sexta-feira, julho 17, 2026

Agro

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Mala localizada próximo à Câmara não tinha explosivos



A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) localizou, na manhã desta sexta-feira (15), uma mala considerada suspeita nas proximidades de um dos anexos da Câmara dos Deputados. Em nota, a corporação informou que o Esquadrão Antibomba, em meio a um patrulhamento preventivo na área, acionou a Operação Petardo, especializada em explosivos, para analisar o objeto.

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“Após avaliação técnica, foi constatado que a mala não continha explosivos. A área foi liberada em seguida e a situação voltou à normalidade”, destacou a PMDF no comunicado.

A Operação Petardo define procedimento padrão executado pela corporação para ocorrências onde há suspeita de artefato explosivo.

Na quarta-feira (13), a Praça dos Três Poderes foi alvo de explosões, no Supremo Tribunal Federal (STF) e em um dos estacionamentos da Câmara dos Deputados.

O responsável pelos atentados, identificado como Francisco Wanderley Luiz, morreu no local de uma das explosões.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do açúcar fecha em baixa


De acordo com os dados da União Nacional da Bioenergia (Udop), nesta quarta-feira (13), os contratos futuros de açúcar registraram quedas nas principais bolsas internacionais, influenciados pela alta do índice do dólar, segundo analistas consultados pela Reuters. O contrato de março/25 na ICE Futures de Nova York fechou em 21,17 centavos de dólar por libra-peso, queda de 18 pontos ou 0,8% em comparação ao dia anterior. Já o contrato de maio/25 caiu 20 pontos, sendo negociado a 19,73 centavos de dólar por libra-peso. Outros contratos tiveram quedas entre 10 e 16 pontos.

Segundo a UDOP, na bolsa ICE Futures Europe, em Londres, o contrato para dezembro/24 foi negociado a US$ 538,20 a tonelada, recuando US$ 4,80 em relação ao valor anterior. O contrato para março/25 registrou queda de US$ 7,60, fixando-se em US$ 549,30 a tonelada. Outras posições apresentaram recuos entre US$ 2,80 e US$ 5,70.

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No Brasil, as cotações do açúcar cristal também registraram queda, conforme dados do Indicador Cepea/Esalq da USP. A saca de 50 quilos foi negociada pelas usinas a R$ 167,19, ante R$ 167,53 do dia anterior, apresentando uma leve desvalorização de 0,20%.

Em contraste com o açúcar, o etanol hidratado manteve uma tendência de alta pelo sexto dia consecutivo, de acordo com o Indicador Diário Paulínia. Nesta quarta-feira, o biocombustível foi negociado pelas usinas a R$ 2.758,00 por metro cúbico, contra R$ 2.737,50 do dia anterior, representando uma valorização de 0,75%. No acumulado de novembro, o indicador já soma um aumento de 1,92%, conforme divulgou a Udop.





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Rússia diz que a colheita deste ano é de cerca de 85 milhões de toneladas de…


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MOSCOU, 8 de outubro (Reuters) – A Rússia, maior exportadora mundial de trigo, colheu até agora cerca de 85 milhões de toneladas métricas de trigo e 120 milhões de toneladas de grãos em peso bruto de 90% da área semeada, disse a ministra da Agricultura, Oksana Lut, na terça-feira.

A Rússia previu oficialmente a colheita de grãos deste ano em 132 milhões de toneladas, uma queda de 11% em relação aos 148 milhões de toneladas em 2023 e uma queda de 16% em relação ao recorde de 158 milhões de toneladas em 2022.

No entanto, após o mau tempo, variando de geadas no início da primavera até seca e chuva, atingir muitas regiões produtoras de grãos, a previsão está definida para uma revisão para baixo. A consultoria IKAR prevê a colheita de grãos deste ano em 124,5 milhões de toneladas.

Em comentários postados no canal Telegram do ministério, Lut disse que a qualidade do grão colhido foi melhor do que no ano passado. O ministério previu até agora que a colheita de trigo ficará entre 94 e 86 milhões de toneladas.

