sexta-feira, julho 17, 2026

Agro

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Frente fria deve levar tempestades a dois estados do Sudeste


Nesta quinta-feira (21), uma frente fria se formará no litoral da Região Sudeste, trazendo instabilidade significativa ao Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Além disso, um cavado (sistema que intensifica a variabilidade dos ventos em altos níveis da atmosfera) também atuará e deve transportar a umidade presente na faixa norte do Brasil para a faixa sudeste, potencializando ainda mais as condições para chuvas volumosas.

De acordo com o mapa de acumulados de chuva (imagem abaixo) entre quinta e segunda-feira (25), os volumes variam entre 60 mm e 80 mm na maior parte dos territórios carioca e capixaba.

mapa chuvamapa chuva
Foto: Climatempo

O destaque fica para o sul do Espírito Santo, onde os acumulados podem ultrapassar 150 mm – faixa identificada em vermelho na imagem acima. Este cenário, motivado pela frente fria e pelo cavado, requer atenção especial devido ao risco de alagamentos e deslizamentos.

Chuva na cidade do Rio de Janeiro

A chuva na capital carioca será progressiva ao longo dos próximos dias:

  • Quinta-feira (21): nebulosidade predominante, com breves aberturas de sol e acumulado de 15 mm. A temperatura máxima será de 28°C.
  • Sexta-feira (22): chuva ganha força com alerta para temporais; acumulado esperado de 40 mm. Dia de muita nebulosidade. A temperatura máxima será de 24°C.
  • Sábado (23): as precipitações começam a diminuir, mas ainda serão presentes, com acumulado esperado de 15 mm. O dia seguirá nublado. A temperatura máxima será de 23°C.
  • Domingo (24): O sol volta a aparecer, mas o tempo permanece instável, com previsão de pancadas isoladas de chuva de cerca de 5 mm. A temperatura máxima será de 25°C.

Previsão para Vitória

Em Vitória, o cenário também será de instabilidade, com destaque para volumes expressivos de chuva no sábado:

  • Quinta-feira (21): muita nebulosidade e chuva, com acumulado de 15 mm. A temperatura máxima será de 31°C.
  • Sexta-feira (22): o sol aparece pela manhã, mas a chuva retorna com força na tarde e noite (15 mm). A temperatura máxima será de 28°C.
  • Sábado (23): o dia será crítico, com acumulado previsto de 80 mm. Nebulosidade predominante e chuva constante, sem aberturas de sol. A temperatura máxima será de 25°C.
  • Domingo (24): o sol volta a aparecer, mas o tempo permanece instável, com pancadas isoladas na parte da tarde (2 mm). A temperatura máxima será de 26°C.



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Maior rede de cafeteria da China compra 240 mil toneladas de café brasileiro



O mercado asiático, tradicionalmente dominado pelo chá, vem ganhando gosto pelo café brasileiro. Um acordo histórico assinado nessa terça-feira (19) entre o país e a maior rede de cafeteria chinesa, a Luckin Coffe, prevê o fornecimento de 240 mil toneladas do produto nacional entre 2025 e 2029.

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações (Apex Brasil) participou do anúncio que deve aumentar as exportações brasileiras do grão.

“O que está acontecendo é uma parceria entre o maior produtor de café do mundo, em uma parceria muito estreita com a China, com um dos países onde mais cresce o consumo de café no mundo”, destaca o diretor de Agricultura e Agronegócio da entidade, Laudemir Müller.

Segundo ele, a parceria vai beneficiar os consumidores chineses, que terão acesso a um café de qualidade, o que também traz mais visibilidade ao produto brasileiro.

“É um importante mercado que o Brasil ajuda não só a ocupar, mas também a formar porque o consumidor chinês está começando a tomar café e, desde o início, estamos juntos nesse processo, posicionando o café brasileiro como o melhor do mundo”.

