sexta-feira, julho 17, 2026

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Óleos vegetais registram forte alta



A expectativa é de que a demanda pelo óleo de soja produzido nos Estados Unidos aumen



A expectativa é de que a demanda pelo óleo de soja produzido nos Estados Unidos aumente
A expectativa é de que a demanda pelo óleo de soja produzido nos Estados Unidos aumente – Foto: United Soybean Board

Segundo informações da StoneX, o mercado de óleos vegetais registrou uma valorização significativa na última semana, com o óleo de soja alcançando um aumento de 5,3%, encerrando o período a US¢ 48,8/lb. O movimento de alta teve início na quarta-feira (6), logo após a confirmação da reeleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos.

Com a vitória de Trump, surgem especulações sobre possíveis mudanças nas políticas de biocombustíveis, que no médio e longo prazo podem perder incentivos e ver o ritmo de crescimento afetado. Entretanto, no curto prazo, o maior receio é a adoção de uma postura protecionista, especialmente em relação à China.

A expectativa é de que a demanda pelo óleo de soja produzido nos Estados Unidos aumente no próximo ano, devido à perspectiva de medidas que favoreçam o consumo interno. A situação gerou reações no mercado, com traders avaliando o possível impacto dessas políticas sobre as exportações. Além disso, a atualização recente do USDA reforçou a tendência altista para o complexo de soja, influenciando tanto o mercado de óleos vegetais quanto o de soja em grão.

Essas incertezas e expectativas no mercado impulsionaram os preços, à medida que os investidores tentam antecipar as consequências das políticas do governo reeleito. As variações nas cotações indicam um cenário de volatilidade, com previsões de ajustes de oferta e demanda para o próximo ano, o que pode consolidar a posição dos óleos vegetais como ativos de interesse estratégico nos Estados Unidos.

Por fim, a conjuntura altista também reflete a busca por estratégias de valorização no setor de óleos vegetais, impulsionada por fatores políticos e econômicos que moldam o ambiente de negócios internacional.

 





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chuvas desiguais influenciam semeadura de soja


O Informativo Conjuntural, publicado nesta quinta-feira (14/11) pela Emater/RS-Ascar, revelou um avanço na semeadura da soja no Rio Grande do Sul, que subiu de 23% para 40% da área projetada. Em algumas regiões, especialmente no Noroeste e na Fronteira Oeste, a redução das chuvas no início de novembro reduziu a umidade do solo, dificultando o plantio seguro, especialmente após o dia 7 de novembro.

No Estado como um todo, o clima favoreceu o cultivo, com condições ideais para a semeadura mecânica, germinação e emergência das plantas. A preservação da cobertura de palha no solo tem sido um benefício adicional, promovendo uma deposição de sementes mais uniforme.

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Na região de Bagé, na Fronteira Oeste, a ausência de chuvas e o aumento das temperaturas forçaram produtores a interromper ou desacelerar o plantio, enquanto algumas propriedades de maior porte seguiram o processo. Na região da Campanha, a baixa precipitação facilitou a entrada de maquinário e o replantio em áreas afetadas por chuvas anteriores.

Em Dom Pedrito, o plantio alcançou 35% da área estimada. Na região de Caxias do Sul, a semeadura avançou rapidamente, com germinação uniforme. Já em Erechim, 80% da área projetada foi plantada, com boa emergência e desenvolvimento vegetativo. A região de Frederico Westphalen registrou avanço, atingindo 40% da área.

Em Ijuí, a semeadura seguiu o ritmo das chuvas, alcançando 45% da área. Contudo, em localidades com menos precipitação, surgiram desafios no plantio devido à formação de torrões. Em Passo Fundo, 40% da área foi semeada, mas a diminuição das chuvas reduziu o teor de umidade e o ritmo de plantio.

