quarta-feira, julho 15, 2026

Agro

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Veja as cotações do boi gordo no último dia útil de novembro



O mercado físico do boi gordo teve um dia travado de negócios depois de dois dias muito agitados na B3. De acordo com a consultoria Safras & Mercado, muitas indústrias passaram a se ausentar da compra de gado.

“Alguns frigoríficos já começam a testar preço em patamares mais baixos, da mesma maneira que algum avanço da oferta já é evidenciado, mesmo que de maneira pontual. O fator psicológico tem sido variável determinante para justificar esse comportamento, com dois dias atípicos dentro do mercado”, diz o analista da empresa Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, é necessária atenção à entrada de confinados prevista para a primeira quinzena de dezembro, o que pode influenciar no comportamento dos preços.

Preços médios do boi gordo

  • Mato Grosso do Sul: R$ 341,70

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta preços acomodados. Segundo Iglesias, há dificuldade em novas altas mesmo em um período de demanda altamente aquecida.

“A carne bovina perdeu muita competitividade em relação às proteínas concorrentes, em especial se comparado com a carne de frango, que segue como principal alternativa neste momento”.

O quarto dianteiro permanece precificado a R$ 20,50 por quilo. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 26,50 por quilo. A ponta de agulha permanece no patamar de R$ 19,50 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,19%, sendo negociado a R$ 6,0019 para venda e a R$ 5,9999 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,9557 e a máxima de R$ 6,1153. Na semana e no mês, a moeda teve valorização de 3,26% e 3,82%, respectivamente.



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AgroNewsPolítica & Agro

Cotações do trigo caem em Chicago


A análise semanal da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), divulgada na última quinta-feira (28), aponta queda nas cotações do trigo em Chicago. Na quarta-feira (27), véspera do feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos, o bushel foi negociado a US$ 5,37, contra US$ 5,48 na semana anterior, refletindo a pressão por oferta e demanda no mercado internacional.

Nos Estados Unidos, o plantio do trigo de inverno alcançou 97% da área projetada até o dia 24 de novembro, número próximo à média histórica de 98%. Das áreas semeadas, 89% estão germinadas. Contudo, as condições das lavouras mostram desafios: 55% estão classificadas como boas a excelentes, 33% como regulares, e 12% em condições ruins ou muito ruins.

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Na Rússia, a estimativa de exportação de trigo foi reduzida de 45,9 milhões para 44,1 milhões de toneladas, segundo dados da consultoria Sovecon. Apesar da redução, o país segue como um dos maiores exportadores globais do cereal.

No Canadá, o cenário é promissor, com a projeção de uma safra recorde de 34,3 milhões de toneladas de trigo de alta qualidade. As exportações canadenses também devem atingir um marco histórico, chegando a 25,4 milhões de toneladas, de acordo com a Comissão Canadense de Grãos.

Enquanto isso, na Ucrânia, em meio ao contexto de guerra com a Rússia, a colheita de trigo para 2025 é estimada em 25 milhões de toneladas, superando as 22 milhões esperadas para 2024. O trigo de inverno, que representa cerca de 95% da produção nacional, ocupa uma área projetada de 5 milhões de hectares, segundo informações da agência Reuters.





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Preços da carne bovina, do óleo e frango sobem no país, enquanto legumes e farinha caem


O consumidor brasileiro precisou desembolsar mais para adquirir ovos e carne bovina e suína em outubro, conforme aponta o novo levantamento Variações de Preços: Brasil & Regiões, da Neogrid.

No período, o preço médio do ovo registrou alta de 7,7%, saltando de R$ 0,77 em setembro para R$ 0,83. Já a carne bovina teve incremento de 5,6% (de R$ 33,38 para R$ 35,24), enquanto a proteína suína subiu 5,3% (R$ 16,61 para R$ 17,49).

Alta na carne bovina

O preço da carne bovina tem registrado uma elevação significativa nos últimos três meses. Em agosto, quando o valor médio por quilo era de R$ 31,51, o ciclo pecuário atravessava um período de baixa, com um grande volume de bovinos disponíveis para abate.

Já durante o terceiro trimestre de 2024, por exemplo, foram abatidas 10,33 milhões de cabeças de gado, segundo a Pesquisa Trimestral da Pecuária do IBGE. Contudo, o cenário se inverteu: com o envio de fêmeas para o abate, o número de nascimentos de bezerros diminuiu, o que tem levado à redução da oferta de carne bovina.