A Rússia colheu 92,8 milhões de toneladas de trigo no ano passado e um recorde de 104,2 milhões de toneladas em 2022 em peso limpo. O ministério da agricultura disse que anunciará sua estimativa final para a colheita deste ano em 10 de outubro.

Reportagem de Olga Popova, redação de Gleb Bryanski; edição de Barbara Lewis

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Chuva e sol entre nuvens marcam o fim de semana; confira a previsão do tempo



Saiba como o clima irá se comportar em todo o Brasil neste fim de semana:

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Sábado (16)

Sul

Circulação de ventos estimula algumas nuvens de chuva sobre o norte do Paraná e as pancadas podem ocorrer de forma mais irregular à tarde. A infiltração marítima ainda mantém o céu mais encoberto e há chance de chuviscos no litoral de Santa Catarina e do Paraná. Não chove na maior parte do Rio Grande do Sul.

Sudeste

O tempo segue instável em São Paulo, com condições de chuva forte a qualquer momento. Sol e pancadas de chuva no norte e litoral do Espírito Santo, podendo vir com força. O sol aparece com aumento de nuvens e pode chover a qualquer momento entre Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Centro-Oeste

Nuvens carregadas associadas ao ar quente e úmido ainda provocam temporais entre Goiás e Mato Grosso; o norte de Mato Grosso do Sul segue com tempo mais fechado e chuvoso. Pancadas de chuva à tarde no centro-sul de Mato Grosso do Sul e em parte do interior de Goiás.

Nordeste

Sol, calor e tempo firme no norte da Bahia, Piauí, oeste do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e no centro-leste do Maranhão. Chove em forma de pancadas moderadas no litoral e leste da Bahia, no litoral de Alagoas, litoral de Pernambuco e da Paraíba.

Norte

O sol volta a aparecer um pouco mais no centro-norte e litoral do Pará e no sul do Amapá. Chove à tarde em Macapá e Boa Vista. Tempo mais instável no Acre, Amazonas, sul do Pará, em Roraima e no Tocantins.

Domingo (17)

Sul

No domingo, com a aproximação de uma nova frente fria, pancadas de chuva começam a ocorrer a partir da tarde na fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai. A umidade também aumenta no litoral de Santa Catarina e no leste e norte do Paraná, onde a chuva pode ocorrer mais para o final do dia em forma de pancadas com raios.

Sudeste

A previsão é de períodos com sol e muitas nuvens em grande parte da região sudeste. As pancadas de chuva devem voltar a ocorrer especialmente à tarde e à noite. Há risco de chuva forte no estado de São Paulo, no centro-oeste e no sul de Minas Gerais.

Centro-Oeste

As áreas de instabilidade mais fortes enfraquecem e o Centro-Oeste terá maiores períodos com o sol. Porém, com o calor e a umidade do ar elevada, as pancadas de chuva com raios voltam a ocorrer à tarde e à noite em todas as áreas, com risco de chuva de moderada a forte intensidade por toda a região.

Nordeste

Sol, calor e o tempo seco no interior do Nordeste. As condições para chuva diminuem no sul do Maranhão e do Piauí e no oeste da Bahia. Toda a faixa litorânea, a Zona da Mata e o Agreste, do sul da Bahia até a Paraíba, continuarão com algumas pancadas de chuva intercaladas com períodos de sol.

Norte

As pancadas de chuva continuam frequentes sobre o centro-oeste e sul do Amazonas, no Acre, em Rondônia e no sul do Pará. Nas demais áreas do norte do Brasil, o sol aparece forte na maior parte do dia. Pancadas de chuva podem acontecer no sul do Tocantins e a partir da tarde no norte e leste do Amazonas.



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acima dos R$ 22/kg, carcaça casada bate recordes diários



Desde o dia 1º de novembro, o quilo da carcaça casada bovina supera os R$ 22, batendo recordes diários, conforme levantamentos do Cepea.

