sexta-feira, julho 17, 2026

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Programa ABR-UBA certifica 30 unidades de beneficiamento na Bahia


O Programa ABR-UBA (Algodão Brasileiro Responsável – Unidades de Beneficiamento de Algodão), que certifica unidades de beneficiamento comprometidas com boas práticas e sustentabilidade na produção de algodão, aprovou 30 unidades de beneficiamento na Bahia no projeto.

O anúncio foi feito pela Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), após término das auditorias nas empresas durante safra 2023/2024.

As últimas unidades auditadas pela equipe do Programa ABR foram vistoriadas no final de outubro.

Nesta safra, as 30 Unidades de Beneficiamento de Algodão (UBA) da Bahia certificadas pelo ABR-UBA, representam 56,6% das unidades ativas na região.

De acordo com a associação, a certificação ABR-UBA assegura que essas unidades operam em conformidade com padrões rigorosos de qualidade, gestão e responsabilidade social, beneficiando produtores e fortalecendo a posição do algodão baiano no mercado.

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Imagem: Maiara Luz/ Canal Rural BA

“O Programa ABR-UBA contempla o primeiro elo industrial da cadeia produtiva do algodão. Ele tem como fundamento o incremento progressivo das boas práticas socioambientais, econômica e industrial, vinculados à gestão da unidade e de acordo com os princípios da sustentabilidade.” disse a coordenadora do ABR-Sustentabilidade da Abapa, Yannna Costa.

Segundo Yanna, as unidades participantes assumem o compromisso com a segurança, saúde ocupacional e meio ambiente do trabalho, cumprimento às normas regulamentadoras e legislações nacionais relacionadas ao exercício da atividade.

O programa

Desde 2022, a Abapa, em parceria com a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), promove uma capacitação voltada aos inspetores das Unidades de Beneficiamento de Algodão (UBAs) do Matopiba.

A iniciativa, supervisionada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), faz parte dos requisitos para a implementação do Programa de Autocontrole para a Certificação de conformidade da Qualidade do Algodão Brasileiro, também conhecido como Programa de Qualidade do Algodão Brasileiro (PQAB).


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Aliança Global contra a Fome e a Pobreza tem adesão de 82 países



A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, que será lançada na abertura da cúpula do G20, nesta segunda-feira (18), já teve adesão de 82 países. A proposta foi idealizada pelo Brasil com o objetivo de acelerar os esforços globais para erradicar a fome e a pobreza, prioridades centrais nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Entre os países que já aderiram estão todos os integrantes do G20. Apenas a Argentina ainda não havia anunciado a adesão até a manhã desta segunda, mas o país decidiu aderir de última hora e se tornou fundador do grupo.

Além dos países, anunciaram a adesão as uniões Europeia e Africana, que são membros do bloco, 24 organizações internacionais, nove instituições financeiras e 31 organizações filantrópicas e não governamentais.

A adesão, que começou em julho e segue aberta, é formalizada por meio de uma declaração, que define compromissos gerais e específicos, os quais são alinhados com prioridades e condições específicas de cada signatário.

Entre as ações estão os “Sprints 2030”, que são uma tentativa de erradicar a fome e a pobreza extrema por meio de políticas e programas em grande escala.

A Aliança Global espera alcançar 500 milhões de pessoas com programas de transferência de renda em países de baixa e média-baixa renda até 2030, expandir as refeições escolares de qualidade para mais 150 milhões de crianças em países com pobreza infantil e fome endêmicas e arrecadar bilhões em crédito e doações por meio de bancos multilaterais de desenvolvimento para implementar esses e outros programas.

A Aliança terá governança própria vinculada ao G20, mas que não será restrita às nações que integram o grupo.

A administração ficará a cargo de um Conselho de Campeões e pelo Mecanismo de Apoio. O sistema de governança deverá estar operacional até meados de 2025. Até lá, o Brasil dará o suporte temporário para funções essenciais.



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Quais são os desafios climáticos enfrentados pelos produtores de soja em Mato Grosso?



A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) dá início, nesta segunda-feira (19), à série Clima e Mercado 2024, que percorrerá as principais regiões agrícolas do estado. O objetivo é dialogar com produtores sobre os desafios climáticos e do mercado que impactam a produção de soja e milho.