Esse já é o segundo tratado entre a empresa e o governo brasileiro. Em junho, um investimento de US$ 500 milhões foi feito pela compra de 120 mil toneladas de café até o fim de 2024.



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Pressão e recuperação no mercado de açúcar



A recuperação na produção de açúcar branco nessas regiões tem pressionado



Esses fatores têm pressionado o mercado
Esses fatores têm pressionado o mercado – Foto: Divulgação

De acordo com uma análise da Hedgepoint Global Markets, o mercado de açúcar tem apresentado uma movimentação significativa nos preços, influenciada por fatores macroeconômicos globais. A correção nos preços do açúcar bruto foi impulsionada por um dólar forte e um real enfraquecido, além de chuvas no Centro-Sul do Brasil e volumes de moagem maiores que o esperado, conforme dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA). 

Esses fatores têm pressionado o mercado, especialmente com o aumento da produção de açúcar branco na Europa, Tailândia e Índia, que tem enfraquecido a demanda por açúcar bruto, principalmente do Brasil. O aumento da oferta nessas regiões reduziu o prêmio do açúcar branco, impactando negativamente o açúcar bruto.

A recuperação na produção de açúcar branco nessas regiões tem pressionado a competitividade do açúcar brasileiro, que vê sua demanda enfraquecida por conta da maior oferta internacional. No entanto, houve uma leve recuperação nos preços ao final da semana, quando uma entrega reduzida de açúcar branco ajudou a sustentar os preços do açúcar bruto. Na primeira sessão desta semana, os preços do açúcar bruto apresentaram uma leve alta, demonstrando sinais de recuperação após a pressão negativa.

Apesar das flutuações, a análise aponta que as restrições na oferta de açúcar no Brasil, somadas ao cenário macroeconômico global, podem ajudar a sustentar os preços no futuro próximo. O comportamento do mercado continuará a depender da dinâmica entre a oferta e a demanda, com foco nos próximos meses, quando a escassez brasileira pode oferecer suporte ao mercado de açúcar.

 





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Mercado de crédito de carbono pode aumentar ganhos de produtores de cana, diz Orplana


A Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana), enxerga na aprovação do projeto de lei que regulamenta o mercado de carbono no Brasil, a abertura de oportunidades para os produtores de cana-de-açúcar.

O texto, que é um substitutivo do Senado ao Projeto de Lei 182/24, foi aprovado pela Câmara dos Deputados nesta terça-feira e, agora, segue para sanção presidencial.

“Estamos apoiando e acompanhando o tema ativamente, visto que impacta o produtor de cana-de-açúcar e, principalmente, aqueles produtores que são certificados ou que têm a intenção de se certificar, já que pode abrir uma oportunidade de venda de créditos de carbono para outros setores”, sinaliza o CEO da organização, José Guilherme Nogueira.

Mercado de crédito de carbono

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Plano Safra. Foto: Governo Federal

A proposta estipula um mercado regulado e um mercado voluntário de títulos representativos de emissão ou remoção de carbono, em que as empresas que mais poluem deverão seguir metas de emissão e podem usar esses títulos para compensá-la.

Este mercado será regulado pelo Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE), que permitirá a negociação de Cotas Brasileiras de Emissão (CBE) e de certificados de redução ou remoção verificada de emissões (CRVE).

“A Orplana aguarda os desdobramentos e a sanção presidencial para avançar e ver as oportunidades de buscar aumentar a rentabilidade dos produtores de cana-de-açúcar”, conclui Nogueira.



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Previsão de embarque de soja e milho do Brasil é elevada pela Anec



A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) revisou nesta terça-feira (19) suas estimativas para os embarques de soja, milho e farelo de soja em novembro, com ajustes para cima nas projeções semanais.

Contudo, apesar das revisões positivas, os volumes totais continuam abaixo dos registrados no mesmo período de 2023.

Para a soja, a previsão de exportação foi elevada para 2,80 milhões de toneladas, um aumento de 10 mil toneladas em relação à projeção da semana anterior, de 2,79 milhões de toneladas.

