quarta-feira, julho 15, 2026

Agro

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queda nas cotações futuras reforçam pressão no preço



Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostra que os preços do milho seguiram enfraquecidos na última semana.

Além da retração de consumidores, atentos aos impactos do clima no setor, pesquisadores do Cepea afirmam que as quedas nas cotações futuras e externas reforçam a pressão sobre os valores domésticos.

As condições climáticas favoráveis resultaram em um avanço nas semeaduras de milho e de soja da safra verão, minimizando – ou até mesmo descartando – os temores de agentes de que o cultivo da segunda safra poderia ser realizado em 2025 em período fora da janela ideal.

Além disso, as chuvas vêm beneficiando o desenvolvimento da safra de verão que já está cultivada.

O indicado de milho Esalq/B3 registrou valor de R$ 72,77 para a saca de milho, com referência na região de Campinas (SP), na última sexta-feira (29), o que representa uma variação negativa de 0,23% dentro do mês.



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AgroNewsPolítica & Agro

Balança comercial paulista tem déficit


A balança comercial paulista apresentou déficit de US$ 1,1 bilhão em outubro de 2024, reflexo da queda de 1,54% nas exportações totais e do aumento de 17,84% nas importações. Os dados são do relatório Acompanhamento do Comércio Exterior, elaborado pelo Departamento Econômico da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), com base em informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).  

O agronegócio, responsável por 43% das exportações do estado, foi destaque, alcançando US$ 2,78 bilhões no mês, um crescimento de 16,45% em relação ao mesmo período de 2023. Entre os produtos que impulsionaram o desempenho estão o açúcar de cana bruto (+23,4%), a carne bovina in natura (+63,3%) e a celulose (+128,3%). Em contrapartida, alguns itens tiveram retração expressiva, como a soja em grãos (-81,5%) e o álcool etílico (-56%).  

As importações relacionadas ao agronegócio também registraram alta, somando US$ 492,7 milhões, um aumento de 15,58%. Os principais produtos que contribuíram para esse crescimento foram a borracha natural, com alta de 110,1%, além de itens como papel e salmões, que também tiveram elevação nos valores importados.  

De janeiro a outubro, o agronegócio paulista gerou superávit de US$ 21 bilhões, mas o déficit de US$ 26,1 bilhões dos demais setores resultou em um saldo negativo de US$ 5,1 bilhões na balança comercial estadual. Em contraste, no cenário nacional, o agronegócio foi essencial para o saldo positivo, contribuindo com US$ 12,5 bilhões em outubro e ajudando a balança comercial brasileira a registrar um superávit de US$ 4,34 bilhões no período.

 





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dólar em alta sustenta preços no mercado interno



Pesquisas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostram que, na última semana, os preços da soja foram sustentados em um ambiente de valorização do dólar.

Isso teria ocorrido porque produtores domésticos ficaram mais otimistas em relação às vendas do grão em 2025, mesmo diante da possível safra recorde no país, de acordo com os pesquisadores do centro de estudos.

Em novembro (até o dia 28), o Indicador Cepea/Esalq – Paraná registrava média de R$ 140,46 por saca de 60 kg, a maior deste ano, em termos reais (IGP-DI de outubro).

Segundo o Cepea, o dólar norte-americano em torno dos R$ 6 tende a encarecer os insumos importados, como os fertilizantes, e, consequentemente, elevar os custos de produção da soja, especialmente das lavouras de segunda safra.

Por outro lado, o câmbio alto favorece a receita obtida em reais por produtos exportados e eleva a paridade de exportação, ainda conforme o Centro de Pesquisas.



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Mercado eleva previsão de PIB e inflação, mantendo expectativa para Selic



As instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central (BC) na pesquisa Focus elevaram de 3,17% para 3,22% a previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2024. A projeção para 2025 ficou estável em 1,95%.

O BC estima que a economia brasileira crescerá 3,2% em 2024, segundo a edição mais recente do Relatório Trimestral de Inflação (RTI), publicada em setembro.

Selic

A expectativa para a taxa básica de juros (Selic) no fim de 2024 foi mantida em 11,75%. Atualmente, ela está em 11,25%, o que significa que o mercado espera um incremento de 0,5 ponto percentual (pp) até o fim do ano. Para 2025, a estimativa para a taxa Selic subiu de 12,25% para 12,63%. Há quatro semanas, a estimativa para a Selic ao fim de 2025 estava em 11,50%.

