quarta-feira, julho 15, 2026

Agro

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Queda de braço entre pecuaristas e frigoríficos mexe com o mercado do boi; veja cotações



O mercado físico do boi gordo teve mais um dia travado de negócios nesta segunda-feira (2), de acordo com a consultoria Safras & Mercado.

“Vamos ver uma queda de braço entre pecuaristas e indústrias para o que vai ser o rumo do mercado ao longo da semana. Basicamente o que estamos vendo é um mercado travado, com muitas indústrias ausentes da compra de gado. Já as ativas tentam exercer uma pressão, igual ao que está acontecendo no mercado futuro”, diz o analista da empresa Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, nesta terça-feira (3), os frigoríficos deverão abrir o dia oferecendo, provavelmente, preços mais baixos. “Se o pecuarista aceitar esses preços mais baixos, o jogo muda”.

Preços médios da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 341,70

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,07%, sendo negociado a R$ 6,0663 para venda e a R$ 6,0643 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,9954 e a máxima de R$ 6,0904.



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AgroNewsPolítica & Agro

Morango gaúcho apresenta frutos de alta qualidade, apesar de clima adverso


Segundo o Informativo Conjuntural divulgado na última quinta-feira (28) pela Emater/RS, no Rio Grande do Sul, o cultivo de morango segue em pleno desenvolvimento, com destaque para a qualidade dos frutos colhidos. Embora o cenário geral seja positivo, desafios como pragas, condições climáticas adversas e dificuldades com mudas impactaram a produção em algumas regiões.

Na região de Caxias do Sul, as lavouras de morango estão em desenvolvimento vegetativo, floração e frutificação, sem registros de problemas fitossanitários. Os frutos apresentam excelente sabor, cor e calibre. Com a proximidade do verão, os produtores intensificam o controle de pragas como ácaros e moscas-das-frutas. Os preços permanecem estáveis, variando entre R$ 18,00 e R$ 25,00/kg na venda direta, e de R$ 16,00 a R$ 25,00/kg em mercados e Ceasas.

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Na região de Lajeado, em Feliz, com 50 hectares de cultivo distribuídos entre mais de 100 propriedades familiares, o clima favorável está proporcionando elevada qualidade e boas floradas. Não foram relatadas doenças, mas há monitoramento constante para evitar danos do ácaro-rajado. Os preços do morango variam entre R$ 16,00 e R$ 20,00/kg.

Em Agudo, na região de Santa Maria, a colheita segue em andamento, mas alguns produtores enfrentam uma quebra de até 50% na produtividade. As principais causas são a dificuldade em obter mudas de qualidade e a baixa luminosidade, agravada pela fumaça de queimadas na Amazônia. Além disso, houve alta incidência de ácaros. Na BR-287, o preço do morango oscila entre R$ 35,00 e R$ 45,00/kg.

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Na região de Santa Rosa, as altas temperaturas começam a comprometer a polinização, resultando em menor qualidade e queda na produção. Apesar disso, a oferta ainda está normalizada, com preços de R$ 30,00/kg para o produto fresco e R$ 20,00/kg para o congelado.

Em Venâncio Aires, os frutos apresentam qualidade satisfatória, enquanto em Rio Pardo os produtores utilizam sombrites nas estufas para mitigar o calor excessivo. Os preços oscilam entre R$ 18,00 e R$ 25,00/kg.





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Veja os preços da soja em dia de dólar valorizado após ameaça de Trump


O mercado brasileiro de soja começou a semana com pouca oferta e movimentações discretas. De acordo com a consultoria Safras & Mercado, os preços ficaram instáveis, com algumas oportunidades no disponível, mas com pagamento previsto apenas em fevereiro de 2025, o que acabou desanimando as negociações.

O dólar em alta e a Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) em queda trouxeram impactos diferentes ao longo do dia. A valorização do dólar ajudou a sustentar os preços no mercado interno, tornando a soja brasileira mais competitiva lá fora.

“Por outro lado, a queda nos futuros em Chicago deixou o mercado mais cauteloso, com muitos agentes preferindo esperar antes de fechar novos negócios”, diz a consultoria, em nota.

Preços médios da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): estabilizou em R$ 135
  • Região das Missões: se manteve em R$ 134
  • Porto de Rio Grande: seguiu em R$ 145
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 140 para R$ 139
  • Porto de Paranaguá (PR): permaneceu em R$ 146
  • Rondonópolis (MT): continuou em R$ 144
  • Dourados (MS): recuou de R$ 137 para R$ 135
  • Rio Verde (GO): avançou de R$ 138 para R$ 140

Bolsa de Chicago

cotação preço soja queda Chicagocotação preço soja queda Chicago
Foto: Reprodução
Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços mais baixos. O bom desenvolvimento das lavouras sul-americanas e o desempenho de outros mercado pressionaram as cotações.

