sexta-feira, julho 17, 2026

Agro

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retração compradora limita alta de preços



O afastamento de alguns compradores limitou as altas de preços do milho na última semana, conforme levantamentos do Cepea. 

Segundo o Centro de Pesquisas, a melhora do clima, as exportações em ritmo lento e as quedas dos contratos externos levaram demandantes a apostar em enfraquecimento nos valores domésticos. 

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Além disso, as estimativas para safra 2024/25 indicam melhora na produção, o que pode aumentar o interesse de vendedores em negociar.

Segundo relatório divulgado pela Conab na última quinta-feira (14), a produção agregada de milho para 2024/25 é estimada em 119,81 milhões de toneladas, o que representaria um incremento de 3,6% em relação ao volume de 2023/24.



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clima favorece semeadura, e colheita pode ser recorde



As recentes chuvas intercaladas de sol vêm favorecendo a semeadura da safra 2024/25 de soja, com as atividades estando adiantadas em relação a igual período da temporada anterior. 

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Vale lembrar que a atual safra iniciou em meio a condições climáticas adversas no Brasil. Segundo pesquisadores do Cepea, essa melhora no cenário – que sustenta as expectativas de produção recorde no Brasil – afastou consumidores das negociações no mercado spot nacional na última semana. 

Sojicultores também estiveram mais afastados das vendas, atentos à valorização do dólar e às projeções indicando crescimento na oferta global da soja, ainda conforme pesquisadores do Cepea. No Brasil, a produção é estimada em 166,14 milhões de toneladas pela Conab e em 169 milhões de toneladas pelo USDA, ambos volumes recordes. 



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Petrobras e Yara assinam acordos para cooperação técnica e industrialização de Arla 32



A Petrobras informou nesta segunda-feira (18) que assinou com a Yara e a Araucária Nitrogenados (Ansa), subsidiária integral da companhia, dois acordos, em mais uma etapa para construção de uma potencial parceria nos segmentos de fertilizantes e produtos industriais.

Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a estatal afirma que o primeiro acordo prevê a comercialização, pela Yara, de Agente Redutor Líquido Automotivo (Arla 32) produzido na Ansa, o qual será elaborado utilizando como matéria-prima ureia fornecida pela Yara.

Segundo a empresa, este acordo permitirá a retomada da produção nacional do produto, que atualmente é importado. O processo de industrialização será realizado em paralelo às atividades de retomada integral da operação da fábrica de Araucária.

O segundo é um acordo, acrescenta, de cooperação técnica para desenvolvimento de estudos conjuntos nas áreas de fertilizantes e produtos industriais correlatos, e contempla esforços de transição energética vinculados a projetos de descarbonização e produção de fertilizantes renováveis e de baixa intensidade de carbono.

“Essa cooperação científica, tecnológica e operacional tem por objetivo atingir uma maior eficiência produtiva e aumento da oferta desses produtos no mercado. Sobre a retomada da Ansa”, diz.

Conforme já anunciado, a Petrobras investirá R$ 870 milhões para o retorno das atividades operacionais da Ansa. A fábrica, localizada no Paraná, está hibernada desde 2020 e teve o retorno das suas atividades operacionais aprovado em junho de 2024.

A previsão é de que a fábrica volte a operar em maio de 2025, num esforço de antecipação da previsão inicial. As atividades de desibernação e retomada estão sendo realizadas diretamente pela Petrobras e Ansa.



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Comércio do Brasil subirá 5 vezes com acordo Mercosul-UE, dizem empresários a líderes do G20



Aproveitando a presença dos líderes do grupo das 20 maiores economias do mundo (G20) ao Rio de Janeiro, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a BusinessEurope assinaram uma carta conjunta com o pedido do fechamento do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (UE). De acordo com o documento, o tratado que vem sendo costurado há mais de duas décadas aumentaria em quase cinco vezes a integração do Brasil ao mercado global.

