terça-feira, julho 21, 2026

Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Produtores de pêssego intensificam controle de pragas



Colheita de pêssego acelera no Rio Grande do Sul




Foto: Pixabay

A colheita do pêssego avança nas regiões produtoras do Rio Grande do Sul. Em Pelotas, a safra das variedades mais precoces, como Citrino e Sensação, está em andamento, enquanto a colheita das cultivares Granada e Jasp acaba de começar. Nas demais variedades, os frutos ainda estão em desenvolvimento, mas já há registros de colheita antecipada em cultivares médias e tardias, conforme aponta o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar divulgado nesta quinta-feira (14).

Segundo o informativo, o monitoramento do Sistema de Alerta do Pêssego detectou uma alta presença da mosca-das-frutas, o que exige intensificação do controle com iscas tóxicas. Em reunião entre o Sindicato das Indústrias de Conservas (SINDOCOPEL) e a Associação dos Produtores de Pêssego, foi definido que o preço de referência para o fruto tipo I (diâmetro maior que 53 mm) será de R$ 2,50/kg e R$ 2,20/kg para o tipo II.

Clique para seguir o canal do Agrolink no WhatsApp

Na região de Soledade, estão em colheita as variedades intermediárias de pêssego. O manejo da podridão-parda, principal doença da cultura, continua para evitar perdas na produção e na qualidade dos frutos, assim como o controle de pragas, como a grafolita, ou broca-dos-ponteiros. Além disso, os produtores seguem com a poda verde para favorecer o desenvolvimento das árvores.

Veja mais informações sobre fitossanidade no Agrolinkfito

De acordo com dados da Emater/RS, em Caxias do Sul, a variedade BRS Kampai está no fim de sua colheita, com bons resultados na produtividade, e a colheita da BRS Fascínio já começou. As condições climáticas favorecem o crescimento e a sanidade dos frutos. Os preços pagos aos agricultores variam: frutos pequenos estão a R$ 1,00/kg, frutos médios a R$ 4,00/kg e frutos grandes a R$ 7,00/kg.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Pastagens mostram bom desenvolvimento no RS


As pastagens apresentam bom desenvolvimento, tanto no campo nativo quanto nas áreas cultivadas no Rio Grande do Sul. No entanto, em algumas regiões, a baixa umidade do solo devido à escassez de chuvas está afetando a qualidade das pastagens, especialmente nas regiões com menores índices pluviométricos. Em contrapartida, as pastagens perenes de verão vêm demonstrando alta qualidade nutricional e maior volume de forragem, favorecendo o desempenho animal, conforme o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar.

De acordo com o informativo, na região de Bagé, os produtores de São Gabriel já estão colhendo aveia para garantir sementes para o próximo ciclo, com o excedente sendo destinado à venda. Em Quaraí, a planta tóxica maria-mole está em fase de floração, e espera-se uma grande infestação nos campos nativos. Em Caxias do Sul, as temperaturas amenas à noite e mais quentes durante o dia têm favorecido o crescimento das forrageiras perenes, enquanto as pastagens anuais de inverno encerraram seu ciclo.

Clique para seguir o canal do Agrolink no WhatsApp

Em Erechim, a chuva de 40 mm foi benéfica, especialmente para as pastagens de verão, que estão em fase inicial de crescimento, além de ajudar no rebrote das pastagens perenes. Na região de Frederico Westphalen, as pastagens anuais estão em bom estado e já são usadas para pastejo. Em Ijuí, o tempo de permanência dos animais nas pastagens foi ampliado, e os produtores reduziram o uso de silagem.

Na região de Passo Fundo, o crescimento das pastagens perenes de verão foi positivo, permitindo um pastoreio intensivo. As pastagens anuais estão em fase de plantio e desenvolvimento, com algumas áreas já sendo utilizadas para pastejo e adubações de cobertura, especialmente com nitrogênio. Em Pelotas, as temperaturas mais amenas e as chuvas leves em municípios como Pelotas e São Lourenço do Sul favoreceram a implantação das pastagens de verão.

Em Porto Alegre, o pastoreio se concentra nas áreas de campo nativo, que apresentam boas condições. Já em Santa Maria, a chuva irregular está dificultando o crescimento das pastagens, mas a oferta de forragem vem aumentando. Em Santa Rosa, o controle da cigarrinha está sendo realizado, pois a praga tem prejudicado o desenvolvimento das pastagens em algumas áreas, comprometendo a disponibilidade de alimento, conforme os dados da Emater/RS.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Preço do arroz recua com menor saída do RS e aumento das importações



Mercado de arroz no Brasil enfrenta um cenário típico de entressafra




Foto: Divulgação

O mercado de arroz no Brasil enfrenta um cenário típico de entressafra, com redução na disponibilidade interna e aumento nas importações. Segundo informações divulgadas pelo Cepea, os preços do grão recuaram na última semana, atingindo os mesmos níveis observados em julho de 2024. A queda reflete a pressão exercida por atacadistas e varejistas, que buscam ajustar os custos em meio ao crescimento das importações.

