quinta-feira, julho 16, 2026

Agro

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Após novo acordo bilateral, Bahia exportará uva para a China


Após novo acordo comercial entre Brasil e China, o estado da Bahia exportará uva ao país asiático nos próximos anos, conforme informou o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

A China é o principal parceiro comercial do Brasil e abriu quatro mercados para produtos da agropecuária brasileira em acordos firmados por ocasião do encontro bilateral entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Xi Jinping, nesta quarta-feira (20), em Brasília.  

Com isso, de acordo com o Mapa, o Brasil registra a conquista de 281 mercados agropecuários desde o início de 2023.

De acordo com o Mapa, após crescimento exponencial e recorde de exportações de uvas frescas, o produto brasileiro chega aos consumidores chineses com registro de 2% no comércio mundial desta fruta.

A China é um grande consumidor de uvas premium e importou mais de US$ 480 milhões deste produto no ano passado.

No caso das uvas frescas de mesa, deverão ser exportadas frutas majoritariamente dos estados de Pernambuco (líder) e da Bahia.

Pomares, casas de embalagem e instalações de tratamento a frio devem cumprir boas práticas agrícolas e ser registrados no Mapa.

Lula e Xi Jinping, durante reunião onde ocorreu formalização de acordo comercial e abertura para novos mercados entre Brasil e ChinaLula e Xi Jinping, durante reunião onde ocorreu formalização de acordo comercial e abertura para novos mercados entre Brasil e China
Foto: Ricardo Stucke/ GOVBR

Expectativa de crescimento

Segundo a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), em 2023, a Bahia exportou 22 mil toneladas de uvas para destinos como Europa e Estados Unidos, movimentando mais de US$ 54 milhões de dólares.

Com a abertura do mercado chinês, um dos maiores consumidores de uvas premium do mundo, a expectativa é que esses números aumentem significativamente.

Com até duas safras e meia colhidas de uva por ano, o Vale do São Francisco, principal região produtora da fruta na Bahia, se destaca pela alta qualidade de sua produção, que atende aos mais rigorosos padrões internacionais.

Além disso, a região possui uma infraestrutura moderna e produtores altamente qualificados, capazes de garantir a produção contínua, com fitossanidade atestada e a entrega de produtos frescos e saborosos aos consumidores.

“Com o apoio de políticas públicas e investimentos em tecnologia, estamos preparados para atender à demanda chinesa e fortalecer ainda mais o nosso agronegócio.”, disse o secretário da Agricultura da Bahia, Wallison Tum.


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o avanço no plantio da soja em Mato Grosso



O plantio da soja para a safra 2024/25 no Mato Grosso alcançou 99,85% da área prevista até o dia 22 de novembro, conforme informações do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). O número da semeadura representa um avanço em relação à semana anterior, quando o percentual de plantio era de 98,98%. No mesmo período do ano passado, a área plantada era de 98,39%.

Segundo a Safras & Mercado, a safra de soja 2024/25 no estado segue dentro das expectativas, com o ritmo de semeadura acelerado, favorecido pelas boas condições climáticas. A previsão é que o restante da área seja completado nos próximos dias, permitindo que os produtores se preparem para a fase de desenvolvimento e crescimento das lavouras.

De perto no plantio da soja

A Aprosoja Mato Grosso realiza a série Clima e Mercado 2024, que percorre as principais regiões agrícolas do estado. O objetivo é dialogar diretamente com os produtores sobre os desafios climáticos e de mercado.

No terceiro episódio da série, a equipe visitou Terra Nova do Norte, Nova Canaã do Norte e Paranaíta. Em Terra Nova, apesar do bom clima, houve atraso no início da safra, impactando o planejamento para o milho. Em Nova Canaã, embora a produção seja das melhores dos últimos anos, a queda nos preços preocupa os produtores. Já em Paranaíta, o plantio começou bem, mas as chuvas cessaram rapidamente, gerando incertezas sobre o avanço da lavoura.