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Na região de Santa Maria, a área semeada também se aproximou de 40%. Em Pelotas, chuvas nos dias 6 e 7 de novembro interromperam o plantio, que foi retomado em áreas com baixos volumes de precipitação. Em Santa Rosa, o plantio avançou 4%, alcançando 27% da área projetada, mas segue lento em áreas menores que aguardam chuvas para retomar o processo. Na região de Soledade, 45% da área projetada foi semeada antes de a umidade se tornar um obstáculo, mas, até o momento, o clima permanece favorável para o desenvolvimento das plantas.

Segundo a Emater/RS-Ascar, o valor médio da saca de 60 kg de soja registrou um leve aumento de 0,14% na última semana, passando de R$ 129,23 para R$ 129,41.





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Produção de trigo aponta queda de 36% no Paraná



Colheita de trigo está praticamente concluída




Foto: Seane Lennon

De acordo com o Boletim de Conjuntura Agropecuária, divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab) nesta quinta-feira (14), a colheita de trigo está praticamente concluída no Paraná, restando apenas 2% da área a ser colhida. Esse percentual corresponde a aproximadamente 25 mil hectares dos 1,15 milhão de hectares plantados no estado em 2024. Com base na estimativa de safra de outubro, a produção deve atingir cerca de 2,3 milhões de toneladas, uma queda de 36% em relação às 3,8 milhões de toneladas colhidas em 2023.

Nas últimas semanas, os rendimentos médios se aproximaram do esperado, mas o volume colhido foi modesto, com avanço de apenas 3 pontos percentuais, passando de 95% para 98% da área. Esses resultados, embora positivos, não serão suficientes para reverter o cenário de perdas que impactou a safra de 2024.

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Com a queda na produção estadual, as importações de trigo pelo Paraná devem se manter em alta em 2025. Durante os meses de agosto e setembro de 2024, período de colheita no estado, foram importadas 194 mil toneladas de trigo — volume dez vezes maior que o registrado no mesmo período de 2023, que foi de 19,6 mil toneladas. A maior parte do trigo importado vem do Paraguai, seguido pela Argentina, que, desde 2018, têm suprido a demanda paranaense.

Além disso, o déficit de trigo no Paraná pode ser parcialmente atendido por outros estados, especialmente o Rio Grande do Sul, que já colheu mais da metade de sua safra, com resultados superiores aos do Paraná em volume e qualidade.





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Agricultura busca transformação para enfrentar mudanças climáticas


Pelo terceiro ano consecutivo, o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) trouxe para a 29ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP29), em Baku, no Azerbaijão, a Casa da Agricultura Sustentável. É um espaço de debates sobre como o setor pode se transformar para enfrentar as mudanças climáticas.

O desafio vai muito além de novas práticas para a produção, afirma o diretor-presidente do IICA, Manuel Otero (foto). Para ele, é necessário também mostrar para o mundo que o setor é capaz de se comprometer com a sustentabilidade do planeta.

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“Para isso trabalhamos em diferentes dimensões. Uma delas está numa nova geração de políticas públicas que reconheçam os novos limites da agricultura como um setor que tem que ser ambientalmente responsável, nutricionalmente inteligente, que acompanhe o que ocorre no comércio internacional, mas também socialmente responsável. Além disso, estamos construindo uma nova narrativa”, disse.

Nessa direção, o IICA trouxe para o Azerbaijão visões e modelos de sucesso que ocorrem nos 34 países das Américas que integram a instituição. Ao longo dos 12 dias de conferência, o espaço receberá mais de 50 painéis e diálogos envolvendo a participação de centenas de produtores, acadêmicos e representantes de instituições governamentais e da sociedade civil.

Modelos

Entre eles, o ministro do Desenvolvimento Agrário do Brasil, Paulo Teixeira, que participou do painel Ação Climática: vozes dos produtores na luta contra a mudança climática.

Na apresentação, o ministro fez um balanço dos últimos quatro meses do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com a incrementação da produção de alimentos a partir do financiamento de iniciativas com menos emissões de gases do efeito estufa.

Na comparação com 2023 – os últimos quatro meses terminados em outubro -, segundo o ministro, os resultados já podem ser notados.