Dados do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) indicam que o beneficiamento e a saída de arroz do Rio Grande do Sul, principal estado produtor, caíram 9,13% entre setembro e outubro, totalizando 601,7 mil toneladas em equivalente casca. Paralelamente, as importações do cereal aumentaram 18,1% no mesmo período, alcançando 120,8 mil toneladas.

Pesquisadores do Cepea destacam que o aumento das importações ocorre para suprir a menor oferta interna, o que tem gerado ajustes nos preços. Com a proximidade da nova safra, o mercado deve seguir atento à dinâmica entre oferta e demanda, além das variações cambiais que impactam o custo do arroz importado.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Agronegócio paulista bate US$ 25,7 bi em exportações



De janeiro a outubro, embarques de café sobem mais de 40%




Foto: Pixabay

No acumulado de janeiro a outubro de 2024, as exportações do agronegócio de São Paulo cresceram 11,2%, totalizando US$ 25,77 bilhões. Com isso, o estado atingiu um superávit comercial de mais de US$ 21 bilhões, impulsionado especialmente pelo aumento de 41,4% nas exportações de café. Os dados são do Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta), órgão ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo (SAA).

De acordo com a Secretaria de Agricultura, o café se destacou como um dos principais produtos agrícolas exportados pelo estado, com participação de 4,1% nas vendas internacionais, somando mais de US$ 1 bilhão no período. A maior parte das exportações de café paulista foi de grãos verdes, com 71,7% do total, seguida pelo café solúvel, que representou 24%.

Além do café, outros produtos agrícolas foram fundamentais para o desempenho da balança comercial paulista: sucos cresceram 30,6%; o complexo sucroalcooleiro teve alta de 23,9%; e produtos florestais, como celulose e papel, registraram aumento de 18,9%. Em contrapartida, o complexo soja apresentou uma queda de 35%, reflexo de oscilações no preço e no volume exportado, conforme os dados divulgados pela SAA.

  • Complexo Sucroalcooleiro: Com participação de 40,7% no agronegócio paulista, o setor registrou US$ 10,48 bilhões em exportações, dos quais o açúcar representou 93% e o etanol 7%.
  • Carnes: O setor respondeu por 11,2% das exportações do agronegócio paulista, somando US$ 2,89 bilhões. A carne bovina foi responsável por 84,1% desse montante.
  • Produtos Florestais: Representaram 10,3% das exportações, totalizando US$ 2,66 bilhões, com destaque para celulose (55,2%) e papel (37,2%).
  • Sucos: Com 9,1% de participação, o setor registrou US$ 2,34 bilhões em exportações, sendo o suco de laranja responsável por 98,2% do valor.
  • Complexo soja: Registrou 8,5% de participação, com US$ 2,18 bilhões em exportações. A soja em grão correspondeu a 77,1% do total.





Source link

News

Quando o preço do azeite vai cair? Pesquisador da Esalq responde



O ano de 2024 tem sido marcado pela alta nos preços do azeite de oliva nos supermercados. No mês de junho, por exemplo, o produto subiu 50% e, desde então, continua em altos patamares.

O pesquisador da Esalq-USP, Carlos Eduardo Vian, ressalta que a redução da safra global por questões climáticas atingiu em cheio os principais produtores, como Espanha, Portugal, Itália Grécia e, também, os do norte da África.

“Esses países foram afetados por grandes ondas de calor nos últimos anos, o que impactou na produção, que ocasionou uma redução dos estoques mundiais”.

Contudo, de acordo com ele, as expectativas das principais associação de produtores de oliva da União Europeia é de uma boa safra 2024/25.

“Com isso, há uma expectativa de que haja uma redução de preços nos próximos meses. Não vamos voltar, necessariamente, a patamares de preços anteriores, mas deve haver uma redução para o início de 2025 e ao longo do primeiro semestre do ano. Devemos sentir isso nas gôndulas de supermercados aqui no Brasil”

Produção nacional

O presidente do Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva), Renato Fernandes, diz que não é possível contar com a produção nacional para abater a escassez global do azeite. “Somos insignificantes no contexto global de produção, respondendo por apenas 0,5%, ou 500 mil litros por ano, mas temos grandes possibilidades de crescimento”.

De acorod com ele, para isso acontecer, é preciso aumentar a produção no Rio Grande do Sul e também no Sudeste, mas, também, contar com tempo, organização e parcerias.

“Isso tem acontecido. Posso relatar como exemplo concreto a vinda do Conselho Oleícola Internacional (COI) ao Brasil nas últimas semanas, o que tem nos aproximado muito dos grandes players para, realmente, o Brasil se tornar um grande produtor”.