No entanto, o volume é 39,1% menor do que o exportado em novembro do ano passado, quando as remessas alcançaram 4,60 milhões de toneladas.

Para o farelo de soja, a previsão foi ajustada para 1,98 milhão de toneladas, 10 mil toneladas a mais que o estimado na semana anterior, de 1,97 milhão de toneladas. O volume revisado é levemente superior ao registrado em novembro do ano passado, quando as exportações somaram 1,93 milhão de toneladas.

Exportação de milho

A Anec também elevou a estimativa para o milho, que agora deve atingir 5,57 milhões de toneladas em novembro, ante 5,38 milhões de toneladas previstos na semana passada, o que representa um incremento de 190 mil toneladas.

Ainda assim, o volume segue 20,2% inferior ao exportado em novembro de 2023, quando os embarques somaram 6,99 milhões de toneladas.

Na semana de 17 a 23 de novembro, os portos brasileiros devem embarcar 619,2 mil toneladas de soja, 446,3 mil toneladas de farelo de soja e 1,23 milhão de toneladas de milho, conforme a programação portuária.

No acumulado do ano até outubro, o Brasil exportou 96,35 milhões de toneladas de soja, 34,72 milhões de toneladas de milho e 21,23 milhões de toneladas de farelo de soja.



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Primeiro ciclo de relatórios de emissões de GEE começa



Os inventários devem seguir metodologias internacionalmente reconhecidas



Os inventários devem seguir metodologias internacionalmente reconhecidas
Os inventários devem seguir metodologias internacionalmente reconhecidas – Foto: Divulgação

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) anunciou nesta terça-feira (19) o primeiro ciclo de submissão de inventários de emissões de gases de efeito estufa (GEE) no Sistema de Inventário Nacional de Emissões (SIRENE) Organizacionais. O lançamento ocorreu durante a COP29, em Baku, no Azerbaijão, destacando a plataforma como um instrumento de transparência e visibilidade das iniciativas brasileiras de Mensuração, Relato e Verificação (MRV) das emissões de GEE.

Até 13 de dezembro, organizações de todos os portes e setores poderão submeter seus inventários de forma voluntária, com a expectativa de enriquecer os dados utilizados para a definição de políticas públicas estratégicas. “Esta plataforma é pública, gratuita e uma grande contribuição para o aprofundamento da nossa base de dados”, afirmou Andrea Latgé, secretária de Políticas e Programas Estratégicos do MCTI.

Os inventários devem seguir metodologias internacionalmente reconhecidas, como o Programa Brasileiro GHG Protocol ou a ABNT NBR ISO 14064. Além disso, devem cobrir gases como CO2, metano (CH4) e óxido nitroso (N2O), conforme as diretrizes do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC). Todos os relatórios precisam ser verificados por uma auditoria independente para garantir a precisão dos dados.

Após a submissão, os inventários passarão por uma verificação documental pelo MCTI. Apenas os inventários validados estarão disponíveis na área pública da plataforma. Para enviar os relatórios, os usuários devem acessar o SIRENE Organizacionais via gov.br, podendo optar por preencher os dados online ou em excel. As informações só serão visíveis após a validação.

 





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Queda generalizada no preço da soja


Os preços da soja do estado do Rio Grande do Sul iniciaram a semana em queda, segundo informações da TF Agroeconômica. “R$ 143,00 para entrega em novembro, e pagamento 29/11, no Porto. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 135,50 Cruz Alta – Pagamento em 29/11. R$ 135,50 Passo Fundo – Pagamento em 29/11. R$ 135,00 Ijuí – Pagamento em 29/11. R$ 134,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento em 29/11. Preços de pedra, em Panambi, caíram para R$ 125,00 a saca, para o produtor”, comenta.

