sábado, julho 18, 2026

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Explosões próximas ao STF deixam 1 pessoa morta e provocam evacuação de prédios públicos


Na noite desta quarta-feira (13), por volta das 19h30, explosões foram ouvidas nas proximidades do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, o que resultou na morte de uma pessoa e no fechamento imediato da Esplanada dos Ministérios. O Corpo de Bombeiros confirmou o óbito e a perícia foi acionada para apurar os detalhes do incidente, ainda sem confirmação total sobre a identidade da vítima.

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Em resposta à ameaça, o STF foi evacuado rapidamente, com ministros, servidores e colaboradores sendo retirados do prédio como medida de segurança. A explosão ocorreu após o encerramento da sessão que discutia a letalidade policial em favelas, o que causou pânico entre o público presente, que também foi retirado às pressas.

A Polícia Militar, em conjunto com o Corpo de Bombeiros, iniciou uma varredura na Praça dos Três Poderes e interditou o local enquanto realizava as investigações. O acesso à Esplanada dos Ministérios foi bloqueado, e a segurança foi reforçada no Palácio do Planalto, que fica no lado oposto do STF.

Foto: PM-DF/Divulgação

A Polícia Civil do Distrito Federal também iniciou as investigações sobre o incidente, e o Ministério da Justiça anunciou que a Polícia Federal abriria um inquérito para apurar o que pode ter sido um atentado. A identidade da vítima foi parcialmente identificada por familiares, que reconheceram o veículo envolvido nas explosões. Segundo as informações, o carro pertence a Francisco Wanderley Luiz, conhecido como “Tiu França”, ex-candidato a vereador pelo Partido Liberal em Rio do Sul, Santa Catarina.

O incidente gerou fortes reações entre os parlamentares, com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, suspendendo as sessões das Casas Legislativas e reforçando a segurança no Congresso Nacional. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que não estava presente no Planalto no momento das explosões, expressou sua solidariedade ao ocorrido.

Enquanto as autoridades continuam a investigar, o clima de insegurança persiste nas áreas próximas ao centro político de Brasília, onde as forças de segurança permanecem em alerta máximo.



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Parlamento da União Europeia aprova adiamento da Lei Antidesmatamento



O Parlamento da União Europeia (UE) aprovou, nesta quinta-feira (14), o adiamento da entrada em vigor da Lei Antidesmatamento, uma medida que afetará diretamente os países produtores de commodities, como o Brasil. A decisão, que recebeu 371 votos favoráveis, 240 contrários e 30 abstenções, prorroga a implementação da legislação por pelo menos um ano. A nova data para o início da aplicação da lei será 30 de dezembro de 2025 para grandes empresas e 30 de junho de 2026 para as pequenas e médias empresas.

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A lei, que tem como objetivo combater o desmatamento global, exigirá que empresas importadoras para a UE provem que suas cadeias de suprimentos não contribuem para o desmatamento. Produtos como café, cacau, soja, papel e couro serão os principais afetados. Caso não cumpram as normas, as empresas podem ser multadas em até 4% de seu faturamento.

O adiamento da legislação foi proposto pela Comissão Europeia em outubro e justificado por alguns setores da economia que argumentam não estar preparados para implementar a regulamentação dentro do prazo estabelecido. De acordo com os defensores do adiamento, a falta de sistemas adequados para rastreamento e verificação nos países exportadores, como na África e América Latina, dificulta a conformidade com as exigências da nova lei.

Entretanto, a decisão foi criticada por ambientalistas e por representantes da sociedade civil. Para muitos, o adiamento poderá resultar em mais destruição das florestas tropicais, enquanto a Comissão Europeia deveria focar em ajudar os países exportadores com ferramentas de apoio, em vez de postergar a implementação da lei. A legislação, que faz parte do Acordo Verde Europeu, visa reduzir as emissões de gases de efeito estufa e promover a sustentabilidade ambiental.