Source link

News

Brasil precisa mostrar a sua verdadeira face na COP30, diz Arnaldo Jardim



A capacidade do agronegócio de mitigar as suas emissões de gases de efeito estufa foi destacada pela comitiva do Brasil na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2024 (COP29) nesta quinta-feira (14).

O deputado federal Arnaldo Jardim, que também é presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), acredita que o Brasil tem a obrigação de apresentar ao mundo, durante a COP30 que ocorrerá em 2025 no Pará, o que faz de melhor em termos sustentáveis.

“Nós produzimos um novo projeto de base regulatória para a produção de hidrogênio de baixo carbono, o Combustível do Futuro […], a regulamentação do mercado de carbono vem aí e nós vamos produzir também o marco regulatório para eólicas offshore. Assim, o Brasil não fica devendo a ninguém no mundo nesse sentido”.

O parlamentar ressaltou, também, que o agronegócio brasileiro tem compromisso com a sustentabilidade e que o país possui uma matriz energética exemplar. “Tudo isso precisa aparecer e o Brasil precisa mostrar a sua verdadeira face na COP30”.

Exemplo do cooperativismo

O coordenador de Meio Ambiente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Alex Macedo, presente no evento internacional, ressaltou que a entidade busca mostrar ao mundo o cooperativismo como instrumento de combate às mudanças climáticas.

“O sistema cooperativo tem diversos princípios que reforçam a nossa atuação de preocupação com a comunidade, do interesse em ter um desenvolvimento econômico, social, mas que, ao mesmo tempo, traga equilíbrio ambiental. A gente precisa demonstrar isso e trazer indicadores, números e, para tanto, viemos na COP justamente para reforçar esse papel com dois painéis específicos, um com foco em produção sustentável e outro com foco no papel das cooperativas de crédito no financiamento verde”.


A cobertura do Canal Rural na COP29 tem o apoio de Sistema OCB, Portos do Paraná, Itaipu Binacional, ApexBrasil, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e Governo Federal



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Novo fundo para o agro aprovado na câmara



“Esse fundo vem complementar os mecanismos previstos para a política agrícola”



O fundo será uma importante ferramenta para ajudar os produtores a se protegerem contra calamidade
O fundo será uma importante ferramenta para ajudar os produtores a se protegerem contra calamidade – Foto: Divulgação

O Projeto de Lei 711/2022, que cria o Fundo Nacional para Prevenção, Proteção e Defesa Agropecuária Contra Calamidades (FUNDEAGRO), foi aprovado nesta terça-feira (12) pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados. A proposta visa financiar ações de prevenção, proteção e defesa agropecuária, além de conceder subsídios aos produtores rurais que enfrentam perdas causadas por eventos climáticos ou sanitários adversos, como secas, chuvas excessivas e doenças nas plantações e criações de animais.

O fundo será uma importante ferramenta para ajudar os produtores a se protegerem contra calamidades, garantindo a continuidade das atividades agropecuárias e complementando os mecanismos da política agrícola. A criação do fundo também tem como objetivo reduzir os riscos enfrentados pelos produtores e mitigar os danos causados por calamidades, impulsionando o setor agropecuário e fortalecendo a economia nacional. Após a aprovação na CAPADR, o projeto seguirá para a Comissão de Finanças e Tributação (CFT) e, posteriormente, será analisado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC), onde passará por mais etapas antes de ser sancionado.

“Com essa proposta, buscamos criar mais um mecanismo para proteção contra eventos que causem prejuízo ao setor agropecuário, que é o principal gerador de divisas para o nosso país. Esse fundo vem complementar os mecanismos previstos para a política agrícola, como um novo instrumento fiscal”, enfatizou o relator da proposta e integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Rafael Pezenti (MDB-SC).

 





Source link

News

Confira as cotações médias da arroba do boi nesta véspera de feriado



O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com preços em alta. De acordo com a consultoria Safras & Mercado, o ambiente de negócios ainda sugere por novos reajustes no curto prazo.

Isso acontece em linha com a atual posição das escalas de abate, em um ambiente ainda pautado por uma demanda superaquecida, em especial para exportação.

“É importante destacar que os abates continuam expressivos, e a indústria exportadora tem preferido manter uma dinâmica agressiva na compra de gado, com uma capacidade ociosa relativamente baixa para manter um ritmo forte de embarques”, afirma o analista da empresa Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, a recente elevação dos preços médios das proteínas de origem animal no mercado internacional somado ao processo de desvalorização cambial mantém as exportações altamente atrativas.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 339,42
  • Goiás: R$ 331,43
  • Minas Gerais: R$ 329,41
  • Mato Grosso do Sul: R$ 325,68
  • Mato Grosso: R$ 314,59

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresentou alta explosiva em seus preços no dia. Contudo, é necessário mencionar que há limitações quando se trata de mercado doméstico, salienta a Safras & Mercado. O consumidor brasileiro tem baixo poder de compra e não tem condições de absorver reajustes tão agressivos.

