sexta-feira, julho 17, 2026

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previsão da inflação em 2024 tem alta



As instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central (BC) na pesquisa Focus elevaram de 4,62% para 4,64% a previsão para a inflação medida pelo Indice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2024. A meta para a inflação no período é de 3%.

A previsão de inflação nos preços administrados – que são controlados por contrato ou pelo poder público – diminuiu de 5,03% para 5,01%, enquanto a projeção para a inflação medida pelo Indice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu de 5,39% para 5,45%.

Para 2025, as instituições financeiras elevaram de 4,10% para 4,12% a previsão para a inflação medida pelo IPCA. A meta para a inflação no período é de 3%.

A previsão de inflação nos preços administrados em 2025 aumentou de 3,82% para 3,87%, enquanto a projeção para a inflação medida pelo IGP-M manteve-se em 4%.

Selic

A pesquisa Focus indicou em 11,75% a previsão para a taxa básica de juros (Selic) no fim deste ano. Atualmente, ela está em 11,25%, o que significa que o mercado espera um incremento de 0,5 ponto percentual (pp) até o fim de 2024.

Para 2025, a estimativa para a taxa Selic subiu de 11,50% para 12%. Há quatro semanas, a estimativa para a Selic ao fim de 2025 estava em 11,25%.

Câmbio

A projeção para a taxa de câmbio em 2024 aumentou de R$ 5,55 para R$ 5,60 por dólar, enquanto a estimativa para 2025 subiu de R$ 5,48 para R$ 5,50 por dólar. Há quatro semanas, a previsão para 2024 era de R$ 5,42, enquanto a previsão para 2025 estava em R$ 5,40.



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expectativas de oferta abundante na América do Sul e valorização do dólar pressionam Chicago



Os contratos da soja em grão registram preços mais baixos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado retoma sua recente tendência de perdas, com o grão registrando quedas em quatro dos últimos cinco pregões.

As cotações são pressionadas pela valorização do dólar em relação a outras moedas e pelas previsões de uma safra abundante na América do Sul. Além disso, segundo analistas consultados por agências internacionais, os investidores ainda tentam entender os possíveis impactos da presidência de Donald Trump nas importações da China.

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2024/25, com início em 1º de setembro, ficaram em 1.555.400 toneladas na semana encerrada em 7 de novembro.

A China liderou as importações, com 1.181.100 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 1 milhão e 2,2 milhões de toneladas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos com vencimento em janeiro de 2025 operam cotados a US$ 9,93 3/4 por bushel, baixa de 4,75 centavos de dólar, ou 0,47%, em relação ao fechamento anterior.

Na sexta-feira (15), a soja fechou com preços mais altos, em um movimento de recuperação técnica.

Os contratos do grão com entrega em janeiro de 2025 fecharam com alta de 11 centavos ou 1,11% a US$ 9,98 1/2 por bushel. A posição março/25 teve cotação de US$ 10,08 3/4 por bushel, com avanço de 9,50 centavos de dólar, ou 0,95%.



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Cúpula de Líderes do G20 começa nesta segunda


A partir desta segunda-feira (18), os olhos do mundo estarão voltados para o Rio de Janeiro. Começa a Cúpula de Líderes do G20 (grupo das 19 maiores economias do planeta, mais União Europeia e União Africana), onde o Brasil passará a presidência do grupo para a África do Sul.

Ao todo, 19 chefes de Estado e de governo estão na cidade para debaterem um documento que chegue a um consenso entre os três eixos que marcaram a presidência brasileira no G20 ao longo de um ano. A única ausência será a do presidente russo, Vladimir Putin, que será representado pelo ministro das Relações Exteriores do país, Sergei Lavrov.

O primeiro eixo da presidência brasileira no G20 é o combate à fome, à pobreza e à desigualdade. O segundo é o desenvolvimento sustentável, o enfrentamento às mudanças climáticas e a transição energética. O terceiro eixo é a reforma da governança global para resolver conflitos.

Na área econômica, a principal bandeira brasileira é a taxação global dos super-ricos, que ajudaria a financiar o combate à desigualdade e o enfrentamento das mudanças climáticas. Baseada nas ideias do economista francês Gabriel Zucman, a proposta prevê um imposto mínimo de 2% sobre a renda dos bilionários do mundo, que arrecadaria entre US$ 200 bilhões e US$ 250 bilhões anualmente e divide os países.