Pelos cálculos da CNI, os parceiros com quem o país tem acordos atualmente permitem acesso preferencial (com taxa menor, por exemplo) a cerca de 8% das importações mundiais de bens. Com um consenso sobre o tema com o bloco do Norte, esse percentual subiria para 37% – levando em conta que a UE conta com uma fatia de 29% das vendas para o mercado doméstico – e abre mais oportunidades de negócios em novos mercados. Para a entidade, a “tímida integração global desfavorece o Brasil”.

Considerando a relevância e urgência da conclusão do acordo, 79 entidades da União Europeia e do Mercosul assinaram uma declaração a favor do avanço nas negociações. “Instamos a que priorizem a rápida conclusão das negociações do Acordo de Livre Comércio UE-Mercosul, um passo fundamental para preservar nossa competitividade conjunta”, trouxe o documento endereçado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a quatro ministros.

As tratativas, no entanto, voltaram a ficar na berlinda depois que o primeiro-ministro francês, Michel Barnier, disse na semana passada que seu país não aceitará a assinatura do acordo que está sendo negociado se o texto atual não for mudado. “Recomendo que a posição de um país como a França não seja ignorada”, declarou.

Dias antes, ao falar sobre os preparativos para a cúpula do G20 em Brasília, o embaixador Mauricio Lyrio afastou a possibilidade de um consenso durante o evento do Rio, acrescentando que este não é o fórum adequado para as discussões, mas reforçou que o objetivo do governo brasileiro continua sendo buscar concluir as negociações até o fim do ano.

O documento das empresas foi entregue esta semana aos governos brasileiros e argentinos, às autoridades do Uruguai, que preside temporariamente o Mercosul, e ao parlamento europeu. Na carta, as entidades ressaltam que este é o momento para concluir e ratificar o acordo Mercosul-UE, argumentando que o tratado apoiará a resiliência da indústria e fortalecerá as cadeias de abastecimento, abrindo novos mercados para as empresas e proporcionando uma oferta estável de insumos.

“Em tempos marcados por turbulência geopolítica e inúmeras crises, as interrupções nas cadeias de abastecimento e as pressões sobre as indústrias se tornam cada vez mais frequentes. O aprofundamento de nossas relações comerciais é fundamental para assegurar a resiliência de nossas economias. O acordo UE-Mercosul nos permite avançar em nosso compromisso com um comércio livre, justo e sustentável”, traz um trecho do documento.

As expectativas da indústria doméstica para a economia brasileira são grandes. De acordo com a CNI, a cada R$ 1 bilhão exportado para a UE no ano passado proporcionou a criação de 21,7 mil empregos, R$ 441,3 milhões em massa salarial e R$ 3,2 bilhões em produção. A entidade comparou o resultado ao das vendas nacionais à China, principal parceiro comercial do Brasil, que criaram 15,7 mil empregos, R$ 315,2 milhões em massa salarial e R$ 2,7 bilhões em produção por bilhão de reais exportados no mesmo período.

Leia abaixo a íntegra da carta, que foi enviada em português e em inglês:

Excelentíssimos Senhores,

Estamos escrevendo a Vossas Excelências em nome de 79 associações empresariais da UE e do Mercosul, representando uma ampla gama de indústrias e outros negócios. Juntos, nossos membros cobrem uma parte significativa do comércio total de bens e serviços, que ultrapassou 590 bilhões de reais em 2023 entre a UE e a região do Mercosul. A importância de nossa parceria econômica é ainda mais destacada pelos níveis significativos de investimentos mútuos em nossas duas regiões (aproximadamente 2,05 trilhões de reais).

Esses fluxos de comércio e investimento são cruciais para a manutenção de milhões de empregos em ambos os lados, contribuindo de forma significativa para a nossa força econômica. Portanto, instamos a que priorizem a rápida conclusão das negociações do Acordo de Livre Comércio UE-Mercosul, um passo fundamental para preservar nossa competitividade conjunta.

Em tempos marcados por turbulência geopolítica e inúmeras crises, as interrupções nas cadeias de abastecimento e as pressões sobre as indústrias se tornam cada vez mais frequentes. O aprofundamento de nossas relações comerciais já bem estabelecidas entre a UE e o Mercosul é crítico para assegurar a resiliência de nossas economias. O acordo UE-Mercosul é impulsionado por premissas modernas e promete abrir caminho para avanços em áreas-chave que são vitais para nossa parceria e prosperidade mútua. Ele nos permite avançar em nosso compromisso com um comércio livre, justo e sustentável.

