sexta-feira, julho 17, 2026

Agro

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Movimentação de 30 milhões de metros cúbicos de gás argentino ao Brasil é firmada no G20



O Ministério de Minas e Energia (MME) assinou nesta segunda-feira (18) Memorando de Entendimento com a Argentina para viabilizar a exportação de gás natural argentino ao Brasil.

O acordo foi feito durante o G20, cúpula de líderes mundiais das 19 maiores economias mais União Europeia e União Africana.

O ato cria um grupo de trabalho bilateral para identificar as medidas necessárias para viabilizar a oferta do produto argentino, com destaque para o Gás de Vaca Muerta, no norte da Patagônia.

Escala de movimentação

Dentre as medidas, se destacam o estudo da viabilidade econômica das rotas logísticas, considerando a possível expansão da infraestrutura existente dos dois países, por meio da qual estima-se uma viabilidade de movimentação de dois milhões de metros cúbicos por dia no curto prazo, aumentando nos próximos três anos para dez milhões, até atingir 30 milhões em 2030.

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, destacou a importância da concretização do ato.

“Essa é uma importante entrega do programa Gás Para Empregar, que criamos com o objetivo de aumentar a oferta de gás natural e promover a reindustrialização do país. Ao concretizar a importação do gás de Vaca Muerta, estamos fortalecendo o desenvolvimento das indústrias de fertilizantes, vidro, cerâmica, petroquímicos e tantas outras que trazem desenvolvimento econômico ao Brasil. Teremos mais gás, e junto com ele mais emprego, renda e riqueza para brasileiras e brasileiros”, afirmou.

Infraestrutura para o gás

O documento indica que o grupo deve buscar o uso da infraestrutura já existente nos dois países, permitindo a exportação do gás argentino no menor tempo e com o menor custo possível.

Para isso, o grupo formado deverá identificar meios para viabilizar o projeto e a construção de infraestruturas necessárias para interconectar os gasodutos existentes de cada país.

Na agenda de trabalho dos estudos, estão elencadas prioridades como infraestrutura, transporte e interconexão entre os países e tipos de operações. O memorando tem validade de 18 meses, prorrogáveis. Ao final desse período, será apresentado relatório das atividades.

“Hoje estabelecemos um protocolo com o ministro da Economia argentino, o que demonstra que estamos empenhados em construir política de Estado e não de governo para poder dar mais um passo fundamental no programa Gás Para Empregar que visa ampliar a competitividade nacional. Sabemos da importância do gás para reindustrializar o Brasil. A indústria química do Brasil tem hoje 30% de ociosidade porque não tem competitividade na aquisição do gás. O gás no Brasil só vamos diminuir o preço quando aumentarmos a oferta”, disse o ministro em coletiva de imprensa.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Tilápia/Cepea: Oferta elevada e fraca demanda mantêm preços em queda


Os preços da tilápia continuaram em queda em setembro. Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão veio da oferta elevada, visto que ainda há muitos peixes com alta biomassa nos tanques, e da demanda enfraquecida. Também como reflexo da disponibilidade interna elevada, as exportações brasileiras de tilápia (filés e produtos secundários) voltaram a crescer em setembro. Foram 1,6 mil toneladas embarcadas no último mês, avanço de 17,4% frente a agosto/24 e de expressivos 60,2% em relação a setembro/23. 

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Escalas de abate evoluem, mas preços do boi gordo não reduzem


O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar preços em alta nesta segunda-feira (18), com negócios saindo acima da referência média em vários estados.

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, as escalas de abate apresentam tímida evolução, ainda posicionadas entre quatro e seis dias úteis na média nacional.

“O fato é que os frigoríficos exportadores seguem com grande apetite dentro do mercado, mantendo um comportamento agressivo na compra de gado. Como se sabe, a movimentação cambial, somada a recente elevação dos preços em dólar pagos pelas carnes no mercado internacional, torna a conta das exportações altamente vantajosa”, disse o analista da empresa Fernando Henrique Iglesias.

Preços da arroba de boi gordo

  • São Paulo: R$ 345,92
  • Goiás: R$ 339,64
  • Minas Gerais: R$ 333,53
  • Mato Grosso do Sul: R$ 326,48
  • Mato Grosso: R$ 330,20

Mercado atacadista

carne bovinacarne bovina
Foto: Freepik

O mercado atacadista volta a apresentar elevação de seus preços no início da semana, e o
ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo.