Segundo o Centro de Pesquisas, a demanda aquecida, em função de questões macroeconômicas – especialmente a queda do desemprego – e também da proximidade dos períodos de festas, faz com que varejistas busquem se abastecer, pagando preços significativamente maiores no atacado.

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No mercado de boi gordo, pesquisadores do Cepea explicam que a dificuldade para novas aquisições de animais para abate continua.

A necessidade de preencher escalas próximas tem feito com que a indústria eleve o valor da arroba e ainda diminua o prazo de pagamento. O Indicador do boi gordo Cepea/B3 (média ponderada do estado de SP, à vista e livre de funrural) já acumula alta de mais de 5% na parcial de novembro.



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Brasil avança nas negociações para exportação de carne bovina à Turquia



Em missão oficial realizada em Ancara, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) deu um importante passo para ampliar as exportações de carne bovina brasileira à Turquia, um dos poucos grandes mercados ainda restritos ao produto nacional. A missão teve como objetivo posicionar o Brasil como parceiro estratégico para atender à crescente demanda por alimentos no país, destacando a qualidade e sanidade da produção brasileira, além de seu cumprimento dos requisitos do sistema halal.

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A missão foi liderada pelo secretário-adjunto de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Julio Ramos, e contou com o apoio da Embaixada do Brasil no Egito. Durante o encontro, também participaram o diretor do Departamento de Saúde Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), Marcelo Mota, e outros representantes do governo brasileiro. O grupo se reuniu com diversas autoridades turcas, como Ersin Dilber, diretor-geral da Diretoria de Alimentos e Controle do Ministério da Agricultura e Florestas da Turquia, e Mustafa Çatak, chefe do Departamento de Controle de Fronteiras de Animais e Produtos de Origem Animal.

Uma das principais discussões foi sobre o aumento das exportações brasileiras de carne bovina para a Turquia, que ainda não importa o produto, sendo um dos últimos grandes mercados a manter essa restrição, ao lado de Japão, Vietnã e Coreia do Sul. O secretário-adjunto Julio Ramos enfatizou que as exportações agrícolas têm um papel crucial para o crescimento econômico do Brasil, com potencial de impulsionar o PIB, gerar empregos e aumentar a renda nacional.

Além das negociações para a carne bovina, os representantes brasileiros também discutiram a retirada das restrições para a carne de aves do Rio Grande do Sul, relacionadas à doença de Newcastle, e trataram de outros produtos da agropecuária brasileira. Um ponto de destaque foi a ampliação das trocas comerciais, com o Brasil buscando firmar-se como fornecedor de excelência para o mercado turco.

A criação de um posto de adidância agrícola em Ancara, prevista para o final deste ano, deverá intensificar o diálogo entre os dois países e fortalecer a cooperação no comércio agrícola. A Turquia é o sétimo maior destino das exportações brasileiras de produtos agrícolas, com cerca de R$ 2,6 bilhões em vendas nos primeiros nove meses de 2024, destacando-se produtos como soja, café e têxteis.

Este ano, o Brasil já conquistou a abertura de novos mercados na Turquia, com a exportação de gelatina e colágeno não comestíveis, ovoprodutos, vísceras organolépticas para alimentação animal e heparina bovina. Essas expansões comerciais são possíveis graças ao trabalho conjunto da Secretaria de Defesa Agropecuária com outros órgãos brasileiros.

O secretário Julio Ramos ressaltou a importância estratégica da Turquia e destacou o compromisso do Brasil em continuar expandindo os fluxos comerciais, gerando empregos e fortalecendo a economia nacional. Ele afirmou que a missão é parte de um esforço contínuo para não apenas abrir novos mercados, mas também garantir que as negociações se consolidem em acordos duradouros e benéficos para todos os envolvidos.



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o que o agro espera da votação no Senado?



A reforma tributária entra em uma fase decisiva e deve ser votada em dezembro pelo Senado. Mas muitos dispositivos ainda dependem de regulamentação. Para isso, o Ministério da Fazenda chegou a estabelecer um grupo de trabalho para detalhar as regras tributárias nos próximos 60 dias.