“Aumentamos em 28,5% o financiamento para a agricultura orgânica e agroecológica em uma redução de 23,7% para a agricultura transgênica. Nós também tivemos um crescimento de 20% em máquinas, equipamentos e implementos – R$ 6,3 bilhões no financiamento de máquinas para o pequeno agricultor. Tivemos um crescimento na produção de feijão, cebola, batata, repolho, cenoura e uma redução na produção de soja na agricultura familiar de 14%”, detalhou.

Junto com o Centro Agronômico Tropical de Pesquisa e Ensino (Catie) e RCC Caribbean – organização criada na estrutura da Convenção-Quadro da ONU sobre Mudança Climática para dar apoio aos pequenos estados insulares, particularmente mais vulneráveis às mudanças climáticas – o IICA também realizou, pela primeira vez, um painel dentro da programação oficial de abertura da COP29.

Financiamento

Com o título Adaptação pela Abordagem de Soluções Baseadas na Natureza para Medir a Vulnerabilidade e os Riscos na Região da América Latina e Caribe, o encontro debateu como tornar a agricultura mais sustentável e resiliente às mudanças climáticas.

“O que nós queremos é ter sustentabilidade. Essa sustentabilidade só acontecerá se tivermos uma visão de transformar o setor produtivo agrícola brasileiro e isso não vai acontecer por geração espontânea. Isso vai acontecer com uma estratégia de políticas públicas e de financiamento, que viabilize essa transição”, afirmou o ex-diretor geral da Organização Mundial de Comércio (OMC), Roberto Azevedo.

Para ele, a criação de um marco regulatório com diversos instrumentos que recompensem financeiramente os investimentos na transição para a economia verde é uma forma de tornar o setor mais comprometido com formas de produção sustentáveis.

“Se você tem um sistema regulatório que prevê uma remuneração mínima, uma indexação do preço do produto final, uma mistura no combustível final que atende a um determinado patamar, todos esses elementos são pequenos e parecem independentes, mas não são. Dependendo do marco regulatório que você cria, o investidor vai fazer a transformação por ser interessante para ele”, explicou.

Roberto Azevedo acrescentou que tal estrutura serviria como uma complementação aos subsídios e financiamentos estatais.

“Eu particularmente não acredito que o incentivo tenha que ser sempre uma despesa do Estado. Porque o Estado não terá dinheiro. Sobretudo em países da região – Brasil, Argentina – não são países com um orçamento infinito. Essa transição tem que ser feita de forma inteligente, com um marco regulatório que ajude e promova, incentive [para que] o investimento venha do próprio produtor”, explicou.

Na viabilização da descarbonização da agricultura, Azevedo aponta ainda outro elemento complementar para as formas de financiamento que seria o desenvolvimento tecnológico do setor.

“Quando se fala de sustentabilidade, a tecnologia e a inovação têm um papel importantíssimo e elas estão mudando dia a dia. O que hoje é sustentável não é que vai passar a não ser. Você encontrará métodos de produção, tecnologias mais modernas que vão melhorar e acelerar essa transição. Então, não é um processo estático, é um processo dinâmico. A cada momento, a cada dia, aparece uma nova inovação, uma nova forma de produção”, acrescentou.

COP30 em Belém

Segundo Manuel Otero, além da troca de experiências, a IICA também trabalha para criar conexões entre as pessoas que podem promover essa transformação da agricultura. Uma reunião com o governador do Pará, Helder Barbalho, que receberá a COP30, em 2025, em Belém, também buscou alinhar, em Baku, as agendas para que o próximo encontro da Junta Interamericana de Agricultura, com os 34 ministros da Agricultura nas Américas, a cada dois anos, seja realizado em Belém, na agenda pré-COP.

Segundo Otero, acelerar a transição é uma urgência que deve ser compreendida pelo setor e fundamentada no bem-estar das próximas gerações. “O IICA se considera uma instituição construtora de pontes. Temos que fortalecer as pontes entre o agro e o meio ambiente, entre as cidades, as zonas rurais. Então, pequenos agricultores e médios produtores, grandes produtores, todos temos que ir atrás da causa do desenvolvimento sustentável. Todos, e ninguém pode ficar de fora, ninguém pode ficar para trás”, conclui.