Santa Catarina registrou preços com queda média de R$ 3 a R$ 4 no porto de São Francisco. “Os preços apresentados para a soja no porto de São Francisco 2025, R$ 132,00 fev – pagamento 28/03, R$ 132,50 mar- pagamento 30/04, R$ 133,50 abr – pagamento 30/05, R$ 136,50 mai – pagamento 30/06, R$ 138,00 jun – pagamento 30/07. O preço no porto foi de R$ 143,00, Chapecó a R$ 135,50”, completa.

Preços em queda no começo da semana no estado do Paraná. “No porto, em Paranaguá, a saca CIF, com entrega em novembro e pagamento em dezembro, chegou a R$ 150, e produtor vendeu pequenos lotes. No interior, nos Campos Gerais, o preço da soja caiu no spot, o que inibiu acordos. Em Guarapuava, a saca de soja no FOB recuou R$ 2 para R$ 138, enquanto em Paranaguá a cotação cedeu R$ 1,50 para R$ 144,50, no CIF. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 134,00”, indica.

Enquanto isso, o mercado está parado no estado. “Segundo a Conab, o plantio no estado está em 85% da área pretendida, ante 79% da semana anterior e 80% do ano anterior. A Companhia ainda indicou que “em MS, as precipitações favoreceram a recomposição da umidade no solo, promovendo o desenvolvimento.” O Mato Grasso do Sul, junto com o Paraná é o terceiro estado mais adiantado no plantio de acordo com os dados da Conab. Em Dourados, comprador indicava R$ 137 por saca FOB, sem acordos”, informa.

No Mato Grosso do Sul, o plantio foi finalizado. “Em Rondonópolis, a saca FOB, com embarque em novembro, pagamento em dezembro, fechou cotada em R$ 135, sem registro de negócios. Em Dourados, comprador indicava R$ 144 por saca FOB, sem acordos. Campo Verde: R$ 142,50, Lucas do Rio Verde: R$ 142,50. Nova Mutum: R$ 142,50. Primavera do Leste: R$ 141,50. Rondonópolis: R$ 141,50. Sorriso: R$ 143,00”, conclui.

 





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Milho em queda na B3


Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o dólar e os números de exportação pressionaram e os contratos de milho fecham a segunda-feira em recuo, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A volta do feriado marcou um dia de negócios lentos nas praças físicas em todo o país, e diante da pressão do dólar, que alcançou uma máxima de R$ 58,00, mas fechou em retração a R$ 5,736 (-0,74%); viu-se um recuo de até 1,07% nos contratos de milho”, comenta.

“Também exerceu pressão os números divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior: segundo o órgão, o Brasil exportou, até a segunda semana do mês, 2,75 milhões de toneladas de milho, ou seja, apenas 37,1% do total exportado no mesmo período do ano passado, quando se embarcou mais de 7,4 milhões de toneladas”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em baixa no dia. “O vencimento de novembro/24 foi de R$ 74,59 apresentando alta de R$ 0,41 no dia, alta de R$ 0,15 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 73,80, baixa de R$ 0,81 no dia, baixa de R$ 3,79 na semana; o vencimento março/25 fechou a R$ 74,61, baixa de R$ 0,31 no dia e baixa de R$ 2,64 na semana”, indica.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou em alta com compras de oportunidade pelos fundos. “A cotação de dezembro24, referência para a nossa safra de inverno, fechou em alta de 1,24 % ou $ 5,25 cents/bushel a $ 429,25. A cotação para março25, fechou em alta de 1,03 % ou $ 4,50 cents/bushel a $ 439,75”, informa.

“As cotações seguiram a mesma lógica de sexta-feira, subindo em sintonia com os demais grãos por recompra de posições vendidas pelos Fundos de Investimentos, que aproveitam os preços mais baixos”, conclui.