Câmbio

A projeção para a taxa de câmbio em 2024 ficou estável em R$ 5,70 por dólar, enquanto a estimativa para 2025 subiu de R$ 5,55 para R$ 5,60 por dólar. Há quatro semanas, a previsão para 2024 era de R$ 5,50, enquanto a previsão para 2025 estava em R$ 5,43.

Inflação

A pesquisa Focus indicou nesta semama a elevação de 4,63% para 4,71% a previsão para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2024. A meta para a inflação no período é de 3%.

A previsão de inflação nos preços administrados – que são controlados por contrato ou pelo poder público – diminuiu de 4,67% para 4,66%, enquanto a projeção para a inflação medida pelo Indice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu de 5,98% para 6,18%.

Para 2025, as instituições financeiras elevaram de 4,34% para 4,40% a previsão para a nflação medida pelo IPCA. A meta para a inflação no período é de 3%.

A previsão de inflação nos preços administrados em 2025 diminuiu de 4,16% para 4,13%, enquanto a projeção para a inflação medida pelo IGP-M subiu de 4,08% para 4,16%.



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Produtores de algodão da Bahia inauguram o maior Centro de Análise de Fibras da América Latina


A Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) inaugurou na noite desta sexta-feira (29), o maior e mais moderno Centro de Análise de Fibras da América Latina, em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia.

A solenidade contou com a presença do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, lideranças políticas, empresariais e do setor agrícola de todo o país.

Além das instalações da nova sede da entidade, a Abapa também apresentou os membros da diretoria eleita para o biênio 2025/26.

inauguração novo centro de análise de fibras da Abapa em Luís Eduardo Magalhãesinauguração novo centro de análise de fibras da Abapa em Luís Eduardo Magalhães
Foto: Divulgação/ Abapa

“Estou muito feliz, pois esse é um passo significativo para o fortalecimento do setor agrícola baiano e brasileiro. A inovação e o investimento em tecnologia, como esse novo centro, são essenciais para consolidarmos a Bahia como um grande polo de produção de algodão e para avançarmos no desenvolvimento sustentável do nosso agronegócio. Desejo sucesso à nova diretoria, que tenho certeza que continuará desenvolvendo um excelente trabalho para a associação e para a Bahia”, destacou o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues.

A estrutura

A estrutura vai começar a operar já na próxima safra com 16 equipamentos HVI, capazes de realizar até 34 mil análises diárias.

Com possibilidade de expansão para 28 equipamentos, o centro poderá atingir uma capacidade de 60 mil análises diárias, garantindo agilidade e precisão na classificação do algodão produzido na Bahia e também na área do entorno, como Tocantins.

Localizado estrategicamente às margens da BR-020, o novo complexo da Abapa em Luís Eduardo Magalhães ocupa uma área total de 10.442,60 m², com 9.500 m² de área construída.

A estrutura inclui uma sede administrativa moderna e funcional, um auditório com capacidade para 500 pessoas e o Museu do Algodão, projetados para oferecer eficiência no atendimento aos associados e conforto para visitantes.

Para Bergamaschi, toda esta estrutura é resultado da união dos produtores e do trabalho permanente com muitas parcerias, com as demais associações, como a Aiba e Abrapa, e com o governo do estado e os municípios.

“Com a nossa união e foco, transcendemos o mero crescimento do setor algodoeiro. Otimizamos o tempo de isolamento imposto pela pandemia para darmos sequência à melhoria contínua da nossa associação. Em nossa gestão, nos últimos quatro anos, priorizamos a organização e o bem estar dos colaboradores e parceiros. Concluímos a nossa missão neste momento com a inauguração do novo centro e sede, degraus importante para continuarmos fortes e avançando em qualidade e competitividade no mercado do algodão mundial. Ainda há muito a ser feito e tenho certeza que a próxima diretoria continuará defendendo com o mesmo propósito o setor do algodão da Bahia e do Brasil”, disse Luiz Carlos Bergamaschi, presidente da Abapa.

Nova diretoria

Durante a solenidade, os presentes também participaram da tradicional cerimônia de posse da nova diretoria da Abapa para o biênio 2025/2026, já nas instalações da nova sede.