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Chuva de 100 mm e ventos de até 100 km/h são previstos pelo Inmet



O fim de semana terá condições favoráveis a chuva volumosa nas regiões Norte, Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste do Brasil, de acordo com boletim divulgado nesta sexta-feira (22) pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

O órgão emitiu, inclusive, um alerta de chuvas intensas para a região que vai do Amazonas, passando por Rondônia, Mato Grosso, norte do Mato Grosso do Sul, sul do Tocantins, Goiás, Pará, Minas Gerais e sul da Bahia.

Para essas áreas, o alerta é de chuva com volume entre 30 e 60 milímetros por hora (mm/h) ou 50 e 100 mm/dia, com ventos intensos entre 60 a 100 km/h. Há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

Além disso, também estão previstas chuvas com volume entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia e ventos intensos que podem chegar até a 60 km/h.

As pancadas podem ocorrer no Acre e Amazonas, além do sul do Pará, Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia. Chuvas com o mesmo volume são esperadas para o Mato Grosso do Sul, norte de São Paulo, sul de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro.

Transtornos causados pela chuva

Nas áreas com chuvas e ventos mais intensos, há baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas, de acordo com o Inmet.

A meteorologia também alerta para a ocorrência de acumulado de chuvas no litoral sul paulista, em todo o litoral paranaense e no litoral norte de Santa Catarina. Nessas regiões estão previstas chuvas entre 20 a 30 mm/h ou até 50 mm/dia. Há baixo risco de alagamentos e pequenos deslizamentos em cidades com essas áreas de risco.

Para a região que abrange a faixa leste da Bahia, incluindo o Recôncavo Baiano, até Sergipe, o Inmet informou sobre a tendência de que uma zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) se configure a partir de sábado (23), podendo persistir até terça-feira (26), o que poderá ocasionar volumes expressivos de chuva.



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Endividamento no agro cresce 73% em 2024



“Os juros altos são um dos principais fatores para o aumento de casos”



O setor primário, incluindo o agronegócio, tem visto um aumento significativo nos pedidos de recuperação judicial
O setor primário, incluindo o agronegócio, tem visto um aumento significativo nos pedidos de recuperação judicial – Foto: Pixabay

O endividamento das empresas do setor agro brasileiro aumentou, com 207 produtores rurais pedindo recuperação judicial no primeiro semestre de 2024, superando 2023. Fatores como clima adverso, juros altos e custos elevados contribuíram para essa situação. De janeiro a setembro de 2024, 1.700 empresas pediram recuperação judicial no Brasil, um aumento de 73% em relação ao ano anterior.

O setor primário, incluindo o agronegócio, tem visto um aumento significativo nos pedidos de recuperação judicial, com 287 casos de janeiro a setembro de 2024, mais que o triplo dos 77 registrados em 2023. Empresas como a AgroGalaxy, com dívidas de R$ 3,7 bilhões, exemplificam essa tendência. Outros casos notáveis incluem o Grupo Patense (R$ 2,15 bilhões), Sperafico Agroindustrial (R$ 1,07 bilhão), e Usina Maringá (R$ 1,02 bilhão), que enfrentam grandes dívidas com instituições financeiras e fornecedores.

“Os juros altos são um dos principais fatores para o aumento de casos, somado com a inadimplência dos consumidores, a depreciação cambial e a dificuldade de acompanhar as transformações tecnológicas. A queda nos preços de fertilizantes, por exemplo, foi inferior às das commodities de grãos. Sem contar, que as condições climáticas também não ajudaram. Tudo isso acabou prejudicando o setor”, comenta.

Em 2024, sete a cada dez pedidos de recuperação judicial no Brasil são feitos por micro e pequenas empresas. Eduardo Bazani destaca que a reestruturação empresarial é essencial para ajudar essas empresas a superarem dificuldades financeiras e a retomarem sua saúde financeira e operacional.

 





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Vem água por aí? Previsão é otimista; veja onde deve chover



A previsão do tempo para o período de 21 de novembro a 2 de dezembro aponta um cenário mais otimista para as lavouras de soja em todo o Brasil. Deve chover em diversas regiões produtoras, com destaque para o Matopiba, que começa a receber o alívio necessário após um período de estiagem.