Países como Costa do Marfim e Gana, grandes produtores de cacau, já implementaram sistemas de rastreamento que atendem aos requisitos da legislação, demonstrando que, para alguns setores, o adiamento não é necessário.



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Governo firma pacto nacional sobre trabalho no meio rural



Brasil deu um passo para melhorar as condições de trabalho no setor rural




Foto: Divulgação

Nesta quarta-feira (13), o Brasil deu um passo para melhorar as condições de trabalho no setor rural. Em cerimônia realizada em Petrolina (PE), os ministros da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, e do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, assinaram o Termo de Adesão ao Pacto Nacional do Trabalho Decente no Meio Rural. O evento contou com a participação de representantes de toda a cadeia produtiva, incluindo empregadores, trabalhadores e membros do governo.

De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária, a adesão ao pacto reforça o compromisso do Brasil com o fortalecimento dos direitos trabalhistas e das práticas de sustentabilidade no campo, favorecendo a imagem do país no cenário internacional. Direitos humanos e sustentabilidade são fatores que impactam as relações comerciais, e o pacto representa um compromisso com práticas justas na produção agrícola.

O pacto estabelece diretrizes voltadas à promoção do trabalho decente e da conduta empresarial responsável. Entre os compromissos assumidos estão a formalização de vínculos empregatícios, o combate à discriminação e ao trabalho infantil, a igualdade de oportunidades, além da erradicação do trabalho análogo à escravidão. O pacto também incentiva o diálogo entre governo, empregadores e trabalhadores para construir um ambiente laboral mais justo e seguro.

Durante o evento, também foi anunciada a criação da Mesa Nacional de Diálogo da Fruticultura, um órgão vinculado ao pacto e voltado ao fortalecimento das relações de trabalho no setor da fruticultura. Com foco inicial em Pernambuco e Bahia, a mesa visa criar um ambiente de diálogo e promover boas práticas trabalhistas.

Segundo o Mapa, a proposta é construir soluções para as relações de trabalho na cadeia produtiva, buscando atender às demandas dos trabalhadores sem que benefícios como o Bolsa Família sejam perdidos. Essa abordagem valoriza o diálogo social e a negociação coletiva como ferramentas para melhorar as condições de trabalho no campo.





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Santa Catarina inicia entrega de 29,2 toneladas de alimentos



Os produtos foram adquiridos por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA)




Foto: Pixabay

Agricultores familiares de Santa Catarina começaram, nesta semana, a entregar 29,2 toneladas de alimentos a pessoas em situação de insegurança alimentar no estado. Os produtos que incluem frutas, verduras, legumes e panificados foram adquiridos pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), na modalidade de Compra com Doação Simultânea (CDS). A ação é financiada pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), e tem como objetivo apoiar pequenos produtores e beneficiar cerca de 1.100 pessoas em instituições sociais de Palhoça e Florianópolis, conforme o informado pela Conab.

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Segundo a Conab, a operação conta com a participação de 13 agricultores do município de Rio Fortuna, que além de fornecerem os alimentos, são responsáveis pela distribuição. Para esta ação, o governo investiu aproximadamente R$ 195 mil.

O Programa de Aquisição de Alimentos visa fortalecer a agricultura familiar, promovendo inclusão econômica e social por meio do incentivo à produção sustentável, processamento de alimentos e geração de renda. A iniciativa também busca valorizar os produtos da agricultura familiar e fomentar o consumo de alimentos saudáveis e regionais.





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confira as notícias que impactam o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

No morning call de hoje, o economista do PicPay Igor Cadilhac destaca a leve alta da inflação nos Estados Unidos, o que pode levar o Fed a cortar juros. No Brasil, o volume de serviços cresceu 1% em setembro, enquanto o real e o Ibovespa operaram voláteis com o impasse fiscal, aguardando novidades após o G20.