O quarto traseiro foi precificado a R$ 26,00 por quilo, alta de R$ 0,50. Quarto dianteiro ainda é
cotado a R$ 19,50 por quilo. A ponta de agulha segue no patamar de R$ 19,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,67%, sendo negociado a R$ 5,7484 para venda e a R$ 5,7464 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7357 e a máxima de R$ 5,7996.



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Confira como ficaram as cotações da soja e o mercado do grão



O mercado brasileiro de soja teve uma segunda-feira (18) tranquila, com preços voláteis devido à oscilação de Chicago. Segundo a Safras & Mercado, o dólar recuou em relação ao real e os preços domésticos ficaram mistos, com pouco movimento de negócios.

Preços por região

  • Passo Fundo (RS): R$ 134,00
  • Missões (RS): R$ 133,00
  • Porto de Rio Grande (RS): R$ 143,00
  • Cascavel (PR): R$ 137,00
  • Porto de Paranaguá (PR): R$ 143,00
  • Rondonópolis (MT): R$ 153,00
  • Dourados (MS): R$ 139,00 para R$ 140,00
  • Rio Verde (GO): R$ 135,00 para R$ 134,00

Mercado em Chicago

Os contratos futuros da soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam em alta, impulsionados pela recuperação do petróleo e pela boa demanda dos Estados Unidos. A escalada do conflito entre Rússia e Ucrânia causou uma alta superior a 4% no petróleo, o que favoreceu também o aumento dos preços das commodities, incluindo o trigo e a soja.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou a venda de 261 mil toneladas de soja para o México, 135 mil toneladas de farelo para as Filipinas e 30 mil toneladas de óleo para a Índia, com exportadores privados liderando as transações. Em outubro, o esmagamento de soja nos EUA atingiu um recorde histórico de 199,959 milhões de bushels, superando a expectativa do mercado e o número registrado no mês anterior.

Contratos futuros da soja

Os contratos de soja com entrega em janeiro subiram 11,25 centavos, ou 1,12%, fechando a US$ 10,09 3/4 por bushel. Já a posição de março teve um aumento de 10,25 centavos, ou 1,01%, fechando a US$ 10,19 por bushel. Nos subprodutos, o farelo teve uma alta de US$ 0,70, fechando a US$ 290,30 por tonelada, enquanto o óleo subiu 0,17 centavos, fechando a 45,52 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,67%, sendo negociado a R$ 5,7484 para venda e R$ 5,7464 para compra. Durante o dia, a moeda oscilou entre a mínima de R$ 5,7357 e a máxima de R$ 5,7996.

O mercado segue com certa volatilidade, mas as expectativas para os próximos dias permanecem em atenção, com a oferta e demanda internacionais ainda influenciando os preços da soja no Brasil.



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leilão de grãos do Cerrado mineiro vende saca a R$ 115 mil



A saca de 60 kg de café do produtor Enivaldo Marinho Pereira, da Fazenda Cruzeiro/Cachoeira, em Carmo do Paranaíba (MG), foi vendida, na quarta-feira passada (13), por R$ 115 mil, valor recorde do Leilão Café Solidário, com o vencedor do 12º Prêmio Região do Cerrado Mineiro (RCM), promovido pela Federação dos Cafeicultores do Cerrado com apoio do Sebrae Minas, em Uberlândia (MG).

O produto foi adquirido pelo consórcio formado pelo Sebrae, Carpec e Louis Dreyfus. Para efeito de comparação, o Indicador do café arábica, à vista, para exportação, calculado pela Esalq, fechou naquele dia em R$ 1.698,83 a saca.

O segundo maior lance foi para o café campeão da categoria Fermentação Induzida, produzido na fazenda São Lourenço, em Patrocínio, do cafeicultor Haroldo Barcelos Veloso, adquirido por R$ 100 mil.

O leilão arrecadou um total de R$ 557 mil. “O resultado do leilão do Prêmio Cerrado Mineiro é fruto da solidariedade da nossa região e da competência dos cafeicultores que não medem esforços para elevar a qualidade. Estamos muito felizes pois 50% dos recursos arrecadados irão para projetos sociais em nossa região”, destacou em nota Juliano Tarabal, diretor executivo da Federação dos Cafeicultores do Cerrado.

A premiação revelou os melhores cafés da safra em uma disputa acirrada, com pontuações mínimas de 80 pontos para serem classificados como cafés especiais. Este ano, o prêmio registrou recorde de amostras inscritas, totalizando 547, uma conquista que evidencia o crescente interesse dos cafeicultores pela excelência. A seleção dos finalistas envolveu um painel internacional de juízes que escolheram 60 amostras nas categorias Café Natural, Cereja Descascado e Fermentação Induzida.