De acordo com Safras & Mercado, os olhos do mercado se voltaram para a América do Sul nesta abertura de semana. O plantio se desenvolve bem no Brasil e na Argentina, com clima favorável e expectativa de boas safras.

Desta forma, vai se consolidando um cenário fundamental de ampla oferta da oleaginosa, mantendo os contratos sob pressão. A queda do petróleo e, principalmente, a forte valorização do dólar frente a outras moedas ajudaram na baixa da soja.

Reação do dólar à ameaça de Trump

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou sobretaxar os produtos do BRICS, caso os países do blocos insistam na ideia de substituir a moeda norte-americana nas negociações entre eles.

Como resultado o dólar subiu na comparação com seus pares, o que sempre é um fator de pressão para as commodities de exportação, como a soja, que perdem competitividade.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou a venda por parte de exportadores privados de 134 mil toneladas de soja para a China. As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 2.088.361 toneladas na semana encerrada no dia 28 de novembro.

Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 2.117.380 toneladas.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 4,25 centavos de dólar, ou 0,42%, a US$ 9,85 1/4 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 9,91 por bushel, com perda de 5,00 centavo, ou 0,50%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 3,70 ou 1,28% a US$ 283,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 41,27 centavos de dólar, com baixa de 0,34 centavo ou 0,81%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,07%, sendo negociado a R$ 6,0663 para venda e a R$ 6,0643 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,9954 e a máxima de R$ 6,0904.

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Imposto sobre transporte de grãos pode levar produtores à bitributação



O estado do Maranhão aprovou a Lei 12.428/2024, que recria uma alíquota de tributação que incide sobre a produção, o transporte e armazenamento de soja, milho, milheto e sorgo.

Trata-se da Contribuição Especial de Grãos (CEG), que incide taxa de 1,8% sobre o valor da tonelada dessas commodities e passará a valer a partir do final de fevereiro de 2025.

Entretanto, a questão remonta ao ano de 2013, quando o estado criou a Taxa de Fiscalização de Transporte de Grãos (TFTG), que taxou em 1% qualquer transporte de soja, milho, milheto e sorgo.

Contra essa taxa, os produtores rurais recorrem ao Poder Judiciário, que em junho deste ano revogou o decreto da TFTG.

A juíza Alexandra Ferraz Lopez, da 7ª Vara da Fazenda Pública de São Luís, decidiu que o fato de a taxa e o ICMS terem o mesmo fato gerador e incidirem sobre a mesma base de cálculo configura bis in idem tributário (cobrança de tributo sobre objeto já tributado), uma vez que o estado estaria tributando duas vezes o mesmo fato, o que viola o artigo 145, parágrafo 2º, da Constituição Federal.

A ação foi ajuizada por um produtor que cultiva soja e milho no município de Balsas, sul maranhense. A sua produção é transportada por via terrestre e já estava sujeita à tributação, incluindo o ICMS.

A decisão da primeira instância foi confirmada pelo Tribunal de Justiça do Maranhão. Além disso, o tema é objeto de discussão no Supremo Tribunal Federal.

Nova cobrança

O advogado tributarista Leandro Genaro, sócio do Santos Neto Advogados, que trabalha com produtores rurais e trendings, ressalta que para justificar a nova cobrança, o estado do Maranhão usou como argumento a autorização prevista na Reforma Tributária, que permitiu aos estados a instituição de contribuições para manutenção dos fundos estaduais, desde que já existentes em 30 de abril de 2023, quando a Reforma atribuiu essa competência tributária às unidades federativas.

Assim, a nova cobrança passará a valer no final de fevereiro de 2025, revogando a TFTG a partir desta data, e incidirá sobre saídas com destino a exportação (incluindo em operações interestaduais).

“Com a CEG entra em jogo, além da alíquota maior do que a prevista na taxa anterior (de 1% para 1,8%), penalidades de até 50% em caso de atraso ou erros no pagamento, custos adicionais em operações destinadas à exportação e exigências fiscais que podem gerar insegurança jurídica”, afirma o advogado.

Para ele, que já tem recebido questionamentos sobre o tema, a tentativa do estado do Maranhão de substituir uma taxa por outra é questionável, “sendo possível contestar judicialmente a CEG”.