“Esse aumento também pode ser explicado pela seca histórica severa que atingiu o Brasil, combinada com as queimadas. Os produtores viram uma redução na produção de pasto, o principal alimento do gado, o que levou muitos pecuaristas a recorrerem ao confinamento, uma prática mais cara”, considera a head de Customer Success e Insights da Neogrid, Anna Fercher.

Segundo ela, outro fator que contribui para o aumento do preço da carne bovina é a forte demanda externa. “O aquecimento das exportações reduz a quantidade de carne disponível no mercado interno, pressionando os preços para cima.”

O levantamento da Neogrid também aponta que produtos como o óleo e o frango também registraram elevações no preço de 4,7% e 3,3%, respectivamente.

Em contrapartida, as categorias que apresentaram as maiores quedas no valor médio entre setembro e outubro foram:

  • Farinha de mandioca (-3,7%);
pó de cafépó de café
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

No acumulado do ano até outubro, o café, tanto em pó quanto em grãos, foi o líder em aumento de preços em todo o país.

O produto teve alta de 36,3%, passando de R$ 36,89 em dezembro de 2023 para R$ 50,30 no último monitoramento. Em segundo lugar, aparece o leite UHT (25,0%), seguido por ovos (19,7%), refrigerantes (17,5%) e queijos (17,0%).

Variações de preços em outubro no Sudeste

Na região sudeste, as maiores variações de alta ocorreram nas seguintes categorias:

Já as principais quedas se concentraram nestas categorias: legumes (-7,9%); creme dental (-2,8%); leite em pó (-2,4%); farinha de mandioca (-2,2%) e leite UHT (-1,8%).



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Saiba os preços da soja em meio à volatilidade do grão



O mercado brasileiro de soja apresentou forte volatilidade nesta sexta-feira (29). Após o feriado de quinta-feira nos Estados Unidos, a Bolsa de Chicago reabriu em alta, enquanto o dólar disparava.

Com os preços internos firmes, foram registrados bons negócios nos portos. No entanto, o câmbio recuou, e a Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) inverteu a tendência, travando os negócios. De maneira geral, as cotações ficaram entre estáveis e ligeiramente mais altas no dia.

Cotações de hoje

  • Dourados (MS): preço subiu de R$ 136,00 para R$ 137,00 a saca
  • Passo Fundo (RS): preço estabilizou em R$ 135,00 a saca
  • Missões (RS): preço se manteve em R$ 134,00 a saca
  • Porto de Rio Grande (RS): preço aumentou de R$ 144,00 para R$ 145,00
  • Cascavel (PR): preço se manteve em R$ 140,00 a saca
  • Porto de Paranaguá (PR): preço aumentou de R$ 144,00 para R$ 146,00
  • Rondonópolis (MT): preço aumentou de R$ 143,00 para R$ 144,00 a saca

Chicago

Os contratos futuros de soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam com preços mistos, próximos da estabilidade. Após o feriado e uma sessão mais curta, o mercado foi pressionado pelo bom desenvolvimento das lavouras na América do Sul.

De outro, a pressão foi limitada pela demanda firme pela soja americana. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) registrou vendas de 840 mil toneladas de soja para destinos não revelados, com uma operação adicional de 151 mil toneladas recebidas.

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2024/25 (iniciada em 1º de setembro), chegaram a 2.490.500 toneladas na semana encerrada em 21 de novembro. Para a temporada 2025/26, as exportações somaram 18 mil toneladas adicionais. No mercado futuro, a posição de janeiro teve uma alta de 0,69%, enquanto, em novembro, houve uma desvalorização de 0,37%.

Contratos futuros da soja

A posição de janeiro fechou com alta de 2,00 centavos de dólar, ou 0,20%, a US$ 9,90 3/4 por bushel. A posição de março teve uma leve alta de 0,25 centavo, ou 0,02%, fechando a US$ 9,97 1/4 por bushel. As demais posições apresentaram uma leve baixa.

O farelo de soja, posição dezembro, fechou com uma baixa de US$ 2,30 ou 0,79%, a US$ 288,20 por tonelada. O óleo de soja (posição dezembro) registrou alta de 0,84 centavo ou 2,06%, fechando a 41,59 centavos de dólar.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,19%, sendo negociado a R$ 6,0019 para venda e R$ 5,9999 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,9557 e a máxima de R$ 6,1153. Na semana e no mês, a moeda teve valorização de 3,26% e 3,82%.