Para o governador paraense, a proximidade do setor da agricultura com a pauta ambiental trará novas oportunidades para acelerar a transição em direção a uma economia mais sustentável.

“O uso da terra representa 96% das emissões em território paraense. Portanto, trabalhar para que haja um melhor uso da terra certamente está dentro das estratégias centrais para que o Pará possa reduzir as suas emissões”, disse.



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Mala localizada próximo à Câmara não tinha explosivos



A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) localizou, na manhã desta sexta-feira (15), uma mala considerada suspeita nas proximidades de um dos anexos da Câmara dos Deputados. Em nota, a corporação informou que o Esquadrão Antibomba, em meio a um patrulhamento preventivo na área, acionou a Operação Petardo, especializada em explosivos, para analisar o objeto.

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“Após avaliação técnica, foi constatado que a mala não continha explosivos. A área foi liberada em seguida e a situação voltou à normalidade”, destacou a PMDF no comunicado.

A Operação Petardo define procedimento padrão executado pela corporação para ocorrências onde há suspeita de artefato explosivo.

Na quarta-feira (13), a Praça dos Três Poderes foi alvo de explosões, no Supremo Tribunal Federal (STF) e em um dos estacionamentos da Câmara dos Deputados.

O responsável pelos atentados, identificado como Francisco Wanderley Luiz, morreu no local de uma das explosões.



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Mercado do açúcar fecha em baixa


De acordo com os dados da União Nacional da Bioenergia (Udop), nesta quarta-feira (13), os contratos futuros de açúcar registraram quedas nas principais bolsas internacionais, influenciados pela alta do índice do dólar, segundo analistas consultados pela Reuters. O contrato de março/25 na ICE Futures de Nova York fechou em 21,17 centavos de dólar por libra-peso, queda de 18 pontos ou 0,8% em comparação ao dia anterior. Já o contrato de maio/25 caiu 20 pontos, sendo negociado a 19,73 centavos de dólar por libra-peso. Outros contratos tiveram quedas entre 10 e 16 pontos.

Segundo a UDOP, na bolsa ICE Futures Europe, em Londres, o contrato para dezembro/24 foi negociado a US$ 538,20 a tonelada, recuando US$ 4,80 em relação ao valor anterior. O contrato para março/25 registrou queda de US$ 7,60, fixando-se em US$ 549,30 a tonelada. Outras posições apresentaram recuos entre US$ 2,80 e US$ 5,70.

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No Brasil, as cotações do açúcar cristal também registraram queda, conforme dados do Indicador Cepea/Esalq da USP. A saca de 50 quilos foi negociada pelas usinas a R$ 167,19, ante R$ 167,53 do dia anterior, apresentando uma leve desvalorização de 0,20%.

Em contraste com o açúcar, o etanol hidratado manteve uma tendência de alta pelo sexto dia consecutivo, de acordo com o Indicador Diário Paulínia. Nesta quarta-feira, o biocombustível foi negociado pelas usinas a R$ 2.758,00 por metro cúbico, contra R$ 2.737,50 do dia anterior, representando uma valorização de 0,75%. No acumulado de novembro, o indicador já soma um aumento de 1,92%, conforme divulgou a Udop.





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Rússia diz que a colheita deste ano é de cerca de 85 milhões de toneladas de…


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MOSCOU, 8 de outubro (Reuters) – A Rússia, maior exportadora mundial de trigo, colheu até agora cerca de 85 milhões de toneladas métricas de trigo e 120 milhões de toneladas de grãos em peso bruto de 90% da área semeada, disse a ministra da Agricultura, Oksana Lut, na terça-feira.

A Rússia previu oficialmente a colheita de grãos deste ano em 132 milhões de toneladas, uma queda de 11% em relação aos 148 milhões de toneladas em 2023 e uma queda de 16% em relação ao recorde de 158 milhões de toneladas em 2022.