No entanto, algumas áreas ainda precisam de mais precipitação para garantir o desenvolvimento das lavouras e assegurar uma boa colheita, como no oeste de São Paulo, sul de Mato Grosso do Sul, áreas do oeste do Rio Grande do Sul e centro-norte do Pará.

Vem chuva por aí!

O Matopiba ainda precisa de mais chuvas, principalmente no oeste de São Paulo, sul de Mato Grosso do Sul, áreas do oeste do Rio Grande do Sul e boa parte do centro-norte do Pará. Nos próximos dias, a tendência é de chuvas no centro-norte de Minas Gerais e no estado da Bahia, com as precipitações se espalhando pelo Matopiba. A previsão indica que, ao longo dos próximos dias, o tempo ainda deve permanecer mais seco em São Paulo e Mato Grosso do Sul, mas uma nova frente fria na próxima semana deve fazer chover nas regiões.

Nos próximos 5 dias, o volume de chuvas será bom tanto no Tocantins quanto na Bahia, com acumulados que podem chegar a 80 mm. A tendência para o período de 21 de novembro a 2 de dezembro é de boas precipitações, especialmente no Oeste e Norte do Paraná, interior de São Paulo, Triângulo Mineiro e Mato Grosso do Sul, com acumulados superiores a 60 mm, o que deve contribuir para a reposição hídrica do solo.

Mais previsão do tempo

Em Mato Grosso, as chuvas devem ficar entre 30 e 40 mm nos próximos 5 dias, o que não deve prejudicar os trabalhos em campo. Já no Matopiba, as chuvas devem dar uma trégua nesse período, mas a partir da segunda quinzena de dezembro, espera-se o retorno das precipitações em maior volume, o que ajudará não só no desenvolvimento, mas também na continuidade do plantio da safra 2024/25.

É importante também ficar atento às condições de Goiás e do Triângulo Mineiro, que devem receber mais de 50 mm de chuva, o que será benéfico para as lavouras nessas regiões.



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Aprosoja MT promove conhecimento infantil sobre o agronegócio



Nesta quinta-feira (21), pela primeira vez, a cidade de Santa Carmem, no norte de Mato Grosso, foi sede do projeto Futuro em Campo, promovido pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT). O objetivo foi proporcionar uma imersão para as crianças, permitindo que elas conhecessem o agronegócio de perto.

Com cerca de 5 mil habitantes, o município recebeu 290 alunos da Escola Municipal Selvino Damian Preve para a 10ª edição do projeto, realizada na Fazenda Esperança.

Para a coordenadora pedagógica, Lucimar Eduardo da Silva Azevedo, “é essencial que eles compreendam o agronegócio na nossa região. Essa vivência contribui para o desenvolvimento de novas habilidades e desperta questionamentos sobre o trabalho no campo.”

Os alunos, divididos em dois turnos, vivenciaram um dia de aprendizado sobre o trabalho rural e o impacto do agronegócio em suas vidas. O Futuro em Campo já passou por diversas cidades de Mato Grosso, como Sorriso, Jaciara, Nova Mutum e Vera, e agora chega a Santa Carmem com o objetivo de aproximar as futuras gerações do universo rural.

Raul Pruinelli, delegado coordenador da Aprosoja MT em Sinop, destacou a importância da iniciativa. “É uma excelente oportunidade para as crianças entenderem como o agronegócio funciona, desde o maquinário até a produção de ração para os animais”, concluiu.



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BNDES aprova financiamento de R$ 363,8 milhões para Grupo Hypera Pharma


O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou nesta sexta-feira, 22, ter aprovado um financiamento de aproximadamente R$ 363,8 milhões para o Grupo Hypera Pharma investir em inovação e expansão de suas operações.

Os recursos serão destinados à implantação, em sua subsidiária Brainfarma, de uma planta-piloto, fábrica de medicamentos oncológicos e centro de pesquisa e desenvolvimento, além de uma unidade para a produção de um Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), princípio ativo do Buscopan.