Apesar de ter a adesão de diversas nações, a ideia enfrenta a resistência de alguns países desenvolvidos, entre os quais os Estados Unidos e a Alemanha, e também da Argentina. Entre os países que apoiam estão França, Espanha, Colômbia, Bélgica e África do Sul, que assumirá a presidência rotativa do bloco depois do Brasil. A União Africana manifestou apoio desde a apresentação da proposta em fevereiro.

De quinta-feira (14) a sábado (16), a presidência brasileira do G20 recolheu as contribuições da sociedade civil durante o G20 Social. Iniciativa criada pelo Brasil que reuniu organizações sociais, acadêmicos e entidades que redigiram um documento a ser anexado ao comunicado final da reunião de cúpula.

Programação da cúpula do G20

No primeiro dia da reunião de cúpula, estão previstas a recepção dos líderes pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da primeira-dama Janja Lula da Silva, e o lançamento da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza. À tarde, haverá uma sessão sobre a reforma da governança global. À noite, Lula e Janja darão um jantar oficial aos presidentes e primeiros-ministros.

Na terça-feira (19), a programação começa com uma sessão sobre desenvolvimento sustentável e transições energéticas, pela manhã. À tarde, haverá a sessão de encerramento e a transmissão da presidência do G20 para a África do Sul. Após a cerimônia, haverá um almoço oficial, seguido de uma série de reuniões bilaterais entre os chefes de Estado e de Governo.

Os dois dias de debates ocorrerão no Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro, no Aterro do Flamengo. Sob um forte esquema de segurança, parte da cidade estará interditada à circulação de pedestres e de veículos.

Confira a programação prevista para a Cúpula do G20

Segunda-feira (18)

  • 08h40 – Cumprimentos aos líderes do G20
  • 10h – Lançamento da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e 1ª Sessão da Reunião de Líderes do G20: Combate à Fome e à Pobreza
  • 14H30 – 2ª Sessão da Reunião de Líderes do G20: Reforma das Instituições de Governança Global
     

Terça-feira (19)

  • 10h – 3ª Sessão da Reunião de Líderes do G20: Desenvolvimento Sustentável e Transição Energética
  • 12h30 – Sessão de encerramento da Cúpula de Líderes do G20 e cerimônia de transmissão da presidência do G20 do Brasil para a África do Sul
     



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AgroNewsPolítica & Agro

Governo entrega 65 títulos de imóveis em Minas Gerais



Entrega de títulos de propriedade beneficia famílias no estado




Foto: Divulgação

O Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), realizou na última quinta-feira (14) a entrega de 65 títulos de propriedade do Programa de Regularização Fundiária no município de Chapada Gaúcha, localizado no Norte de Minas. A iniciativa tem como objetivo promover segurança jurídica e oportunidade de crescimento para agricultores familiares que há décadas aguardam pela regularização de suas terras.

Dentre os títulos entregues, 11 foram viabilizados após a regulamentação da Lei Nº 24.633/23, sancionada pelo governo estadual. A nova legislação eliminou barreiras legais, facilitando a emissão de documentos e concedendo anistia a dívidas em casos onde o Estado não possui comprovação do pagamento dos terrenos devido à falta de registros originais, um dos principais entraves para a regularização de lotes da extinta Fundação Ruralminas, dissolvida em 2016, conforme dados da Seapa.

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De acordo com a Secretaria de Agricultura de Minas Gerais, além da Chapada Gaúcha, a medida beneficia aproximadamente 20 assentamentos deixados pela Ruralminas em municípios como Jaíba, Jenipapo de Minas e Chapada do Norte, contemplando posseiros de lotes urbanos e rurais. Com a entrega da minuta de escritura, os beneficiários têm até 12 meses para registrar os imóveis em cartório, consolidando o direito à propriedade.

Desde 2019, o governo estadual já entregou 8.332 títulos de propriedade rural em 98 municípios. Apenas em 2024, até outubro, foram emitidos 1.297 títulos, e a previsão é encerrar o ano com cerca de 1.900 documentos entregues.





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Brasil vai explorar todas as possibilidades de trazer empresas chinesas para cá, afirma Haddad



O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o governo federal vai atuar para trazer empresas chinesas ao Brasil. A declaração ocorreu em entrevista à emissora CNBC, gravada na sexta-feira (15) e exibida no domingo (17).

“A China é o maior parceiro comercial do Brasil. O presidente Xi [Jinping] vem ao Brasil essa semana exatamente para fazer um acordo com o Brasil, estratégico”, disse.