A iniciativa visa entender, de forma prática e regionalizada, os principais eventos adversos enfrentados pelos produtores, que incluem variações de temperatura, mudanças nas precipitações, secas prolongadas e eventos climáticos extremos, como ondas de calor e chuvas intensas.

Outro ponto de preocupação é a safra atual, que se assemelha ao ciclo produtivo de 2020/21, gerando apreensão entre os produtores. A Aprosoja já alertou as tradings sobre a necessidade de antecipar o planejamento logístico para evitar congestionamentos e gargalos na colheita.

O presidente da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Costa Beber, destaca a importância da série para proporcionar uma visão mais precisa da realidade do campo e ajustar as projeções de safra. “Nos últimos anos, tanto o USDA quanto a Conab superestimaram a produção, o que desajustou o planejamento da indústria e das exportações. Precisamos de dados mais próximos da realidade para evitar problemas, como a escassez de soja no mercado interno”, explica.

O programa em Mato Grosso

A série terá início em Nova Mutum e se estenderá por quatro semanas, com encontros em diferentes municípios. A equipe da Aprosoja se reunirá com produtores locais, delegados e especialistas para discutir as condições de cultivo, as variações climáticas e as características dos solos, favorecendo a troca de experiências e o desenvolvimento de soluções regionais.

Segundo o vice-presidente da Aprosoja Mato Grosso, Luiz Pedro Bier, a série representa uma importante oportunidade para aproximar os produtores das gestões e projeções de safra, além de permitir um acompanhamento mais detalhado da evolução da lavoura.

“A safra deste ano começou com desafios, como o atraso nas chuvas, o que pode surpreender os produtores. Com Clima e Mercado 2024, conseguiremos informações mais precisas e dar voz ao produtor sobre os impactos reais da safra”, afirma.



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Aliança Global contra a Fome e a Pobreza tem adesão de 81 países



A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, que será lançada na abertura da cúpula do G20, nesta segunda-feira (18), já teve adesão de 81 países. A proposta foi idealizada pelo Brasil com o objetivo de acelerar os esforços globais para erradicar a fome e a pobreza, prioridades centrais nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Entre os países que já aderiram estão 18 dos 19 integrantes do G20. Apenas a Argentina ainda não anunciou a adesão. Segundo o governo brasileiro, os argentinos ainda estão negociando a entrada na Aliança.

Além dos países, anunciaram a adesão as uniões Europeia e Africana, que são membros do bloco, 24 organizações internacionais, nove instituições financeiras e 31 organizações filantrópicas e não governamentais.

A adesão, que começou em julho e segue aberta, é formalizada por meio de uma declaração, que define compromissos gerais e específicos, os quais são alinhados com prioridades e condições específicas de cada signatário.

Entre as ações estão os “Sprints 2030”, que são uma tentativa de erradicar a fome e a pobreza extrema por meio de políticas e programas em grande escala.

A Aliança Global espera alcançar 500 milhões de pessoas com programas de transferência de renda em países de baixa e média-baixa renda até 2030, expandir as refeições escolares de qualidade para mais 150 milhões de crianças em países com pobreza infantil e fome endêmicas e arrecadar bilhões em crédito e doações por meio de bancos multilaterais de desenvolvimento para implementar esses e outros programas.

A Aliança terá governança própria vinculada ao G20, mas que não será restrita às nações que integram o grupo.

A administração ficará a cargo de um Conselho de Campeões e pelo Mecanismo de Apoio. O sistema de governança deverá estar operacional até meados de 2025. Até lá, o Brasil dará o suporte temporário para funções essenciais.



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AgroNewsPolítica & Agro

Preços do milho permanecem em viés de alta no Brasil


Segundo a análise semanal da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema) publicada na última quinta-feira (14), as preços do milho seguem em viés de alta no Brasil, refletindo uma demanda interna aquecida e uma produção menor no último ciclo. A média gaúcha encerrou a semana em R$ 67,43 por saca, enquanto outras regiões do país registraram cotações variando entre R$ 54,00 e R$ 74,00 por saca. Nas principais praças, o cereal foi negociado a R$ 66,00 por saca.