O financiamento foi aprovado no âmbito do programa BNDES Mais Inovação e da linha incentivada para inovação. Os recursos correspondem a cerca de 88% do total a ser investido no projeto.

“Voltados ao mercado institucional, que atende hospitais, clínicas e unidades de saúde públicas e privadas, os laboratórios de P&D e a planta piloto de medicamentos biológicos devem inserir o grupo em mercados de maior valor e complexidade, avançando no domínio de tecnologias e terapias de ponta, contribuindo para o acesso a medicamentos no Brasil, atendendo a mercados privados e públicos (SUS) por meio de Parcerias para Desenvolvimento Produtivo (PDPs) e Parcerias para o Desenvolvimento de Inovação Local (PDILs) junto a instituições públicas brasileiras”, justificou o banco de fomento, em nota distribuída à imprensa.

O BNDES estima que os investimentos gerem mais de 500 novos empregos diretos qualificados, sendo quase 200 em Pesquisa e Desenvolvimento. A empresa beneficiada calcula ainda que sejam criados mais de 1,6 mil empregos indiretos após a conclusão dos projetos.

“Temos um déficit enorme no setor farmacêutico e a pandemia deixou essa situação ainda mais evidente. Por isso, o BNDES está avançando em políticas públicas e no fomento ao setor. Este ano, batemos recorde de aprovações para a saúde, o que é essencial para a indústria contratar e desenvolver medicamentos, beneficiando a população e viabilizando um complexo industrial resiliente, capaz de reduzir as vulnerabilidades do SUS e ampliar o acesso da população”, afirmou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, em nota à imprensa.

O BNDES informa que, de janeiro de 2023 até outubro de 2024, as aprovações de crédito do banco para o complexo industrial da saúde somaram R$ 5,2 bilhões. De janeiro a outubro deste ano, as aprovações para o complexo industrial da saúde somaram R$ 3,2 bilhões, montante que excede em 60% o total apurado em 2023.

No segmento da indústria farmacêutica, o total aprovado nos primeiros sete meses de 2024 alcançou R$ 2,1 bilhões, 33% superior ao registrado em todo o ano de 2023, quando somou R$ 1,51 bilhão.



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VBP agropecuária deve crescer 7,6% em 24/25, prevê ministério


O valor bruto da produção (VBP) agropecuária deve crescer 7,6% na safra 2024/25 ante a temporada anterior, alcançando R$ 1,31 trilhão, estima o Ministério da Agricultura.

Do montante total, R$ 874,80 bilhões devem vir das lavouras, equivalente a 67,7% do total e incremento estimado de 6,7% ante o ciclo anterior.

Outros R$ 435,05 bilhões estão relacionados à produção pecuária, correspondente a 32,6% do total e alta de 9,5% contra 2023/24. As projeções são as primeiras do ministério quanto ao valor da produção para a safra atual.

VBP das culturas

Na agricultura, o maior crescimento de VBP, de 23,7%, é projetado para as lavouras de laranja, somando R$ 35,66 bilhões na temporada 2024/25.

O VBP da soja da safra atual deve crescer 16,5%, para R$ 339,25 bilhões (38,8% do total), enquanto o faturamento bruto das lavouras de café tende a avançar 16,1%, para R$ 83,92 bilhões (9,6%).

O VBP das lavouras de uva é estimado em R$ 10,20 bilhões, alta de 13,7% em um ano-safra. O faturamento das lavouras de arroz, por sua vez, tende a crescer 8,1%, para R$ 27,1 bilhões.

“Para as culturas de laranja e café, a evolução dos preços foi o fator mais relevante nestes resultados e, para a soja e o arroz, foi o crescimento da produção a maior influência”, avaliou o ministério em nota.

Produção bovina

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Foto: Gabriel Faria/Embrapa

Na pecuária, a cadeia de suínos tende a ter o melhor desempenho porcentual, com aumento estimado de 19,5%, para um VBP projetado em R$ 62,74 bilhões.