Haddad continuou: “Eles têm a Rota da Seda, eles têm uma visão de desenvolvimento global, querem ser parceiros do Brasil, e o Brasil vai explorar todas as possibilidades de trazer empresas chinesas para cá, gerar empregos aqui.”

O ministro afirmou, em seguida, que há várias construtoras chinesas que participam de licitações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e que montadoras do país também estão vindo para o Brasil.

Além disso, ele citou a possibilidade de que empresas chinesas produzam painéis solares aqui. “Tem uma gama de possibilidades com a China, que detém tecnologia em áreas estratégicas que nos interessam”, declarou.

Na sequência, Haddad afirmou que o Brasil não deve escolher apenas um dos blocos econômicos, ao se referir a China, União Europeia e Estados Unidos.

“Agora, veja você, por que o Brasil, do tamanho que ele é, teria que se associar a um desses três blocos econômicos?”, disse. “Não faz sentido, porque as nossas complementariedades são diferentes nos três casos. Nós exportamos manufatura para os Estados Unidos e não exportamos para a China.”

Haddad acrescentou: “O Brasil não precisa e não deve se acoplar, ser um satélite de uma economia maior.”



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Semana inicia com mudanças no tempo


Nesta segunda-feira (18.11), são esperadas mudanças no tempo. De acordo com o meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Rodrigues, o avanço de uma frente fria pelo sul do Brasil inaugura um período de instabilidade, com efeitos previstos para o Sudeste e o Centro-Oeste ao longo da semana.

Cenário no Sul: chuvas retomam e impactam cultivos

Após um final de semana marcado por altas temperaturas, a chegada da frente fria já provocou chuvas no Rio Grande do Sul, com previsão de avanço para Santa Catarina até a noite. A principal contribuição para as precipitações é o contraste entre massas de ar quente e frio, comum nesta época de transição para o verão. Esse cenário beneficia culturas como arroz e milho, que dependem de boa umidade, mas exige atenção aos volumes elevados que podem causar encharcamento do solo.

Centro-Oeste e Sudeste: instabilidades irregulares preocupam

Nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, o calor combinado com alta umidade garante chuvas esparsas e irregulares. Estados como Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais e Espírito Santo podem receber volumes entre 3 e 7 mm, insuficientes para atender plenamente as demandas hídricas de culturas como soja e café. Isoladamente, eventos mais intensos podem ocorrer, mas sem grandes áreas sendo beneficiadas. Em contrapartida, o tempo firme em São Paulo e no norte do Paraná favorece a colheita de grãos.

Regiões Norte e Nordeste: comportamentos distintos

Enquanto o Norte apresenta chuvas volumosas no oeste do Amazonas e Acre, no Nordeste, especialmente no norte da Bahia, Ceará, Piauí e Maranhão, o cenário é de tempo seco. Essa previsão pode causar preocupação para o desenvolvimento de culturas como o feijão e o milho nas áreas dependentes de chuva.

Atenção ao leste de Santa Catarina

Um alerta foi emitido para chuvas volumosas previstas no sul e leste de Santa Catarina nos próximos dias, onde os volumes elevados podem causar problemas de drenagem e erosão, impactando culturas como hortaliças e milho.





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pacote fiscal e cenários globais na pauta da semana; ouça análise



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

No morning call de hoje, o economista do PicPay Igor Cadilhac analisa o fortalecimento do dólar e as declarações do Fed, que reduziram as chances de corte de juros em dezembro.

No Brasil, o mercado segue atento ao pacote fiscal, enquanto o volume de serviços surpreendeu positivamente, reforçando a atividade econômica no trimestre.



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frente fria e pancadas de chuva marcam início da semana no Brasil



Saiba como ficam as condições do tempo e onde há chance de chuva em cada região do país nesta segunda-feira (18), de acordo com a análise dos meteorologistas da Climatempo.

Sul

Uma frente fria avança pela região e ajuda a estimular mais umidade para o centro-norte, litoral e leste do Rio Grande do Sul. Apesar das aberturas de sol pela manhã, volta a chover com força no decorrer do dia em Porto Alegre.

Santa Catarina e Paraná devem registrar sol e chuva. As pancadas podem acontecer com intensidade variando de moderada a forte, de forma mal-distribuída.

Sudeste

A semana começa com características típicas de primavera-verão. A segunda-feira será de sol em São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e na maior parte de Minas Gerais.

As temperaturas em elevação e a circulação de ventos favorecem a ocorrência de pancadas de chuva entre a tarde e a noite em toda a eegião, inclusive nas capitais.