De acordo com o Ceema, os dados mais recentes da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que o Brasil exportou 1,7 milhão de toneladas de milho nos primeiros seis dias úteis de novembro. A média diária dessas exportações foi 23,2% inferior à registrada em novembro de 2023, quando o total exportado alcançou 7,4 milhões de toneladas. Para 2024, o mercado projeta vendas anuais entre 36 e 38 milhões de toneladas, uma queda significativa frente aos 55 milhões de toneladas exportadas no ano anterior. A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) estima que o volume exportado em novembro deste ano será de 5,4 milhões de toneladas.

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No Mato Grosso, principal estado produtor, as vendas da safra 2024 atingiram 86% da produção total, abaixo da média histórica de 89%. Já para a safra futura, que será colhida em 2025, o índice de comercialização alcançou 20,9% do total esperado. O avanço foi impulsionado por uma valorização de 15,5% no preço médio estadual em outubro, que fechou em R$ 50,67 por saca. Para a safra futura, o preço médio no mesmo mês foi de R$ 42,62 por saca, um aumento de 4% em relação a setembro.

O plantio da safra de verão também avança no Brasil. No Paraná, 98% da área prevista já havia sido plantada até 11 de novembro. No Rio Grande do Sul, o índice chegou a 78% até 7 de novembro, superando a média histórica de 76% para o período, conforme a análise do Ceema.





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Como está o plantio da soja no Brasil? Confira os dados por região



O plantio da safra de soja 2024/25 no Brasil alcançou 78,2% da área total até o dia 14 de novembro, um avanço em comparação ao ano passado e à média dos últimos cinco anos.

Entre os estados, Mato Grosso lidera o avanço, com 98% da área semeada, seguido por Mato Grosso do Sul (97%) e Paraná (94%). De acordo com a Safras & Mercado, São Paulo também apresenta um bom desempenho, com 87%, seguido por Goiás com 80%, e Minas Gerais com 78%. Santa Catarina está com 67%, enquanto a Bahia alcançou 60%.

O Maranhão, por sua vez, tem 59% da área da soja plantada. O Tocantins está com 50%, e os demais estados somam 49%. Por fim, o Rio Grande do Sul segue com o menor percentual, com apenas 38% da área semeada até o momento.

Na última semana, em 8 de novembro, o percentual de plantio estava em 69,1%, com os seguintes números por estado: Rio Grande do Sul com 24%, Paraná com 88%, Mato Grosso com 94%, Mato Grosso do Sul com 88%, Goiás com 83%, São Paulo com 77% e Minas Gerais com 70%.

A Bahia apresentou 35%, Santa Catarina 60%, Maranhão 40%, Piauí 33%, Tocantins 38% e outros estados 35%. Com isso, o avanço na semeadura nesta semana foi de 78,2%, evidenciando o ritmo acelerado de plantio, especialmente em estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e Goiás.



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Previsão do tempo mostra frente fria se deslocando e chuva forte em várias áreas



Veja como ficam as condições do tempo em todo o Brasil nesta terça-feira (19), de acordo com a análise de meteorologistas da Climatempo.

Sul

A frente fria continua se deslocando, estimulando áreas de instabilidades no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, com condições de pancadas fortes de chuva no decorrer do dia.

Em boa parte do Paraná, o predomínio é de sol, com pancadas de chuva a partir da tarde no oeste, sul, sudeste e leste. No sul gaúcho o dia fica encoberto, assim como no noroeste paranaense.

Sudeste

Dia de sol e calor na região. A circulação de ventos nos diferentes níveis da atmosfera favorece a ocorrência de pancadas típicas da estação entre a tarde e a noite em Minas Gerais, no centro-sul e interior do Rio de Janeiro e no Espírito Santo.

Em São Paulo, o sol predomina e pode ter chuva isolada no fim do dia no interior, enquanto a capital terá um dia de sol e sem chuva.

Centro-Oeste

Ar quente e úmido e atuação da baixa pressão na altura do Paraguai favorecem a ocorrência de nuvens carregadas na metade oeste de Mato Grosso do Sul e em Mato Grosso.

