sexta-feira, julho 17, 2026

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Mercado de trigo segue lento no RS, SC e PR


Segundo a TF Agroeconômica, o mercado de trigo no Rio Grande do Sul permanece com poucas transações. Os vendedores pedem valores que não fecham a conta para os moinhos, que têm priorizado carregar os volumes negociados anteriormente. As cotações continuam em R$ 1.250,00 no Planalto, R$ 1.220,00 a R$ 1.240,00 na região Celeiro e R$ 1.200,00 nas Missões. Moinhos fora do estado enfrentam barreiras como o ICMS, baixas vendas e problemas de qualidade do trigo gaúcho, como baixo índice de força (W), baixa estabilidade e queda de número de queda (FN).  

Em Santa Catarina, a colheita está avançando, mas as compras de trigo no RS continuam. Os preços pagos aos triticultores variam entre R$ 74,00/saca em Canoinhas e São Miguel do Oeste, R$ 72,00 em Chapecó, e R$ 78,00 em Xanxerê. Os lotes colhidos são oferecidos aos moinhos entre R$ 85 e R$ 90/saca, com preços CIF entre R$ 1.416,95/t e R$ 1.500/t.  

No Paraná, a menor produção obriga o estado a adquirir trigo importado, com cotações para trigo paraguaio em US$ 265 (R$ 1.518) CIF no norte e trigo argentino a R$ 1.500 CIF no oeste. Os preços no moinho giram em torno de R$ 1.450,00, enquanto os vendedores pedem R$ 1.500,00 FOB. A qualidade do trigo gaúcho exige cautela nas compras, e o preço médio do estado, apurado pelo Deral, recuou para R$ 77,12/saca, deixando o lucro médio do produtor em 9,34%.  

Com desafios nos três estados, o mercado de trigo reflete as dificuldades da safra, desde preços pressionados até a qualidade irregular, afetando a dinâmica de vendas e as estratégias de comercialização dos produtores e compradores.

 





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Sistema de rastreio de bovinos e regularização fundiária são destaques na abertura da Feicorte


O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, anunciou nesta terça-feira (19), em Presidente Prudente, um pacote de medidas estratégicas para o setor pecuário e habitação durante a Feira Internacional da Cadeia Produtiva da Carne (Feicorte).

O evento, que retorna após 10 anos, é considerado o maior indoor de gado de corte da América Latina. Entre os destaques estão a implantação do Sistema de Rastreabilidade de Bovinos (Sirbov-SP), a regularização fundiária e a construção de 630 moradias para quilombolas e pequenos produtores.

Sistema de rastreabilidade

Uma das principais inovações apresentadas foi o Sirbov-SP, criado pela Coordenadoria de Defesa Agropecuária da Secretaria de Agricultura.

O sistema permitirá o monitoramento individual de bovinos e bubalinos, atendendo às crescentes exigências dos mercados internacionais e fortalecendo a competitividade do setor paulista.

“Os pecuaristas poderão monitorar dados como ganho de peso, crescimento e alimentação de cada animal, promovendo uma gestão mais eficiente e sustentável”, destacou o secretário de Agricultura, Guilherme Piai.

Com mais de 10 milhões de cabeças de gado, São Paulo se posiciona como um dos principais exportadores de carne bovina do mundo.

O sistema também contribuirá para ampliar o acesso a novos mercados, consolidando o estado como referência em sanidade animal e rastreabilidade.

Regularização fundiária

entrega de títulos de regularização fundiária na Feicorte 2024entrega de títulos de regularização fundiária na Feicorte 2024
Foto: Divulgação

Outro anúncio relevante durante a Feicorte foi a entrega de 502 títulos de regularização fundiária, abrangendo 11,4 mil hectares para pequenos, médios e grandes produtores, além de assentamentos e comunidades quilombolas.

Em quase dois anos, a Fundação Itesp já regularizou mais de 110 mil hectares, impactando milhares de famílias em áreas rurais e urbanas.

Além disso, 630 moradias serão construídas por meio de um convênio entre a CDHU e o Itesp, beneficiando quilombolas e pequenos agricultores. A maior parte das unidades será destinada à região de Presidente Prudente, com outras localizações nas regiões de Registro, Ribeirão Preto, Sorocaba e Franca, todas no interior paulista.