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Ciclone e temporais deixam áreas em alerta nos próximos dias



A previsão do tempo para o fim de semana alerta para condições climáticas severas em diversas regiões do Brasil. Segundo o meteorologista Arthur Müller, do Canal Rural, as instabilidades permanecem neste sábado (30), com temporais em boa parte do Brasil central e deslocamento de uma frente fria. A chuva será mais intensa no Centro-Oeste e interior do Sudeste, enquanto o Sul enfrentará a formação de um ciclone extratropical no domingo (1º).

Confira a seguir os detalhes da previsão do tempo para todas as regiões nos próximos dias.

Sul

No domingo, o Rio Grande do Sul entra em estado de alerta devido à formação de um ciclone extratropical na altura do Uruguai, grando uma frente fria intenso. As rajadas de vento provocadas pelo ciclone podem ultrapassar os 100 km/h, com risco de granizo em todo o estado.

A partir de segunda-feira (2), o sistema avança para Santa Catarina e Paraná, mas com menor intensidade.

Sudeste

As pancadas de chuva se prolongam pelo fim de semana, especialmente no interior de São Paulo e Triângulo Mineiro.

De acordo com a Climatempo, o domingo será abafado, com previsão de chuva em praticamente todas as áreas. Pancadas de chuva são esperadas especialmente à tarde, com destaque para as capitais dos estados da região. O sol aparece de forma mais expressiva no norte de Minas Gerais, norte do Espírito Santo e regiões norte e central de São Paulo.

As temperaturas permanecem altas, mas chuvas volumosas podem impactar atividades agrícolas em dezembro, com acumulados de até 350 mm ao longo do mês.

Centro-Oeste

A região segue com chuvas isoladas e temperaturas elevadas. Há risco de temporais nos três estados. Em Mato Grosso do Sul, pode ainda haver queda de granizo e de rajadas de vento mais intensas.

O cenário favorece a umidade do solo para atividades agrícolas, mas exige atenção a janelas de tempo firme para manejo.

Nordeste

O fim de semana terá predomínio de sol e calor, com temperaturas que podem chegar a 40 °C no interior da região, de acordo com a Climatempo.

Na Bahia, as chuvas ainda são menos volumosas, mas tendem a se intensificar a partir da segunda quinzena de dezembro, conforme a análise de Arthur Müller. Em Sebastião Laranjeiras, por exemplo, a previsão indica acumulados significativos para os próximos meses, dando boas perspectivas para o cultivo e a recuperação do solo.

Norte

Durante o sábado, o sol predomina no Acre, Tocantins e Pará, com tempo firme. Nos demais estados, o dia será abafado, com pancadas de chuva isoladas previstas para o fim da tarde.

Para o domingo, a Climatempo prevê tempo aberto e quente na maior parte das áreas. Contudo, no sul do Amazonas e do Pará, no Amapá e em Rondônia, há previsão de chuvas isoladas que podem ser pontualmente fortes à tarde. Nas demais áreas, o sol predomina ao longo do dia.

De acordo com o meteorologista do Canal Rural, as chuvas permanecem abaixo da média histórica, embora os volumes tendam a aumentar gradativamente. A recuperação dos rios na região, como o Madeira, segue lenta, exigindo atenção das comunidades locais.



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Plantio da soja em Mato Grosso é concluído



O plantio da soja safra 2024/25 no Mato Grosso atingiu 100% da área prevista e foi concluído, conforme dados do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), com atualização até 29 de novembro.

Em comparação com a semana anterior, quando o plantio da soja estava em 99,85%, houve um pequeno avanço, refletindo o ritmo acelerado dos trabalhos no campo e a boa adaptação às condições climáticas. No mesmo período de 2023, o percentual de plantio era de 99,57%, evidenciando o progresso consistente da safra 2024/25 no estado.

Na semana do dia 22 de novembro, o Imea havia registrado 99,85% da área semeada, um avanço em relação aos 98,98% da semana anterior. Em comparação com o ano passado, que apresentou 98,39% na mesma data, a atual safra segue com um bom ritmo de implantação.

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, as condições climáticas favoráveis aceleraram o plantio da soja, permitindo que a safra 2024/25 se desenvolvesse dentro das expectativas e fosse concluída. A conclusão da semeadura nos últimos dias abriu caminho para a fase de crescimento das lavouras, com grandes perspectivas para a produtividade.