“Isso porque a CEG é uma contribuição distinta daquela autorizada pela reforma tributária, não sendo permitida constitucionalmente a sua instituição”, considera.

Transporte no Maranhão pode ser taxado

De acordo com Genaro, “esse novo questionamento deverá se somar à oposição já realizada quanto à TFTG, uma vez que o estado do Maranhão tratou os dois temas como tributos distintos, ainda que haja inegáveis similaridades entre eles”.

Nesse contexto, o advogado destaca que produtores que tenham operações de exportação (ainda que por vias interestaduais) de soja, milho, milheto e sorgo envolvendo trânsito pelo estado do Maranhão, devem fazer uma análise do tema o mais rápido possível para que não sejam injustamente tributados.



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Confira como o mercado da soja se comportou



O mercado da soja se comportou de forma volátil após o anúncio de cortes fiscais e isenção de IR para rendas até R$5 mil, que intensificaram os receios sobre o déficit público, fazendo o dólar alcançar R$6,11 na última semana.

Segundo a plataforma Grão Direto, o movimento impactou o cenário financeiro, mas também gerou uma reação no mercado de soja, com um equilíbrio entre as condições de safra no Brasil e na Argentina, que ajudaram a conter as pressões altistas, apesar da alta da moeda americana.

Apesar da valorização do dólar, as expectativas para a safra brasileira e a estabilização das condições de cultivo em áreas-chave, como no Brasil e na Argentina, ajudaram a conter pressões altistas. A safra se desenvolve em ritmo constante, proporcionando equilíbrio no mercado interno.

Guerra na Ucrânia

O conflito entre Rússia e Ucrânia ganhou novos contornos na última semana, com sinais de que a tensão pode se expandir para uma maior participação de países da OTAN. Esse cenário geopolítico continuou a afetar a volatilidade no mercado internacional de grãos.

Chicago

Em Chicago, o contrato de soja para janeiro de 2025 fechou a US$ 9,91 por bushel, com uma alta de 0,61% na semana. No Brasil, o dólar subiu 3,27%, alcançando R$6,00. Contudo, o mercado físico de soja não apresentou grandes variações, com alguns registros de queda de preços nas regiões produtoras, devido à falta de suporte nos valores.

O que esperar do mercado?

O clima favoreceu o desenvolvimento das lavouras em grande parte do país, com exceção de áreas como o centro-sul de Mato Grosso do Sul, que enfrentaram dificuldades devido à falta de chuva. A Conab destaca que, em geral, as condições são favoráveis para o avanço da safra. Para os próximos dias, espera-se chuvas regulares nas principais regiões produtoras, exceto em Mato Grosso do Sul e na Bahia, que podem sofrer com o déficit hídrico.

Com a colheita nos EUA finalizada, as cotações em Chicago mantiveram-se abaixo de US$ 10,00 por bushel, refletindo o grande volume de soja da safra norte-americana e a redução da demanda internacional.

Com a colheita brasileira se aproximando, um clima favorável pode pressionar as cotações para baixo, mesmo que ainda abaixo de US$ 9,00 por bushel. Esse cenário sugere que produtores brasileiros devem se preparar para uma possível pressão sobre os preços, o que pode influenciar suas estratégias de venda.

Em relação ao dólar, a instabilidade fiscal e os movimentos políticos internos levaram o dólar a atingir R$6,00, com um impacto direto sobre a curva de juros futuros. Embora um dólar mais forte possa beneficiar a competitividade da soja brasileira no exterior, ele também pressiona para baixo os preços internacionais, devido ao aumento da oferta global.

O cenário cria um dilema para os produtores: enquanto o dólar alto aumenta a rentabilidade em reais, a pressão externa pode limitar os ganhos. A recomendação é que os produtores acompanhem de perto os prêmios regionais e a dinâmica do mercado global para identificar boas oportunidades de comercialização.

Expectativas para a semana

Diante das boas perspectivas climáticas, espera-se que a semana no mercado internacional de soja seja desafiadora, com uma tendência de queda nos preços em Chicago e, possivelmente, no dólar. A recomendação para os produtores é se manter atentos a esses desenvolvimentos e avaliar com cautela suas estratégias de venda.