Fundo para sanidade animal

Febre aftosa: em SP, campanha de vacinação termina na quarta-feiraFebre aftosa: em SP, campanha de vacinação termina na quarta-feira
Foto: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

O governador também anunciou que enviará à Assembleia Legislativa o projeto para criação do Fundo de Defesa Estadual da Sanidade Animal (Fundesa). O fundo visa indenizar pecuaristas em casos de surtos de febre aftosa, especialmente após a retirada da vacinação em 2024, quando o estado foi reconhecido como livre da doença sem vacinação.

Com uma contribuição ajustada por cabeça de gado, o Fundesa promete oferecer segurança aos produtores, garantindo um custo-benefício vantajoso. Segundo o Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta), São Paulo conta com 3 milhões de cabeças destinadas ao abate, destacando-se como um player global no mercado de carne bovina.

“Hoje, garantimos não apenas segurança alimentar, mas também oportunidades de emprego e novos mercados para a pecuária paulista”, afirmou o governador.



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Avicultura gaúcha retoma mercados após superação de caso isolado de Newcastle



Produção avícola do Rio Grande do Sul está entre as três maiores do Brasil




Foto: Divulgação

Após o encerramento oficial do caso isolado de Newcastle registrado em julho deste ano no município de Anta Gorda, no Rio Grande do Sul, e a comunicação das autoridades sanitárias brasileiras à Organização Mundial da Saúde Animal (OMSA), alguns países suspenderam as restrições aos produtos avícolas gaúchos. Entre os mercados que retomaram as operações estão Rússia, África do Sul e Peru, fortalecendo o comércio internacional do setor.

De acordo com informações divulgadas pela Organização Avícola do RS (Asgav/Sipargs), a rápida solução do caso foi resultado do empenho conjunto de autoridades federais, estaduais e do setor privado. “Toda a dedicação dos envolvidos e a interação entre setor produtivo e autoridades de defesa sanitária e inspeção foram determinantes para a erradicação da doença e para demonstrar ao mundo a eficácia do nosso sistema”, afirmou José Eduardo dos Santos, presidente executivo da entidade.

A produção avícola do Rio Grande do Sul está entre as três maiores do Brasil e mantém uma longa trajetória de exportações para diversos mercados internacionais, consolidando a credibilidade da sua cadeia produtiva. Segundo a Asgav, a atuação conjunta com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) foi essencial para atender às exigências sanitárias e garantir o controle do caso.

O uso de protocolos rigorosos, ferramentas tecnológicas e o mapeamento preciso da área afetada permitiram ações rápidas e eficazes por parte dos órgãos oficiais. Agora, com a retirada dos embargos de alguns países, o setor avícola gaúcho aguarda o fim das restrições ainda mantidas por mercados como China, México e Chile.

 





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Estudo lista 5 recomendações internacionais para o Brasil reduzir emissões



Estudo compilado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo Ministério do Desenvolvimento indústria Comércio e Serviços (MDIC) mapeia experiências internacionais para ajudar o Brasil a reduzir emissões de gases de efeito estufa.

O levantamento analisou estratégias da União Europeia, Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos, destacando as seguintes recomentações:

  1. Fortalecer a política nacional de descarbonização com metas claras e regulação eficiente;
  2. Criar incentivos fiscais e econômicos para tecnologias de baixo carbono;
  3. Investir em pesquisa, inovação e capacitação industrial;
  4. Promover a cooperação internacional para transferência de tecnologias limpas; e
  5. Estabelecer linhas de financiamento específicas para condições favoráveis para transição sustentável

Com esses exemplos, espera-se que o país consiga mitigar a sua pegada de carbono em atividades essenciais, como a indústria. Neste setor, 42% dos países da América Latina têm metas, com destaque para as áreas de cimento e aço.

O Brasil, por sua vez, tem a meta de reduzir entre 59% e 67% as suas emissões até 2035 em relação a 2005.

Segundo o sócio-diretor da EOS Consultoria William Wills, presente na Conferência das Nações Unidas para Mudanças Climáticas de 2024 (COP29), para alcançar a meta brasileira será necessário superar barreiras comerciais e consolidar um mercado de carbono eficiente.