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AgroNewsPolítica & Agro

Déficit hídrico ameaça safra de feijão no RS


De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS, divulgado na última quinta-feira (28), a semeadura do feijão 1ª safra avança lentamente em algumas regiões do Rio Grande do Sul, com destaque para os Campos de Cima da Serra, onde os trabalhos devem começar em dezembro. Nas demais áreas produtoras, o plantio já foi concluído, e as lavouras apresentam o seguinte quadro: 55% estão em estádio vegetativo, 19% em floração, 17% em enchimento de grãos, 7% em maturação e 2% já foram colhidas.

A fase reprodutiva do feijão, considerada crítica para a cultura, ocorre em meio a um período de baixa pluviosidade, gerando apreensão entre os produtores, especialmente nas regiões Noroeste Colonial e Celeiro. Nas áreas de sequeiro, os sintomas de insuficiência hídrica são evidentes, com amarelecimento e murcha das folhas, queda de flores e formação limitada de vagens.

A Emater/RS-Ascar estima para a safra 2024/2025 uma área total de cultivo de 28.896 hectares no Estado, com uma produtividade média esperada de 1.864 kg/ha.

Na região administrativa de Ijuí, 56% das lavouras estão em estádio reprodutivo, sendo 22% em floração, 28% em enchimento de grãos e 6% em maturação; 2% da área já foi colhida. O déficit hídrico afeta principalmente as áreas de sequeiro, enquanto as lavouras irrigadas mantêm um potencial produtivo de até 2.400 kg/ha.

Na região de Pelotas, a semeadura alcançou 66% da área prevista, com 89% das lavouras em estádio vegetativo, 8% em florescimento e 3% em enchimento de grãos.

Já em Soledade, 55% das áreas estão em florescimento, 40% em enchimento de grãos e 5% ainda em desenvolvimento vegetativo. O retorno da umidade na região tem exigido monitoramento constante para prevenir surtos de antracnose.

A comercialização do feijão no Estado registrou aumento de 3,37% no preço médio da saca de 60 quilos na última semana, passando de R$ 288,57 para R$ 298,57.





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Conab realizará leilões de contrato de opção de venda de arroz na próxima semana


A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realizará, na próxima quinta e sexta (5 e 6 de dezembro), leilões de Contrato de Opção de Venda Público (COV) de arroz.

Segundo o presidente da entidade, Edegar Pretto, as operações, que contam com recursos de cerca de R$ 1 bilhão para a aquisição de até 500 mil toneladas de arroz longo fino em casca, tipos 1 e 2 da safra 2024/25, visam diversificar, estimular e ampliar a produção do grão no país.

Na quinta-feira serão realizados três leilões destinados aos agricultores familiares, totalizando 4.754 contratos de 27 toneladas cada. Já na sexta-feira serão realizados outros três certames, desta vez para ampla concorrência, ou seja, todos os produtores e cooperativas de arroz poderão participar. Serão 18.518 contratos de 27 toneladas cada.

Contratos nos estados

O presidente da Conab detalha que, para Minas Gerais e Paraná, os contratos terão vencimento em 30 de julho de 2025.

Já para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, o vencimento será em 30 de agosto do ano que vem. Para Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Tocantins, os contratos vencem em 30 de outubro de 2025. Os valores de venda também estão estabelecidos de acordo com os prazos de cada vencimento.

Pretto lembra que o Contrato de Opção de Venda é uma modalidade de seguro de preços que dá ao produtor rural ou à sua cooperativa o direito, mas não a obrigação, de vender seu produto para o governo, em uma data futura, a um preço previamente fixado.

“Esta é mais uma iniciativa do Governo Federal, que retomou a formação de estoques públicos ano passado por meio de Aquisições do Governo Federal (AGF) de milho, e neste ano, por meio das operações de AGF de trigo”, ressalta o presidente da Conab.

Produção de arroz no país

arroz na lavouraarroz na lavoura
Foto: Embrapa

O 2º Levantamento de Grãos da Safra 2024/25, divulgado em 14 de novembro pela Conab, destaca crescimento na área semeada de arroz no país, que deve passar de 1,6 milhão de hectares em 2023/24 para 1,77 milhão de hectares no atual ciclo.

A semeadura já atinge cerca de 77,4% da área nas principais regiões produtoras, conforme publicado no Progresso de Safra desta semana. Com uma produtividade estimada em 6.814 quilos por hectare, a produção deve ficar acima de 12 milhões de toneladas.

Serviço

Leilões de Contrato de Opção de Venda Público (COV) de arroz
Datas: quinta-feira, 5 de dezembro (editais 118, 119 e 120) / sexta-feira, 6 de dezembro (editais 121, 122 e 123)
Para acessar, clique aqui.