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AgroNewsPolítica & Agro

queda no preço do limão tahiti lidera desvalorização de frutas


O último levantamento realizado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) revelou aumento nos preços de frutas comercializadas no entreposto de Contagem, da CeasaMinas, os preços médios das principais frutas comercializadas apresentaram variações entre as semanas de 18 a 22 e de 25 a 29 de novembro, conforme levantamento divulgado. Apenas abacaxi, maçã e uva registraram estabilidade nos valores, enquanto outras frutas oscilaram devido a fatores como oferta, clima e exportações.

A banana, coco verde, manga e melancia apresentaram elevação nos valores:

Banana: A colheita foi prejudicada pelas chuvas no Norte de Minas, limitando a oferta. O preço médio da banana prata subiu 4,2%, de R$ 4,00 para R$ 4,17/kg.

Manga: As exportações aquecidas impulsionaram o preço da manga tommy, que variou positivamente em 3,7%, de R$ 2,50 para R$ 2,59/kg.

Melancia: O clima quente e seco favoreceu o tamanho e a qualidade dos frutos, resultando em uma alta média de 2,5%, atingindo R$ 1,37/kg.

Coco verde: O preço subiu 8%, de R$ 2,50 para R$ 2,70/unidade, devido ao aumento na demanda.

Frutas com Queda de Preços

Laranja, limão e mamão sofreram desvalorização durante o período:

Laranja: A oferta ampliada pelas chuvas pressionou os preços, com queda média de 6,7%, de R$ 5,00 para R$ 4,67/kg.

Limão: O limão tahiti teve a maior redução, com queda de 26,7%, passando de R$ 7,50 para R$ 5,50/kg.

Mamão formosa: A alta produção local reduziu os preços em 2,2%, de R$ 4,16 para R$ 4,07/kg.

Estabilidade nos Preços

Abacaxi: Apesar de oscilações pontuais, o preço médio do abacaxi pérola permaneceu em R$ 78,33 a dúzia.

Maçã e uva: A maçã gala e a uva Itália não registraram variação, com preços de R$ 9,16/kg e R$ 15,62/kg, respectivamente.

Os resultados refletem o impacto direto de fatores climáticos, como chuvas e altas temperaturas, e de variáveis econômicas, como exportações e volume de produção. Com a chegada do verão, a demanda pode se intensificar, especialmente por frutas de maior aceitação sazonal, como melancia e manga.





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região pode receber até 200 mm de chuva; veja quando



A próxima semana será marcada por chuvas volumosas e tempo severo na região Sul do Brasil. O meteorologista Arthur Müller, do Canal Rural, alerta para acumulados de até 200 mm entre os dias 8 e 12 de dezembro no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Com o solo já saturado pela umidade, o risco de alagamentos e deslizamentos de terra é elevado.

Antes disso, nesta sexta-feira (6), o Rio Grande do Sul já enfrentará rajadas de vento acima de 100 km/h e queda de granizo, devido à presença de um cavado.

A partir do dia 13, a formação de um sistema de baixa pressão pode dar origem a um ciclone, trazendo mais chuvas intensas em um curto período de tempo, o que reforça a necessidade de os produtores adiantarem os trabalhos no campo.

Temporais se espalham pelo Brasil

No Nordeste, um vórtice ciclônico de altos níveis (VCAN) está espalhando chuvas em áreas que enfrentavam estiagem, como Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e norte do Piauí. Essas chuvas, que começaram no início desta semana, podem ocorrer na forma de temporais.

Já no Centro-Sul, o alerta é para ventos intensos e granizo. Na quarta-feira (6), o norte do Paraná, interior de São Paulo e Mato Grosso do Sul estarão sob risco de rajadas de vento que podem ultrapassar 70 km/h, enquanto acumulados de chuva acima de 100 mm em cinco dias são esperados no litoral norte de São Paulo. Isso eleva o risco de alagamentos e deslizamentos na região.

Clima favorece produtores em algumas regiões

Embora o tempo severo preocupe no Sul e Sudeste, os próximos dias trarão volumes de chuva moderados que beneficiarão produtores em áreas como Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. No Pará, acumulados de 50 a 80 mm em cinco dias devem favorecer a agricultura no centro-norte do estado, especialmente em Altamira, Santarém e Paragominas.

Entre os dias 8 e 12 de dezembro, o tempo será mais firme em grande parte do Centro-Oeste, Sudeste e Matopiba, com acumulados de até 20 mm em cinco dias, proporcionando boas condições para o avanço dos trabalhos no campo.



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Motorista com 10,8 toneladas de queijo tem metade da carga apreendida por fiscais



Fiscais da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) em Carajás, na Rodovia BR-230 (Transamazônica), em São João do Araguaia, município do sudeste paraense, apreenderam uma carga de queijo muçarela sem nota fiscal.