“A descarbonização vai além de estabelecer metas, é preciso criar as políticas, criar o ambiente propício para que as inovações e os investimentos ocorram. O Brasil possui oportunidade e capacidade de liderar, de puxar esse desenvolvimento industrial sustentável de baixo carbono dada a sua matriz energética limpa”.


A cobertura do Canal Rural na COP29 tem o apoio de Sistema OCB, Portos do Paraná, Itaipu Binacional, ApexBrasil, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e Governo Federal



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Preços do boi gordo continuam em alta, mas dão sinais de estabilidade



O mercado físico do boi gordo voltou a negócios acima da referência média em vários estados. Para a consultoria Safras & Mercado, a expectativa é de continuidade do movimento de alta.

“No entanto, o que se percebe é que a alta dos preços tem se tornado menos explosiva, em especial na Região Norte do Brasil. Os frigoríficos na maior parte do país ainda convivem com escalas de abate encurtadas, posicionadas entre quatro e seis dias úteis a depender da praça”, avalia o analista da empresa Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, as exportações ainda são expressivas na atual temporada, o que também tem justificado as valorizações da arroba.

Preços médios do boi gordo

  • São Paulo: R$ 347
  • Goiás: R$ 342,14
  • Minas Gerais: R$ 333,53
  • Mato Grosso do Sul: R$ 327,05
  • Mato Grosso: R$ 330,20

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta preços firmes no decorrer desta terça-feira, e o ambiente de negócios ainda sugere pela elevação dos preços no curto prazo.

“Novembro possui uma característica diferente, com a entrada do décimo terceiro salário mantendo o consumo aquecido em todo o mês. O grande limitador para continuidade deste movimento está justamente no poder de compra da população brasileira, que tende a optar por proteínas mais acessíveis que causem menor impacto na renda familiar”, assinalou Iglesias.

O quarto traseiro foi precificado a R$ 26,00 por quilo. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 19,50 por quilo. A ponta de agulha segue no patamar de R$ 19,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,31%, sendo negociado a R$ 5,7666 para venda e a R$ 5,7646 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7472 e a máxima de R$ 5,7962.



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São Paulo criará fundo de defesa estadual de sanidade animal, diz governador



Ao participar da abertura oficial da Feicorte 2024, em Presidente Prudente, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, destacou que o estado é o maior exportador do agronegócio brasileiro.

De acordo com ele, atrás da cana, o setor carnes ocupa o segundo lugar nos embarques, tendo grande importância para a economia.

Assim, Freitas disse que a partir do status de livre de febre aftosa sem vacinação, São Paulo agora estabelecerá um projeto de lei que cria um fundo de defesa estadual de sanidade animal.

O governador diz que a ideia é criar um fundo compensatório que vai ajudar o produtor quando ele tiver algum problema sanitário. “A segurança jurídica para isso virá do diálogo entre o setor público e o setor produtivo”, informa.

Freitas elencou ainda a importância da regularização fundiária empreendida pelo estado, com a concessão de inúmeros títulos de terras aos produtores, para o crescimento do agronegócio brasileiro.



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Agritechnica 2025: inscrições abertas para expositores



Uma das novidades é o conceito “7 dias – 7 temas”



Uma das novidades é o conceito "7 dias - 7 temas"
Uma das novidades é o conceito “7 dias – 7 temas” – Foto: Andav

A Agritechnica 2025, maior feira mundial de máquinas agrícolas, acontecerá de 9 a 15 de novembro em Hanover, Alemanha. Com o tema “Touch Smart Efficiency”, o evento, organizado pela DLG (Sociedade Alemã de Agricultura), destacará sistemas agrícolas inovadores que utilizam tecnologias digitais para aumentar eficiência, sustentabilidade e produtividade. As inscrições para expositores começaram em 18 de novembro, oferecendo espaços em áreas como robótica, startups e pesquisa científica.  

Uma das novidades é o conceito “7 dias – 7 temas”, que organiza as atividades da feira para diferentes públicos. O Digital Farm Center, apresentado pela FarmRobotix, será o ponto central de tecnologias como drones, automação e agricultura de precisão. Além disso, o Campus Científico apresentará pesquisas acadêmicas, enquanto o Dealer Centre será um espaço exclusivo para concessionários, ideal para networking e troca de ideias sobre novas tendências do mercado.  