Em resumo, o Projeto de Lei Complementar nº 68 de 2024 traz propostas para simplificar o sistema tributário brasileiro com a criação de novos tributos: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS).

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Enquanto a reforma prevê benefícios significativos, como a redução de 60% na alíquota para alimentos destinados ao consumo humano e insumos agrícolas, além da isenção total para produtores com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões, o setor observa com cautela o fim de algumas isenções atualmente vigentes e a introdução do Imposto Seletivo.

O economista Carlos Dias, presidente do Instituto Democracia e Liberdade (IDL), analisa os principais pontos da reforma e os desafios esperados para sua implementação.

Mudanças na economia

Questionado sobre as expectativas para a economia com a regulamentação dos novos tributos, o especialista pontua que a criação do IBS e da CBS visa reduzir a complexidade tributária e fomentar um ambiente de negócios mais dinâmico. 

“A simplificação pode reduzir custos administrativos para as empresas, aumentando a competitividade do setor produtivo brasileiro”, explica Dias. No entanto, ele ressalta que o impacto completo dependerá de uma transição bem estruturada, que minimize os efeitos sobre o mercado interno e externo.

Outro ponto de atenção é que a segunda fase da reforma prevê a criação de um Comitê Gestor para o IBS, com participação de estados e municípios, que poderá influenciar significativamente a distribuição de receitas entre as regiões. Na avaliação de Dias, a gestão compartilhada é positiva, mas também desafiadora.

“A gestão compartilhada entre os entes federativos é positiva para uniformizar a aplicação do tributo em nível nacional, mas é um desafio que exigirá coordenação eficaz para que estados e municípios mantenham sua autonomia”.

Desafios para o agro

Entre os maiores desafios para o agronegócio está garantir uma transição que não comprometa a arrecadação dos estados e municípios, especialmente em regiões menos industrializadas e mais dependentes da produção rural. “A reforma tributária é uma mudança estrutural profunda, e a transição para o novo sistema exige um planejamento que proteja os cofres públicos locais”, afirma Dias. 

Segundo ele, o processo precisa ser gradual, com ajustes que evitem a perda de receitas em estados e municípios fortemente dependentes do agronegócio.

Pontos em debate e demandas do setor

Para o setor agropecuário, algumas demandas específicas deverão ser discutidas antes da votação no Congresso. Entre elas, estão a revisão do conceito de produto in natura, a inclusão de itens como sucos e óleos vegetais na cesta básica, a concessão de crédito presumido de CBS na compra de produção rural e a isenção do imposto seletivo sobre aeronaves de pulverização. 

“Essas demandas refletem as necessidades de competitividade do agronegócio no Brasil. A expectativa é que esses pontos sejam amplamente debatidos no Congresso para evitar uma sobrecarga tributária que inviabilize as operações rurais,” conclui Dias.



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AgroNewsPolítica & Agro

Produtores de mandioca celebram bons resultados



Colheita e bons preços marcam a mandioca na região de Santa Rosa




Foto: Canva

O Informativo Conjuntural, divulgado nesta quinta-feira (14/11) pela Emater/RS-Ascar, relatou o encerramento do plantio de mandioca na região administrativa de Santa Rosa. As novas mudas apresentam excelente desenvolvimento vegetativo, com boa brotação e estande de plantas. No momento, os agricultores realizam o controle de plantas invasoras por meio de capina manual.

Os valores pagos aos produtores por 25 kg de mandioca estão em torno de R$ 120,00, enquanto o quilo da mandioca lavada e não descascada é vendido ao consumidor a R$ 5,40. A mandioca descascada, direcionada ao mercado varejista, custa R$ 6,00/kg, e nas feiras e vendas diretas, os preços variam de R$ 7,00 a R$ 9,00/kg.

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Na região de Soledade, o plantio da mandioca foi concluído nas áreas de baixa altitude, enquanto em áreas mais altas o processo ainda está em finalização. Nessa região, o cultivo é geralmente voltado ao consumo próprio, com parte do excedente destinada às feiras.