Alessandra Zanotto Costa, atual primeira vice-presidente, foi empossada como presidente, sucedendo Luiz Carlos Bergamaschi, que encerra sua gestão à frente da associação.

inauguração novo centro de análise de fibras da Abapa em Luís Eduardo Magalhãesinauguração novo centro de análise de fibras da Abapa em Luís Eduardo Magalhães
Foto: Divulgação/ Abapa

Sócia-diretora do Grupo Zanotto, Alessandra tem construído um legado com olhar da inovação e na sustentabilidade, sendo considerada uma das principais lideranças do setor do agronegócio nacional.

Alessandra Zanotto Costa integra os comitês Women in Cotton, da Internacional Cotton Association (ICA) e faz parte do seleto grupo Forbes Mulher Agro, da Forbes Brasil. Além de vice-presidente da Abapa nos últimos oito anos, é atualmente 1ª conselheira fiscal da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para mim, liderar a Abapa é mais que um marco coletivo; é também um marco pessoal. Pessoal, porque trago comigo histórias e sonhos. A história de uma mulher que acredita no potencial da cotonicultura baiana e sonha em levá-la ainda mais longe. De alguém que, há 8 anos, se imaginou aqui, com o desejo de ocupar esse lugar — não por mim apenas, mas pela nossa região”, destacou a nova presidente durante o discurso de posse.


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AgroNewsPolítica & Agro

Avanços no plantio e colheita na Argentina



A colheita de trigo atingiu 38,7% da área cultivada



No milho, 41,3% das 6,3 milhões de hectares planejados já foram semeados
No milho, 41,3% das 6,3 milhões de hectares planejados já foram semeados – Foto: Divulgação

O relatório Panorama Agrícola Semanal (PAS) e Estado y Condición de Cultivos (ECC), divulgado pela Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA), destaca o progresso no plantio e na colheita das principais culturas agrícolas na Argentina. A semeadura de soja avançou 8,6 pontos percentuais na última semana, alcançando 44,4% da área projetada em nível nacional. Do total, 60% da soja de primeira já foi implantada.  

No milho, 41,3% das 6,3 milhões de hectares planejados já foram semeados. As condições climáticas favoráveis contribuíram para a melhoria do estado das lavouras, com 96,6% da área em condições classificadas como normais a excelentes. Já o girassol, com 99% da área projetada de 2 milhões de hectares plantada, enfrenta atrasos devido às chuvas, registrando avanço semanal de apenas 0,2 ponto percentual. Apesar disso, 99,4% da área apresenta condições normais a excelentes.  

A colheita de trigo atingiu 38,7% da área cultivada, com avanço intersemanal de 9,4 pontos percentuais. O rendimento médio subiu para 21,2 sacas por hectare, confirmando a previsão de produção em 18,6 milhões de toneladas. Enquanto isso, a cevada registra colheita em 4,7% da área apta, com rendimento médio de 37,5 sacas por hectare. Os primeiros lotes já estão sendo colhidos no sul da área agrícola argentina.  

Esses dados, segundo o próprio levantamento, reforçam o desempenho sólido das principais culturas na Argentina, apesar dos desafios climáticos pontuais. A BCBA mantém um monitoramento contínuo para avaliar as condições de desenvolvimento e produtividade das lavouras.

 





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Dólar fecha em alta de 0,76% em meio à escalada do conflito Rússia-Ucrânia


Logotipo Reuters

 

Por Fabricio de Castro

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar fechou a quinta-feira pós-feriado no Brasil em alta, novamente acima dos 5,80 reais, com as cotações acompanhando o avanço da moeda norte-americana no exterior em meio à escalada do conflito entre Rússia e Ucrânia no leste europeu.

O dólar à vista fechou o dia com avanço de 0,76%, cotado a 5,8117 reais. Esta é a maior cotação de fechamento desde 1º de novembro, quando a divisa encerrou a 5,8699 reais. Em novembro a divisa acumula alta de 0,52%.

Às 17h23, o dólar para dezembro — o mais líquido atualmente no Brasil — subia 0,61%, aos 5,8175 reais.

A moeda norte-americana operou em alta ante o real durante todo o dia, em meio à aversão global ao risco com a escalada do conflito entre Rússia e Ucrânia.

Enquanto Kiev acusou Moscou de utilizar um míssil balístico intercontinental para atacar seu território — um artefato com alcance de milhares de quilômetros e capacidade nuclear –, a Rússia disse que uma nova base de defesa dos EUA contra mísseis balísticos no norte da Polônia levará a um aumento no nível geral de perigo nuclear.