O acordo trará acesso a mercados, diversificará cadeias de abastecimento, fomentará investimentos e nos ajudará a aprofundar a cooperação no desenvolvimento sustentável em áreas como mudanças climáticas, preservação florestal e direitos sociais e laborais com padrões elevados.

Acreditamos que o momento atual apresenta uma janela de oportunidade crucial para concluir e ratificar um acordo entre parceiros estratégicos que cobrirá um quinto da economia global e contribuirá para o crescimento econômico e a criação de empregos, beneficiando 750 milhões de pessoas em nossas duas regiões. Estamos convencidos de que os líderes de ambos os lados devem buscar um compromisso para garantir que essa oportunidade seja aproveitada. O acordo UE-Mercosul apoiará a resiliência de nossas indústrias, fortalecendo as cadeias de abastecimento, abrindo novos mercados para nossas empresas e garantindo uma oferta estável de insumos.

Portanto, instamos a que tomem todas as medidas necessárias para concluir definitivamente as negociações, proporcionando assim um impulso positivo para a recuperação econômica e o desenvolvimento, tão necessários em ambos os lados do Atlântico.”



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Rio Grande do Sul alcança 84% da área semeada para safra 2024/25



O Rio Grande do Sul atingiu 84,11% da área de arroz semeada na safra 2024/2025, segundo levantamento do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). Até agora, foram plantados 797.702 hectares dos 948.356 hectares previstos para o estado.

A Fronteira Oeste lidera o avanço, com 93,44% da área semeada (263.066 hectares). A Planície Costeira Externa segue de perto, com 91,27% (90.726 ha), enquanto a Planície Costeira Interna registra 86,11% (123.842 ha). Outras regiões como a Campanha (87,42%), a Zona Sul (82,91%) e a Central (53,46%) completam o panorama do progresso no Estado.

De acordo com o coordenador da região Central do Irga, Ênio Coelho, os impactos das enchentes de maio ainda afetam alguns produtores, especialmente no processo de reconstrução de áreas.

“A intenção dada para os técnicos do Irga à época do início de safra poderá não ocorrer por completo, porque muitas áreas ainda precisam ser ajustadas e recuperadas”, afirmou, em nota.



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Chicago opera com perdas predominantes, pressionada por sinais de maior oferta



Os contratos do milho operam com preços predominantemente mais baixos nas negociações da sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT).

O mercado segue predominantemente em território negativo, retomando a sequência de perdas após registrar quedas em três das últimas quatro sessões. As expectativas de uma safra abundante na América do Sul, apoiada pelo clima favorável, continuam pressionando os preços. No entanto, um movimento de recuperação técnica e a valorização do petróleo em Nova York ajudam a conter um recuo mais acentuado das cotações.

As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2024/25, que tem início no dia 1º de setembro, ficaram em 1.315.100 toneladas na semana encerrada em 7 de novembro. Destinos desconhecidos lideraram as compras, com 603.500 toneladas.

Analistas esperavam exportações entre 1,25 milhão e 2,6 milhões de toneladas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos com vencimento em dezembro operam cotados a US$ 4,24 1/4 por bushel, alta de 0,25 centavo de dólar, ou 0,05%, em relação ao fechamento anterior. Na sexta-feira (15), o milho fechou com preços mais altos.

Os contratos com entrega em dezembro de 2024 fecharam com alta de 5,00 centavos, ou 1,19%, cotados a US$ 4,24 por bushel. Os contratos com entrega em março de 2025 fecharam com avanço de 4,50 centavos, ou 1,04%, cotados a US$ 4,35 1/4 por bushel.



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previsão da inflação em 2024 tem alta



As instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central (BC) na pesquisa Focus elevaram de 4,62% para 4,64% a previsão para a inflação medida pelo Indice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2024. A meta para a inflação no período é de 3%.