A última edição da Agritechnica contou com 2.776 expositores de 52 países e atraiu mais de 473 mil visitantes de 149 nações. Reconhecida como referência no setor, a feira foi avaliada positivamente por 90% do público. A edição 2025 continuará promovendo soluções práticas e interativas, como o programa “Workshop Live”, com demonstrações ao vivo de manutenção e otimização de máquinas agrícolas.  

Empresas interessadas podem se inscrever pelo site oficial do evento, que também traz informações detalhadas sobre áreas como o Drive Experience, onde visitantes poderão testar tecnologias de propulsão alternativa. A Agritechnica 2025 promete ser uma oportunidade imperdível para inovação e avanços no agronegócio global.

 





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confira a análise de mercado



O mercado brasileiro de soja teve um dia de preços mais baixos nesta terça-feira (19). Embora houvesse reporte de preços firmes a partir da indústria, os volumes negociados foram pequenos. Nos portos, o movimento foi praticamente estagnado. As cotações caíram, seguindo a tendência de queda observada na Bolsa de Chicago.

Além disso, a fraqueza do mercado interno reflete a oferta limitada de produto, o que leva algumas praças a apresentarem preços mais vantajosos, com boas oportunidades de negócio. No entanto, no geral, a falta de intenção de compra e as indicações de preços estão limitadas.

Cotações por região

  • Passo Fundo (RS): A saca caiu de R$ 134,00 para R$ 132,00
  • Missões (RS): O preço recuou de R$ 133,00 para R$ 131,00
  • Porto de Rio Grande (RS): A cotação passou de R$ 143,00 para R$ 141,00
  • Cascavel (PR): A saca caiu de R$ 137,00 para R$ 136,00
  • Porto de Paranaguá (PR): O preço caiu de R$ 143,00 para R$ 142,00
  • Rondonópolis (MT): O preço diminuiu de R$ 153,00 para R$ 150,00.
  • Dourados (MS): A saca passou de R$ 140,00 para R$ 139,00
  • Rio Verde (GO): A cotação caiu de R$ 134,00 para R$ 131,00

Recorde previsto

O mercado também segue pressionado pela perspectiva de uma grande oferta global, especialmente com a safra recorde que se aproxima no Brasil. A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE) projetou números recordes para o complexo da soja em 2025, com a produção de soja atingindo 167,7 milhões de toneladas, o esmagamento a 57 milhões de toneladas, e as exportações a 104,1 milhões de toneladas de grãos.

Além disso, o mercado lida com incertezas políticas, como a possibilidade de uma nova guerra comercial entre os EUA e a China, o que pode redirecionar a demanda de soja para o Brasil, principal fornecedor mundial da commodity.

A soja em Chicago

Os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira em baixa. A pressão no mercado internacional continua devido à perspectiva de uma ampla oferta global, especialmente pela safra recorde que o Brasil deve colher. A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE) projetou números recordes para o complexo da soja em 2025, com a produção de soja a 167,7 milhões de toneladas, o esmagamento atingindo 57 milhões de toneladas e as exportações com 104,1 milhões de toneladas.

Contratos futuros da soja

Os contratos de soja em grão com entrega em janeiro caíram 11,25 centavos de dólar, ou 1,11%, fechando a US$ 9,98 1/2 por bushel. A posição de março teve uma perda de 10,50 centavos, ou 1,03%, e fechou a US$ 10,08 1/2 por bushel. Já nos subprodutos da soja, o farelo teve alta de US$ 1,70, ou 0,58%, fechando a US$ 288,60 por tonelada. Por outro lado, o óleo de soja, com vencimento em dezembro, fechou com baixa de 0,68 centavo, ou 1,49%, sendo cotado a 44,84 centavos por libra-peso.

No cenário cambial, o dólar comercial encerrou o dia com alta de 0,31%, negociado a R$ 5,7666 para venda e R$ 5,7646 para compra. Durante o dia, a moeda oscilou entre a mínima de R$ 5,7472 e a máxima de R$ 5,7962.



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Área de exploração mineral com 1,8 mi de quilates de diamantes, será leiloada na Bahia


Uma área de exploração mineral com volume estimado de 245 milhões de toneladas de minério diamantífero, será leiloada pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB). As informações sobre o leilão foram divulgadas pelo órgão governamental nesta segunda-feira (18).

