade organizada, especialmente entre o Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais, onde pode chover forte e há risco de temporais nos estados mineiro e capixaba. Em São Paulo, há pancadas de chuva isoladas no interior, com possibilidade de chuvas moderadas no norte do estado, enquanto na faixa leste a chuva acontece ao longo do dia.

Centro-Oeste

Tempo fechado e com chuva entre Goiás e Mato Grosso, com risco de temporais. No norte e nordeste de Mato Grosso do Sul, as chuvas são mais isoladas, mas podem vir acompanhadas de trovoadas. Nas demais áreas do estado, o predomínio é de sol e temperaturas elevadas.

Nordeste

No oeste da Bahia e nos estados do Piauí e do Maranhão, o céu fica nublado e há condição para chuva forte, enquanto na faixa leste a chuva ocorre de forma mais isolada. Nas demais áreas da região, o tempo permanece firme.

Norte

O tempo segue instável com pancadas de chuva em toda a região. Pode chover forte no Tocantins, Pará e Amazonas, onde não se descartam temporais devido à combinação de calor e umidade. A sensação de abafamento persiste.



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preços do arábica voltam a subir com força



Pesquisas do Cepea mostram que os preços domésticos do café arábica voltaram a subir com força neste começo de novembro. 

O Indicador Cepea/Esalq do tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, tem operado próximo de R$ 1.600/sc, assim como nos primeiros meses de 2022, quando o desenvolvimento da safra brasileira e a perspectiva de menor produção impulsionavam os valores. 

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Atualmente, pesquisadores do Cepea explicam que o suporte aos preços vem do dólar valorizado frente ao Real, dos estoques justos e de incertezas relacionadas ao potencial produtivo da temporada 2025/26.



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AgroNewsPolítica & Agro

abacaxi e banana têm alta nos preços; laranja apresenta queda



A laranja foi a única entre as frutas analisadas que registrou queda




Foto: Pixabay

De acordo com o monitoramento de preços do CeasaMinas, entreposto de Contagem da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (SEAPA), os preços das principais frutas comercializadas oscilaram na semana de 28 de outubro a 1º de novembro e de 4 a 8 de novembro. Entre os produtos analisados, coco verde, maçã, melancia e uva apresentaram estabilidade nos valores. Já abacaxi, banana, limão, mamão e manga registraram aumento nas cotações, impulsionados principalmente por fatores sazonais e climáticos.

O aumento dos preços foi significativo para algumas frutas devido a fatores como entressafra e condições climáticas. O período de entressafra de banana e limão resultou na diminuição da oferta, elevando os preços. No caso do mamão, o volume de chuvas dificultou a colheita, o que impactou o mercado. Já a manga teve seu preço ajustado pela redução de oferta nos pomares.

A laranja foi a única entre as frutas analisadas que registrou queda, influenciada pela baixa qualidade do produto, o que pressionou os valores de mercado.

Entre os destaques específicos:

  • O abacaxi pérola, originário da Paraíba, teve uma elevação de preço, chegando a R$80,00 por dúzia no final do período analisado.
  • A banana prata sofreu aumentos, passando de R$3,50 para R$4,00/kg, com uma variação semanal de 11,9%.
  • O preço do coco verde se manteve estável a R$2,60 por unidade.
  • A laranja pera registrou queda, com o preço médio caindo de R$5,50 para R$5,08/kg, uma variação semanal de -7,6%.
  • O limão tahiti teve alta, subindo para R$8,17/kg, com aumento médio de 8,9%.
  • O mamão formosa apresentou variação de 29%, passando de R$3,51 para R$4,53/kg devido a aumentos sucessivos.
  • A manga tommy variou de R$2,40 para R$2,59/kg, após oscilações ao longo das semanas.
  • Melancia graúda e uva Itália se mantiveram estáveis, com preços de R$1,40/kg e R$15,00/kg, respectivamente.

     






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