A previsão de inflação nos preços administrados – que são controlados por contrato ou pelo poder público – diminuiu de 5,03% para 5,01%, enquanto a projeção para a inflação medida pelo Indice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu de 5,39% para 5,45%.

Para 2025, as instituições financeiras elevaram de 4,10% para 4,12% a previsão para a inflação medida pelo IPCA. A meta para a inflação no período é de 3%.

A previsão de inflação nos preços administrados em 2025 aumentou de 3,82% para 3,87%, enquanto a projeção para a inflação medida pelo IGP-M manteve-se em 4%.

Selic

A pesquisa Focus indicou em 11,75% a previsão para a taxa básica de juros (Selic) no fim deste ano. Atualmente, ela está em 11,25%, o que significa que o mercado espera um incremento de 0,5 ponto percentual (pp) até o fim de 2024.

Para 2025, a estimativa para a taxa Selic subiu de 11,50% para 12%. Há quatro semanas, a estimativa para a Selic ao fim de 2025 estava em 11,25%.

Câmbio

A projeção para a taxa de câmbio em 2024 aumentou de R$ 5,55 para R$ 5,60 por dólar, enquanto a estimativa para 2025 subiu de R$ 5,48 para R$ 5,50 por dólar. Há quatro semanas, a previsão para 2024 era de R$ 5,42, enquanto a previsão para 2025 estava em R$ 5,40.



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expectativas de oferta abundante na América do Sul e valorização do dólar pressionam Chicago



Os contratos da soja em grão registram preços mais baixos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado retoma sua recente tendência de perdas, com o grão registrando quedas em quatro dos últimos cinco pregões.

As cotações são pressionadas pela valorização do dólar em relação a outras moedas e pelas previsões de uma safra abundante na América do Sul. Além disso, segundo analistas consultados por agências internacionais, os investidores ainda tentam entender os possíveis impactos da presidência de Donald Trump nas importações da China.

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2024/25, com início em 1º de setembro, ficaram em 1.555.400 toneladas na semana encerrada em 7 de novembro.

A China liderou as importações, com 1.181.100 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 1 milhão e 2,2 milhões de toneladas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos com vencimento em janeiro de 2025 operam cotados a US$ 9,93 3/4 por bushel, baixa de 4,75 centavos de dólar, ou 0,47%, em relação ao fechamento anterior.

Na sexta-feira (15), a soja fechou com preços mais altos, em um movimento de recuperação técnica.

Os contratos do grão com entrega em janeiro de 2025 fecharam com alta de 11 centavos ou 1,11% a US$ 9,98 1/2 por bushel. A posição março/25 teve cotação de US$ 10,08 3/4 por bushel, com avanço de 9,50 centavos de dólar, ou 0,95%.



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Cúpula de Líderes do G20 começa nesta segunda


A partir desta segunda-feira (18), os olhos do mundo estarão voltados para o Rio de Janeiro. Começa a Cúpula de Líderes do G20 (grupo das 19 maiores economias do planeta, mais União Europeia e União Africana), onde o Brasil passará a presidência do grupo para a África do Sul.

Ao todo, 19 chefes de Estado e de governo estão na cidade para debaterem um documento que chegue a um consenso entre os três eixos que marcaram a presidência brasileira no G20 ao longo de um ano. A única ausência será a do presidente russo, Vladimir Putin, que será representado pelo ministro das Relações Exteriores do país, Sergei Lavrov.

O primeiro eixo da presidência brasileira no G20 é o combate à fome, à pobreza e à desigualdade. O segundo é o desenvolvimento sustentável, o enfrentamento às mudanças climáticas e a transição energética. O terceiro eixo é a reforma da governança global para resolver conflitos.

Na área econômica, a principal bandeira brasileira é a taxação global dos super-ricos, que ajudaria a financiar o combate à desigualdade e o enfrentamento das mudanças climáticas. Baseada nas ideias do economista francês Gabriel Zucman, a proposta prevê um imposto mínimo de 2% sobre a renda dos bilionários do mundo, que arrecadaria entre US$ 200 bilhões e US$ 250 bilhões anualmente e divide os países.