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Frente fria traz temporais e risco de geada; veja quando e onde


Uma frente fria causou a derrubada de temperaturas no Sul do país nessa última quarta-feira (13). Os termômetros também despencaram no Sudeste.

Já para esta quinta-feira (14), a previsão é que as temperaturas permaneçam baixas no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná, com possibilidade de geada em áreas mais altas, principalmente as da serra catarinense.

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Risco de geada em 14 de novrmbro. Foto: Climatempo

Contudo, a partir de sexta-feira (15), a frente fria que atinge o Sul e Sudeste deixará de ser estacionária, mas o cenário de chuvas no Sudeste deve continuar.

Assim, de acordo com a Climatempo, a forte variabilidade dos ventos em altos níveis somada ao aporte de umidade da faixa norte do Brasil em direção ao Sudeste devem intensificar a instabilidade.

Volumes de chuva

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Acumulado de chuva esperado entre 14 e 17 de novembro

Os acumulados de chuva previstos para os próximos dias indicam volumes significativos em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Muitas regiões podem registrar mais de 80 mm de chuva, e algumas áreas pontualmente poderão ultrapassar os 100 mm.

“Essa situação exige atenção redobrada das autoridades e da população, especialmente em áreas vulneráveis a alagamentos e deslizamentos de terra, considerando a continuidade das condições adversas nos próximos dias”, diz a nota da Climatempo.



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Europa lidera mercado de biológicos agrícolas


A União Europeia (UE), junto aos Estados Unidos, lidera a revolução dos produtos biológicos agrícolas, influenciando o mercado global de biocontrole e bioestimulantes. Embora América Latina e Ásia-Pacífico estejam ganhando força, a UE permanece à frente em inovação. Richard Jones, da DunhamTrimmer, entrevistou Mark Trimmer e Manel Cervera, executivos da empresa, para entender o sucesso e os desafios enfrentados nesse mercado.

Segundo Cervera, a demanda europeia por produtos agrícolas com menos químicos impulsiona o biocontrole. Supermercados adotaram padrões rigorosos de resíduos em produtos frescos, em resposta às expectativas dos consumidores. Esses “padrões secundários” exigem limites de resíduos de pesticidas bem abaixo dos padrões regulamentares, favorecendo produtos de biocontrole que, em geral, não deixam resíduos. Além disso, políticas ambientais e de saúde pública na UE, que restringem o uso de pesticidas convencionais, também aumentam a procura por alternativas biológicas.

Para Trimmer, no entanto, o processo regulatório europeu é um obstáculo ao desenvolvimento de produtos microbianos. Diferente dos EUA, onde a EPA possui diretrizes específicas para biopesticidas, a UE adota um sistema regulatório voltado a produtos químicos. Isso torna o lançamento de novos produtos biológicos mais lento e complexo. Trimmer acredita que, caso a UE simplifique esse processo, o mercado de biocontrole poderá expandir-se significativamente.

Quanto ao segmento de bioestimulantes, Cervera destaca o potencial crescente para produtos que melhorem a eficiência do uso de nutrientes, atendendo às necessidades do mercado europeu por produtos de qualidade. Apesar dos desafios regulatórios, algumas empresas inovam com moléculas bioestimulantes específicas, visando maior eficácia e previsibilidade nos resultados. A UE já incluiu bioestimulantes em sua regulamentação de fertilizantes, um passo importante para o avanço desse mercado, embora desafios, como o risco de comoditização e replicabilidade dos resultados em culturas de grande escala, ainda existam.

Em conclusão, a UE tem um papel pioneiro no avanço dos produtos biológicos agrícolas, mas enfrenta desafios regulatórios que atrasam a inovação. A expectativa é de que, com ajustes na legislação, o setor possa crescer ainda mais, sobretudo nos segmentos de biocontrole e bioestimulantes, ampliando as alternativas sustentáveis para a agricultura na região.