No entanto, após o mau tempo, variando de geadas no início da primavera até seca e chuva, atingir muitas regiões produtoras de grãos, a previsão está definida para uma revisão para baixo. A consultoria IKAR prevê a colheita de grãos deste ano em 124,5 milhões de toneladas.

Em comentários postados no canal Telegram do ministério, Lut disse que a qualidade do grão colhido foi melhor do que no ano passado. O ministério previu até agora que a colheita de trigo ficará entre 94 e 86 milhões de toneladas.

A Rússia colheu 92,8 milhões de toneladas de trigo no ano passado e um recorde de 104,2 milhões de toneladas em 2022 em peso limpo. O ministério da agricultura disse que anunciará sua estimativa final para a colheita deste ano em 10 de outubro.

Reportagem de Olga Popova, redação de Gleb Bryanski; edição de Barbara Lewis

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Chuva e sol entre nuvens marcam o fim de semana; confira a previsão do tempo



Saiba como o clima irá se comportar em todo o Brasil neste fim de semana:

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Sábado (16)

Sul

Circulação de ventos estimula algumas nuvens de chuva sobre o norte do Paraná e as pancadas podem ocorrer de forma mais irregular à tarde. A infiltração marítima ainda mantém o céu mais encoberto e há chance de chuviscos no litoral de Santa Catarina e do Paraná. Não chove na maior parte do Rio Grande do Sul.

Sudeste

O tempo segue instável em São Paulo, com condições de chuva forte a qualquer momento. Sol e pancadas de chuva no norte e litoral do Espírito Santo, podendo vir com força. O sol aparece com aumento de nuvens e pode chover a qualquer momento entre Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Centro-Oeste

Nuvens carregadas associadas ao ar quente e úmido ainda provocam temporais entre Goiás e Mato Grosso; o norte de Mato Grosso do Sul segue com tempo mais fechado e chuvoso. Pancadas de chuva à tarde no centro-sul de Mato Grosso do Sul e em parte do interior de Goiás.

Nordeste

Sol, calor e tempo firme no norte da Bahia, Piauí, oeste do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e no centro-leste do Maranhão. Chove em forma de pancadas moderadas no litoral e leste da Bahia, no litoral de Alagoas, litoral de Pernambuco e da Paraíba.

Norte

O sol volta a aparecer um pouco mais no centro-norte e litoral do Pará e no sul do Amapá. Chove à tarde em Macapá e Boa Vista. Tempo mais instável no Acre, Amazonas, sul do Pará, em Roraima e no Tocantins.

Domingo (17)

Sul

No domingo, com a aproximação de uma nova frente fria, pancadas de chuva começam a ocorrer a partir da tarde na fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai. A umidade também aumenta no litoral de Santa Catarina e no leste e norte do Paraná, onde a chuva pode ocorrer mais para o final do dia em forma de pancadas com raios.

Sudeste

A previsão é de períodos com sol e muitas nuvens em grande parte da região sudeste. As pancadas de chuva devem voltar a ocorrer especialmente à tarde e à noite. Há risco de chuva forte no estado de São Paulo, no centro-oeste e no sul de Minas Gerais.

Centro-Oeste

As áreas de instabilidade mais fortes enfraquecem e o Centro-Oeste terá maiores períodos com o sol. Porém, com o calor e a umidade do ar elevada, as pancadas de chuva com raios voltam a ocorrer à tarde e à noite em todas as áreas, com risco de chuva de moderada a forte intensidade por toda a região.

Nordeste

Sol, calor e o tempo seco no interior do Nordeste. As condições para chuva diminuem no sul do Maranhão e do Piauí e no oeste da Bahia. Toda a faixa litorânea, a Zona da Mata e o Agreste, do sul da Bahia até a Paraíba, continuarão com algumas pancadas de chuva intercaladas com períodos de sol.

Norte

As pancadas de chuva continuam frequentes sobre o centro-oeste e sul do Amazonas, no Acre, em Rondônia e no sul do Pará. Nas demais áreas do norte do Brasil, o sol aparece forte na maior parte do dia. Pancadas de chuva podem acontecer no sul do Tocantins e a partir da tarde no norte e leste do Amazonas.