O Prêmio RCM é um reconhecimento aos produtores que se destacam pela alta qualidade, rastreabilidade e compromisso socioambiental na produção de café, fortalecendo a marca da Região do Cerrado Mineiro, que há mais de cinco décadas produz cafés com qualidade reconhecida e é a primeira Denominação de Origem (DO) para café no Brasil. Atualmente, 4.500 produtores da RCM ocupam 250 mil hectares em 55 municípios de Minas Gerais, responsáveis por 25,4% da produção do estado e 12,7% da produção nacional.

Confira os vencedores:

Categoria Cereja Descascado
1º lugar: Flávio Márcio Ferreira da Silva (Carpec) – 90,13 pontos
2º lugar: Guimarães Agropecuária (Expocacer) – 89,35 pontos
3º lugar: Eduardo Pinheiro Campos Filho (Expocacer) – 88,48 pontos

Categoria Fermentação Induzida
1º lugar: Haroldo Barcelos Veloso (Carmocer) – 90,13 pontos
2º lugar: Beatriz Aparecida de Souza Guimarães (Expocacer) – 89,70 pontos
3º lugar: M&F Coffee (Carmocer) – 89,45 pontos

Categoria Natural
1º lugar: M&F Coffee (Carmocer) – 90,58 pontos
2º lugar: Carla Poliana da Silva Oliveira (Carmocer) – 90,15 pontos
3º lugar: Enivaldo Marinho Pereira (Carmocer) – 88,16 pontos

O evento também premiou as mulheres que contribuem para a inovação e qualidade no setor cafeeiro com o Troféu Mulher de Atitude. As três melhores produtoras de 2024 foram Carla Poliana da Silva Oliveira, destacando-se nas categorias Cereja Descascado e Café Natural e Beatriz Aparecida de Souza Guimarães, na categoria Fermentação Induzida.



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AgroNewsPolítica & Agro

Tendência de alta aquece mercado de insumos



O valor de troca entre a saca de café e a tonelada de KCl atingiu o melhor nível



O consumo de fertilizantes para a cultura do café no Brasil gira em torno de 2,5 milhões de toneladas
O consumo de fertilizantes para a cultura do café no Brasil gira em torno de 2,5 milhões de toneladas – Foto: Divulgação

Segundo Jeferson Souza, Market Intelligence Analyst, o mercado de café tem mostrado um desempenho notável este ano, com uma alta superior a 50% nos preços do café arábica, aproximando-se das máximas históricas, conforme o indicador Cepea. Esse movimento tem gerado impactos importantes no mercado de insumos, especialmente fertilizantes e defensivos agrícolas.

Souza observa que, ao atualizar o índice semanal de troca que acompanha desde 2015, percebeu uma curva histórica inédita. O valor de troca entre a saca de café e a tonelada de KCl atingiu o melhor nível da história, refletindo uma tendência de alta também para outros fertilizantes. Ele destaca que a situação exige atenção, principalmente para entender como os produtores de café se posicionarão no próximo ciclo, com foco nas antecipações para o ano seguinte.

O consumo de fertilizantes para a cultura do café no Brasil gira em torno de 2,5 milhões de toneladas, o que evidencia a importância da análise cuidadosa dessa dinâmica para o planejamento do setor. Souza reforça a necessidade de compreender as particularidades regionais do Brasil, que influenciam diretamente os mercados agrícolas.

“Conversando com colegas que estão diretamente no mercado do café, as premissas que podemos tirar são de que esse movimento é um sinal importante que precisa ser acompanhado, sobretudo para entendermos o posicionamento dos produtores para o próximo ano, sobretudo visando as antecipações. O consumo de fertilizantes para o café fica na casa de 2,5 milhões de toneladas. Enfim, é sempre válido olharmos para todas as culturas. As regionalidades do Brasil precisam ser entendidas”, conclui.





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banco cooperativo e instituições financeiras terão acesso a R$ 1,136 bi



Foi publicado nesta segunda-feira (18), no Diário Oficial da União (DOU), edital de credenciamento nº1/2024 – Uasg 130137, que trata da contratação de instituições financeiras do Sistema Nacional de Crédito Rural para atuar como agentes financeiros do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé). Em resumo, o edital garante o direcionamento de cerca de R$ 1,136 bilhão para as cooperativas de crédito que serão beneficiadas por meio da Cooperativa Central de Crédito – Central Crediminas, de bancos cooperativos e demais instituições financeiras autorizadas a operar crédito rural, atendendo diretamente as necessidades dos pequenos produtores de café.