Centro-Oeste

O tempo fica instável neste começo de semana em Mato Grosso, área central de Goiás e centro-oeste e noroeste de Mato Grosso do Sul. Com muitas nuvens no céu, há condição para chuva potencialmente forte a qualquer hora.

No Distrito Federal e nas demais áreas da região, o sol aparece e pode chover com moderada a forte intensidade à tarde.

Nordeste

Algumas áreas do interior da região terão tempo firme. O ar fica mais seco no sul do Ceará e no interior da Paraíba e de Pernambuco.

Pode haver pancadas de chuva com intensidade de moderada a forte no litoral do Maranhão, oeste e sul da Bahia e litoral de Alagoas.

Chove de forma mais passageira no litoral do Ceará e do Rio Grande do Norte.

Norte

O tempo fica abafado e há condições para chuva forte em todas as capitais da região. O predomínio é de muitas nuvens e chuva persistente no Acre, Roraima e área central do Amazonas.

Há sol e pancadas de chuva a qualquer momento no Tocantins, litoral do Pará, Amapá e Roraima.



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Acordo entre UE e Mercosul marcou reunião entre Lula e presidente da Comissão Europeia



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu neste domingo (17), no Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. Segundo o Planalto, o tema da reunião foi o acordo entre a União Europeia e o Mercosul, mas não deu detalhes.

Mais cedo, Leyen disse por uma rede social que estava no Brasil “para aprofundar nossas parcerias globais e criar novas. Isso importa mais do que nunca”, destacou na postagem.

Além de Lula, participaram da reunião o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, o assessor especial da Presidência da República, Celso Amorim, e o secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento e Indústria, Márcio Elias Rosa.

O presidente Lula ainda tem mais seis reuniões bilaterais agendadas para este domingo com os presidentes de Angola, Turquia, Egito, França e Bolívia, além do primeiro-ministro do Vietnã.



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o que prevaleceu na semana e as perspectivas



O mercado da soja viu uma reação pontual após a divulgação do relatório de novembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que apresentou números de produção e estoques abaixo do esperado.

Segundo a Safras & Mercado, os fundamentos baixistas prevaleceram ao longo da semana, com a ampla oferta norte-americana, o bom desenvolvimento das lavouras no Brasil e os temores de uma demanda menor por óleo pressionando as cotações.

Relatório do USDA

O relatório do USDA, divulgado no dia 8 de novembro, apontou uma produção de soja para a safra 2024/25 nos Estados Unidos de 4,461 bilhões de bushels (121,4 milhões de toneladas), abaixo das expectativas do mercado, que aguardava 4,553 bilhões de bushels (123,9 milhões de toneladas). Esse número gerou uma reação inicial positiva, mas os preços não mantiveram o movimento de alta. A produtividade foi revista para 51,7 bushels por acre, também abaixo da projeção anterior de 53,1 bushels.

Os estoques finais de soja nos EUA para a temporada 2024/25 foram estimados em 470 milhões de bushels (12,8 milhões de toneladas), um recuo em relação ao esperado pelo mercado, que apontava para 535 milhões de bushels (14,56 milhões de toneladas). Apesar dessa redução nos estoques, a previsão de exportações foi ajustada para baixo, de 1,850 bilhão para 1,825 bilhão de bushels, o que indicou uma perspectiva de demanda menos robusta no médio prazo.

Além disso, o mercado acompanha com atenção os desdobramentos sobre o biodiesel nos EUA. Há crescente preocupação de que o governo Trump não implemente políticas de apoio à produção de biodiesel, o que tem levado o mercado a precificar uma demanda menor por óleo de soja.

Brasil, Argentina e China

No Brasil, a semana foi marcada por poucos negócios e as cotações sentiram o impacto das perdas em Chicago. O câmbio, no entanto, ajudou a compensar parcialmente a pressão externa, com o dólar mantendo-se na faixa dos R$ 5,80.

A produção de soja no Brasil foi mantida pelo USDA em 153 milhões de toneladas para a safra 2023/24 e em 169 milhões de toneladas para a temporada 2024/25. Para a Argentina, as estimativas também permaneceram estáveis, com uma leve revisão para cima na safra 2023/24, que agora é projetada em 48,21 milhões de toneladas.

Já as importações chinesas de soja para a temporada 2023/24 foram mantidas em 112 milhões de toneladas, com a previsão para 2024/25 em 109 milhões de toneladas.



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