De acordo com o SGB, o depósito de Diamantes de Santo Inácio está localizado no município de Gentio do Ouro, na Chapada Diamantina, distante 612 km de Salvador (BA).

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Foto: Divulgação/ SGB

O Projeto Diamante de Santo Inácio, do programa Patrimônio Mineral do SGB, envolve cinco áreas de mineração, totalizando 2.400 hectares, o equivalente a 3.429 campos de futebol.

Segundo o Serviço Geológico do Brasil, estudos recentes apontam que os recursos de diamante têm teor de 0,58 cpht, totalizando 1,8 milhão de quilates.

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Foto: Divulgação/ SGB

Para o diretor de Geologia e Recursos Minerais do SGB, Valdir Silveira, o leilão do depósito de diamantes de Santo Inácio, representa uma oportunidade de negócio promissora.

“Situado em uma região com histórico de produção diamantífera, o projeto agrega valor ao território por meio da avaliação detalhada do depósito, regulamentação adequada e parcerias estratégicas voltadas para atrair investimentos iniciais”, destacou.

O leilão

O SGB informou que podem participar do leilão empresas brasileiras ou estrangeiras, entidades de previdência complementar e fundos de investimento, isoladamente ou em consórcio.

O certame será formalizado por meio de contrato de Promessa de Cessão de Direitos Minerários, a ser assinado após o leilão, pelos representantes da organização ou entidade vencedora.

O evento ocorre no dia 27 de novembro, a partir das 9h, na sala Plenária da ANM, em Brasília, contando com o apoio do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) da Presidência da República.

O cronograma completo pode ser acessado no site da empresa pública.


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Novembro terá chuvas nas áreas produtoras de soja; veja onde



A segunda quinzena de novembro trará chuvas para várias regiões do Brasil, especialmente no Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte. As precipitações têm um papel importante para o desenvolvimento das lavouras da soja, com a umidade do solo favorecendo o crescimento saudável das plantações.

De acordo com o Climatempo, neste início de semana, uma frente fria avança pela costa da Região Sul. Já na quarta-feira (20) essa frente fria se desloca para São Paulo, e entre quinta e sexta-feira (21-22 de novembro), seguirá pela costa do Sudeste, chegando até o Espírito Santo.

Sul do Brasil

A primeira parte da semana será marcada por chuvas fortes no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, com alertas para temporais e riscos de ventos e raios. A previsão é de que os acumulados possam ultrapassar os 80 mm em algumas áreas, favorecendo a umidade do solo e o bom desenvolvimento das lavouras de soja.

No entanto, essa chuva também é importante para as áreas centrais do Rio Grande do Sul, que ainda necessitam de mais precipitações para otimizar o desempenho das lavoura.

Centro-oeste e sudeste

A partir de quarta-feira, 20 de novembro, uma frente fria começa a se deslocar para o Sudeste, afetando principalmente São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Essas chuvas são muito importantes para a agricultura, especialmente para o Centro-Oeste, onde as condições de umidade do solo já são favoráveis, com destaque para Mato Grosso e Goiás. desenvolvimento ideal da cultura.

Entre quinta e sexta-feira, 21 e 22 de novembro, o fluxo de umidade da Amazônia ajudará a aumentar a precipitação sobre a região Sudeste, especialmente em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Mato Grosso do Sul e Paraná também serão afetados por essas chuvas, com os acumulados podendo ultrapassar 80 mm, o que é essencial para o bom desenvolvimento da soja.

Minas Gerais e Matopiba

Minas Gerais e as áreas centrais do Matopiba devem experimentar um aumento constante da umidade no solo, com chuvas benéficas para a implantação da safra de soja 2024. As chuvas em boa parte dessas regiões são positivas para o bom crescimento das lavouras, com volumes em torno de 50 a 80 mm em algumas áreas. A previsão é de que as condições climáticas continuem favoráveis, contribuindo para um desenvolvimento sólido da safra de soja.

Já no Pará, as chuvas mais intensas são esperadas para o sul do estado nos próximos 5 dias, com acumulados de 30 a 40 mm. Na próxima semana as chuvas devem atingir o norte do estado, incluindo cidades como Santarém e Paragominas, com volumes de precipitação variando entre 50 e 80 mm.



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