Os interessados terão, a partir da próxima sexta-feira (22) até o dia 28 de novembro, para enviar as propostas de contratação dos recursos. Demais informações podem ser obtidas por meio do email: [email protected]

A medida é uma iniciativa de representantes do setor cafeeiro, liderados pelo Conselho Nacional do Café (CNC) e pela Comissão Nacional do Café da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). O presidente do CNC, Silas Brasileiro, disse em nota que a redistribuição foi uma conquista importante para as cooperativas singulares.

“A gestão eficaz do CNC, da CNA e o apoio de todos os membros do Comitê Técnico do CDPC, foi fundamental para a aprovação dessa medida, garantindo que os recursos do Funcafé sejam distribuídos de forma justa e eficiente, beneficiando especialmente os pequenos produtores e fortalecendo a sustentabilidade da cafeicultura. A atuação proativa das entidades do setor demonstra o compromisso em defender os interesses dos produtores de café e promover o desenvolvimento sustentável da atividade no Brasil.”



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Chuvas devem beneficiar o plantio da soja? Saiba como fica o tempo no país



A previsão do tempo para as principais regiões produtoras de soja no Brasil aponta o retorno da umidade ao solo devido às chuvas, com boas notícias para a safra 2024/25. As condições climáticas favoráveis devem contribuir para o bom desenvolvimento das lavouras.

O clima no Centro-Oeste

Na região Centro-Oeste, especialmente em Mato Grosso e Goiás, a boa reserva hídrica e os índices adequados de umidade do solo têm favorecido as lavouras de soja. No entanto, a porção sul de Mato Grosso do Sul ainda necessita de mais chuvas para garantir o desenvolvimento ideal da cultura. Além disso, as áreas centrais do Rio Grande do Sul também apresentam a necessidade de precipitações para otimizar o desempenho das lavouras.

Nos próximos dias, a previsão é de intensificação das chuvas, especialmente no Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso do Sul. Os acumulados podem ultrapassar os 80 mm, o que contribuirá para manter a umidade no solo e favorecer o bom crescimento da soja nessas regiões.

Minas Gerais e Matopiba: condições favoráveis à soja

Minas Gerais e as áreas centrais do Matopiba apresentam um quadro mais favorável, com o aumento da umidade no solo beneficiando a implantação da safra 2024. As chuvas devem continuar de forma constante na região, com bpms volumes em boa parte de Minas Gerais, além de Mato Grosso e Goiás, o que traz uma perspectiva positiva para os produtores.

Como fica o tempo no Pará?

No Pará, as previsões indicam chuvas mais intensas nos próximos 5 dias, especialmente no sul do estado, com acumulados entre 30 e 40 mm. Já na próxima semana, a chuva deve atingir o norte do estado, incluindo áreas como Santarém e Paragominas, com volumes que podem variar de 50 a 80 mm. Esses volumes de precipitação são benéficos para o desenvolvimento das lavouras de soja na região.

Sul e Sudeste

Nas regiões Sul e Sudeste, as condições de tempo mais firme devem prevalecer, especialmente em São Paulo, no centro-sul de Minas Gerais e em Mato Grosso do Sul. Esse período de estabilização climática será importante para a realização de tratamentos fitossanitários, essenciais para o controle de pragas e doenças, o que garante a saúde das lavouras de soja.



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Frente fria passageira trará chuva superior a 100 mm na semana; veja quando e onde


A semana será marcada por grandes volumes de chuva entre as regiões central, sudeste
e norte, prevê o informativo do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), divulgado nesta segunda-feira (18).

Algumas localidades do Amazonas, sul de Mato Grosso, Goiás, norte de Mato Grosso do Sul e áreas de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo (tons vermelho e rosa no mapa abaixo) devem ser marcadas por precipitações que ultrapassam os 100 mm até o dia 25 de novembro.

Previsão de chuva para as 5 regiões

previsão de chuva no Brasil - 18 a 25 de novembroprevisão de chuva no Brasil - 18 a 25 de novembro
Foto: Inmet/ Reprodução

Sul

A semana começará com a atuação de uma frente fria que avançará rapidamente para o oceano. As áreas de instabilidade favorecerão chuvas em grande parte da região, com acumulados acima de 50 mm no norte do Rio Grande do Sul, leste de Santa Catarina e litoral do Paraná.

Contudo, a partir do dia 23 de novembro, o tempo ficará firme em grande parte do territporio gaúcho, enquanto no catarinense e paranaense, essa condição de estabilidade está prevista apenas para o dia 24 de novembro.