A maior parte de Goiás e o Distrito Federal continuam com aberturas de sol pela manhã e pancadas com trovoadas a partir da tarde.

Nordeste

O calor ainda é destaque na região. Na parte da manhã, faz sol em todas as capitais das costas norte e leste. Há chance de pancadas moderadas de chuva no sul do Maranhão e no oeste e sul da Bahia. Pode haver chuva passageira no Rio Grande do Norte, em Pernambuco e no litoral de Alagoas.

Norte

Todas as capitais da região ficam em estado de atenção para fortes pancadas de chuva com risco de raios e trovoadas no decorrer do dia.

O tempo fica mais encoberto no Acre, em Rondônia, Amazonas, sul do Pará e Roraima, com chuva a qualquer momento. Faz sol nas capitais Palmas, Belém e Macapá, com previsão de chuva à tarde.



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retração compradora limita alta de preços



O afastamento de alguns compradores limitou as altas de preços do milho na última semana, conforme levantamentos do Cepea. 

Segundo o Centro de Pesquisas, a melhora do clima, as exportações em ritmo lento e as quedas dos contratos externos levaram demandantes a apostar em enfraquecimento nos valores domésticos. 

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Além disso, as estimativas para safra 2024/25 indicam melhora na produção, o que pode aumentar o interesse de vendedores em negociar.

Segundo relatório divulgado pela Conab na última quinta-feira (14), a produção agregada de milho para 2024/25 é estimada em 119,81 milhões de toneladas, o que representaria um incremento de 3,6% em relação ao volume de 2023/24.



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clima favorece semeadura, e colheita pode ser recorde



As recentes chuvas intercaladas de sol vêm favorecendo a semeadura da safra 2024/25 de soja, com as atividades estando adiantadas em relação a igual período da temporada anterior. 

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Vale lembrar que a atual safra iniciou em meio a condições climáticas adversas no Brasil. Segundo pesquisadores do Cepea, essa melhora no cenário – que sustenta as expectativas de produção recorde no Brasil – afastou consumidores das negociações no mercado spot nacional na última semana. 

Sojicultores também estiveram mais afastados das vendas, atentos à valorização do dólar e às projeções indicando crescimento na oferta global da soja, ainda conforme pesquisadores do Cepea. No Brasil, a produção é estimada em 166,14 milhões de toneladas pela Conab e em 169 milhões de toneladas pelo USDA, ambos volumes recordes. 



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Petrobras e Yara assinam acordos para cooperação técnica e industrialização de Arla 32



A Petrobras informou nesta segunda-feira (18) que assinou com a Yara e a Araucária Nitrogenados (Ansa), subsidiária integral da companhia, dois acordos, em mais uma etapa para construção de uma potencial parceria nos segmentos de fertilizantes e produtos industriais.

Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a estatal afirma que o primeiro acordo prevê a comercialização, pela Yara, de Agente Redutor Líquido Automotivo (Arla 32) produzido na Ansa, o qual será elaborado utilizando como matéria-prima ureia fornecida pela Yara.

Segundo a empresa, este acordo permitirá a retomada da produção nacional do produto, que atualmente é importado. O processo de industrialização será realizado em paralelo às atividades de retomada integral da operação da fábrica de Araucária.

O segundo é um acordo, acrescenta, de cooperação técnica para desenvolvimento de estudos conjuntos nas áreas de fertilizantes e produtos industriais correlatos, e contempla esforços de transição energética vinculados a projetos de descarbonização e produção de fertilizantes renováveis e de baixa intensidade de carbono.

“Essa cooperação científica, tecnológica e operacional tem por objetivo atingir uma maior eficiência produtiva e aumento da oferta desses produtos no mercado. Sobre a retomada da Ansa”, diz.

Conforme já anunciado, a Petrobras investirá R$ 870 milhões para o retorno das atividades operacionais da Ansa. A fábrica, localizada no Paraná, está hibernada desde 2020 e teve o retorno das suas atividades operacionais aprovado em junho de 2024.

A previsão é de que a fábrica volte a operar em maio de 2025, num esforço de antecipação da previsão inicial. As atividades de desibernação e retomada estão sendo realizadas diretamente pela Petrobras e Ansa.



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