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Expedição Soja Brasil acompanha de perto o plantio da soja



A Expedição Soja Brasil continua sua jornada pelo sul do país, e as notícias para a soja em Santa Catarina são boas. A semeadura da soja na maior região produtora do estado está a todo vapor, com o plantio em andamento e previsões animadoras para o ciclo 2024/25. As lavouras em Campos Novos, município que concentra a maior produção de soja de Santa Catarina, estão em plena implantação, e o trabalho segue até janeiro.

Estratégias adotadas

O produtor Chico planta em épocas diferentes do ano para lidar com as variações climáticas e garantir uma colheita mais estável. Ele explica que o plantio escalonado, com a semeadura de variedades precoces e mais tardias, permite que as lavouras floresçam em diferentes momentos do ciclo, entre dezembro e fevereiro. Isso ajuda a minimizar os impactos de fatores climáticos adversos e garante mais estabilidade para a colheita. A prática de plantar soja em diferentes épocas, aliada ao manejo preciso, tem sido um diferencial na busca por mais estabilidade nas fazendas.

Crescimento e boa produtividade

Para esta safra de soja, a área projetada para o cultivo de soja em Santa Catarina é de cerca de 766.000 hectares, o que representa um pequeno avanço em relação à safra passada. A expectativa de produtividade é boa, e as condições climáticas até o momento têm favorecido o desenvolvimento das lavouras. A Epagri projeta uma colheita de 3 milhões de toneladas, o que representa um aumento de quase 13% em relação ao ciclo anterior. Para muitos produtores, essa promete ser uma safra de recuperação, após três anos consecutivos de problemas climáticos, como estiagens no verão e frio excessivo no inverno.

Clima favorável à soja e recuperação

Os agricultores estão otimistas com as condições climáticas deste ano, que têm colaborado muito mais do que nos últimos ciclos. O presidente da Aprosoja SC, Alexandre Di Domenico, destaca: “O clima está ajudando, e era uma expectativa de todos, já que tivemos três anos seguidos de problemas climáticos. Finalmente, estamos vendo a normalidade voltar, e isso traz grandes perspectivas para a safra.” O tempo favorável permite que o ciclo de plantio e a janela adequada para a semeadura se mantenham, impulsionando as expectativas para o futuro da soja em Santa Catarina, especialmente nas regiões do Planalto Sul, Planalto Norte e Oeste do estado.

Investimentos na produção da soja

Outro dado positivo é o crescimento da produção de sementes em Santa Catarina, especialmente em Campos Novos. A região concentra 53.000 hectares destinados à produção de sementes de soja, o que contribui para o aumento da área plantada no estado. De fato, a soja tem substituído o milho em algumas áreas, o que resultou em um incremento de 10% na produção de soja na região. Os produtores estão confiantes, apostando em boas perspectivas climáticas e em investimentos na cultura. A soja se tornou uma das principais culturas da região, e muitos agricultores estão ampliando suas áreas de plantio, buscando aproveitar as boas condições para obter alta produtividade.

Tecnologia no campo

A tecnologia tem sido uma aliada importante para os produtores de soja catarinenses, permitindo um manejo mais eficiente das lavouras. O uso de máquinas equipadas com controle remoto e sistemas de monitoramento em tempo real facilita o manejo da soja, o que garante precisão na aplicação de insumos e no controle das máquinas no campo.

Com isso, é possível acompanhar em detalhes a quantidade de sementes semeadas, o uso de fertilizantes e até mesmo a distribuição de nutrientes nas lavouras, o que resulta em melhores resultados e maior produtividade. A média de produção na região tem alcançado 80 sacas por hectare, um indicativo claro de que as tecnologias estão ajudando a melhorar a produtividade e a eficiência das lavouras.



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Selo SIM: acesso a novos mercados



Ter o Selo de Inspeção Municipal (SIM) é fundamental para quem deseja produzir e comercializar produtos de origem animal de forma regularizada nos municípios do país. 

A certificação garante qualidade, segurança e pode ser o primeiro passo para alcançar mercados estaduais, nacionais e até internacionais.

Para solicitar o SIM, é necessário atender às exigências da legislação local, incluindo documentação técnica e possíveis adequações na propriedade. 

Entidades como o Sebrae oferecem suporte aos pequenos produtores nesse processo, abrindo portas para novos negócios.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp.

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