 





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preço médio do milho registra alta



Preço médio impulsionou o crescimento nas vendas




Foto: Pixabay

Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), a comercialização do milho da safra 2023/24 atingiu 85,79% da produção até outubro de 2024 na Mato Grosso, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA). Este resultado indica um progresso de 6,60 pontos percentuais em comparação com setembro e um crescimento de 9,01 pontos percentuais em relação ao mesmo período da safra 2022/23. Mesmo com o avanço, as vendas ainda estão 3,12 pontos percentuais abaixo da média das cinco últimas safras.

A alta de 15,51% no preço médio impulsionou o crescimento nas vendas, que alcançou R$ 50,67 por saca no término de outubro.

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Em relação à safra 2024/25, as negociações chegaram a 20,87% da produção estimada em outubro, o que representa um avanço de 5,33 pontos percentuais sobre o mês anterior. Esse incremento foi favorecido pela valorização dos preços e pela necessidade dos produtores de garantir custos de insumos para o próximo ciclo. O preço médio do milho comercializado ficou em R$ 42,62 por saca, representando uma valorização de 4,03% em comparação a setembro.





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Brasil deve receber mais de 50 mil pessoas na COP30, diz governador do Pará



A preparação para a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), que acontecerá no Brasil, mais precisamente no Pará, centrou as atenções desta quarta-feira (13) na COP29, que acontece em Bakur, no Azerbaijão.

O governador paraense, Helder Barbalho, esteve presente para contar do andamento das obras para o recebimento do evento. Segundo ele, são esperadas mais de 50 mil pessoas de diversas partes do mundo na cidade.

“Nesse momento, já chegamos em 60% das obras e a previsão de entrega do parque da cidade é até o início de agosto”.

Após a fala do governador, a ministra do Meio Ambiente (MMA), Marina Silva, cobrou a entrega anual dos US$ 100 bilhões que deveriam ser investidos pelos países desenvolvidos aos emergentes para a mitigação das mudanças climáticas.

Segundo ela, o investimento não acontece na velocidade em que o meio ambiente necessita. “Os resultados da COP30 não nascem na COP30 […], os resultados já foram engendrados lá nos Emirados Árabes Unidos [durante a COP28, em 2023], quando decidimos que íamos triplicar [as energias] renováveis, quando decidimos que vamos ter que duplicar a eficiência energética e quando decidimos que vamos ter que fazer a transição para o fim do uso de combustível fóssil e do desmatamento”, disse.


A cobertura do Canal Rural na COP29 tem o apoio de Sistema OCB, Portos do Paraná, Itaipu Binacional, ApexBrasil, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e Governo Federal



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arroba do boi chega a ser negociada a R$ 350 em SP; veja cotações no país



O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com preços em alta. Em São Paulo, por exemplo, chegaram a ser relatadas negociações de até R$ 350 por arroba na modalidade a prazo, recorde para a atual temporada.

“O fato é que as indústrias não conseguem melhorar a posição de suas escalas de abate,
posicionadas entre quatro e cinco dias úteis, fazendo com que a indústria frigorífica, em
especial a exportadora, mantenha um comportamento agressivo na compra de gado”, afirma o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, o volume de carne embarcado neste segundo semestre, somado ao processo de desvalorização cambial, mantém o mercado externo bastante atrativo.

Preços médios da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 325,68

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta preços firmes para a carne bovina, ainda em perspectiva de alta no curto prazo, em linha com a boa demanda ao longo da primeira quinzena do mês, de acordo com a Safras.

“Ainda é importante mencionar que a carne de frango tende a ganhar competitividade no restante da temporada, consequência do baixo poder de compra da população brasileira”, disse Iglesias.

O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 19,50 por quilo. O quarto traseiro segue no patamar de R$ 24,00 por quilo. A ponta de agulha está no patamar de R$ 18,20, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,33%, sendo negociado a R$ 5,7926 para venda e a R$ 5,7905 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7231 e a máxima de R$ 5,8186.



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