Já a produção bovina segue liderando o faturamento bruto da pecuária, com R$ 180,48 bilhões estimados, alta de 18,8% em um ano.

Já o valor bruto da produção da cadeia leiteira pode subir 4,9%, para R$ 69,05 bilhões, prevê o ministério. “Nos rebanhos pecuários, a melhoria dos preços é fator o mais significativo no resultado”, observou a pasta.

O VBP é projetado mensalmente pelo ministério. O número é calculado pelo cruzamento das informações de produção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e dos preços coletados nas principais fontes oficiais. O estudo da pasta abrange 19 cadeias da agricultura e cinco atividades pecuárias.



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Vagas imediatas para o setor de energia renovável



As vagas possuem requisitos



As vagas possuem requisitos
As vagas possuem requisitos – Foto: Divulgação

A Raízen, uma das principais empresas do Brasil no setor de bioenergia, anunciou a abertura de 22 vagas para o Programa Comercial Experience, voltado para profissionais com perfil de liderança e alto desempenho comercial. As oportunidades são para o cargo de Gerente de Território, nas modalidades pleno e sênior, e visam reforçar a estratégia de crescimento da empresa, com foco no setor de energia renovável. As vagas estão distribuídas por diversos estados, incluindo São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina.

O Gerente de Território será responsável pela implementação de planos de vendas e estratégias de prospecção de novos negócios, com objetivo de expandir a carteira de clientes e maximizar resultados. A função também envolve atuar como elo comercial entre a Raízen e seus revendedores, assegurando a satisfação das necessidades do mercado.

Os requisitos para as vagas incluem ensino superior completo, CNH categoria B, e disponibilidade para viagens. Além disso, são desejáveis conhecimentos avançados em Excel, experiência em negociação e relacionamento com clientes, e vivência em gestão de contratos. A Raízen oferece uma remuneração competitiva, com benefícios como plano de saúde, odontológico, seguro de vida, previdência privada, vale-alimentação, vale-transporte e refeitório no local.

O processo seletivo será composto por inscrição, avaliação de perfil, apresentação em vídeo, dinâmica de grupo com case técnico e entrevista com a liderança, permitindo à Raízen avaliar as competências dos candidatos de forma detalhada.

 





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O que esperar do mercado brasileiro da soja? Confira as projeções



O mercado brasileiro da soja deve enfrentar uma sexta-feira (22) com poucos negócios e preços oscilando entre estabilidade e leves recuos. A expectativa é de que a semana termine com um cenário de transações limitadas, devido a uma combinação de fatores que impactam as cotações, como o desempenho do mercado internacional e as condições climáticas no Brasil.

A commodity apresenta perspectiva de retração, impactada pela queda nas cotações de Chicago e pela continuidade da colheita no Brasil. O ritmo de negócios segue lento, com preços mistos nas principais praças do país, refletindo a pressão externa e as condições locais de produção.

Na última quinta-feira, o mercado foi marcado por movimentação reduzida, com estabilidade em algumas regiões e leves quedas em outras. A cotação da soja mostrou tendência de baixa, pressionada pelas quedas nos preços internacionais, mas as regiões de maior produção continuam sendo monitoradas com cautela.

Contratos futuros da soja

A bolsa de Chicago continua negativa, com o contrato de soja para janeiro de 2025 cotado a US$ 9,76 1/4 por bushel, refletindo uma queda de 0,15% sobre o dia anterior. Essa desvalorização externa pressiona os preços no Brasil, embora as boas condições climáticas e a alta do dólar, que abriu a R$ 5,8123, ajudem a mitigar os impactos da baixa nas cotações internacionais.

No final de novembro e início de dezembro, o mercado brasileiro deve continuar com movimentação restrita, com os produtores focados na finalização do plantio. Apesar da competitividade das lavouras brasileiras, a pressão externa e os desafios logísticos, como os custos de frete, devem pesar sobre os preços. O clima favorável e a tendência de alta do dólar podem atenuar as quedas nas cotações, mas não se espera grande mudança no curto prazo.



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