Em municípios como Venâncio Aires e Mato Leitão, algumas lavouras enfrentam problemas com bacterioses, que têm gerado falhas nas plantações, possivelmente ligadas à qualidade das manivas plantadas. Em Mato Leitão, a caixa de 22 kg é vendida a R$ 25,00.





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Trump e Milei se encontram pela primeira vez após as eleições dos EUA



O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, se reuniu nesta quinta-feira (14) com o presidente argentino, Javier Milei, pela primeira vez desde as eleições americanas. O evento aconteceu em Mar-a-Lago, na Flórida, durante uma gala organizada pelo America First Policy Institute, uma organização que promove a agenda política de Trump.

O encontro foi um marco para ambos os líderes, que compartilham uma visão conservadora e se apoiam mutuamente em suas agendas políticas. Milei, que recentemente conquistou a presidência da Argentina, fez um discurso durante o evento, destacando o que chamou de “vento da liberdade” que agora está soprando tanto na Argentina quanto nos Estados Unidos, com a vitória de Trump. O presidente argentino também fez uma referência ao “milagre” de Trump, mencionando a sobrevivência do ex-presidente após um atentado, uma referência à tentativa de assassinato sofrida por Trump durante a sua presidência.

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O evento contou também com a presença de Elon Musk, o bilionário e empresário conhecido por seu papel em empresas como Tesla e SpaceX, que foi elogiado por Trump por seu trabalho para reformar o governo federal. Musk, que tem se aproximado de figuras conservadoras, também foi destaque da noite, com Milei agradecendo ao empresário por seu trabalho em defender a liberdade de expressão na plataforma de mídia social X.

Durante o evento, Trump fez questão de elogiar Milei, destacando que o presidente argentino “é uma pessoa MAGA” (sigla para “Make America Great Again“, movimento de Trump). Em sua fala, o ex-presidente dos Estados Unidos também demonstrou apoio à agenda de Milei, que tem se baseado em cortes fiscais e redução do tamanho do governo, em uma linha semelhante à adotada por Trump durante sua gestão.

Esse encontro marca um novo capítulo na relação entre os dois líderes, que já haviam trocado elogios e se demonstraram aliados desde as vitórias eleitorais de ambos. Milei, em entrevista recente, comentou sobre a importância de estreitar laços com os Estados Unidos, mencionando que a Argentina está buscando um acordo de livre comércio com o país norte-americano, uma proposta que recebeu apoio de Trump em conversas anteriores.

Este é o primeiro encontro de Trump com um chefe de estado estrangeiro após a sua vitória nas eleições de 2024. A presença de Milei no evento reflete o fortalecimento dos laços entre as duas nações, especialmente em um momento em que ambos enfrentam desafios internos e tentam moldar suas respectivas agendas políticas, com foco na redução de impostos, liberalização econômica e políticas conservadoras.

O encontro foi transmitido nas redes sociais, com imagens do momento sendo compartilhadas por vários participantes e pelo governo argentino, destacando o apoio entre os dois líderes.



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conheça a série que explora a realidade da vida no campo



A série Yellowstone, disponível no catálogo do Paramount+, tem conquistado uma grande base de fãs ao redor do mundo, oferecendo uma mistura de drama, ação e conflitos familiares. Criada por Taylor Sheridan e John Linson, a trama acompanha a família Dutton, proprietária do maior rancho contínuo dos Estados Unidos, e os desafios que enfrentam para proteger sua terra, seu rebanho e seu legado.

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No entanto, além do enredo repleto de reviravoltas, Yellowstone também traz à tona temas profundamente enraizados na realidade da pecuária e da vida no campo, refletindo os dilemas enfrentados por muitos pecuaristas no mundo real.

A Pecuária em Yellowstone

No cerne de Yellowstone está a pecuária, com a família Dutton envolvida no manejo do maior rancho de gado dos Estados Unidos. O controle do gado e a preservação das terras são questões centrais para a trama. A série explora as tensões entre os Duttons e aqueles que ameaçam suas terras, como desenvolvedores imobiliários, reservas indígenas e até mesmo o governo dos Estados Unidos. Esses conflitos têm forte ligação com a realidade enfrentada por pecuaristas em regiões rurais, onde a terra e o gado são fundamentais para a economia local.