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acima dos R$ 22/kg, carcaça casada bate recordes diários



Desde o dia 1º de novembro, o quilo da carcaça casada bovina supera os R$ 22, batendo recordes diários, conforme levantamentos do Cepea.

Segundo o Centro de Pesquisas, a demanda aquecida, em função de questões macroeconômicas – especialmente a queda do desemprego – e também da proximidade dos períodos de festas, faz com que varejistas busquem se abastecer, pagando preços significativamente maiores no atacado.

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No mercado de boi gordo, pesquisadores do Cepea explicam que a dificuldade para novas aquisições de animais para abate continua.

A necessidade de preencher escalas próximas tem feito com que a indústria eleve o valor da arroba e ainda diminua o prazo de pagamento. O Indicador do boi gordo Cepea/B3 (média ponderada do estado de SP, à vista e livre de funrural) já acumula alta de mais de 5% na parcial de novembro.



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Brasil avança nas negociações para exportação de carne bovina à Turquia



Em missão oficial realizada em Ancara, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) deu um importante passo para ampliar as exportações de carne bovina brasileira à Turquia, um dos poucos grandes mercados ainda restritos ao produto nacional. A missão teve como objetivo posicionar o Brasil como parceiro estratégico para atender à crescente demanda por alimentos no país, destacando a qualidade e sanidade da produção brasileira, além de seu cumprimento dos requisitos do sistema halal.

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A missão foi liderada pelo secretário-adjunto de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Julio Ramos, e contou com o apoio da Embaixada do Brasil no Egito. Durante o encontro, também participaram o diretor do Departamento de Saúde Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), Marcelo Mota, e outros representantes do governo brasileiro. O grupo se reuniu com diversas autoridades turcas, como Ersin Dilber, diretor-geral da Diretoria de Alimentos e Controle do Ministério da Agricultura e Florestas da Turquia, e Mustafa Çatak, chefe do Departamento de Controle de Fronteiras de Animais e Produtos de Origem Animal.

Uma das principais discussões foi sobre o aumento das exportações brasileiras de carne bovina para a Turquia, que ainda não importa o produto, sendo um dos últimos grandes mercados a manter essa restrição, ao lado de Japão, Vietnã e Coreia do Sul. O secretário-adjunto Julio Ramos enfatizou que as exportações agrícolas têm um papel crucial para o crescimento econômico do Brasil, com potencial de impulsionar o PIB, gerar empregos e aumentar a renda nacional.

Além das negociações para a carne bovina, os representantes brasileiros também discutiram a retirada das restrições para a carne de aves do Rio Grande do Sul, relacionadas à doença de Newcastle, e trataram de outros produtos da agropecuária brasileira. Um ponto de destaque foi a ampliação das trocas comerciais, com o Brasil buscando firmar-se como fornecedor de excelência para o mercado turco.

A criação de um posto de adidância agrícola em Ancara, prevista para o final deste ano, deverá intensificar o diálogo entre os dois países e fortalecer a cooperação no comércio agrícola. A Turquia é o sétimo maior destino das exportações brasileiras de produtos agrícolas, com cerca de R$ 2,6 bilhões em vendas nos primeiros nove meses de 2024, destacando-se produtos como soja, café e têxteis.

Este ano, o Brasil já conquistou a abertura de novos mercados na Turquia, com a exportação de gelatina e colágeno não comestíveis, ovoprodutos, vísceras organolépticas para alimentação animal e heparina bovina. Essas expansões comerciais são possíveis graças ao trabalho conjunto da Secretaria de Defesa Agropecuária com outros órgãos brasileiros.

O secretário Julio Ramos ressaltou a importância estratégica da Turquia e destacou o compromisso do Brasil em continuar expandindo os fluxos comerciais, gerando empregos e fortalecendo a economia nacional. Ele afirmou que a missão é parte de um esforço contínuo para não apenas abrir novos mercados, mas também garantir que as negociações se consolidem em acordos duradouros e benéficos para todos os envolvidos.



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