 





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Mercado do milho segue lento


No mercado de milho do Rio Grande do Sul, pontualmente, o norte fez compra por necessidade, mas o ritmo permanece lento, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 73,00; Não-Me-Toque a R$ 74,00; Marau e Gaurama R$ 74;00 Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 75,00 e Montenegro a R$ 77,00. Vendedores a partir de R$ 80,00 no FOB interior e R$ 82,00 CIF fábricas. Negócios pontuais em Palmeira das Missões e Erechim, onde 300 toneladas foram negociadas a R$ 75,00, e 500 toneladas rodaram a R$ 75,50, respectivamente, na entrega imediata”, comenta.

Em Santa Catarina, o produtor não vem à mesa de negócios. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 72,00 no interior e R$ 73,00/75,00 CIF fábricas.Negócios a R$ 75,00/76,00 no CIF meio oeste, em pelo menos 2 mil tons. Nas indicações, Chapecó a R$ 74,00; Campos Novos R$ 75,00; Rio do Sul a R$ 76,00; Videira R$ 73,00. Porto indicando R$ 67 outubro/R$ 69 novembro. Sem negócios neste retorno de feriado”, completa.

No Paraná a ferrovia continua indicando bons preços, mas o produtor recua. “No porto, indicações a R$ 68,00 nov/69,00 dez. No norte, indicações a R$ 67,00 (+1,00); Cascavel a R$ 68,00; Campos Gerais R$ 69,00; Guarapuava a R$ 70,00; Londrina R$ 71,00 (+1,00). Preços balcão no sudoeste e oeste aR$58,00, e norte a R$ 57,00. Produtores com pedidas apartir de R$ 77,00 no norte e oeste; e R$ 79,00 Campos Gerais. Negócios ao oeste, onde se pagou R$ 73,00 FOB por 2 mil toneladas, retirada imediata e pagamento em 30 dias”, indica.

Enquanto isso, os negócios se arrastam no estado. “Em Maracaju, indicações de R$53,00 (+1,00);Dourados aR$ 54,00 (+R$1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios em ritmo lento, com produtores iniciando pedidas a R$ 58,00 no FOB, e indicações nos portos a partir de R$ 60,00”, conclui

 





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Compradores de milho focados em dezembro



Na Argentina, a cautela predominou



Na Argentina, a cautela predominou
Na Argentina, a cautela predominou – Foto: Nadia Borges

O mercado de milho no Brasil segue com compradores focados em cotações para dezembro, enquanto vendedores ajustam suas pedidas. Segundo a TF Agroeconômica, os prêmios em Paranaguá apresentaram os seguintes números: para novembro, o prêmio de venda ficou em 108 (sV), com compra indicada como “Z” e base Z4; para dezembro, o prêmio foi de 110 (-31), com compra registrada em “sC (127)” também na base Z4. Não houve registros de prêmios para os meses de janeiro, fevereiro, julho e agosto, mantendo o foco nas negociações para o final do ano.  

Na China, o mercado de milho fechou em alta, com acréscimos de 22 CNY/t para contratos de janeiro e 18 CNY/t para março. O amido de milho também subiu 18 CNY/t e 16 CNY/t para os mesmos períodos, respectivamente. No entanto, os ovos apresentaram quedas de 16 CNY/500kg em novembro e 41 CNY/500kg em dezembro. Já as cotações de suínos tiveram uma dinâmica mista, com baixa de 475 CNY/t para novembro, mas alta de 50 CNY/t para janeiro.  

Na Argentina, a cautela predominou, mesmo com a recuperação observada na Bolsa de Chicago. Ofertas de compra para mercadorias contratuais mantiveram-se entre estáveis e baixistas, com preços em torno de A$ 180 mil/t e fixações próximas de A$ 175 mil/t. O preço MATBA para abril oscilou para US$ 186,20, abaixo dos US$ 186,60 do dia anterior, enquanto Chicago registrou US$ 164,96.  

Os movimentos refletem o impacto de diversos fatores locais e internacionais, incluindo ajustes na demanda chinesa, flutuações nos prêmios brasileiros e a reação do mercado argentino frente às incertezas. O cenário destaca a necessidade de monitoramento constante pelos agentes envolvidos na cadeia do milho.

 





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