O caminhão foi parado pelos profissionais no sábado (30) e o condutor apresentou documento fiscal referente a 4.320 quilos de produto, procedentes de Água Azul do Norte, no sudeste do Pará, com destino a Soure, no Marajó.

“Ao verificarem a carga, os fiscais notaram que, na verdade, havia 10.800 quilos de queijo, uma diferença de 5.680 quilos sem documento fiscal”, informou o coordenador da unidade fazendária, Rafael Brasil.

A mercadoria sem documento fiscal foi avaliada em R$ 213.840,00. Foi emitido um Termo de Apreensão e Depósito (TAD), no valor de R$ 56.881,44, referente ao Imposto sobre Circulação de Mercadoria (ICMS) e à multa.



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Durante Fenagro governo anuncia novo concurso público da Adab


Um novo concurso público da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), foi anunciado pelo governador Jerônimo Rodrigues na noite deste domingo (2), durante abertura da 33ª edição da Feira Nacional da Agropecuária (Fenagro), em Salvador (BA).

De acordo com a Adab, ao todo, serão 200 novas vagas para a contratação de 80 médicos veterinários, 80 engenheiros agrônomos e 40 técnicos em fiscalização agropecuária.

Ainda durante o evento no Parque de Exposições de Salvador, o chefe do Executivo estadual autorizou a publicação do Edital de Processo Seletivo para contratação de 241 técnicos de nível médio em Regime Especial de Direito Administrativo (Reda) e a aquisição de 14 novos veículos para reforçar o trabalho da defesa agropecuária baiana.

O governador também deu posse aos 13 candidatos aprovados no concurso público realizado em junho deste ano pela Agência.

Novo concurso público da Adab é lançado na Fenagro; edital ainda não foi disponibilizado pelo governo da Bahia
Foto: Divulgação/Adab

Foram 120 vagas disponíveis para Fiscal Estadual Agropecuário (FEA) e 40 para Técnico em Fiscalização Agropecuária.

A data oficial para publicação do edital do novo certame ainda não foi definida, no entanto, a Adab informou que já discute essa questão.

Fenagro

Oficialmente aberta na tarde deste domingo (1º), no Parque de Exposições Agropecuárias de Salvador, a 33ª edição da Fenagro promete atrair, até 8 de dezembro, mais de 100 mil visitantes.

Exposição de animais e produtos agropecuários, leilões, shows, espaço infantil e mais de 25 estandes com serviços gratuitos disponibilizados pelo Governo do Estado fazem parte da programação. 


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Plantio da safra de soja 2024/25 atinge 91% da área, diz AgRural



A área plantada com soja na safra 2024/25 estava em 91% da área estimada no Brasil até quinta-feira passada (28), de acordo com levantamento da AgRural

Há uma semana, o índice era de 86% e em mesmo período do ano passado, o progresso de semeadura nas lavouras dedicadas à cultura era apontado em 85%.

“Embora os 91% plantados no país sejam o percentual mais alto para esta época do ano desde 2018, o plantio perdeu um pouco do fôlego no Rio Grande do Sul em virtude da falta de chuva”, destacou a AgRural.

Por outro lado, em pontos do leste de Mato Grosso e do Triângulo Mineiro, o excesso de umidade tornou os trabalhos mais lentos.

“Porém, de um modo geral, o plantio caminha sem maiores problemas nos estados que ainda têm máquinas em campo e as lavouras têm ótimo potencial produtivo na maior parte do Brasil”, ressaltou.

No Paraná, chuvas muito bem-vindas levaram alívio aos produtores do oeste e do norte a partir do último dia 8. Assim, a expectativa é de recuperação das áreas que vinham sofrendo com a irregularidade das precipitações, já que há mais chuva nas previsões.

Entretanto, o problema persiste no sul de Mato Grosso do Sul, onde um padrão mais seco e quente ainda predomina.

Milho verão

A área estimada para a safra 2024/25 de milho verão (primeira safra) estava 94% plantada no Centro-Sul do Brasil até quinta passada, em comparação com 93% uma semana antes e 91% no mesmo período do ano passado, de acordo com dados da AgRural.

De modo geral, as condições das lavouras são favoráveis, mas até a semana passada havia preocupação em áreas mais adiantadas do Rio Grande do Sul por causa da falta de chuva.

“É importante que os volumes previstos para esta semana se confirmem para que o estado não passe a registrar perdas mais significativas de produtividade”, concluiu.



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