Apesar de ter a adesão de diversas nações, a ideia enfrenta a resistência de alguns países desenvolvidos, entre os quais os Estados Unidos e a Alemanha, e também da Argentina. Entre os países que apoiam estão França, Espanha, Colômbia, Bélgica e África do Sul, que assumirá a presidência rotativa do bloco depois do Brasil. A União Africana manifestou apoio desde a apresentação da proposta em fevereiro.

De quinta-feira (14) a sábado (16), a presidência brasileira do G20 recolheu as contribuições da sociedade civil durante o G20 Social. Iniciativa criada pelo Brasil que reuniu organizações sociais, acadêmicos e entidades que redigiram um documento a ser anexado ao comunicado final da reunião de cúpula.

Programação da cúpula do G20

No primeiro dia da reunião de cúpula, estão previstas a recepção dos líderes pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da primeira-dama Janja Lula da Silva, e o lançamento da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza. À tarde, haverá uma sessão sobre a reforma da governança global. À noite, Lula e Janja darão um jantar oficial aos presidentes e primeiros-ministros.

Na terça-feira (19), a programação começa com uma sessão sobre desenvolvimento sustentável e transições energéticas, pela manhã. À tarde, haverá a sessão de encerramento e a transmissão da presidência do G20 para a África do Sul. Após a cerimônia, haverá um almoço oficial, seguido de uma série de reuniões bilaterais entre os chefes de Estado e de Governo.

Os dois dias de debates ocorrerão no Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro, no Aterro do Flamengo. Sob um forte esquema de segurança, parte da cidade estará interditada à circulação de pedestres e de veículos.

Confira a programação prevista para a Cúpula do G20

Segunda-feira (18)

  • 08h40 – Cumprimentos aos líderes do G20
  • 10h – Lançamento da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e 1ª Sessão da Reunião de Líderes do G20: Combate à Fome e à Pobreza
  • 14H30 – 2ª Sessão da Reunião de Líderes do G20: Reforma das Instituições de Governança Global
     

Terça-feira (19)

  • 10h – 3ª Sessão da Reunião de Líderes do G20: Desenvolvimento Sustentável e Transição Energética
  • 12h30 – Sessão de encerramento da Cúpula de Líderes do G20 e cerimônia de transmissão da presidência do G20 do Brasil para a África do Sul
     



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AgroNewsPolítica & Agro

Governo entrega 65 títulos de imóveis em Minas Gerais



Entrega de títulos de propriedade beneficia famílias no estado




Foto: Divulgação

O Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), realizou na última quinta-feira (14) a entrega de 65 títulos de propriedade do Programa de Regularização Fundiária no município de Chapada Gaúcha, localizado no Norte de Minas. A iniciativa tem como objetivo promover segurança jurídica e oportunidade de crescimento para agricultores familiares que há décadas aguardam pela regularização de suas terras.

Dentre os títulos entregues, 11 foram viabilizados após a regulamentação da Lei Nº 24.633/23, sancionada pelo governo estadual. A nova legislação eliminou barreiras legais, facilitando a emissão de documentos e concedendo anistia a dívidas em casos onde o Estado não possui comprovação do pagamento dos terrenos devido à falta de registros originais, um dos principais entraves para a regularização de lotes da extinta Fundação Ruralminas, dissolvida em 2016, conforme dados da Seapa.

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De acordo com a Secretaria de Agricultura de Minas Gerais, além da Chapada Gaúcha, a medida beneficia aproximadamente 20 assentamentos deixados pela Ruralminas em municípios como Jaíba, Jenipapo de Minas e Chapada do Norte, contemplando posseiros de lotes urbanos e rurais. Com a entrega da minuta de escritura, os beneficiários têm até 12 meses para registrar os imóveis em cartório, consolidando o direito à propriedade.

Desde 2019, o governo estadual já entregou 8.332 títulos de propriedade rural em 98 municípios. Apenas em 2024, até outubro, foram emitidos 1.297 títulos, e a previsão é encerrar o ano com cerca de 1.900 documentos entregues.





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