Centro-Oeste e Sudeste

As instabilidades devem persistir em boa parte do Centro-Oeste e Sudeste, proporcionando chuvas localmente significativas em Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, com acumulados previstos acima de 40 mm e em torno de 100 mm em algumas localidades (tons de vermelho).

Em São Paulo, os acumulados poderão superar 20 mm em grande parte do estado, exceto em localidades da parte central do estado, onde são esperados volumes menores nos próximos dias.

“Ressalta-se que, no início da semana, a frente fria que vem do Sul do país, avançará rapidamente em direção ao oceano, alinhando um canal de umidade sobre as regiões Sul e Sudeste a partir do dia 22 de novembro, o que provocará chuvas mais expressivas na faixa central do país”, diz o informativo do Inmet.

Norte

Na Região Norte, áreas de instabilidade associadas ao calor e à alta umidade provocarão pancadas de chuva ao longo da semana, com acumulados acima de 50 mm (tons de amarelo a laranja) no centro-oeste do Amazonas, Acre, Rondônia e sul do Tocantins, podendo superar 100 mm em alguns locais (tons de vermelho a rosa).

Já nas demais áreas da região, as chuvas serão isoladas, variando entre 30 mm e 50 mm. No entanto, no norte do Pará, Amapá e grande parte de Roraima, os acumulados poderão ficar abaixo de 20 mm.

Nordeste

A previsão indica tempo quente e seco em grande parte do centro-leste da Região Nordeste. Entretanto, há tendência de aumento da nebulosidade com pancadas de chuva a partir do dia 24, especialmente no centro-sul da Bahia, onde os acumulados podem superar 50 mm.

Em algumas áreas do sul do Piauí e do Maranhão, há condições para chuvas isoladas ao longo da semana.

Temperaturas mínimas e máximas

De acordo com o informativo do Inmet, os principais destaques em termos de temperaturas máximas e mínimas são os seguintes:

  • Norte e Nordeste: temperaturas máximas previstas entre 30°C e 36°C, podendo superar 38°C em algumas localidades ao longo da semana.
  • Centro-Oeste: termômetros devem variar entre 24°C e 32°C.
  • Sudeste: máximas previstas entre 16°C e 30°C.
  • Sul: início da semana com máximas entre 14°C e 28°C, aumentando ao longo dos dias e podendo atingir 30°C.



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Feicorte 2024 retorna após 10 anos com foco em inovação e negócios no setor pecuário



A Feicorte 2024, maior feira indoor da cadeia produtiva da carne na América Latina, volta ao calendário do agronegócio após uma década. De 19 a 23 de novembro, o evento acontece no Parque de Exposições Jacob Tosello, em Presidente Prudente, São Paulo, região que detém o maior rebanho bovino do estado, com 1,6 milhão de cabeças.

A cerimônia de abertura está marcada para esta terça-feira (19), às 15h, com participação do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.

Durante a solenidade, serão anunciados o lançamento do Sistema de Identificação Individual e Rastreabilidade de Bovinos e Bubalinos (Sirbov-SP) e a entrega de 502 títulos de regularização fundiária pela Fundação Itesp, beneficiando pequenos, médios e grandes produtores rurais.

Programação da Feicorte

Com mais de 45 palestrantes e 40 horas de conteúdo, a Feicorte 2024 traz uma programação ampla, que inclui leilões, julgamentos de mais de 500 animais de dez raças bovinas e exposições de empresas do setor.

Entre as atividades estão degustação e harmonização de produtos artesanais paulistas, demonstração de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), desfile de touros e o “Beef Hour”, espaço voltado para networking.

As raças confirmadas no evento são angus, brahman, brangus, caracu, guzerá, nelore, santa gertrudes, senepol, sindi e wagyu. Segundo Alex Arikawa Miyasaki, responsável pela captação de expositores e leilões, o evento é uma referência no melhoramento genético e um ambiente que fomenta oportunidades de negócios.

Carla Tuccilio, CEO da Verum e organizadora do evento, destacou que a Feicorte é uma plataforma para promover conhecimento, tecnologia e sustentabilidade no setor. “A feira consolida o Brasil como líder na produção e exportação de proteína animal, integrando os principais atores do setor em um único espaço”, afirmou.

Serviço

Feicorte – Feira Internacional da Cadeia Produtiva da Carne

Data: 19 a 23 de novembro de 2024

Local: Recinto de Exposições Jacob Tosello, em Presidente Prudente (SP)

Mais informações: www.feicortesp.com



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