“O processo de migração para proteínas de menor valor agregado, em particular da carne de frango, tende a se acentuar no restante da atual temporada e ganhar ainda mais intensidade ao longo do primeiro trimestre, período em que a população está descapitalizada”, apontou Iglesias.

O quarto traseiro foi precificado a R$ 25,50 por quilo, alta de R$ 1,50. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 19,50, por quilo. Já a ponta de agulha foi cotada a R$ 19,00 por quilo, alta de R$ 0,80.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,08%, sendo negociado a R$ 5,7877 para venda e a R$ 5,7856 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7626 e a máxima de R$ 5,8291. Na semana, a moeda teve valorização de 0,91%.



Source link

News

saiba os preços da saca e como o mercado se comportou



O mercado brasileiro da soja registrou lotes pontuais negociados nesta quinta-feira (14), com rumores de compras a preços firmes e pagamento previsto para janeiro. As informações são da Safras & Mercado.

Por outro lado, os negócios ocorreram antes da queda acentuada observada na Bolsa de Chicago, o que levou o mercado interno a se travar, com recuo nos preços. Muitas das indicações serviram apenas como referência durante o dia.

Cotações no Brasil

  • Passo Fundo (RS): a saca de 60 quilos caiu de R$ 135,00 para R$ 134,00
  • Região das Missões (RS): a saca desceu de R$ 134,00 para R$ 133,00
  • Porto de Rio Grande (RS): o preço diminuiu de R$ 143,50 para R$ 143,00
  • Cascavel (PR): a saca diminuiu de R$ 138,00 para R$ 137,00
  • Porto de Paranaguá (PR): o preço recuou de R$ 144,50 para R$ 143,00
  • Rondonópolis (MT): a saca se manteve estável em R$ 153,00
  • Dourados (MS): o preço caiu de R$ 141,00 para R$ 139,00
  • Rio Verde (GO): a saca caiu de R$ 138,00 para R$ 135,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam em queda nesta quinta-feira. Foi a quarta sessão consecutiva de perdas, com os traders avaliando os sinais de um possível governo Trump que poderiam afetar negativamente o mercado.

A maior preocupação é a possibilidade de mudanças nas regras para a produção de biodiesel, o que reduziria a demanda interna pelos grãos. Além disso, o temor de uma nova guerra comercial com a China e o retorno das tarifas elevadas impactaram as expectativas.

A Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (NOPA) divulgará nesta sexta-feira, 15, o resultado do esmagamento de soja nos Estados Unidos para o mês de outubro, com o mercado aguardando um total de 196,843 milhões de bushels. O volume de setembro foi de 177,320 milhões de bushels, enquanto em outubro do ano passado foi de 189,774 milhões de bushels.

A venda de 176.000 toneladas de soja foi reportada aos exportadores privados dos EUA, com destino ainda não revelado, a serem entregues na temporada 2024/25.

Contratos futuros

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com queda de 20,25 centavos de dólar, ou 2%, a US$ 9,87 1/2 por bushel. A posição de março foi cotada a US$ 9,99 1/4, com perda de 19,25 centavos, ou 1,89%.

Nos subprodutos, o farelo de soja com vencimento em dezembro fechou com queda de US$ 4,60, ou 1,57%, a US$ 287,00 por tonelada. O óleo de soja, também com vencimento em dezembro, caiu 0,74 centavo, ou 1,63%, fechando a 44,44 centavos de dólar.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com uma leve alta de 0,08%, negociado a R$ 5,7877 para venda e a R$ 5,7856 para compra. Durante o dia, a moeda oscilou entre a mínima de R$ 5,7626 e a máxima de R$ 5,8291. Na semana, a moeda teve uma valorização de 0,91%.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Preço do café arábica dispara e atinge patamares de 2022



Valorização do dólar frente ao real é um dos principais fatores que sustentam alta




Foto: Pixabay

Os preços do café arábica voltaram a registrar alta expressiva no início de novembro, alcançando níveis próximos aos do início de 2022. De acordo com informações divulgadas pelo Cepea, o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, está operando próximo de R$ 1.600 por saca de 60 kg.

Pesquisadores do Cepea apontam que a valorização do dólar frente ao real é um dos principais fatores que sustentam essa alta. Além disso, os estoques ajustados e as incertezas quanto ao potencial produtivo da safra 2025/26 têm gerado maior especulação no mercado, elevando os preços domésticos.

A dinâmica atual reflete um contexto de maior cautela entre os agentes do setor, que acompanham atentamente os desdobramentos climáticos e o câmbio, fatores cruciais para as próximas temporadas.

 





Source link