Os Duttons, liderados por John Dutton (interpretado por Kevin Costner), representam a luta constante para manter sua propriedade intacta diante das pressões externas. Essa luta pela preservação das terras é uma realidade vivida por muitos pecuaristas, que enfrentam desafios similares em suas tentativas de manter a tradição e a sustentabilidade de seus negócios. A pecuária, com suas complexas relações legais e comerciais, está no centro de muitas disputas territoriais e políticas, refletindo as dificuldades cotidianas de quem vive e trabalha no campo.

A Realidade da pecuária nos dias atuais

Enquanto Yellowstone dramatiza muitos aspectos da vida no campo, como os confrontos violentos e a constante ameaça de morte que permeiam a série, ela também toca em questões reais que os pecuaristas enfrentam todos os dias. No mundo real, a pecuária é uma atividade econômica fundamental, especialmente nos estados rurais dos Estados Unidos, como Montana, que serve de cenário para a série. Os ranchos e a criação de gado têm um impacto profundo na economia local, com muitos pecuaristas lutando para manter suas propriedades, enfrentar a concorrência e lidar com as regulamentações governamentais.

O controle do gado, por exemplo, é uma das tarefas mais complexas e vitais para os pecuaristas. Em Yellowstone, o gado não é apenas um ativo valioso, mas também um símbolo de poder, território e legado familiar. No mundo real, a pecuária exige uma gestão cuidadosa, com questões como roubo de gado, disputas sobre direitos de propriedade e a constante pressão para manter os rebanhos saudáveis e produtivos. Embora os Duttons possam usar métodos extremos para defender seus interesses, no mundo real, os pecuaristas frequentemente enfrentam desafios legais, financeiros e ambientais que exigem uma abordagem mais estratégica e prática.

Yellowstone e a popularização da vida rural

A série não apenas apresenta a vida no campo, mas também influencia a percepção pública sobre a vida rural e a pecuária. Desde que estreou, Yellowstone ajudou a aumentar o interesse pelo estilo de vida dos ranchos e pela cultura cowboy, com muitas pessoas se encantando pela ideia de viver nas vastas terras de Montana. No entanto, a série também apresenta uma visão idealizada da vida no campo, que pode não refletir totalmente os desafios enfrentados por quem trabalha na pecuária, como a luta constante contra a seca, o aumento de custos e a escassez de mão de obra qualificada.

Apesar disso, Yellowstone tem contribuído para aumentar a conscientização sobre a pecuária e os desafios que os pecuaristas enfrentam, estimulando discussões sobre o futuro da agricultura e a necessidade de políticas públicas que apoiem a sustentabilidade e a rentabilidade do setor. A série também destaca a luta dos Duttons para preservar sua terra e sua forma de vida, algo com o qual muitos pecuaristas podem se identificar, especialmente aqueles que enfrentam pressões externas para vender suas terras ou se adaptar às mudanças do mercado.

A Pecuária em Montana: realidade à parte

Embora a série se concentre nos conflitos familiares e nas tensões dramáticas, ela também reflete uma parte significativa da realidade de Montana e de outras áreas rurais nos Estados Unidos. A pecuária é, de fato, um setor que envolve muito mais do que a criação de gado: ela exige uma gestão detalhada dos recursos naturais, uma compreensão profunda das leis e regulamentações locais e, muitas vezes, a habilidade de negociar com grandes corporações e entidades governamentais.

A popularidade de Yellowstone trouxe à tona as complexidades dessa indústria, ao mesmo tempo que, em muitos casos, distorceu algumas das dificuldades do dia a dia dos pecuaristas. Para quem vive essa realidade, a série pode ser tanto uma representação inspiradora quanto uma dramatização exagerada dos desafios diários.

Por Henrique Almeida



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