Com a pressão vinda do exterior, o dólar à vista oscilou entre a cotação mínima de 5,7826 reais (+0,25%) às 9h02, logo após a abertura, e a máxima de 5,8342 reais (+1,15%) às 13h51.

Operador ouvido pela Reuters pontuou que o exterior conduziu os negócios, deixando em segundo plano as questões locais, como a expectativa pela divulgação do pacote de medidas fiscais do governo Lula.

Também ficou em segundo plano, sem impactos sobre as cotações, a notícia de que a Polícia Federal indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado, além de outras 36 pessoas, entre elas o candidato a vice na chapa bolsonarista na eleição de 2022, o general da reserva Walter Braga Netto.

No fim da manhã o Banco Central vendeu todos os 15.000 contratos de swap cambial tradicional ofertados em leilão para rolagem do vencimento de 2 de janeiro de 2025.

Às 17h22, o índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas — subia 0,37%, a 107,000.

Na quarta-feira, o mercado doméstico de câmbio permaneceu fechado com o feriado nacional do Dia da Consciência Negra.





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EUA: Trump ameaça países do Brics contra substituição do dólar



O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no sábado (30) que os países membros do Brics enfrentarão tarifas de 100% caso criem uma nova moeda ou apoiem qualquer outra que substitua o dólar americano.

Em postagem na rede social Truth Social, Trump exigiu um compromisso explícito dessas nações para evitar o desenvolvimento de alternativas ao dólar, sob pena de perderem o acesso ao mercado americano.

“Eles podem procurar outro ‘otário’. Não há chance de o Brics substituir o dólar dos EUA no comércio internacional”, declarou.

Trump reforçou que qualquer tentativa de minar o papel do dólar nas transações globais resultará em consequências econômicas severas para os envolvidos. Ele destacou que os países que adotarem tal estratégia devem se despedir das oportunidades oferecidas pela economia americana, reiterando a posição de sua futura administração na defesa da moeda dos EUA.



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confira as novidades do podcast e a agenda do mercado na semana


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro, a economia global e do Brasil, com a análise da economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito.

A nova economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, assume o podcast destacando o pacote fiscal, que trouxe medidas positivas, mas foi ofuscado pela isenção de imposto de renda. O dólar encerrou a R$ 6, e os DIs precificam alta na Selic.

Na agenda, destaques para PMIs globais, discurso de Powell e Payroll nos EUA, além de dados da indústria no Brasil e PIB.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Projeção de crescimento em 2025



Os produtores estão otimistas



Mato Grosso, um dos maiores polos produtores de milho do Brasil, teve uma safra recorde
Mato Grosso, um dos maiores polos produtores de milho do Brasil, teve uma safra recorde – Foto: Pixabay

A produção brasileira de milho voltada para a produção de etanol deve alcançar cerca de 30 milhões de toneladas em 2025, representando aproximadamente 25% da produção total do país. A projeção otimista foi apresentada por Jeferson Souza, consultor financeiro, durante o V Encontro Técnico do milho, realizado em Cuiabá, nos dias 28 e 29 de novembro de 2024. Souza destacou que o cenário para a safra de milho é promissor, com preços mais altos e uma lucratividade favorável aos produtores de Mato Grosso. No entanto, o aumento na área de plantio depende das condições climáticas, especialmente na janela de plantio da segunda safra.

Mato Grosso, um dos maiores polos produtores de milho do Brasil, teve uma safra recorde em 2023/24, com 43,8 milhões de toneladas, representando 38% da produção nacional. A moagem de milho para etanol cresceu 37,86% em relação ao ano anterior, impulsionada por grandes investimentos. Empresas como a ALD Bioenergia Deciolândia anunciaram investimentos de R$ 1 bilhão para expandir sua capacidade produtiva até 2026. Marco Orozimbo, diretor executivo da empresa, destacou a demanda crescente por biocombustíveis e subprodutos como o DDG, que impulsionam o setor.

Os produtores estão otimistas, com o IMEA estimando um aumento de 10,03% na produção de etanol em 2024/2025, sendo o milho a principal matéria-prima. No entanto, a adoção de um planejamento estratégico é essencial para garantir a rentabilidade, conforme afirmou o produtor Marcelo Vankevicius. Durante o evento, especialistas da Fundação MT abordaram temas técnicos cruciais para aumentar a produtividade, como controle de pragas, cuidados com o clima e a irrigação, além do investimento em fertilidade do solo.

 





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